Minha namorada Maru e o gozo (8)

Fala aí, galera do P! - Quero agradecer, como em toda história, pelo apoio e pela boa energia de sempre. Adoraria receber um pouco mais de feedback, sobre o que acham dos contos, como eles fazem vocês se sentirem, o que acham que poderia rolar, etc. Não sejam tímidos, comentem, troquem ideia, conversem entre vocês ou me mandem suas histórias no chat se quiserem! Nunca vou pedir pontos pra vocês, não tô nem aí pra isso ou pra ser top post.mas eu adoraria que comentassem!De qualquer forma, qualquer interação, seja pontos, fav, etc, são bem-vindos. Vou deixar vocês agora com um novo conto da Maru, que pelo visto tá passando o pano na Ani ultimamente!

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A festa continuou bem normal, bem chata. A Maru tinha me levado pro bar improvisado numa mesa do lado do jardim, onde todo mundo tava reunido pra continuar bebendo mais álcool, mas eu já tava meio estourado. Ela tinha percebido, desde quando encontrei ela no banheiro, viu que eu tava meio mal, e olha, se isso já não dizia nada, pelo jeito que eu tava falando, qualquer um diria que eu tava bêbado.

M: Gordão, cê tá muito doidão, né? Quem te fez beber tanto?
Y: É... nahhgg... bebi normal, com o gordão eu bebi... que fera o gordão, cadê ele?
M: Logo com o gordão? love, cê é 1/8 desse cara, ele tem mil vezes mais resistência... aff, que cheiro de álcool que cê tem. Vou pedir outra coisa, bebe água, por favor.
Y: Eee... não enche o saco, love, haha... sim... siim ehhh... tipo, é um aniversário, né? — e gesticulei olhando em volta com os braços abertos.
M: Que que cê tá fazendo, idiota, quase derrubou a bebida naquela gata!! Deus, vem, vamos sentar senão.
Y: Não, não... não ehh, vai lá, se solta, love... bebe alguma coisa.

Pisquei o olho, o que pra mim era um gesto ultra sensual e erótico, tipo dando uma indireta, mas a cara dela foi só de preocupação e nojo.

M: Gordão, cê tá completamente doidão.
Y: Vaaaai... não qué tomar um... como é... um... aahh sei, um drink longo? hehe
M: Hã? cê não tá bem, olha como cê fala, nem sabe o que diz?
Y: Uhh... um drink... longo — e peguei na minha rola.
Maru me olhou, olhou pro meu gesto e revirou os olhos.
M: Se cê se comportar e parar de beber, em casa eu tomo o drink longo, vai.
Y: Eu... euu — cheguei perto do ouvido dela — e por que aqui não?..
M: É um aniversário, cê é idiota? e se alguém pegar a gente, quem vem pra uma festa pra fazer isso?

Y: Que se dane... ou o que... nunca fez isso, não?
Maru sorriu maliciosamente e se virou pra pedir uma bebida. barra. Aquela risa me deixou louco, pensei que com certeza ela tinha feito algo com algum cara, talvez com o Matias? MATIAS! é verdade, aquele cara estava na festa.. uff que tesão, mas que raiva também (claro, eu não sabia de nada). Olhei pra todos os lados, com gestos meio exagerados por causa da bebida, tentando ver onde aquele cara estava.

Não vou mentir, a pica ficou um pouco dura. Minha mina estava uma puta com aquele vestido lindo, eu tava com tesão por causa da bebida que tinha tomado e ainda por cima o tesão de saber que o mesmo cara que deu tanto leite pra minha mina estava na festa; tava me deixando maluco. De novo precisei saber mais, o vício nas histórias "reais ou inventadas" da Maru já tava me cobrando um preço e eu só pensava nisso.

Num surto de loucura, me virei e quis pegar minha mina pela mão pra levar ela pro banheiro e me chupar enquanto contava algo novo, mas quando me virei, vi que ela não estava. Procurei e vi que ela tinha ido com as vadias das amigas dançar. Ela fez um gesto com a mão me chamando pra entrar na roda dela, mas como um anjo da guarda, ouvi atrás de mim o gordo gritar:

G: EIIII CORNO MANSO!!! O CARA VAI VIR BEBER COM OS BRODER OU A SAIA JUSTA NÃO DEIXA? HAHAHAHA

Eu ri, o gordo é um personagem foda, então mandei um beijo pra Maru tipo "tchau, se diverte" e fui de novo com os caras. Depois disso, não lembro muito, tenho flashes de jogar truco, dançar com uma Maru não muito feliz, a amiga soprando as velinhas e por último entrando no carro de um dos broders pra voltar.

Enquanto eu descansava no banco do carona, a Maru conversava com nossos amigos.

M: Galera, valeu por tudo e desculpa terem que aturar meu namorado bêbado. Espero que não vomite na sua caminhonete, Juli.
J: Relaxa, Maru, de boa, todo mundo bebeu e a festa foi boa hahaha, deixa ele aí que vou abrir a janela pra ele respirar um pouco. Quem mais vem com — Nós? Gordo, cê vem com a Agus?
G: Siiim, to com ela lá também meio quebrada que nem o Herni kkkkk, a gente joga ela no meio pra Maru cuidar... no máximo ela vomita nela, porque se vomitar nessa camisa linda, eu corto ela.

