Por culpa da minha irmã, curto trans (parte 2)

Aqui vai a continuação da história de como eu comecei a gostar de garotas trans por culpa da minha irmã. Se quiser saber como tudo começou, a primeira parte tá no meu perfil. Comecei a faculdade e, entre a carga de trabalhos e tarefas, era impossível visitar meus parentes em Veracruz, nem no Natal, porque o curso que escolhi era bem puxado. Então, só conversei com a Cha pelas redes sociais nos 6 anos seguintes. Nesse período, várias coisas rolaram. A Cha insistia tanto que era minha irmã que acabei cedendo e aceitei chamá-la pelo novo nome "Karla". Além disso, Kar (pra encurtar) deixou o cabelo crescer e, de um jeito estranho, nas fotos ela parecia ter um rosto cada vez mais fino e delicado. Não entendia por quê, mas também não ligava muito; nunca deu sinal de nenhuma mudança significativa além do nome e do cabelo, ou pelo menos que eu tivesse notado. Depois de alguns anos, ela se mudou da casa dos meus tios e começou a morar sozinha em outra cidade próxima. Eu falava com ela umas duas vezes por semana, e eram sempre as mesmas perguntas de irmã mais nova... Como eu tava? O que eu tava fazendo? Se pensava nela? Se sentia saudade? Se tinha namorada? Quando ia visitá-la? E, de repente, umas mais específicas... Como eu gostava das minas? Se loiras ou morenas? Se preferia peitudas ou bundudas? Enfim, pra mim eram conversas normais com minha pessoa favorita. Depois da faculdade, do serviço social e do primeiro ano de trabalho, consegui tirar férias e, como já tinha meu próprio dinheiro, podia ir sem meus pais pra onde quisesse. A escolha parecia óbvia: ia visitar meus parentes em Veracruz e, de quebra, minha querida irmã Karla. Quando contei a ideia pra ela, ficou super animada, disse que não via a hora e que tinha uma surpresa pra mim. E que surpresa eu tive no reencontro. --------------------------¢--------------------------------- Desci do ônibus na rodoviária. Caminhoneira de Orizaba umas duas semanas depois. Kar disse que ia me buscar pessoalmente pra me levar na casa dela, então eu tava na sala de espera procurando meu irmão no meio da galera, quando uma voz doce chamou meu nome... — Mon? É você? Me virei sorrindo pra cumprimentar meu irmão, mas não era ele, no lugar tinha uma mina. Uma gostosa de cabelo liso e castanho, um pouco abaixo dos ombros, maquiagem leve mas com os lábios num vermelho intenso. Usava uma calça jeans justa que marcava bem a bunda grande e uma blusa decotada com os ombros de fora, deixando ver as alças de um sutiã que segurava uns peitos redondos, tamanho B. Calçava umas sandálias com plataforma, mostrando uns pés bem cuidados com unhas feitas, e de acessório uma bolsinha de mão. Sabe, a clássica mina fofa, "por acaso" o tipo de mina que me deixava louco.Por culpa da minha irmã, curto trans (parte 2)—Karla? —perguntei estupefato.
—Irmãozinho! —e correu pra me abraçar—, quanto tempo sem te ver!
Ela se pendurou no meu pescoço e me deu um beijo no canto da boca. Senti os peitos dela se espremerem contra o meu corpo, macios e fofinhos. Eu abracei ela e, instintivamente, desci as mãos até a cintura dela. Ela deu um pulinho e ficou meio corada.
—Oi, que surpresa! Não esperava te ver tão...
—Bonita? —perguntou Kar, meio sem graça.
—S-sim, tipo, uau! Você me surpreendeu.
—Tá gostando? —disse ela, se afastando de mim e dando uma voltinha—. Pensei em te surpreender assim que você chegasse.
Eu não conseguia parar de olhar pra ela. Na real, ela era uma mina muito gostosa, não tinha sobrado nenhum traço do meu irmão. Parecia outra pessoa completamente diferente.
