Meu nome é Marcel Montecinos, do belo estado de Chihuahua, num cantinho da serra, um lugar lindo e turístico, cheio de montanhas e paisagens maravilhosas pra passear, mas principalmente pelas vistas deslumbrantes, pela comida e, acima de tudo, pela beleza das mulheres em cada esquina. Mas antes de falar do principal, vou dizer que sou uma pessoa tranquila e em paz. Agora sou aposentado e não tenho nada que me preocupe. Meus filhos já seguiram suas vidas, e minha amada esposa partiu há alguns anos, então, quando não vou visitá-la no cemitério, passo o tempo caminhando pelas estradas de terra dos lugares ou tomando um café nas saídas da serra. Minha casa é bem normal, embora grande, porque, como eu disse, meus filhos já formaram suas famílias, e a casa fica pra hóspedes ou pra guardar coisas. Tenho dois filhos que acabaram de subir o terceiro degrau na vida, com bons empregos em fazendas a algumas horas da minha casa. Os dois vivem vidas confortáveis e tranquilas, então ligações ou visitas a cada dois ou três meses fazem a gente se ver pouco, mas sempre estamos em contato. A família é pequena, então meus filhos decidiram ter suas prioridades pra aumentar a família, que é o que espero: ter netos é a coisa mais gostosa que poderia acontecer pra mim. Uma das minhas noras é a Malena, uma mulher linda e caseira, que trata meu filho como ele merece, uma nora maravilhosa e prestativa. Minha outra nora é a Valentina, uma mulher gentil, não tão prestativa, mas muito dedicada ao meu filho e à família quando precisa fazer festas ou reuniões, já que ela é corretora de imóveis, o que a deixa ocupada. Enquanto a vida passa e o tempo voa, minha vida é a coisa mais normal, sinto que até rotineira, mas livre pra me divertir, porque não tenho muitos amigos, além do Nachito, meu amigo da lavanderia, um homem já de idade, como eu. Aliás, nós dois estamos nos 71, sétimo degrau, mas ainda fortes, hahaha. Depois de deixar claro um pouco da minha vida, acho que o mais útil nela é passar pra aquele... Dia em que, sendo um dia tranquilo, passou a ser um dia de uma grata visita e um encontro feliz para este que vos serve. Antes de explicar, direi que senhoritas, cavalheiros, sou uma pessoa muito tranquila, sem malícia nenhuma. Bem, até que, como dizem, as surpresas da vida batem na porta... Lembro daquele dia nublado, fresco, mas com um lindo entardecer entre nuvens que ameaçavam uma chuvinha. Estava com meu amigo alfaiate, tintureiro, como chamo ele, Nachito. A gente tava papeando sobre futebol ou governo, coisas de velho gagá, discutindo os dois, botando assunto na mesa. Eu sentado no balcão e ele numa poltrona ou sofá, tomando um café e olhando pra rua de vez em quando, de olho na chuva. Sem ouvir as últimas palavras daquela conversa, vi na frente do Quiosque Ventura minha nora caminhando e se despedindo de mão dada com um homem bem vestido, de boa aparência, que não era meu filho. Pensei: "Será que é serviço de trabalho? O que minha nora tá fazendo nesses andares?" Aí calei meu amigo, e os dois ficamos olhando pras saídas do quiosque. Nacho: "O que foi, véio Marce? Tá bem? Parece que viu um fantasma ou sua esposa", dando risada. Com meu dedo anelar no ar, mandei calar: "Vamos, Nacho, não seja bobo. É ou parece? É minha nora..." Nacho: "Ôôô, é verdade. Com certeza teu filho deve estar te procurando." Sem mais, levantei e saí na maior velocidade, sem perder detalhes da minha nora.
Hee heeey Valentina, ela olhou pra mim e sorriu...
Val: Oi sogrão
Marc: Falei, cumprimentando ela, como cê tá?
O que cê tá fazendo por aqui?
Val: Sogro, vim negociar um aluguel e uns pagamentos de terrenos...
Aaa entendi, e meu filho?
Val: Trabalhando, suponho (risos)
Entendo (risos). Cê tá trabalhando então...
