Não podia acreditar, meu pai tinha descoberto que eu troquei de corpo com a minha mãe 😳. Como ele fez isso?
Eu: _Desde quando você sabia da troca de corpo? Como você percebeu?
Pai: _Pelo amor, filho. Você realmente achou que eu não notaria uma atitude estranha naquela que supostamente era minha esposa? Estamos casados há mais de 20 anos, não me subestime. Percebi que você estava agindo estranho e que meu suposto filho tinha outra atitude, então me aproximei e sua mãe, no seu corpo, me contou tudo o que aconteceu. E embora ela tenha me pedido para não transar com você, a abstinência me venceu, nós temos uma vida sexual muito ativa.
Já vi o que aconteceu. Ela não só me contou tudo, mas também me vendeu. Sabia que íamos acabar transando. Não acredito que ela fez isso comigo, embora, pensando bem, não foi tão ruim assim aproveitar o sexo de outra perspectiva.
Pai: _Me diga, vocês têm um plano para trocar de corpo de volta? Ou pelo menos uma ideia de como voltar ao normal?
Eu: _Não, nenhuma. É algo que vamos ver no caminho. Estivemos pesquisando, mas na internet não tem nada sobre isso. Acho que vamos ter que viver assim por mais um tempo.
Os dias passaram e mãe e filho continuaram no corpo um do outro, mas dessa vez cada um já tinha se adaptado melhor à outra pessoa. A mãe, que apesar de não ter grandes habilidades sociais, conseguiu manter o grupo de amigos do Kevin e até conquistou a garota com quem ele vinha conversando todo dia. Pois é, Kevin (mãe no corpo do filho) tinha uma namorada, já que ela também sentia um pouco de curiosidade sobre como seria o sexo na perspectiva de um homem. Já Kevin (filho no corpo da mãe) tinha se adaptado completamente ao corpo da mãe. Já cozinhava muito bem, lavava, passava, limpava, frequentava yoga e academia. Era quase uma expert nos cuidados da "filha", já que não foi fácil aprender a acalmá-la, controlá-la e ensiná-la, embora para sorte dele ela já fosse mais velha e soubesse se virar. trocar sozinha, o que significava uma coisa a menos pra fazer, e como toda mulher jovem ela era muito independente, então as obrigações eram menores, mas acima de tudo, ela fazia muito bem sua tarefa favorita que era cuidar do seu "marido".
Uma foda diária praticamente tinha virado um requisito, a matinal era uma obrigação pro Kevin, já que todo dia ele acordava antes do "marido" pra despertá-lo com uma boa chupada de pau, onde mostrava toda sua prática, melhorando a cada dia, pra depois seguir com o prato principal, que era umas boas metidas de pau, rápidas, fortes e duras, pra terminar rápido e começar a rotina.
Esse era o cenário onde ele se levantava primeiro. Mas, ao contrário, se o "marido" dela acordasse antes, ele não era tão gentil e, pelo contrário, a despertava com uma forte metida de pau no cu, onde dava do mesmo jeito, até gozar dentro e poder começar o dia de uma boa maneira. Depois, ela passava o dia inteiro fazendo os afazeres de casa como toda boa esposa e dona de casa, pensando: "essa é uma vida que eu realmente poderia querer, não preciso estudar, ir pra faculdade, posso tirar longas sonecas e, acima de tudo, me comem como se não houvesse amanhã todos os dias" (era a vida perfeita), pensava enquanto lembrava o quanto a faculdade era tediosa, o estresse, os horários, as provas e os finais. A melhor parte da semana eram os fins de semana: o "filho" mais velho saía com os amigos ou a nova namorada pra passear, levava o carro, e a "filha" mais nova ia pra casa dos sogros. Então ficavam sozinhos o pai e a esposa, onde tinham encontros intensos pela casa toda.
