Beleza, meus amigos e amigas do P! Antes de tudo, quero agradecer a todos que me seguiram e escreveram me dando apoio e energia positiva. Sei que tô demorando pra escrever e peço desculpas, já contei o que tava rolando e por que tô meio afastado do P!, mas aos poucos quero continuar escrevendo pra vocês.
Trago agora um novo capítulo de Ani e Fede, que vocês tanto gostam e que tava meio capenga já.
Tudo é bem-vindo: pontos, compartilhar, mensagens, chats, seguidores, etc. Sempre na boa e com a melhor vibe, porque o importante é que vocês curtam tanto quanto eu curto escrever. Sem mais, deixo o relato!
__
Ani jogou o celular na mesinha de cabeceira e se deitou do meu lado, sorrindo e pensando que amanhã ia ver o cara de novo. Eu, como já disse, tava morto; a sessão de sexo daquele dia tinha me deixado literalmente de cama e eu apaguei que nem um tronco. Nunca soube que Ani tinha ficado batendo papo, nunca soube quando ela se deitou e nunca soube por que a gente tinha feito tudo que fez naquele dia.
Na real, dava pra dizer que eu tinha a namorada perfeita. Ela não era só meiga e doce comigo e com todo o prédio, mas na intimidade era uma puta gostosa e me mostrava isso sempre que dava. Ou pelo menos foi o que pensei naquele dia... o anjinho do prédio não era tão anjinho quanto todo mundo achava. Era óbvio que o tesão da minha namorada vinha de outro lugar, melhor dizendo, vinha do "lado".
A noite passou sem mais nem menos, eu dormi igual uma pedra e, como no dia seguinte não trabalhava, cancelei todos os despertadores, o que me fez dormir por horas. E a Ani?... Como dizer? A Ani quase não dormiu a noite toda. Não é difícil sacar o porquê se vocês leram ou lembram do relato anterior. Se não leram, não lembram ou é a primeira vez que tão lendo... minha namorada, depois de transar comigo (e ficar claramente insatisfeita), combinou de se encontrar de manhã cedo com o cara pra "tomar café".
Minha namorada acordou bem cedo e a primeira coisa que fez foi pegar o celular e mandar uma mensagem pro Fede:
Pra: Amor, tá acordado? já levantei e tô pronta pro meu café da manhã...
Atrás dessa mensagem, manda uma foto:
Ela ficou nervosa quando mandou aquela foto, mas nervoso bom, de tesão pelo que acabou de fazer. Se sentia jovem, nunca fez essas coisas comigo e a gente tá junto há muitos anos; então era como se fosse a primeira vez. Tava deitada do meu lado, mandando uma selfie sexy pro vizinho que comia ela.
Minha namorada esperou ele responder e enquanto isso se preparou. Foi tomar banho, se arrumou toda e até passou perfume, tava viciada demais. Na cabeça dela, uma manhã de sexo com conexão forte, cheia de orgasmos e tudo que viesse à mente.
Na real... bom, Fede não pensava bem assim. Enquanto Ani tava começando a se maquiar, o celular vibra. Ela quase largou tudo pra pegar rápido e o coração começou a bater a mil quando viu que era o cara.
F: O que cê tá fazendo acordada nessa hora, vizinha? Sua puta, me acordou.
A: Desculpa, Fede, não quis... — escreveu envergonhada.
F: O que cê quer?
O entusiasmo diminuiu um pouco, mas ela sentiu aquela pontada na buceta que sente toda vez que Fede falava assim com ela.
A: Não... bom, é que a gente combinou ontem que hoje dava pra tomar café juntos (emoji de piscada)
F: Hã? Falei isso? Ontem tava bebendo com os amigos, depois do futebol, não lembro de nada.
A: Ahh, sim... emm... você disse que eu podia ir tomar café com v...
Ani ficou pensando, enquanto o cursor do WhatsApp piscava esperando. Não queria ser tão submissa, tudo bem que ela gostava do jeito que ele tratava ela, mas qualé! Ela era mais velha que ele, era uma gostosa, não podia se humilhar assim. Respirou fundo, apagou a mensagem e escreveu de novo.
A: Sim, e daí? Não lembra? Você disse que eu podia ir transar e tomar meu leite gozado ou não quer?
Pá! Enviar... pronto, falou. O cara não ia perder a chance de comer ela de novo, era óbvio. Enquanto sorria triunfante (ou pensava que sim), via Fede escrevendo, apagando, escrevendo, mandando áudio, apagando, etc.
F: Anabela, quem você pensa que é? Acho que você não é Ciente da posição que você tá? Aqui, quem levou foda foi você, eu fui bem tratado ontem.
Ufff.. a mensagem caiu como um balde de água gelada. O plano da Ani de se impor e partir pra cima deu errado e, ainda por cima, aquela última parte da mensagem do Fede deixou um aperto no estômago dela. Era ciúme? Nah, impossível.
A: Não, bom, desculpa
Fede levantava um dedo e ela já tava submissa de novo..
F: Não tenho que te perdoar. — falei seco —
A: Fede, você ficou bravo? Desculpa
A: Desculp, digo.. amor
F: Não tô bravo, cê pensa que eu tenho 15 anos, magra?
A: Não, verdade.
F: Olha, tô moído do jogo de ontem, então faz o que quiser. Se quiser vir, vem, senão fica com o corno e dá pra ele. Mas decide AGORA!
Esse tom imperativo, esse jeito de falar com ela e deixar ela aos pés dele, não agradava nada a Ani. ELA AMAVA! Ela hesitou pra caralho, sabia que o cara tava bravo, mas também mandou ela transar comigo. Aquilo foi uma ordem? Ele queria que eu comesse ela e depois ela contasse? Podia fazer.. afinal, ele comeu outra puta ontem..
Ufff, ciúme de novo? "Não, nada a ver", pensou. Ani balançou a cabeça, saiu do banheiro e me viu roncando na cama. Um pouco de culpa ainda batia, e até tesão. Eu tinha dormido de pau duro e, como nós dois somos treinados, tava com o torso nu e o pau fazendo volume debaixo dos lençóis. Somos casados há anos, compartilhamos muito e ainda assim ela ficava excitada me vendo assim. Isso aliviou a pressão que ela tava sentindo, ela sorriu de novo e foi direto pra porta.
Ani nem pensou, bateu na porta do cara, mas ela se abriu um pouco. Que estranho, tá aberta? Talvez ele tenha voltado bêbado ontem e não fechou. Não, não era isso. Lá estava Fede, parado na sala, com a janela toda aberta e de pau duro, esperando por ela.
F: Eu sabia que você ia vir, vizinha. Que foi, não prefere dar pro seu marido?
A: Namorado.. — retrucou —
F: O que cê espera, aqui tem o café da manhã. Sabia que cê tava com fome. então preparei uma coisa gostosa pra você.
A: Ah, é? é bem gostosa? - disse se aproximando do Fede e se ajoelhando-
F: Não sei, me diz você que é quem vai curtir.
Ani não falou mais nada, só sorriu cúmplice e fez o que veio fazer. Agarrou a pica do cara, enfiou na boca e deu umas lambidas, antes de chupar ela.
F: Ufff.. ahhhgg.. bom dia, vizinha! Como amanheceu a princesa do.. uff.. do prédio?