Val: Isso mesmo, sogrão
Vale, fico feliz, mesmo sendo raro te ver por aqui, mas bora, te convido pra um café ou um almoço, não posso deixar minha nora assim agora que te vi 😃
Val: Jejeje, sogrão, fechado, um café, vamos...
Enquanto a gente caminhava e se preparava pra tomar um café e bater papo, os olhares de gente conhecida, até do meu bom Nachito, não demoraram a aparecer. Valentina chamava atenção de jovens, velhos e um ou outro cliente. Eu, pasmo, imaginava que tavam pensando mal...
Ainda eram umas 3 ou 4 da tarde quando saímos da cafeteria pra ir pra casa, porque o carro dela tinha deixado perto de um shopping ali do lado da casa do seu servo... Fomos andando, convidei ela pra ir em casa, ela aceitou de boa, e a gente conversou sobre tudo: um pouco do meu filho, deles, um pouco de mim e de uma notícia esperada, mas ainda cheia de interrogações, porque não era hora de saber ainda...
Andamos pela casa pra fazer outro café, tomando e vendo as plantas da já falecida sogra querida dela, que ela cuidava com carinho, e também os quartos, contando histórias do meu filho e do genro, cheias de perguntas e risadas. A conversa era frutífera, gostosa, como nunca tinha sido antes, porque sempre em família a gente só falava junto, mas agora era só eu e Valentina...
Sentamos na sala e, de repente, flashes do que a gente tinha vivido na cafeteria vieram na minha cabeça enquanto ela me contava algo, e eu ri, porque o momento tinha sido lindo. Aí veio uma pergunta de Valentina pra mim: "Sogro, e o senhor, quando vai arrumar uma namorada? Alguém pra não ficar sozinho? O senhor exige, exige, e nada do senhor... Jejeje, Valentina, já sou velho, não podem esperar nada de mim. minha mais que dar trabalho... Val: sogro, uma boa mulher vai aparecer, ela é boa pessoa, tempo ao tempo, fica tranquilo que essa casa precisa ter mais vida... Eu sei, Vale, mas não me preocupo, já tive uma boa vida e estou tranquilo... Não consegui desviar meu olhar da Valentina, pois ela, de pé e já saindo de casa, pude admirar a beleza que ela era...
Claro, eu mantinha a calma, afinal era minha nora e eu tinha respeito por ela e pelo meu filho, assim como pela minha falecida esposa, mas não sou bobo... As coxas dela, grandes, torneadas e carnudas dentro daquelas meias, eram um deleite. Ninguém negaria que ela era uma gostosa. Em casa de um velho, já era um feito e tanto, uma conquista pra mim poder vê-la... Naquela tarde, ela saiu da minha casa e eu vi, a cada passo, o corpo dela se mexendo por inteiro. Acho que foi o começo de eu olhar pra minha nora com outros olhos, mesmo tentando evitar, pensar nisso já era assim, não tinha mais volta. Precisava de opiniões, então fui falar com meu velho amigo de confiança. Depois de uma conversa com o Nachito, ele mesmo me olhou diferente. Hesitei em contar, mas precisava de um conselho sincero, de um amigo... Meu velho amigo Nacho, preciso saber de uma coisa, me ajuda com um problema. Nacho pulou na hora e perguntou: "Fala aí." Acho que ele percebeu minha seriedade e o jeito como eu perguntava, me angustiando. Demorei pra contar, com café na mão e o negócio dele prestes a fechar. "Vamos pra sua casa, você tá com cara de ruim e a gente conversa." Chegando em casa, ofereci um café, acendi um cigarro e perguntei: "Nacho, você que me conhece e é um cavalheiro, quero um conselho, como você sempre me deu ao longo dos anos." Respirei fundo, fumei forte... Nacho: "Fala, Marcel, você é meu melhor amigo e nada disso eu levaria a mal. Um conselho não se nega a ninguém, ainda mais sendo você." Somos velhos, Nacho, muito velhos, mas tarados, né não... "Aonde você quer chegar com isso, Marcel? Tô curioso, amigo." Lembra daquela mina que tava no quiosque? Era minha nora, Nacho. Nacho: "Não me diga que você entrou numa fria, Marcel." Nada disso, amigo... "Então o que foi, Marcel?" Bom, a gente conversou, convidei ela pra um café e pra casa, tudo muito certo, Nacho, mas você sabe melhor que ninguém que minha nora é muito bonita e gostosa, e aí o capiroto tomou conta de mim e comecei a ver ela com outros olhos. Sei que é errado, Nacho, mas sou um homem de valores e os ensinei direito, mas tô fazendo merda, não é mesmo? Nacho: "Marcel, eu entendo. A postura dela... pois é, mulher é mulher, mas tem umas e outras, e ainda mais se for da família, aí a distância é maior ainda. É o filho dele, o Marcel, mais do que a dama, é o filho que pode pagar por um passo em falso...
