Meu tio me protege

Na minha infância, durante as férias de verão, me mandavam alguns dias pra casa do meu primo, que morava só com o pai dele (meu tio). A gente era muito próximo, se dava super bem, passava o tempo todo brincando. Eu já tinha percebido que sentia curiosidade por homens. Meu primo às vezes fazia comentários ruins sobre gays, mas em outras ocasiões dava pra ver que ele também tinha curiosidade, igual a mim.

Um dia, a gente ficou sozinho em casa, meu tio tinha saído pra trabalhar, então a gente passava muito tempo lá. Nessa ocasião, meu primo tava usando uns shorts que marcavam um volume, e eu não consegui me segurar, ficava olhando de vez em quando. De repente, ele falou: "Primo, o que você tanto olha?" Eu, assustado, disse que nada, mas na real tava morrendo de tentação. Ele passou a mão no volume e perguntou: "Quer ver?" Fiquei curioso, me senti à vontade e tava muito excitado — seria a primeira vez que veria outro pau. Falei que sim, que queria ver. Ele disse que só se eu mostrasse o meu também, e eu falei pra ele começar.

Ele baixou o shorts e pulou uma rola não muito grande, mas cabeçuda, ainda não tava dura. Senti uma sensação estranha, tipo umas cócegas. Aí ele disse que era minha vez. Eu baixei o shorts, mas o meu já tava duro. Ele falou: "Você é viado? Por que tá com ele duro?" Eu, assustado, neguei e subi a calça, já tinha me cagado de medo. Quando ele disse: "Vem cá, chega mais e põe na sua boca", eu me acalmei, me ajoelhei e meti na boca. Foi quando o filho da puta começou a mijar na minha boca. Tirei e corri pro banheiro cuspir, ele só ria. Fiquei puto e ia embora, quando ele falou: "Vem, me desculpa de novo". Eu, por curiosidade e inocência, voltei. a me ajoelhei de novo, coloquei na boca e ele fez de novo, mijou na minha boca e eu corri pro banheiro pra cuspir, ele tava rindo e foi aí que fui puto pro quarto. De noite, quando meu tio chegou, sentamos pra jantar, eu tava com os olhos meio vermelhos, ele me perguntou se tava tudo bem, eu disse que sim e olhei pro meu primo e baixei a cabeça, meu tio perguntou de novo pro meu primo o que tinha acontecido, ele respondeu: nada, você sabe que ele é meio viado, meu tio levantou a voz e disse que não tinha que falar assim comigo, mandou ele pro quarto e me perguntou o que tinha acontecido, que tudo ia ficar bem, que não ia me repreender, eu disse que tava com medo mas acabei contando tudo o que tinha acontecido com detalhes, ele só me abraçou e me mandou dormir. No dia seguinte de manhã, ele mandou meu primo de castigo pra casa da avó, disse que ele não podia falar nada do que tinha feito senão o castigo seria maior, que tinha que me respeitar e pedir desculpas, e foi assim, eu aceitei as desculpas e meu tio mandou ele pra casa da avó. Quando ficamos sozinhos, meu tio me disse que lamentava o que tinha acontecido com meu primo e que agradecia por eu ter tido confiança pra contar, que meu primo não ia mais me incomodar. Ele me disse que se eu tivesse curiosidade, ele podia me ajudar, me perguntou o que eu tinha gostado de ver um volume, eu disse que gostava de como marcava na roupa, que gostava de imaginar como era o pau por dentro, ele sentou na minha frente e marcava, me perguntou se era assim que eu gostava de ver e eu disse que sim, depois ele levantou, puxou a calça mais pra cima e sentou de novo, isso fez marcar ainda mais e ele disse: assim você gosta mais? e eu disse que sim, ele me disse pra chegar perto e tocar, então coloquei a mão dele no volume e comecei a esfregar. Depois ele me perguntou se eu queria ver, só balancei a cabeça que sim e ele baixou a calça, pulando uma rola grossa com pelo aparado, cabeçuda bem dura, com uns ovos grandes, ele me disse pra chegar perto e provar. Eu me afastei e falei que não queria que ele fizesse comigo o mesmo que meu primo fez. Ele disse: "Fica tranquilo, não quero que você fique com uma experiência ruim. Vem cá, se aproxima, eu vou começar." Ele me puxou pela calça, desabotoou o botão, abaixou o zíper e tirou minha calça. E disse: "É assim que deve ser sentido." E enfiou meu pau na boca dele. Eu senti tão gostoso, molhado, algo inexplicável. Me afastei um pouco, e ele me puxou de volta pra frente, dizendo: "Calma, não vai acontecer nada." E enfiou de novo na boca. Depois, ele tirou a boca do meu pau e disse: "Agora você quer provar? Não vou fazer nada com você. Prova no seu ritmo, do jeito que quiser, faz igual eu fiz com você." Eu me aproximei, primeiro fiquei passando a mão nas bolas dele e passando a língua na cabeça do pau. Comecei a subir e descer a boca por todo o pau dele. Me deu vontade de descer mais, e quando encostei a boca nas bolas dele, senti elas tão macias e quentes que comecei a chupar. Eu só via como ele tava aproveitando, igual eu tinha aproveitado antes. Não conseguia parar. Ele tirou minha cabeça de entre as pernas dele e disse: "Espera, você vai fazer eu gozar." Eu falei que não sabia o que era isso. Ele disse: "Quer ver?" Falei que sim. Ele disse: "Vamos começar com você, pra ver se já sai leite." Eu não entendi, e ele explicou que sai um leite pelo pau e que é muito gostoso. Meu tio se meteu entre minhas pernas, começou a chupar minhas bolas e bater uma pra mim. Ele tava fazendo tão rápido, e eu sentia a mão dele deslizando com a saliva que ele tinha passado. Comecei a sentir algo que nunca tinha sentido, muito gostoso, e depois comecei a sentir cócegas. Falei pra ele parar. Ele ficou olhando a ponta do meu pau e disse: "Ainda não saiu leitinho, mas logo vai. Vou ter que te ensinar com o meu." Ele disse: "Presta atenção no meu pau." Eu me aproximei, e ele começou a mover a mão pra cima e pra baixo bem rápido, enquanto as bolas dele balançavam. Dava até pra ouvir o barulho delas batendo nas pernas. Ele começou a gemer, ficou vermelho, se contorcendo. De repente, vi um jato pular Líquido branco entre as pernas dele, as bolas, a barriga peludinha. Meu tio estava de olhos fechados, e eu me aproximei e com minha boca provei a porra que estava na cabeça do pau dele. Ele abriu os olhos e me disse: "O que você está fazendo?" Eu me afastei e falei: "Desculpa." Ele disse: "Tudo bem, você gosta do gosto?" Eu respondi que sim, que isso sim era gostoso, diferente da mijada do meu primo. Ele falou: "Esquece isso. Se você gosta, come à vontade." Eu me aproximei e comecei a chupar a barriga dele, descendo, chupando e terminando nas bolas, limpando tudo. Ele perguntou: "Gostou?" Eu disse que sim. Ele falou: "É assim que deve ser sentido, você tem que aproveitar, esquece a outra experiência. Amanhã vou te ensinar outras coisas.

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