Escrevo isso com a autorização do Esteban, que além de ser o protagonista dessa história é um Poringa boy e me implorou pra contar o que aconteceu. Numa sexta, fomos ao teatro com minha esposa. O que vem a seguir é pra vocês irem entendendo.
Laura tinha vestido uma calça high que fazia a bunda dela aparecer em todo o esplendor. Minha esposa tem peitos pequenos, mas a bunda dela é um poema. Eu me sentia orgulhoso com cada olhar que com certeza a despia. A calcinha fio dental pequena marcava tão bem que não precisava usar muita imaginação pra perceber que era só uma tirinha separando as nádegas. Assistimos ao espetáculo e depois fomos jantar num restaurante do outro lado. Ficou tarde e, como não quis levar o carro, pedi um Uber. Como de costume, o aplicativo me avisou que em 10 minutos chegaria um Citroën cujo motorista se chamava Esteban. Ficamos esperando na calçada e eu podia ver como, de dentro do restaurante, muitos olhos estavam grudados na bunda da minha mulher. Logicamente, a situação me excitava e não demorei pra ficar de pau duro. De repente, uma buzinada: era o Uber. Esteban olhou Laura de cima a baixo. Eu o cumprimentei e indiquei pra onde íamos. Esteban começou uma conversa sobre como o trânsito era difícil na região dos teatros. Era um cara agradável, depois descobrimos que tinha 48 anos, loiro tipo alemão, robusto. Olhei pra Laura e comentei que estava lindo pra ir pra costanera. Perguntei ao Esteban se poderíamos mudar o rumo e ir um pouco pra costanera norte.
Ele me disse que precisava avisar a base e que o preço mudaria por espera e essas coisas, e eu concordei sem problemas. Depois de avisar, ele pegou o caminho pra costanera. "Turistas?", perguntou. Ele riu quando eu disse que não, que éramos de Boedo, mas queríamos curtir a noite. Quando começou a margear o murallón, comentei com Laura como ela tinha roubado olhares, e ela, rindo, disse que eram ideias minhas. Continuei dizendo que aquela calça caía perfeitamente nela e que estava pronta pra fotos de pornô. Essa foi a Detonante. O Esteban, que tinha ficado em silêncio mas ouvindo tudo apesar da música do rádio, olhou pelo espelho e, sorrindo, me disse: "Se vocês vão postar fotos no Poringa, podem me seguir, sou Poringa boy há anos." Nós três soltamos uma gargalhada. Esteban, já mais solto, perguntou: "Vocês publicam?" A Laura deu uma risadinha e, se fazendo de humilde, disse: "Não tem muito o que publicar, lá tem umas mulheres descomunais." Esteban, como se fôssemos amigos de infância, falou pra ela: "Tem muitas mesmo, mas sua bunda é bem natural, sem plástico, e isso vale muito." O clima tava ficando tenso. Esteban parou o carro. Olhando pra gente, disse: "Entrem no Poringa e vejam os shouts, subi um há uma hora." Falou o usuário dele. Abri o aplicativo, procurei e juro que, se não tivesse dentro do carro, caía de bunda no chão. O shout era uma foto dele na frente do espelho que dizia "bora trabalhar!", era do peito até os pés, o pau dele duro parecia um rolo de massa. Mostrei pra minha esposa e a cara dela se transformou. "E aceito opiniões", disse o Esteban olhando pra ela. A Laura falou com a voz cortada: "Sem palavras. É você de verdade?" Essa foi a pior pergunta que ela podia ter feito. Esteban se acomodou no banco e puxou o pau já duro. Era algo que a gente só tinha visto em filme pornô. Laura ficou muda. Eu só olhava as reações da minha mulher. Tentei quebrar o gelo e, me fazendo de sabichão, perguntei: "Sempre fica duro assim?" A gente riu e, me olhando, ele disse: "Tá duro desde que vi essa bunda linda, hein." Laura tava visivelmente nervosa. "Amor, não tem resposta pra esse elogio?" provoquei. "A resposta tá no meu uso da palavra: buceta toda molhada", ela falou bem putinha. Esteban esticou a mão e parte do corpo pro banco de trás e, apertando um peito dela, perguntou: "Te dá vontade?" "É grande demais", respondeu minha mulher entre assustada e com tesão. "Isso se resolve", disse Esteban. "Ah é? E como?" perguntou minha esposa já entregue. "Um boquete bem dado e a gente vê até onde você vai, loirinha", falou Esteban. Laura me olhou e disse: "Não sei, decide você. Quer ela de puta? Pergunte. Amor, nunca vi nem tive uma rola assim, tô toda molhada, não pergunta besteira. Olhei pro Esteban e falei: vamos pro apê. Passei o endereço e voamos pra Boedo. Esteban ligou pra base e encerrou a corrida, avisando que ia parar umas horas pra jantar e abastecer. No elevador, Esteban não parou de passar a mão na bunda da minha mulher e encostar a rola nela pra ela sentir. Se beijaram durante os 8 andares, se apalpando pra caralho. Abri a porta e minha mulher, desesperada, pedia pra ver aquela rola. Esteban deu o gosto e abaixou o moletom e a cueca.
