Olá, sou um leitor regular dos contos da Poringa! Pela primeira vez quero contar algo meu (se o relato não estiver perfeito é porque não costumo escrever). Isso é pra desabafar um pouco e contar (porque ninguém mais sabe disso, só as pessoas envolvidas) como foram meus inícios sexuais.
A vida inteira tive o mesmo grupo de amigos, onde éramos 3. Fomos pra escola e pro colégio juntos, jogávamos futebol juntos, natação juntos. Também descobrimos a punheta juntos haha, bem, dois desses amigos descobriram e depois me contaram. Eu não sabia de nada, mas eles disseram que eu tinha que me tocar e que meu pau ficava duro, e era verdade. A gente se juntava pra ver pornô (óbvio) numa época em que mal existia pornô online. Sempre nos encontrávamos na casa do Martín, porque ele tinha a casa maior e um quarto só pra ele, morava com a mãe divorciada, uma filha de uns 22 anos, acho, e um irmão de 18 (a gente era alguns anos mais novo). Lembro da impressão que o pornô me causou: não fazia ideia de nada sobre sexo, e via como um pau gigante entrava numa mina e a fazia gemer e gozar. Me explodiu a cabeça. E vi que quem mais parecia gozar com o sexo era a mulher.
No começo, cada um tinha seu tempo na frente do computador pra fazer suas coisas sozinho, com um papel higiênico por perto, mas pouco tempo depois começaram as bronhas em grupo. Eu tinha vergonha de mostrar meu pau (não é muito grande) e o Martín e outro amigo (vamos chamar de Lautaro) tinham dois paus enormes: o do Martín era muito comprido e moreno, com uma cabeça roxa (devia ter uns 20 cm fácil) e o do Lautaro era menos comprido, mas muito, muito grosso. Não podia acreditar: não só eu era o de pau mais pequeno (se olhassem pra ele, iam zoar, por isso não me mostrava), mas meus dois amigos tinham paus de filme pornô. Ao ver aquelas minas gozando com paus grandes, pensava comigo: "será que é gostoso ter um desses paus dentro?"
Toda vez que pintava a Punhetas em grupo. Eu sentava atrás deles, pra eles não verem minha rola e pra poder ver as deles. Mal olhava pro filme pornô, ficava vendo como eles moviam a mão nos próprios membros, pra cima e pra baixo, como cada vez pareciam ficar mais duros, soltando líquido aos pouquinhos. Ouvia eles suspirarem e se agitarem. Me dava um tesão danado. Sempre era o primeiro a ir no banheiro gozar (mais pra não verem minha rola, mas também pra não me pegarem olhando pra eles). Não consegui evitar começar a fantasiar, principalmente com o Martín, que era com quem eu passava mais tempo e tinha a maior piroca. Ficava pensando qual seria o gosto da rola dele, ou se caberia no meu rabo. E assim também comecei a reparar na minha bunda: sempre fui liso e muito branco, e vi que tinha a bunda redondinha, que eu achava bonita, mas não sabia se era bonita pros outros. E quis descobrir.
Quando ficava sozinho em casa, entrava em salas de chat, e às vezes adicionava gente no MSN, a maioria adultos (muito errado eles, haha) e pela webcam eu me despia e mostrava a bunda, ficava de quatro, dava tapas, até enfiava um dedo. Eu via eles se punhetando por minha causa e essa sensação me incendiava completamente, fervecia meu sangue. Não ligava se eles eram bonitos ou feios, porque eu não achava que conseguia achar homens "bonitos" nem imaginava beijar um homem, só sabia que as picas me davam tesão e tava descobrindo que gostava de excitar homens. Eu ia na onda pelo chat quando me convidavam pra transar, mas nunca pensava em fazer acontecer de verdade, ainda mais com um desconhecido naquela idade.
Ao mesmo tempo que sentia esse tesão, nos jogos e na zoeira com meus amigos, de vez em quando a gente se apoiava ou se tocava na bunda ou dava tapão nas bolas (coisas de moleque idiota). Nesse processo de tesão, comecei a não tirar mais a mão dos meus amigos quando me tocavam ou se apoiavam em mim, de vez em quando. Principalmente deixava o Martín pegar na minha bunda.
Um dia de janeiro muito quente, a gente tava no clube, numa Quadra coberta com chapa, não tinha mais ninguém. À noite a gente ia pra casa dele, eu ia dormir lá. A gente tava sem camisa e de shorts, batendo bola, e começamos a jogar uma disputa de pênaltis, com o prêmio de quem ganhasse batia uma primeiro na frente do computador. No final, acabei ganhando eu, óbvio, comemorei na cara dele. Ele abaixou a calça mostrando a piroca, mole, preta, cheia de pelo, e falou "essa vai primeiro". Eu fiquei olhando fixo, de boca aberta, sem conseguir evitar. Me pegou de surpresa, acho que até fiquei meio vermelho.
- Martin, rindo: eepa, gostou, né?
- Eu: jaha, que isso, mano, guarda isso.
Mas eu não parava de olhar, tava hipnotizado, até que ele finalmente guardou. Falei pra gente tomar um banho (tava um calor do caralho) e ir pra casa dele, que tinha ar condicionado. Ele foi pros chuveiros, eu fui pegar a bola que era minha, as camisas e fui pro vestiário. Aí o Martin já tava abaixando a cueca, deixando no ar de novo aquela jiboia de carne. Dessa vez tentei não olhar (não queria que me chamassem de viado nem nada) e virei de costas. De pé, coloquei um pé no banco pra desamarrar as chuteiras e ele começou a passar a mão na minha bunda.
