Minha namorada Martí chegou em casa com um tesão do caralho, percebi na hora só de ver como ela atravessou a sala depois de fechar a porta pra me dar um beijo daqueles. Fiquei me perguntando o motivo de tanto fogo, imaginei que talvez algum dos caras com quem ela tava tivesse comido ela há pouco. Resolvi fazer uma inspeção mais detalhada e fiquei sentindo o gosto da língua e dos lábios dela. Confirmei, pra minha tristeza mas ao mesmo tempo com um tesão estranho, que tanto os lábios quanto a língua dela tinham um gosto delicioso de pica.
- Hoje quem vai te foder sou eu - Ela sussurrou no meu ouvido. No começo não entendi direito o que ela queria dizer com aquilo, mas ela não demorou pra me fazer entender.
Ela começou a tirar a roupinha enquanto me beijava de boca aberta. Quando eu tentei começar a tirar a minha, ela não deixou. Me jogou na cama com roupa e tudo enquanto terminava de tirar a calcinha fio dental.
- Você tava dando pra alguém pra estar tão gostosa assim? - perguntei sem rodeios.
- Dois caras me comeram, meu corno lindo, você não sabe as picas que eu tive que engolir, espero que você tenha sentido - Em seguida, ela subiu em cima de mim com as pernas apertando meu pescoço e colocando a buceta linda dela na altura da minha garganta. A buceta já tava toda molhada, a putinha, então quando ela começou a se esfregar, já senti meu pomo de adão inundado por um mar de fluidos.
Eu ia falar mais uma sacanagem, mas minha tentativa foi interrompida por um dedo que entrou na minha boca, era o de Martí, que gemendo e com uma cara de prazer do caralho me fazia engolir não só um, mas dois dedos dela, enquanto não parava de repetir "hoje quem vai te foder sou eu". Resolvi me entregar completamente a ela e comecei a sentir os dedos dela se aprofundando cada vez mais na minha boca e garganta, quase me fazendo engasgar. Mas eu amava. Imaginava que era isso que Martí devia ter sentido há pouco enquanto era comida e tinha que ter uma pica enfiada na boca. Resolvi me entregar. totalmente entregue à fantasia e estava dando resultado, porque inconscientemente eu tava imaginando que o que tinha na boca não eram dedos, mas sim uma cock; e mesmo sem admitir, aquilo tava me deixando a mil.
Martí saiu de cima de mim e passou a língua por todo meu pescoço molhado. Sem falar nada, tirou minha calça e cueca e começou a chupar todas as minhas bolas. Isso me pareceu estranho, já que ela não costumava me dar prazer desse jeito. Pra minha surpresa, entendi que esse não era o objetivo principal dela, porque comecei a sentir a língua descendo devagar, descendo até chegar no meu cu. Sem medo, ela passou a língua inteira na minha bunda sem nenhuma vergonha, o que me fez delirar. Sentia ela longa e macia rodeando todo meu ânus, enchendo ele de cuspe. Sentia ela cuspindo e enfiando a língua inteira no meu buraco virgem. Eu só conseguia gemer de puro prazer.
— Cê tá gostando, meu amor? — Ela perguntava num estado de êxtase total. — Olha que você não pode gozar ainda, você ainda vai ter que me foder. — Eu não sabia como caralho ia conseguir fazer isso, só pedia, morto de prazer, pra ela não parar.
Ela me virou e fiquei de bunda pra cima, pulsando, como se estivesse pedindo por mais. Senti dedos de novo dentro da minha boca e minha namorada sussurrando algo no meu ouvido: — Prepara eles pra mim. — Agora eu entendia o que ela queria dizer, então chupei e umedeci aqueles dedos como se fossem a melhor cock que eu já tinha provado na vida. Quando ela tirou eles da minha boca, repetiu aquelas palavras que agora me deixavam louco: — Hoje eu vou te foder.
Comecei a sentir aqueles dedos encharcados se aproximando do meu cu, e não consegui segurar o gemido. Ainda tava de costas, com minha namorada na altura das minhas pernas, ajoelhada, com uma mão já enfiada na própria pussy, enquanto com a outra se preparava pra me dedilhar inteiro.
Sentia as unhas e a ponta dos dedos dela entrando bem devagar. Era uma delícia. Estranho, mas algo em mim queria que cada vez fossem mais fundo, queria sentir mais prazer, queria que enfiasse todos. Minha mulher parou naquele momento e começou a mexer os dedos dentro do meu cu como se fosse um brinquedo qualquer. Meu cu, ao sentir aquilo, não parava de abrir e fechar, era um prazer que eu nunca tinha sentido.
Senti uma mão me agarrar forte pelo pescoço e ouvi de novo aquele sussurro lindo no meu ouvido, que agora me enlouquecia: "hoje vou te comer". E ao mesmo tempo, sentia todos os dedos dela entrando no meu cu. Já não conseguia nem gemer do que sentia, os dedos inteiros dentro de mim eram como nada no mundo. Ela ria e continuava sem parar de se tocar. Agora, com todos os dedos lá dentro, fui o brinquedo dela: enfiava, tirava, enfiava mais fundo, cuspia neles e enfiava de novo, brincando com meu cu. Ela estava num delírio total.