A: Mmmm... mmmfff.. com fome – disse e enfiou a pica de volta na boca –
F: O que foi, não te deram de comer ontem?
A: ....
F: Não vai me dizer que teu namorado te deixou sem o que você tanto gosta?
A: Mm..mmmm.. Ele me deu, sim.. ahgggg... mas pouquinho
F: Com uma mangueira dessas e... ahhhh.. gozou pouco?
A: Shi.. – disse sem tirar a pica da boca – aaahhhhggg..
F: Uyyy Anabela.. que vontade você tava.. ufff
Ani não conseguia responder nada do que ele dizia. Tava concentradíssima chupando o cara, precisava mamar ele e foder com ele de qualquer jeito. A buceta dela pedia por socorro por baixo da legging, que já tava encharcada.
F: Enfia ela toda, vai.. assim, chupa assim..
Ani abriu bem a boca e enfiou o máximo que conseguiu.
F: Ahhhh... siiiim, adoro como você chupa minha rola, vizinha.
A: ...
F: Que lindo ver essa carinha engolindo essa pica.
A: Mmmm.. cê gosta?
F: Mas eu gosto mais dessa bundinha pequena, vai me dar hoje?
Ani congelou, mas na hora continuou brincando com a língua na pica do cara. Não queria que ele metesse no cu, já tinha falado mil vezes, mas.. não negou de cara e soltou um gemido bem leve e quase imperceptível quando ele falou.
A: Mmmm.. não, amor, por favor, isso não.
F: Por que não? uff..
A: Não curto, mmmmfff.. além disso.. ahhhggg.. você disse que se eu obedecesse, não ia pedir mais.
F: Jajajaja.. tá bom, tá bom..
A: Jura? se quiser, pode me foder toda hoje.
F: Cê quer que eu te coma?
A: Sim, por favor.. tô precisando demais, aye..
Ela nem terminou de falar, o cara pegou a cabeça dela com as duas mãos e começou a foder a boquinha da minha namorada. Ela engasgou com a brusquidão, e quando ele tirou a pica da boca dela, falou:
F: Uff sim.. assim.. tô te comendo, olha.
A: Ahhhccckk.. uff.. não era disso que eu tava falando. Uff...
F: Do que cê tava falando, vizinha?
A: Cê sabe, amor..
F: Não, não sei.. me fala aí..
Ani olhou pra ele, enquanto batia uma punheta suave nele. Ficou em silêncio por um momento pensando, e só dava pra ouvir o barulho da mão, numa masturbação bem lubrificada de tanta saliva.
A: Quero que você me coma.
F: Sei não, não tô entendendo, seja mais específica se quer que eu entenda.
A: Como?
F: Ué, o que você quer que eu faça com você?
A: Que me co..
F: MAIS ESPECÍFICA, EU FALEI!
Uff.. ele adorou aquele grito.
A: Quero que você meta o pau bem fundo, quero montar em você e gozar toda a sua barriga enquanto cê pega nas minhas tetas..
F: Ahã..
A: Quero que você me faça sua, que me dê tapas na bunda e me encha de muito leite, diferente do meu namorado ontem.
F: O que seu namorado fez ontem?
A: Me comeu, melhor dizendo, eu comi ele.. mas não curti, só ele curtiu e me deixou com tesão.
F: Ele não sabe te comer?
A: Não, ele não sabe me comer..
F: Quem sabe te comer?
A: Você, amor! Você sabe me comer.. você me faz gozar igual uma louca, vo..
O cara não aguentou e enfiou o pau de uma vez na boca dela, enquanto gozava jato após jato de porra.
F: Ahhh.. ahhhhhggg.. siiiim, engole tudo Ani, assim siiiim.. ufff
A: Mmm mmm.. —ela mal conseguia falar—
F: Então o chifre não te pega bem e eu pego? ufff... o que te espera então
O cara soltou mais uns jatos, dentro da boca da minha namorada e tirou a pica. Ani abriu a boquinha, mostrou a porra e engoliu, feito uma putinha gostosa.
A: Mmmm... que delícia é seu leitinho, amor! Adoro
F: Gostou do café da manhã?
A: Sim, amei! Vai me fazer bem pro dia, agora tô com a barriguinha cheia e o coração feliz.
F: É? — disse ele, acariciando o rosto dela —
A: Mhmmm... sim
Ani olhou fixo pra ele e sorriu, ele devolveu o gesto. Quando finalmente minha namorada ia se levantar pra partir pra algo melhor, o cara interrompeu.
F: Bom, já comeu, agora vaza que quero descansar. Ontem fiquei moído do jogo e preciso dormir.
A: Que? Mas...
F: Que parte não entendeu... vaza, falei.
A: Não posso ficar com você? Posso te fazer companhia na cama.
F: Você quer transar, gostosa, e eu não quero, tô cansado, falei.
A: Não, não, juro, só deito com você e te faço companhia.
Claramente Ani queria dar pro cara. Só que não vinha absolutamente nada melhor na cabeça dela pra dizer e não tinha uma desculpa que soasse convincente. O cara olhou ela de cima a baixo...
F: E o corno? Não vai perceber?
A: Hoje não trabalha, desliguei todos os alarmes, então com certeza dorme até meio-dia.
F: E se não?
A: Se não, tô com o celular aqui, ele vai me ligar e vou dizer que saí... haha — riu nervosa —
F: Ok, pega isso
Fede jogou a camiseta que ele tava usando, que cheirava um pouco a suor, e olhou pra ela de novo.
F: Veste isso pra dormir comigo e sem nada por baixo, ok?
A: Sim, amor — disse sorrindo —
"É agora, vão me comer", pensou.
F: Vou tomar um banho, então vai pra minha cama e fica lá, ok?
A: Sim, amor!
Ani correu pra cama feito uma adolescente apaixonada, esperando finalmente pela foda com o namorado. Mas... não era o namorado dela, era o vizinho, o cara que a chantageou desde o começo, era o dono dela (?). Não, de jeito nenhum, não era nada disso. Na cabeça dela, Fede era Fede, era com quem ela tava se sentindo livre, completa, mulher.
Enquanto se deitava na cama e pensava nisso tudo, sentia o cheiro do perfume de Federico e um leve toque de suor nos lençóis (típico de homem). Não conseguia evitar sentir como seu sexo ia ficando molhado, como sua buceta ia inchando aos poucos e como sua respiração ficava ofegante. "A puta da mãe, como esse cara me excita", pensou.
Ani pegou um dos travesseiros, colocou sobre o rosto e abraçou ele. Queria se tocar, morria de vontade de passar a mão no seu sexo e estimular sua zona mais erógena, mas não... queria esperar... queria que fosse o Fede quem a estimulasse. Queria os beijos dele, a língua dele, os dedos dele e, mais que tudo, o pau dele, aquele que tanto a preenchia (mesmo não sendo grande) e que tantos orgasmos já tinha tirado dela, desde aquele primeiro tesão na mesma cama.
Não conseguiu evitar fechar as pernas e apertá-las num ritmo constante e uniforme, que a deixava mais louca do que já estava... Sentiu-se embriagada pela mistura de sensações, os lençóis em contato com a pele, o cheiro do Fede no travesseiro, as pernas apertando sua buceta inchada e o coração a mil, esperando ansiosamente que aquela maldita ducha desligasse e o vizinho do banheiro saísse.
