Trio com meu marido

No dia trinta de setembro do ano passado, meu marido fez aniversário. De presente, ele sempre pede a mesma coisa: um bom boquete. Por isso, hoje sou eu quem acorda cedo. Entrei debaixo dos lençóis — a gente sempre dorme pelado —, me acomodei no meio das pernas dele e, com minhas mãos, peguei no pau dele, que geralmente já tá duro nesse horário.
De qualquer forma, essa ereção foi aproveitada por mim, porque aquela rola divina merecia um tratamento especial com minha boquinha, e sem mais delongas, eu a introduzi na minha cavidade oral, úmida e quentinha, acariciando por completo aquele lindo mastro que eu conheço bem. Meus lábios se fecharam em volta daquele pedaço cilíndrico de carne pulsante, primeiro lambendo sua glande, acariciando com minha língua aquela cabecinha, que parece um capacete de bombeiro. Fiquei ali me entretendo por um bom tempo, até enchê-la de saliva, pra que aquela carícia ficasse ainda mais gostosa. Lembro de sentir as mãos dele segurando minha cabeça, não pra enfiar tudo lá dentro, mas pra acariciar meu cabelo, pra me mostrar o quanto ele tava curtindo meus esforços apaixonados. Em seguida, coloquei minhas mãos em formato circular na base do tronco do pau e apertei um pouco, fazendo ele parecer gigantesco, grosso, comprido, cheio de veias por onde o sangue quente dele corria — que ele agradeça que não sou uma vampiinha, senão teria mordido pra sugar todo aquele sangue e matar minha ansiedade por alimento. O que eu sou é uma mulher muito apaixonada e queria tomar o leite dele por completo, por isso comecei a descer e subir minha boca no pau dele e comecei a chupá-lo com todos os truques que aprendi. Fechei meus lábios em volta do tronco dele enquanto com a língua brincava no meato urinário, deslizando a ponta da minha língua até onde começa o frênulo dele, na parte de trás. Os lábios nunca apertados contra os dentes, senão depois vai doer a mucosa vestibular interna; pelo contrário, deixo meus lábios descerem o máximo que posso, enquanto minha língua percorre todo o trajeto do pau. Às vezes tiro ele da boca e desço pra lamber e chupar as bolas dele, onde aproveito pra sentir aquele cheiro delicioso que se forma na dobra entre o saco e a parte interna das coxas. Eu amo isso. Me deixa louca. Adoro aquele cheiro. Depois volto pros mesmos afazeres, chupando o pau dele sem piedade até que depois de um tempo, meus desejos se realizam, o quadril dela se levanta da cama, o corpo começa a tremer, o pau dela cresce a ponto de querer estourar, e minha boca, prestes a pegar fogo, se acalma com a porra torrencial dela. jatos intermitentes invadem minha garganta, e eu continuo sem parar, descendo e subindo a cabeça, ordenhando aquele pau até a última gota. não paro de chupar até o cock dela começar a murchar. engoli tudo, como sempre faço.
Depois, abandono meu lugar, subo em cima dele, pego meus peitos e enfio na boca dele, esbofeteio ele com eles. Ele tenta chupá-los sem usar as mãos, me dando lambidas que só aumentam meu tesão. A gente brinca por um tempo; da minha buceta começa a sair o último resquício de porra da noite anterior, do sexo que a gente teve até uma da manhã.
Mas lembro que hoje é segunda-feira e ele tem reunião de trabalho cedo na construtora, precisam planejar as atividades da semana toda. Olho no relógio, são quase 6h da manhã. A gente se atrasou, levantamos voando, enquanto ele toma banho, eu desço nua, falo que mais tarde passo no trabalho dele. Beijos; Fico sozinha em casa, nua e com tesão, então não tenho outra opção senão subir na minha cama e pegar meu brinquedo favorito, um vibrador revestido de silicone. Ligo ele e coloco no meu clitóris e na entrada da buceta até ter um delicioso e relaxante orgasmo. Pena não ter uma amiga aqui em casa agora; Pensei, hoje vou chegar um pouco atrasada no trabalho, falo com meu sogro e comento que ia direto pro trabalho do filho dele e saí pra comprar um bolo pra levar pro trabalho e comemorar com os funcionários.
