Culiando con mi mamá 3

Depois do que a gente conversou, passaram-se vários dias, e eu fingia que não tinha acontecido nada. Meu irmão voltava pra casa, chegava nas quintas e ia embora nas segundas de manhã. Quando ele tava em casa, tudo era normal, mas quando ele ia embora e eu ficava sozinho em casa com a minha mãe, tudo ficava tenso. Eu saía e voltava tarde, às vezes só pra caminhar, não conhecia muita gente na cidade e quase não tinha amigos. O pessoal do interior geralmente não se dá bem com quem é da capital. Minha mãe vivia falando pra eu não voltar tão tarde, que podia ser perigoso. Ficava uma ideia na minha cabeça, pensava que com o que a gente tinha feito, minha mãe podia ter engravidado, porque eu tinha gozado três vezes dentro dela. Uma noite, enquanto a gente jantava, eu falei: "Mãe, posso te falar uma coisa?" "O que foi?", ela respondeu. "É que eu tava pensando numa coisa que me assusta." "Que coisa, filho?" "Tava pensando que você podia ter ficado grávida." Ela me olhou e disse: "A gente combinou de não falar mais sobre isso, mas fica tranquilo. Faz anos, quando vocês eram pequenos, que eu fiz a operação pra não ter mais filhos." Isso me acalmou, mas eu ainda tinha dificuldade de interagir com a minha mãe. Tava com vontade de fazer um monte de coisas com ela, além de que eu achava ela muito gostosa, gostava demais da minha mãe. Percebi que tava me apaixonando por ela. De noite, quando ela me dava beijo de boa noite, olhava disfarçadamente pro meu pau e ia pro quarto dela. Eu esperava um pouco e depois batia umas várias punhetas pensando nela, lembrando do tesão que a gente tinha passado junto. Assim se passaram quase dois meses. Meu irmão começou a se ausentar por umas duas semanas, voltava uns dias e ia embora de novo. Um dia, eu tava vendo televisão, lembro que tava passando o filme do Homem-Aranha. Minha mãe sentou comigo e trouxe uma xícara de atol. Eu coloquei na mesa, e ela subiu os pés no sofá, depois se recostou no meu ombro. Meu pau começou a endurecer na hora, mas eu fingi que não tava acontecendo nada. Minha mãe ficou me olhando... o rosto, e eu fingia que estava vendo TV, mas na verdade estava mais ligado nela do que no filme. Aí ela pegou meu rosto, me virou e disse: "Você não sonhou mais que chupava meus peitos, né?" Eu, nervoso, falei que não. Ela pareceu desapontada, ela estava procurando algo, e eu queria, mas tava com medo. Aí me arrisquei e falei: "Sonhei que chupava sua buceta." Ela me olhou, os olhos dela arregalaram, e disse: "Ah, não, filho, me desculpa, eu não quero, tenho medo." Eu falei: "Eu quero, e o que me dá medo é você dizer não." Então ela respondeu: "E se eu disser que sim, você só vai chupar ela, não vai rolar mais nada." Eu concordei com a cabeça e falei: "Não vai rolar nada que a gente não queira." Minha mãe levantou do sofá, me pegou pela mão e me levou pro quarto dela. Deixamos a TV ligada, ela apagou a luz do quarto e fechou a porta. Tirou a saia, deixou cair no chão, e disse: "E agora?" Eu me aproximei e dei um beijo nela. Não tinha ternura naquele beijo, era um beijo com fome. Eu tinha vontade de beijar ela assim todos aqueles dias. Minha mãe correspondeu ao beijo, se afastou de mim, me olhou e me beijou de novo com a mesma fome. Depois de vários beijos, me deitei na cama e falei: "Tira a calcinha e senta na minha cara." Minha mãe me deu um olhar safado, riu e subiu na cama. Desceu devagar e colocou a buceta na minha boca. Eu nunca tinha chupado uma buceta. Comecei a lamber ela toda. A buceta dela tava bem molhada e quente. Senti que queimava meu rosto, tava difícil respirar, eu sugava forte pelo nariz, mas tinha a buceta dela na minha cara toda. Ela levantou um pouco a bunda e eu respirei fundo, depois comecei a meter a língua pra dentro. Aí ela reagiu e começou a esfregar a buceta na minha cara toda, mexendo a bunda pra frente e pra trás, enquanto gemia e falava: "Ai, meu filho, que gostoso, nunca ninguém tinha chupado minha buceta." Eu chupava tudo e comecei a engolir os líquidos dela, que gostoso que era. Quando ela jogava a bunda pra trás, eu respirava pesado e enfiava a língua na buceta dela, ficamos assim uns quinze minutos, até que ela começou a falar: - que gostoso, que gostoso, mais, mais, e gozou na minha boca. Engoli o que consegui, minha mãe saiu de cima do meu rosto. E disse: Já não ligo pra mais nada, me arrependi do que te falei, me arrependi todos esses dias, me arrependi de não ter te comido. Ficou de quatro e falou: - vem, meu filho, vem comer sua mãe de novo, mete com força, quero que me coma de novo, quero comer todo dia. Levantei quase de um pulo, fiquei atrás dela, e enfiei a pica toda, ela só gritou: ahhhhhhhhh Comecei a meter com força, minha mãe empinava a raba e colocava a cabeça na cama, eu segurava a cintura dela e puxava com força e enfiava a pica com toda minha força, as nádegas dela batiam plap plap plap e a buceta fazia chof chof chof, começava a espirrar de tão molhada que tava, eu sentia ela apertando a pica, em menos de um minuto minha mãe gritava: - mais forte, meu amor, mais forte, me dá mais forte, filho, adoro quando você mete forte. Minha mãe deixou o peito cair na cama e levantou a cabeça, aí começou a espirrar a buceta dela e eu enfiei a pica com toda minha força, sem tirar de novo, só apertei com toda força e gozei dentro, a raba dela pulava como se estivesse tendo um treco, depois tirei e me joguei de lado, cansado e ofegante. Ela se levantou e subiu em cima de mim, a pica já tava amolecendo depois da gozada, minha mãe montou em mim com uma perna de cada lado, tentava enfiar de novo, mas não tava dura o suficiente, ela começou a me beijar e apertou minhas bochechas com uma mão, abrindo minha boca e disse: assim que quero que você meta a língua na minha buceta, olha. E começou a meter a língua na minha boca e lamber pra cima, eu falei: Tá bom, Deitei ela na cama, abri as pernas dela e coloquei o rosto na buceta, ela tava escorrendo dos fluidos dela e do meu sêmen, mas não liguei, comecei a chupar Enfiei a língua igual ela pediu, e percebi que quando passava a língua na bolinha que ela tinha em cima, ela gemia e tremia as pernas. Eu tinha achado o clitóris. Fui direto nele e comecei a chupar como se fosse um mamilo. Minha mãe fechou as pernas e apertou minha cabeça. E disse: — Aiiiiiiii sim, que gostoso, é aí, meu filho, é aí. Fiquei uns minutinhos no clitóris dela e ela falou: — Para, meu filho, para, quero que você meta de novo. Saí de entre as pernas dela e subi nela, procurei a entrada da buceta dela e enfiei o pau de uma vez. Ela dizia: — Assim, meu filho, assim, meu amor, forte, forte. Comecei a levantar a bunda e deixava o corpo cair com força. A cama começou a ranger. Eu sentia a buceta da minha mãe engolindo meu pau. Tinha uma coisa no fundo que chupava a cabeça do meu pau, era muito gostoso, parecia que ia arrebentar. Aí levantei as pernas dela com os braços e abri bem. Minha mãe começou a gemer mais e mais, e eu sentia o pau batendo no fundo. Minha mãe dizia: — Ai, que gostoso, meu filho, você tá acariciando minha alma com essa pomba. Assim que é gostoso, assim você tem que me ter todo dia. Ouvindo isso, comecei a soltar jorra atrás de jorra dentro dela, até ficar sem força. Soltei as pernas dela e fiquei abraçado com ela. Ela me abraçou e me beijou na testa. Aí eu falei: — Mãe, a gente vai pro inferno. Ela respondeu: — Sim, filho, mas agora a gente tá no céu. Eu falei: — Não sou mais seu filho, agora sou seu marido e você é minha mulher. Ela me deu um sorriso de satisfação e disse: — Isso soa muito bonito, filho, mas eu sou sua mãe. Falei: — E daí? Você é minha mãe e também é minha mulher. Fechei os olhos e abracei ela. Continua...

7 comentários - Culiando con mi mamá 3

Que exitante y rico que bien bro ojalá la muestres en foto