Ela acordava toda manhã e repetia a mesma rotina. Dava um beijo na testa do namorado, que ainda tava dormindo, pegava um roupão pra não sentir a mudança de temperatura, ia pro banheiro, escovava os dentes, penteava o cabelo e se maquiava rapidinho.
Ia pra cozinha, passava o café, preparava umas torradas, passava manteiga, colocava uma fatia de presunto e voltava pra cama pra acordar o namorado e dividir o café da manhã.
Ela gostava de acordar cedo e deixar tudo servido pra ele na cama. Curtir o tempo deles tomando um café juntos e trocando uns carinhos matinais.
Às vezes quase não conversavam, respeitavam o silêncio olhando os celulares. Outras vezes revisavam a agenda de um ou do outro pro dia.
Depois de no máximo 20 minutos, ela retomava a rotina, escolhia a calcinha fio dental, o sutiã (se é que usava), calça e camiseta. Depois era fácil, jaleco mais o casaco dependendo do clima.
Agustín sempre reclamava da mesma coisa, todas as calças dela marcavam demais a silhueta. Não era só o treino que ela fazia, mas também porque sabia muito bem o que comprava e como isso ajudava a destacar o esforço dela.
Adorava usar leggings, eram super confortáveis e deixavam a bunda dela impecável. Ganhava um monte de elogios na rua, fingia que incomodava, mas adorava.
Sempre o Luís, o porteiro do jardim de infância, tinha um novo elogio preparado. Pra ele ela agradecia com um sorriso. Era um senhor de 60 e poucos anos que podia estar aposentado, mas curtia o trabalho. Embora também precisasse.
Se perguntassem sobre a Maria, ele diria que só de vê-la passar de manhã, não se aposenta. Era atrevido, mas ela dava essa liberdade, ele nunca passava do limite com um comentário pela manhã e pronto.
Nos intervalos, alguns da manutenção ou limpeza, até o Diretor do jardim, apareciam porque sabiam que era uma oportunidade imperdível de ver a Maria se abaixar brincando com as crianças. Sempre faziam disfarçado, embora ela soubesse bem e cuidava pra não deixar eles na mão. Vontade nunca.
Entre cantigas infantis, brincadeiras e olhares, passava sua manhã.
Lá pro meio-dia, os pais lotavam a entrada. Várias mães a chamavam de "foxy" por chamar a atenção dos pais/tios/avôs presentes na saída.
Ela só cuidava da sua tarefa de entregar cada criança ao adulto correspondente.
Às vezes, manchas de tinta no seu rostinho branco davam uma imagem fofa que acendia as fantasias dos presentes.
Seu sorriso nunca se desmanchava na frente das crianças, nisso era indiscutível.
Cristian também fazia parte da rotina dela, sempre tentava puxar conversa. Ainda mais depois do "café" que tomaram juntos.
Inclusive, um mês depois daquele episódio, ele apareceu depois que a esposa já tinha buscado o Thiaguito.
"Uai, me confundi, achei que era minha vez de buscá-lo" — simulou bem mal.
Ela riu e confessou que não acreditava nele. Entre risadas, ele admitiu.
"Só queria te ver"
Ela se surpreendeu com a sinceridade e com um homem casado ser tão imprudente. No fundo, viu como um elogio.
Embora mantivesse seu sorriso impecável de professora de jardim de infância, na cabeça pensava naquele pauzão que o Cristian escondia. Era difícil não lembrar que suas mãozinhas, com certa dificuldade, conseguiam envolver a rola dele pra bater uma punheta enquanto o chupava.
"Já que tô sendo sincero, queria repetir o outro dia" — a frase do Cristian tirou Maria do flashback.
Ele, arrogante, olhava ela de cima a baixo como quem admira o troféu que tinha conquistado.
Ela tinha a bunda apoiada no batente da porta, exagerando ainda mais as curvas e dando a impressão de estar num cano.
"Uai, desculpa, vai ter que ser outro dia porque essa tarde tenho pilates".
Não era mentira. Mas sim uma desculpa pra baixar um pouco a bola dele.
Ele remou a conversa como pôde, mas ela logo voltou pra dentro pra pegar as coisas e ir embora.
Já pelos corredores do jardim, relembrou novamente aquele Experiência com o Cristian. Ele tava tendo dificuldade pra tirar aquela piranha da cabeça, mesmo depois de ter sido rejeitado.
De novo, a mente dela não conseguiu ir além nas fantasias. Uma ligação a trouxe de volta.