São 11h30 da manhã quando chego. Quem me recebe é a secretária, chama Marly, tá trabalhando aqui uns seis meses. Hoje em dia é minha amiga de telefone toda vez que ligo. Meu marido me contou que os peão chamam ela de "bunda de formiga" por causa da bunda enorme que ela tem. Eu respondi que quem eu ouvir chamando ela assim, vou mandar embora na hora. Ela realmente tem uma bunda grande, mas parece ser por um problema na coluna. Anda meio devagar, usa óculos, é baixinha, mas é uma pessoa excelente. É a cara da empresa e, sim, é muito gostosa. Claro, né, se tem 25 anos.
Perguntei pelo meu marido, entrei no escritório dele enquanto a Marly chamava todo o pessoal pra cantar parabéns. Lá, dei um beijo bem carinhoso nele, parabenizei pelo aniversário e falei que à noite a gente ia comemorar um pouco mais. Ele passou a mão nas minhas tetas por cima da roupa, e eu disse pra ele não começar algo que não conseguiria terminar. A gente riu.
Marly entrou e nos pegou no flagra, melhor dizendo, nos peitos, ela ficou vermelha e se desculpou por não ter se anunciado antes, a gente disse que não tinha problema;

Quando tudo acabou, falei pra Marly fazer uma reserva num lugar bom pra noite, pra família toda e pra ela também. Ela ficou muito feliz.
Saímos para o restaurante, a Marly, que manja das paradas, reservou num lugar com música do nosso país. Tava todo mundo lá.
Ao terminar, como sempre, os pais são os primeiros a ir embora, depois os que têm filhos, até ficarmos só nós três: Nick, Marly e eu. Como não queria que acabasse, convidei a Marly pra ir lá em casa tomar uns drinks e ela topou na hora, o que me surpreendeu e alegrou ao mesmo tempo. Chegamos em casa, colocamos uma música, abrimos uma garrafa de vinho, porque foi a única coisa que ela quis. Falamos do trabalho, agradecemos pelo trampo foda de hoje, contamos piadas, rimos de tudo um pouco, e a primeira garrafa acabou. Meu marido trouxe uma de uísque, que quase ficou pela metade, porque a verdade é que já estávamos rindo meio torto. Troquei a música e coloquei um salsa, tirei os sapatos e puxei os dois pra dançar. A Marly também tirou os dela, porque tava usando uns saltos bem altos.
Comecei a pensar na minha próxima jogada com muita inteligência; subi por uma pirâmide pra jogar uma guerra de prendas, se ela aceitasse, claro. Quando desci, a Marly e meu marido estavam sentados no sofá de mãos dadas e falando baixinho, isso me deixou muito excitada. A Marly tentou soltar a mão do Nick, mas ele segurou o tempo todo. Cheguei e propus meu jogo, servi mais uns drinks que queimaram a garganta e nos excitaram ainda mais.
A Marly perguntou como era o jogo e comecei a explicar: começa com a base, cada uma tira uma peça de roupa, gira o pião e uma tira ou coloca as peças que o pião mandar até ter uma vencedora. Por exemplo, quando sai "põe duas", uma tira duas peças. — E quem ganha? — ela perguntou. Eu respondi: — A que ficar com mais roupa. Ela riu e disse: — Ah, pensei que era a primeira que ficasse pelada. E todo mundo riu. — E se alguém já não tiver roupa e sair "põe uma"? — insistiu a Marly. Eu falei: — Paga penitência, que vai ser dada pelo jogador da direita.
