Teresa não tirava aquele beijo da cabeça. No começo, não sabia o que fazer, a Claudia a pegou de surpresa com aquele gesto, mas quanto mais ela continuava beijando, mais as defesas da mulher iam caindo, até que, sem perceber, ela também começou a retribuir o beijo.
Não aconteceu nada além disso, só um beijo… não era um beijo inocente, não era um beijo de amigas, era algo que ela nunca imaginou provar com outra mulher. Escusado dizer que essa descuido da parte da Teresa fez com que todos no ginásio se virassem para ver as duas gostosas se devorando de boca. Parecia cena de filme pornô. E enquanto esperava a chegada do marido, ela não conseguia parar de pensar naquilo. Estava excitada, com um tesão que raramente sentia, e parte disso era por causa do que rolou com a Cláudia. Quando a campainha tocou, a mãe do Pedro se precipitou pra abrir a porta, recebendo o Marcelo com um beijo longo e apaixonado na frente de casa, em plena luz do dia. Talvez tivesse enlouquecido, mas não ligava, naquele momento só pensava no prazer. O valentão percebeu que a mulher dele estava particularmente no fogo naquela manhã, mas pra ele era algo que tinha que aproveitar. Não tiveram paciência de esperar pra subir lá pra cima, então começaram a se despir na entrada, deixando a roupa espalhada pelo caminho. Marcelo a colocou em cima da mesa onde costumavam comer com a família e ali se dedicou a chupar aqueles peitos lindos enquanto com uma mão massageava o clitóris dela. Teresa estava entrando no paraíso de novo. Naquele dia, ela também tinha combinado com uma das mães da escola do Jonas pra ela pegar o menino e levar pra brincar na casa do amiguinho. Agora tinham muito mais tempo pra eles. Marcelo já estava dentro dela enquanto a mãe do Pedro gemia, só que dessa vez ela não queria parar de beijar o valentão.
O cara não era do tipo que se distraía com essas mudanças, ele era do tipo que aproveitava e, bem em cima da mesa, começou a meter nela sem tirar a boca da dela. -Ah, ah, ah, ah, ah, ah Teresa gemia no ritmo das investidas enquanto a pobre mesa debaixo deles aguentava o peso dos dois. Aquele objeto era o presente de alguns amigos da igreja dela quando se mudaram pra lá, era uma mesa de madeira bem antiga, mas também muito resistente, tinha que ser pra aguentar toda a ação que rolava em cima dela.
As horas passavam e os orgasmos continuavam chegando. Marcelo tinha comido ela em todos os buracos, mas ainda tinha muita energia. Os dois estavam suados, e aquele suor molhava o móvel lindo, deixando marcas do formato dos corpos deles ali em cima, junto com restos de porra. Naqueles momentos, as palavras da Claudia ecoavam na cabeça da Teresa. "Aproveita cada momento", foram as palavras dela. A mãe do Pedro não segurava os gritos de prazer, como se quisesse que o mundo inteiro soubesse o que estava fazendo. Depois de mais um orgasmo, os dois amantes ficaram deitados ali, em cima da mesa, pelados como quando nasceram, com a mulher deitada com a cabeça apoiada no braço do cara. — Hoje você tava particularmente feliz em me ver. — É… eu sei. — Por quê? Teresa, olhando nos olhos do macho dela, sabia que não podia esconder nada… e também não queria. Contou tudo o que rolou com a Claudia. Ele já tinha sido informado que aquela mina era amiga dela depois que os pegou naquela vez, mas agora tava recebendo mais informações sobre ela. Teresa contou tudo, da confissão dela, do beijo e também da história que ela contou em segredo. — Interessante. — Você não tá bravo? — Por que eu ia ficar bravo? — Você sabe… por causa do beijo. — Hahaha, não, linda, não tô bravo. Aliás, isso me deixa mais duro ainda. Essa Claudia parece ser uma mina bem divertida hehe, talvez um dia você me apresente. Teresa sabia do que o bruto tava falando, mas agora ela queria ele só pra ela. Voltou a chupar a rola dele, pronta pra mais uma rodada, mas bem naquele momento foram interrompidos pelo toque do celular. — Fala? — Mãe… tudo bem? — Sim, por que não estaria bem? — Sei lá, é que te achei meio estranha, como se tivesse puta comigo. — Não tô puta, só me fala por que você ligou. — Só queria avisar que tô voltando pra casa, hoje deixaram a gente sair mais cedo porque parece que teve um pequeno incêndio no banheiro, mas não se preocupa, não foi nada grave, só… — Então tipo… Tá voltando pra casa agora? — perguntou Teresa, irritada, enquanto segurava o celular com uma mão e com a outra masturbava o valentão do filho dela. — Sim, mãe, que boa notícia, né? Tava pensando que hoje podia te ajudar a cozinhar, lembra como a gente fazia anos atrás? — Ahã, sim, sim, lembro. Teresa não conseguiu esconder a irritação, nem tentou. Mal disse isso, mas o valentão agarrou o cabelo dela e enfiou a pica na boca dela, fazendo um barulho muito estranho pros ouvidos do Pedro.
—Mamãe! O que houve? Você tá bem? Teresa consegue se livrar da mordaça.
—SIM! Sim, tô bem, só… só engasguei com uma salsicha.
—Salsicha?
—Sim, uma salsicha, Pedro! Tava com fome e tô comendo uma.
—Ah, tá.
Marcelo olha nos olhos dela e ela entende o que precisava fazer, era como se se comunicassem só com os olhares.
—Sabe, Pedrinho… — diz Teresa agora com uma voz muito mais doce e suave.
—O quê, mamãe?