Aguentou o máximo que pôde e, aos poucos, levou a mão direita do travesseiro para a barriga... percebeu como o diafragma subia e descia, conforme respirava fundo, acelerado, ritmicamente. Desceu a mão um pouco mais e abriu levemente as pernas para dar passagem à mão que buscava chegar aos lábios inferiores. Passou direto do clitóris, não queria superestimular, só queria saber o quão molhada estava... e ufff... estava ensopada, escorrendo sucos e se surpreendeu. Comigo nunca esteve assim, talvez nos primeiros meses de namoro, quando éramos caras descobrindo nossos corpos e TUDO nos excitava, mas já fazia um bom tempo que não se sentia dessa forma.
Sem querer, continuou com a ponta do dedo médio ou anelar, o caminho que percorria seu fluxo e se deparou com o fato de que ele tinha descido demais, muito demais. Contraiu os músculos da bunda no momento exato em que, com o dedo, roçou o cu ensopado de fluxo. Que loucura, pensar que isso que ela não gostava tanto e que só me 'emprestava' de vez em quando pra mim, agora eu sentia estranho, confortável... 'excitante'"
"Não, não pode ser Anabela, o que que há com você? Você acabou de ficar com tesão por causa daquele dedo?" pensou.
Dois barulhos trouxeram minha namorada de volta a este plano. Um foi o silêncio do chuveiro e o outro, o celular que tocou com uma mensagem nova. Não era qualquer som, Ani tem sons personalizados e o som que ela ouviu, era o meu. Não sei se chamo de banho de água fria, mas algo assim, foi o que Ani sentiu naquele momento. Quase como se tivessem desligado o disjuntor, apagou a máquina de sonhos e acabou aquele mundo de fantasia onde ela estava perdida há instantes. Pegou o telefone e destravou... era um áudio meu:
Y: Oi amor, como vai? Desculpa, capotei ontem, você me deixou de cama e eu não aguentava mais kkkk. Acho que você deve ter ido treinar e eu deveria fazer o mesmo, mas quis ver se tinha comida em casa e não temos nada, sua burra. Olha, vou dar uma passadinha no mercado e volto. Por que você não me avisa quando terminar seu wod e passo aí pra te pegar, beleza? Podemos ir comer num lugar legal, faz tempo que não saímos, o que acha? Bom, não vou alongar que já tô vendo você me ouvindo na escada com cara de cu kkkkkk... te amo, sua gordinha, a gente se vê daqui a pouco!
Se vocês pensaram que meu áudio ia ser perguntando onde ela estava, não... nada a ver. Não fazia ideia do que minha namorada estava fazendo e nem imaginava que ela estava na cama do cara, a metros do nosso apartamento, de regata e pelada embaixo; esperando pra dormir uma "sonequinha" com o Fede.
Lembram daquele sentimento de culpa que às vezes dava uns tapas de realidade na minha namorada? Pois é, voltaram, e em forma de soco, não de tapa. Meu convite pra sair pra comer, meu te amo, pegaram bem fundo. Agora ela não sabia onde se enfiar, sabia que estava fazendo merda... mas...
F: O que foi, Vizinha? Cê tá com cara de quem viu fantasma kkkkkk
A: Hã? O quê?... ah, não, nada nada, só que meu namorado me mandou um áudio.
F: Uhhh... que merda.. vai se tocar, deixa eu descansar.
A: É, desculpa, Fede.
F: Como é que é com Fede, hein?
A: Amo, amo... desculpa.
F: Me chama do que quiser, foda-se, tô cansado demais pra discutir.
Isso fez a Ani esboçar um sorriso, mas também fez ela levantar a vista e perceber que o cara tinha saído pelado do banheiro. Nunca se trocou, nunca vestiu uma cueca, nada. Ver ele assim, nu, autoritário e sem se importar com nada, fez ela esquecer um pouquinho do meu áudio.
Passaram uns minutos, 5, 10, e a Ani tava deitada olhando pro teto. Ela pensou em como a gente se deita e eu automaticamente abraço ela ou faço colherzinha.
A: Fede..
F: O que foi? — falou meio dormindo —
A: Não, não, nada, me desculpa.
Ani olhou pro cara de novo, percorreu o peito dele, a barriga e parou pra olhar o pau dele. Era diferente do meu, claro, mas aquele pau deixava ela com muito tesão. Como já tava excitada por ter se tocado, minha namorada não queria dormir.
A: Fede..
F: O que você quer? Dá pra me deixar dormir?
A: Por que você tá fazendo essas coisas comigo?
F: Hã? Fazendo o quê? — falou visivelmente irritado —
A: Isso, tudo, transar, me dar ordens, tudo. Não basta tudo que a gente já faz?
Que merda de questionamento ela tava fazendo naquele momento.
F: Não, então eu ordeno que você pare de me encher o saco.
A: Você faz tudo isso porque quer me comer, né? Esse é seu objetivo?
Fede, que tava deitado de barriga pra cima com um braço sobre os olhos, se mexeu pra olhar nos olhos dela. Ani virou a cabeça e os olhares se encontraram.
F: Faço tudo isso porque me dá tesão e porque eu posso, vizinha.
Ela não gostava quando ele chamava ela de vizinha.
A: O que te dá tesão? Ter enganado sua vizinha pra fazer uma punheta e gozar nos peitos dela?
F: De onde vem isso agora? Que parte você não entende que eu quero dormir?
A: Te dá tesão ter me feito vir várias vezes te masturbar e chupar teu pau?
F: Vizinha, dá pra parar?
A: Te dá tesão Ter me comido toda na sua cama e em tantas outras posições?
F: Vizinhaa...
A: Te excita me ter como sua putinha pessoal e me dar ordens? Te excita gozar dentro de mim?
F: ANABELA, A PUTA QUE TE PARIU, PARA COM ISSO!
Uffff... siiiim!! assim, esse tom imperativo, siiiim.
A: -com voz de bebota- te excita saber que sua vizinha é seu depósito de porra pessoal?
A pica do Federico deu um pulo e começou a se mexer, Ani percebeu.
A: Te excita eu falar assim com você? A putinha da sua vizinha te excita?
F: Vizinha, dá pra parar?
Ani se levantou, ficou na frente dele e tirou a camiseta, ficando completamente pelada.
F: Uff...
A: O que foi? Tá vendo algo que te agrada?
Fede começou a se tocar devagar, e o pau foi reagindo ao tom de voz da minha mina e ao corpo gostoso dela, todo pelado.
F: Eu quero dormir — falou, se tocando.
A: E eu quero que você me dê a porra do gozo — rebateu.
F: Qual é, vizinha? Não te bastou o de um tempo atrás?
A: Qual é, Fede? Não tem mais pra mim?
Ani começou a rebater tudo, e eu via que o cara, mais do que ficar puto, tava sorrindo. Essa Ani tava agradando ele. Ela se sentia uma deusa, toda poderosa, ele pela primeira vez meio submisso e não tava achando ruim.
F: — levantando da cama — você sabe que tenho gozo de sobra pra você.
A: Sei não, porque parece que você só quer dormir.
F: Sim, cheguei cansado ontem, gastei muita energia no jogo e no pós...
A: Ah, teve terceiro tempo e o neném chegou tarde?
F: Sim, se por terceiro tempo você quer dizer encher o cu de gozo de uma amiga... sim.