—Claro que sim! Mas, como é que...
—Já sei! —ela me interrompeu—, mas vamos pra casa que lá te conto tudo.
Pegamos um taxi fora do terminal e fomos pra casa dela. Eu não conseguia tirar os olhos dela nem por um segundo, principalmente desviava o olhar pro decote e pras tetas dela que balançavam com o movimento do carro (sempre fui time peitos). Sério, era meu irmão? Como isso tinha acontecido? Ela percebeu meus olhares, mas não falou nada.
Chegamos na casa dela, e depois do tour, ela foi pro quarto se trocar pra ficar mais à vontade. Eu esperei na sala uns minutos e, finalmente, ela saiu me dando um sorrisão. Trocou a calça por uns shorts jeans curtos que faziam a bunda dela parecer ainda maior. A blusa, ela trocou por uma camiseta mais fina, de alcinha, e pelo movimento ao andar, percebi que não tava usando sutiã. Kar sentou na minha frente no sofá de dois lugares, e as tetas dela pularam na minha frente.
—Desculpa o look, mas gosto de ficar confortável em casa. Já pedi comida, chega daqui a pouco.
—Tá suave —falei, distraído. Não conseguia parar de olhar pras tetas dela, os bicos marcando na blusa.
—Tá olhando o quê, hein? —perguntou com um sorrisinho safado.
—Hã! Nada, só tava vendo a decoração —e virei o rosto. Pô, fiquei nervoso pra caralho quando vi ela (óbvio que tinham me descoberto) — Então, maninho, me conta, o que há de novo? — O que há de novo? Fala você! Chego e te vejo totalmente diferente! Do que eu perdi? — Bom, olha... — ela começou, rindo. E me contou como tinha decidido se tornar uma mulher de vez. Começou deixando o cabelo crescer, depois entrou num tratamento hormonal e, com o passar dos anos, claro que as mudanças começaram a aparecer... As feições dela ficaram mais finas, parou de nascer pelo no corpo, obviamente cresceram os peitos e até um pouco a bunda, enfim, aquelas mudanças típicas do tratamento. Ela foi sincera com meus tios, que apoiaram 100%, então decidiram ajudá-la a começar a vida dela separada. Ela se mudou e começou a se comportar, se vestir e tratar os outros vizinhos como qualquer garota normal. Onde morava e no trabalho, todo mundo a conhecia como Karla, e aparentemente ninguém em Orizaba, além de mim, sabia do passado dela. — E é assim que agora sou uma mulher — concluiu finalmente depois de uns minutos. Fiquei calado, tava claro que o Chá tinha ido embora e meu irmão agora era uma gostosa, mas ainda tinha algo que queria perguntar, só não sabia como fazer sem parecer um insensível. Ela me encarou por uns instantes, esperando minha reação. — Mas... — Ah, nunca vou te convencer, é?! — Não é isso, só que... — O quê? Precisa de provas? Então olha! E tirou a blusa na maior cara de pau, me deixando ver os peitos dela. Eram redondos, não muito grandes, mas bem formados, a pele parecia super macia e as auréolas marrons eram coroadas por dois mamilos da mesma cor que brilhavam um pouco na luz do abajur. Fiquei hipnotizado na hora, eram lindos pra caralho.amadora— Anda, toca elas pra você ver que são de verdade — me disse Kar, com um sorriso de satisfação. Fiquei pasmo, até de boca aberta com o que via. Movi minha mão hesitante, mas no fundo queria sentir, então respirei fundo e coloquei a mão no peito da minha irmã, e Kar deu um sobressalto. Comecei a acariciar e fechei a mão um pouco, apertando a teta dela; devo dizer que era bem macia e fofa, cabia inteira na minha mão e eu sentia o mamilo começando a endurecer na minha palma. Levantei a outra mão e comecei a acariciar os dois peitos, apertando de leve e pesando pra eles quicarem. Kar tava gostando, porque fechou os olhos e soltava uns gemidinhos baixinhos (ahh, ahh, cê gosta?). Aquilo me excitou e comecei a brincar com os mamilos dela, beliscando um pouco pra deixar eles durinhos; ela começou a respirar mais forte, mostrando que tava adorando. Ficamos assim por um minuto ou dois, eu passando a mão por todo lado e ela sussurrando pra eu continuar. Me aproximei mais dela e encostei o rosto nos peitos dela, dando um beijo suave em cada mamilo, e ela respondeu com um gemido (ahh). Comecei a beijar os seios