—Você poderia comprar frango na venda? A gente pode cozinhar seu prato favorito.
—Legal, claro que sim, mamãe.
—…Mas que seja frango da venda do seu Berto, lembra? As outras vendas sempre vendem frango com um gosto estranho.
—Gosto estranho?
—Sim, gosto estranho.
—Pera… o seu Berto, o açougueiro? Quer que eu vá até o açougue?
—Sim.
—Mas mamãe… é do outro lado de onde eu tô indo, é muito longe, vou ter que pegar dois ônibus pra…
—Por favor, Pedrinho, é que hoje tô com muita vontade de cock. — disse Teresa com uma voz entre suplicante e sedutora, enquanto olhava com um sorriso safado pro marido.
—O quê?
—Tô com muita vontade de frango. Por favor, Pedrinho.
—Ahm, tá bom, mamãe, mas vou demorar.
—Não importa. Mas agora que me lembrei, também tão faltando frutas, arroz eeeee cum, preciso de cum.
—Tá bom, mas me espera pra…
Teresa desliga a ligação e se joga pra saborear o pau do valentão.
- Kkkk, boa ideia, vagabunda. - Kkkk, valeu… GLACK, GLACK, GLACK… mas temos que nos apressar mesmo, se pegar trânsito vai levar pelo menos uma hora e meia. - Uma hora e meia? Não, isso não é suficiente. - Desculpa, mas foi só o que me veio à cabeça. - Não, não é sua culpa, gostosa. Eu falei pra aquele nerd me avisar se esse tipo de coisa acontecesse. Vou ter que lembrar ele dos termos do nosso acordo. - O quê? Do que você tá falando? - Deixa pra lá, deixa pra lá, eu cuido de conseguir mais tempo. Marcelo pega o celular dele. PEDRO O garoto tinha terminado as compras e só tinham passado 30 minutos desde que a mãe dele tinha desligado a ligação. Nas sacolas plásticas que ele carregava estavam um frango inteiro, várias verduras e a coca; tudo o que tinham pedido. Pedro estava andando pela rua quando na frente dele notou com terror a gangue do Marcelo a alguns metros à sua frente. Era a primeira vez que ele os encontrava tão longe da escola. TERESA - O que significa que vão cuidar dele? - O que você se importa? O ponto é que vão nos dar o tempo necessário pra eu arrebentar sua buceta. - Mas… - Por acaso você quer que aquele merdinha estrague nosso dia? Pergunta Marcelo esfregando o pau na buceta molhada dela. - Mmm… só me diz… me diz que não vão machucar ele. - Vão fazer o que for preciso pra que seu filho não chegue em casa pra nos interromper. Marcelo começa a entrar devagar e só parcialmente dentro dela.
—Posso ligar pra eles e mandar parar, aí vou embora, ele chega aqui e você vai ter que esperar até outro dia pra receber minha pica. É isso que você quer? Marcelo enfia a pica ainda mais fundo, arrancando um gemido de Teresa, que já não sabia mais o que era certo fazer. —Não… mmm… eu quero sua pica. —Então você aceita que meus caras cuidem do seu filho? —…ssim. A pica do valentão termina de entrar, enchendo a mãe do Pedro de prazer de novo. PEDRO O garoto abre a porta de casa, escondendo a dor das porradas com uma falsa aparência de tranquilidade. —Mãe? —Pedrinho, meu filho, finalmente chegou. Por que demorou tanto? —É que… —Bom, não importa, não importa. Vem comer, cê deve estar com fome. —Você cozinhou? —Sim… por quê? —Mas… e o frango? Você me mandou comprar o frango, disse que tava com vontade de frango, falou que a gente cozinharia junto. —Ah, sim, sim, é que você demorou tanto que eu cozinhei outra coisa na pressa. —Mas… não importa. —Por que seu cabelo tá molhado? —Ah, é que tava com calor, aí molhei a cabeça com água. —Sério? —Sim. —Talvez você sentisse menos calor se tirasse esse casaco. —Casaco? Ah, sim. Que idiota, hein. Tinha esquecido que tava com ele. Por isso tava com tanto calor. Diz Pedro, nervoso. Teresa não era boba. Sabia que o filho escondia algo dela, sabia que tinha a ver com aquela ligação que Marcelo fez, mas fingiu acreditar no filho. Não que não se importasse, na verdade até conseguia imaginar em parte o que tinha acontecido, só que inconscientemente não queria saber no que ela tinha concordado, não queria saber a que merda tinha dado sinal verde. “Se ele não me conta, eu não posso fazer nada… não tenho culpa”, pensa a mãe do Pedro, tentando se convencer. O garoto vai pro quarto e tira o casaco com esforço, porque o corpo tava doendo das porradas. Obviamente nenhum dos hematomas tava em lugares visíveis, como sempre, então dava pra esconder com uma camiseta. “Podia ser pior, podia ter sido o Marcelo”, pensou Pedro. Depois disso, Tira da mochila a camiseta que tinha usado naquele dia, estava rasgada na parte do pescoço, resultado de como foi maltratado por aquela gangue, suja de terra porque tinha caído no chão várias vezes e molhada de porra porque aqueles babacas gozaram em cima dele numa tentativa idiota de humilhá-lo. Pedro sabia que não podia deixar a camiseta na máquina de lavar. Ia ter que esperar até o dia seguinte pra se livrar dela. —Mãe, desculpa, mas a porra tinha acabado. —Mm?... Ah, não tem problema, filho. Diz a mãe dele, distraída com o celular.
