Cuck super feliz - Cap 10

Capítulo 10 A puta imagem da minha mulher em perigoJaneiro, fevereiro e março, época de verão na Argentina impossibilitou qualquer tipo de encontro, embora as mensagens fossem quase diárias, não conseguíamos coordenar nada com os integrantes do grupo "Fantasia", já que cada um de nós tinha férias em datas diferentes. Quanto ao sexo com minha esposa, continuava sendo de alto nível, só uma vez conseguimos nos aproximar para fazer outro ménage com meu amigo, e foi só em março que conseguimos nos encontrar na casa do Esteban, o irmão do Roque. A parada foi assim: o Esteban tinha ido viajar com a família para o litoral e pediu pro meu amigo dar uma passada de vez em quando na casa pra garantir que tava tudo em ordem. Era uma tarde bem nublada e a gente tava em casa com meus sogros e o amigo. Num dado momento, o Roque me pergunta se eu posso levá-lo na casa do irmão. Claramente, falei que sim e pedi pros meus sogros se eles ficavam com meus filhos, já que queria continuar treinando a Sonia pra ela se animar a dirigir. Obviamente, eles falaram que não tinha problema e nós três partimos pra casa do Esteban. Já no carro, minha esposa me chama de filho da puta e diz que vai ocupar o lugar do motorista. A gente anda umas cinco quadras e eu proponho trocar de motorista. Desço pra ocupar meu novo lugar e vejo que ela não vai pro banco do carona, mas sim pra trás, pra sentar com o Roque. Sinceramente, não esperava por isso, mas me enchia de tesão que ela fosse tão puta e tomasse a iniciativa. Ela abaixa a calça do meu amigo até os joelhos e começa a acariciar a pica dele. Depois, abaixa a cabeça e começa a chupar a porra da pica dele de um jeito espetacular. Ele joga a cabeça pra trás pra aproveitar livremente aquela chupada. Dá três cabeçadas e tira a pica, beija a cabeça e percorre o tronco com a língua pra meter de volta na boca e continuar chupando. Ele agarra a cabeça dela e acompanha o movimento da minha esposa, mas aumentando um pouco a velocidade. Eu falo: "Ahh, então é assim que vocês tão hoje... Ela estende a mão pro meu pau e percebe que eu tava durasso, aí me fala que eu também tava bem excitado. A viagem durou uns 15 minutos, já que não tava indo tão rápido porque eu tava olhando pelo retrovisor sem perder aquele boquete foda que minha mulher tava dando no Roque. Quando a gente tava quase chegando, ouço a respiração do Roque acelerar e a Sonia diminuir a velocidade da cabeçada, e dá pra ver claramente ela começando a engolir com os olhos bem abertos me encarando. A puta da minha mãe quase me fez gozar seco de novo, essa mulher não tem limites, pensei sem falar nada. Estaciono na frente da casa e entramos os três, tomando cuidado pra não acionar o alarme e outras paradas de segurança que o Esteban tinha. Roque fala que tem uma surpresa pra gente e manda a gente acompanhar ele. Entramos num quarto que a gente não conhecia, que tinha uma espécie de banheiro escocês e uma jacuzzi. Minha esposa e eu começamos a aplaudir quando vimos a jacuzzi.
