"Frambu y su cóctel de vida" Parte II

Na primeira parte, conto um pouco sobre mim, minha família e sobre um chat de alguém do passado, não meu, mas da minha mãe, um beijo e algo mais com o Blas. E depois que ele me beijou, ao olhá-lo, ele me acariciava lentamente no rosto e me fez sorrir para ele.
—Você é linda, Fran!
—Obrigada... você é muito doce e a verdade é que você é o primeiro que me beijou!
—Nunca beijou ninguém?
—Não, não... porque nunca tinha ido a uma suposta festa do pijama disfarçada!
—Aiii, você é novata nisso...
—E você é expert??
—Claro que sim... vem. Vamos embora daqui!
—Espera que vou mandar uma mensagem para minha amiga e dizer que tenho que ir — escrevi para a Natali e para a Jazmín para avisar que iria com um cara e, ao não receber resposta delas — bom, vamos...
—Quer que eu leve você para minha casa?
—E vamos para a região do centro e vamos passeando
—Tá bom... Saímos da casa e ele me pegou pela mão e me indicou onde tinha deixado o carro. Ao abrir, eu subi e ele subiu do lado do motorista, me olhou e eu sorri de novo para ele e ele se aproximou e me beijou de novo, mas dessa vez me acariciava lentamente pelo pescoço, meus ombros e me puxou para perto do corpo dele.
—Ai, Fran... você é muito, muito linda... acho que poderíamos ir direto para a minha casa porque não aguento
—É que eu... eu nunca estive com ninguém... eu sou virgem... e... De novo ele me beijou e me apertou mais contra o corpo dele e me beijava loucamente no pescoço e eu me estremecia e gemía lentamente
—Sabe dirigir?
—Sim, sim, claro... meus pais me ensinaram
—Você é a primeira que deixou eu dirigir meu carro! Olha, eu vou sair do seu lado e você... — eu estava me movendo, ficando em cima dele —
—Aaaah, bom, já quer transar aqui?
—Mas você é lento! O que está esperando?? Você não me disse para dirigir...
—Achei que você já queria que a gente fizesse aqui!
—Nããão... assim não... pelo menos se a gente for fazer, que seja com camisinha!
—Tá bom, vamos... sei onde tem uma farmácia aberta! E ele trocou para o lado do passageiro. Arrancamos e saímos de lá. Passamos por uma farmácia e dali para a casa de Ele. Ao chegar, percebi que estávamos a poucas quadras da minha casa.
— Estamos perto da minha casa.
— Ah, é? Seríamos vizinhos. Vou trancar bem o carro. — Ele trancou e pegou minha mão, caminhamos até a porta da casa e, enquanto eu abria, acariciei lentamente suas costas.
— Uiii... que delícia. Pronto, consegui abrir. Vem, entra! — Ele me puxou pela mão e entramos.
— Que casa linda você tem, Blas!
— Quer beber alguma coisa?
— Um pouco de água seria bom.
— Tenho cervejas! Também tem uns aperitivos ou refrigerante...
— Prefiro refrigerante!
— Tá bom, já te trago... Quer colocar uma música? Escolhe algo que você goste e põe.

Olhei o equipamento de som dele e havia uma grande variedade de estilos musicais. Coloquei umas baladas românticas e sentei no sofá para esperá-lo. Olhei meu celular e ainda não tinha resposta das minhas amigas.

Ele voltou da cozinha com alguns salgadinhos e os copos com refrigerante.
— Gosto do seu estilo... música bonita que escolheu. Bom, trouxe aqui algo para comer que sobrou de ontem...
— Que bom... obrigada. — Ele sentou bem perto de mim e colocou uma batata na minha boca. — Bom... obrigada... — tentei mastigar enquanto sorria para ele.
— E então, gostosa Fran... me conta mais sobre você: o que você gosta de fazer além de ser escrava da sua mãe?
— Ai, por que você diz isso? Eu não sou escrava da minha mãe!
— Porque você obedece todas as ordens dela! E às vezes tem que chutar o balde e desobedecer um pouco, senão perde a chance de curtir muitas coisas.
— É... pode ser. Mas meus pais são muito bons comigo e minha irmã, temos tudo o que queremos. Meu pai é o mais flexível, porque é quem atende todos os meus caprichos e gostos, e minha mãe é o contrário, ela é muito rígida com horários, estudos, não podemos faltar aos esportes...
— O que você pratica?
— Eu faço hóquei e minha irmã vai para o handball. Também temos aula de inglês quase todos os dias e às vezes tenho que ir ao trabalho do meu pai e...
— Espera... você tem que fazer tudo isso obrigatoriamente?
— Sim, sim... às vezes chego muito cansada e nem tenho vontade de ficar com minhas amigas. - Mas você devia falar pros seus pais pra darem uma folga, porque você é muito nova!
- Eu sou a mais velha e tenho que seguir o legado do trabalho e a responsabilidade do meu pai e...