O garoto queria pegar algo gelado pra colocar onde tava doendo, pensou que uma lata de Coca Booty ou até um sorvete podiam servir, mas depois que abriu a geladeira percebeu que já tinha uma garrafa de cum lá dentro, mas também um frango inteiro que ainda faltava cozinhar. TERESA HORAS ANTES… Já tinha passado muito tempo desde que o filho dela ligou pra avisar que tava chegando, mas ele ainda não tinha aparecido. Se tivesse chegado naquele momento, teria visto o valentão martelando com golpes de cock a buceta da mãe dele, que gritava em êxtase no chão da cozinha. Se perguntassem pra Teresa como ela tinha ido parar ali, ela não saberia responder. Era tanto prazer, tanta sacanagem e loucura nessa sessão de sexo que ela nem percebeu como nem quando passaram de fuder em cima da mesa pro chão frio e branco da cozinha. Não que ela sentisse frio naquele momento, nem frio nem calor, só prazer puro e simples.
Marcelo tinha acabado de gozar de novo no cu da mulher, que estava deitada no chão com a bunda pra cima, sentindo o ar fresco da janela aberta passando pelo cu dilatado e cheio de porra. Ela já nem tentava contar quantos orgasmos teve; toda vez que o macho dela comia ela, terminava perdida na própria luxúria sem nem perceber. A campainha interrompeu aquele momento de paz e tranquilidade que a mulher sempre tinha depois de um orgasmo, lembrando ela de que o resto do mundo existia.
—Merda! Merda, merda, merda! O que a gente faz agora? —disse Teresa, acordando do quase sono. O bully não parecia preocupado com isso, só ria vendo como a mulher dele tentava se arrumar o mais rápido possível, como se desse pra esconder o que estavam fazendo naquele ponto.
—O que você tá fazendo aí parado? Anda, pelo amor de Deus. Você tem que sair pela janela.
—Pela janela? Hahahaha. Eu não vou sair pela janela que nem um ladrão qualquer, sua puta. —disse Marcelo, orgulhoso, indo abrir a porta pelado.
—Que porra você tá fazendo?! —exclamou Teresa, tapando a boca com a mão ao perceber que o filho do outro lado da porta podia ter ouvido. Enquanto o moleque girava a maçaneta, pareceu que o tempo tinha desacelerado, igual nos filmes antes de um tiro ou uma explosão. Naqueles segundos, Teresa percebeu que nessa situação, naquele momento, era impossível se esconder ou mentir. Não tinha escapatória, então, cheia de medo, fechou os olhos e apertou forte a camisa que cobria parte dos peitos, pronta pra bomba explodir. O filho dela estava prestes a ser recebido na própria casa pelo bully dela, pelado, e pela visão da mãe dele nua, alguns metros atrás.

- Bom dia. Diz Marcelo como se nada fosse. - Ai, meu Deus do céu! Tu... o senhor... o senhor está pelado! A voz feminina surpreendeu a mãe do Pedro, que abriu os olhos ao reconhecer aquela voz. Era Mônica, a vizinha que morava bem na casa ao lado. - Porra, garoto! Me faz o favor e se cobre com alguma coisa. Diz o marido da Mônica bem atrás dela. - Não tava falando com você, quatro-olhos. Responde irritado o valentão, calando o homem. Mônica, que mal tinha notado a nudez do Marcelo, fechou os olhos e virou a cabeça pro outro lado, mas agora olhava de canto pro pauzão que balançava entre as pernas do garoto. Ela sempre foi de boca solta, uma com a língua de prata que sempre sabia o que dizer e responder, mas talvez pela primeira vez na vida, agora não sabia o que falar. Pra Teresa, o silêncio era uma tortura, já que ela tava exposta à vista dos vizinhos que tinham percebido a situação dela. - Não, COF... não queria incomodar... só queria... queríamos pedir pra vocês abaixarem o volume, ok? É que... só isso... Tá saindo muito barulho daqui e... Diz o marido num tom submisso e medroso. A atitude irritada de poucos segundos atrás tinha mudado completamente. - Que tipo de barulho? Pergunta o valentão, conseguindo deixá-lo ainda mais desconfortável. - Hã... você sabe, ok? - Não, não tá ok. Quero saber por que caralho vocês tão me enchendo o saco tocando a campainha da minha casa. - Sua... sua casa? Mônica e o marido Germânio sabiam que ele não morava ali. Além de serem vizinhos, eles conheciam pessoalmente a Teresa, o Felipe e os filhos. Quando a família chegou pra morar naquele lugar, como é normal por cortesia, foram convidados pela Mônica pra um jantar na casa dela pra se conhecerem melhor e se sentirem acolhidos. Tecnicamente, o jantar foi bem, mas era óbvio que os dois casais não se bicavam. Mônica e Teresa já se conheciam, foram no mesmo colégio, mas também se encontraram debatendo na escola sobre vários temas em que estavam em lados opostos da discussão. Não eram Amigas, só se conheciam de vista, mas dava pra dizer que a Mônica era a rival da Teresa naquela época. Foi uma surpresa pras duas se encontrarem de novo, dessa vez como vizinhas. Com o tempo, as duas não