Nossa, que mortal, a gente nunca esteve num desses, falo em voz alta. Minha esposa concorda com a cabeça, mas sem dizer nada. Roque comenta que o Esteban deixou ele usar com quem quisesse, e que a situação tava pedindo pra usar hoje, e começou a encher de água. Nessa hora, começo a beijar minha mulher, passando a mão no corpo todo dela e tirando a roupa dela completamente. Roque tira a camiseta e a calça junto com a cueca. De novo, ele tava com o pau duro, segura ele com uma mão e oferece pra Sonia. Ela, sem hesitar, se inclina e mete ele na boca, me presenteando com toda a retaguarda dela, que é imediatamente ocupada pela minha boca. Ela tava muito molhada e soltava um aroma delicioso. Eu passava a língua do clitóris até o cu sem desgrudar a boca do corpo dela. Várias vezes enfiava minha língua o mais fundo que podia, pra depois ocupar esses buraquinhos com meus dedos, enfiando e tirando ao mesmo tempo. Meto dois dedos no cu dela e me levanto pra minha pica começar a comer a buceta, e já se ouve os ploc ploc minha pélvis contra a bunda dela, em nenhum momento tirei os dedos da buceta dela, ela o tempo todo chupava o pau do meu amigo, exceto quando ele goza um pouco e vai pro jacuzzi, chamando a minha mulher pra acompanhar ele. Ele senta num degrau que tem e apoia as costas no encosto, pega a mão dela e faz ela sentar no pau dele, batendo as bocas com uns beijos pornográficos. O corpo dela pula em cima da porra do pau e começa a gemer, curtindo a foda. Eu não queria ser só testemunha ocular, então vou pra trás dela e começo a enfiar no cu dela e, verdade, não custou quase nada, acho que a gente já tava muito acostumado e os movimentos foram bem sincronizados, só se ouvia o barulho dos jatos do jacuzzi, o som da água se mexendo rápido e os gemidos da Sonia, que tava curtindo pra caralho. A gente comeu ela assim por vários minutos até que eu propus trocar de posição: dessa vez eu fui embaixo, a Sonia no meio e o Roque arrombando o cu dela. A água funcionava como um lubrificante perfeito e fazia as penetrações serem bem profundas. Já não aguentava mais a vontade de encher ela de porra e comecei a gozar na buceta dela. Meu amigo já tinha enchido a boca dela com o leite dele no carro, e isso significava que ele tinha lenha pra queimar, mas eu não aguentei mais. Os orgasmos dela cada vez eram mais intensos, acompanhados dos gemidos fortes que a foda provocava. O Roque percebe que meu pau já não tava na buceta, agarra ela pelas pernas sem tirar o pau do cu e leva ela pra um degrau mais alto do jacuzzi, fazendo ela montar no pau dele com a bunda linda dela. Eles me presenteiam com uma visão pornográfica: ela de pernas abertas, dá pra ver bem a buceta e, mais embaixo, o cu apertando o pau enorme do meu amigo, que levantava ela a cada metida que dava. Era incrível ver como o pau saía quase todo do cu e, quando ela descia, entrava tudo de novo sem nenhum problema. Dificuldade, o anel da Sonia já tava totalmente dilatado e ela só se dedicava a gemer e, de vez em quando, gritar de prazer. Vejo que meu amigo sussurra algo no ouvido dela e ela acena com a cabeça, então ele dá três ou quatro metidas bem fortes e para com o pau todo enfiado no cu dela e começa a gozar pra caralho. Ela parece adorar, porque passa a língua nos lábios e, com uma mão, procura o clitóris e começa a se esfregar, tentando chegar num êxtase do caralho. Assim que os dois terminaram, se desacoplam e começam a rir felizes, sabendo que a surra de cu que deram foi espetacular. Pra finalizar o ato, eu me levanto e começo a aplaudir e parabenizar aquela bunda linda que a devoradora de paus tem. Ela reclama comigo, dizendo que só dois paus não faz dela uma devoradora de paus, e pergunta pro Roque onde ficava o banheiro, porque não lembrava, e vai andando nua pela casa toda até o banheiro que ficava no outro lado. Aproveitamos que ela não está e fazemos comentários sobre como a comemos e a resistência que ela tem, é a mulher ideal e tomara que nunca mude…