Ani olhou fixo pra ele, desafiadora e com um pouco de ciúme.
A: Ai, coitadinha, fizeram a bundinha dela de saquinho de porra — fazendo biquinho.
F: Sim, fiz a bundinha dela de saquinho.
A: E encheu tudo?
F: Sim, enchi tudo.
Enquanto iam se respondendo, iam se aproximando.
A: Quer que eu chupe um pouco antes?
F: Sim, pra deixar bem lubrificada.
A: Vou chupar do meu jeito?
Ani se ajoelhou e enfiou um dedo na boca de um jeito sensual, mordendo ele e olhando fixo.
F: Ninguém chupa igual você, vizinha.
A: Mas por isso você foi ver aquela puta, digo, amiguinha...
F: Sim, porque ela me entrega a bundinha.
A: Ahh... tudo pela bundinha.
F: Ciumenta?
A: Nada, menos de uma santinha.
F: É que você não me dá a sua.
A: Não, minha bundinha não, mas minha boquinha é toda sua se quiser.
F: É? Pra quando quiser?
A: Mhmm... — disse e começou a bater uma pra ele.
F: Uff... e se você tiver na academia?
A: Largo tudo e venho.
F: E se tiver em casa trampando?
A: Paro um pouco e venho.
A: E se tiver jantando com seu namorado?
A: Invento alguma coisa e venho.
F: Largaria o corno comendo sozinho pra vir me chupar? chupar minha pica?
A: O chifre pode esperar um pouquinho, né?
Disse isso, bateu uma punheta nele de leve e enfiou a pica do Fede na boca, chupando devagar enquanto massageava os ovos dele.
F: Uffa.. Deus.. que boca boa tu tem.
A: Mhmmm... viu? —disse tirando ela—
F: Da próxima vez que eu tiver com tesão, te chamo então..
A: Mmmm..mmmm
F: Mesmo saindo todo babado de brincar?
A: Mais sabor.. mmmmfff....
F: Ahhhgg... siiiim assiiim veci..
A: Mmmmm... ahhhhgggg... uffff, que pica linda tu tem Fede
F: Não é tão grande quanto a do teu namorado
A: Vou te confessar uma coisa? mmmmfff...
F: Uffa, fala.. ahhhgg devagarzinho bebê
A: Nunca fiquei com tesão porque meu namorado tem pica grande..
F: Tá mentindo pra mim veci.. vocês adoram pica grande
A: A gente adora a pica que faz a gente gozar Fede..
Ela olha nos olhos dele, bate uma punheta suave e com a língua percorre toda a cabeça da pica dele de um jeito bem sensual e devagar.
A: E a sua me faz gozar muito e forte.
F: Também te faz gozar
A: Sim, essa gozada gostosa..
F: Tanto assim você gosta?
A: Sim, mmmfff... —e enfiou a pica de novo na boca—
F: Ahhhhhgggg deeeus.. Anabela você me mata...
A: Mmmm.. mmmm
Federico tava curtindo pra caralho, embora parecesse mais que a Ani tava curtindo o boquete. Dava pra ver que a Ani tava muito com tesão, porque esqueceu completamente da vontade que tava de dar pro cara e só tava se dedicando a fazer ele aproveitar. Ela tinha ele na palma da mão dessa vez, mas também se sentia submissa porque tudo que tava fazendo era pra deixar ele com tesão e pra ele curtir.
A luz fraca que entrava pelo sol da manhã pela janela iluminava o rosto e os olhos da minha namorada, que não soltava a pica do vizinho, nem tirava ela um segundo pra respirar. O cara tava no paraíso e muito excitado.
F: Deus.. que boquete do caralho por deus.. ahhhgg..
A: Mmmm.. é? acha que teu pau é.. ahhhhgg —tira ele da boca—, lindo Fede. Não consigo parar de chupar ele, adoro
Ani enfiou a pica do cara de novo na boca e continuou chupando com vontade. Isso matou o Fede, que avisou que tava perto e a Ani tirou ele da boca, passou a língua e abriu a boquinha.
A: Ayy sim.. bate uma pra mim assim, por favor, que lindo ver você batendo uma pra mim.
F: Cê gosta? ufff..
A: Me excita pra caralho ouvir sua mão puxando a pele do seu pau pra trás e batendo na minha saliva.
F: Ahhhgg.. é? te excita saber o que vem?
A: Mmmm.. o que vem?
F: Vem algo que te deixa louca?
A: Eu? algo que me deixa louca? — disse se fazendo de sonsa —
F: Sim, putinha, você.. algo que você adora sentir nos peitos
A: Nos peitos?
F: E no corpo
A: Mmmm..
F: E na boca.. enchendo sua língua e saboreando?
A: Ayy.. o que é, não sei — disse ainda no personagem —
F: Meu gozo, aquele que te deixou louca desde a primeira punheta na sua casa, não lembra?
A: Ufff.. gozo? adoro gozo eu.. mas não sei do que cê tá falando, que noite?
Fede continuava batendo uma e olhando pra minha namorada, que sorria pra ele agachada, na altura do pau dele.
F: Não se faz, que quando começou a encher seus peitos e barriga, você sorriu.
A: Mmmm, deu pra perceber muito?
F: Claro, por que cê acha que continuei te chantageando?
A: Mmm que vizinho safado que eu tenho.
F: Esse vizinho vai te dar o que você quer
A: Ah é?
F: Sim, então vai, abre bebê e pede?
Ani abriu a boca, se aproximou mais do pau do Fede e colocou a língua debaixo da glande.
A: Me dá Fede.. — disse baixinho —
F: Como? ufff... não te.. ahhhgg... ouvi
A: Me dá Fedeee..
F: O que cê quer?
A: Seu gozo Fede, me dá seu gozo por favor, quero tudo pra mim.. ME DÁ — disse quase gritando —
F: Ahhhhgg lá vai.. lá vai Aniiiiii
Ele disse Ani, não vizinha, não Anabela, não putinha, nada.. ANI.. e gozou. Jato após jato de gozo, encheram a boca, língua e cara da minha namorada, que feliz recebia e até dançava de alegria.
F: AAAAHHHH... AAHHHHGGGG... SIIIIIM... ASSIIIIIM
A: Aaaaaa... —só conseguia falar—
Quando o Fede terminou de gozar, passou a pica pela língua, balançando a última gota de porra no rosto da minha namorada e ela sorriu.
Depois disso, Ani engoliu tudo que tinha na língua e, com as mãos, foi juntando parte da porra no rosto, nos peitos e no pescoço e se lambeu. Por fim, esfregou o que restava do líquido nos peitos e apertou eles, sorrindo com a língua pra fora, pra mostrar pro Fede que tinha engolido tudo.
F: Ufff...
A: Sempre tão gostoso meu leitinho mmmm...
F: Gostou?
A: Adorei, Fede... hahahaha
Fede ajudou minha namorada a se levantar e, quando ia dar um beijo nela, ouviu uma batida na porta.
F: Quem caralhos é?
A: Que importa, Fede...
F: Não para, porque só falta ser um amigo que ia vir me trazer uma coisa hoje e que deixaram ele entrar.
A: Tá de sacanagem!? Por que não me falou?
F: Não lembrei, Ani, para...
Fede vestiu a cueca e foi até a porta. Chegou perto do olho mágico.
F: A puta da mãe...