Às vezes ele pegava ela na cozinha, enquanto ela nem tinha terminado de cozinhar ou tava lavando a louça, ele não conseguia esperar e partia pra cima dela. Nos fins de semana, ela tinha ordem expressa de não usar calcinha — na verdade, durante a semana inteira era proibido, só que nos fins de semana ela não podia nem vestir uma calça. Tinha que andar pelada. O máximo que podia usar era uma lingerie, e só se fosse pra desfilar pra ele. Assim eles transavam e transavam por horas e horas, pela casa toda.
Quisemos experimentar coisas novas, tipo a posição 69, que foi uma experiência incrível, onde a gente se deu prazer mutuamente. Mas eu já era toda uma expert em engolir o pau dele, não só não engasgava mais, como conseguia fazer garganta profunda sem o menor reflexo.
Também implementamos brinquedos, tipo um plug e um vibrador. Saíamos pra comer fora e ele ligava o vibrador no meio do jantar, ou andando no shopping, ou sentados na praça. E ainda por cima sem calcinha — não só dava pra perceber, como minha calça ficava toda molhada e eu tinha que disfarçar. Mesmo assim, foi muito excitante, todas as vezes. A mesma coisa com o plug: apesar de ser bem desconfortável de usar, a melhor parte era quando chegávamos em casa e ele tirava pra me comer de quatro, bem no lugar onde os brinquedos tinham me estimulado durante os encontros. Isso fazia com que eu sentisse um prazer absurdo e gozasse extremamente rápido, porque já vinha com muita provocação acumulada.
As melhores fodas mesmo eram as que eu dava fora de casa, em lugares públicos, às vezes eu chupava ela na praça, a gente trepava no estacionamento, dentro do carro, no banheiro do restaurante, do cinema ou simplesmente no jardim deitados na grama, era uma sensação de perigo de ser descoberto que arrepiava minha pele, e deixava meus hormônios no talo, gerando experiências extremamente excitantes e prazerosas.
Mas um dia minha mãe veio me contar de uma bruxa que supostamente tinha poderes mágicos, e que talvez ela soubesse como a gente podia voltar ao normal, e embora eu não tivesse muita certeza se queria isso, a gente tentou porque ela tava convencida, então um dia fomos a um barraco fora da cidade onde se encontrava essa misteriosa mulher com poderes, entramos e se ouve um grito: O QUE VOCÊS QUEREM? Eu: _ Com licença, mulher, viemos da cidade, nos disseram que a senhora era bruxa e queria contar pra senhora que… Bruxa: _ JÁ SEI TUDO, VOCÊS TROCARAM DE CORPOS E TÃO PROCURANDO UM JEITO DE VOLTAR AO NORMAL. Eu: _ Sim, é exatamente isso que a gente quer…
Ela tentou um feitiço de cambius corpus, mas não deu resultado, e ela completou dizendo que a gente não ia conseguir voltar pros nossos corpos, porque os dois tinham dúvidas no coração, os dois já tinham se apegado ao novo corpo e a alma já tava conectada nele, e pior, já tinha se acostumado, se a gente quisesse voltar, tinha que estar convencido de que queria aquilo, se a gente duvidasse por pelo menos um segundo, não ia funcionar e a gente ia ter que ficar pra sempre no corpo do outro, já que os deuses trocaram nossos corpos naquela tempestade elétrica.
A gente ficou pensativo, ninguém disse uma palavra, será que a gente realmente queria voltar pros nossos corpos? A gente ficou pensando nisso a semana inteira, conversamos entre nós e com meu pai, ninguém tinha certeza, porque a gente tinha se adaptado muito bem ao corpo do outro, minha mãe no meu corpo tava muito feliz, tinha namorada, o sexo como homem era uma delícia pra ela, ser o dominante da relação, e os Os estudos iam muito bem pra ela, ela podia estudar o que os pais tinham negado por falta de grana, tava realizando o sonho dela e, mesmo sentindo um pouco de saudade da vida anterior, essa nova tava fazendo ela muito feliz. E por mim, eu tava contente: tinha um marido que me ama, uma família feliz e funcional, minhas obrigações eram muito mais fáceis de resolver, meu pai resolvia meus problemas e, principalmente, me fazia sentir um prazer que nunca tinha experimentado e que nunca mais ia experimentar de novo. E olha, eu adorava aquilo, adorava ser a putinha dominada dele, adorava meu papel de submissa, adorava como ele me comia e me mostrava a superioridade dele, adorava tudo. Então, depois de pensar muito, deixamos o coração nos guiar e tomamos uma decisão. A gente ia ficar nesses corpos, isso significava que não íamos voltar. Na verdade, selamos a troca brindando com uma água especial que a bruxa deu, e assim aceitamos nossas novas vidas pra sempre.