"Oi, amor, hoje tenho um futebol de última hora. Não me espera pra jantar", disse o Agustín do outro lado.
O fogo que ardia dentro dela ia ter que ser apagado de algum jeito, e o namorado não ia ajudar.
Ela voltou meio rápido pra fora da escola, e o Cristian ainda tava no carro dele, mandando umas mensagens no WhatsApp.
"Melhor não ir pra pilates", disse ela com meio corpo dentro do carro e um sorriso impossível de recusar.
A luxúria tomou conta daquele homem casado. Ele não via a hora de despir de novo aquela gostosa que, inacreditavelmente, dava bola pra ele e ainda chupava que nem uma deusa.
No fim, ela pegou as coisas dela e entrou no BMW do Cristian. Era infiel, mas com um poder aquisitivo enorme. Na verdade, no jardim de infância, todo mundo era, menos ela.
No caminho, ele tentou puxar conversa sobre a escola e como era difícil ter paciência pra aguentar tanta criança todo santo dia. A Maria não queria papo, não tava nem aí pra ele, só queria o que ele tinha na calça.
Por isso, não respondeu ao assunto que ele sugeriu. Em vez disso, se abaixou no carro e soltou a pica do Cristian num segundo, e se dedicou a chupá-la sem pensar duas vezes.
Fechou os olhos e curtiu endurecer aquele pedaço de carne dentro da boca.
Foi sentindo como ele crescia de tamanho entre as lambidas dela, pegando o jeito que ela lembrava.
Se tinha uma coisa que ela não podia negar era o quanto toda aquela situação a excitava.
Por si só, uma pica daquelas já a deixava louca. Mais ainda curtia estar naquele carro de um homem casado, enquanto o namorado escolhia jogar futebol e, como se não bastasse, ele era pai de um aluno.
O Cristian tava pensando em ir pra um hotel mais afastado e bonito. Queria impressionar ela. Não contava que ela fosse impressionar ele com a língua. Acabou entrando num bem vagabundo. Morte perto do local, eu precisava urgentemente parar de dirigir.
Assim que entraram, ela se acomodou no banco, se lambia igual uma gata enquanto ele tentava esconder o pau duro na calça. Desceram e Cristian pediu a suíte mais cara daquele lugar horrível.
Ao entrar, se depararam com um quarto simples, mas com uma hidromassagem enorme.
O rosto de Maria se iluminou num gesto infantil e fofo. Saiu correndo pra ligar a banheira e, quando se abaixou, Cristian se contagiou com a alegria daquela garota ao ver a raba incrível que ele ia provar em questão de segundos.
A água começou a sair da torneira e a doce Maria pulou de empolgação.
A bunda dela quicava de um jeito hipnótico. Cristian admirava em silêncio, com o pau duro ainda estralando.
Ela, quase ignorando que não estava sozinha, começou a se despir. Sem tentar ser sexy, mas seus movimentos eram extremamente sensuais só pela naturalidade.
Ele, praticamente babando, apreciava cada segundo.
A roupa dela já estava toda no chão, e a figura dela, com a pele lisa e branca, era um espetáculo.
Cristian percorria com o olhar cada centímetro daquelas nádegas perfeitas. Via o que muitos sonhavam ou pagavam fortunas pra encontrar um dia na vida.
Como uma mulher podia ter aquele corpo e tanta inocência ao mesmo tempo?
Como podia ter exatamente um semblante tão angelical, mas ser a maior puta que ele já tinha conhecido?
Ela molhou um pé e sentiu que a água estava gostosa. Colocou o outro e, se virando, convidou o admirador do outro lado do quarto pra entrar.
"Vem, Cris, tá incrível!"
Ele deu passos curtos, se deliciando com o jeito que ela brincava com a água.
É verdade que a água estava incrível, mas a Maria estava ainda mais.
"Preciso terminar o que comecei."
Ela sentou Cristian na borda da hidromassagem e retomou o boquete que tava fazendo no carro.
A boca dela apertava a cabeça do pau dele. enquanto dava lambidas curtas na ponta dele. As mãos dela, igual da última vez, uma nas bolas dele e a outra se dedicava a se masturbar.
Ela rodeava o pauzão inteiro dele com lambidas que iam de ponta a ponta. Não satisfeita, engolia até o último centímetro, dando um boquete profundo que ele nunca tinha experimentado até então. Terminava com fios de saliva que iam do pau dele até os lábios dela, fruto da paixão com que o chupava.
