Repovoando a buceta

Acordo de manhã bem cansada depois de ter passado a noite toda transando com meu pai e meu tio, eles deitados do meu lado, me pedem pra fazer o café da manhã, e eu aceito de boa, porque eles mereciam e ainda eram os homens da casa. Já na cozinha, encontro minhas primas, que também estavam preparando o café, então me junto pra fazer mais dois. Enquanto a gente cozinhava, chega o irmão da Clara, (Nico), pra dar uma olhada na comida e dá uma palmada em cada uma de nós. Nossas bundas estavam de fora porque todas estávamos de fio dental, enquanto ele dizia: _Isso cheira bem, o que vocês estão preparando? Camí:_Auu, já te falei pra não bater tão forte, machuca, Nico. Nico:_Hahaha, desculpa. Estefi:_Tamo fazendo uns omeletes pra vocês tomarem café. Terminamos de cozinhar e cada uma levou o prato de omelete pro homem com quem estava. Eu tive que levar dois, e enquanto eles comiam, fui estender os lençóis e limpar um pouco a bagunça do quarto, mas não durou muito, porque eles terminaram de comer e voltaram pra cima.Repovoando a bucetaMe tiraram a roupa em menos de um segundo, e com os paus deles duríssimos e prontos pra ação, meteram direto: meu pai por trás e meu tio pela frente, sem lubrificante, sem camisinha, sem nada. Foram de 0 a 100 na hora, isso não era brincadeira, e parecia quase outra competição, onde os dois estavam a todo vapor me usando como uma boneca sexual qualquer. Enquanto isso, no meio dos dois, a única coisa que eu podia fazer era gemer enquanto recebia as estocadas, uma atrás da outra, até que os dois gozaram dentro de mim ao mesmo tempo. Dessa vez, os dois duraram pouco, parece que a primeira carga veio cedo. Eu pensei que eles já iam ficar satisfeitos, mas não.vadiaMe deitaram na cama e continuaram, parecia uma competição onde os dois tinham empatado. Será que estavam vendo quem gozava primeiro de novo? E dessa vez não foi nada devagar, já que atacaram por quase 2 horas, bombardeando meu cu e minha buceta na competição de quem era mais macho. De novo, a única coisa que fiz foi gemer enquanto era o alvo dos seus longos e vigorosos paus. Eu estava exausta, não aguentava mais, até que os dois gozaram, de novo ao mesmo tempo. Meus 2 buracos estavam colapsados, exaustos e extremamente cheios, até que ouvi o grito salvador da minha avó: "VENHAM TODOS COMER!" Os olhares deles se cruzaram, e os dois chegaram a um acordo sem dizer uma palavra. Eu, como pude, coloquei minha calcinha fio dental e meu sutiã e tentei descer as escadas tremendo.

Nem se olharam enquanto comiam, só tinham uma coisa em mente. Ainda por cima, o pai da Clara (outro tio) quis me levar para experimentar, mas meu pai e meu tio recusaram — eles não tinham terminado comigo. E foi assim, depois de comer, a coisa continuou.vadiaUm terceiro round de volta na cama, mas dessa vez trocaram de posição: meu pai me comia por frente e meu tio por trás, o desempate, o tudo ou nada, quem ganhasse ia ter o direito de me engravidar. Eu parecia um simples troféu, que ainda por cima ia ter que continuar transando com o vencedor, pra ele me engravidar. E foi assim, continuaram por uma hora, me meteram em várias posições, mas nunca trocaram de buraco, isso já tava decidido. Eu, de novo no meio dos dois, já queria que acabasse, porque tava até doendo, até que senti no meu cu, de novo, meu tio gozar primeiro, enquanto xingava aos gritos. Meu pai, todo vitorioso, com um sorriso, tira o pau dele e coloca na minha boca, dizendo que esse era o único que podia me engravidar, que merecia um tratamento especial. E foi assim, comecei a chupar ele (finalmente, minha buceta não aguentava mais), até que veio a última carga dele, que engoli. Os dois se retiraram, mas não sem antes me dizer pra descansar o máximo que pudesse, porque essa semana eu não ia fazer outra coisa com ele senão transar.

