Olá, tudo bem? Mando um beijo pra todo mundo que tá lendo, essa página é muito boa. Meu nome é Sandy e sou uma menina muito, muito cachorra e muito puta kkkkkkk. Essa é minha primeira história e vou contar uma coisa bem gostosa que aconteceu comigo há algumas semanas, na companhia da minha mãe. Isso que vou contar rolou num fim de semana à tarde. Naquele dia, cheguei da escola e, ao entrar em casa, minha mãe estava no quarto dela. Cumprimentei ela e saí do quarto, fui pro meu pra deixar minhas coisas da escola e descer pra cozinha pra pegar algo pra comer. Ao passar pelo quarto da minha mãe, ela estava falando no telefone (vou contar que, quando ela tá em casa, costuma usar o telefone fixo). Naquele momento, não sabia com quem ela tava falando. Peguei uma garrafa de água e sentei na sala. Não sei por que motivo, peguei a extensão do telefone que temos lá e ouvi a voz de um homem que dizia pra minha mãe: "Então, sua puta, quando a gente vai trepar de novo?" Minha mãe respondeu: "Quando você quiser, você sabe, é só me falar e eu tô toda puta, ops, desculpa, toda piranha." E os dois riram. Ouvi de novo a voz do homem dizendo: "Sim, eu sei que você é bem piranha e por isso gosto de trepar com você. Por que você não tem limites e eu posso te comer até pelo cu, sua puta. Além disso, gosto muito de como você chupa minha pica e mais ainda gosto que até engole a porra toda. Você é uma putona muito gulosa." Minha mãe disse: "Sim, sim, eu sou e adoro ser. Além disso, você sabe que adoro sua pica e como você me come. Também gosto muito que você me chame e me trate como sua puta. Você bem sabe que isso me excita pra caralho." Ao ouvir tudo isso, não consegui evitar começar a ficar com tesão e, cheia de curiosidade, continuei grudada no telefone ouvindo essa conversa gostosa e quente que minha mãe tava tendo com aquele homem. Então minha mãe disse: "Bom, você podia vir hoje à noite, se quiser." "Nossa, seria muito bom", disse o homem. "Você não sabe a vontade que tô de sentir essa boquinha de chupadora que você tem na minha pica, enquanto você tá me chupando. Acariciar essas tetas gostosas, raba e buceta que você tem, sua puta, mas hoje não posso porque mais tarde meu filho chega de Aguascalientes pra passar o fim de semana comigo, a menos que eu leve ele e enquanto eu meto o pau em você, ele se divirta com sua filha e também meta o pau nela, porque deixa eu te dizer que ela é bem gostosa igual você e não duvido que também seja tão puta quanto você, hein. Ao ouvir isso de mim, fiquei ainda mais tesuda do que já estava e não consegui evitar de me tocar na bucetinha por cima da minha calcinha fio dental, que já começava a molhar. Minha mãe disse: "Você é um filho da puta, não pense que não percebi como você olha pra ela quando vem, como da última vez que não perdia detalhe dos peitos, pernas e raba dela." "Pois quem manda ela ser bem gostosa, gostosona e se vestir bem puta, e você não vai negar que ela também tem uma carinha de puta linda igual você, e como dizem por aí, tal puta, tal puta." E ouviu-se a risada dela. Minha mãe disse: "Pois é, não posso negar, e você não é o primeiro nem o único que me disse isso." Nessa hora, meu tesão já estava no máximo e meus dedinhos continuavam acariciando minha bucetinha ainda por cima da minha calcinha fio dental super molhada. Ouvi de novo a voz do homem dizendo: "Então vamos, não pensa muito, eu levo meu filho que com certeza vai gostar de comer a puta da sua filha." "Não, como assim, nem vou dizer pra minha filha: filha, se arruma porque vão vir comer a gente, meu amigo e o filho dele." "Pois não teria nada de errado em você falar isso pra ela." "Ah não, como assim, e você, como diria pro seu filho?" "Bem, do jeito que as coisas são: filho, quer ir comigo na casa