De novo, aquela mina deixava ele em transe, imóvel e à mercê dela.
Ele tava entregue pra ela fazer e desfazer o mundo inteiro dele.
Um vai e vem com a cabeça dela que acelerava o ritmo, uma chupada de pau intensa. Sem parar. Os gemidos dele se misturavam com o barulho da água e a chupada barulhenta dela.
Ela olhava a carinha dele, que tava dando o melhor pra resistir. Os dois sabiam que se ela quisesse, fazia ele gozar num segundo. Mas ela curtia aquele momento tanto quanto ele.
A mão com que ela se punhetava tava ligada nisso. A buceta dela tava completamente molhada naquela altura.
"Hoje você não vai embora sem eu te foder até não aguentar mais", ele disse, por causa da tesão de ver aqueles olhos verdes cravados no pau dele.
Ela bateu os lábios dela na cabeça do pau dele enquanto respondia com um "shhhh".
Na sequência, ela punhetou ele intensamente enquanto babava o pau dele e lambia as bolas dele.
Cristian não aguentou aquilo e deixou sair jorros grossos de porra em abundância que foram parar no rosto todo da Maria. Ela continuava com a tarefa dela como se nada, enquanto as bochechas dela transbordavam de líquido branco.
Quando ele parou de gozar, ela enfiou o membro inteiro dele na boca e deixou ele brilhando.
Ela não conseguiu segurar o costume, provou daquela porra usando os dedos pra levar até a boca. Não fez isso uma nem duas vezes, mas umas 5 ou 6.
Ele tava perdidamente admirado por ela. Como ela curtia cada gota da porra dele.
Ela molhou o rosto pra limpar o resto e Mesmo sem grande parte da maquiagem, ela continuava sendo um anjo lindo.
Ela olhou na bolsa e tinha algumas notificações no celular.
"Oi amor, já tô na quadra, esperando os caras chegarem" dizia Agustín pra namorada dele.
Maria: "Ah, tá bem, gostoso, boa sorte e se diverte hoje! A que horas você vem?"
Agus: "Com certeza vou ficar tomando uma aqui, você sabe, o que você tá fazendo?"
Maria: "Ia fazer pilates, mas no fim vim tomar um café aqui perto"
Agus: "Ah, se você tiver à toa, te ligo"
Maria: "Fala, amor, claro"
Cristian, que ainda se recuperava da chupada de pau, não acreditou quando Maria atendeu o telefone do namorado com um simples "oi, gostoso!".
A mão esquerda dela segurava o celular, a direita masturbava aquele pau meio mole que ainda soltava umas gotinhas de porra que ela limpava com o dedo e repetia o movimento de levar à boca.
Agustín: "E aí, como tá esse café?"
Maria: "Gostoso e bem quentinho!"
Agustín: "Hahaha, e cancelou pilates por causa disso, sua porca!"
Maria: "Simmm, quis me dar o gostinhooo"
Cristian viu o pau dele endurecer magicamente, ainda mais duro do que antes. A cena toda era um gatilho perfeito.
Agustín: "E aí, o que você vai jantar?"
Cristian não quis perder a oportunidade. Se posicionou atrás dela e começou a roçar a cabeça do pau dele na buceta encharcada dela, que estava de joelhos na banheira de hidromassagem, com os braços pra fora por causa do telefone.
Maria não conseguia resistir à tentação...
"Aghhhh... Carne, acho, fiquei com vontade, amor"
Agus: "Ah, que gostoso!"
Maria: "Siiim. Mal vejo a hora"
Cristian foi enterrando suavemente aquele pau todo, mas vendo a facilidade enorme com que entrava, deu um empurrão forte e enfiou de uma vez, provocando um grito de prazer dela no meio da ligação.
Agus: "Tá bem???"
Maria: "Tô sim, amor, desculpa, exagerei"
A voz dela já começava a soar estranha. Ela deveria ter parado aquela conversa depois daquele momento que quase a denunciou. No entanto, o tesão falou mais alto.
María: "e... A... Que horas... Seus... Amigos vão?" Já tava difícil falar, o ritmo do Cristian era intenso, sem piedade. Sabia que ela não curtia ser comida na maciota.
Agus: "tem certeza que tá bem? Tô te achando estranha"
A namorada dela tava sendo macetada com muita vontade. Tava muito bom, pra ser sincero. Cristian tava segurando ela pelo cabelo e a outra mão agarrada na bunda enorme dela.