Todo mundo riu e Maru deu um tapinha de brincadeira no braço do gordo pela piada.

J: Beleza, vamos nessa?
T: E aí, cabe mais um? Me salvariam demais porque meu amigo me deixou na mão.

Era o Matias que chegou na hora que a Maru ia entrar no carro.

J: Ahhh sim, acho que sim Tute, só que a gente tá apertado. Gordo, cê pode falar pra Agus ir no seu colo?
G: Amigo, cê viu minha barriga? Não cabe eu e a Agus. To a dois cachorros-quentes de viajar no porta-malas na próxima. Talvez seja um Stacker triplo a mais...
J: Uffa, ahh beleza, Maru cê... cê liga de ir no colo dele?
M: Hã? Senão vou na frente com o Herni, sento no colo dele.
J: O Herni ta acabado, a qualquer momento não sei se vomita ou o quê, e atrás disfarça mais se a gente trombar a polícia.
M: Hmm...
T: Relaxa, de boa, eu dou um jeito de voltar, não quero atrapalhar.
J: Desculpa amigo, é que esses dois tão bêbados.
T: Não, é de boa, valeu mesmo assim.
M: Para, tudo bem. É só um tempinho e quando o Gordo descer com a Agus vai ter mais espaço.
J: Certeza que não te incomoda?
T: Cê é foda, amiga!
M: Sim, sim...

Foram se ajeitando e o Matias chegou perto da Maru.

T: Marulândia... foi zuado o que cê fez hoje, hein.
M: Cala boca, idiota — falou baixinho —
T: Kkkkk, vai, vem pro colo.

Maru olhou pra ele e hesitou, ia falar algo, mas aí eu perguntei por ela e ela percebeu que tinha que subir. Não tinha outra, então esperou o Matias subir e se acomodou como deu no colo dele.

J: Beleza, vamos nessa, hein. Cê tá bem, Maru?
M: Tô, sim, pode ir.

A real é que a viagem era meio longa. Somos tudo da capital ou arredores e o aniversário era em "Plumas Verdes". Conforme a gente ia viajando, todo mundo foi dormindo... todo mundo, menos o Matias e a Maru.

Num Movimento que a Juli fez pra arrancar, a inércia fez a Maru deslizar pra trás, ficando em cima do Matias. Minha namorada não queria ficar assim, então fingiu que ia se levantar pra poder se mexer, e foi aí que o Matias aproveitou pra agarrar ela com uma mão na barriga e não deixar ela sair. Nesse movimento, o vestido da Maru levantou, ficando com a tiny ass bem encostada na virilha do Matias.

Maru se virou e olhou pra ele com raiva, olhou pra todo lado pra ver se ninguém tinha visto o que ele fez e falou bem baixinho.

M: Que que cê tá fazendo?? tira a mão
T: Epa epa Marulândia, cê vai aonde? fica aqui, que tá mais gostoso.
M: Sai, fala sério..
T: Nossa, que quentinho que ficou do nada, não me diga que.. -olhou pra baixo- uff, o vestidinho levantou.
M: Não passa do ponto, não seja idiota, todo mundo tá dormindo do lado e meu namorado tá aqui, sai.
T: Umas horas atrás todo mundo tava na festa, seu namorado inclusive, e você fez umas coisinhas pra mim..

Ao dizer isso, ele fez força de novo pra Maru não sair do lugar.

M: Mano, fala sério, cê tá passando dos limites.. olha que eu grito e dá merda porque a Juli te expulsa na porrada.
T: Grita e eu conto tudo sobre nossas conversas e o que rolou no banheiro.. tenho testemunhas haha
M: QUE?
T: Um casalzinho entrou depois que a gente saiu e nos viu, não são conhecidos, então acharam que a gente era casal.. a gente forma um casal bonito, né? bom, pelo menos sua boca e meu pau.
M: Cala a boca, cê não sabe o que tá falando. Esquece o que rolou no banheiro, foi o álcool, as conversas, para de palhaçada. Me solta, fala sério, que custa? -disse quase implorando-
T: Custa muito, além disso.. uff, essa tiny ass aqui me domina demais.

Com a mão que tava livre, ele começou a acariciar a bunda da minha namorada, devagarzinho levantando o vestido pelo lado que dava pra porta.

M: Ei não, para.. Matias, fala sério, cê tá de pau duro?
T: Claro, tá ficando todo duro por sua causa.. não gozei, então precisa gozar.
M: Cala a boca, pelo amor de Deus, não seja idiota. Esquece o que rolou, me desculpa por ter feito aquilo. feito, não teria..
T: Não devia ter me deixado assim, pelo menos devia ter tomado a mema.
M: Shhh.. não.. não Matias, não dá. Já te falei que acabou, que tô namorando
T: Mmmm sei não.. não parecia há algumas horas
M: Chega, para!

Maru tava puta, tinha nossos amigos por perto, eu dormindo na diagonal deles e o Matias não parava de tocar ela e se apoiar nela. Cada movimento que ela fazia, o cara puxava ela pra baixo, fazendo ela sentir mais a pica dura.