Do meu lado, conversei com meu marido e decidimos ter mais um bebê, o último, e o primeiro pra mim. Eu já era toda uma mulher e queria experimentar o que uma sente: a gravidez, o parto e a criação de um filho.
Então botamos a mão na massa e fizemos tudo que se faz pra ter um bebê, ou seja, transar e transar e sempre gozar dentro, por uns meses a única coisa que a gente fez foi meter na buceta, nada de brinquedos, nem oral nem anal, sexo tradicional, pesado, puro e muito leite dentro de mim foi tudo o que teve, 3 vezes por dia durante 4 meses inteiros ele gozava dentro de mim, eu parei de tomar a pílula e nesse período a única coisa que eu queria era poder formar a nova família.
E consegui depois de 4 meses e tanto sêmen, finalmente uma semente dele conseguiu me inseminar. Eu era a pessoa mais feliz do mundo. Depois de 9 meses de gravidez e um parto super doloroso, finalmente tive meu filho nos braços, um menino que eu mesma pari e não podia estar mais feliz. Hoje olho pra trás e vejo um caminho longo que pareceu durar décadas, mas não, só durou 2 anos. Agora somos uma família feliz, onde nos fins de semana a gente se reúne pra comer em família: eu, meu marido, meus 3 filhos e a namorada da minha mãe. Fim.
Eu: _Desde quando você sabia da troca de corpo? Como você percebeu?
Pai: _Pelo amor, filho. Você realmente achou que eu não notaria uma atitude estranha naquela que supostamente era minha esposa? Estamos casados há mais de 20 anos, não me subestime. Percebi que você estava agindo estranho e que meu suposto filho tinha outra atitude, então me aproximei e sua mãe, no seu corpo, me contou tudo o que aconteceu. E embora ela tenha me pedido para não transar com você, a abstinência me venceu, nós temos uma vida sexual muito ativa.
Já vi o que aconteceu. Ela não só me contou tudo, mas também me vendeu. Sabia que íamos acabar transando. Não acredito que ela fez isso comigo, embora, pensando bem, não foi tão ruim assim aproveitar o sexo de outra perspectiva.
Pai: _Me diga, vocês têm um plano para trocar de corpo de volta? Ou pelo menos uma ideia de como voltar ao normal?
Eu: _Não, nenhuma. É algo que vamos ver no caminho. Estivemos pesquisando, mas na internet não tem nada sobre isso. Acho que vamos ter que viver assim por mais um tempo.
Os dias passaram e mãe e filho continuaram no corpo um do outro, mas dessa vez cada um já tinha se adaptado melhor à outra pessoa. A mãe, que apesar de não ter grandes habilidades sociais, conseguiu manter o grupo de amigos do Kevin e até conquistou a garota com quem ele vinha conversando todo dia. Pois é, Kevin (mãe no corpo do filho) tinha uma namorada, já que ela também sentia um pouco de curiosidade sobre como seria o sexo na perspectiva de um homem. Já Kevin (filho no corpo da mãe) tinha se adaptado completamente ao corpo da mãe. Já cozinhava muito bem, lavava, passava, limpava, frequentava yoga e academia. Era quase uma expert nos cuidados da "filha", já que não foi fácil aprender a acalmá-la, controlá-la e ensiná-la, embora para sorte dele ela já fosse mais velha e soubesse se virar. trocar sozinha, o que significava uma coisa a menos pra fazer, e como toda mulher jovem ela era muito independente, então as obrigações eram menores, mas acima de tudo, ela fazia muito bem sua tarefa favorita que era cuidar do seu "marido".