Maria: "siiiiiiiiiiiiiiiiim..." Resposta exagerada, mas ela não conseguia juntar duas palavras seguidas.
Agus: "o Lucho chegou, vou te deixar, te amo"
María: "te amo, boa sorte... AHHH, ganha"
Desligou rápido antes de receber mais perguntas por causa do gemido final.
Cristian segurava ela com força pelas nádegas e perfurava com a piroca grossa a buceta daquela mina que agora, sim, não parava de gritar de prazer.
"Você não contou pro seu namorado que eu tô arrebentando sua buceta, putinha?"
Isso ela adorou. Curtia essa agressividade.
Olhou pra ele sorrindo e pediu mais. "Me destrói toda, vai, cê tava doido pra me acabar"
Incrível como ela esquentava ele. Ele dava estocadas que queriam furar ela. Ela só se dedicava a ofegar e aproveitar aquela foda.
Ela começou a gozar enquanto ele penetrava com força e ela brincava com o clitóris. Esse estímulo duplo foi demais e ela chegou ao clímax.
Isso não parou ele, pelo contrário, só motivou a continuar.
Sem dar descanso, seguiu com o vai e vem enquanto María ainda tinha espasmos do orgasmo.
Quando ela se acalmou, ele tirou ela dos varais daquele hidro, levando pra cama vagabunda de hotel.
Colocou as perninhas dela no ombro e continuou o serviço.
Ela não conseguia parar de pedir pra ser comida. Ele, com gosto, dava o que ela pedia.
Brincava com os mamilos rosados dela, apertava, torcia. María só devolvia gemidos e uma carinha de prazer.
Cristian pegou ela pelo pescoço enquanto deixava as pernas dela caírem e acelerou ainda mais as estocadas.
María Totalmente entregue e quase sem forças, ela se resignava a se agarrar nos lençóis enquanto aquele pau largo a empurrava uma e outra vez.
Ela gozou de novo, e isso fez com que ele a seguisse.
Ele tirou o pau da buceta dela e rapidamente levou até a boca dela.
Ela nunca hesitou, recebeu feliz e engoliu todo o leite que ainda saía, quase como se fosse o primeiro do dia.
Impecável como sempre, nem uma gota tinha desperdiçado.
Cristian continuava apaixonado pelo vício da tia em leite. A esposa dele nunca fazia aquilo, e ela agradecia cada vez que ele dava.
Ele a percorreu mais uma vez com o olhar, vendo o corpo gostoso dela, acariciando as nádegas e o cabelo bagunçado pela trepada recente. Ela ainda dava lambidas em cada centímetro do pau dele, caso encontrasse mais algum resquício de leite.
Cristian não aguentava mais, parecia um sonho o que ele estava vivendo, mas o corpo dele precisava de um descanso.
Pra ela, aquela pausa não era opção. Ela sentou na cara dele, colocando aquela bunda infernal e a buceta contra os lábios dele. Ele não teve escolha a não ser chupar no ritmo da rebolada dela em cima dele.
A língua dele percorria o banquete que Maria oferecia. Ele podia sentir o gosto do melzinho dela, que era viciante. O que começou como um oral forçado, virou um êxtase sem controle. Os gemidos dela incentivavam ainda mais o submisso Cristian.
Maria viu que aquele pau grosso voltou à vida. Não hesitou, se inclinou ficando num 69, chupou aquele pau como se tivesse uma abstinência de anos. Cristian dava chupões na buceta dela enquanto isso, a sensibilidade pós-gozo fazia ele se contorcer de prazer com o boquete dela.
Ele queria dizer que ela era uma putinha, talvez a mais puta que ele já tinha conhecido. Mas ele estava com a boca completamente ocupada.
Maria continuava devorando aquele pau que já estava completamente duro de novo.
Como resistir?
Ela trocou a língua de Cristian pelo pau dele. De costas pra ele, montou e começou a cavalgá-lo furiosamente entre gritos de prazer.
Ela massageava os peitos enquanto usava ele de consolo humano.
Ele, deitado, só curtia o show que aquela bunda dava enquanto a buceta dela era satisfeita.
Maria começou a gozar no meio daquela rebolada toda, caindo exausta de costas no peito dele. Não tirou ele de dentro até depois de um bom tempo.
Cristian já não tinha mais como gozar de novo. O papel de brinquedo sexual dele tinha acabado.
Ela, satisfeita, decidiu dormir um pouquinho antes de voltar pra casa.
