Isso aconteceu quando eu tinha uns 17 anos. A gente morava na capital da Guatemala, mas teve que se mudar por causa da violência. Fomos morar num povoado no interior do país. Lá alugamos uma casinha de dois quartos, sem sala, que servia de cozinha e sala de jantar. Minha mãe juntou com meu pai quando tinha 19 anos. Meu pai era doze anos mais velho que ela. No ano seguinte, eu nasci, então minha mãe tinha uns 36 ou 37 anos na época. Uns meses depois, meu pai foi pros Estados Unidos trabalhar, e ficamos só eu, minha mãe e meu irmão, dois anos mais novo. Nessa época, meu irmão começou a frequentar a igreja dos mórmons e foi assistir a umas palestras pra ser missionário. Então ele ficava fora de casa por 2 ou 3 dias, e eu ficava sozinho com minha mãe. Uma noite, deitados na cama dela vendo TV no quarto, a gente tava assistindo uma novela e apareceu uma cena normal de um casal se beijando. Aí minha mãe me perguntou como seria um beijo daquele. Então eu falei: "Como é que eu e meu irmão nascemos se a senhora nunca beijou meu pai assim?" Ela disse que meu pai não beijava ela daquele jeito. Eu, meio na brincadeira e meio sério, falei: "Se quiser, eu posso te ensinar." Ela respondeu: "Não, meu filho, sou sua mãe, como é que pode?" Aí eu falei: "Por isso mesmo, ué, você é minha mãe, não tem nada demais, é só um beijo." Então encostei minha boca na dela, mas minha mãe só dava uns beijinhos. Aí eu falei: "Assim não, abre um pouco a boca." Tentei enfiar minha língua na boca dela, mas ela não deixava entrar. Aí eu falei: "Vamos, tenta você." Ela enfiou a língua na minha boca, e eu correspondi, deixando entrar e lambendo a língua dela. Quando lambi a língua dela, ela tremeu. A gente tava só na cama, ela num travesseiro e eu meio deitado do lado. Quando sentiu isso, minha mãe tentou se afastar, mas eu abracei ela, rodeando a cabeça dela com o braço que tava debaixo de mim. me segurando pelo ombro com a outra mão. Daí ela só me olhou e eu falei, é sua vez, então enfiei a língua e ela começou a chupar minha língua, depois eu falei um de cada vez, eu enfiava a língua e ela correspondia o beijo e aí ela enfiava a língua em mim e eu fazia o mesmo. Passamos umas hora assim abraçados nos beijando, eu já tava abraçando ela e ela tinha posto os braços no meu pescoço, depois de um tempo ela falou, já chega filho, é tarde e tem que dormir, eu perguntei se não tinha gostado, sim, os beijos foram muito gostosos, mas tem que dormir, eu falei que queria ficar pra dormir com ela mas ela me mandou dormir na minha cama. Aí eu bati uma punheta violenta em homenagem à minha mãe, e quando acabei fiquei com peso na consciência porque percebi que queria comer minha mãe. No outro dia tava com vergonha de olhar na cara dela, mas ela agia como se nada tivesse acontecido, eu fiz o mesmo, fui estudar de tarde e de noite cheguei e minha mãe tava fazendo tortilhas, jantamos e eu falei com segundas intenções, vamos ver a novela de novo, ela riu e falou bora. Já de novo na cama dela ela colocou um travesseiro do meu lado como pra nos separar, eu perguntei pra quê, se eu queria abraçar ela, e ela falou, só abraçar?, e eu falei, uns beijinhos também iam bem, ela começou a rir mas tirou o travesseiro, colocou os braços no meu pescoço, e sem falar nada só me olhou nos olhos e aproximou a boca aberta, eu instintivamente enfiei a língua até o fundo, roçando o céu da boca dela com a ponta, ela me apertou mais e eu rodeei a cintura dela, ficamos ali umas hora e meia nos comendo de beijo de novo, até que ela me mandou de volta pro meu quarto, de novo eu batendo uma punheta violenta pensando na minha mãe, bati umas três seguidas até dormir, no dia seguinte meu irmão chegou e não teve beijo. Depois eu tentava, quando ela tava sozinha, abraçar ela e ela já sabia, só quando meu irmão descuidava e lá estávamos nos beijando como se Fôssemos um casal de namorados, a gente se pegava escondido se beijando. Até que meu irmão foi embora de novo, lá na cama depois, enquanto a gente colocava a novela e se beijava, eu falei que me sentia mal. Ela disse que também, porque era minha mãe, e ficava com vergonha. Eu falei que não era por isso, que amava ela pra caralho, mas que tinha sonhado com ela muitos dias. Ela, com um olhar safado, perguntou: "E o que você sonha?" Eu, com vergonha, falei que sonhava chupando os peitos dela. Ela riu e disse: "Pô, se você é o que mais chupou eles." "Sim, mas quero chupar de novo." Aí minha mãe levantou sem falar nada e saiu do quarto. Pensei que tinha zuado tudo, mas ela voltou de camisola, sem sutiã, e falou que se eu quisesse, podia dar de mamar igual quando eu era criança. Só entrou na cama, eu puxei a camisola pro lado