de uma amiga que é bem puta e quero comer ela, e ela tem uma filha que é uma gostosa e acho que é tão puta quanto a mãe, e talvez você coma ela igual eu como a mãe." "Não fala sério, você diria isso mesmo?" disse minha mãe. "Claro, tenho muita confiança com ele e sempre falei as coisas como são, e assim quando chegarmos na sua casa, ele vai saber se convence sua filha a dar a rabinha dela. Você me dá pra mim, vadia. Talvez ela dê mesmo, e meu filho acabe dando uma fodida nela, igual à que eu vou te dar. E aí, a gente acaba dormindo aqui com vocês, o que acha, vadia? Eu tava queimando por dentro de tão tesuda que tava, e claro que queria que minha mãe dissesse que sim, que eles podiam vir aqui em casa pra dar uma fodida gostosa na gente duas juntas. O amigo dela falou de novo: "Então, o que me diz, vadia? Sim ou sim?" Teve um momento de silêncio antes da minha mãe responder, e depois eu ouvi ela dizer: "Ok, venham e a gente vê no que dá. Mas não vou falar nada pra Sandy. Seu filho vai ter que se virar sozinho e convencer ela." "Ok, vadia. A gente se vê de noite na sua casa." Desligaram, e eu tava super tarada e ansiosa pra chegar a hora deles chegarem pra gente ser comida bem gostoso. Enquanto a hora não chegava, minha mãe tomou banho e se arrumou bem vadia. Vestiu um vestido super curto que mal cobria a bunda dela, um sutiã meia-taça, fio dental e chinelo. Dava pra ver a vontade que ela tava de ser comida. Como eu supostamente não sabia nada do plano que ela e o amigo tinham, tomei banho e coloquei uma blusa de alcinha, sem sutiã, uma saia jeans curta, fio dental e um salto pequeno. Fiquei no meu quarto. Ouvi alguém chegar, espiei pela janela e vi que era o amigo da minha mãe com o filho dele. Tava muito nervosa, mas ao mesmo tempo super tarada e com uma vontade enorme de ser comida. Minha mãe levou eles pra sala e sentaram pra conversar. Pouco depois, desci como se não soubesse que tinha alguém em casa. Quando vi eles, cumprimentei o amigo dela, que eu já conhecia, com um beijo na bochecha. Ele disse: "Como você tá gostosa!" Agradeci, e ele me apresentou o filho dele, que também cumprimentei com um beijo na bochecha. Sentei do lado da minha mãe. Eles estavam sentados na nossa frente, a gente conversava sobre tudo um pouco, e notei como os dois não tiravam os olhos da gente. Os olhares iam dos nossos peitos pras pernas. Pelo canto do olho, via como minha mãe Ela abriu as pernas como quem não quer nada, deixando ver a calcinha fio dental, e eu fiz o mesmo. O amigo da minha mãe perguntou se ela não tinha uma cerveja, minha mãe respondeu que não, não tinha, e ele disse ok, sem problema, vou ali pegar uma, e perguntou se nós queríamos uma. As duas respondemos que não, e ele perguntou ao filho: "Você quer uma?" Ele respondeu: "Não, pai, obrigado, mas eu vou na loja pegar a sua." Ele perguntou: "Desculpa, onde tem uma loja?" Eu disse: "Vamos, te acompanho." Fomos na loja e íamos conversando, ele me perguntou: "Quantos anos você tem?" "17", eu disse, e ele perguntou de novo: "E tem namorado?" "Sim, tenho." Então ele disse: "Ah, que bom que não sou ciumento", e nós dois rimos. Eu estava muito, muito tarada por causa da conversa entre minha mãe e o pai dele, e com vontade de que ele já começasse a me apalpar toda. Ao entrar em casa, vimos nossos pais se beijando e se acariciando, nem ligaram pra nossa presença e continuaram no que estavam fazendo. Então fomos direto pra sala de jantar e deixamos o que tínhamos comprado em cima da mesa. Ele abriu uma cerveja e levou pro pai dele. Eles já estavam só conversando quando meu celular tocou, era uma amiga minha. Eu disse: "Com licença, já volto." Fui pra cozinha e falei pra minha amiga me desculpar, mas não podia falar com ela naquele momento. Minha mãe