tinham mudado muito, só tinham ido pros lados mais opostos das suas perspectivas. Teresa, uma esposa recatada e mãe católica, enquanto Mônica era uma mulher de carreira, advogada e ativista política pelos direitos das mulheres. Embora os dois fossem ateus, o Germán admitiu pra si mesmo que foi um milagre convencê-la a casar. Agora a Teresa estava ali, literalmente pelada na frente da rival, exposta e humilhada pelo que tinha acontecido. A Mônica, por sua vez, tinha notado a Teresa, mas o que realmente chamava a atenção dela naquele momento era o monstro preto na sua frente; coisa que o Marcelo e o Germán tinham notado. — Sim, minha casa. Tem algum problema com isso? — Não, não, eu não. Ela… Se cortou o Germán, percebendo que, como um covarde, ia jogar toda a culpa na esposa agora hipnotizada. — Ela? Me diz, gostosa… é você que tem problema comigo? Diz o valentão, agarrando sensual a mulher pelo queixo, fazendo ela olhar pra cima nos olhos dele, como fez muitas vezes com a Teresa. Escusado dizer que a Mônica tinha se molhado como nunca naquele momento. — Eu… não. Não tem problema. Eu… nós temos que… temos que ir. Diz a mulher e sai com o marido pra casa dela, enquanto o valentão pelado vê eles irem embora, concentrado na figura da Mônica. — Ah, graças aos céus. Exclama a Teresa depois que eles foram. — Por quê? Por que diabos você fez isso? — Sabia que não era sua putinha. Meus garotos teriam me avisado se tivessem deixado ele ir. Além disso, já tinham percebido que ele tava te comendo. Era verdade. A Mônica e o Germán já sabiam do caso extraconjugal da mulher. A vizinha tinha visto um dia o moleque saindo da casa da Teresa, outra vez tinha ouvido eles trepando que nem bichos do jardim dela, outra vez viu a Teresa sair vestida de puta e entrar no carro. do bully, então não foi difícil fazer 2+2 e falar 4 pro marido dela. A pudica e perfeita vizinha tava dando pra um moleque preto da idade do filho dela debaixo do mesmo teto onde a família dela dormia. A Mônica achava a maior graça daquilo. O que salvou a Teresa de ser exposta pro marido foi que nem o Germán nem a Mônica gostavam do Felipe pelos mesmos motivos que a Teresa. Os vizinhos não viam motivo pra se meter na vida dos outros, embora a Mônica já tivesse pensado várias vezes em fazer isso só pra ter uma vitória final sobre a rival do passado. O que mudou foi que naquele dia os gritos da Teresa passaram do limite, então a mulher decidiu se impor e levou o homem dela junto. — E agora, o que eu vou fazer? Eles sabem... vão contar pro meu marido. — Não, linda, não vão. Tô seguro disso. Diz Marcelo acariciando o peito dela. — Espera... meu filho... pode voltar a qualquer momento. — Já te falei, linda. Meus caras vão me avisar quando soltarem ele. — Soltarem ele?... O que tá acontecendo? O que tão fazendo com ele? O bully olha sério pra ela e apoia o pau pesado dele na barriga da Teresa, que sente de novo a vontade de ser comida. — Eu... não sei. — Então deixa eu clarear suas ideias. O moleque tira da mão dela a camisa que ela usava pra se cobrir e levanta ela, segurando pelas bundas dela, e depois encosta ela na parede. Marcelo beijava ela e ela correspondia, sem se importar mais com o que tinham falado antes. Ali, naquela posição, o bully começa a comer ela, dando umas metidas tão fortes que até a parede atrás dela parecia sentir.
Teresa estava agarrada com pernas e braços no corpo do seu macho, e bem antes de gozar, viu a foto de família na outra parede na frente dela. Era como se estivessem assistindo à traição dela. A mulher não conseguiu segurar seus gemidos, que mais uma vez chegaram aos ouvidos dos vizinhos, que dessa vez não sairiam de casa. O corpo dela tremia, os corpos suados ainda estavam abraçados, e as unhas da mulher estavam cravadas nas costas do garoto. Eles ficam ali por um tempo, recuperando o fôlego e descansando, até que o celular de Marcelo toca. Não era necessário Teresa ouvir o que diziam, ela já sabia que Pedro estava voltando pra casa, era óbvio depois de todo aquele tempo que ele passou "na companhia" daqueles caras. Já era um milagre terem conseguido mantê-lo longe por tanto tempo. — Acho que já é hora? — pergunta a mulher. — Você parece triste com isso... Quer que eu mande meus caras "entreterem" ele por mais um pouco? —... Teresa estava seriamente pensando se aceitava ou não. — Não... não, acho que por hoje já deu. Né? — Hahaha, por hoje... sim, por hoje já deu. Mas você ainda tem que terminar seu dever. — Diz Marcelo apontando pro pau dele ainda duro. Mesmo a mãe do Pedro tendo tido vários orgasmos, o valentão ainda estava cheio de leite, ainda queria mais, e ela achava isso extremamente sexy. Teresa, bem obediente, engatinhou até o seu dono e, de joelhos, começou a lamber devagar o pau dele.