A: O que foi? — disse Ani em voz baixa.
Y: Ei, Fede, cê tá aí?
Tinha chegado rápido do supermercado e bati na porta.
Trago agora um novo capítulo de Ani e Fede, que vocês tanto gostam e que tava meio capenga já.
Tudo é bem-vindo: pontos, compartilhar, mensagens, chats, seguidores, etc. Sempre na boa e com a melhor vibe, porque o importante é que vocês curtam tanto quanto eu curto escrever. Sem mais, deixo o relato!
__
Ani jogou o celular na mesinha de cabeceira e se deitou do meu lado, sorrindo e pensando que amanhã ia ver o cara de novo. Eu, como já disse, tava morto; a sessão de sexo daquele dia tinha me deixado literalmente de cama e eu apaguei que nem um tronco. Nunca soube que Ani tinha ficado batendo papo, nunca soube quando ela se deitou e nunca soube por que a gente tinha feito tudo que fez naquele dia.
Na real, dava pra dizer que eu tinha a namorada perfeita. Ela não era só meiga e doce comigo e com todo o prédio, mas na intimidade era uma puta gostosa e me mostrava isso sempre que dava. Ou pelo menos foi o que pensei naquele dia... o anjinho do prédio não era tão anjinho quanto todo mundo achava. Era óbvio que o tesão da minha namorada vinha de outro lugar, melhor dizendo, vinha do "lado".
A noite passou sem mais nem menos, eu dormi igual uma pedra e, como no dia seguinte não trabalhava, cancelei todos os despertadores, o que me fez dormir por horas. E a Ani?... Como dizer? A Ani quase não dormiu a noite toda. Não é difícil sacar o porquê se vocês leram ou lembram do relato anterior. Se não leram, não lembram ou é a primeira vez que tão lendo... minha namorada, depois de transar comigo (e ficar claramente insatisfeita), combinou de se encontrar de manhã cedo com o cara pra "tomar café".
Minha namorada acordou bem cedo e a primeira coisa que fez foi pegar o celular e mandar uma mensagem pro Fede:
Pra: Amor, tá acordado? já levantei e tô pronta pro meu café da manhã...
Atrás dessa mensagem, manda uma foto:
Ela ficou nervosa quando mandou aquela foto, mas nervoso bom, de tesão pelo que acabou de fazer. Se sentia jovem, nunca fez essas coisas comigo e a gente tá junto há muitos anos; então era como se fosse a primeira vez. Tava deitada do meu lado, mandando uma selfie sexy pro vizinho que comia ela.Minha namorada esperou ele responder e enquanto isso se preparou. Foi tomar banho, se arrumou toda e até passou perfume, tava viciada demais. Na cabeça dela, uma manhã de sexo com conexão forte, cheia de orgasmos e tudo que viesse à mente.
Na real... bom, Fede não pensava bem assim. Enquanto Ani tava começando a se maquiar, o celular vibra. Ela quase largou tudo pra pegar rápido e o coração começou a bater a mil quando viu que era o cara.
F: O que cê tá fazendo acordada nessa hora, vizinha? Sua puta, me acordou.
A: Desculpa, Fede, não quis... — escreveu envergonhada.
F: O que cê quer?
O entusiasmo diminuiu um pouco, mas ela sentiu aquela pontada na buceta que sente toda vez que Fede falava assim com ela.
A: Não... bom, é que a gente combinou ontem que hoje dava pra tomar café juntos (emoji de piscada)
F: Hã? Falei isso? Ontem tava bebendo com os amigos, depois do futebol, não lembro de nada.
A: Ahh, sim... emm... você disse que eu podia ir tomar café com v...
Ani ficou pensando, enquanto o cursor do WhatsApp piscava esperando. Não queria ser tão submissa, tudo bem que ela gostava do jeito que ele tratava ela, mas qualé! Ela era mais velha que ele, era uma gostosa, não podia se humilhar assim. Respirou fundo, apagou a mensagem e escreveu de novo.
A: Sim, e daí? Não lembra? Você disse que eu podia ir transar e tomar meu leite gozado ou não quer?
Pá! Enviar... pronto, falou. O cara não ia perder a chance de comer ela de novo, era óbvio. Enquanto sorria triunfante (ou pensava que sim), via Fede escrevendo, apagando, escrevendo, mandando áudio, apagando, etc.
F: Anabela, quem você pensa que é? Acho que você não é Ciente da posição que você tá? Aqui, quem levou foda foi você, eu fui bem tratado ontem.
Ufff.. a mensagem caiu como um balde de água gelada. O plano da Ani de se impor e partir pra cima deu errado e, ainda por cima, aquela última parte da mensagem do Fede deixou um aperto no estômago dela. Era ciúme? Nah, impossível.
A: Não, bom, desculpa
Fede levantava um dedo e ela já tava submissa de novo..
F: Não tenho que te perdoar. — falei seco —
A: Fede, você ficou bravo? Desculpa
A: Desculp, digo.. amor
F: Não tô bravo, cê pensa que eu tenho 15 anos, magra?
A: Não, verdade.
F: Olha, tô moído do jogo de ontem, então faz o que quiser. Se quiser vir, vem, senão fica com o corno e dá pra ele. Mas decide AGORA!
Esse tom imperativo, esse jeito de falar com ela e deixar ela aos pés dele, não agradava nada a Ani. ELA AMAVA! Ela hesitou pra caralho, sabia que o cara tava bravo, mas também mandou ela transar comigo. Aquilo foi uma ordem? Ele queria que eu comesse ela e depois ela contasse? Podia fazer.. afinal, ele comeu outra puta ontem..
Ufff, ciúme de novo? "Não, nada a ver", pensou. Ani balançou a cabeça, saiu do banheiro e me viu roncando na cama. Um pouco de culpa ainda batia, e até tesão. Eu tinha dormido de pau duro e, como nós dois somos treinados, tava com o torso nu e o pau fazendo volume debaixo dos lençóis. Somos casados há anos, compartilhamos muito e ainda assim ela ficava excitada me vendo assim. Isso aliviou a pressão que ela tava sentindo, ela sorriu de novo e foi direto pra porta.
Ani nem pensou, bateu na porta do cara, mas ela se abriu um pouco. Que estranho, tá aberta? Talvez ele tenha voltado bêbado ontem e não fechou. Não, não era isso. Lá estava Fede, parado na sala, com a janela toda aberta e de pau duro, esperando por ela.
F: Eu sabia que você ia vir, vizinha. Que foi, não prefere dar pro seu marido?
A: Namorado.. — retrucou —
F: O que cê espera, aqui tem o café da manhã. Sabia que cê tava com fome. então preparei uma coisa gostosa pra você.
A: Ah, é? é bem gostosa? - disse se aproximando do Fede e se ajoelhando-
F: Não sei, me diz você que é quem vai curtir.
Ani não falou mais nada, só sorriu cúmplice e fez o que veio fazer. Agarrou a pica do cara, enfiou na boca e deu umas lambidas, antes de chupar ela.
F: Ufff.. ahhhgg.. bom dia, vizinha! Como amanheceu a princesa do.. uff.. do prédio? A: Mmmm... mmmfff.. com fome – disse e enfiou a pica de volta na boca –
F: O que foi, não te deram de comer ontem?
A: ....
F: Não vai me dizer que teu namorado te deixou sem o que você tanto gosta?