Explicadas as regras e servindo mais uns drinques, começamos a jogar. A aposta foi os sapatos de todo mundo. Joguei primeiro e saiu "tira uma", então tirei a blusa e fiquei de sutiã. Marly jogou e saiu "todo mundo tira", então tirei o sutiã e meus peitos ficaram nus. Ela tirou a blusa, deixando ver o lindo sutiã preto dela. Os peitos dela eram bem maiores do que a gente imaginava. Nick tirou a calça, deixando ver uma ereção enorme por cima da cueca, o que fez a Marly rir nervosa. Nick jogou e saiu "pega tudo", e entre risadas, ele vestiu nossas blusas e a calça dele, além de ficar com roupa reserva pra mais tarde. Joguei de novo e saiu "tira uma" — "de novo?" — falei rindo. Tirei minha saia e fiquei de calcinha, meus pelos pubianos aparecendo pelas laterais da roupa íntima. Marly jogou de novo e saiu "tira duas". A coitada ficou vermelha e assustada. Tirou o sutiã, deixando ver os peitos lindos dela, a aréola clarinha, quase transparente. Era tamanho 34, quem diria. Depois tirou a saia, ficando de calcinha preta. Nick jogou e saiu "todo mundo tira". Ele, rindo, pagou com meu sutiã, enquanto nós duas nos olhávamos. Era a vez de tirar o que ainda restava: as calcinhas. Servi um drinque pra ela passar a vergonha. Ela tomou, mas não queria tirar a calcinha e perguntou se a gente era fofoqueiro. — Falamos os dois: "de jeito nenhum, fica tranquila, é só um jogo". Então ela tirou. Ela tinha uma bunda gigante e sem cirurgia, tão grande que a pele não cresceu o suficiente e ficou cheia de estrias terríveis nas nádegas. Parecia que era o trauma dela. As pernas dela eram muito bonitas, grossas e torneadas, típicas de mulher baixinha. A cintura bem formada e fininha. No conjunto, ela era muito gostosa. Eu, por minha vez, abaixei a tanga e todo o meu matagal ficou à mostra. Ela também tinha pelos pubianos, mas aparados. Ela se apressou pra dizer "ganhou, doutor", mas eu esclareci que o jogo continua pagando. Penitências. Eu joguei e saí com dois, penitência, gritaram os dois. Minha direita era o Nick, então ele ia me dar a penitência: — Quero que você beije a Marly — ele disse. Mas eu falei que eram duas penitências, então você vai beijar ela em duas partes, ele completou. A Marly, confusa e desafiadora, ficou de frente pra mim, e eu mandei ela deitar. Ela obedeceu, eu abri as pernas dela e me posicionei no meio. Me aproximei e comecei a lamber o clitóris e a buceta dela. Minha língua começou a invadir a bucetinha rosada dela, enfiei o máximo que pude. Ela começou a se contorcer de prazer, envolta num manto de loucura e paixão. Fiquei ali um bom tempo, saboreando os fluidos dela. Já os quadris dela grudavam na minha cara pra eu continuar chupando. Alguns minutos depois, me afastei e me aproximei da boca dela. Começamos a nos beijar de um jeito impensável, com desejo, com euforia, as línguas querendo entrar cada vez mais fundo na boca uma da outra. Eu estava ali quando ela murmurou: — Ai, doutor, o que o senhor está fazendo? Olhei pra baixo e lá estava meu marido, enfiando a língua na buceta dela, chupando aquela delícia gostosa. Ele estava trapaceando no jogo, mas naquele momento a gente já tinha mandado o jogo pra puta que pariu.
Nossos beijos foram ficando cada vez mais intensos, a ponto de ela me agarrar pela nuca com as duas mãos e a língua dela virar uma cobra no ataque, entrando na minha boca, até que eu senti ela se contorcendo num orgasmo impressionante. Ela ficou ali, sem soltar minha cabeça, até terminar de tremer. As pernas dela prendiam a cabeça do Nick, enquanto ele chupava o clitóris dela, levando-a a um clímax sublime. Ela estava louca de tesão, e nos contagiou, porque quando finalmente soltou nós dois — eu da cabeça e o Nick das pernas dela — estávamos excitadíssimos, enquanto ela dizia que nunca tinha sentido nada igual.