Ela também tinha ficado com tesão depois do boquete, mas não ia me trair, então de raiva, pensou em foder ainda mais a cabeça do Matias e depois mandar ele pastar. "Esse aí acha que pode fazer o que quiser comigo? nãooo, aqui quem manda sou eu, eu tenho o controle, igual no banheiro.. então você gosta da minha bundinha apoiada em você, ok?!"

Na sequência, Maru começou a se mexer em círculos, esfregando a raba no Matias.

T: Uff viu que queria?
M: O quê? eu não quero nada
T: Ah não? e por que tá se mexendo?
M: Não tô me mexendo nada
T: Minha pica sente o contrário?
M: Que pena.. então ela deve estar sentindo errado
T: Sente muito bem, bem quentinha também.. ficou com vontade?
M: Não Bosterinho, quem ficou com vontade foi você.. coitadinho com toda a porra na cabeça.. que foi, agora tá igual?
T: Ahh tá me tirando? quer que eu fale?
M: Se falar, tudo acaba pra você Bostero e nunca mais me vê, nem ninguém, porque o Gordo te enche de porrada.
T: Ameaças, ameaças.. mas essa raba continua se mexendo sozinha.
M: Ela gosta de acarinhar cachorro de rua que implora carinho porque não recebe..

Nessa hora, os carros na estrada começaram a frear de repente, então Juli reagiu e parou a tempo. Maru acompanhou o movimento do carro e bateu no banco do motorista, finalmente saindo do aperto do Matias. Aproveitou e ficou agarrada ali, quase sem se apoiar no "assento" dele.

Matias não ficou atrás, tentou passar a mão de novo na barriga dela. Maru, mas lá eu tirei o braço. Depois de alguns segundos, sentiu algo tocando a buceta dela por cima da calcinha fio-dental preta que tava usando. Virou o corpo, mas por causa do desconforto do carro e da posição, não conseguiu ver, então levou a mão pra trás, bem na hora que Juli ligou o carro de novo.

Minha namorada caiu, agora sim, de vez em cima do Matias... que dessa vez agarrou ela firme com as duas mãos na cintura.

T: Ufff...
M: Me solta, vai, que... — ela se calou — porra, você tirou a pica da calça?
T: Humm não... que pica? que calça?
M: Cê é louco, sai, vai, me solta.
T: Continua fazendo carinho no cachorro de rua, vai...
M: Cê é um idiota, sério. Sai, me solta e guarda isso!
T: Vai Marulandia, se mexe ou não tá gostando?

Matias baixou de uma vez e com força o corpo da minha namorada, fazendo ela sentir por inteiro a pica dura que ele tinha tirado uns momentos antes.

M: Ufff... não, para... seu corno, vai—
T: Que? Tá sentindo algo estranho? Ficou tonta? haha

O ódio da Maru já era enorme, mas além disso... ela tava ficando com tesão. Já tinha ficado excitada o dia todo por minha causa, na festa por ter chupado a pica do Matias e ter ido embora, e agora porque tinha aquela mesma pica encostada na buceta e na raba dela.

Ela voltou a falar consigo mesma: "esse filho da puta acha que pode fazer o que quiser com a gente, que raiva... mas..."

Maru ficou pensando mais um momento e voltou com o ataque anterior; embora dessa vez, diretamente em cima da pica nua do Matias.

T: Isso aí Marulandia, isso aí... bate uma punheta assim com essa buceta... ufff como eu gosto
M: Mmmff... cala a boca, cachorro não fala, cê é um punheteiro, igual todos os homens.
T: E em casa? ou não tá curtindo isso?
M: Shhh caladinho o cachorro, aqui quem manda sou eu... então mmm... shhh

Maru se mexia devagarzinho de trás pra frente, em círculos, disfarçadamente enquanto Juli dirigia e todo mundo dormia. Matias relaxou e com as mãos ainda na cintura da minha namorada, acompanhava os movimentos e controlava a intensidade, diminuindo. forte. 
Matias se ergueu sobre as costas de Maru, que continuava se movendo em cima do pau dele.

T: Marulândia, o que foi? — falou bem perto do ouvido dela —
M: Mmmm... — gemeu baixinho —

Ela não esperava ouvir ele tão perto, nunca percebeu o movimento que ele fez e agora ele estava colado na orelha dela. Ao se curvar sobre si mesmo, o pau de Matias ficou mais ereto, fazendo Maru sentir ainda mais o comprimento e a grossura, roçando na buceta já molhada dela.

T: Olha como a menina fiel se mexe, a senhora casada... ufff
M: Shhh... ahhh... cala a boca, sou fiel, sou fiel ao meu... ao meu namorado..
T: Qual? Aquele sentado ali?

Maru levantou o olhar e me viu, completamente dormindo, bêbado e babando na porta do carro. O barulho do motor e do ar-condicionado que Juli ligou pra me dar vento, camuflavam a conversa entre os dois.

M: Sim, esse... é o único pra mim, o único que me come... você... ufff... você não...
T: Você morre de vontade de sentir meu pau dentro, não é?
M: ..

