No segundo em que os clientes se distraíam, o velho Gastão sempre enchia o saco da Abril, tocando nas mãos dela ou roçando na bunda dela, coisa que a jovem adorava, sentindo o perigo de alguém ver e tirar conclusões. Além disso, se essas conclusões chegassem aos ouvidos da avó dela, seria ainda pior pra jovem, mas isso era algo que dava mais medo nela, e esse medo tornava o jogo muito mais interessante pra jovem morena. Gastão teria adorado muito mais do que só brincar atrás do balcão quando os clientes se distraíam, mas o negócio dele tinha cada vez mais clientes, não parou um minuto depois do almoço, embora isso também o deixasse feliz, já que quanto melhor o negócio fosse, mais contato ele teria com as mulheres gostosas do bairro, além de poder continuar tendo a Abril como funcionária.
As horas passavam e o velho Gastão não tinha planos pra aquela noite. Ele tinha se acostumado que nas últimas noites sempre teve companhia e não queria que a noite que se aproximava fosse diferente, mas a única que podia mandar mensagem era a Johana, embora não tivesse chegado nenhuma mensagem dela. A Abril tinha que ir dormir na casa da avó pra não desconfiarem, e ele mandou mensagem pra Talía, mas a morena respondeu: — Dois dias com uma mulher dessas ia te fazer mal, velho tarado. — Essa resposta fez ele sorrir de um lado, mas do outro o amargou, porque significava que a única opção era a Johana. Pra sua decepção, ele tinha notado ela muito indecisa quando foi ao negócio.
O que Gastão não sabia é que a Johana tinha escrito mais de uma mensagem pra mandar, mas apagava. Ficou a tarde toda distraída, pensando no velho Gastão, coisa que a confundia muito. Que homem enrugado era aquele que a acendia tanto? — Tô louca — Murmurava enquanto caminhava pra casa olhando o celular.
Quando passou pelo negócio do Gastão, pensou em parar pra comprar alguma coisa, mas sabia que ele ia convidar ela de volta pra jantar juntos, e ela não tinha certeza de nada. Só queria chegar em casa pra Tomar um banho bem gelado e dormir para não pensar em nada.
A jovem Johana, assim que entrou em casa, fechou a porta e começou a tirar a roupa, deixando tudo jogado no chão. A única coisa que passava pela cabeça dela era tomar um banho de água fria. Primeiro, tirou a blusa branca, depois os tênis e as meias. Enquanto caminhava pelo corredor de casa, foi soltando os dois botões da saia branca. Assim que os botões se soltaram, a saia caiu no chão, deixando a jovem Johana só de roupa íntima: uma calcinha branca e um sutiã esportivo. O sutiã ela tirou antes de chegar ao banheiro, deixando à mostra os biquinhos rosados. Entrou no banheiro só de calcinha, que tirou na hora para entrar no chuveiro.
Com a água escorrendo pela pele branca e macia, a jovem Johana começou a passar sabão pelo corpo escultural. Queria tirar o suor do dia e também os pensamentos sobre o velho Gastón. Não se sentia ela mesma nos últimos dias. Sempre foi uma mulher independente, que curtia homens jovens de vez em quando, mas nunca tinha se obcecado por ninguém. O que será que o velho Gastón tinha que ela não conseguia parar de pensar nele e nas investidas que ele deu no corpo dela naquele breve encontro?
Ficou mais de meia hora debaixo d'água, esperando a cabeça esfriar e parar de pensar nele, mas não teve o efeito esperado. Continuava pensando no velho do mercadinho do bairro. Sem muito mais para frear os pensamentos, começou a secar o corpo com todo cuidado, mas sempre vinha na cabeça as investidas duras que Gastón tinha dado nela contra a parede depois da dança.
Já com o corpo limpo e seco, foi para o quarto, colocou uma música suave e se jogou na cama para tirar um cochilo rápido. Pensou que a única forma de parar de pensar era dormir, mas não conseguia pegar no sono pensando em Gastón. Completamente nua na cama, chegou à conclusão de que a melhor maneira era se satisfazer sozinha. Fechou os olhos e, com suavidade, levou a mão mão direita foi tocar os lábios externos da buceta, notando que estava mais molhada do que esperava.
Começou a mover a mão com suavidade, e com a outra mão começou a acariciar os próprios mamilos, embora tentasse se masturbar pensando em outros homens, a imagem de Gastón vinha à mente, dando fortes investidas e tratando ela como uma simples foxy — hmm — Esse simples fato fazia o corpo dela esquentar muito mais, arrancando do fundo do ser pequenos gemidos.