Ela percorreu da base até a ponta enquanto as mãos acariciavam os músculos do abdômen dele. Sentir os dedos em contato com aquele corpo tão atlético e sólido era para a mulher outro afrodisíaco. Teresa mamava com grande dedicação e energia, quase pronta para mais uma rodada que não chegaria naquele dia, já que o filho dela estava a caminho de casa e ela precisava se apressar. — O que é isso? — Hum? Ah, nada de importante. Diz a Marcelo que ele tinha na mão o convite para a recital de Pedro. — O que é? Teresa precisa interromper o boquete, mas continua a masturbá-lo com as mãos. — Só o convite que meu filho me deu para o recital. — Vai participar? — Sim. — Kkkk, interessante… Pega ele nas suas mãos. O valentão faz ela colocar a folha do convite do filho bem debaixo do rosto dele, e ele continua se masturbando sozinho até o momento do orgasmo. O sêmen do macho enche o rosto e a boca de Teresa, mas, como ele queria, também suja o convite. — Uff… sabe o que, gostosa? Por que você não limpa essa bagunça. Teresa, com os dedos, limpa o rosto superficialmente, mas quando estava prestes a se levantar, ouve dizer: — Tô falando da bagunça toda. Marcelo faz ela entender o que queria, e a mulher, com os olhos ainda fixos nos dele, aceita o desafio, lambendo do papel o esperma restante. Continua…
Não aconteceu nada além disso, só um beijo… não era um beijo inocente, não era um beijo de amigas, era algo que ela nunca imaginou provar com outra mulher. Escusado dizer que essa descuido da parte da Teresa fez com que todos no ginásio se virassem para ver as duas gostosas se devorando de boca. Parecia cena de filme pornô. E enquanto esperava a chegada do marido, ela não conseguia parar de pensar naquilo. Estava excitada, com um tesão que raramente sentia, e parte disso era por causa do que rolou com a Cláudia. Quando a campainha tocou, a mãe do Pedro se precipitou pra abrir a porta, recebendo o Marcelo com um beijo longo e apaixonado na frente de casa, em plena luz do dia. Talvez tivesse enlouquecido, mas não ligava, naquele momento só pensava no prazer. O valentão percebeu que a mulher dele estava particularmente no fogo naquela manhã, mas pra ele era algo que tinha que aproveitar. Não tiveram paciência de esperar pra subir lá pra cima, então começaram a se despir na entrada, deixando a roupa espalhada pelo caminho. Marcelo a colocou em cima da mesa onde costumavam comer com a família e ali se dedicou a chupar aqueles peitos lindos enquanto com uma mão massageava o clitóris dela. Teresa estava entrando no paraíso de novo. Naquele dia, ela também tinha combinado com uma das mães da escola do Jonas pra ela pegar o menino e levar pra brincar na casa do amiguinho. Agora tinham muito mais tempo pra eles. Marcelo já estava dentro dela enquanto a mãe do Pedro gemia, só que dessa vez ela não queria parar de beijar o valentão.
O cara não era do tipo que se distraía com essas mudanças, ele era do tipo que aproveitava e, bem em cima da mesa, começou a meter nela sem tirar a boca da dela. -Ah, ah, ah, ah, ah, ah Teresa gemia no ritmo das investidas enquanto a pobre mesa debaixo deles aguentava o peso dos dois. Aquele objeto era o presente de alguns amigos da igreja dela quando se mudaram pra lá, era uma mesa de madeira bem antiga, mas também muito resistente, tinha que ser pra aguentar toda a ação que rolava em cima dela.
As horas passavam e os orgasmos continuavam chegando. Marcelo tinha comido ela em todos os buracos, mas ainda tinha muita energia. Os dois estavam suados, e aquele suor molhava o móvel lindo, deixando marcas do formato dos corpos deles ali em cima, junto com restos de porra. Naqueles momentos, as palavras da Claudia ecoavam na cabeça da Teresa. "Aproveita cada momento", foram as palavras dela. A mãe do Pedro não segurava os gritos de prazer, como se quisesse que o mundo inteiro soubesse o que estava fazendo. Depois de mais um orgasmo, os dois amantes ficaram deitados ali, em cima da mesa, pelados como quando nasceram, com a mulher deitada com a cabeça apoiada no braço do cara. — Hoje você tava particularmente feliz em me ver. — É… eu sei. — Por quê? Teresa, olhando nos olhos do macho dela, sabia que não podia esconder nada… e também não queria. Contou tudo o que rolou com a Claudia. Ele já tinha sido informado que aquela mina era amiga dela depois que os pegou naquela vez, mas agora tava recebendo mais informações sobre ela. Teresa contou tudo, da confissão dela, do beijo e também da história que ela contou em segredo. — Interessante. — Você não tá bravo? — Por que eu ia ficar bravo? — Você sabe… por causa do beijo. — Hahaha, não, linda, não tô bravo. Aliás, isso me deixa mais duro ainda. Essa Claudia parece ser uma mina bem divertida hehe, talvez um dia você me apresente. Teresa sabia do que o bruto tava falando, mas agora ela queria ele só pra ela. Voltou a chupar a rola dele, pronta pra mais uma rodada, mas bem naquele momento foram interrompidos pelo toque do celular. — Fala? — Mãe… tudo bem? — Sim, por que não estaria bem? — Sei lá, é que te achei meio estranha, como se tivesse puta comigo. — Não tô puta, só me fala por que você ligou. — Só queria avisar que tô voltando pra casa, hoje deixaram a gente sair mais cedo porque parece que teve um pequeno incêndio no banheiro, mas não se preocupa, não foi nada grave, só… — Então tipo… Tá voltando pra casa agora? — perguntou Teresa, irritada, enquanto segurava o celular com uma mão e com a outra masturbava o valentão do filho dela. — Sim, mãe, que boa notícia, né? Tava pensando que hoje podia te ajudar a cozinhar, lembra como a gente fazia anos atrás? — Ahã, sim, sim, lembro. Teresa não conseguiu esconder a irritação, nem tentou. Mal disse isso, mas o valentão agarrou o cabelo dela e enfiou a pica na boca dela, fazendo um barulho muito estranho pros ouvidos do Pedro.
—Mamãe! O que houve? Você tá bem? Teresa consegue se livrar da mordaça. —SIM! Sim, tô bem, só… só engasguei com uma salsicha.
—Salsicha?
—Sim, uma salsicha, Pedro! Tava com fome e tô comendo uma.
—Ah, tá.
Marcelo olha nos olhos dela e ela entende o que precisava fazer, era como se se comunicassem só com os olhares.
—Sabe, Pedrinho… — diz Teresa agora com uma voz muito mais doce e suave.
—O quê, mamãe?
—Você poderia comprar frango na venda? A gente pode cozinhar seu prato favorito.
—Legal, claro que sim, mamãe.