A: Mm..mmmm.. Ele me deu, sim.. ahgggg... mas pouquinho
F: Com uma mangueira dessas e... ahhhh.. gozou pouco?
A: Shi.. – disse sem tirar a pica da boca – aaahhhhggg..
F: Uyyy Anabela.. que vontade você tava.. ufff
Ani não conseguia responder nada do que ele dizia. Tava concentradíssima chupando o cara, precisava mamar ele e foder com ele de qualquer jeito. A buceta dela pedia por socorro por baixo da legging, que já tava encharcada.
F: Enfia ela toda, vai.. assim, chupa assim..
Ani abriu bem a boca e enfiou o máximo que conseguiu.
F: Ahhhh... siiiim, adoro como você chupa minha rola, vizinha. A: ...
F: Que lindo ver essa carinha engolindo essa pica.
A: Mmmm.. cê gosta?
F: Mas eu gosto mais dessa bundinha pequena, vai me dar hoje?
Ani congelou, mas na hora continuou brincando com a língua na pica do cara. Não queria que ele metesse no cu, já tinha falado mil vezes, mas.. não negou de cara e soltou um gemido bem leve e quase imperceptível quando ele falou.
A: Mmmm.. não, amor, por favor, isso não.
F: Por que não? uff..
A: Não curto, mmmmfff.. além disso.. ahhhggg.. você disse que se eu obedecesse, não ia pedir mais.
F: Jajajaja.. tá bom, tá bom..
A: Jura? se quiser, pode me foder toda hoje.
F: Cê quer que eu te coma?
A: Sim, por favor.. tô precisando demais, aye..
Ela nem terminou de falar, o cara pegou a cabeça dela com as duas mãos e começou a foder a boquinha da minha namorada. Ela engasgou com a brusquidão, e quando ele tirou a pica da boca dela, falou:
F: Uff sim.. assim.. tô te comendo, olha. A: Ahhhccckk.. uff.. não era disso que eu tava falando. Uff...
F: Do que cê tava falando, vizinha?
A: Cê sabe, amor..
F: Não, não sei.. me fala aí..
Ani olhou pra ele, enquanto batia uma punheta suave nele. Ficou em silêncio por um momento pensando, e só dava pra ouvir o barulho da mão, numa masturbação bem lubrificada de tanta saliva.
A: Quero que você me coma.
F: Sei não, não tô entendendo, seja mais específica se quer que eu entenda.
A: Como?
F: Ué, o que você quer que eu faça com você?
A: Que me co..
F: MAIS ESPECÍFICA, EU FALEI!
Uff.. ele adorou aquele grito.
A: Quero que você meta o pau bem fundo, quero montar em você e gozar toda a sua barriga enquanto cê pega nas minhas tetas..
F: Ahã..
A: Quero que você me faça sua, que me dê tapas na bunda e me encha de muito leite, diferente do meu namorado ontem.
F: O que seu namorado fez ontem?
A: Me comeu, melhor dizendo, eu comi ele.. mas não curti, só ele curtiu e me deixou com tesão.
F: Ele não sabe te comer?
A: Não, ele não sabe me comer..
F: Quem sabe te comer?
A: Você, amor! Você sabe me comer.. você me faz gozar igual uma louca, vo..
O cara não aguentou e enfiou o pau de uma vez na boca dela, enquanto gozava jato após jato de porra.
F: Ahhh.. ahhhhhggg.. siiiim, engole tudo Ani, assim siiiim.. ufff A: Mmm mmm.. —ela mal conseguia falar—
F: Então o chifre não te pega bem e eu pego? ufff... o que te espera então
O cara soltou mais uns jatos, dentro da boca da minha namorada e tirou a pica. Ani abriu a boquinha, mostrou a porra e engoliu, feito uma putinha gostosa.
A: Mmmm... que delícia é seu leitinho, amor! Adoro F: Gostou do café da manhã?
A: Sim, amei! Vai me fazer bem pro dia, agora tô com a barriguinha cheia e o coração feliz.
F: É? — disse ele, acariciando o rosto dela —
A: Mhmmm... sim
Ani olhou fixo pra ele e sorriu, ele devolveu o gesto. Quando finalmente minha namorada ia se levantar pra partir pra algo melhor, o cara interrompeu.
F: Bom, já comeu, agora vaza que quero descansar. Ontem fiquei moído do jogo e preciso dormir.
A: Que? Mas...
F: Que parte não entendeu... vaza, falei.
A: Não posso ficar com você? Posso te fazer companhia na cama.
F: Você quer transar, gostosa, e eu não quero, tô cansado, falei.
A: Não, não, juro, só deito com você e te faço companhia.
Claramente Ani queria dar pro cara. Só que não vinha absolutamente nada melhor na cabeça dela pra dizer e não tinha uma desculpa que soasse convincente. O cara olhou ela de cima a baixo...
F: E o corno? Não vai perceber?
A: Hoje não trabalha, desliguei todos os alarmes, então com certeza dorme até meio-dia.
F: E se não?
A: Se não, tô com o celular aqui, ele vai me ligar e vou dizer que saí... haha — riu nervosa —
F: Ok, pega isso
Fede jogou a camiseta que ele tava usando, que cheirava um pouco a suor, e olhou pra ela de novo.
F: Veste isso pra dormir comigo e sem nada por baixo, ok?
A: Sim, amor — disse sorrindo —
"É agora, vão me comer", pensou.
F: Vou tomar um banho, então vai pra minha cama e fica lá, ok?
A: Sim, amor!
Ani correu pra cama feito uma adolescente apaixonada, esperando finalmente pela foda com o namorado. Mas... não era o namorado dela, era o vizinho, o cara que a chantageou desde o começo, era o dono dela (?). Não, de jeito nenhum, não era nada disso. Na cabeça dela, Fede era Fede, era com quem ela tava se sentindo livre, completa, mulher.
Enquanto se deitava na cama e pensava nisso tudo, sentia o cheiro do perfume de Federico e um leve toque de suor nos lençóis (típico de homem). Não conseguia evitar sentir como seu sexo ia ficando molhado, como sua buceta ia inchando aos poucos e como sua respiração ficava ofegante. "A puta da mãe, como esse cara me excita", pensou.
Ani pegou um dos travesseiros, colocou sobre o rosto e abraçou ele. Queria se tocar, morria de vontade de passar a mão no seu sexo e estimular sua zona mais erógena, mas não... queria esperar... queria que fosse o Fede quem a estimulasse. Queria os beijos dele, a língua dele, os dedos dele e, mais que tudo, o pau dele, aquele que tanto a preenchia (mesmo não sendo grande) e que tantos orgasmos já tinha tirado dela, desde aquele primeiro tesão na mesma cama.
Não conseguiu evitar fechar as pernas e apertá-las num ritmo constante e uniforme, que a deixava mais louca do que já estava... Sentiu-se embriagada pela mistura de sensações, os lençóis em contato com a pele, o cheiro do Fede no travesseiro, as pernas apertando sua buceta inchada e o coração a mil, esperando ansiosamente que aquela maldita ducha desligasse e o vizinho do banheiro saísse.