Maru mordeu o lábio, não queria admitir, mas já estava toda molhada. A bundinha da minha namorada se movendo em cima do pau de Matias e os fluidos dos dois estavam fazendo um bom trabalho de lubrificação, e o atrito era gostoso e suave.

Matias apertou forte a cintura de Maru, o que a deixou ainda mais excitada e a moveu um pouco, o suficiente pra raba dela levantar e o pau dele ficar mais vertical que antes. Ao parar de fazer força e minha namorada descer devagarzinho, ela se deparou com a cabeça do pau de Matias na entrada da buceta dela, fazendo força pra querer entrar.

M: Não, não, não... não Mati, não... isso não... deixa como antes.
T: O que foi? Não fiz nada...
M: Mati, vai, por favor, deixa eu me esfregar. Eu te faço gozar assim, vai — pediu implorando —

Mesmo dizendo isso, ela continuava se movendo. A calcinha fio-dental da minha namorada estava encharcada, uma mistura do fluido dela com o líquido pré-seminal de Matias. O movimento ritmado não ajudava e amassava o tecido que, aos poucos, foi cedendo. Gozando. Maru sentiu a cabeça da pica do Matias na entrada dela e ficou paralisada.

M: Não, Mati... não...
T: Tá tudo bem, Marulândia, não tem problema.
M: Obrigada, por favor goza como antes.
T: Ok, ok...

Matias sorriu, levantou ela de novo e, segurando firme na cintura dela, a abaixou. O tecido da calcinha não aguentou o movimento, estava encharcada, viscosa e como se tivesse vida própria, escorregou... deixando entrar completamente, a pica do Matias dentro da minha namorada.

T: Ahhhhggg...
M: Mmmmmmm... não... o que você tá fazendo, não... ahhhhg, me solta, eu falei que não.
T: Shhh, assim, já foi... que linda, Maru... ufff... como eu sentia falta de te ter assim pra mim.
M: Não, vai, por favor... – disse ela se mordendo.
T: Pronto, aproveita ela, Maru... toda sua.

Os dois ficaram parados, mas Matias decidiu se inclinar pra trás e levantar um pouco o quadril. Isso fez a pica entrar mais na minha namorada, que sentiu aqueles centímetros extras da pica enchendo ela com o movimento.

Eles não se mexeram nem um pouco, mas ela conseguia sentir a pica do Matias pulsando dentro dela. Maru sentia todo o comprimento e a grossura daquela pica, preenchendo ela, como há muito tempo não era preenchida, e a cabeça dela ficou em branco. Era estímulo demais, adrenalina demais e prazer demais pra ela conseguir pensar racionalmente. Assim como estava, com as duas mãos apoiadas no encosto do banco do motorista, ela enfiou a cabeça entre os braços e abaixou, ao mesmo tempo que jogou a raba pra trás; enfiando um pouquinho, só um pouquinho mais a pica do novo amante.

M: Ufffff.... – suspirou.

Matias se deixava levar e sorria. Na frente, ele tinha a minha namorada numa visão impressionante da raba dela aparecendo por baixo do vestido, a calcinha de lado e a pica dele dentro. Fechou os olhos e se dedicou a aproveitar o momento, não queria forçar nada, mesmo morrendo de vontade de se mexer e comer minha namorada de forma violenta com todo mundo ao redor.

O movimento do carro ajudava Maru a sentir ainda mais a grossura do Matias, e ela não conseguia... Respirar bem. Precisava dar tragadas maiores de ar, mas se fizesse isso era impossível não gemer. Tapou a boca com uma mão e inspirou pelo nariz, enchendo os pulmões de ar para depois soltar pela boca. Ao fazer isso, era inevitável que a Maru se levantasse um pouco ao inspirar e descesse ao expirar.

O Matias colocou as duas mãos nas laterais da bunda da minha namorada e, com cuidado, usou os dedos para levantar um pouquinho mais o vestido e, assim, ter mais acesso à paisagem; enquanto colocava cada polegar debaixo de cada nádega para ajudar levemente no movimento que a Maru fazia para cima e para baixo.

Ficaram assim por um bom tempo. Minha namorada se sentia completa, precisava ter uma pica dentro há um tempo e eu não pude dar pra ela naquele dia, então agora ela se sentia cheia.. cheia de pica.

Ela se surpreendeu de novo, como da primeira vez, quando sentiu o Matias sussurrar no ouvido dela.

M: Onde foi parar a mulher casada e fiel?
Maru: Ahhhhg.. você é um filho da puta.. —conseguiu dizer—
M: Adora ser comida por um filho da puta?
Maru: Mmmmf.. sim.. não, nãooo.. não me uff.. gustaahhg..
M: Marulândia.. sabe de uma coisa?
Maru: O quê?.. —respirava devagar— o que foi?, tira ela de mim
M: Como você é gostosa com minha pica dentro... ufff.. adoro essa carinha que você faz, é a mesma que você fazia o tempo todo em casa, lembra?
Maru: Mmmhmm.. sim.. mas.. ahhgg.. Mati, tem todo mundo ao redor, tira ela de mim..
M: Mais um pouquinho.. só um pouco e já..
Maru: E já o quê?
M: E já vou.. ahhhgg..
Maru: NÃO, ISSO NÃO!! —gritou baixinho—
M: Mmmm.. sim, isso sim.. hoje você vai com meu gozo dentro. Se não for na sua barriga, é na sua buceta
Maru: Nãooo, nãoo..
M: Vai Marulândia.. ufff.. se você tá adorando.
Maru: Não, mentira!