—…Mas que seja frango da venda do seu Berto, lembra? As outras vendas sempre vendem frango com um gosto estranho.
—Gosto estranho?
—Sim, gosto estranho.
—Pera… o seu Berto, o açougueiro? Quer que eu vá até o açougue?
—Sim.
—Mas mamãe… é do outro lado de onde eu tô indo, é muito longe, vou ter que pegar dois ônibus pra…
—Por favor, Pedrinho, é que hoje tô com muita vontade de cock. — disse Teresa com uma voz entre suplicante e sedutora, enquanto olhava com um sorriso safado pro marido.
—O quê?
—Tô com muita vontade de frango. Por favor, Pedrinho.
—Ahm, tá bom, mamãe, mas vou demorar.
—Não importa. Mas agora que me lembrei, também tão faltando frutas, arroz eeeee cum, preciso de cum.
—Tá bom, mas me espera pra…
Teresa desliga a ligação e se joga pra saborear o pau do valentão.
- Kkkk, boa ideia, vagabunda. - Kkkk, valeu… GLACK, GLACK, GLACK… mas temos que nos apressar mesmo, se pegar trânsito vai levar pelo menos uma hora e meia. - Uma hora e meia? Não, isso não é suficiente. - Desculpa, mas foi só o que me veio à cabeça. - Não, não é sua culpa, gostosa. Eu falei pra aquele nerd me avisar se esse tipo de coisa acontecesse. Vou ter que lembrar ele dos termos do nosso acordo. - O quê? Do que você tá falando? - Deixa pra lá, deixa pra lá, eu cuido de conseguir mais tempo. Marcelo pega o celular dele. PEDRO O garoto tinha terminado as compras e só tinham passado 30 minutos desde que a mãe dele tinha desligado a ligação. Nas sacolas plásticas que ele carregava estavam um frango inteiro, várias verduras e a coca; tudo o que tinham pedido. Pedro estava andando pela rua quando na frente dele notou com terror a gangue do Marcelo a alguns metros à sua frente. Era a primeira vez que ele os encontrava tão longe da escola. TERESA - O que significa que vão cuidar dele? - O que você se importa? O ponto é que vão nos dar o tempo necessário pra eu arrebentar sua buceta. - Mas… - Por acaso você quer que aquele merdinha estrague nosso dia? Pergunta Marcelo esfregando o pau na buceta molhada dela. - Mmm… só me diz… me diz que não vão machucar ele. - Vão fazer o que for preciso pra que seu filho não chegue em casa pra nos interromper. Marcelo começa a entrar devagar e só parcialmente dentro dela.
—Posso ligar pra eles e mandar parar, aí vou embora, ele chega aqui e você vai ter que esperar até outro dia pra receber minha pica. É isso que você quer? Marcelo enfia a pica ainda mais fundo, arrancando um gemido de Teresa, que já não sabia mais o que era certo fazer. —Não… mmm… eu quero sua pica. —Então você aceita que meus caras cuidem do seu filho? —…ssim. A pica do valentão termina de entrar, enchendo a mãe do Pedro de prazer de novo. PEDRO O garoto abre a porta de casa, escondendo a dor das porradas com uma falsa aparência de tranquilidade. —Mãe? —Pedrinho, meu filho, finalmente chegou. Por que demorou tanto? —É que… —Bom, não importa, não importa. Vem comer, cê deve estar com fome. —Você cozinhou? —Sim… por quê? —Mas… e o frango? Você me mandou comprar o frango, disse que tava com vontade de frango, falou que a gente cozinharia junto. —Ah, sim, sim, é que você demorou tanto que eu cozinhei outra coisa na pressa. —Mas… não importa. —Por que seu cabelo tá molhado? —Ah, é que tava com calor, aí molhei a cabeça com água. —Sério? —Sim. —Talvez você sentisse menos calor se tirasse esse casaco. —Casaco? Ah, sim. Que idiota, hein. Tinha esquecido que tava com ele. Por isso tava com tanto calor. Diz Pedro, nervoso. Teresa não era boba. Sabia que o filho escondia algo dela, sabia que tinha a ver com aquela ligação que Marcelo fez, mas fingiu acreditar no filho. Não que não se importasse, na verdade até conseguia imaginar em parte o que tinha acontecido, só que inconscientemente não queria saber no que ela tinha concordado, não queria saber a que merda tinha dado sinal verde. “Se ele não me conta, eu não posso fazer nada… não tenho culpa”, pensa a mãe do Pedro, tentando se convencer. O garoto vai pro quarto e tira o casaco com esforço, porque o corpo tava doendo das porradas. Obviamente nenhum dos hematomas tava em lugares visíveis, como sempre, então dava pra esconder com uma camiseta. “Podia ser pior, podia ter sido o Marcelo”, pensou Pedro. Depois disso, Tira da mochila a camiseta que tinha usado naquele dia, estava rasgada na parte do pescoço, resultado de como foi maltratado por aquela gangue, suja de terra porque tinha caído no chão várias vezes e molhada de porra porque aqueles babacas gozaram em cima dele numa tentativa idiota de humilhá-lo. Pedro sabia que não podia deixar a camiseta na máquina de lavar. Ia ter que esperar até o dia seguinte pra se livrar dela. —Mãe, desculpa, mas a porra tinha acabado. —Mm?... Ah, não tem problema, filho. Diz a mãe dele, distraída com o celular.