- Martin: epa, que bundinha hein
- Eu: para, mano, jaha
Eu continuei desamarrando os cadarços, sem tirar a mão dele. Os segundos passavam e ele continuava com a mão na minha bunda, passando de uma nádega pra outra. Quando tirei uma chuteira, afastei a mão dele, mas quando coloquei o pé no banco pra tirar a outra, ele voltou a me tocar. Eu não sabia o que fazer: tava ficando com muito tesão, mas sabia que ele não era gay de jeito nenhum (eu também não me considerava gay, vale dizer), ele sempre falava de minas, de qual ele gostava mais, etc. Sentia que tinha que tirar a mão dele porque ele ia achar que eu era viado, mas ao mesmo tempo tava adorando que ele me tocasse. Tava uma mistura de excitação e medo, curtindo e com muito tesão, mas cheio de nervoso. Até que terminei de desamarrar os dois cadarços e tirei, empurrando ele um pouco pra trás. Decidi sentar no banco pra ele não encostar mais na minha bunda, mas ele não se afastou muito, então o pau dele ficou bem perto do meu rosto. Sempre fizemos esporte juntos e muitas vezes tomamos banho juntos sem nunca rolar nada. Não sei se foi porque ele tava entediado, ou porque estávamos sozinhos, ou sei lá, mas ele ficou parado pelado na minha frente. Começou a falar dos jogos de play que íamos jogar mais tarde, e eu só concordava com tudo. Tirei as chuteiras e as meias, mal olhando pra ele, porque o pau dele tava a centímetros, ia ser muito óbvio se eu ficasse olhando besta de novo. Até que, finalmente, graças a deus, ele foi pro lado dos chuveiros. Tirei o que restava de roupa e andei meio de lado até os chuveiros porque não queria que ele visse que eu tava duraço. Tomamos banho com água fria, que mesmo assim saía morna. Ele foi o primeiro a fechar o chuveiro, e quando tava saindo, me deu um tapa bem forte na bunda. - Eu: filho da puta! doeu pra caralho! - Martín: haha aguenta aí - Eu: tá ardendo pra cacete! - Martín: melhor, pra ficar marcado Ele ria enquanto se secava, me olhando passar a mão na minha nádega pra aliviar a ardência. Fiquei mais um tempo debaixo d'água, ele se vestiu e saiu, e depois eu saí. Naquela tarde não rolou mais nada. Mais tarde, já na casa dele, a mãe saiu pra comprar umas coisas pra comer. Aí decidimos que era hora do pornô haha. Como eu tinha ganhado nos pênaltis, comecei primeiro. Fui num site, botei os primeiros vídeos que achei só pra fazer barulho porque minha cabeça tava em outro lugar. Comecei a me tocar, mas imaginando o Martín, meu amigo se masturbando, todo o corpo atlético dele pelado, só um pouco de pelo no peito e nas pernas, se pegando naquele pau grande, moreno e cheio de veias. Resolvi deixar a mente solta e botei um vídeo de inspiração, de uma mina fazendo um boquete, e me imaginei chupando o pau dele Martín, mas a rola do vídeo não era tão bonita quanto a do meu amigo. Fechei os olhos e imaginei meu amigo me comendo naquele mesmo quarto, metendo até o fundo, e gozei.
Um tempinho depois, saí pra onde ele estava, que era num corredorzinho do andar de cima onde dava pra ver a porta da entrada (pra vigiar se ninguém entrava num momento inoportuno). Ele passou pro quarto, e eu fiquei de sentinela. Logo a tesão voltou. Esperei uns minutos, e falei: "já foi, vou dar uma espiada nele".
A porta estava entreaberta, ele tava tipo a 45° graus, dava pra ver as costas dele e o encosto da cadeira, e a mão direita subindo e descendo naquele pau enorme. Mesmo não vendo inteiro, aquela rola se destacava, comprida e linda. Comecei a me tocar por cima da calça, mas a consciência pesou e voltei pro corredor. Dois minutos depois, ouvi barulho de chaves e fui pro quarto. Ele guardou a rola no short, que tava explodindo. A mãe avisou com um grito que tinha voltado, Martín gritou "beleza". Falaram umas coisas sobre o que iam comer, nada importante. Comemos, jogamos video game, zoamos. Quando a mãe foi dormir (os irmãos não estavam nem iam voltar naquela noite), sentamos pra ver porno de novo. Dessa vez ele pediu pra começar, e eu falei "beleza", já que ele não tinha gozado. Eu ia pro corredor de novo pra vigiar se a mãe não subia, apaguei a luz e saí. Mas dessa vez o tempo passava e Martín não saía. Já tava demorando e eu tinha ficado de saco cheio, achei que ele já tinha terminado e entrei.
— Eu: "e aí? ainda tá nessa?"
— Martín: "é, não sei o que rola, a punheta interrompida de antes me quebrou e agora não consigo, já cansei o braço."
Cheguei mais perto dele e vi que ele não tinha se coberto. A luz do monitor iluminava ele de leve. O short e a cueca dele estavam nos tornozelos, dava pra ver o corpo dele, pouco peludo, e o pau grande e veiudo bem duro, apoiado na barriga dele, acima do umbigo.