Juro por tudo que é mais sagrado que aquela rola é de outro planeta. Super comprida e grossa, a cabeça é uma ameixa. Laura virou uma puta. Se ajoelhou desesperada pra chupar. Até a metade já tava na garganta. A filha da puta fazia força pra engolir mais e se engasgava, dando ânsia. Assim, puta, que beleza de chupadora de rola você é, falava Esteban acariciando a cabeça dela. Vai, enfia mais um pouco, tesouro, você consegue, ele dizia, e minha esposa, lacrimejando e sufocada, tentava engolir. Quer engolir a primeira gozada, puta? perguntou Esteban, e minha mulher assentiu como pôde, já que aquela rola monstra não deixava ela se mexer. Esteban bufou, e o maior espetáculo que já vi nos meus olhos: era tanta porra que parecia que ele tava despejando um saquinho de leite direto na garganta dela. Laura deu uma ânsia profunda e, tentando respirar, engoliu o que deu. Soltou a pica e me disse: me beija. Isso Esteban não esperava. Eu beijei ela, engolindo parte do leite. Uau, que filhos da puta!!! São uns porquinhos, que delícia, exclamou Esteban. Como resposta, lambi a cabeça da rola dele, limpando o que tinha sobrado.
A puta mãe, que foda eu vou dar em vocês, disse Esteban, alucinado. Nós dois colocamos a Laura pelada. Olha que pedaço de raba que você tem, filha da puta, ele falou, agarrando a bunda dela. Vamos pra cama, sugeri. Entramos no quarto e Esteban ordenou que minha esposa deitasse de bruços. Quero chupar sua bunda, ele disse. Tava perdido na buceta da Laura.
Chupava e dava tapas nela.
Laura gozava com gozinhos curtos, um atrás do outro.
Deus, como você chupa minha buceta de cu, repetia minha esposa.
Fica do meu lado, quero chupar duas rabetas, ele me disse.
Eu me deitei ao lado da Lau e a gente chupava o cu dela alternadamente.
De repente, ele mandou a gente chupar o pau dele juntos.
Parecíamos duas putas, chupando e nos beijando, com minha mulher dizendo que pauzão gostoso a gente tava comendo.
Assim por um tempo, até que Laura, sem aguentar mais, implorou: me fode, me destrói.
Esteban virou ela, colocou as pernas dela no ombro e começou a enfiar.
Laura gritava e chorava, ele tava rasgando ela.
Eu podia ver como a buceta da minha esposa se abria cada vez mais.
Tá doendo, ela disse, mas Esteban não ouviu e enfiou até o saco.
Um segundo de desmaio da Laura e ela voltou a si.
Ela tava toda arrebentada, a buceta era uma panelona, mas a dor tinha passado e, chorando, implorava pra ele não tirar.
Longe disso, Esteban bombava ela com pirocadas profundas.
Não dá pra explicar o volume que aquele pau imenso fazia dentro da buceta da minha esposa.
Laura deu um grito e gozou, molhando o pau do macho dela.
Esteban tirou pra dar um respiro.
Laura, de olhos fechados, me dizia: que pau, meu amor, que pedaço de pau que eu comi.
Eu beijei ela.
Esteban continuava duro.
Laura tava toda quebrada e não aguentava mais ele meter de novo.
Eu comecei a chupar ele pra ajudar a gozar.
Não conseguia engolir muito, mas Esteban tava adorando.
De repente, ele me diz: deixa eu só encostar no teu cu e gozar, por favor, essa rabeta é um monumento.
Laura me olhou com medo.
Só encosta, amor, eu falei pra ela.
Ela hesitou, mas num minuto, como conseguiu, ficou de quatro.