Aguentou o máximo que pôde e, aos poucos, levou a mão direita do travesseiro para a barriga... percebeu como o diafragma subia e descia, conforme respirava fundo, acelerado, ritmicamente. Desceu a mão um pouco mais e abriu levemente as pernas para dar passagem à mão que buscava chegar aos lábios inferiores. Passou direto do clitóris, não queria superestimular, só queria saber o quão molhada estava... e ufff... estava ensopada, escorrendo sucos e se surpreendeu. Comigo nunca esteve assim, talvez nos primeiros meses de namoro, quando éramos caras descobrindo nossos corpos e TUDO nos excitava, mas já fazia um bom tempo que não se sentia dessa forma.
Sem querer, continuou com a ponta do dedo médio ou anelar, o caminho que percorria seu fluxo e se deparou com o fato de que ele tinha descido demais, muito demais. Contraiu os músculos da bunda no momento exato em que, com o dedo, roçou o cu ensopado de fluxo. Que loucura, pensar que isso que ela não gostava tanto e que só me 'emprestava' de vez em quando pra mim, agora eu sentia estranho, confortável... 'excitante'"
"Não, não pode ser Anabela, o que que há com você? Você acabou de ficar com tesão por causa daquele dedo?" pensou.
Dois barulhos trouxeram minha namorada de volta a este plano. Um foi o silêncio do chuveiro e o outro, o celular que tocou com uma mensagem nova. Não era qualquer som, Ani tem sons personalizados e o som que ela ouviu, era o meu. Não sei se chamo de banho de água fria, mas algo assim, foi o que Ani sentiu naquele momento. Quase como se tivessem desligado o disjuntor, apagou a máquina de sonhos e acabou aquele mundo de fantasia onde ela estava perdida há instantes. Pegou o telefone e destravou... era um áudio meu:
Y: Oi amor, como vai? Desculpa, capotei ontem, você me deixou de cama e eu não aguentava mais kkkk. Acho que você deve ter ido treinar e eu deveria fazer o mesmo, mas quis ver se tinha comida em casa e não temos nada, sua burra. Olha, vou dar uma passadinha no mercado e volto. Por que você não me avisa quando terminar seu wod e passo aí pra te pegar, beleza? Podemos ir comer num lugar legal, faz tempo que não saímos, o que acha? Bom, não vou alongar que já tô vendo você me ouvindo na escada com cara de cu kkkkkk... te amo, sua gordinha, a gente se vê daqui a pouco!
Se vocês pensaram que meu áudio ia ser perguntando onde ela estava, não... nada a ver. Não fazia ideia do que minha namorada estava fazendo e nem imaginava que ela estava na cama do cara, a metros do nosso apartamento, de regata e pelada embaixo; esperando pra dormir uma "sonequinha" com o Fede.
Lembram daquele sentimento de culpa que às vezes dava uns tapas de realidade na minha namorada? Pois é, voltaram, e em forma de soco, não de tapa. Meu convite pra sair pra comer, meu te amo, pegaram bem fundo. Agora ela não sabia onde se enfiar, sabia que estava fazendo merda... mas...
F: O que foi, Vizinha? Cê tá com cara de quem viu fantasma kkkkkk
A: Hã? O quê?... ah, não, nada nada, só que meu namorado me mandou um áudio.
F: Uhhh... que merda.. vai se tocar, deixa eu descansar.
A: É, desculpa, Fede.
F: Como é que é com Fede, hein?
A: Amo, amo... desculpa.
F: Me chama do que quiser, foda-se, tô cansado demais pra discutir.
Isso fez a Ani esboçar um sorriso, mas também fez ela levantar a vista e perceber que o cara tinha saído pelado do banheiro. Nunca se trocou, nunca vestiu uma cueca, nada. Ver ele assim, nu, autoritário e sem se importar com nada, fez ela esquecer um pouquinho do meu áudio.
Passaram uns minutos, 5, 10, e a Ani tava deitada olhando pro teto. Ela pensou em como a gente se deita e eu automaticamente abraço ela ou faço colherzinha.
A: Fede..
F: O que foi? — falou meio dormindo —
A: Não, não, nada, me desculpa.
Ani olhou pro cara de novo, percorreu o peito dele, a barriga e parou pra olhar o pau dele. Era diferente do meu, claro, mas aquele pau deixava ela com muito tesão. Como já tava excitada por ter se tocado, minha namorada não queria dormir.
A: Fede..
F: O que você quer? Dá pra me deixar dormir?
A: Por que você tá fazendo essas coisas comigo?
F: Hã? Fazendo o quê? — falou visivelmente irritado —
A: Isso, tudo, transar, me dar ordens, tudo. Não basta tudo que a gente já faz?
Que merda de questionamento ela tava fazendo naquele momento.
F: Não, então eu ordeno que você pare de me encher o saco.
A: Você faz tudo isso porque quer me comer, né? Esse é seu objetivo?
Fede, que tava deitado de barriga pra cima com um braço sobre os olhos, se mexeu pra olhar nos olhos dela. Ani virou a cabeça e os olhares se encontraram.
F: Faço tudo isso porque me dá tesão e porque eu posso, vizinha.
Ela não gostava quando ele chamava ela de vizinha.
A: O que te dá tesão? Ter enganado sua vizinha pra fazer uma punheta e gozar nos peitos dela?
F: De onde vem isso agora? Que parte você não entende que eu quero dormir?
A: Te dá tesão ter me feito vir várias vezes te masturbar e chupar teu pau?
F: Vizinha, dá pra parar?
A: Te dá tesão Ter me comido toda na sua cama e em tantas outras posições?
F: Vizinhaa...
A: Te excita me ter como sua putinha pessoal e me dar ordens? Te excita gozar dentro de mim?
F: ANABELA, A PUTA QUE TE PARIU, PARA COM ISSO!
Uffff... siiiim!! assim, esse tom imperativo, siiiim.
A: -com voz de bebota- te excita saber que sua vizinha é seu depósito de porra pessoal?
A pica do Federico deu um pulo e começou a se mexer, Ani percebeu.
A: Te excita eu falar assim com você? A putinha da sua vizinha te excita?
F: Vizinha, dá pra parar?
Ani se levantou, ficou na frente dele e tirou a camiseta, ficando completamente pelada.
F: Uff... A: O que foi? Tá vendo algo que te agrada?
Fede começou a se tocar devagar, e o pau foi reagindo ao tom de voz da minha mina e ao corpo gostoso dela, todo pelado.
F: Eu quero dormir — falou, se tocando.
A: E eu quero que você me dê a porra do gozo — rebateu.
F: Qual é, vizinha? Não te bastou o de um tempo atrás?
A: Qual é, Fede? Não tem mais pra mim?
Ani começou a rebater tudo, e eu via que o cara, mais do que ficar puto, tava sorrindo. Essa Ani tava agradando ele. Ela se sentia uma deusa, toda poderosa, ele pela primeira vez meio submisso e não tava achando ruim.
F: — levantando da cama — você sabe que tenho gozo de sobra pra você.
A: Sei não, porque parece que você só quer dormir.
F: Sim, cheguei cansado ontem, gastei muita energia no jogo e no pós...
A: Ah, teve terceiro tempo e o neném chegou tarde?
F: Sim, se por terceiro tempo você quer dizer encher o cu de gozo de uma amiga... sim.
Ani olhou fixo pra ele, desafiadora e com um pouco de ciúme.
A: Ai, coitadinha, fizeram a bundinha dela de saquinho de porra — fazendo biquinho.
F: Sim, fiz a bundinha dela de saquinho.