e comecei a chupar os peitos dela. Ela falou pra eu chupar bastante pra descer leite de novo. Eu tava bem tarado e a pica pulsando, mas tinha vergonha de encostar nela com medo de levar bronca. Assim a gente ficou vários dias, se beijando e eu mamando nos peitos dela. Até que meu irmão voltou de novo e a gente não podia fazer nada. Então minha mãe começou a ir dar boa noite pra gente, coisa que nunca fazia. Abraçava e beijava meu irmão, falava pra ele dormir bem. Depois vinha até mim e me dava um beijo na testa. Eu, com a pica dura debaixo do lençol, só abraçava ela e falava que amava muito. Ela percebia que eu tava de pau duro, olhava de canto e sorria. Quando meu irmão foi pro seminário de novo, minha mãe foi num velório. Eu deitei mas não conseguia dormir. Quando ela chegou umas onze da noite, veio me ver na cama pra dar boa noite. Meu irmão não tava, e eu falei pra ela deitar um pouquinho comigo. Ela vestiu a camisola, apagou a luz e entrou na cama. Aí a gente começou a se beijar de novo. Eu sentia a saliva da minha mãe bem doce, e chupava os lábios dela. Chupou a saliva e aí ela tirou os peitos fora, na hora comecei a chupar eles, depois ela falou, espera aí, vou passar pro outro lado porque tava na beirada da cama, jogou uma perna por cima de mim e subiu em cima de mim pra passar pro outro lado, eu abracei ela e comecei a chupar os peitos dela de novo, minha mãe naquela época era um pouco gordinha e sempre foi peituda, então enfiei os dois bicos na boca e comecei a chupar, e a morder de leve, minha mãe relaxou o corpo e se deixou cair em cima do meu pau, aí eu comecei a esfregar o pau na buceta dela, mas ela tava de calça e eu tava de bermuda e cueca, só esfregava o volume, minha mãe falava, não filho espera, mas eu esfregava o pau mais forte, ficamos assim um tempo até que ela começou a respirar bem pesado, só falou meu filho não, e se tensiou, tirou os peitos da minha boca e me beijou com força, enfiou a língua até o fundo da minha boca e eu abracei ela mais forte, minha mãe tava gozando, quando percebi, eu também gozei na cueca. Depois só levantou e falou boa noite, com uma vozinha meio arrependida e foi dormir. Eu fiquei pensando um tempo, e quando o pau baixou fui tomar banho, no outro dia de manhã, tava fazendo o serviço e cheguei e abracei ela por trás, ela virava o rosto, eu queria beijar ela e ela falou, não filho já chega, ontem à noite me senti muito mal, porque um dia desses vamos acabar pecando, e eu tenho medo de deus me castigar. Aí não soube o que falar, fiquei com medo e me afastei, de noite fui dar boa noite de novo, falei pra ela se deitar na cama, ela já tava de camisola, eu naquele dia fiquei só de cueca, já sem a bermuda, minha mãe não falou nada, só apagou a luz e se deitou na cama, na hora começamos de novo, eu beijava o pescoço dela, as orelhas, os peitos, depois falei, não vai passar pro canto, ela riu e falou, pra você me pegar igual ontem?, eu falei ué não gostou?, ela falou Gostei muito, e aí eu falei o quê? Ela jogou a perna em cima de mim, mas sem querer passar dos limites, sentou bem em cima da minha pica, eu tava explodindo, e comecei a passar a mão na buceta dela de novo, mas dessa vez eu tirei ela, por cima da calcinha eu passava a cabeça da pica. Eu sentia que a buceta da minha mãe queimava a minha pica. Minha mãe só gemia e mexia a bunda pra frente e pra trás, eu sentia a calcinha dela bem molhada, chupava os peitos dela, mordia os bicos, mordia as orelhas dela, aí minha pica encontrou a entrada da buceta dela, mas com a calcinha, e comecei a fazer força pra meter, ela falou: "Não, filho, para". Eu não liguei, quase meti com calcinha e tudo, aí ela me beijou e depois se levantou, arqueou as costas e começou a gemer, tava gozando de novo. Aí eu parei e ela falou: "Para que, piranho?", e eu disse que não queria mais porque a calcinha tava machucando. Então ela puxou a calcinha pro lado, colocou minha pica na entrada e sentou nela, e aí eu enfiei a pica até o fundo, só meti e comecei a gozar. Minha mãe começou a pular na minha pica e falava: "É isso que você queria, foder sua mãe? Agora me fode, me fode bem forte, quero que você me foda a noite toda, filho, fode bem a sua mãe, quero que você me faça gozar a noite toda". Aí minha mãe começou a gemer bem gostoso, apertou a buceta e soltou um gemido que deixou minha pica mais dura ainda. Gozei pela segunda vez, minha mãe me beijou enquanto ela também gozava, ficou em cima de mim por um tempo, os dois banhados de suor, ela me olhou com uma cara cheia de amor e luxúria e falou: "Vamos tomar banho". Entramos no chuveiro, nos lavamos e voltamos pra cama. Continua...
3 comentários - Fodendo com minha mãe