Em poucos minutos, ela esqueceu que tudo aquilo tinha começado para esquecer Gastón, já que a mente dela só pensava nele investindo com força, a mão direita se movia com mais intensidade, introduzindo apenas um dedo na buceta molhada, mas não precisava de mais, porque o corpo dela se arqueava de prazer e com os olhos fechados ela podia imaginar o homem que não conseguia tirar da cabeça por cima dela, mordendo o pescoço com força.
— Mmm que gostoso — Os sons de prazer saíam sem parar da boca da jovem Johana, que tinha se entregado completamente ao que o corpo pedia aos gritos, não demorou muito para se ouvir um — ahh — acompanhado de um forte orgasmo, depois disso, no rosto da jovem se desenhou um pequeno sorriso de satisfação.
Ainda ofegante e com o corpo suado, ela se sentou na cama e olhou com os olhos verdes para o espelho que tinha na frente da cama e se viu — Pareço uma puta no cio — Ao se ver daquele jeito e ainda desejar mais prazer, foi a única coisa que veio à mente.
Olhou a hora, eram oito e meia da noite, sabia que Gastón fechava o negócio dele às nove, foi nesse momento que olhou o contato do velho e quase escreveu, mas se arrependia de novo, deixando o celular na cama, e saiu andando como Deus a trouxe ao mundo novamente para o banheiro, já que o corpo estava suado, decidiu tomar um banho rápido para pensar no que fazer a seguir.
Novamente com o corpo limpo, foi para a sala de jantar enrolada numa toalha, abriu a geladeira e Viu que tinha pouca comida, foi nesse momento que a proposta do Gastão de comerem juntos voltou à cabeça dela. Só de pensar nisso, o corpo dela esquentou de novo. Ela murmurou: — Só hoje à noite, e nunca mais vejo ele. Saiu correndo pro quarto pegar o celular, decidida dessa vez a mandar mensagem pra ele. Com o celular na mão, procurou o contato do Gastão e tentou escrever o mais rápido possível pra não se arrepender: — A reunião com minhas amigas foi cancelada — foi só o que mandou.
O velho, quando viu a mensagem, ficou muito feliz, sabia que podia curtir de novo a companhia da Johana, mas não ia deixar barato. — Fico feliz que você me escreveu, mas me irrita ser sua segunda opção, vai ter que se esforçar muito pra compensar — mandou a mensagem com um sorriso malvado no rosto, sabia que pra Johana devia ter sido foda se decidir a mandar aquela mensagem.
— Maldito Gastão, quer que eu implore? Quem ele pensa que é? — xingava ele olhando a tela do celular, respirou fundo e escreveu de novo na velocidade: — Você tem que ficar feliz de ser a segunda opção de uma gostosa.
— Não tô, e se vier, não vem com essa pose de princesa, porque vou te tratar como você é: uma mulher fogosa.
Ela não acreditava que ele falava assim com ela, mas menos ainda se entendia por que gostava que ele a tratasse desse jeito. Depois de um segundo de hesitação, respondeu: — Vou pensar enquanto me troco — sem dizer mais nada, pegou uma lingerie erótica com corset sexy, cinta-liga e tapa-sexo, tudo preto, depois pegou um vestido curto que cobria exatamente a lingerie que ela vestia por baixo. Se olhou no espelho e se sentiu mais gostosa do que nunca, mesmo não acreditando que tudo aquilo era pra um velho.
Gastão se despediu da Abril com um beijo na boca depois de fechar o local, mas não trancou a porta de entrada. Johana tinha escrito que estava quase chegando. O velho não tava com fome, a janta pouco importava, ele só queria a Johana. prato principal, mas pra sorte dela ele tinha sushi que tinha comprado naquela manhã, além disso ele sempre tinha uma reserva de vinhos. Enquanto pensava nisso tudo, ouviu a campainha.
Ao abrir a porta, pôde ver Johana com seu vestido preto decotado, meia-calça e uns saltos altos que combinavam perfeitamente com o visual. O rosto dela não tinha maquiagem, só um pouco de batom e o cabelo solto — Boa noite, Gastón — cumprimentou a jovem com um sorriso tímido.
— Você tá realmente gostosa — Ele se apoiou na entrada da porta, perguntando — A que veio?
Ela ficou desconcertada com a pergunta — Jantar, lembra que me convidou? — A jovem ergueu os ombros, confusa.
— Só pra isso? — Ele sorriu de forma macabra.