Ia pra cozinha, passava o café, preparava umas torradas, passava manteiga, colocava uma fatia de presunto e voltava pra cama pra acordar o namorado e dividir o café da manhã.
Ela gostava de acordar cedo e deixar tudo servido pra ele na cama. Curtir o tempo deles tomando um café juntos e trocando uns carinhos matinais.
Às vezes quase não conversavam, respeitavam o silêncio olhando os celulares. Outras vezes revisavam a agenda de um ou do outro pro dia.
Depois de no máximo 20 minutos, ela retomava a rotina, escolhia a calcinha fio dental, o sutiã (se é que usava), calça e camiseta. Depois era fácil, jaleco mais o casaco dependendo do clima.
Agustín sempre reclamava da mesma coisa, todas as calças dela marcavam demais a silhueta. Não era só o treino que ela fazia, mas também porque sabia muito bem o que comprava e como isso ajudava a destacar o esforço dela.
Adorava usar leggings, eram super confortáveis e deixavam a bunda dela impecável. Ganhava um monte de elogios na rua, fingia que incomodava, mas adorava.
Sempre o Luís, o porteiro do jardim de infância, tinha um novo elogio preparado. Pra ele ela agradecia com um sorriso. Era um senhor de 60 e poucos anos que podia estar aposentado, mas curtia o trabalho. Embora também precisasse.
Se perguntassem sobre a Maria, ele diria que só de vê-la passar de manhã, não se aposenta. Era atrevido, mas ela dava essa liberdade, ele nunca passava do limite com um comentário pela manhã e pronto.
Nos intervalos, alguns da manutenção ou limpeza, até o Diretor do jardim, apareciam porque sabiam que era uma oportunidade imperdível de ver a Maria se abaixar brincando com as crianças. Sempre faziam disfarçado, embora ela soubesse bem e cuidava pra não deixar eles na mão. Vontade nunca.
Entre cantigas infantis, brincadeiras e olhares, passava sua manhã.
Lá pro meio-dia, os pais lotavam a entrada. Várias mães a chamavam de "foxy" por chamar a atenção dos pais/tios/avôs presentes na saída.
Ela só cuidava da sua tarefa de entregar cada criança ao adulto correspondente.
Às vezes, manchas de tinta no seu rostinho branco davam uma imagem fofa que acendia as fantasias dos presentes.
Seu sorriso nunca se desmanchava na frente das crianças, nisso era indiscutível.
Cristian também fazia parte da rotina dela, sempre tentava puxar conversa. Ainda mais depois do "café" que tomaram juntos.
Inclusive, um mês depois daquele episódio, ele apareceu depois que a esposa já tinha buscado o Thiaguito.
"Uai, me confundi, achei que era minha vez de buscá-lo" — simulou bem mal.
Ela riu e confessou que não acreditava nele. Entre risadas, ele admitiu.
"Só queria te ver"
Ela se surpreendeu com a sinceridade e com um homem casado ser tão imprudente. No fundo, viu como um elogio.
Embora mantivesse seu sorriso impecável de professora de jardim de infância, na cabeça pensava naquele pauzão que o Cristian escondia. Era difícil não lembrar que suas mãozinhas, com certa dificuldade, conseguiam envolver a rola dele pra bater uma punheta enquanto o chupava.
"Já que tô sendo sincero, queria repetir o outro dia" — a frase do Cristian tirou Maria do flashback.
Ele, arrogante, olhava ela de cima a baixo como quem admira o troféu que tinha conquistado.
Ela tinha a bunda apoiada no batente da porta, exagerando ainda mais as curvas e dando a impressão de estar num cano.
"Uai, desculpa, vai ter que ser outro dia porque essa tarde tenho pilates".
Não era mentira. Mas sim uma desculpa pra baixar um pouco a bola dele.
Ele remou a conversa como pôde, mas ela logo voltou pra dentro pra pegar as coisas e ir embora.
Já pelos corredores do jardim, relembrou novamente aquele Experiência com o Cristian. Ele tava tendo dificuldade pra tirar aquela piranha da cabeça, mesmo depois de ter sido rejeitado.
De novo, a mente dela não conseguiu ir além nas fantasias. Uma ligação a trouxe de volta.
"Oi, amor, hoje tenho um futebol de última hora. Não me espera pra jantar", disse o Agustín do outro lado.
O fogo que ardia dentro dela ia ter que ser apagado de algum jeito, e o namorado não ia ajudar.