Sim, ela estava adorando, primeira mentira..

M: Você tava morrendo de vontade disso.. ahhgg..
Maru: Não, você se aproveitou, eu não quis.

Sim, ela quis, segunda mentira...

M: E não se faça, que com certeza sente falta do meu gozo
Maru: Mmmmfff.. nãooo.. —disse num longo suspiro—

Terceira mentira... Ao dar aquele último suspiro, Maru virou a cabeça, ao mesmo tempo em que Matias sentiu que a buceta da minha namorada apertava demais e ela ficava dura. Ele estava no paraíso e prestes a gozar dentro da minha mina. Ele se aproximou de novo do ouvido dela:

T: E aí? Prefere na barriga ou dentro?
M: Você é um merda... ahhhgg... sabe que eu prefiro!
T: Sim... mas aqui não dá porque não tem lugar, senão eu sei que você ia querer na boca
M: Você não pode estar... ahhhgg... fazendo isso comigo... mmmmfff
T: Tem que se apressar, porque a gente tá quase chegando... uffff... vai, mexe você, me faz gozar.
M: Nãoo... nãooo... tira melhor, vai. Outro dia eu te chupo e você me dá a mesma... ahhhg

Maru queria se livrar de qualquer jeito, mas Matias não queria saber.

T: Não, Maru... ahhhh... vai... só mais um pouco, faltam poucas quadras, me faz gozar... por favor
M: Nãooo, já te... mmmmf... falei que não ooohhhh...

Ela dizia isso, mas a cintura dela dizia o contrário, porque ela começou a se mover mais fundo e a girar o quadril em círculos pra fazer Matias gozar. Não passaram nem 5 segundos, quando minha namorada sentiu as mãos na cintura dela, apertando forte, e de repente a pica do Matias inchava por dentro, sinal claro de um orgasmo iminente.

T: Tá saindo, tá saindo... Maru, vai... já vem... continua assim, me esporra tudo... ahhhhhggg
M: Vai, me dá tudo, vai... tudo dentro, Mati — ela se ouviu dizer —
T: Lá vai... aaahhhhggggg

O que pareciam jatos e jatos de porra saíram disparados da pica do Matias e se chocaram uma e outra vez no colo do útero da minha namorada; que sentia o calor de cada disparo, enchendo ela por completo. Maru também gozou, em silêncio e com uma mão na boca pra que o agora esporrado amante não percebesse.

T: Uffff... nossa, quanta porra acumulada que eu tinha haha — quebrou o silêncio —
M: Mmff... você é um lixo, Matias. Falei pra você não fazer!
T: Qual é? Tá se arrependendo? — disse mexendo a pica dentro da minha namorada —
M: Ahhgg...

Um gemido escapou e Juli Eu tô ouvindo.
J: O que foi, Maru? Tá bem? Tô chegando na sua casa, trouxe eles primeiro porque o Herni tá atrasado.
M: S-sim... sim sim... tô bem, obrigada, Juli! Você é demais.
J: Agora eu ajudo a acordar ele, enquanto estaciono.
M: Beleza, é... obrigada.

Enquanto eles conversavam, o Mati se fez de sonso e fingiu que tava dormindo. Ninguém desconfiava que o pau dele tava dentro da minha namorada e que ele tinha acabado de encher ela de porra.

Chegamos no destino e a Juli estacionou. Tentou me acordar me sacudindo, mas não conseguiu e resolveu descer do carro pra dar a volta e abrir a porta pra mim. Ao sair do carro, a Maru se virou, ainda empalada, e olhou com pânico pro Matias, que se fazia de besta e de dormido.

A Juli abriu minha porta e conseguiu me acordar.
J: E aí, otário, levanta que já chegamos na casa da sua namorada. Desce, olha como você babou minha porta, punheteiro, vou te matar.
Y: É... uhhh... foi bom o sonho, éhhh haha – falei meio grogue.

Meu amigo olhou pra trás e viu a Maru meio nervosa, como se não soubesse o que fazer, e atribuiu isso ao desconforto da situação e ao fato de o Matias estar "dormindo" debaixo dela. Claro, ele não via o que tava rolando de verdade porque o carro tava escuro e lá fora ainda era noite; então se ofereceu pra dar uma mão pra minha namorada também.

J: Maru, fica aí que já vou e te abro!
M: N-não, não não!! Deixa que eu abro, sem problemas!
J: Não seja besta, te ajudo, talvez com o peso da bunda o Mati não acorde.
M: Fica tranquila, ajuda o Herni a entrar, por favor.
J: Ah sim, beleza, agora que tô vendo ele direito, ele tá cambaleando. Deve estar meio bêbado, mas pelo visto não vai vomitar.
M: Sim, desculpa, Juli, e obrigada!!

A Juli me pegou e me deu um cascudo pra me encher de porrada. Ela se colocou debaixo do meu braço e me ajudou a andar até a porta da casa da Maru, enquanto eu cantava.