Eu sei, Nacho, mas era algo que eu precisava contar, botar pra fora, e quem melhor do que você pra ouvir?
Nacho: O senhor fica tranquilo, também não adianta se matar por isso. Além do mais, sua nora sabe da distância, bem longa, que existe entre vocês em certos assuntos. Mas o senhor é maduro e precisa reforçar esses valores mais do que nunca...
Mesmo que os conselhos e conversas tivessem sido diretos e severos, eu entendi por que mantive minha linha e me ocupei com minhas coisas. Visitei mais meu amigo, não tocamos mais no assunto, agora eu ajudava ele no negócio dele e fazia trabalhos comunitários. Ocupar meu dia era o que me ajudava, e foi assim, até que uma ligação do meu filho aconteceu...
— Pai... como o senhor tem passado?
Entre a conversa gostosa de saber do meu filho, veio o prego da minha vida:
— A Valentina me disse que viu o senhor, conversaram e ela está muito feliz com essa confiança... Obrigado, filho, foi assim e sempre será. É sempre um prazer a presença de vocês dois...
— Pai, precisamos vê-lo. Que seja esta semana, arrume um tempo pra gente visitar o senhor. Não se preocupe, a gente leva a comida e conversamos na sua casa, tá bem?
— Claro, meu filho, que assim seja.
Na sexta-feira à tarde, meu filho chegou com a esposa, a Valentina. Mantive a postura e disse pra mim mesmo: seja íntegro, seja cavalheiro, lute contra o vento e o mar. Quando chegaram em casa, eu os vi chegar; os dois estavam bem arrumados, o que dava a impressão de que estava tudo bem. Sentaram-se na mesa da sala de jantar, os dois ajudaram a pôr a comida na mesa e, com sorrisos lascivos da Valentina, ela me fazia sentir bem, mas com angústia, porque eu já tinha superado o que vi dela...
Aquela mulher agora vinha mais coberta do que o normal, o que agradeci, mas a beleza não sumia. O cabelo loiro lindo e o rosto bonito, junto com o sorriso dela, faziam ela brilhar. E a bunda dela agora era minha tara, ver ela grande e carnuda assim mexia com minha cabeça. Durante a comida e a conversa, eles me disseram que iam ser pais e que eu finalmente seria avô. Pra ser sincero, fiquei muito feliz, ainda mais imaginando que meu filho tinha aproveitado tudo aquilo. Fiquei contente com a notícia. No meio da conversa, meu filho agradeceu pelo que fiz por ele e pela Vale, e disse que ela ia continuar por aqui, que eu ajudasse ela no que precisasse. E claro, com o café, Valentina sorriu e falou: "Mas vou trazer pão, hein, sogrão. Então fica tranquilo, a gente vai ter muita conversa sobre meu maridinho." E com um beijo, sorriram. Depois, sozinho em casa, meus olhos se encheram de felicidade pela notícia da gravidez e também de um pouco de ansiedade por vê-la de novo. Devo dizer que demorou poucos dias até eu saber dela de novo, que estava no circuito financeiro e que a gente podia se ver. Atendi na hora: "É claro, passo aí pra te pegar e a gente vem pra casa.
Ela tava uma gostosa quando chegou onde eu tava. Fui apresentado pros colegas como o sogro dela, e os dois foram educados, mas dava pra ver o olhar de tesão deles na minha nora. Os olhares iam direto pra ela, então atendi rápido o chamado da Valentina pra vazar e ir pra casa conversar. Assim foram os primeiros dois meses. Teve várias visitas, algumas de trabalho e outras pra fazer compras pro futuro bebê da casa. Então, pra onde quer que a gente fosse, íamos juntos, dando notícias pro meu filho de tudo que a gente fazia à tarde.