O garoto queria pegar algo gelado pra colocar onde tava doendo, pensou que uma lata de Coca Booty ou até um sorvete podiam servir, mas depois que abriu a geladeira percebeu que já tinha uma garrafa de cum lá dentro, mas também um frango inteiro que ainda faltava cozinhar. TERESA HORAS ANTES… Já tinha passado muito tempo desde que o filho dela ligou pra avisar que tava chegando, mas ele ainda não tinha aparecido. Se tivesse chegado naquele momento, teria visto o valentão martelando com golpes de cock a buceta da mãe dele, que gritava em êxtase no chão da cozinha. Se perguntassem pra Teresa como ela tinha ido parar ali, ela não saberia responder. Era tanto prazer, tanta sacanagem e loucura nessa sessão de sexo que ela nem percebeu como nem quando passaram de fuder em cima da mesa pro chão frio e branco da cozinha. Não que ela sentisse frio naquele momento, nem frio nem calor, só prazer puro e simples.
Marcelo tinha acabado de gozar de novo no cu da mulher, que estava deitada no chão com a bunda pra cima, sentindo o ar fresco da janela aberta passando pelo cu dilatado e cheio de porra. Ela já nem tentava contar quantos orgasmos teve; toda vez que o macho dela comia ela, terminava perdida na própria luxúria sem nem perceber. A campainha interrompeu aquele momento de paz e tranquilidade que a mulher sempre tinha depois de um orgasmo, lembrando ela de que o resto do mundo existia.—Merda! Merda, merda, merda! O que a gente faz agora? —disse Teresa, acordando do quase sono. O bully não parecia preocupado com isso, só ria vendo como a mulher dele tentava se arrumar o mais rápido possível, como se desse pra esconder o que estavam fazendo naquele ponto.
—O que você tá fazendo aí parado? Anda, pelo amor de Deus. Você tem que sair pela janela.
—Pela janela? Hahahaha. Eu não vou sair pela janela que nem um ladrão qualquer, sua puta. —disse Marcelo, orgulhoso, indo abrir a porta pelado.
—Que porra você tá fazendo?! —exclamou Teresa, tapando a boca com a mão ao perceber que o filho do outro lado da porta podia ter ouvido. Enquanto o moleque girava a maçaneta, pareceu que o tempo tinha desacelerado, igual nos filmes antes de um tiro ou uma explosão. Naqueles segundos, Teresa percebeu que nessa situação, naquele momento, era impossível se esconder ou mentir. Não tinha escapatória, então, cheia de medo, fechou os olhos e apertou forte a camisa que cobria parte dos peitos, pronta pra bomba explodir. O filho dela estava prestes a ser recebido na própria casa pelo bully dela, pelado, e pela visão da mãe dele nua, alguns metros atrás.


- Bom dia. Diz Marcelo como se nada fosse. - Ai, meu Deus do céu! Tu... o senhor... o senhor está pelado! A voz feminina surpreendeu a mãe do Pedro, que abriu os olhos ao reconhecer aquela voz. Era Mônica, a vizinha que morava bem na casa ao lado. - Porra, garoto! Me faz o favor e se cobre com alguma coisa. Diz o marido da Mônica bem atrás dela. - Não tava falando com você, quatro-olhos. Responde irritado o valentão, calando o homem. Mônica, que mal tinha notado a nudez do Marcelo, fechou os olhos e virou a cabeça pro outro lado, mas agora olhava de canto pro pauzão que balançava entre as pernas do garoto. Ela sempre foi de boca solta, uma com a língua de prata que sempre sabia o que dizer e responder, mas talvez pela primeira vez na vida, agora não sabia o que falar. Pra Teresa, o silêncio era uma tortura, já que ela tava exposta à vista dos vizinhos que tinham percebido a situação dela. - Não, COF... não queria incomodar... só queria... queríamos pedir pra vocês abaixarem o volume, ok? É que... só isso... Tá saindo muito barulho daqui e... Diz o marido num tom submisso e medroso. A atitude irritada de poucos segundos atrás tinha mudado completamente. - Que tipo de barulho? Pergunta o valentão, conseguindo deixá-lo ainda mais desconfortável. - Hã... você sabe, ok? - Não, não tá ok. Quero saber por que caralho vocês tão me enchendo o saco tocando a campainha da minha casa. - Sua... sua casa? Mônica e o marido Germânio sabiam que ele não morava ali. Além de serem vizinhos, eles conheciam pessoalmente a Teresa, o Felipe e os filhos. Quando a família chegou pra morar naquele lugar, como é normal por cortesia, foram convidados pela Mônica pra um jantar na casa dela pra se conhecerem melhor e se sentirem acolhidos. Tecnicamente, o jantar foi bem, mas era óbvio que os dois casais não se bicavam. Mônica e Teresa já se conheciam, foram no mesmo colégio, mas também se encontraram debatendo na escola sobre vários temas em que estavam em lados opostos da discussão. Não eram Amigas, só se conheciam de vista, mas dava pra dizer que a Mônica era a rival da Teresa naquela época. Foi uma surpresa pras duas se encontrarem de novo, dessa vez como vizinhas. Com o tempo, as duas não tinham mudado muito, só tinham ido pros lados mais opostos das suas perspectivas. Teresa, uma esposa recatada e mãe católica, enquanto Mônica era uma mulher de carreira, advogada e ativista política pelos direitos das mulheres. Embora os dois fossem ateus, o Germán admitiu pra si mesmo que foi um milagre convencê-la a casar. Agora a Teresa estava ali, literalmente pelada na frente da rival, exposta e humilhada pelo que tinha acontecido. A Mônica, por sua vez, tinha notado a Teresa, mas o que realmente chamava a atenção dela naquele momento era o monstro preto na sua frente; coisa que o Marcelo e o Germán tinham notado. — Sim, minha casa. Tem algum problema com