M: Ei, idiota!! E agora, o que eu faço??
T: Como assim o que faz, desce...
M: Seu burro, me encheu de porra, vai cair tudo!
T: Então aperta bem as pernas... hahahaha Com todo o ódio do mundo, Maru abriu a porta e foi girando, MUITO desconfortavelmente sobre si mesma, até ficar de frente pra casa. Ela deu um último olhar de raiva pro Matias e foi se levantando do lugar, sentindo ainda todo o percurso do comprimento da piroca dela.

Ainda continuava quente pós orgasmo, então aquela piroca deslizando pra fora do interior dela provocou arrepios e a fez cambalear um pouco. Como conseguiu, se levantou e apertou as pernas, embora parte da porra que tinha dentro (que era muita) saísse manchando um pouco o banco e a calçada. Maru fechou a porta e começou a andar devagar, derrotada, cansada e muito cheia, apertando um pouco as pernas e disfarçando o melhor que podia.

Ao chegar em casa, se despediu da Juli, que na hora arrancou com o resto pra continuar a viagem, e entramos. Claro que eu fui direto pro quarto e Maru pro banheiro. Não estranhei, porque pensei que ela tava indo mijar e que tinha entrado pra escovar os dentes pra dormir.

Enquanto ela fazia as coisas dela, eu fui acordando aos poucos e fui percebendo tudo que tinha feito e acontecido. Pensei que Maru ia voltar do banheiro toda puta da vida e ia me xingar em todos os idiomas que conhece, porque eu fiquei muito bêbado na festa de aniversário da amiga dela e com certeza fiz ela passar vergonha. Esse pensamento foi interrompido pela minha piroca, que começou a acordar quando vi o conjuntinho que ela tinha usado comigo naquele dia.

"Uffa, como foi boa aquela conversa, que boquete foda", pensei. Lembrei do que falei pra ela na festa quando fomos no balcão e, na minha mente ainda meio bêbada, passou a ideia de que podia pedir pra Maru me chupar e fazer ela brincar um pouquinho do jeito que eu gostava. Não tava sacando a situação e tinha apagado completamente da cabeça a possibilidade de levar uma bronca da minha mina.

Ouvi Maru saindo do banheiro, então comecei a me despir e me joguei na cama, ficando só de cueca. Quando entrou, minha mina fez isso em... bata, o que me surpreendeu bastante.

Y: love, o que você tá fazendo de roupão?
M: Ah, você tá acordado? Pensei que tinha desmaiado de novo.
Y: Ehh.. não, haha desculpa, já tô um pouco melhor.
M: É.. tô vendo - disse sorrindo -
Y: Você tomou banho?
M: Ehh sim sim, mas só assim por cima, porque tava suada e grudenta e não queria dormir assim.
Y: Ahh, claro.. porque você passou a noite dançando, né?
M: Sim e você bebendo
Y: Você também bebeu!
M: Eu não bebi quase nada, gordão.
Y: Ah, não?
M: Quê? Não acredita em mim?
Y: Acredito, mas sei lá, se você não bebeu nada.. pensei que talvez tivesse com sede agora
M: Ehh? Sede??
Y: Claro.. talvez você tivesse afim de tomar algo agora antes de dormir - falei no duplo sentido -

Maru me olhou e viu que eu tava de boxer com o pau meio duro.

M: Ahhh.. agora entendi
Y: O que cê acha? Tá com sede?

Minha namorada ficou me encarando por uns segundos, fechou os olhos e se aproximou da cama.

M: Mmm sei lá.. não muita
Y: Ah.. ok.. emm.. bom, se quiser a gente pode dormir - falei derrotado -
M: Mas um pouco de sede eu tenho.. porque você tomou todo o álcool e não deixou nada pra mim, então tive que procurar em todo canto algo pra beber.
Y: Ahh hahaha.. claro sim.. desculpa
M: E então, viu que quando eu fico com sede, fico com muuita sede - disse me acariciando -
Y: Ehhh.. m-mas.. do que cê tá falando?
M: Não tinha álcool em lugar nenhum, love - disse se fazendo de bêbada -

Aí caiu a ficha de que ela tinha embarcado no meu duplo sentido e tava me seguindo a onda com minhas brincadeiras. "Sério, que mulher que eu arrumei", pensei.

Y: E aí, o que aconteceu? Tinha me chamado, que eu acalmava essa sua sede - disse me tocando -
M: É, mas você tava com seus amigos.. e eu sozinha na pista com sede
Y: Uhh e o que você fez, love?
M: Mmm bom, tive que sair por aí perguntando se alguém tinha algo pra beber, mas todo mundo queria me dar álcool.. e eu não queria álcool.. - disse fazendo biquinho -

Enquanto falava, tirou o roupão e foi se enfiando entre minhas pernas na cama, e logo em seguida tirou minha boxers. Com malícia e total erotismo, pego na minha pica, olho pra ela e começo a bater uma.
E: O que você queria, amor?
Maru olhou pra minha pica.
M: O que eu queria, cê diz?
E: Isso, amor
M: Eu queria minha porra gostosa. — e enfiou minha pica na boca —Minha namorada Maru e o gozo (8)Y: Ufff... ahhhhh.. ah, sim?
M: Mmhmmm.. você sabe como eu fico quando quero meu gozo.
Y: Como você fica, amor? ufff
M: Ah, muito chata e ansiosa.
Y: Uyy não... coitada da minha gordinha.
M: Mmm.. shi.. coitadinha de mim.. mmmmfff.. não sabia o que fazer.. ahhhggg..
Y: E.. -aqui hesitei-

Fiquei pensando um segundo se jogava a isca pra ver se ela mordia ou não.