— Eu: "ah, e o que cê vai fazer?"
— Martín: "sei lá."
Eu sentei na cama, já Gostoso de novo. Eu tava aproveitando a escuridão pra olhar pro pau dele. Ele tinha ficado quieto, sem se mexer nem falar nada, e eu também. Não sei quanto tempo fiquei ali, admirando aquele membro imponente, como ele se mexia no ritmo da respiração dele, apoiado contra a barriga. Quando percebi que já tinha passado um tempão sem ninguém falar nada, levantei um pouco o olhar e vi que ele tinha me observado pelo espelho o tempo todo. Queria morrer. Ele tava me olhando enquanto eu tava de olho no pau dele, durasso. O chão se abriu. Me virei e fiquei sentado de costas pra ele. Meu coração tava batendo a mil, senti até a pressão cair. Minha cabeça fervilhava, pensando: "se eu sair correndo, fico super mal; se eu falar algo, fico super mal; ele vai me chamar de viadinho, vai contar pra todo mundo...". Senti que ia hiperventilar, e aí sinto o Martín tocar meu ombro.
- Martín: ei, burrão, não me faz um favor?
- Eu: o quê?
Olhei pra ele só por meio segundo, ainda de costas. Ele ainda tava pelado, agora de pé, bem perto de mim.
- Martín: mas não conta pra ninguém.
Aí meu coração deu outro pulo. Pensei que ele ia me acusar de algo, o que ele ia me dizer? Queria que ele falasse algo que não tivesse nada a ver com o que acabou de rolar, que mudasse de assunto pra outra coisa.
- Martín: não, nada.
- Eu: fala, vai.
- Martín: não quer me ajudar?
- Eu: ajudar com o quê?
- Martín: eeh... nada, deixa pra lá.
Ele sentou de novo na cadeira. Fiquei curioso, e além disso, queria muito mudar de assunto. Virei de frente pra ele de novo, tentando fingir que não tinha acontecido nada.
- Eu: fala, vai.
- Martín: não me ajuda um pouco a... bater uma punheta?
- Eu: o quê? te ajudar como?
- Martín: se você bater uma pra mim um pouco, só um pouquinho, eu não conto pra ninguém, e você também não conta pra ninguém. Promete?
Não acreditei. Ele era o nervoso, ele queria que eu tocasse nele. Perguntei se era sério. uma piada, eu tava zoando ele, mas ele dizia que não, que tava muito excitado, que o braço tava cansado e queria sentir outra coisa.
- Eu: cê quer mesmo que eu te toque? jura por mim?
- Martín: sim, juro.
Já não aguentava mais, poucas vezes na vida fiquei tão tesudo e tão nervoso, tremia. Me aproximei dele, sentei perto, e devagar estiquei meu braço e com meus dedos peguei na pica dele. Mal fiz contato, ele soltou um suspiro. Quando vi que ele fechou os olhos, aproveitei pra parar de disfarçar: mordia o lábio enquanto movia a mão devagar, ainda tremendo, por aquela pica sublime. Mal conseguia fechar os dedos, sentia cada veia, era tão macia e tão dura ao mesmo tempo.
- Martín: tá bom...
Eu não falei nada. Comecei a mover pra cima e pra baixo, mas era desconfortável, os apoios de braço da cadeira não deixavam muito movimento. Não sabia se tava machucando ele. Aí ele se mexeu e se adiantou com a cadeira pro computador. Soltei a pica dele e levei ao nariz: era um cheiro forte que nunca tinha sentido assim. Ele colocou no PC uns vídeos de uma loira chupando um cara e se recostou. Me pegou pelo pulso e sem falar nada levou minha mão até a pica dele. Eu também não falei nada, só voltei a bater uma pra ele. Devem ter passado uns dois minutos, eu tava tipo bêbado naquele momento, não entendia nada e a cabeça tava girando.
- Martín: é meio desconfortável isso, e se você ficar desse lado aqui no chão?
Vi onde ele apontava, era o vão da mesa do computador onde se coloca as pernas. Só falei "tá bom" e fui. Tirei o short dele de vez e coloquei no chão pra não machucar meus joelhos, e de novo comecei a bater uma pra ele. Agora a vista era única: via a pica dele em primeiro plano, daquelas bolas peludas e gigantes até aquele pau de carne imenso. Era um sonho realizado. O coração batia a mil e o sangue fervia, sentia que podia explodir. Num momento falei "já era, vou aproveitar o máximo que der, foda-se" e coloquei minhas duas mãos naquela porra. Uma Bem lá embaixo, no começo do tronco, a outra por cima. Precisaria de pelo menos mais duas pra cobrir essa pica toda.
- Martín: é bem comprida, viu?
- Eu: sim, que filho da puta (escapou sem querer kkkk)
Ele riu também, isso aliviou a tensão. Olhei nos olhos dele pela primeira vez e ele devolveu o olhar, com aquele sorriso torto que você tem quando tá gostando de ver alguém de cima, tipo de superioridade. Senti que ele tava curtindo o que eu fazia e isso me deixou feliz.
- Martín: mexe nas minhas bolas também, por favor
Não falei nada, aquilo era ordem pra mim. Tava alucinando. Acariciei as bolas dele sem hesitar, também devagar, segurando elas na mão como se tivesse pesando, enquanto com a direita continuava a punheta. Olhei pra ele de novo e ele tava vendo o vídeo. Virei pra ver e ainda tava rolando um boquete feroz da loira no cara magro. A loira tava ajoelhada, igual eu naquele momento.