Ela me virou de novo e, enquanto continuava tocando meu cu, começou a chupar minha pica toda. Essas duas coisas juntas foram demais pra mim, e acabei gozando sem querer dentro da boca dela. Ela recebeu tudo, completamente satisfeita, sem deixar escapar uma gota sequer dos seus lindos lábios. Me beijou e garantiu que isso não ia acabar ali...
- Hoje quem vai te foder sou eu - Ela sussurrou no meu ouvido. No começo não entendi direito o que ela queria dizer com aquilo, mas ela não demorou pra me fazer entender.
Ela começou a tirar a roupinha enquanto me beijava de boca aberta. Quando eu tentei começar a tirar a minha, ela não deixou. Me jogou na cama com roupa e tudo enquanto terminava de tirar a calcinha fio dental.
- Você tava dando pra alguém pra estar tão gostosa assim? - perguntei sem rodeios.
- Dois caras me comeram, meu corno lindo, você não sabe as picas que eu tive que engolir, espero que você tenha sentido - Em seguida, ela subiu em cima de mim com as pernas apertando meu pescoço e colocando a buceta linda dela na altura da minha garganta. A buceta já tava toda molhada, a putinha, então quando ela começou a se esfregar, já senti meu pomo de adão inundado por um mar de fluidos.
Eu ia falar mais uma sacanagem, mas minha tentativa foi interrompida por um dedo que entrou na minha boca, era o de Martí, que gemendo e com uma cara de prazer do caralho me fazia engolir não só um, mas dois dedos dela, enquanto não parava de repetir "hoje quem vai te foder sou eu". Resolvi me entregar completamente a ela e comecei a sentir os dedos dela se aprofundando cada vez mais na minha boca e garganta, quase me fazendo engasgar. Mas eu amava. Imaginava que era isso que Martí devia ter sentido há pouco enquanto era comida e tinha que ter uma pica enfiada na boca. Resolvi me entregar. totalmente entregue à fantasia e estava dando resultado, porque inconscientemente eu tava imaginando que o que tinha na boca não eram dedos, mas sim uma cock; e mesmo sem admitir, aquilo tava me deixando a mil.
Martí saiu de cima de mim e passou a língua por todo meu pescoço molhado. Sem falar nada, tirou minha calça e cueca e começou a chupar todas as minhas bolas. Isso me pareceu estranho, já que ela não costumava me dar prazer desse jeito. Pra minha surpresa, entendi que esse não era o objetivo principal dela, porque comecei a sentir a língua descendo devagar, descendo até chegar no meu cu. Sem medo, ela passou a língua inteira na minha bunda sem nenhuma vergonha, o que me fez delirar. Sentia ela longa e macia rodeando todo meu ânus, enchendo ele de cuspe. Sentia ela cuspindo e enfiando a língua inteira no meu buraco virgem. Eu só conseguia gemer de puro prazer.
— Cê tá gostando, meu amor? — Ela perguntava num estado de êxtase total. — Olha que você não pode gozar ainda, você ainda vai ter que me foder. — Eu não sabia como caralho ia conseguir fazer isso, só pedia, morto de prazer, pra ela não parar.
Ela me virou e fiquei de bunda pra cima, pulsando, como se estivesse pedindo por mais. Senti dedos de novo dentro da minha boca e minha namorada sussurrando algo no meu ouvido: — Prepara eles pra mim. — Agora eu entendia o que ela queria dizer, então chupei e umedeci aqueles dedos como se fossem a melhor cock que eu já tinha provado na vida. Quando ela tirou eles da minha boca, repetiu aquelas palavras que agora me deixavam louco: — Hoje eu vou te foder.
Comecei a sentir aqueles dedos encharcados se aproximando do meu cu, e não consegui segurar o gemido. Ainda tava de costas, com minha namorada na altura das minhas pernas, ajoelhada, com uma mão já enfiada na própria pussy, enquanto com a outra se preparava pra me dedilhar inteiro.
Sentia as unhas e a ponta dos dedos dela entrando bem devagar. Era uma delícia. Estranho, mas algo em mim queria que cada vez fossem mais fundo, queria sentir mais prazer, queria que enfiasse todos. Minha mulher parou naquele momento e começou a mexer os dedos dentro do meu cu como se fosse um brinquedo qualquer. Meu cu, ao sentir aquilo, não parava de abrir e fechar, era um prazer que eu nunca tinha sentido.
Senti uma mão me agarrar forte pelo pescoço e ouvi de novo aquele sussurro lindo no meu ouvido, que agora me enlouquecia: "hoje vou te comer". E ao mesmo tempo, sentia todos os dedos dela entrando no meu cu. Já não conseguia nem gemer do que sentia, os dedos inteiros dentro de mim eram como nada no mundo. Ela ria e continuava sem parar de se tocar. Agora, com todos os dedos lá dentro, fui o brinquedo dela: enfiava, tirava, enfiava mais fundo, cuspia neles e enfiava de novo, brincando com meu cu. Ela estava num delírio total.
Ela me virou de novo e, enquanto continuava tocando meu cu, começou a chupar minha pica toda. Essas duas coisas juntas foram demais pra mim, e acabei gozando sem querer dentro da boca dela. Ela recebeu tudo, completamente satisfeita, sem deixar escapar uma gota sequer dos seus lindos lábios. Me beijou e garantiu que isso não ia acabar ali...
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