Ela voltou meio rápido pra fora da escola, e o Cristian ainda tava no carro dele, mandando umas mensagens no WhatsApp.
"Melhor não ir pra pilates", disse ela com meio corpo dentro do carro e um sorriso impossível de recusar.
A luxúria tomou conta daquele homem casado. Ele não via a hora de despir de novo aquela gostosa que, inacreditavelmente, dava bola pra ele e ainda chupava que nem uma deusa.
No fim, ela pegou as coisas dela e entrou no BMW do Cristian. Era infiel, mas com um poder aquisitivo enorme. Na verdade, no jardim de infância, todo mundo era, menos ela.
No caminho, ele tentou puxar conversa sobre a escola e como era difícil ter paciência pra aguentar tanta criança todo santo dia. A Maria não queria papo, não tava nem aí pra ele, só queria o que ele tinha na calça.
Por isso, não respondeu ao assunto que ele sugeriu. Em vez disso, se abaixou no carro e soltou a pica do Cristian num segundo, e se dedicou a chupá-la sem pensar duas vezes.
Fechou os olhos e curtiu endurecer aquele pedaço de carne dentro da boca.
Foi sentindo como ele crescia de tamanho entre as lambidas dela, pegando o jeito que ela lembrava.
Se tinha uma coisa que ela não podia negar era o quanto toda aquela situação a excitava.
Por si só, uma pica daquelas já a deixava louca. Mais ainda curtia estar naquele carro de um homem casado, enquanto o namorado escolhia jogar futebol e, como se não bastasse, ele era pai de um aluno.
O Cristian tava pensando em ir pra um hotel mais afastado e bonito. Queria impressionar ela. Não contava que ela fosse impressionar ele com a língua. Acabou entrando num bem vagabundo. Morte perto do local, eu precisava urgentemente parar de dirigir.
Assim que entraram, ela se acomodou no banco, se lambia igual uma gata enquanto ele tentava esconder o pau duro na calça. Desceram e Cristian pediu a suíte mais cara daquele lugar horrível.
Ao entrar, se depararam com um quarto simples, mas com uma hidromassagem enorme.
O rosto de Maria se iluminou num gesto infantil e fofo. Saiu correndo pra ligar a banheira e, quando se abaixou, Cristian se contagiou com a alegria daquela garota ao ver a raba incrível que ele ia provar em questão de segundos.
A água começou a sair da torneira e a doce Maria pulou de empolgação.
A bunda dela quicava de um jeito hipnótico. Cristian admirava em silêncio, com o pau duro ainda estralando.
Ela, quase ignorando que não estava sozinha, começou a se despir. Sem tentar ser sexy, mas seus movimentos eram extremamente sensuais só pela naturalidade.
Ele, praticamente babando, apreciava cada segundo.
A roupa dela já estava toda no chão, e a figura dela, com a pele lisa e branca, era um espetáculo.
Cristian percorria com o olhar cada centímetro daquelas nádegas perfeitas. Via o que muitos sonhavam ou pagavam fortunas pra encontrar um dia na vida.
Como uma mulher podia ter aquele corpo e tanta inocência ao mesmo tempo?
Como podia ter exatamente um semblante tão angelical, mas ser a maior puta que ele já tinha conhecido?
Ela molhou um pé e sentiu que a água estava gostosa. Colocou o outro e, se virando, convidou o admirador do outro lado do quarto pra entrar.
"Vem, Cris, tá incrível!"
Ele deu passos curtos, se deliciando com o jeito que ela brincava com a água.
É verdade que a água estava incrível, mas a Maria estava ainda mais.
"Preciso terminar o que comecei."
Ela sentou Cristian na borda da hidromassagem e retomou o boquete que tava fazendo no carro.
A boca dela apertava a cabeça do pau dele. enquanto dava lambidas curtas na ponta dele. As mãos dela, igual da última vez, uma nas bolas dele e a outra se dedicava a se masturbar.
Ela rodeava o pauzão inteiro dele com lambidas que iam de ponta a ponta. Não satisfeita, engolia até o último centímetro, dando um boquete profundo que ele nunca tinha experimentado até então. Terminava com fios de saliva que iam do pau dele até os lábios dela, fruto da paixão com que o chupava.
De novo, aquela mina deixava ele em transe, imóvel e à mercê dela.
Ele tava entregue pra ela fazer e desfazer o mundo inteiro dele.