- Martín: você se atreve a cuspir? pra escorregar as mãos.
- Eu (todo inocente mesmo): não sei como faz
Ele se inclinou um pouco pra frente e cuspiu na própria pica. No começo não gostei de sentir a saliva dele, mas logo percebi que deixava mais fácil e rápido o movimento das minhas mãos.
- Martín: agora faz você
Me levantei um pouco, apoiei os cotovelos nas coxas peludas dele e aproximei a pica dele da minha boca devagar, enquanto continuava a punheta. Como não sabia cuspir, ficou um fio de saliva pendurado entre a cabeça roxa dele e meus lábios. Me afastei e mexi um pouco a pica dele pra cortar o fio, mas continuou, então aproximei minha boca de novo, agora a poucos centímetros.
Meu plano era mexer um pouco a pica dele e cortar o fio, mas de repente senti a mão trêmula dele acariciando meu cabelo. Me surpreendi e olhei fixo pra ele, pensei que tinha feito algo errado e virei pra me "guiar" pelo vídeo pornô, mas parece que o vídeo tinha acabado. Martín tava assim, trêmulo e excitado, por mim. Via ele com os olhos quase fechados. Olhando pra mim, não mais pro pornô. Ele fez só um pouco de força, guiando minha nuca pra baixo em direção à porra do pau dele. Por dentro, pensei: "já era, é meu sonho" e cedi. Não me importei mais com nada, não pensei no futuro nem no que iam dizer. Abri a boca o mais largo que pude e enfiei a cabeça do pau dele dentro de mim. Mexi minha língua como dava, tentando acariciar aquela cabeça roxa que eu tanto queria. Subia e descia no pau dele sem tirar ele da boca por completo, não queria ficar nem um segundo sem ele lá dentro, não podia desperdiçar a oportunidade que tinha aparecido. A cabeça dele estava bem molhada por aquele líquido clarinho que saía, que também não me desagradava, era mais gostoso do que eu tinha imaginado. Não acreditava no que estava fazendo. Totalmente louco, já sem disfarçar que tava adorando, comecei a acariciar as pernas dele um pouco enquanto mexia minha boca e língua naquela cabeça (fiz esforço, mas não cabia mais que aquilo). Aproveitei pra tocar nos ovos dele de novo, tinham ficado babados e macios, também não dava pra segurar os dois com uma mão só. O pau e as bolas dele eram grandes demais. Nisso tudo, eu tava de olhos fechados, curtindo cada segundo. Levei minha mão de volta pro pau dele e me afastei um pouco pra respirar, dessa vez acelerei o ritmo da punheta; quando consegui respirar, voltei a atacar a porra da piroca linda que tava na minha frente.
Ele passou a mão no meu cabelo de novo, mas dessa vez com mais força, já não era mais um carinho, era mais como se estivesse me segurando pelos cabelos. Não sabia o que ele queria que eu fizesse, então tirei o pau da boca e comecei a lamber. Comecei a bater uma mais rápido, aproveitando a saliva, e quando ia meter na boca, o Martín começou a gozar. E não era uma gozada normal, era super grossa e em quantidade. Parte entrou na minha boca como um míssil, o resto no meu rosto, no cabelo, e até um pouco passou por cima da minha cabeça e foi voar pro chão. O Martín tava gemendo bem alto e gozando um monte na minha cara, que ficou toda branca.
Ele suspirou. terminando totalmente satisfeito. Foi tudo muito rápido, não deve ter passado de dois minutos de boquete, e no máximo cinco minutos de masturbação, mas foi uma experiência incrível.
Na hora voltamos à realidade, porque o gemido dele foi tão alto que a mãe dele gritou lá de baixo perguntando se a gente tava bem. A gente teve um segundo de pânico, se olhou e ficou em silêncio, eu com a cara cheia de porra e ele largado lá com o pau pra fora. Mas na hora ele respondeu "tô sim, mãe" e a gente caiu na gargalhada.
- Eu: e agora, o que eu faço com a cara assim?
- Martín: hahaha, tua cara fica até mais gostosa assim, hein
- Eu: vai tomar no cu, me dá alguma coisa pra limpar
- Martín: calma aí, ainda não consigo me mexer, não sinto as pernas
A gente caiu na risada de novo. Eu tava com um olho fechado porque a porra que ele tinha gozado na minha testa tava escorrendo. Ainda tava com o pau dele na mão, que já tava murchando.
- Eu: finalmente amoleceu, hein, tava um ferro haha
- Martín (notei que ele ficou meio envergonhado): é, sei lá... fica aqui, né?
Eu enfiei o pau mole dele na boca. Agora sim, cabia inteiro. Os pelos pubianos dele encostavam no meu nariz. Passei a língua de leve como dava e aguentei uns segundos.
- Eu: agora sim, fica aqui.
A gente riu de novo. Agora sim ele levantou, me passou papel higiênico e trouxe o lixo. Ele tava mesmo com dificuldade pra andar, eu morria de rir. Fui no banheiro limpar o rosto e bati uma punheta que gozei em 30 segundos. Voltei pro quarto, o cheiro de pau e porra tava terrível. Abrimos a janela, ficamos falando besteira como se nada tivesse acontecido e dormimos.