- Sim, sim, entendi isso. Mas também deviam te dar seu espaço e seu tempo livre, pra sair, curtir sozinha, porque vou te contar: quase da noite pro dia pedi pros meus tios me aceitarem na casa deles e saí de casa porque estavam me sufocando. Meu pai é quem trabalha na concessionária de carros que fica na avenida... não lembro o nome...
- Ahhh, sim, sim... meu pai vendeu lá os carros que eles tinham quando moravam lá.
- Com certeza foi lá com meu velho. Mas enfim... agora ficaram Lorenzo e Eloy ouvindo os sermões dele!
- Hahahahaha, que presente legal você deixou pros seus irmãos...
- E bom... eu não queria mais ficar lá. Também tinha tudo que queria, mas era do jeito do meu pai e da minha mãe, já que ela depende de tudo do meu pai, ela só repete o que ele decide. E ela ficou triste quando tomei a decisão de sair de casa.
- E sim... coitada da sua mãe, você não sente saudades?
- Sim, sim, dela sim... dos meus irmãos nem tanto, mas às vezes sim... pra encher o saco deles. Porque essa é a vantagem de ser o mais velho, vivia perturbando eles em tudo!! E a gente ria.
- Isso é verdade... a gente tem vantagens por ser mais velho! Eu nunca bati na minha irmã, mas falava ou fazia coisas pra ela! Roubava os brinquedos, o lugar, até a roupa... pra te dar um exemplo, joguei no lixo uma camiseta que meu pai comprou pra ela depois de uma birra. A trouxa já tinha mais de 13 anos e meu pai cedeu e comprou. Pra mim não comprou nada, e ela nunca usou porque guardou, e assim que vi, joguei no lixo junto com o lixo da cozinha!
- E eu ri - como aquela menina chorou!! - voltei a rir.
- Você é muito má...
- Nadaaaa... ela é uma mimada! Uma bebezinha!
- E você uma irmãzinha tão malvada quanto eu! E eu ri e olhei pra ele, ele colocou o braço mais perto de mim e acariciou meus ombros, foi percorrendo lentamente meus ombros e dali para a minha... rosto E ele me beijou pelo rosto e acariciou lentamente meus lábios, ele os abria devagar e foi abrindo mais e mais, sentindo a língua dele dentro da minha boca, ele a movia junto com a minha língua que era inexperiente nisso, e me acariciava e tocava meu cabelo, e sua outra mão foi descendo, me acariciando por cima da roupa.
- Mmmmmmmmmmm...
- Ai, Fran... quero te fazer minha esta noite... você me deixaria ser o primeiro?
- Não... mmmmmmmm... não, não estou prepa...
- Ele me beijava no pescoço e eu me retorcia e ofegava lentamente. Ele não parava de me tocar suavemente por cima da roupa e de me beijar devagarinho no pescoço.
- Deixa eu ser o primeiro a te fazer mulher... ayy... linda...
- Mas tenho medo...
- Fica tranquila! Eu vou botar a camisinha e você vai ver que vai querer fazer assim sem nada pra me sentir.
- Não... não... não... só vamos fazer com camisinha.
- Tá bom, só deixa eu fazer uma coisa e depois te como do jeito que você quiser!!
Ele baixou minha calça e minha calcinha e viu que eu tinha pelos na minha buceta e se lançou a lamber por cima, subia e descia na entrada dos meus lábios e eu me retorcia de prazer.
- Mmmmmmmmmm Blas...
- Você gosta, minha linda??
- Mmmmmmmmmmm... siii siii siii
- Vou te enfiar devagarinho meus dedos um por um e depois, sim, vai entrar meu pau, se doer ou você se sentir incomodada me avisa.
- Tá bom...
Ele meteu a língua dentro da minha buceta e seus lábios pareciam beijar os meus lá de baixo, enquanto eu sentia sua língua no meu interior e me retorcia sem poder evitar, com minha mão acariciei seu cabelo e tentei afundá-lo mais pelo prazer que ele me provocava.
- Você gosta?? Você gosta disso??
- Siiii... siiiiii
- Agora vou enfiar devagar um dedo aí.
- Siii siii faz isso e ele se atirou sobre meu peito e com a outra mão apertava meus peitos que estavam bem duros enquanto me masturbava com um dedo. Tirei minha blusa e deixei meu sutiã, que não conseguia tirar, e ele o levantou e o removeu.
- Ai, que peitos lindos que você tem!! Mmmmmmmmmmm....
- Ele os beijava, passava a língua por cima e ao chegar na... Ele beijou minha auréola e brincou com a língua, isso me fez tremer e gemer mais alto. Ele enfiou mais dois dedos e os moveu freneticamente dentro de mim, desabotoou a calça e tirou a camisa — ele tinha bastante pelo no peito e eu o acariciei. Ele se endireitou e eu o puxei contra mim para sentir seu corpo. Ele tirou os dedos que me masturbavam e se posicionou lentamente sobre mim, me puxando para perto. Soltei um gemido ao sentir a ponta do pau dele, que parecia grande, entrando devagar. Ele me beijava e me tocava muito, movendo-se lentamente, beijando meus lábios, mordendo minhas orelhas e meu pescoço. Eu gemia cada vez mais... Estava no auge do clímax quando ele disse:
— Ai, Fran... vou gozar...