Esteban deu uma chupada gloriosa no cu dela e disse: eu cuido de você, meu amor, fica tranquila, só a portinha.
Minha mulher concordou e Esteban começou a passar a cabeça do pau na fresta.
Laura gemia e levou uma mão pra buceta, se masturbando.
Posso entrar só a cabeça, minha vida? Perguntou Esteban.
Minha mulher abriu bem as pernas e o cu dela ficou Exposto e aberto. Mas essa bunda já era, disse Esteban.
É, mas nunca com uma pica igual a sua, completou Laura.
Esteban empurrou e minha esposa deu um pulinho.
Olhei e a cabeça entrava e saía. Filho da puta, que prazer, gemeu Laura.
Esteban continuou metendo na bunda dela. Laura suspirou e, como se não fosse ela, disse: vai, arrebenta minha buceta de cu.
Não consigo descrever o que foi aquilo. Esteban forçou e a bunda se abriu igual uma flor. Começou a sangrar por causa do visitante enorme. Entrou um pouco e minha esposa desmaiou. Me assustei e falei pro Esteban.
Ele me olhou e disse: é agora.
Com a Laura desmaiada, ele deu uma estocada e a pica entrou toda até o talo. Esteban soltou um grito de triunfo.
Laura entreabriu os olhos e me passou tranquilidade. Esteban sussurrou no ouvido dela: você tá com ela toda dentro, minha vida.
Laura não conseguia se mexer. Esteban bombou a bunda dela entre os gritinhos da minha mulher. Gozou dentro daquele cu lindo e Laura suspirou.
Esteban saiu do cu da minha esposa, que tava cheio de porra e fios de sangue. Laura dormiu.
Esteban foi tomar banho e, quando terminou, se despediu de mim me dando o número dele para os próximos encontros.
Daqui a pouco vou postar uma foto de como ficou a bunda da minha esposa.
Hoje, quando eu como ela, juro que ela balança dentro daquele cu.
Laura pediu pra ser amante do Esteban.
Vou contar como ela chega em casa depois de cada encontro com o macho dela.
P.S.: ele me propôs comer eu também, mas, por mais que me excite toda vez que vejo a bunda da minha mulher, tenho medo. Por enquanto só chupo ele e tomo a porra quando minha esposa me empresta o macho dela.
Laura tinha vestido uma calça high que fazia a bunda dela aparecer em todo o esplendor. Minha esposa tem peitos pequenos, mas a bunda dela é um poema. Eu me sentia orgulhoso com cada olhar que com certeza a despia. A calcinha fio dental pequena marcava tão bem que não precisava usar muita imaginação pra perceber que era só uma tirinha separando as nádegas. Assistimos ao espetáculo e depois fomos jantar num restaurante do outro lado. Ficou tarde e, como não quis levar o carro, pedi um Uber. Como de costume, o aplicativo me avisou que em 10 minutos chegaria um Citroën cujo motorista se chamava Esteban. Ficamos esperando na calçada e eu podia ver como, de dentro do restaurante, muitos olhos estavam grudados na bunda da minha mulher. Logicamente, a situação me excitava e não demorei pra ficar de pau duro. De repente, uma buzinada: era o Uber. Esteban olhou Laura de cima a baixo. Eu o cumprimentei e indiquei pra onde íamos. Esteban começou uma conversa sobre como o trânsito era difícil na região dos teatros. Era um cara agradável, depois descobrimos que tinha 48 anos, loiro tipo alemão, robusto. Olhei pra Laura e comentei que estava lindo pra ir pra costanera. Perguntei ao Esteban se poderíamos mudar o rumo e ir um pouco pra costanera norte.