Essa foi minha primeira experiência sexual. E não seria a única naquela noite, porque de madrugada acordei de novo com tesão, mas agora cheia de dúvidas... mas isso é pra uma (possível) segunda parte.
A vida inteira tive o mesmo grupo de amigos, onde éramos 3. Fomos pra escola e pro colégio juntos, jogávamos futebol juntos, natação juntos. Também descobrimos a punheta juntos haha, bem, dois desses amigos descobriram e depois me contaram. Eu não sabia de nada, mas eles disseram que eu tinha que me tocar e que meu pau ficava duro, e era verdade. A gente se juntava pra ver pornô (óbvio) numa época em que mal existia pornô online. Sempre nos encontrávamos na casa do Martín, porque ele tinha a casa maior e um quarto só pra ele, morava com a mãe divorciada, uma filha de uns 22 anos, acho, e um irmão de 18 (a gente era alguns anos mais novo). Lembro da impressão que o pornô me causou: não fazia ideia de nada sobre sexo, e via como um pau gigante entrava numa mina e a fazia gemer e gozar. Me explodiu a cabeça. E vi que quem mais parecia gozar com o sexo era a mulher.
No começo, cada um tinha seu tempo na frente do computador pra fazer suas coisas sozinho, com um papel higiênico por perto, mas pouco tempo depois começaram as bronhas em grupo. Eu tinha vergonha de mostrar meu pau (não é muito grande) e o Martín e outro amigo (vamos chamar de Lautaro) tinham dois paus enormes: o do Martín era muito comprido e moreno, com uma cabeça roxa (devia ter uns 20 cm fácil) e o do Lautaro era menos comprido, mas muito, muito grosso. Não podia acreditar: não só eu era o de pau mais pequeno (se olhassem pra ele, iam zoar, por isso não me mostrava), mas meus dois amigos tinham paus de filme pornô. Ao ver aquelas minas gozando com paus grandes, pensava comigo: "será que é gostoso ter um desses paus dentro?"
Toda vez que pintava a Punhetas em grupo. Eu sentava atrás deles, pra eles não verem minha rola e pra poder ver as deles. Mal olhava pro filme pornô, ficava vendo como eles moviam a mão nos próprios membros, pra cima e pra baixo, como cada vez pareciam ficar mais duros, soltando líquido aos pouquinhos. Ouvia eles suspirarem e se agitarem. Me dava um tesão danado. Sempre era o primeiro a ir no banheiro gozar (mais pra não verem minha rola, mas também pra não me pegarem olhando pra eles). Não consegui evitar começar a fantasiar, principalmente com o Martín, que era com quem eu passava mais tempo e tinha a maior piroca. Ficava pensando qual seria o gosto da rola dele, ou se caberia no meu rabo. E assim também comecei a reparar na minha bunda: sempre fui liso e muito branco, e vi que tinha a bunda redondinha, que eu achava bonita, mas não sabia se era bonita pros outros. E quis descobrir.
Quando ficava sozinho em casa, entrava em salas de chat, e às vezes adicionava gente no MSN, a maioria adultos (muito errado eles, haha) e pela webcam eu me despia e mostrava a bunda, ficava de quatro, dava tapas, até enfiava um dedo. Eu via eles se punhetando por minha causa e essa sensação me incendiava completamente, fervecia meu sangue. Não ligava se eles eram bonitos ou feios, porque eu não achava que conseguia achar homens "bonitos" nem imaginava beijar um homem, só sabia que as picas me davam tesão e tava descobrindo que gostava de excitar homens. Eu ia na onda pelo chat quando me convidavam pra transar, mas nunca pensava em fazer acontecer de verdade, ainda mais com um desconhecido naquela idade.
Ao mesmo tempo que sentia esse tesão, nos jogos e na zoeira com meus amigos, de vez em quando a gente se apoiava ou se tocava na bunda ou dava tapão nas bolas (coisas de moleque idiota). Nesse processo de tesão, comecei a não tirar mais a mão dos meus amigos quando me tocavam ou se apoiavam em mim, de vez em quando. Principalmente deixava o Martín pegar na minha bunda.
Um dia de janeiro muito quente, a gente tava no clube, numa Quadra coberta com chapa, não tinha mais ninguém. À noite a gente ia pra casa dele, eu ia dormir lá. A gente tava sem camisa e de shorts, batendo bola, e começamos a jogar uma disputa de pênaltis, com o prêmio de quem ganhasse batia uma primeiro na frente do computador. No final, acabei ganhando eu, óbvio, comemorei na cara dele. Ele abaixou a calça mostrando a piroca, mole, preta, cheia de pelo, e falou "essa vai primeiro". Eu fiquei olhando fixo, de boca aberta, sem conseguir evitar. Me pegou de surpresa, acho que até fiquei meio vermelho.
- Martin, rindo: eepa, gostou, né?
- Eu: jaha, que isso, mano, guarda isso.
Mas eu não parava de olhar, tava hipnotizado, até que ele finalmente guardou. Falei pra gente tomar um banho (tava um calor do caralho) e ir pra casa dele, que tinha ar condicionado. Ele foi pros chuveiros, eu fui pegar a bola que era minha, as camisas e fui pro vestiário. Aí o Martin já tava abaixando a cueca, deixando no ar de novo aquela jiboia de carne. Dessa vez tentei não olhar (não queria que me chamassem de viado nem nada) e virei de costas. De pé, coloquei um pé no banco pra desamarrar as chuteiras e ele começou a passar a mão na minha bunda.