— Vai fazer o quê?
— Vai sair tudo, vou gozar... aaaaaiii...
Ele se apoiou no meu ombro e senti seus gemidos agitados. Ele se levantou e sentou ao meu lado, tirando a camisinha.
— O que você achou? Gostou?
— Siiim... gostei!!!
Sorri para ele, dei um beijo suave em seus lábios e ele voltou a tocar meu rosto, me olhando nos olhos, acariciando devagar meu corpo semidesnudo. Então ele disse:
— Deixa eu te comer como seus pais devem fazer, quero que você sinta tudo de mim...
— Não... não...
— Vamos, Fran... você vai gostar! Só que na hora de gozar, eu gozo fora... mas quero sentir sua buceta, quero sentir pele com pele. Vamos para a cama.
— Tenho medo, Blas...
— Confia em mim! Vamos...
Fomos para o quarto dele. Peguei minhas roupas que tinha tirado e tirei completamente minha calça e calcinha, ajustei meu sutiã e o tirei, deixando tudo junto com minhas roupas. Ele voltou do banheiro, tinha se higienizado, lavado suas partes íntimas, se aproximou de mim e foi me beijando lentamente, acariciando-me. Ele beijou minha barriga, subindo e descendo a língua. Eu já gritava de prazer e ele enfiou os dedos de novo, começando a me masturbar sem parar. Eu gritava cada vez mais alto enquanto ele beijava minha boca como um louco. Quando ele estava se posicionando para transar de novo, ouvimos o celular dele tocar. -Espera aí... não vou demorar... -Atende tranquilo, quero ver o meu... e eu me vesti com a camiseta e a calcinha, fui andando até a cozinha buscar meu celular e olho e tinha várias mensagens das minhas amigas Natali e Jazmín "Ei Frambu... onde você se enfiou?? Estamos preocupadas..." "Fran... onde você se meteu?? Aqui teve uma briga entre Dylan e Joaquin! Até a polícia veio!!! Avisa onde você tá..." E fui até o quarto e fui dizer pro Blas -Me desculpa... mas eu tenho que ir- fui colocando a roupa aos poucos -Não, não, gata, não vai... Eu tenho que voltar pra festa, a polícia tá lá... não sei o que aconteceu- coloquei o jeans e o ajustei -É por isso mesmo... não vamos. O Lucas já me falou, teve uma briga entre dois malucos, com certeza bem bêbados -Mas minhas amigas tão lá... por favor... se você não me leva, eu vou andando... -Tá bom, mas salva meu número assim, a gente marca outro dia, tá bom? -Sim sim, tá bom- dei um beijo suave na boca dele e terminamos de nos trocar Saímos de lá e fomos pra casa do Dylan e ainda tinha gente mas com a música mais baixa e parecia tudo tranquilo -Vamos entrar? - ele me perguntou -Siiim, eu vou entrar... obrigada... obrigada por tudo isso, Blas! -E ainda ficou faltando outras coisas mais! -Tá bom, mas vai ser em outro momento! Obrigada... Desci do carro e ele desceu atrás de mim, pegou minha mão e fomos andando. Fiquei parada na porta e mando uma mensagem pra Natali "Nati... tô aqui. Onde vocês tão enfiadas?" E o Blas toca minhas costas ajustando a alça do meu sutiã por cima da minha camiseta, ouço que chega uma mensagem da Natali "Então você foi com o novo? Você tem que me contar tudo, Frambu"- eu fiquei corada -Bom, Blas... obrigada... esse é meu número (fui ditando pra ele) e salva! -Pode deixar... como eu te coloco como Fran, Francesca ou algum apelido que você tenha? -Minha amiga me chama de Frambu, porque quando era criança eu adorava framboesas -Então Framboesinha- eu sorri e baixei meu olhar já que estava muito corada- minha linda framboesinha... -Tchau, Blas- me aproximei pra dar um beijo suave nos lábios dele e ele me agarrou com as duas mãos e devorou minha boca com um beijo longo e fogoso -Pra você não se esquecer de mim! E eu fui pra dentro ver onde estavam e vejo a Natali entrando -Naranji... cadê você?? -Tava atrás de você, tava lá fora preocupada com você!! Onde você se enfiou? Quem foi aquele que te beijou?? -Ai paraaaa... tá parecendo minha mãe... é o Blas, amigo ou primo do Lucas -Ah é??? Apaaa... e??? -E o quê?? -E já deixou de ser uma neném?? -Não vou responder isso... preciso das minhas advogadas... -Aiii já imagino que isso é um siiiim -Jáaaa... chegaaa.. ssshhhh... -E ele gozou dentro ou na sua boca ou onde?? -Prefiro contar isso pra todas... porque se eu esquecer alguma coisa, vão achar que menti... cadê a Rosario, a Jazmín, a Ingrid e a Emma??? -Vamos procurar elas... CONTINUA....

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