Estou casada. Sou uma mulher de 27 anos, com uma bunda bem empinada e profunda, meus lábios são muito sexys, minhas amigas me zoam dizendo que tenho boquinha de chupar pau. Sou uma garota que, até esse momento que vou contar, nunca tinha ficado satisfeita com o sexo que tinha. Meu marido é um típico profissional de arquitetura, muito culto, e o sexo que a gente fazia era tradicional e suave, e eu sempre terminava depois de foder me masturbando com filmes pornô ou vendo fotos na internet. Aqueles homens bem safados, de pau enorme e movimentos grotescos. Paus grandes me deixam tão excitada que só de ver um pau numa foto já me molho na hora, e minha boquinha fica cheia d'água, quero chupar um. Essa história começa quando meu marido compra um galpão de materiais de construção na frente da nossa casa. Lá tinha vários empregados, e esses empregados eram os protagonistas das minhas punhetas. Minha janela dava pro pátio onde eles trabalhavam, e eu me masturbava vendo eles sem camisa, os músculos, os movimentos de macho, imaginando os músculos deles. Eles eram: Rubén, um grandão bestial, sem um grama de gordura no corpo musculoso, moreno, uns 1,90m. O outro era Pedro, o típico pedreiro de traços indígenas e um corpo perfeito. E por último, Axel, um negro uruguaio que só de ver já me deixava toda puta, ainda mais imaginando que os negros dizem que têm paus enormes. Um dia, eu estava na frente daquela janela bendita e vi meu negão se refrescando o suor com uma mangueira, via como aquele jeans grudava nas pernas dele e marcava o volume, como a água deixava os músculos dele brilhando. Eu estava me masturbando disfarçadamente, uma delícia, quando, de repente, meu marido aparece atrás de mim. Eu congelei e tentei disfarçar. Ele me perguntou num tom de brincadeira: "Gosta dos peões?" Eu levei na brincadeira e ri, dizendo que estava olhando o galpão e quanto custou comprar. Meu marido, estranhamente, se aproximou e começou a me beijar muito excitado, não era nada comum ele me comer em qualquer lugar. Lado e hora, eu tava vestida com um short bem apertado e uma regata. Meu marido deu uma olhada e falou: "E aí, se os operários te vissem assim?" Essa frase me deixou super putinha e eu não consegui evitar de me molhar, e ele confirmou porque começou a me punhetar e percebeu que eu tava como nunca. Meu cara tava alucinado e me encostou na janela, ele atrás de mim, e disse: "Quero te comer enquanto você olha pros operários." "Cê tá louco?", falei, tentando fazer a séria, mas os gemidos não deixavam eu bancar a moralista, e minha carinha de puta me entregou que eu tava super excitada. Meu marido colocou a pica na minha buceta e começou a me foder, e o filho da puta falou: "Quem te excita mais dos que você vê?" Eu respondi que nenhum, que eram horríveis, e meu marido, quase sem me ouvir, disse: "Cê gosta do negrão, né?" Quando ele falou isso, eu não acreditava, tava super excitada e surpresa. "Olha o corpo que ele tem!!!", ele dizia. "Deve ter uns 2 metros e uma pica enorme!!!", falava todo excitado. Com essas frases, eu tava toda molhada e com o cu bem dilatado. Pirada, falei pro meu marido: "Mete algo grande em mim." Meu marido parou de me foder e foi embora. Daí a pouco voltou com uma berinjela preta enorme, tipo 25 x 6. "Imagina que é a pica do negrão", disse todo excitado, me colocou de quatro olhando pra janela e enfiou aquela enormidade na minha buceta, e ficava falando: "Cê gosta da pica do Axel?" Eu tava super putinha e dizia que sim. Gemia igual louca, como nunca antes. Meu marido aproveitou meu cu dilatado pra, com a pica dele de 17 x 4, me comer por lá, coisa que nunca tinha feito antes. E a gente gozou igual uns doidos. Essa prática a gente fez por um tempão, quase 3 meses. Meu marido tava obcecado por aquele negrão e tinha me comprado picas de borracha preta e até a cueca do negrão Axel pra eu me punhetar com elas. Eu também tava super excitada com aquele negrão. Um dia, meu marido me chama do galpão e fala pra eu levar uns documentos. Eu, na hora, tava fazendo ginástica e tava com uma legging bem metida e uma regata branca. Quando entrei no galpão, o Alex tava num pátio onde tinha sacos de cimento, ele tava bem sujo e suado, encostado com o torso nu num caixote velho. Era a primeira vez que a gente se via cara a cara e o filho da puta olhou fixo pra minha buceta, porque a legging tava me marcando toda. Não dava pra disfarçar, ele olhava pra minha buceta e pra minha boca. Eu tava louca de tesão, o negão era enorme e a coisa mais gostosa que eu já tinha visto na vida. Perguntei sobre meu marido e ele explicou que eu tinha que esperar um pouco, porque ele tava numa reunião com uns compradores. Eu tentava não olhar pra ele, mas meu olhar ia direto pra virilha do negão. Tinha um volume enorme que levantava a calça dele. O negão percebeu que eu tava olhando demais e me disse: "Desculpa se eu olho tanto pra você, é que não tô acostumado a ver uma mulher tão gostosa como você." Eu sorri, toda excitada, aceitando