— Che, Roque, vejo que você tá obcecado pela bunda da minha mulher — falo em tom de brincadeira.
— O que você quer, amigo? Viu o que é essa raba? Além disso, repara que, mesmo depois de já termos comido ela várias vezes, continua apertadinha, é como uma buceta virgem.
— Sim, total. Vou procurar uma seguradora pra segurar essa bunda… hahaha.

Passam alguns segundos e ele me pergunta se é verdade que ela só comeu dois paus na vida. Respondo que sim, porque quando começamos a namorar ela era virgem e só transamos com você no ano passado. Ele continua com as perguntas:
— Che, e você nunca quis botar ela numa suruba com outra pessoa além de mim? Nunca imaginou ela dando pra outro?
Eu digo que, na real, a ideia me excita pra caralho, mas primeiro não sei como ela vai reagir e segundo que não é tão fácil encontrar gente igual você. Eu sei que você não vai contar nada, e isso é uma preocupação a menos. Não é fácil fazer um ménage, amigo. Digo pra encerrar. "Claro, não pensei nisso", ele fala pensativo, "mas seria loucura comer ela entre vários, né? Será que aguenta várias picas?" Haha, nem ideia, Roque, mas com duas eu curto muito, acho que com mais picas ela vai curtir ainda mais haha. E a gente ri pra caralho por um tempo até ela aparecer de novo com a gente. "Do que vocês tão falando, que já tão com os bagulho meio duro?", ela fala com uma voz super safada. Eu respondo na hora: "Esse otário aqui me perguntou se você aguentaria outras picas..."
— "Para, não foi essa a pergunta", fala Roque, "só perguntei se você ficou sozinha com a gente dois..."
— "Claro, neném, já falei que foram só dois, e se não acreditam, problema de vocês", minha mulher falou.
Eu começo com meu joguinho de palavras: "Meu amor, mas agora que a gente tá à vontade, queria te perguntar: você me trairia?" Ela me olha com uma cara estranha, como se não entendesse a pergunta, e eu explico melhor: "Claro, porque agora Roque te come, mas como eu tô presente e quero que seja assim, pra mim não é traição. Pra mim, a gente tá curtindo os dois." "Ah, agora entendi", ela fala, "olha, meu amor, eu posso comer com dois, três, quatro ou um time de futebol inteiro, mas sempre se você estiver junto e aprovar, senão nunca." "PORRA, VAI TOMAR NO CU!", a gente grita com o Roque, "tantos assim?" Ela, num tom de brava, fala: "Não, retardados, é um jeito de dizer, que nunca faria nada se você não estivesse presente." Roque solta uma piada: "Já ia buscar o time do Independiente pra ver se você dá sorte!" Hahahaha. Nós três rimos daquela sacanagem, mas pra mim não foi uma conversa qualquer. Com as palavras dela, ela mostrou que, se eu propusesse e concordasse, ela podia participar da orgia que a gente tava planejando em segredo. Bons presságios pros meus planos.
A gente terminou de trocar de roupa e voltou pra minha casa. Roque falou que ia sentir saudades porque ia passar uns três meses em Bariloche, já que surgiu um trampo importante lá. Nos despedimos com beijos e abraços, prometendo nos ver. manter contato.
Depois desses trios que fizemos, ficamos com muito tesão, foram mais quentes do que nunca, já que ela se entregava cem por cento. Ter recebido tanto sexo e várias duplas penetrações faziam com que minha esposa se sentisse muito mais puta, disposta a continuar experimentando coisas. Algumas dessas coisas se repetiram nas férias que tivemos, umas na serra e outras no litoral. As roupas que ela usava eram muito quentes e ela se mostrava muito à vontade com a imagem que exibia. Quando se deitava de bruços, muitos olhares se fixavam na bunda dela. Embora fosse muito cuidadosa quando nossos filhos estavam por perto, no momento em que eles não estavam, ela se soltava literalmente e usava várias tangas que se enfiavam bem na racha e deixavam pouco para a imaginação. Eu adorava.