A: E encheu tudo?
F: Sim, enchi tudo.
Enquanto iam se respondendo, iam se aproximando.
A: Quer que eu chupe um pouco antes?
F: Sim, pra deixar bem lubrificada.
A: Vou chupar do meu jeito?
Ani se ajoelhou e enfiou um dedo na boca de um jeito sensual, mordendo ele e olhando fixo.
F: Ninguém chupa igual você, vizinha.
A: Mas por isso você foi ver aquela puta, digo, amiguinha...
F: Sim, porque ela me entrega a bundinha.
A: Ahh... tudo pela bundinha.
F: Ciumenta?
A: Nada, menos de uma santinha.
F: É que você não me dá a sua.
A: Não, minha bundinha não, mas minha boquinha é toda sua se quiser.
F: É? Pra quando quiser?
A: Mhmm... — disse e começou a bater uma pra ele.
F: Uff... e se você tiver na academia?
A: Largo tudo e venho.
F: E se tiver em casa trampando?
A: Paro um pouco e venho.
A: E se tiver jantando com seu namorado?
A: Invento alguma coisa e venho.
F: Largaria o corno comendo sozinho pra vir me chupar? chupar minha pica?
A: O chifre pode esperar um pouquinho, né?
Disse isso, bateu uma punheta nele de leve e enfiou a pica do Fede na boca, chupando devagar enquanto massageava os ovos dele.
F: Uffa.. Deus.. que boca boa tu tem. A: Mhmmm... viu? —disse tirando ela—
F: Da próxima vez que eu tiver com tesão, te chamo então..
A: Mmmm..mmmm
F: Mesmo saindo todo babado de brincar?
A: Mais sabor.. mmmmfff....
F: Ahhhgg... siiiim assiiim veci..
A: Mmmmm... ahhhhgggg... uffff, que pica linda tu tem Fede
F: Não é tão grande quanto a do teu namorado
A: Vou te confessar uma coisa? mmmmfff...
F: Uffa, fala.. ahhhgg devagarzinho bebê
A: Nunca fiquei com tesão porque meu namorado tem pica grande..
F: Tá mentindo pra mim veci.. vocês adoram pica grande
A: A gente adora a pica que faz a gente gozar Fede..
Ela olha nos olhos dele, bate uma punheta suave e com a língua percorre toda a cabeça da pica dele de um jeito bem sensual e devagar.
A: E a sua me faz gozar muito e forte.
F: Também te faz gozar
A: Sim, essa gozada gostosa..
F: Tanto assim você gosta?
A: Sim, mmmfff... —e enfiou a pica de novo na boca—
F: Ahhhhhgggg deeeus.. Anabela você me mata...
A: Mmmm.. mmmm
Federico tava curtindo pra caralho, embora parecesse mais que a Ani tava curtindo o boquete. Dava pra ver que a Ani tava muito com tesão, porque esqueceu completamente da vontade que tava de dar pro cara e só tava se dedicando a fazer ele aproveitar. Ela tinha ele na palma da mão dessa vez, mas também se sentia submissa porque tudo que tava fazendo era pra deixar ele com tesão e pra ele curtir.
A luz fraca que entrava pelo sol da manhã pela janela iluminava o rosto e os olhos da minha namorada, que não soltava a pica do vizinho, nem tirava ela um segundo pra respirar. O cara tava no paraíso e muito excitado.
F: Deus.. que boquete do caralho por deus.. ahhhgg..
A: Mmmm.. é? acha que teu pau é.. ahhhhgg —tira ele da boca—, lindo Fede. Não consigo parar de chupar ele, adoro
Ani enfiou a pica do cara de novo na boca e continuou chupando com vontade. Isso matou o Fede, que avisou que tava perto e a Ani tirou ele da boca, passou a língua e abriu a boquinha.
A: Ayy sim.. bate uma pra mim assim, por favor, que lindo ver você batendo uma pra mim. F: Cê gosta? ufff..
A: Me excita pra caralho ouvir sua mão puxando a pele do seu pau pra trás e batendo na minha saliva.
F: Ahhhgg.. é? te excita saber o que vem?
A: Mmmm.. o que vem?
F: Vem algo que te deixa louca?
A: Eu? algo que me deixa louca? — disse se fazendo de sonsa —
F: Sim, putinha, você.. algo que você adora sentir nos peitos
A: Nos peitos?
F: E no corpo
A: Mmmm..
F: E na boca.. enchendo sua língua e saboreando?
A: Ayy.. o que é, não sei — disse ainda no personagem —
F: Meu gozo, aquele que te deixou louca desde a primeira punheta na sua casa, não lembra?
A: Ufff.. gozo? adoro gozo eu.. mas não sei do que cê tá falando, que noite?
Fede continuava batendo uma e olhando pra minha namorada, que sorria pra ele agachada, na altura do pau dele.
F: Não se faz, que quando começou a encher seus peitos e barriga, você sorriu.
A: Mmmm, deu pra perceber muito?
F: Claro, por que cê acha que continuei te chantageando?
A: Mmm que vizinho safado que eu tenho.
F: Esse vizinho vai te dar o que você quer
A: Ah é?
F: Sim, então vai, abre bebê e pede?
Ani abriu a boca, se aproximou mais do pau do Fede e colocou a língua debaixo da glande.
A: Me dá Fede.. — disse baixinho —
F: Como? ufff... não te.. ahhhgg... ouvi
A: Me dá Fedeee..
F: O que cê quer?
A: Seu gozo Fede, me dá seu gozo por favor, quero tudo pra mim.. ME DÁ — disse quase gritando —
F: Ahhhhgg lá vai.. lá vai Aniiiiii
Ele disse Ani, não vizinha, não Anabela, não putinha, nada.. ANI.. e gozou. Jato após jato de gozo, encheram a boca, língua e cara da minha namorada, que feliz recebia e até dançava de alegria.
F: AAAAHHHH... AAHHHHGGGG... SIIIIIM... ASSIIIIIM A: Aaaaaa... —só conseguia falar—
Quando o Fede terminou de gozar, passou a pica pela língua, balançando a última gota de porra no rosto da minha namorada e ela sorriu.
Depois disso, Ani engoliu tudo que tinha na língua e, com as mãos, foi juntando parte da porra no rosto, nos peitos e no pescoço e se lambeu. Por fim, esfregou o que restava do líquido nos peitos e apertou eles, sorrindo com a língua pra fora, pra mostrar pro Fede que tinha engolido tudo.F: Ufff...
A: Sempre tão gostoso meu leitinho mmmm...
F: Gostou?
A: Adorei, Fede... hahahaha
Fede ajudou minha namorada a se levantar e, quando ia dar um beijo nela, ouviu uma batida na porta.
F: Quem caralhos é?
A: Que importa, Fede...
F: Não para, porque só falta ser um amigo que ia vir me trazer uma coisa hoje e que deixaram ele entrar.
A: Tá de sacanagem!? Por que não me falou?
F: Não lembrei, Ani, para...
Fede vestiu a cueca e foi até a porta. Chegou perto do olho mágico.
F: A puta da mãe...
A: O que foi? — disse Ani em voz baixa.
Y: Ei, Fede, cê tá aí?
Tinha chegado rápido do supermercado e bati na porta.
14 comentários - Minha namorada e o vizinho gostoso do 4º B (pt-11)