Uma foda diária praticamente tinha virado um requisito, a matinal era uma obrigação pro Kevin, já que todo dia ele acordava antes do "marido" pra despertá-lo com uma boa chupada de pau, onde mostrava toda sua prática, melhorando a cada dia, pra depois seguir com o prato principal, que era umas boas metidas de pau, rápidas, fortes e duras, pra terminar rápido e começar a rotina.
Esse era o cenário onde ele se levantava primeiro. Mas, ao contrário, se o "marido" dela acordasse antes, ele não era tão gentil e, pelo contrário, a despertava com uma forte metida de pau no cu, onde dava do mesmo jeito, até gozar dentro e poder começar o dia de uma boa maneira. Depois, ela passava o dia inteiro fazendo os afazeres de casa como toda boa esposa e dona de casa, pensando: "essa é uma vida que eu realmente poderia querer, não preciso estudar, ir pra faculdade, posso tirar longas sonecas e, acima de tudo, me comem como se não houvesse amanhã todos os dias" (era a vida perfeita), pensava enquanto lembrava o quanto a faculdade era tediosa, o estresse, os horários, as provas e os finais. A melhor parte da semana eram os fins de semana: o "filho" mais velho saía com os amigos ou a nova namorada pra passear, levava o carro, e a "filha" mais nova ia pra casa dos sogros. Então ficavam sozinhos o pai e a esposa, onde tinham encontros intensos pela casa toda.
Às vezes ele pegava ela na cozinha, enquanto ela nem tinha terminado de cozinhar ou tava lavando a louça, ele não conseguia esperar e partia pra cima dela. Nos fins de semana, ela tinha ordem expressa de não usar calcinha — na verdade, durante a semana inteira era proibido, só que nos fins de semana ela não podia nem vestir uma calça. Tinha que andar pelada. O máximo que podia usar era uma lingerie, e só se fosse pra desfilar pra ele. Assim eles transavam e transavam por horas e horas, pela casa toda.
Quisemos experimentar coisas novas, tipo a posição 69, que foi uma experiência incrível, onde a gente se deu prazer mutuamente. Mas eu já era toda uma expert em engolir o pau dele, não só não engasgava mais, como conseguia fazer garganta profunda sem o menor reflexo.
Também implementamos brinquedos, tipo um plug e um vibrador. Saíamos pra comer fora e ele ligava o vibrador no meio do jantar, ou andando no shopping, ou sentados na praça. E ainda por cima sem calcinha — não só dava pra perceber, como minha calça ficava toda molhada e eu tinha que disfarçar. Mesmo assim, foi muito excitante, todas as vezes. A mesma coisa com o plug: apesar de ser bem desconfortável de usar, a melhor parte era quando chegávamos em casa e ele tirava pra me comer de quatro, bem no lugar onde os brinquedos tinham me estimulado durante os encontros. Isso fazia com que eu sentisse um prazer absurdo e gozasse extremamente rápido, porque já vinha com muita provocação acumulada.