Então, simplesmente o resto da tarde me dediquei a descansar, porque tava morta. Tomei um banho e dormi uma baita soneca, mas não ia conseguir descansar muito, porque quando acordei, na chácara só tinham ficado Clara e o pai dela (Hernán). Quando desci, eles estavam tomando um café, me ofereceu um e começamos a conversar. Ele me perguntou como eu tava lidando com isso de viver como mulher, e aí começou uma longa conversa, onde contei o quanto foi difícil me acostumar com minha nova aparência, porque apesar de ser muito bonita e ter um corpaço, não era a mesma coisa. Os peitos balançam, se eu batia em alguma coisa doía, me causaram umas dores nas costas, agora tinha que comprar mais roupa, por exemplo, não podia usar coisas muito apertadas em cima, o sutiã era desconfortável, e nem vou falar da tanga que entrava pra dentro. Viver como mulher era complicado, e apesar de As amizades continuaram as mesmas, mas me integrar no grupo das mulheres foi foda. Os assuntos eram um saco, e eu preferia falar de futebol com meus amigos antigos. Agora tinha que estar sempre arrumada e ajudar minha mãe em casa, coisa que eu nunca fazia antes. E nem vou falar do sexo, que às vezes nem se preocupam se eu tô gostando, só me comem pra se satisfazer, e depois de um tempo começa a doer. Que nem agora, que minha buceta e meu cu estavam inchados. Surpreendentemente, Hernán me ouviu e segurou a conversa. Ficamos assim por umas duas horas até a hora do jantar. Como era domingo e no dia seguinte todo mundo trabalhava, não tinha ninguém na chácara, só eu, Hernán e Clara. Ele nos surpreendeu com o jantar, mostrando todo o talento culinário dele. Fez um arroz com frango delicioso. Clara e eu, as primas mais novas, fizemos uma noite do pijama, com coisas de garota: fizemos tranças uma na outra e conversamos a noite inteira, trocando experiências sexuais com nossos pais.

Na segunda, preparamos o almoço pro Hernán, que chegou cansado do trampo. Ele deu um beijo em cada uma e sentou pra comer. Conversamos sobre o trabalho dele, e ele perguntou se eu já tava melhor das dores. Era muito gentil e atencioso. Depois de comer, enquanto lavávamos a louça, ele chegou por trás. Eu tava só de avental e calcinha, ele ainda com a roupa do escritório. Colocou as mãos na minha cintura e me deu um beijo no pescoço, encostando o volume dele na minha bunda, o que me deixou com muito tesão. E ele sussurrou no meu ouvido: _Hoje eu quero te provar, sobrinha._ Enquanto mordia minha orelha. Clara disse pra eu deixar aquilo ali que ela cuidava, então me levantei e ele me carregou no ombro até o quarto. Lá, entre beijos e amassos, ele se despiu, desabotoou a calça e deixou o pau enorme dele de fora. Me chamou de joelhos até ele.Incesto FamiliarE então ele enfia o pau dele na minha boca, era ainda maior que o do meu pai e do meu tio, tive muito trabalho pra engolir, minha boca ficou completamente cheia.incestoAssim que comecei a chupar ele, realmente tava difícil chegar na metade, era muito grosso. Ele me puxou pelo cabelo e acompanhava o movimento, mas era impossível, eu tava engasgando, até que senti a mão da minha prima atrás da minha cabeça. Clara: — Vai, prima, respira pelo nariz. Ela empurrou minha cabeça e eu fiz um boquete profundo, com a mão dela me guiando, até que me engasguei e comecei a tossir. Ela riu e disse: — É assim que se faz.FantasiasEla começa a mamar muito bem, de garganta profunda, inteira. Eu, que tava super tarada, queria participar, então fui pra debaixo dele e comecei a chupar as bolas dele. Ficamos assim um tempão até ele gozar.Relatos eroticosNós duas nos ajoelhamos e abrimos nossas bocas, ele gozou em nós duas, e mesmo sendo menos que o do meu pai, esse era bem mais gostoso. Claro que ele não ficou satisfeito com isso, então mandou a gente ficar de quatro com a bunda virada pra ele e começou a meter, uma metida em cada uma, até que ele ficou dentro de mim enquanto masturbava a Clara, ficou assim por um tempo até cansar, e aí trocamos de posição.mudanca de sexoDessa vez, ia ser a vez da Clara ser o centro das atenções, e foi assim que eu fiquei debaixo dela e comecei a chupar a buceta dela, enquanto o pai dela puxava o cabelo dela e metia nela.troca de generoDepois foi a minha vez, mas ele já tinha curtido minha buceta, então dessa vez era a vez do meu cu, e foi assim, ele me colocou de quatro e me arrombou, eu gritava que nem uma puta e minha priminha me chupava, a gente ficou um tempão, ele me meteu um monte até gozar dentro do meu cu.GenderBenderIsso não podia terminar assim, ainda faltava mais um round, e era no cu da minha priminha. Então o Hernán colocou ela por cima dele e começou a meter no último buraco que faltava dos seis, enquanto eu, já completamente satisfeita, chupava os pedaços de peito que a Clara tinha, até que ele gozou e a gente terminou o terceiro round.