Um vai e vem com a cabeça dela que acelerava o ritmo, uma chupada de pau intensa. Sem parar. Os gemidos dele se misturavam com o barulho da água e a chupada barulhenta dela.
Ela olhava a carinha dele, que tava dando o melhor pra resistir. Os dois sabiam que se ela quisesse, fazia ele gozar num segundo. Mas ela curtia aquele momento tanto quanto ele.
A mão com que ela se punhetava tava ligada nisso. A buceta dela tava completamente molhada naquela altura.
"Hoje você não vai embora sem eu te foder até não aguentar mais", ele disse, por causa da tesão de ver aqueles olhos verdes cravados no pau dele.
Ela bateu os lábios dela na cabeça do pau dele enquanto respondia com um "shhhh".
Na sequência, ela punhetou ele intensamente enquanto babava o pau dele e lambia as bolas dele.
Cristian não aguentou aquilo e deixou sair jorros grossos de porra em abundância que foram parar no rosto todo da Maria. Ela continuava com a tarefa dela como se nada, enquanto as bochechas dela transbordavam de líquido branco.
Quando ele parou de gozar, ela enfiou o membro inteiro dele na boca e deixou ele brilhando.
Ela não conseguiu segurar o costume, provou daquela porra usando os dedos pra levar até a boca. Não fez isso uma nem duas vezes, mas umas 5 ou 6.
Ele tava perdidamente admirado por ela. Como ela curtia cada gota da porra dele.
Ela molhou o rosto pra limpar o resto e Mesmo sem grande parte da maquiagem, ela continuava sendo um anjo lindo.
Ela olhou na bolsa e tinha algumas notificações no celular.
"Oi amor, já tô na quadra, esperando os caras chegarem" dizia Agustín pra namorada dele.
Maria: "Ah, tá bem, gostoso, boa sorte e se diverte hoje! A que horas você vem?"
Agus: "Com certeza vou ficar tomando uma aqui, você sabe, o que você tá fazendo?"
Maria: "Ia fazer pilates, mas no fim vim tomar um café aqui perto"
Agus: "Ah, se você tiver à toa, te ligo"
Maria: "Fala, amor, claro"
Cristian, que ainda se recuperava da chupada de pau, não acreditou quando Maria atendeu o telefone do namorado com um simples "oi, gostoso!".
A mão esquerda dela segurava o celular, a direita masturbava aquele pau meio mole que ainda soltava umas gotinhas de porra que ela limpava com o dedo e repetia o movimento de levar à boca.
Agustín: "E aí, como tá esse café?"
Maria: "Gostoso e bem quentinho!"
Agustín: "Hahaha, e cancelou pilates por causa disso, sua porca!"
Maria: "Simmm, quis me dar o gostinhooo"
Cristian viu o pau dele endurecer magicamente, ainda mais duro do que antes. A cena toda era um gatilho perfeito.
Agustín: "E aí, o que você vai jantar?"
Cristian não quis perder a oportunidade. Se posicionou atrás dela e começou a roçar a cabeça do pau dele na buceta encharcada dela, que estava de joelhos na banheira de hidromassagem, com os braços pra fora por causa do telefone.
Maria não conseguia resistir à tentação...
"Aghhhh... Carne, acho, fiquei com vontade, amor"
Agus: "Ah, que gostoso!"
Maria: "Siiim. Mal vejo a hora"
Cristian foi enterrando suavemente aquele pau todo, mas vendo a facilidade enorme com que entrava, deu um empurrão forte e enfiou de uma vez, provocando um grito de prazer dela no meio da ligação.
Agus: "Tá bem???"
Maria: "Tô sim, amor, desculpa, exagerei"
A voz dela já começava a soar estranha. Ela deveria ter parado aquela conversa depois daquele momento que quase a denunciou. No entanto, o tesão falou mais alto.
María: "e... A... Que horas... Seus... Amigos vão?" Já tava difícil falar, o ritmo do Cristian era intenso, sem piedade. Sabia que ela não curtia ser comida na maciota.
Agus: "tem certeza que tá bem? Tô te achando estranha"
A namorada dela tava sendo macetada com muita vontade. Tava muito bom, pra ser sincero. Cristian tava segurando ela pelo cabelo e a outra mão agarrada na bunda enorme dela.
Maria: "siiiiiiiiiiiiiiiiim..." Resposta exagerada, mas ela não conseguia juntar duas palavras seguidas.