- Martin: epa, que bundinha hein
- Eu: para, mano, jaha
Eu continuei desamarrando os cadarços, sem tirar a mão dele. Os segundos passavam e ele continuava com a mão na minha bunda, passando de uma nádega pra outra. Quando tirei uma chuteira, afastei a mão dele, mas quando coloquei o pé no banco pra tirar a outra, ele voltou a me tocar. Eu não sabia o que fazer: tava ficando com muito tesão, mas sabia que ele não era gay de jeito nenhum (eu também não me considerava gay, vale dizer), ele sempre falava de minas, de qual ele gostava mais, etc. Sentia que tinha que tirar a mão dele porque ele ia achar que eu era viado, mas ao mesmo tempo tava adorando que ele me tocasse. Tava uma mistura de excitação e medo, curtindo e com muito tesão, mas cheio de nervoso. Até que terminei de desamarrar os dois cadarços e tirei, empurrando ele um pouco pra trás. Decidi sentar no banco pra ele não encostar mais na minha bunda, mas ele não se afastou muito, então o pau dele ficou bem perto do meu rosto. Sempre fizemos esporte juntos e muitas vezes tomamos banho juntos sem nunca rolar nada. Não sei se foi porque ele tava entediado, ou porque estávamos sozinhos, ou sei lá, mas ele ficou parado pelado na minha frente. Começou a falar dos jogos de play que íamos jogar mais tarde, e eu só concordava com tudo. Tirei as chuteiras e as meias, mal olhando pra ele, porque o pau dele tava a centímetros, ia ser muito óbvio se eu ficasse olhando besta de novo. Até que, finalmente, graças a deus, ele foi pro lado dos chuveiros. Tirei o que restava de roupa e andei meio de lado até os chuveiros porque não queria que ele visse que eu tava duraço. Tomamos banho com água fria, que mesmo assim saía morna. Ele foi o primeiro a fechar o chuveiro, e quando tava saindo, me deu um tapa bem forte na bunda. - Eu: filho da puta! doeu pra caralho! - Martín: haha aguenta aí - Eu: tá ardendo pra cacete! - Martín: melhor, pra ficar marcado Ele ria enquanto se secava, me olhando passar a mão na minha nádega pra aliviar a ardência. Fiquei mais um tempo debaixo d'água, ele se vestiu e saiu, e depois eu saí. Naquela tarde não rolou mais nada. Mais tarde, já na casa dele, a mãe saiu pra comprar umas coisas pra comer. Aí decidimos que era hora do pornô haha. Como eu tinha ganhado nos pênaltis, comecei primeiro. Fui num site, botei os primeiros vídeos que achei só pra fazer barulho porque minha cabeça tava em outro lugar. Comecei a me tocar, mas imaginando o Martín, meu amigo se masturbando, todo o corpo atlético dele pelado, só um pouco de pelo no peito e nas pernas, se pegando naquele pau grande, moreno e cheio de veias. Resolvi deixar a mente solta e botei um vídeo de inspiração, de uma mina fazendo um boquete, e me imaginei chupando o pau dele Martín, mas a rola do vídeo não era tão bonita quanto a do meu amigo. Fechei os olhos e imaginei meu amigo me comendo naquele mesmo quarto, metendo até o fundo, e gozei.
Um tempinho depois, saí pra onde ele estava, que era num corredorzinho do andar de cima onde dava pra ver a porta da entrada (pra vigiar se ninguém entrava num momento inoportuno). Ele passou pro quarto, e eu fiquei de sentinela. Logo a tesão voltou. Esperei uns minutos, e falei: "já foi, vou dar uma espiada nele".
A porta estava entreaberta, ele tava tipo a 45° graus, dava pra ver as costas dele e o encosto da cadeira, e a mão direita subindo e descendo naquele pau enorme. Mesmo não vendo inteiro, aquela rola se destacava, comprida e linda. Comecei a me tocar por cima da calça, mas a consciência pesou e voltei pro corredor. Dois minutos depois, ouvi barulho de chaves e fui pro quarto. Ele guardou a rola no short, que tava explodindo. A mãe avisou com um grito que tinha voltado, Martín gritou "beleza". Falaram umas coisas sobre o que iam comer, nada importante. Comemos, jogamos video game, zoamos. Quando a mãe foi dormir (os irmãos não estavam nem iam voltar naquela noite), sentamos pra ver porno de novo. Dessa vez ele pediu pra começar, e eu falei "beleza", já que ele não tinha gozado. Eu ia pro corredor de novo pra vigiar se a mãe não subia, apaguei a luz e saí. Mas dessa vez o tempo passava e Martín não saía. Já tava demorando e eu tinha ficado de saco cheio, achei que ele já tinha terminado e entrei.
— Eu: "e aí? ainda tá nessa?"
— Martín: "é, não sei o que rola, a punheta interrompida de antes me quebrou e agora não consigo, já cansei o braço."
Cheguei mais perto dele e vi que ele não tinha se coberto. A luz do monitor iluminava ele de leve. O short e a cueca dele estavam nos tornozelos, dava pra ver o corpo dele, pouco peludo, e o pau grande e veiudo bem duro, apoiado na barriga dele, acima do umbigo.
— Eu: "ah, e o que cê vai fazer?"
— Martín: "sei lá."