Um fim de semana estávamos no litoral e nossos filhos foram passar uns dias com os padrinhos, que estavam perto de onde estávamos hospedados. Aproveitamos para ir a uma praia afastada de onde íamos sempre. O bom é que ela se libertou totalmente e vestiu um biquíni minúsculo que se perdia na bunda e mostrava uma xota bem sugestiva. Passei protetor solar no corpo todo dela, e ela se deitou de bruços, soltou a parte de cima do biquíni, deixando os peitos para baixo, apoiados na toalha que estava na areia. O sol estava espetacular e, felizmente, não ventava muito. Ela estava com os fones de ouvido e acabou dormindo, já que nem se mexia. Eu aproveitei para entrar no mar, que estava a uns 20 ou 30 metros dela. Em um momento, sem que eu percebesse, quatro homens se aproximaram e se posicionaram bem perto dela, desenhando uma quadra de tejo. Eram dois jovens de uns vinte e poucos anos e outros dois da nossa idade, provavelmente. Pelo que dava para ver de longe, eles não tiravam os olhos da bunda da Sônia. De propósito, jogavam o disco bem perto de onde ela estava para apreciar bem a raba da minha esposa. Vejo minha senhora levantar um pouco a cabeça para olhar em direção a eles. os caras tentando me encontrar e vejo um homem que estava quase colado nela e, embora não visse tão claro, acho que o cara tava falando com ela e, num minuto, o outro homem também se aproxima e já entra na conversa, dava pra ver que estavam cantando ela pra caralho e ela balançava a cabeça pros dois lados dando um não, mas os caras riam e faziam gestos com as mãos. Vejo que os dois jovens vão se aproximando do novo grupinho e também dá pra ver que o primeiro cara que esteve perto dela se abaixa pra falar mais no ouvido dela. Eu tive que andar um pouco mais pra trás pra que as ondas escondessem a ereção que eu tava, porque tinha certeza de que estavam falando pra fazer uma festa ou convidando ela pra algum lugar. É quando ela diz não de novo e se levanta apoiando nos joelhos, segurando a parte de cima do biquíni e começa a me procurar com mais insistência. Eu finjo que não tô vendo nada e fico olhando pra outro lado, mas de olho percebo que ela tá me apontando e isso faz com que os caras vão saindo e se acomodam em outro lugar da praia, sempre olhando pra minha mulher. Ela faz contato visual comigo e me chama com a mão. Eu espero a sunga esconder minha ereção e saio da água me aproximando da minha esposa. Só aí os 4 caras vão embora da praia e não os vejo mais. Ela me conta que acordou e já tinha duas pessoas do lado que deram uma cantada monumental nela. Dava pra ver que um era mais ousado que o outro, porque ele dizia que ela tinha um corpo divino e perguntava se ela queria que passasse protetor solar, porque o sol tava forte e podia fazer mal, e depois chegou a outra pessoa que não falou muito, mas parecia mais confiável. Num momento, o cantador disse que convidava ela pra umas cabanas que ficam dentro do bosque e tinham piscina pra ela se refrescar mais tranquila e, se quisesse, podia fazer topless que ninguém ia incomodar. Maluco abusado, ele me diz. Eu comento que vi toda a situação do mar, obviamente não escutei nada, mas vi tudo sim. Também me imaginei que os caras tavam te dando em cima, aí perguntei: e por que você não foi com os caras, eles iam te fazer uma festa danada.
— Nossa, cê tá louco? Nem conheço eles, como é que vou sair assim com qualquer um? Quando os outros dois chegaram, me assustei e comecei a te procurar pra me ajudar, ela disse bem convincente.
— Ué, nem percebi, senão a gente te levava pra cabana e te comia os cinco, falei.
— Cê é maluco da cabeça, só pensa em comer, tem ideia fixa, ela reclamou.
— Dá pra parar de se fazer de sonsa? Eu vi você dando conversa pra eles e com certeza olhou eles de cima a baixo, só se assustou com os outros dois, falei tentando provocar uma reação.
— Haha, não vou mentir, dava pra ver que os dois eram gostosos, mas quatro era demais, e ela soltou outra gargalhada.