As melhores fodas mesmo eram as que eu dava fora de casa, em lugares públicos, às vezes eu chupava ela na praça, a gente trepava no estacionamento, dentro do carro, no banheiro do restaurante, do cinema ou simplesmente no jardim deitados na grama, era uma sensação de perigo de ser descoberto que arrepiava minha pele, e deixava meus hormônios no talo, gerando experiências extremamente excitantes e prazerosas.Mas um dia minha mãe veio me contar de uma bruxa que supostamente tinha poderes mágicos, e que talvez ela soubesse como a gente podia voltar ao normal, e embora eu não tivesse muita certeza se queria isso, a gente tentou porque ela tava convencida, então um dia fomos a um barraco fora da cidade onde se encontrava essa misteriosa mulher com poderes, entramos e se ouve um grito: O QUE VOCÊS QUEREM? Eu: _ Com licença, mulher, viemos da cidade, nos disseram que a senhora era bruxa e queria contar pra senhora que… Bruxa: _ JÁ SEI TUDO, VOCÊS TROCARAM DE CORPOS E TÃO PROCURANDO UM JEITO DE VOLTAR AO NORMAL. Eu: _ Sim, é exatamente isso que a gente quer…
Ela tentou um feitiço de cambius corpus, mas não deu resultado, e ela completou dizendo que a gente não ia conseguir voltar pros nossos corpos, porque os dois tinham dúvidas no coração, os dois já tinham se apegado ao novo corpo e a alma já tava conectada nele, e pior, já tinha se acostumado, se a gente quisesse voltar, tinha que estar convencido de que queria aquilo, se a gente duvidasse por pelo menos um segundo, não ia funcionar e a gente ia ter que ficar pra sempre no corpo do outro, já que os deuses trocaram nossos corpos naquela tempestade elétrica.
A gente ficou pensativo, ninguém disse uma palavra, será que a gente realmente queria voltar pros nossos corpos? A gente ficou pensando nisso a semana inteira, conversamos entre nós e com meu pai, ninguém tinha certeza, porque a gente tinha se adaptado muito bem ao corpo do outro, minha mãe no meu corpo tava muito feliz, tinha namorada, o sexo como homem era uma delícia pra ela, ser o dominante da relação, e os Os estudos iam muito bem pra ela, ela podia estudar o que os pais tinham negado por falta de grana, tava realizando o sonho dela e, mesmo sentindo um pouco de saudade da vida anterior, essa nova tava fazendo ela muito feliz. E por mim, eu tava contente: tinha um marido que me ama, uma família feliz e funcional, minhas obrigações eram muito mais fáceis de resolver, meu pai resolvia meus problemas e, principalmente, me fazia sentir um prazer que nunca tinha experimentado e que nunca mais ia experimentar de novo. E olha, eu adorava aquilo, adorava ser a putinha dominada dele, adorava meu papel de submissa, adorava como ele me comia e me mostrava a superioridade dele, adorava tudo. Então, depois de pensar muito, deixamos o coração nos guiar e tomamos uma decisão. A gente ia ficar nesses corpos, isso significava que não íamos voltar. Na verdade, selamos a troca brindando com uma água especial que a bruxa deu, e assim aceitamos nossas novas vidas pra sempre.
Do meu lado, conversei com meu marido e decidimos ter mais um bebê, o último, e o primeiro pra mim. Eu já era toda uma mulher e queria experimentar o que uma sente: a gravidez, o parto e a criação de um filho.
Então botamos a mão na massa e fizemos tudo que se faz pra ter um bebê, ou seja, transar e transar e sempre gozar dentro, por uns meses a única coisa que a gente fez foi meter na buceta, nada de brinquedos, nem oral nem anal, sexo tradicional, pesado, puro e muito leite dentro de mim foi tudo o que teve, 3 vezes por dia durante 4 meses inteiros ele gozava dentro de mim, eu parei de tomar a pílula e nesse período a única coisa que eu queria era poder formar a nova família.
E consegui depois de 4 meses e tanto sêmen, finalmente uma semente dele conseguiu me inseminar. Eu era a pessoa mais feliz do mundo. Depois de 9 meses de gravidez e um parto super doloroso, finalmente tive meu filho nos braços, um menino que eu mesma pari e não podia estar mais feliz. Hoje olho pra trás e vejo um caminho longo que pareceu durar décadas, mas não, só durou 2 anos. Agora somos uma família feliz, onde nos fins de semana a gente se reúne pra comer em família: eu, meu marido, meus 3 filhos e a namorada da minha mãe. Fim.
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