Y: E ninguém se ofereceu pra te dar?
M: ... -me olhava com a pica na boca-
Y: Digo, talvez se.. ufff.. perguntasse alguém te.. ahhhgg.. ajudava, né?
M: É verdade, também pensei nisso, amor. -disse antes de voltar a me chupar-
Y: E o que você fez?

Maru me olhou ainda com a pica na boca e sorriu. Deu umas chupadas bem fortes, enquanto me batia uma punheta e tirou a pica da boca pra falar.sexoM: Pedi ajuda e ninguém se oferecia porque falavam que você tava aí. Mas é, deu vontade de ir no banheiro, então fui toda triste.
Y: Ufff, não, love
M: Chi, mas por sorte quando entrei, tinha alguém fazendo xixi, e quando vi a cock dele, deu água na boca.
Y: Ahhhhggg... ah é? Q-quem era? — perguntei —

Queria que ela dissesse que foi o Matias, não sei por quê... mas queria que dissesse que foi ele. Lembrei do tesão da festa ao ver ele e morria de vontade de falar o nome dele e ela pegar o embalo, mas pra minha sorte, ela mesma falou.

M: Era o Mati, love, o que foi na festa!
Y: QUE?.. digo, ahh... f-foi ele?
M: Sim, love, então fechei a porta e encarei ele.
Y: O que você disse, gorda?
M: Falei que tava com sede, que queria tomar algo gostoso
Y: Aham... e ele disse o quê?
M: Nada, ele pegou, sacudiu a cock porque tava mijando e se virou desafiador, com cara de mau, e falou: "vem, Maru, ajoelha e começa a chupar se tá com sede"
Y: Uuufffff

Naaah, me acabava. Não acreditava na história que ela tava me contando. Óbvio que não tava tããão longe do que realmente aconteceu, mas eu não sabia nada naquele momento e minha cock queria explodir.
Maru viu minha cara de tesão extremo e com a mão dela ia me punhetando enquanto falava e contava tudo.

M: Sim, então como tava com muita sede, love, me abaixei e comecei a chupar a cock dele.
Y: Era como você lembrava, love?
M: Não
Y: Ah não? Como era?
M: Era maior do que eu lembrava...
Y: Ahh... é?? Mais... mais grande?
M: Sim
Y: Q-que tão grande era?

Aí ela fez algo que eu não esperava.

M: Mmmm... deixa ver

Maru enfiou a cock na boca e desceu até o fundo, fazendo garganta profunda. Foi tirando aos poucos, me olhou e enquanto com uma mão segurava minha cock, com a outra pegou um dedo e colocou um pouco acima da cabeça

M: Por aqui, love.
Y: Uff, por que você fez isso?
M: O quê, gordo?
Y: Enfiar assim... ufff... amei
M: Ah, pra comparar o tamanho, love, porque a tua cabeça entra toda, a dele não, então compara o comprimento. —disse enquanto me batia uma—
Não esperava isso nem fudendo, o que me deixou super excitado e senti que ia gozar ali mesmo. Ela claramente percebeu, porque sentiu meu pau pulsar e soltou. Deu umas lambidas na cabeça e continuou com a "anedota"
M: Mas ele fez uma coisa que não curti.
Y: Ahhhg.. o que ele te fez, amor?
M: Eu queria meu gozo e num momento ele falou: "levanta e senta no vaso" —disse imitando uma voz de homem—
Y: E aí.. ufff...
M: Quando levantei, ele me empurrou contra o banheiro e acredita que levantou meu vestido e meteu o pau!!
Y: QUÊ??

Tava a pique de gozar, já não aguentava mais, a mão da Maru acariciando meu pau e brincando com a cabeça, junto com essa putaria que viciei tanto, iam fazer eu jorrar litros.
M: Sim gordão, ele começou a me comer ali, mas eu não queria isso, eu queria meu gozo.
Y: Mas como foi? do nada ele te comeu e você não falou nada?

Maru pegou e começou a atuar como se tivesse naquele momento. Começou a se mexer pra frente e pra trás, simulando que tava sendo comida e com a mão livre batia na própria coxa pra fingir que era o choque dos corpos no sexo. Me olhou, sorriu de novo e atuou:
M: Ahhhh ahh ahh.. nãao.. ahhh Mati.. ahhh.. ayyy não.. Mati meu namorado.. ahh ahh não não.. ufff.. só ahhh ahh.. quero meu gozo Mati.. ahhhh... "Quer seu gozo? toma seu gozo" —disse de novo mudando a voz—
Y: O que aconteceuuu??
M: Auuu.. nãooo... Mati, dentro nãooo... ahhhhgggg.. mmmmmm.. quanto gozo, por favor você tá me queimando por dentro.. que gostoso, mas eu queria tomar tudoo.. ufaaaa