Pensei que agora era minha vez, mas nada, ela não deu trégua. Assim que conseguiu se recuperar, partiu pra cima do Nick e montou nele de pernas abertas depois de quase arrancar a roupa dele. Pegou o pau duro dele com uma mão e sentou em cima, deixando cair todo o peso na barriga do Nick, enfiando aquele aríete até o fundo da buceta dela. Ver a cara de safada dela quase me fez enlouquecer de tesão e desejo; eu imaginava o que ela tava sentindo com aquele pinto enfiado dentro do corpo dela, se sentindo cheia de sexo, deixando os fluidos escorrerem naquele mastro poderoso. Ela começou a rebolar em cima do pau do meu marido, pra cima e pra baixo no começo, e depois mexendo a cintura sem se soltar dele, como uma batedeira, deixando no pelo da buceta poças enormes de sucos vaginais, mares de paixão e loucura. Nessa posição, o Nick pegou ela pelas costas e puxou pra perto dele pra poder chupar os peitos dela, agarrou com as mãos e começou a mamar sem parar, enquanto ela continuava pulando com o pau dele enfiado na buceta, e ele também mexia a cintura enterrando o pinto bem fundo.
Eu, sem ter mais o que fazer, comecei a acariciar minha buceta com os dedos, vendo como eles estavam aproveitando e, principalmente, com tanta energia. Com uma mão, eu abria meus lábios maiores e, com a outra, rodava meus dedos sobre meu clitóris inchado. Quando Nick percebeu que eu estava me dedando, fez um sinal para eu ir, soltou os peitos da Marly e me fez sentar na cara dele. Fiquei de frente para ela, montada na boca dele, e a língua dele começou a penetrar minha buceta numa siririca deliciosa. Marly, por sua vez, começou a acariciar meus seios primeiro com as mãos, mas depois baixou a cabeça e começou a lamber meus mamilos, para depois chupá-los com força, com a boca dela, me dando um boquete de peitos como nunca tinha recebido antes. Foi tão intenso que no dia seguinte eu tinha hematomas nos mamilos e nas aréolas. Mas tudo bem, ali estava eu, recebendo um duplo boquete de buceta e peitos, e vendo a cara de tesão da Marly, não aguentei mais e comecei a ter um orgasmo forte, enchendo a boca do meu marido com meus fluidos vaginais, minhas contrações todas na cara dele, eu esfregava com vontade. Nick um dia me disse: — aprende a curtir os fluidos da sua essência íntima — e eu aprendi. Marly, me vendo no auge do orgasmo, também começou a se contrair toda, parecia que ia se desmanchar, o quadril dela girava numa velocidade impressionante, e ela deixou escorrer outro orgasmo incrível de novo. Essa menina é puro fogo, pensei. Quando terminou o clímax dela, se deixou cair de lado, quase desmaiada no chão.
Nick olhou pra ela e, com o pau mais duro do que nunca e sem ter gozado ainda, partiu pra cima da Marly. Deitou ela de bruços, abriu as pernas dela, separou as bundas cheias de estrias, deixando o cu dela à mostra. Colocou o pau todo melado de fluidos na entrada do rabo e começou a meter devagarzinho. Ela não disse nada, enquanto o pau subia pelo reto. Meteu tudo, acho que deve ter chegado até o colo descendente, porque não sobrou nada pra fora. Depois tirava e metia de novo, e assim começou a foda mais espetacular que eu já vi. Lembrei do Natal em que meu próprio marido, Nick, me comeu no cu. Foi emocionante, mas diferente. Foi a minha primeira vez.
Nick colocou os braços ao lado do corpo da Marly e começou a meter o pau bem forte naquele cuzão gostoso que ela tem, enfia e tira, vai e vem, ele queria gozar dentro do cu dela, mas um cheirão forte de bosta começou a encher a sala, cada vez que o pau saía do cu o cheiro ficava mais forte, e acho que foi por isso que ele não conseguiu gozar na tentativa de encher o cu dela de porra. Depois de um tempo, ele estava suado, cansado e com o pau dolorido, tirou ele do cu e foi se lavar. Fiquei ali mimando a Marly, dando beijinhos nas costas dela. Ela estava meio desmaiada, mas depois de um tempinho se reanimou. A gente pediu um táxi, eu agradeci e me despedi normalmente com um beijo no rosto. Ela se vestiu e foi embora.

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