isso? — Não, não, eu não. Ela… Se cortou o Germán, percebendo que, como um covarde, ia jogar toda a culpa na esposa agora hipnotizada. — Ela? Me diz, gostosa… é você que tem problema comigo? Diz o valentão, agarrando sensual a mulher pelo queixo, fazendo ela olhar pra cima nos olhos dele, como fez muitas vezes com a Teresa. Escusado dizer que a Mônica tinha se molhado como nunca naquele momento. — Eu… não. Não tem problema. Eu… nós temos que… temos que ir. Diz a mulher e sai com o marido pra casa dela, enquanto o valentão pelado vê eles irem embora, concentrado na figura da Mônica. — Ah, graças aos céus. Exclama a Teresa depois que eles foram. — Por quê? Por que diabos você fez isso? — Sabia que não era sua putinha. Meus garotos teriam me avisado se tivessem deixado ele ir. Além disso, já tinham percebido que ele tava te comendo. Era verdade. A Mônica e o Germán já sabiam do caso extraconjugal da mulher. A vizinha tinha visto um dia o moleque saindo da casa da Teresa, outra vez tinha ouvido eles trepando que nem bichos do jardim dela, outra vez viu a Teresa sair vestida de puta e entrar no carro. do bully, então não foi difícil fazer 2+2 e falar 4 pro marido dela. A pudica e perfeita vizinha tava dando pra um moleque preto da idade do filho dela debaixo do mesmo teto onde a família dela dormia. A Mônica achava a maior graça daquilo. O que salvou a Teresa de ser exposta pro marido foi que nem o Germán nem a Mônica gostavam do Felipe pelos mesmos motivos que a Teresa. Os vizinhos não viam motivo pra se meter na vida dos outros, embora a Mônica já tivesse pensado várias vezes em fazer isso só pra ter uma vitória final sobre a rival do passado. O que mudou foi que naquele dia os gritos da Teresa passaram do limite, então a mulher decidiu se impor e levou o homem dela junto. — E agora, o que eu vou fazer? Eles sabem... vão contar pro meu marido. — Não, linda, não vão. Tô seguro disso. Diz Marcelo acariciando o peito dela. — Espera... meu filho... pode voltar a qualquer momento. — Já te falei, linda. Meus caras vão me avisar quando soltarem ele. — Soltarem ele?... O que tá acontecendo? O que tão fazendo com ele? O bully olha sério pra ela e apoia o pau pesado dele na barriga da Teresa, que sente de novo a vontade de ser comida. — Eu... não sei. — Então deixa eu clarear suas ideias. O moleque tira da mão dela a camisa que ela usava pra se cobrir e levanta ela, segurando pelas bundas dela, e depois encosta ela na parede. Marcelo beijava ela e ela correspondia, sem se importar mais com o que tinham falado antes. Ali, naquela posição, o bully começa a comer ela, dando umas metidas tão fortes que até a parede atrás dela parecia sentir.
Teresa estava agarrada com pernas e braços no corpo do seu macho, e bem antes de gozar, viu a foto de família na outra parede na frente dela. Era como se estivessem assistindo à traição dela. A mulher não conseguiu segurar seus gemidos, que mais uma vez chegaram aos ouvidos dos vizinhos, que dessa vez não sairiam de casa. O corpo dela tremia, os corpos suados ainda estavam abraçados, e as unhas da mulher estavam cravadas nas costas do garoto. Eles ficam ali por um tempo, recuperando o fôlego e descansando, até que o celular de Marcelo toca. Não era necessário Teresa ouvir o que diziam, ela já sabia que Pedro estava voltando pra casa, era óbvio depois de todo aquele tempo que ele passou "na companhia" daqueles caras. Já era um milagre terem conseguido mantê-lo longe por tanto tempo. — Acho que já é hora? — pergunta a mulher. — Você parece triste com isso... Quer que eu mande meus caras "entreterem" ele por mais um pouco? —... Teresa estava seriamente pensando se aceitava ou não. — Não... não, acho que por hoje já deu. Né? — Hahaha, por hoje... sim, por hoje já deu. Mas você ainda tem que terminar seu dever. — Diz Marcelo apontando pro pau dele ainda duro. Mesmo a mãe do Pedro tendo tido vários orgasmos, o valentão ainda estava cheio de leite, ainda queria mais, e ela achava isso extremamente sexy. Teresa, bem obediente, engatinhou até o seu dono e, de joelhos, começou a lamber devagar o pau dele.
Ela percorreu da base até a ponta enquanto as mãos acariciavam os músculos do abdômen dele. Sentir os dedos em contato com aquele corpo tão atlético e sólido era para a mulher outro afrodisíaco. Teresa mamava com grande dedicação e energia, quase pronta para mais uma rodada que não chegaria naquele dia, já que o filho dela estava a caminho de casa e ela precisava se apressar. — O que é isso? — Hum? Ah, nada de importante. Diz a Marcelo que ele tinha na mão o convite para a recital de Pedro. — O que é? Teresa precisa interromper o boquete, mas continua a masturbá-lo com as mãos. — Só o convite que meu filho me deu para o recital. — Vai participar? — Sim. — Kkkk, interessante… Pega ele nas suas mãos. O valentão faz ela colocar a folha do convite do filho bem debaixo do rosto dele, e ele continua se masturbando sozinho até o momento do orgasmo. O sêmen do macho enche o rosto e a boca de Teresa, mas, como ele queria, também suja o convite. — Uff… sabe o que, gostosa? Por que você não limpa essa bagunça. Teresa, com os dedos, limpa o rosto superficialmente, mas quando estava prestes a se levantar, ouve dizer: — Tô falando da bagunça toda. Marcelo faz ela entender o que queria, e a mulher, com os olhos ainda fixos nos dele, aceita o desafio, lambendo do papel o esperma restante. Continua…
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