dela, roçando a pele com os lábios e a ponta da língua nos mamilos, abracei ela pelas costas pra puxar mais pra perto de mim e, instintivamente, desci a outra mão pra desabotoar o short dela. Consegui sem muita dificuldade e, de repente, minha mão roçou a virilha dela; senti um volume duro que me desconcertou... tinha esquecido completamente da conversa de alguns minutos atrás, tinha esquecido que tava com meu irmão, que tava se transformando numa garota, mas parecia que ainda tinha uns detalhes pendentes (minha pergunta tinha sido respondida indiretamente). Parei na hora e me afastei um pouco, nervoso, e vi ela ali deitada no sofá, sem blusa, com os mamilos eretos e o short já desabotoado, o pau dela intumescido querendo sair e o meu duro de excitação. Ela me olhou, esperando. — O que foi? Tudo bem? — me perguntou. — Sim, sim, é que... Senti... —É, o processo é lento e ainda falta essa parte —ela disse, desviando o olhar com um pouco de vergonha. —Ah, claro, é que eu não sabia, bom, na verdade eu tinha esquecido —falei nervoso, ela me olhou curiosa. —Sério que você não lembrava? (Balancei a cabeça), quer ver? Notei que na hora minha temperatura subiu e as cores do meu rosto mudaram, não esperava essa pergunta de jeito nenhum. Mas eu tava muito curioso, claro que sabia o que era uma garota trans, mas nunca (até então) tinha visto uma pessoalmente. Minha mente pensou em como seria ver peitos e uma rola no mesmo corpo e meu pau reagiu à imagem mental, era algo que eu queria muito ver. Eu não falei nada, mas a Kar interpretou certo e colocou as mãos no short dela pra abrir, mas tocaram a campainha e nós dois viramos pra porta. —O sinal te salvou... Vou lá! —Ela abotoou o short, vestiu a blusa e foi receber a comida. O jantar foi bem normal, continuamos conversando sobre o que fizemos nesses anos e como ela tava levando a vida agora (ela me fez admitir que eu tinha uma irmã mesmo), tudo muito alegre, mas minha mente voltava praquela imagem mental... Uma garota com rola, queria ver com meus próprios olhos o corpo nu da minha irmã, a curiosidade de como seria tava me matando, tava virando quase uma obsessão. Enquanto comíamos, começamos a planejar o dia seguinte, combinando que ela me daria um tour pela cidade e que eu dormiria no sofá já que o outro quarto dela era depósito. Terminamos de comer e fomos pro sofá ver um filme, eu ainda tava excitado, mas ela não mostrou nenhum sinal de querer continuar o que rolou horas atrás, então só fiquei olhando ela de canto e imaginando ela pelada. O filme acabou e ela foi tomar banho enquanto eu arrumava o sofá pra dormir. Quando passei pelo corredor indo pro depósito pegar cobertores, vi que a porta do banheiro tava meio aberta e, sem pensar duas vezes, espiei e o que... Ví que era mil vezes melhor do que eu tinha imaginado. Ela tava lá no chuveiro, escorrendo água, o cabelo longo e molhado colado no corpo, a pele bronzeada mas macia, com gotas d'água por todo lado, os peitos com os bicos durinhos por causa da mudança de temperatura e uma pica dura apontando pro teto. Uma gota d'água desceu pelo meio dos peitos, passou pela barriga até a pica depilada, que também tava escorrendo água. A visão era gloriosa, algo que eu nunca teria imaginado, não sei como explicar, mas me excitou demais ver uns peitos e uma pica dura juntos. Kar mudou de posição e os peitos e a pica balançaram ao mesmo tempo, foi naquele momento exato que me apaixonei por garotas trans. Continuei vendo ela se secar cada cantinho do corpo e quando ela sacudiu a pica, fiquei louco. Sabia que não tinha mais volta. Ela se enrolou na toalha, pronta pra sair, e eu segui meu caminho pro depósito.Sexo analFinalmente nos demos boa noite e ela entrou no quarto dela, eu me deitei no sofá pensando naquele corpo molhado e delicado, mas ao mesmo tempo sexy, naqueles peitos redondos e macios com os mamilos marrons e naquele pau ereto apontando pro teto e não aguentei mais. Eu tinha descoberto o que me atraía, algo que queria experimentar e pela primeira vez bati uma punheta pensando numa garota trans.