Imagina a felicidade de sair com uma gostosa igual ela, pra mim era ficar pensando um monte de coisa, e uma delas é que os olhares iam pros dois, parecíamos até casados com a Valentina no colo pra onde quer que a gente fosse, escolhendo coisas pro bebê 🍼 🚼. Muita gente ia pensar que sorte do coroa que tava com ela, mas nada disso, ou talvez sim, por passar tempo com ela. Depois, a barriguinha dela já era sinal de que tava mais cheinha e mais à vontade, então agora ela não trabalhava mais por causa do estado dela e a gente passava mais tempo junto.
Mesmo assim, ela continuava muito gostosa, aquela bunda enorme e aquelas coxas grossas não deixavam nada pra imaginação — tudo que ela vestia ficava lindo, parecia que a gravidez caía super bem nela. Meu amigo, por outro lado, via a gente andando junto e sempre tinha a educação de cumprimentar e perguntar se eu tava bem, e eu respondia com calma, dizendo que sim, que já tava tudo melhor, que já tinha superado. Quando a gravidez já tava nos meses finais — 8 pra ser exato — e conversando com a Valentina, nós dois chegamos à conclusão de que ela e meu filho iam ficar em casa, pra eu poder cuidar deles. Com eles por aqui, eu me sentia feliz, porque ter meu filho em casa com a minha nora era incrível — pensar que a casa não tava mais vazia me fazia sentir bem. Via meu filho pouco à noite, porque ele trabalhava, e a Valentina à tarde, já que ela dormia muito, mas eu ficava de olho nela.
Hee heeey Valentina, ela olhou pra mim e sorriu... Val: Oi sogrão
Marc: Falei, cumprimentando ela, como cê tá?
O que cê tá fazendo por aqui?
Val: Sogro, vim negociar um aluguel e uns pagamentos de terrenos...
Aaa entendi, e meu filho?
Val: Trabalhando, suponho (risos)
Entendo (risos). Cê tá trabalhando então...
Val: Isso mesmo, sogrão
Vale, fico feliz, mesmo sendo raro te ver por aqui, mas bora, te convido pra um café ou um almoço, não posso deixar minha nora assim agora que te vi 😃
Val: Jejeje, sogrão, fechado, um café, vamos...
Enquanto a gente caminhava e se preparava pra tomar um café e bater papo, os olhares de gente conhecida, até do meu bom Nachito, não demoraram a aparecer. Valentina chamava atenção de jovens, velhos e um ou outro cliente. Eu, pasmo, imaginava que tavam pensando mal...
Ainda eram umas 3 ou 4 da tarde quando saímos da cafeteria pra ir pra casa, porque o carro dela tinha deixado perto de um shopping ali do lado da casa do seu servo... Fomos andando, convidei ela pra ir em casa, ela aceitou de boa, e a gente conversou sobre tudo: um pouco do meu filho, deles, um pouco de mim e de uma notícia esperada, mas ainda cheia de interrogações, porque não era hora de saber ainda...
Andamos pela casa pra fazer outro café, tomando e vendo as plantas da já falecida sogra querida dela, que ela cuidava com carinho, e também os quartos, contando histórias do meu filho e do genro, cheias de perguntas e risadas. A conversa era frutífera, gostosa, como nunca tinha sido antes, porque sempre em família a gente só falava junto, mas agora era só eu e Valentina...
Sentamos na sala e, de repente, flashes do que a gente tinha vivido na cafeteria vieram na minha cabeça enquanto ela me contava algo, e eu ri, porque o momento tinha sido lindo. Aí veio uma pergunta de Valentina pra mim: "Sogro, e o senhor, quando vai arrumar uma namorada? Alguém pra não ficar sozinho? O senhor exige, exige, e nada do senhor... Jejeje, Valentina, já sou velho, não podem esperar nada de mim. minha mais que dar trabalho... Val: sogro, uma boa mulher vai aparecer, ela é boa pessoa, tempo ao tempo, fica tranquilo que essa casa precisa ter mais vida... Eu sei, Vale, mas não me preocupo, já tive uma boa vida e estou tranquilo... Não consegui desviar meu olhar da Valentina, pois ela, de pé e já saindo de casa, pude admirar a beleza que ela era...