Foi nesse momento que ela entendeu a verdadeira pergunta: ele queria que ela dissesse em voz alta suas intenções. Deu vontade de xingá-lo por colocá-la numa situação tão desconfortável, mas já tinha decidido passar aquela noite com ele pra fechar o ciclo e nunca mais vê-lo. Então, com timidez, falou — Jantar e passar a noite juntos na sua cama — Ficou vermelha ao dizer essas palavras, sem saber que elas dariam início a uma nova fase da sua vida.
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As horas passavam e o velho Gastão não tinha planos pra aquela noite. Ele tinha se acostumado que nas últimas noites sempre teve companhia e não queria que a noite que se aproximava fosse diferente, mas a única que podia mandar mensagem era a Johana, embora não tivesse chegado nenhuma mensagem dela. A Abril tinha que ir dormir na casa da avó pra não desconfiarem, e ele mandou mensagem pra Talía, mas a morena respondeu: — Dois dias com uma mulher dessas ia te fazer mal, velho tarado. — Essa resposta fez ele sorrir de um lado, mas do outro o amargou, porque significava que a única opção era a Johana. Pra sua decepção, ele tinha notado ela muito indecisa quando foi ao negócio.
O que Gastão não sabia é que a Johana tinha escrito mais de uma mensagem pra mandar, mas apagava. Ficou a tarde toda distraída, pensando no velho Gastão, coisa que a confundia muito. Que homem enrugado era aquele que a acendia tanto? — Tô louca — Murmurava enquanto caminhava pra casa olhando o celular.
Quando passou pelo negócio do Gastão, pensou em parar pra comprar alguma coisa, mas sabia que ele ia convidar ela de volta pra jantar juntos, e ela não tinha certeza de nada. Só queria chegar em casa pra Tomar um banho bem gelado e dormir para não pensar em nada.
A jovem Johana, assim que entrou em casa, fechou a porta e começou a tirar a roupa, deixando tudo jogado no chão. A única coisa que passava pela cabeça dela era tomar um banho de água fria. Primeiro, tirou a blusa branca, depois os tênis e as meias. Enquanto caminhava pelo corredor de casa, foi soltando os dois botões da saia branca. Assim que os botões se soltaram, a saia caiu no chão, deixando a jovem Johana só de roupa íntima: uma calcinha branca e um sutiã esportivo. O sutiã ela tirou antes de chegar ao banheiro, deixando à mostra os biquinhos rosados. Entrou no banheiro só de calcinha, que tirou na hora para entrar no chuveiro.
Com a água escorrendo pela pele branca e macia, a jovem Johana começou a passar sabão pelo corpo escultural. Queria tirar o suor do dia e também os pensamentos sobre o velho Gastón. Não se sentia ela mesma nos últimos dias. Sempre foi uma mulher independente, que curtia homens jovens de vez em quando, mas nunca tinha se obcecado por ninguém. O que será que o velho Gastón tinha que ela não conseguia parar de pensar nele e nas investidas que ele deu no corpo dela naquele breve encontro?
Ficou mais de meia hora debaixo d'água, esperando a cabeça esfriar e parar de pensar nele, mas não teve o efeito esperado. Continuava pensando no velho do mercadinho do bairro. Sem muito mais para frear os pensamentos, começou a secar o corpo com todo cuidado, mas sempre vinha na cabeça as investidas duras que Gastón tinha dado nela contra a parede depois da dança.
Já com o corpo limpo e seco, foi para o quarto, colocou uma música suave e se jogou na cama para tirar um cochilo rápido. Pensou que a única forma de parar de pensar era dormir, mas não conseguia pegar no sono pensando em Gastón. Completamente nua na cama, chegou à conclusão de que a melhor maneira era se satisfazer sozinha. Fechou os olhos e, com suavidade, levou a mão mão direita foi tocar os lábios externos da buceta, notando que estava mais molhada do que esperava.
Começou a mover a mão com suavidade, e com a outra mão começou a acariciar os próprios mamilos, embora tentasse se masturbar pensando em outros homens, a imagem de Gastón vinha à mente, dando fortes investidas e tratando ela como uma simples foxy — hmm — Esse simples fato fazia o corpo dela esquentar muito mais, arrancando do fundo do ser pequenos gemidos.
Em poucos minutos, ela esqueceu que tudo aquilo tinha começado para esquecer Gastón, já que a mente dela só pensava nele investindo com força, a mão direita se movia com mais intensidade, introduzindo apenas um dedo na buceta molhada, mas não precisava de mais, porque o corpo dela se arqueava de prazer e com os olhos fechados ela podia imaginar o homem que não conseguia tirar da cabeça por cima dela, mordendo o pescoço com força.