Eu sentei na cama, já Gostoso de novo. Eu tava aproveitando a escuridão pra olhar pro pau dele. Ele tinha ficado quieto, sem se mexer nem falar nada, e eu também. Não sei quanto tempo fiquei ali, admirando aquele membro imponente, como ele se mexia no ritmo da respiração dele, apoiado contra a barriga. Quando percebi que já tinha passado um tempão sem ninguém falar nada, levantei um pouco o olhar e vi que ele tinha me observado pelo espelho o tempo todo. Queria morrer. Ele tava me olhando enquanto eu tava de olho no pau dele, durasso. O chão se abriu. Me virei e fiquei sentado de costas pra ele. Meu coração tava batendo a mil, senti até a pressão cair. Minha cabeça fervilhava, pensando: "se eu sair correndo, fico super mal; se eu falar algo, fico super mal; ele vai me chamar de viadinho, vai contar pra todo mundo...". Senti que ia hiperventilar, e aí sinto o Martín tocar meu ombro.
- Martín: ei, burrão, não me faz um favor?
- Eu: o quê?
Olhei pra ele só por meio segundo, ainda de costas. Ele ainda tava pelado, agora de pé, bem perto de mim.
- Martín: mas não conta pra ninguém.
Aí meu coração deu outro pulo. Pensei que ele ia me acusar de algo, o que ele ia me dizer? Queria que ele falasse algo que não tivesse nada a ver com o que acabou de rolar, que mudasse de assunto pra outra coisa.
- Martín: não, nada.
- Eu: fala, vai.
- Martín: não quer me ajudar?
- Eu: ajudar com o quê?
- Martín: eeh... nada, deixa pra lá.
Ele sentou de novo na cadeira. Fiquei curioso, e além disso, queria muito mudar de assunto. Virei de frente pra ele de novo, tentando fingir que não tinha acontecido nada.
- Eu: fala, vai.
- Martín: não me ajuda um pouco a... bater uma punheta?
- Eu: o quê? te ajudar como?
- Martín: se você bater uma pra mim um pouco, só um pouquinho, eu não conto pra ninguém, e você também não conta pra ninguém. Promete?
Não acreditei. Ele era o nervoso, ele queria que eu tocasse nele. Perguntei se era sério. uma piada, eu tava zoando ele, mas ele dizia que não, que tava muito excitado, que o braço tava cansado e queria sentir outra coisa.
- Eu: cê quer mesmo que eu te toque? jura por mim?
- Martín: sim, juro.
Já não aguentava mais, poucas vezes na vida fiquei tão tesudo e tão nervoso, tremia. Me aproximei dele, sentei perto, e devagar estiquei meu braço e com meus dedos peguei na pica dele. Mal fiz contato, ele soltou um suspiro. Quando vi que ele fechou os olhos, aproveitei pra parar de disfarçar: mordia o lábio enquanto movia a mão devagar, ainda tremendo, por aquela pica sublime. Mal conseguia fechar os dedos, sentia cada veia, era tão macia e tão dura ao mesmo tempo.
- Martín: tá bom...
Eu não falei nada. Comecei a mover pra cima e pra baixo, mas era desconfortável, os apoios de braço da cadeira não deixavam muito movimento. Não sabia se tava machucando ele. Aí ele se mexeu e se adiantou com a cadeira pro computador. Soltei a pica dele e levei ao nariz: era um cheiro forte que nunca tinha sentido assim. Ele colocou no PC uns vídeos de uma loira chupando um cara e se recostou. Me pegou pelo pulso e sem falar nada levou minha mão até a pica dele. Eu também não falei nada, só voltei a bater uma pra ele. Devem ter passado uns dois minutos, eu tava tipo bêbado naquele momento, não entendia nada e a cabeça tava girando.
- Martín: é meio desconfortável isso, e se você ficar desse lado aqui no chão?
Vi onde ele apontava, era o vão da mesa do computador onde se coloca as pernas. Só falei "tá bom" e fui. Tirei o short dele de vez e coloquei no chão pra não machucar meus joelhos, e de novo comecei a bater uma pra ele. Agora a vista era única: via a pica dele em primeiro plano, daquelas bolas peludas e gigantes até aquele pau de carne imenso. Era um sonho realizado. O coração batia a mil e o sangue fervia, sentia que podia explodir. Num momento falei "já era, vou aproveitar o máximo que der, foda-se" e coloquei minhas duas mãos naquela porra. Uma Bem lá embaixo, no começo do tronco, a outra por cima. Precisaria de pelo menos mais duas pra cobrir essa pica toda.
- Martín: é bem comprida, viu?
- Eu: sim, que filho da puta (escapou sem querer kkkk)
Ele riu também, isso aliviou a tensão. Olhei nos olhos dele pela primeira vez e ele devolveu o olhar, com aquele sorriso torto que você tem quando tá gostando de ver alguém de cima, tipo de superioridade. Senti que ele tava curtindo o que eu fazia e isso me deixou feliz.
- Martín: mexe nas minhas bolas também, por favor
Não falei nada, aquilo era ordem pra mim. Tava alucinando. Acariciei as bolas dele sem hesitar, também devagar, segurando elas na mão como se tivesse pesando, enquanto com a direita continuava a punheta. Olhei pra ele de novo e ele tava vendo o vídeo. Virei pra ver e ainda tava rolando um boquete feroz da loira no cara magro. A loira tava ajoelhada, igual eu naquele momento.
- Martín: você se atreve a cuspir? pra escorregar as mãos.