Quando chegamos no lugar onde estávamos hospedados, peguei ela de um jeito muito quente e, claro, tive que descarregar toda a tesão naquele rabo lindo dela.

No dia seguinte, meu celular tocou bem cedo, eu tinha acabado de levantar e a Sonia ainda tava dormindo. Era uma mensagem do grupo "Fantasia", com uma legenda que dizia: "temos tudo armado, casa, data e desculpas", "só falta o mais precioso", e aí aparece o rabo de calcinha fio dental da minha mulher. Ler aquela mensagem me deixou muito nervoso, comecei a andar de um lado pro outro pela casa, não pensei que toda a putaria que a gente vinha construindo há meses fosse se concretizar. Com o coração batendo forte, que até contagiava meu pau, perguntei pra eles me explicarem em detalhes o que tinham combinado. E aí começaram a explicação: a data tinha que ser no fim de semana da Páscoa, que caía em meados de abril, era uma casa de campo que já tinham reservado em Chascomús, afastada de outras casas, dando uma privacidade quase total. Eles cuidariam de preparar o lugar, e eu só precisava arrumar meus filhos e levar a presa pra aquele fim de semana, fazendo ela acreditar que eu tinha ganhado uma estadia tipo spa naquele lugar. Era fim de março e a gente tinha Cerca de quinze dias para realizar tudo o que foi planejado.
No começo de abril, comentei com minha esposa que surgiu essa oportunidade de ir pra Chascomús, mas não podíamos ir com as crianças. — Pergunta pros seus pais se eles podem cuidar deles nessa data — falei pra ela. Ela encheu o saco, porque não queria se desgrudar dos meninos, e eu disse pra ela ficar tranquila, que era só três dias mesmo. Aí ela pegou o celular e fez uma videochamada pros pais dela. Os avós dos meus filhos adoram eles e se sentem jovens de novo toda vez que estão juntos. A resposta foi sim, e o primeiro passo já tava dado. Na hora, avisei o grupo, e eles me disseram que já tava tudo fechado e organizado pro encontro. O difícil ia ser como contar pra minha mulher e fazer ela aceitar essa proposta, sem ela se irritar, me mandar pra merda ou rolar outra coisa. Já o nervosismo pela incerteza começava a fritar minha cabeça.

Na semana anterior ao encontro, eu tava muito nervoso e pensativo, tentava disfarçar, mas não conseguia. Várias vezes ela me perguntou se tava acontecendo algo, e eu só desviava as perguntas com desculpas do trabalho, falando que precisava espairecer. Parece que meus parceiros de grupo também estavam estranhos, porque quase não falavam do encontro. Acho que todo mundo tava cagado de medo de saber qual seria a reação da Sonia, que era parte fundamental de todo esse plano.

Faltavam quatro dias pro encontro quando chegou uma mensagem no meu celular do meu amigo Roque:
-E aí, amigão, tá por aí? - Mensagem do Roque.
Oi, sumido, finalmente apareceu, tudo bem?" — Minha mensagem.
—Na real que não, meu irmão Esteban é um baita otário e nunca me falou que tinha câmera na casa. — Mensagem do Roque.O próximo mensagem que ele me manda são duas fotos: uma onde ele tá comendo a Sonia e a outra é da dupla penetração que a gente tava fazendo na jacuzzi.-Ô, a puta que pariu o Roque, fala pro Esteban fechar o ortoporque senão a Sonia vai ficar de puta. – Mensagem minha.
— Relaxa, mano, alguma ideia vai surgir pra gente. — Mensagem do Roque.Essa semana claramente foi muito agitada e não tinha mais volta, as cartas estavam na mesa e só me restava encarar as consequências e tentar proteger ao máximo minha querida esposa.

1 comentários - Cuck super feliz - Cap 10

Ajmfg +1
Hermoso yo la convencí hace poco me gustaría hablar con gente con experiencia en el tema para saber por dónde arrancar