disse que ia no banheiro. Eu estava voltando pra sala quando ouvi o amigo da minha mãe perguntar ao filho: "O que você acha da minha amiga Adriana?" "Pai, dá pra ver que ela é bem puta e que adora uma pica. Olha só como ela tá vestida, igual uma puta." "Você tem razão, filho, ela sempre se veste assim, e nem se fala o quanto ela adora uma pica. Você não sabe como ela mama bem, a puta. E o que acha da filha dela?" "Muito boa, dá pra ver que também é uma puta igual a mãe, e tá vestida igual, bem puta. E viu como os peitinhos dela tão gostosos, porque ela não tá de sutiã?" "Sim, já vi, e tão muito gostosos, e dá pra ver que ela tá tarada pelo jeito que eles estão." "E você acha que ela dá a bunda?" "Sim, pai, parece que sim. que tá gostosa a putinha, pois não sei teu filho não, mas eu já tô com a pica no ponto e vou continuar apalpando minha amiga pra deixar ela pronta e comer ela. Ok papai, eu agora quando sua filha voltar também vou começar a dar uns roções nela e ver no que dá, se já tava super quente com isso que ouvi, me esquentei ainda mais e não via a hora do garoto começar a me apalpar. Minha mãe voltou e sentou de novo do lado do amigo dela, ele colocou as mãos nas pernas dela e começou a acariciar, de repente vi que começaram a se beijar, esquecendo tudo de novo, as mãos dele já estavam por todo o corpo da minha mãe e as dela na pica dele que ainda tava dentro da calça. O filho dela viu e pegou na própria pica, ajeitando ela na calça. Eu tava na cozinha e o garoto me olhou e foi se aproximando de mim, parou bem atrás de mim, eu tava morrendo de vontade de ele começar a me tocar. De repente ele falou no meu ouvido, a pele se arrepiou e ele disse: "sabe, eu te acho muito gostosa, você tá muito bem com essa blusinha e sem sutiã, seus peitinhos tão bem aparentes". Não respondi e só me encostei nele, jogando minha bunda pra trás pra sentir a pica dele em mim. Ele começou a beijar meu pescoço, as mãos dele começaram a percorrer meu corpo. Ao sentir as mãos dele nas minhas pernas, eu abri um pouco pra ele poder acariciar à vontade. Senti os dedos dele acariciando minha bucetinha por cima da calcinha fio dental, não consegui evitar soltar um gemido e um "aah". Falei: "hmm, esses dedos são muito gostosos" e disse "nossa, você demorou hein". Sem parar de acariciar minha bucetinha, ele disse: "acho que sim, já vi que você tá bem quente, putinha". Ele me virou, fiquei de frente pra ele e nos beijamos. Enquanto isso, as mãos dele acariciavam minha bunda. Ele parou de me beijar, tirou minha blusa pra poder chupar meus peitos. "Hmm, que peitos gostosos você tem, putinha, gosto dos seus biquinhos", ele lambia, chupava e mordia de leve. Eu desci a mão e esfreguei a pica dele por cima da calça, que começou a ficar bem dura. Ele me beijou de novo e Colocou as mãos nos meus ombros, entendi o que queria, então fui me abaixando até ficar de joelhos na altura do pau dele. Desabotoei a calça dele, puxei pra baixo junto com a cueca, e o pau dele saiu apontando direto pra minha cara. Sem usar as mãos, peguei ele com a boca e dei um beijo, passei a língua na ponta rodeando, e com as mãos acariciava os ovos dele. Fui lambendo o pau inteiro e, quando cheguei nos ovos, passei a língua lambendo eles. Subi de novo lambendo o pau até chegar na ponta, que beijei e lambi de novo, e aí comecei a chupar ele por completo. Chupei tudo, sentia ele chegando até o fundo da minha garganta, mas não parava de chupar. Ouvi ele dizer: "Aaaaah, aaaaah, que boquete gostoso, putinhaaaa, chupa muito bem, aaaaah, aaaaah". Ele segurou minha cabeça com as duas mãos e meteu o pau todo gostoso dele até o fundo da minha boca, os ovos batiam nos meus lábios, e nessa hora eu esticava a língua e lambia eles. Com o pau todo na minha