Claro, eu mantinha a calma, afinal era minha nora e eu tinha respeito por ela e pelo meu filho, assim como pela minha falecida esposa, mas não sou bobo... As coxas dela, grandes, torneadas e carnudas dentro daquelas meias, eram um deleite. Ninguém negaria que ela era uma gostosa. Em casa de um velho, já era um feito e tanto, uma conquista pra mim poder vê-la... Naquela tarde, ela saiu da minha casa e eu vi, a cada passo, o corpo dela se mexendo por inteiro. Acho que foi o começo de eu olhar pra minha nora com outros olhos, mesmo tentando evitar, pensar nisso já era assim, não tinha mais volta. Precisava de opiniões, então fui falar com meu velho amigo de confiança. Depois de uma conversa com o Nachito, ele mesmo me olhou diferente. Hesitei em contar, mas precisava de um conselho sincero, de um amigo... Meu velho amigo Nacho, preciso saber de uma coisa, me ajuda com um problema. Nacho pulou na hora e perguntou: "Fala aí." Acho que ele percebeu minha seriedade e o jeito como eu perguntava, me angustiando. Demorei pra contar, com café na mão e o negócio dele prestes a fechar. "Vamos pra sua casa, você tá com cara de ruim e a gente conversa." Chegando em casa, ofereci um café, acendi um cigarro e perguntei: "Nacho, você que me conhece e é um cavalheiro, quero um conselho, como você sempre me deu ao longo dos anos." Respirei fundo, fumei forte... Nacho: "Fala, Marcel, você é meu melhor amigo e nada disso eu levaria a mal. Um conselho não se nega a ninguém, ainda mais sendo você." Somos velhos, Nacho, muito velhos, mas tarados, né não... "Aonde você quer chegar com isso, Marcel? Tô curioso, amigo." Lembra daquela mina que tava no quiosque? Era minha nora, Nacho. Nacho: "Não me diga que você entrou numa fria, Marcel." Nada disso, amigo... "Então o que foi, Marcel?" Bom, a gente conversou, convidei ela pra um café e pra casa, tudo muito certo, Nacho, mas você sabe melhor que ninguém que minha nora é muito bonita e gostosa, e aí o capiroto tomou conta de mim e comecei a ver ela com outros olhos. Sei que é errado, Nacho, mas sou um homem de valores e os ensinei direito, mas tô fazendo merda, não é mesmo? Nacho: "Marcel, eu entendo. A postura dela... pois é, mulher é mulher, mas tem umas e outras, e ainda mais se for da família, aí a distância é maior ainda. É o filho dele, o Marcel, mais do que a dama, é o filho que pode pagar por um passo em falso...Eu sei, Nacho, mas era algo que eu precisava contar, botar pra fora, e quem melhor do que você pra ouvir?
Nacho: O senhor fica tranquilo, também não adianta se matar por isso. Além do mais, sua nora sabe da distância, bem longa, que existe entre vocês em certos assuntos. Mas o senhor é maduro e precisa reforçar esses valores mais do que nunca...
Mesmo que os conselhos e conversas tivessem sido diretos e severos, eu entendi por que mantive minha linha e me ocupei com minhas coisas. Visitei mais meu amigo, não tocamos mais no assunto, agora eu ajudava ele no negócio dele e fazia trabalhos comunitários. Ocupar meu dia era o que me ajudava, e foi assim, até que uma ligação do meu filho aconteceu...
— Pai... como o senhor tem passado?
Entre a conversa gostosa de saber do meu filho, veio o prego da minha vida:
— A Valentina me disse que viu o senhor, conversaram e ela está muito feliz com essa confiança... Obrigado, filho, foi assim e sempre será. É sempre um prazer a presença de vocês dois...
— Pai, precisamos vê-lo. Que seja esta semana, arrume um tempo pra gente visitar o senhor. Não se preocupe, a gente leva a comida e conversamos na sua casa, tá bem?