- Eu (todo inocente mesmo): não sei como faz
Ele se inclinou um pouco pra frente e cuspiu na própria pica. No começo não gostei de sentir a saliva dele, mas logo percebi que deixava mais fácil e rápido o movimento das minhas mãos.
- Martín: agora faz você
Me levantei um pouco, apoiei os cotovelos nas coxas peludas dele e aproximei a pica dele da minha boca devagar, enquanto continuava a punheta. Como não sabia cuspir, ficou um fio de saliva pendurado entre a cabeça roxa dele e meus lábios. Me afastei e mexi um pouco a pica dele pra cortar o fio, mas continuou, então aproximei minha boca de novo, agora a poucos centímetros.
Meu plano era mexer um pouco a pica dele e cortar o fio, mas de repente senti a mão trêmula dele acariciando meu cabelo. Me surpreendi e olhei fixo pra ele, pensei que tinha feito algo errado e virei pra me "guiar" pelo vídeo pornô, mas parece que o vídeo tinha acabado. Martín tava assim, trêmulo e excitado, por mim. Via ele com os olhos quase fechados. Olhando pra mim, não mais pro pornô. Ele fez só um pouco de força, guiando minha nuca pra baixo em direção à porra do pau dele. Por dentro, pensei: "já era, é meu sonho" e cedi. Não me importei mais com nada, não pensei no futuro nem no que iam dizer. Abri a boca o mais largo que pude e enfiei a cabeça do pau dele dentro de mim. Mexi minha língua como dava, tentando acariciar aquela cabeça roxa que eu tanto queria. Subia e descia no pau dele sem tirar ele da boca por completo, não queria ficar nem um segundo sem ele lá dentro, não podia desperdiçar a oportunidade que tinha aparecido. A cabeça dele estava bem molhada por aquele líquido clarinho que saía, que também não me desagradava, era mais gostoso do que eu tinha imaginado. Não acreditava no que estava fazendo. Totalmente louco, já sem disfarçar que tava adorando, comecei a acariciar as pernas dele um pouco enquanto mexia minha boca e língua naquela cabeça (fiz esforço, mas não cabia mais que aquilo). Aproveitei pra tocar nos ovos dele de novo, tinham ficado babados e macios, também não dava pra segurar os dois com uma mão só. O pau e as bolas dele eram grandes demais. Nisso tudo, eu tava de olhos fechados, curtindo cada segundo. Levei minha mão de volta pro pau dele e me afastei um pouco pra respirar, dessa vez acelerei o ritmo da punheta; quando consegui respirar, voltei a atacar a porra da piroca linda que tava na minha frente.
Ele passou a mão no meu cabelo de novo, mas dessa vez com mais força, já não era mais um carinho, era mais como se estivesse me segurando pelos cabelos. Não sabia o que ele queria que eu fizesse, então tirei o pau da boca e comecei a lamber. Comecei a bater uma mais rápido, aproveitando a saliva, e quando ia meter na boca, o Martín começou a gozar. E não era uma gozada normal, era super grossa e em quantidade. Parte entrou na minha boca como um míssil, o resto no meu rosto, no cabelo, e até um pouco passou por cima da minha cabeça e foi voar pro chão. O Martín tava gemendo bem alto e gozando um monte na minha cara, que ficou toda branca.
Ele suspirou. terminando totalmente satisfeito. Foi tudo muito rápido, não deve ter passado de dois minutos de boquete, e no máximo cinco minutos de masturbação, mas foi uma experiência incrível.
Na hora voltamos à realidade, porque o gemido dele foi tão alto que a mãe dele gritou lá de baixo perguntando se a gente tava bem. A gente teve um segundo de pânico, se olhou e ficou em silêncio, eu com a cara cheia de porra e ele largado lá com o pau pra fora. Mas na hora ele respondeu "tô sim, mãe" e a gente caiu na gargalhada.
- Eu: e agora, o que eu faço com a cara assim?
- Martín: hahaha, tua cara fica até mais gostosa assim, hein
- Eu: vai tomar no cu, me dá alguma coisa pra limpar
- Martín: calma aí, ainda não consigo me mexer, não sinto as pernas
A gente caiu na risada de novo. Eu tava com um olho fechado porque a porra que ele tinha gozado na minha testa tava escorrendo. Ainda tava com o pau dele na mão, que já tava murchando.
- Eu: finalmente amoleceu, hein, tava um ferro haha
- Martín (notei que ele ficou meio envergonhado): é, sei lá... fica aqui, né?
Eu enfiei o pau mole dele na boca. Agora sim, cabia inteiro. Os pelos pubianos dele encostavam no meu nariz. Passei a língua de leve como dava e aguentei uns segundos.
- Eu: agora sim, fica aqui.
A gente riu de novo. Agora sim ele levantou, me passou papel higiênico e trouxe o lixo. Ele tava mesmo com dificuldade pra andar, eu morria de rir. Fui no banheiro limpar o rosto e bati uma punheta que gozei em 30 segundos. Voltei pro quarto, o cheiro de pau e porra tava terrível. Abrimos a janela, ficamos falando besteira como se nada tivesse acontecido e dormimos.
Essa foi minha primeira experiência sexual. E não seria a única naquela noite, porque de madrugada acordei de novo com tesão, mas agora cheia de dúvidas... mas isso é pra uma (possível) segunda parte.
5 comentários - Minha primeira vez.
me re exitó !
+10!