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No dia seguinte saímos pra passear o dia todo, ela tava muito gostosa com um vestido leve e os tênis dela. Andamos pela cidade e encontramos vários conhecidos dela que perguntavam se eu era o namorado, ela ficava vermelha e dizia que não, que era o irmão. Quando voltamos pra casa no fim da tarde, jantamos e eu fui arrumar minha mala porque no dia seguinte seguiria viagem pra visitar outros parentes. Ela trocou de roupa e vestiu uma camisola sem sutiã, se deitou no sofá pra ver um filme, mas acabou dormindo. Terminei de arrumar minhas coisas e resolvi tomar um banho, deixando ela lá na sala. Durante o banho, fiquei pensando no dia anterior, ainda não tinha tirado aquela imagem dela nua da cabeça e meu pau endureceu na hora. Lembrei de como a água escorria e ela secava o corpo, de como os peitos e o pau dela balançavam ao mesmo tempo. Queria ver, queria tocar, provar aquele corpo único e decidi, pela primeira vez, tomar a iniciativa. Então terminei o banho, me enxuguei e saí do banheiro com a intenção de provocar minha irmã, mas ela não estava mais no sofá. Olhei na cozinha, mas ela tinha sumido.

— Kar? — chamei.
— Oi? — respondeu uma voz sonolenta atrás de mim.

Me virei e vi minha irmã no corredor, ainda meio dormindo, esfregando os olhos. A camisola dela estava meio torta, mas com uma diferença sutil... Ela não estava mais de calcinha e o pau dela aparecia um pouco por baixo da camisola. Isso me excitou e o meu começou a endurecer debaixo da toalha. Parece que ela tinha ido pro quarto e depois pro banheiro, onde... tinha deixado a calcinha.boquete— Onde você estava? — perguntei, olhando fixamente para ela.
— No banheiro, estava esperando você sair — disse ela, ainda meio sonolenta.
— E isso? — apontei com a cabeça.
Ela olhou para baixo e viu o pênis meio aparecendo, rapidamente o cobriu puxando a camisola, o que fez os peitos dela se destacarem no tecido. Me olhou envergonhada, e eu caminhei até ela, segurando suas mãos para afastá-las. — Quero ver — falei, e pedi que ela levantasse a camisola, e ela aceitou na hora.
Eu segurei o pau dela com a mão, que começou a endurecer com o contato, e comecei a acariciá-lo. Ela deu um pequeno sobressalto. Era de tamanho médio, fininho, com a cabeça levemente curvada para cima, e era muito macio. Comecei a masturbá-la devagar e consegui arrancar um gemido de prazer dela. — Ahhh... — olhei para ela, e estava corada.
— Mon, o que você está fazendo?
— Não está gostando?