Ele me disse que precisava avisar a base e que o preço mudaria por espera e essas coisas, e eu concordei sem problemas. Depois de avisar, ele pegou o caminho pra costanera. "Turistas?", perguntou. Ele riu quando eu disse que não, que éramos de Boedo, mas queríamos curtir a noite. Quando começou a margear o murallón, comentei com Laura como ela tinha roubado olhares, e ela, rindo, disse que eram ideias minhas. Continuei dizendo que aquela calça caía perfeitamente nela e que estava pronta pra fotos de pornô. Essa foi a Detonante. O Esteban, que tinha ficado em silêncio mas ouvindo tudo apesar da música do rádio, olhou pelo espelho e, sorrindo, me disse: "Se vocês vão postar fotos no Poringa, podem me seguir, sou Poringa boy há anos." Nós três soltamos uma gargalhada. Esteban, já mais solto, perguntou: "Vocês publicam?" A Laura deu uma risadinha e, se fazendo de humilde, disse: "Não tem muito o que publicar, lá tem umas mulheres descomunais." Esteban, como se fôssemos amigos de infância, falou pra ela: "Tem muitas mesmo, mas sua bunda é bem natural, sem plástico, e isso vale muito." O clima tava ficando tenso. Esteban parou o carro. Olhando pra gente, disse: "Entrem no Poringa e vejam os shouts, subi um há uma hora." Falou o usuário dele. Abri o aplicativo, procurei e juro que, se não tivesse dentro do carro, caía de bunda no chão. O shout era uma foto dele na frente do espelho que dizia "bora trabalhar!", era do peito até os pés, o pau dele duro parecia um rolo de massa. Mostrei pra minha esposa e a cara dela se transformou. "E aceito opiniões", disse o Esteban olhando pra ela. A Laura falou com a voz cortada: "Sem palavras. É você de verdade?" Essa foi a pior pergunta que ela podia ter feito. Esteban se acomodou no banco e puxou o pau já duro. Era algo que a gente só tinha visto em filme pornô. Laura ficou muda. Eu só olhava as reações da minha mulher. Tentei quebrar o gelo e, me fazendo de sabichão, perguntei: "Sempre fica duro assim?" A gente riu e, me olhando, ele disse: "Tá duro desde que vi essa bunda linda, hein." Laura tava visivelmente nervosa. "Amor, não tem resposta pra esse elogio?" provoquei. "A resposta tá no meu uso da palavra: buceta toda molhada", ela falou bem putinha. Esteban esticou a mão e parte do corpo pro banco de trás e, apertando um peito dela, perguntou: "Te dá vontade?" "É grande demais", respondeu minha mulher entre assustada e com tesão. "Isso se resolve", disse Esteban. "Ah é? E como?" perguntou minha esposa já entregue. "Um boquete bem dado e a gente vê até onde você vai, loirinha", falou Esteban. Laura me olhou e disse: "Não sei, decide você. Quer ela de puta? Pergunte. Amor, nunca vi nem tive uma rola assim, tô toda molhada, não pergunta besteira. Olhei pro Esteban e falei: vamos pro apê. Passei o endereço e voamos pra Boedo. Esteban ligou pra base e encerrou a corrida, avisando que ia parar umas horas pra jantar e abastecer. No elevador, Esteban não parou de passar a mão na bunda da minha mulher e encostar a rola nela pra ela sentir. Se beijaram durante os 8 andares, se apalpando pra caralho. Abri a porta e minha mulher, desesperada, pedia pra ver aquela rola. Esteban deu o gosto e abaixou o moletom e a cueca.
Juro por tudo que é mais sagrado que aquela rola é de outro planeta. Super comprida e grossa, a cabeça é uma ameixa. Laura virou uma puta. Se ajoelhou desesperada pra chupar. Até a metade já tava na garganta. A filha da puta fazia força pra engolir mais e se engasgava, dando ânsia. Assim, puta, que beleza de chupadora de rola você é, falava Esteban acariciando a cabeça dela. Vai, enfia mais um pouco, tesouro, você consegue, ele dizia, e minha esposa, lacrimejando e sufocada, tentava engolir. Quer engolir a primeira gozada, puta? perguntou Esteban, e minha mulher assentiu como pôde, já que aquela rola monstra não deixava ela se mexer. Esteban bufou, e o maior espetáculo que já vi nos meus olhos: era tanta porra que parecia que ele tava despejando um saquinho de leite direto na garganta dela. Laura deu uma ânsia profunda e, tentando respirar, engoliu o que deu. Soltou a pica e me disse: me beija. Isso Esteban não esperava. Eu beijei ela, engolindo parte do leite. Uau, que filhos da puta!!! São uns porquinhos, que delícia, exclamou Esteban. Como resposta, lambi a cabeça da rola dele, limpando o que tinha sobrado.
A puta mãe, que foda eu vou dar em vocês, disse Esteban, alucinado. Nós dois colocamos a Laura pelada. Olha que pedaço de raba que você tem, filha da puta, ele falou, agarrando a bunda dela. Vamos pra cama, sugeri. Entramos no quarto e Esteban ordenou que minha esposa deitasse de bruços. Quero chupar sua bunda, ele disse. Tava perdido na buceta da Laura.