boca, levantava o olhar pra ver ele nos olhos, e ele dizia: "Aaaaah, aaaaah, você chupa deliciosamente, putinhaaaa". Depois de um tempo, ele disse: "Agora é sua vez de aproveitar, vagabunda". Me sentou numa cadeira, tirou minha minissaia e a calcinha fio dental, e começou a lamber e chupar minha bucetinha. Enfiava a língua o mais fundo que podia, lambia e chupava meu clitóris de um jeito muito gostoso, me fazendo torcer de prazer. Me fez ter um orgasmo super intenso e engoliu todos os meus sucos. Na hora, ele disse: "Agora fica de quatro, vagabunda, que vou meter o pau em você como a putinha que você é". Me ajeitei e ele se colocou atrás de mim, encostou o pau na entrada da minha bucetinha e, como estava super molhada, meteu de uma vez só. Senti uma delícia e gritei: "Aaaaah, aaaaah, que gostosoooo, que gostosooo você meteu". Ele me deu um tapa na bunda e, com o pau até o fundo da minha bucetinha, disse: "Uffff, você engoliu tudo de uma vez, putinhaaaa, que gostoso, foi tudinho". E começou a entrar e sair bem gostoso, acariciava meus peitos e apertava muito gostoso minha buceta. botãozinhos e de vez em quando me dava tapas na bunda, tava super excitada e não parava de falar siiiim, assiiim, assiiim, que delíciooo me comendoooo, por favor, por favor continnua, continnua, não paraaa, explodi de novo num orgasmo enorme e ao gozar molhei o pau e os ovos dele, ao gozar contraí minha bucetinha e apertei o pau dele, ao sentir esse aperto gostoso ele gritou que ia gozar, aaaah, aaaah, putinhhaaa vou gozaa, vou gozaa, tirou o pau e rapidamente fiquei na frente dele, chupei até tirar todo o leitinho gostoso quente dele e engoli tudo. Ficamos largados no chão e ouvimos minha mãe e o pai dele na sala, espiámos o pai dele sentado no sofá enquanto minha mãe montava nele, subia e descia no pau dele, ele chupava os peitos dela e dava tapas na bunda, gritava quem é minha puta? quem é minha puta? ela respondia entre gemidos e gritos aaaah, aaaah, euuu papaiii, euuu sou sua putinhhaaaa, mmmmm papaiii que delíciaaa, que delíciaaa me comendoooo, depois de um tempo ele falou putinhhaaaa, putinhhaaaa vou gozaa, siiiim, siiiim, papaiiiii goza me dá seu leiteee, papaiiiii, onde você quer meu leiteee putinhhaaaa onde você quer? como resposta minha mãe desmontou, se ajeitou entre as pernas dele e enfiou o pau inteiro na boca, chupou e ele gozou gritando aaaah, aaaah, que delíciaaa você tira meu leiteee putinhhaaaa, minha mãe sorriu e engoliu todo aquele leite quente, ele ficou sentado no sofá e minha mãe ajoelhada no chão na frente dele. O garoto me abraçou por trás beijando meu pescoço, meus ombros e minhas costas enquanto acariciava meus peitos, eu ficava na ponta dos pés pra sentir o pau dele na minha bunda e ele falou no meu ouvido sua mãe e você são umas putas muito boas e o jeito que vocês gemem e gritam quando sentem o pau uffff me excita muito puta, passei minha mão por trás, acariciei os ovos dele, apertei o pau dele e falei você não gosta que eu gema e grite quando sinto seu pau dentro de mim? ele respondeu claro que gosto que você grite e gema putinhhaaaa E agora você vai apertar meu pau de novo, mas com essa sua bucetinha tão gostosa que você tem, putinha, e você vai gozar e gritar igual a puta que você é. A gente tava se pegando tão gostoso que nem percebemos quando minha mãe e o pai dela estavam nos observando. Ouvimos a voz do pai dela dizendo pra minha mãe: "Viu? Eu te falei que sua filha era uma puta traga-pau igual você, sua vadia. E também te falei que meu filho ia meter em você do mesmo jeito que eu meto em você, putaaaaa." E eles também começaram a se pegar. Bom, por enquanto é isso, meu primeiro conto. Espero que tenham gostado. Em breve escrevo a segunda parte.
3 comentários - A foda que a gente toma