o elogio. O negão não ficou atrás, quando viu que eu fui muito simpática, ele perguntou se eu podia dar uma volta, porque disse que nunca tinha visto pernas tão definidas e perfeitas. Eu me fiz de inocente e dei uma volta, empinando minha puta bunda como nunca antes, tava quase gozando só de mostrar pra esse garanhão negro minha bunda empinada. "Você tem uma raba deliciosa, senhora", disse o negão, com o volume muito maior do que antes. Eu já olhava descaradamente pro volume dele enquanto agradecia os elogios. O negão era rápido e disse: "Mas quando te vi, ele subiu. Posso me retirar?" ele perguntou, olhando pra minha boca. Eu disse: "Não tem problema, é algo natural." Eu falava qualquer coisa só pra ele não ir embora. "Posso te tratar por você?" ele perguntou, pegando na minha mão. Eu disse que sim, e o maldito negão me perguntou, enquanto segurava minha mão com a mãozona dele: "Já viu uma pica preta alguma vez?" Eu, toda excitada e ofegante, respondi que não. O maldito negão levou a mãozona dele pro zíper e, naquele momento, tentei me acalmar e falei: "Axel, isso tá indo pro caralho e meu marido tá ali do lado." O pior é que isso me excitava ainda mais. Só É um minuto", disse o preto, "alguém com a sua bunda merece ver isso." Eu estava toda entregue, molhada e super puta. Ele abaixou a braguilha e tirou uma coisa impressionante, uma piroca preta como petróleo, brilhosa. Tinha o tamanho do meu antebraço, acho que passava dos 30 cm e era bem grossa, mas a propriedade dela era o comprimento. Quando vi aquilo, tive um orgasmo e me agitei muito, tentando abafar meus gemidos. Tinha meus olhinhos azuis com as pálpebras pela metade, molhava continuamente meus lábios com minha língua comprida, perfurada por um piercing. Meu cabelo estava preso, tenho franjinha e cabelo longo e loiro, tenho carinha de adolescente puta e vestida assim parecia uma estudante do ensino médio. Quando o Axel viu como eu estava, me disse: "Vem, toca nele, você vai gostar muito." Me aproximei quase automaticamente e me ajoelhei na frente do preto, ficando hipnotizada diante da porra da piroca impressionante daquele preto filho da puta. Quando toquei, não podia acreditar, minha mão direita não fechava de tão grossa que era. "É enorme e tá toda dura", falei, besta com aquela estaca preta. "Faz uma punheta pra ele", me disse o preto puto, sorrindo, todo tesudo. Comecei a bater uma pra ele, super puta, não só com uma mão porque era enorme, mas com as duas, batendo uma pra aquela piroca imensa. Batia rapidão e depois bem devagar, deixando a cabeçona preta e perfeita descoberta ao descer. E eu estava em êxtase e perguntei, gemendo como uma gatinha sendo comida: "Posso te dar uma chupada?" "Sim, puta, chupa", respondeu o preto, todo tesudo. Chupei aquela piroca imensa desesperada. Metia até a garganta, até dar ânsia, e depois, com a saliva que vomitava, chupava como se fosse um sorvete. Era a situação mais perversa que já tinha vivido. Minha buceta escorria. O preto não disse nada, se levantou, me virou, baixou minha calça e meteu dois dedos pretos enormes, cada dedo parecia a piroca do meu marido. "É um cu muito promíscuo e merece uma pica enorme, puta de merda", me dizia o preto num tom violento. Dava medo aquela besta me comendo com aqueles dedões. Com um corpo desses. Mas pra mim isso me excitava ainda mais. O negão se agachou atrás da minha bunda, abriu ela e cuspiu na minha buceta três vezes, se levantou de novo e enfiou de uma vez. Não dava pra acreditar na dor no começo, aquela estaca tinha partido minha buceta num segundo, depois do terceiro movimento era só prazer, aquela pica me fazia gozar sem parar, era um animal violento me comendo com força. Um negão forte daqueles com uma loirinha de carinha de boneca. A pica dele entrava até a metade e já batia no fundo. Eu xingava ele de tudo, tava toda puta e descontrolada — Me come bem a buceta, negão filho da puta, negão viado e sujo. O negão enquanto me comia puxava meu cabelo e só falava — Puta, chupa pica, nunca comeu uma assim. Eu já tinha gozado mais de 10 vezes e o negão continuava me furando. Quando trocamos de posição, não dava pra acreditar, meu marido tava lá. Sentado num saco de cimento, se masturbando. Eu me tapei como dava, mas o Axel sacou tudo na hora e falou pra ele — Tá te esquentando ver eu foder sua esposa, chefe? Não dava pra acreditar, o Axel ainda tava com a pica dentro de mim e meu marido pediu pra ele mostrar a pica inteira. O negão sorriu e me disse — Parece que seu marido gosta de pica. O negão se aproximou sorrindo do meu marido e encostou a pica enorme na cara dele. E o Alex falou — Quer chupar, chefe? Não dava pra acreditar, meu marido começou a engolir desesperado aquela tranca preta enquanto o negão ria e me dedava o cu agora com os dedões. Enquanto isso, eu não parava de beijar o negão, ele tava me comendo de novo com os dedos enquanto meu marido, igual uma puta, chupava a pica dele alucinado.
4 comentários - mi marido me entrega a un negro