— Claro, meu filho, que assim seja.
Na sexta-feira à tarde, meu filho chegou com a esposa, a Valentina. Mantive a postura e disse pra mim mesmo: seja íntegro, seja cavalheiro, lute contra o vento e o mar. Quando chegaram em casa, eu os vi chegar; os dois estavam bem arrumados, o que dava a impressão de que estava tudo bem. Sentaram-se na mesa da sala de jantar, os dois ajudaram a pôr a comida na mesa e, com sorrisos lascivos da Valentina, ela me fazia sentir bem, mas com angústia, porque eu já tinha superado o que vi dela...
Aquela mulher agora vinha mais coberta do que o normal, o que agradeci, mas a beleza não sumia. O cabelo loiro lindo e o rosto bonito, junto com o sorriso dela, faziam ela brilhar. E a bunda dela agora era minha tara, ver ela grande e carnuda assim mexia com minha cabeça. Durante a comida e a conversa, eles me disseram que iam ser pais e que eu finalmente seria avô. Pra ser sincero, fiquei muito feliz, ainda mais imaginando que meu filho tinha aproveitado tudo aquilo. Fiquei contente com a notícia. No meio da conversa, meu filho agradeceu pelo que fiz por ele e pela Vale, e disse que ela ia continuar por aqui, que eu ajudasse ela no que precisasse. E claro, com o café, Valentina sorriu e falou: "Mas vou trazer pão, hein, sogrão. Então fica tranquilo, a gente vai ter muita conversa sobre meu maridinho." E com um beijo, sorriram. Depois, sozinho em casa, meus olhos se encheram de felicidade pela notícia da gravidez e também de um pouco de ansiedade por vê-la de novo. Devo dizer que demorou poucos dias até eu saber dela de novo, que estava no circuito financeiro e que a gente podia se ver. Atendi na hora: "É claro, passo aí pra te pegar e a gente vem pra casa.
Ela tava uma gostosa quando chegou onde eu tava. Fui apresentado pros colegas como o sogro dela, e os dois foram educados, mas dava pra ver o olhar de tesão deles na minha nora. Os olhares iam direto pra ela, então atendi rápido o chamado da Valentina pra vazar e ir pra casa conversar. Assim foram os primeiros dois meses. Teve várias visitas, algumas de trabalho e outras pra fazer compras pro futuro bebê da casa. Então, pra onde quer que a gente fosse, íamos juntos, dando notícias pro meu filho de tudo que a gente fazia à tarde.
Imagina a felicidade de sair com uma gostosa igual ela, pra mim era ficar pensando um monte de coisa, e uma delas é que os olhares iam pros dois, parecíamos até casados com a Valentina no colo pra onde quer que a gente fosse, escolhendo coisas pro bebê 🍼 🚼. Muita gente ia pensar que sorte do coroa que tava com ela, mas nada disso, ou talvez sim, por passar tempo com ela. Depois, a barriguinha dela já era sinal de que tava mais cheinha e mais à vontade, então agora ela não trabalhava mais por causa do estado dela e a gente passava mais tempo junto.
Mesmo assim, ela continuava muito gostosa, aquela bunda enorme e aquelas coxas grossas não deixavam nada pra imaginação — tudo que ela vestia ficava lindo, parecia que a gravidez caía super bem nela. Meu amigo, por outro lado, via a gente andando junto e sempre tinha a educação de cumprimentar e perguntar se eu tava bem, e eu respondia com calma, dizendo que sim, que já tava tudo melhor, que já tinha superado. Quando a gravidez já tava nos meses finais — 8 pra ser exato — e conversando com a Valentina, nós dois chegamos à conclusão de que ela e meu filho iam ficar em casa, pra eu poder cuidar deles. Com eles por aqui, eu me sentia feliz, porque ter meu filho em casa com a minha nora era incrível — pensar que a casa não tava mais vazia me fazia sentir bem. Via meu filho pouco à noite, porque ele trabalhava, e a Valentina à tarde, já que ela dormia muito, mas eu ficava de olho nela.
2 comentários - Minha nora Valentina (fruta proibida)