Depois dessa putaria incrível, já eram quase 3 horas da tarde. Colocamos a chaleira no fogo pra fazer um mate, mal deu pra tomar três mates loucos, porque meu tio foi tomar banho, se trocou e voltou pro escritório. Minha prima foi pra casa dela ajudar a mãe com os afazeres, e eu fiquei sozinha no sítio, mas não por muito tempo, porque um pouco depois meu avô apareceu. Ele me viu tomando mate e sentou comigo. Ficamos conversando um tempão, fazia tempo que eu não falava com ele e foi realmente reconfortante, até que ele me pediu um favor: se eu podia ajudar ele na oficina com uns serviços. Claro que aceitei.

Na oficina dele, eu tinha que cortar e lixar umas madeiras. E eu, antes da transformação, era muito bom em carpintaria — na verdade, sempre ajudava ele. Então botei a mão na massa junto com ele. Enquanto trabalhávamos, eu sentia o olhar dele no meu cu, porque eu mal tava vestindo uma saia curta e dava pra sentir um certo tesão nele, um lado que eu não conhecia. Mas não liguei, porque todo mundo me olhava assim. Até que, no meio do trabalho, ele passou a mão na minha bunda. Eu não reagi, porque por um lado já tô acostumada, e por outro, qualquer homem tem o direito de me estuprar. Então continuei trabalhando, até que ele começou a me apalpar por cima da minha calcinha fio dental, tocando minha buceta. Eu fiquei parada e soltei um gemido sem querer. Aí ele disse que a mudança ficou muito boa em mim, e que, embora sentisse falta do neto favorito dele, não desgostava da nova neta. Ele me pegou pelas costas e começou a me beijar. Tentei afastá-lo, porque senti um certo nojo, mas tava muito excitada — o velho sabia como tocar. Ele mandou eu tirar toda a roupa, que ele ia... transar, ao que eu aceitei, embora não quisesse totalmente, não podia fazer nada contra alguém que queria me comer.De homem pra mulherEntão a gente transou. Pra minha surpresa, o velho ainda tava bem na ativa, o pau dele até mais duro que o de alguns filhos dele, tava preenchendo minha buceta por completo, enquanto eu gemia igual uma puta barata. Tava dando pro meu avô e tava gostando, mesmo não tendo sido muito longo, foi um sexo muito bom. Ele tinha muita experiência, sabia se mexer e me fez gozar só com as estocadas dele. E, mesmo a porra dele tendo vindo bem mais fraca por causa da idade, pra minha surpresa, foi o que eu mais aproveitei. FIM.Repovoando a bucetaContinua??

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