Não aguentei isso, meu pau tava prestes a explodir, então falei.
Y: Aaahhhgggg vou gozar amor, vou gozar.. gozo caralho gozo...
M: Dá logo gordão, vai.. me dá esse gozo que tô com sede e hoje enfiaram tudo na minha buceta.. me dá..
.
Ela abriu a boca e começou a me bater uma, apontando pra si. O gozo saiu quase como uma mangueira e entro na boca dela. Era bastante, então ao perceber que podia jorrar tudo, enfiou o pau de novo na boca dela..boqueteY: uuuuffff... aaaahhhhgggg siiiim...
M: Mmmmmfff... mmmmm
Y: Continua amor continua continuuaaa... assimmm

Fiquei uns 2 minutos no relógio me contorcendo e derretendo dentro da boca da minha namorada, até que finalmente me acalmei. Maru tirou a pica da boca, engoliu tudo que tinha e me mostrou a língua limpa.namoradaM: Mmmm quanta porra você me deu hoje.. quase parece a do Mati kkkk
Y: Uffa meu deus.. você me mata gorda.. como você é boa atuando hein
M: Atuando como?
Y: Sim, com esse roleplay e atuação, até imita voz de homem pra disfarçar kkk

Maru me olhou enquanto eu ainda me masturbava devagar, levantou uma sobrancelha e sorriu.

M: Quem disse que foi atuação, amor?
Y: O QUÊ?
M: Shhh, meus pais tão dormindo!!
Y: Como assim não foi atuação?
M: Você ficou bêbado e me deixou sozinha com o Matias
Y: O-que..? pp.. mas.. -gaguejei-
M: Você apagou no carro e eu tive que sentar em cima dele pra viajar até aqui.. fiquei uma hora de viagem, com o pau dele bem enfiado dentro...

Senti tudo girar, talvez fosse o álcool, o orgasmo intenso que acabei de ter.. sei lá. Tive que sair correndo pro banheiro porque vomitei lá no quarto dele. Depois de 20 minutos, voltei.. Maru já estava na cama deitada, com a luz do abajur acesa e ainda nua. Olhei pra ela, com olhos lacrimejando, tremendo.

Y: amor, você comeu o Matias no carro? comigo na frente?
M: Quer que eu te fale a verdade?
Y: SIM!

Ela me olhou hesitante..

M: Não, amor, mas eu sei que você adora esses jogos e ainda mais quando finjo que sou sonsa se eu realmente te traí ou não..

Quarta mentira....

13 comentários - Minha namorada Maru e o gozo (8)

Que bien que contas los relatos bro
Gracias papa! Me alegro que te gusten
impresionante loco!! que buen relato!! es tal cual somos los flacos y , lamentablemente, es tal cual son las minas.Pueden hacer lo que quieran y sino nos quieren decir, saben ocultarlo
Gracias amigo. Si, es asi nosotros bien pajeros y ellas con el control de hacer lo que quieran. Unas genias, por eso las amamos asi jajaja.. me alegro que te haya gustado el relato
Esta muy bueno como escribis, pero decime que en algún momento el prota se venga de maru
Gracias por la buena onda! No lo se aun, habra que esperar como se desarrolla la historia, pero viene bien creo.
Me encantoooo!!! Muy buenooo!!!! También sigue cuando puedas con la de ani y el pendejo..👏👏👏... sos de lo mejor en esta página, y siempre estoy esperando tus relatos.
Gracias Nemo, viejo querido! Si, voy a meterle lo mas que pueda, espero que la pagina levante un poco, porque esta que se cae a pedazos
Tremendo relato rey, mantenes el suspenso de la narración en la justa medida para que no sea denso y para hacerlo más excitante. No vas directo al grano ni tardas 8 años. Sublime. Espero el próximo capítulo de Maru con ansias chabon. Abrazo grande.
Gracias por la buena onda vieja! Que bueno que te cope la narracion, la verdad que intento que no sea aburrida y no llenar de gifs o cosas por si a la gente le aburre. Es un laburo de negros, pero me copa hacerlo para que ustedes lo puedan leer
CjC12 +1
Tremendo relato! Un crack total.
jajajajaja gracias, me alegro mucho que te haya gustado el relato!
DudyD +3
De lo mejor de esta página tus relatos , no nos abandones con Ani !!
Ey, no se si para tanto!! pero me alegro que les guste entonces, gracias por la buena onda
Excelentes!!!!
Gracias Mamba!! espero seguir haciendo contenido que guste
Muy buena la historia y como lo relatas, queremos mas!
Espero no aburra tanto diálogo, estoy probando meter menos gifs o fotos por si aburre. ustedes me dirán.. gracias por la buena onda
los dialogos lo hacen mas excitante!!
"No me interesa ser el top post" procede a hacer un super relato
JAJAJAJAJAJA no se si super relato, pero reee agradezco 💪🏻
Te sigo desde hace tiempo y son un morbo increíble estos relatos. En especial me gustan de cuernos pero estos son otro nivel.
Además las imágenes complementan rico. Muy bien desarrollados los personajes.
Me he leído salteados los relatos. Increíbles !