— Mmm que gostoso — Os sons de prazer saíam sem parar da boca da jovem Johana, que tinha se entregado completamente ao que o corpo pedia aos gritos, não demorou muito para se ouvir um — ahh — acompanhado de um forte orgasmo, depois disso, no rosto da jovem se desenhou um pequeno sorriso de satisfação.
Ainda ofegante e com o corpo suado, ela se sentou na cama e olhou com os olhos verdes para o espelho que tinha na frente da cama e se viu — Pareço uma puta no cio — Ao se ver daquele jeito e ainda desejar mais prazer, foi a única coisa que veio à mente.
Olhou a hora, eram oito e meia da noite, sabia que Gastón fechava o negócio dele às nove, foi nesse momento que olhou o contato do velho e quase escreveu, mas se arrependia de novo, deixando o celular na cama, e saiu andando como Deus a trouxe ao mundo novamente para o banheiro, já que o corpo estava suado, decidiu tomar um banho rápido para pensar no que fazer a seguir.
Novamente com o corpo limpo, foi para a sala de jantar enrolada numa toalha, abriu a geladeira e Viu que tinha pouca comida, foi nesse momento que a proposta do Gastão de comerem juntos voltou à cabeça dela. Só de pensar nisso, o corpo dela esquentou de novo. Ela murmurou: — Só hoje à noite, e nunca mais vejo ele. Saiu correndo pro quarto pegar o celular, decidida dessa vez a mandar mensagem pra ele. Com o celular na mão, procurou o contato do Gastão e tentou escrever o mais rápido possível pra não se arrepender: — A reunião com minhas amigas foi cancelada — foi só o que mandou.
O velho, quando viu a mensagem, ficou muito feliz, sabia que podia curtir de novo a companhia da Johana, mas não ia deixar barato. — Fico feliz que você me escreveu, mas me irrita ser sua segunda opção, vai ter que se esforçar muito pra compensar — mandou a mensagem com um sorriso malvado no rosto, sabia que pra Johana devia ter sido foda se decidir a mandar aquela mensagem.
— Maldito Gastão, quer que eu implore? Quem ele pensa que é? — xingava ele olhando a tela do celular, respirou fundo e escreveu de novo na velocidade: — Você tem que ficar feliz de ser a segunda opção de uma gostosa.
— Não tô, e se vier, não vem com essa pose de princesa, porque vou te tratar como você é: uma mulher fogosa.
Ela não acreditava que ele falava assim com ela, mas menos ainda se entendia por que gostava que ele a tratasse desse jeito. Depois de um segundo de hesitação, respondeu: — Vou pensar enquanto me troco — sem dizer mais nada, pegou uma lingerie erótica com corset sexy, cinta-liga e tapa-sexo, tudo preto, depois pegou um vestido curto que cobria exatamente a lingerie que ela vestia por baixo. Se olhou no espelho e se sentiu mais gostosa do que nunca, mesmo não acreditando que tudo aquilo era pra um velho.
Gastão se despediu da Abril com um beijo na boca depois de fechar o local, mas não trancou a porta de entrada. Johana tinha escrito que estava quase chegando. O velho não tava com fome, a janta pouco importava, ele só queria a Johana. prato principal, mas pra sorte dela ele tinha sushi que tinha comprado naquela manhã, além disso ele sempre tinha uma reserva de vinhos. Enquanto pensava nisso tudo, ouviu a campainha.
Ao abrir a porta, pôde ver Johana com seu vestido preto decotado, meia-calça e uns saltos altos que combinavam perfeitamente com o visual. O rosto dela não tinha maquiagem, só um pouco de batom e o cabelo solto — Boa noite, Gastón — cumprimentou a jovem com um sorriso tímido.
— Você tá realmente gostosa — Ele se apoiou na entrada da porta, perguntando — A que veio?
Ela ficou desconcertada com a pergunta — Jantar, lembra que me convidou? — A jovem ergueu os ombros, confusa.
— Só pra isso? — Ele sorriu de forma macabra.
Foi nesse momento que ela entendeu a verdadeira pergunta: ele queria que ela dissesse em voz alta suas intenções. Deu vontade de xingá-lo por colocá-la numa situação tão desconfortável, mas já tinha decidido passar aquela noite com ele pra fechar o ciclo e nunca mais vê-lo. Então, com timidez, falou — Jantar e passar a noite juntos na sua cama — Ficou vermelha ao dizer essas palavras, sem saber que elas dariam início a uma nova fase da sua vida.
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3 comentários - Garanhão e as Vizinhas Gostosas - Cap 10 - Dúvidas