— Ahhh... tô adorando, mas...
— Achei que era isso que você queria. Não dizia que queria ser minha mulher? — falei, aumentando a velocidade dos meus movimentos.
— Sim, mas... ahhh... pensei que você não queria.
— Mas olha como você me deixou — falei, puxando a mão dela e colocando no meu pau, que já estava duro — e quem sabe quando vou te ver de novo.
Ela tirou a toalha da minha cintura e começou a me masturbar enquanto eu tirava a camisola dela. Ela estava tão gostosa com os peitos redondos e o pau ereto na minha mão. Começamos a nos masturbar ao mesmo tempo, e eu comecei a beijar o pescoço dela. A respiração dela acelerou, mostrando que estava gostando, enquanto ela aumentava os movimentos das mãos.
Eu já não aguentava tanta excitação e vontade de transar, precisava fazer dela minha. Nos beijamos forte enquanto acariciávamos os corpos nus e fomos para o quarto dela. Fechamos a porta e continuamos nos beijando. Joguei ela na cama e me deitei sobre ela para lamber os peitos enquanto segurava o pau dela e começava a masturbá-la. Ela gemia cada vez mais alto, eu beijava os peitos dela, o pescoço e a boca sem soltar o pau, que já estava babando líquido pré-seminal.
Ficamos assim por alguns minutos, ela respirando forte e eu... continuava lambendo os peitos dela ela pegou meu rosto e com olhos brilhantes me disse. -Mon quero seu pau Levantei da cama e ela se virou pra deixar a cabeça pendurada na borda, abriu a boca bem grande e eu aproximei meu pênis que ela engoliu na hora saboreando ele inteiro, a cada estocada que eu dava sentia que chegava até a garganta dela e os lábios dela tocavam minhas bolas, sentia a língua dela passando por todo meu pau e eu não conseguia fazer nada além de gemer de prazer. Senti que queria gozar então parei minha irmã e falei que queria ver o gozo, ela se levantou e ficou de bruços na cama pra depois levantar a bunda o mais alto possível a vista era linda com o coração dela virado pra mim e o pau dela balançando, comecei a enfiar os dedos nela e ela começou a gemer de novo mas tive uma ideia muito melhor. Abri um pouco as nádegas dela e comecei a lamber o cu dela, ela gritou de surpresa porque não esperava, mas eu tava decidido a fazer ela gritar de prazer. Continuei enfiando minha língua alternando com meu dedo e ela gemia cada vez mais forte (ahh sim papai assim, mais pra dentro) tentava penetrar ela com minha língua deixando ela dura e ela gostava subia e descia a bunda dela com os espasmos de prazer, mas ainda não tinha conseguido meu objetivo, então peguei o pau dela e comecei a masturbar ela enquanto lambia o cu dela. Isso era o que precisava na hora ela começou a gritar de prazer e colocava a língua pra fora babando o travesseiro (ahhhhh ahhhhh mais, que gostoso papai) eu continuei com meu trabalho e aumentei a velocidade enquanto ela aumentava a dela, era como ordenhar uma vaca e claro que eu queria o leite. Chupei três dedos e enfiei de uma vez enquanto puxava o pau dela o mais rápido possível e finalmente consegui fazer ela gozar jorrando enquanto gritava de prazer (ahhhhh sim love!)MasturbacaoEla se sacudiu de prazer deitada na cama, ofegante. Eu fiquei com um pouco do semen quente dela na mão, o que me excitou ainda mais. Ela virou o rosto pra mim, sorrindo. Eu sorri de volta e pedi pra ela virar de barriga pra cima. Os mamilos dela ainda estavam duros e o pau dela, meio caído, ainda dava uns espasmos. Eu não queria que acabasse ainda. Durante todo esse tempo, meu pau não tinha participado. Tava prestes a estourar e eu tava com vontade de comer aquele