Agus: "o Lucho chegou, vou te deixar, te amo"
María: "te amo, boa sorte... AHHH, ganha"
Desligou rápido antes de receber mais perguntas por causa do gemido final.
Cristian segurava ela com força pelas nádegas e perfurava com a piroca grossa a buceta daquela mina que agora, sim, não parava de gritar de prazer.
"Você não contou pro seu namorado que eu tô arrebentando sua buceta, putinha?"
Isso ela adorou. Curtia essa agressividade.
Olhou pra ele sorrindo e pediu mais. "Me destrói toda, vai, cê tava doido pra me acabar"
Incrível como ela esquentava ele. Ele dava estocadas que queriam furar ela. Ela só se dedicava a ofegar e aproveitar aquela foda.
Ela começou a gozar enquanto ele penetrava com força e ela brincava com o clitóris. Esse estímulo duplo foi demais e ela chegou ao clímax.
Isso não parou ele, pelo contrário, só motivou a continuar.
Sem dar descanso, seguiu com o vai e vem enquanto María ainda tinha espasmos do orgasmo.
Quando ela se acalmou, ele tirou ela dos varais daquele hidro, levando pra cama vagabunda de hotel.
Colocou as perninhas dela no ombro e continuou o serviço.
Ela não conseguia parar de pedir pra ser comida. Ele, com gosto, dava o que ela pedia.
Brincava com os mamilos rosados dela, apertava, torcia. María só devolvia gemidos e uma carinha de prazer.
Cristian pegou ela pelo pescoço enquanto deixava as pernas dela caírem e acelerou ainda mais as estocadas.
María Totalmente entregue e quase sem forças, ela se resignava a se agarrar nos lençóis enquanto aquele pau largo a empurrava uma e outra vez.
Ela gozou de novo, e isso fez com que ele a seguisse.
Ele tirou o pau da buceta dela e rapidamente levou até a boca dela.
Ela nunca hesitou, recebeu feliz e engoliu todo o leite que ainda saía, quase como se fosse o primeiro do dia.
Impecável como sempre, nem uma gota tinha desperdiçado.
Cristian continuava apaixonado pelo vício da tia em leite. A esposa dele nunca fazia aquilo, e ela agradecia cada vez que ele dava.
Ele a percorreu mais uma vez com o olhar, vendo o corpo gostoso dela, acariciando as nádegas e o cabelo bagunçado pela trepada recente. Ela ainda dava lambidas em cada centímetro do pau dele, caso encontrasse mais algum resquício de leite.
Cristian não aguentava mais, parecia um sonho o que ele estava vivendo, mas o corpo dele precisava de um descanso.
Pra ela, aquela pausa não era opção. Ela sentou na cara dele, colocando aquela bunda infernal e a buceta contra os lábios dele. Ele não teve escolha a não ser chupar no ritmo da rebolada dela em cima dele.
A língua dele percorria o banquete que Maria oferecia. Ele podia sentir o gosto do melzinho dela, que era viciante. O que começou como um oral forçado, virou um êxtase sem controle. Os gemidos dela incentivavam ainda mais o submisso Cristian.
Maria viu que aquele pau grosso voltou à vida. Não hesitou, se inclinou ficando num 69, chupou aquele pau como se tivesse uma abstinência de anos. Cristian dava chupões na buceta dela enquanto isso, a sensibilidade pós-gozo fazia ele se contorcer de prazer com o boquete dela.
Ele queria dizer que ela era uma putinha, talvez a mais puta que ele já tinha conhecido. Mas ele estava com a boca completamente ocupada.
Maria continuava devorando aquele pau que já estava completamente duro de novo.
Como resistir?
Ela trocou a língua de Cristian pelo pau dele. De costas pra ele, montou e começou a cavalgá-lo furiosamente entre gritos de prazer.
Ela massageava os peitos enquanto usava ele de consolo humano.
Ele, deitado, só curtia o show que aquela bunda dava enquanto a buceta dela era satisfeita.
Maria começou a gozar no meio daquela rebolada toda, caindo exausta de costas no peito dele. Não tirou ele de dentro até depois de um bom tempo.
Cristian já não tinha mais como gozar de novo. O papel de brinquedo sexual dele tinha acabado.
Ela, satisfeita, decidiu dormir um pouquinho antes de voltar pra casa.
6 comentários - María, a santinha (4)
y la mente de estos relatos
A partir de ahora se corre la bola y todos van a disfrutarla, incluìdo el director y el portero piropeador.
Van puntos !!