Chupava e dava tapas nela.
Laura gozava com gozinhos curtos, um atrás do outro.
Deus, como você chupa minha buceta de cu, repetia minha esposa.
Fica do meu lado, quero chupar duas rabetas, ele me disse.
Eu me deitei ao lado da Lau e a gente chupava o cu dela alternadamente.
De repente, ele mandou a gente chupar o pau dele juntos.
Parecíamos duas putas, chupando e nos beijando, com minha mulher dizendo que pauzão gostoso a gente tava comendo.
Assim por um tempo, até que Laura, sem aguentar mais, implorou: me fode, me destrói.
Esteban virou ela, colocou as pernas dela no ombro e começou a enfiar.
Laura gritava e chorava, ele tava rasgando ela.
Eu podia ver como a buceta da minha esposa se abria cada vez mais.
Tá doendo, ela disse, mas Esteban não ouviu e enfiou até o saco.
Um segundo de desmaio da Laura e ela voltou a si.
Ela tava toda arrebentada, a buceta era uma panelona, mas a dor tinha passado e, chorando, implorava pra ele não tirar.
Longe disso, Esteban bombava ela com pirocadas profundas.
Não dá pra explicar o volume que aquele pau imenso fazia dentro da buceta da minha esposa.
Laura deu um grito e gozou, molhando o pau do macho dela.
Esteban tirou pra dar um respiro.
Laura, de olhos fechados, me dizia: que pau, meu amor, que pedaço de pau que eu comi.
Eu beijei ela.
Esteban continuava duro.
Laura tava toda quebrada e não aguentava mais ele meter de novo.
Eu comecei a chupar ele pra ajudar a gozar.
Não conseguia engolir muito, mas Esteban tava adorando.
De repente, ele me diz: deixa eu só encostar no teu cu e gozar, por favor, essa rabeta é um monumento.
Laura me olhou com medo.
Só encosta, amor, eu falei pra ela.
Ela hesitou, mas num minuto, como conseguiu, ficou de quatro.
Esteban deu uma chupada gloriosa no cu dela e disse: eu cuido de você, meu amor, fica tranquila, só a portinha.
Minha mulher concordou e Esteban começou a passar a cabeça do pau na fresta.
Laura gemia e levou uma mão pra buceta, se masturbando.
Posso entrar só a cabeça, minha vida? Perguntou Esteban.
Minha mulher abriu bem as pernas e o cu dela ficou Exposto e aberto. Mas essa bunda já era, disse Esteban.
É, mas nunca com uma pica igual a sua, completou Laura.
Esteban empurrou e minha esposa deu um pulinho.
Olhei e a cabeça entrava e saía. Filho da puta, que prazer, gemeu Laura.
Esteban continuou metendo na bunda dela. Laura suspirou e, como se não fosse ela, disse: vai, arrebenta minha buceta de cu.
Não consigo descrever o que foi aquilo. Esteban forçou e a bunda se abriu igual uma flor. Começou a sangrar por causa do visitante enorme. Entrou um pouco e minha esposa desmaiou. Me assustei e falei pro Esteban.
Ele me olhou e disse: é agora.
Com a Laura desmaiada, ele deu uma estocada e a pica entrou toda até o talo. Esteban soltou um grito de triunfo.
Laura entreabriu os olhos e me passou tranquilidade. Esteban sussurrou no ouvido dela: você tá com ela toda dentro, minha vida.
Laura não conseguia se mexer. Esteban bombou a bunda dela entre os gritinhos da minha mulher. Gozou dentro daquele cu lindo e Laura suspirou.
Esteban saiu do cu da minha esposa, que tava cheio de porra e fios de sangue. Laura dormiu.
Esteban foi tomar banho e, quando terminou, se despediu de mim me dando o número dele para os próximos encontros.
Daqui a pouco vou postar uma foto de como ficou a bunda da minha esposa.
Hoje, quando eu como ela, juro que ela balança dentro daquele cu.
Laura pediu pra ser amante do Esteban.
Vou contar como ela chega em casa depois de cada encontro com o macho dela.
P.S.: ele me propôs comer eu também, mas, por mais que me excite toda vez que vejo a bunda da minha mulher, tenho medo. Por enquanto só chupo ele e tomo a porra quando minha esposa me empresta o macho dela.
8 comentários - O Uber mais pauzudo de Buenos Aires (amador real)