cu. Então, com o gozo dela ainda quente, lubrifiquei meu pinto e abri um pouco as pernas dela. Ela entendeu na hora e levantou o quadril um pouco pra facilitar. Me ajoelhei na cama e encostei a ponta do meu pau no cu dela, que já tava meio dilatado pelos meus dedos. Dei uma última olhada e enfiei de uma vez. Comecei a gemer junto com ela. Dava umas metidas fortes que faziam os peitos e o pau dela balançarem pra cima e pra baixo. Adorava aquela imagem, era minha parte favorita, então comecei a me mover mais rápido pra ver eles balançarem cada vez mais. Os gemidos não demoraram (ahh ahh, isso, amor, mete mais) (isso, gostosa, que delícia), e o rangido da cama fazia coro com a gente. Ela se segurou na cabeceira e me abraçou com as pernas, então a gente se movia junto. Peguei o pau dela de novo e comecei a masturbar ela. Com a outra mão, beliscava o mamilo dela. Depois de uns minutos, tava quase gozando, então agarrei Kar pela cintura, puxei ela pra mim pra enfiar meu pau inteiro e soltei toda a minha porra, enchendo o cu dela. Gritei de prazer, e ela se arqueou, levantando o pau dela quase até minha cara. Me afastei pra ver a porra escorrendo do cu de Karla enquanto os dois ofegávamos de cansaço.irmaMe deitei com ela e ela me abraçou na hora, parecia feliz. Me deu um beijo suave na boca, e eu correspondi. —Mon, isso foi incrível, nunca tinha transado desse jeito. —Que bom que você gostou, Kar — falei, acariciando a cabeça dela. —O que você acha da sua irmã ter um pau? Não te incomoda? —Não, foi diferente, mas verdade, eu gostei. —Sério?! — ela perguntou animada — Então posso ser sua mulher? —Vamos ver, por enquanto a gente ainda tem umas horas antes de eu ir. E começamos a nos beijar e nos tocar pra começar tudo de novo.
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Na manhã seguinte, acordamos meio cansados depois de uma noite de muito sexo. Eu tava sentado na mesa enquanto ela revirava a despensa, só de camisola. Quando se abaixava, eu via o pau dela balançando, pendurado, e aquilo me encantava. Foi aí que tomei uma das melhores decisões da minha vida. —Kar, quero te falar uma coisa. —O que foi? — ela disse, se virando e me olhando preocupada. —Com a noite passada, percebi que você me atrai! Quero dizer, adoro seu corpo. Nunca ninguém me excitou tanto. —Sério? — ela falou, pulando de alegria — Mesmo tendo... —Sim — cortei — e quero que seja só meu, então arruma uma mala, vamos passar o resto da semana juntos, só nós dois. —Pra onde? —Pro porto, quero passear com minha mulher — falei, piscando o olho. Ela correu pra me beijar com muita paixão, e eu respondi de boa. Não tinha mais tabu nem nada que me impedisse de vê-la como uma mulher gostosa e safada. Não restava nada do meu irmão, só ela. Dei um tapinha na bunda dela, e ela correu pro quarto pra fazer a mala. Eu fiquei sentado, pensando no que ia rolar, porque, mesmo a noite anterior tendo sido foda, ainda tinha coisa pra acontecer. Até aqui a segunda parte da minha história, amigos, de como minha irmã despertou algo em mim e mudou meu jeito de ver as coisas. Ainda falta um pouco, o momento decisivo. entre ela e eu. Me digam se querem que eu conte a terceira parte, que é a semana que passei com a Karla na praia 😃

6 comentários - Por culpa da minha irmã, curto trans (parte 2)

Hermano porfavor! tiene que haber tercera parte, muy bueno, la escurrida que me di imaginando.!!! buenisimo
Brother por favor sube fotos de ella quiero conocer a tu mujer quiero ver que mujer más hermosa te conseguiste claro no divulgar sus fotos solo quiero conocerla