Cornudo em casa

Bom, meu nome é Carlos, sou felizmente casado com minha esposa Sônia, estamos juntos há 15 anos e, pra ser sincero, ela sempre foi uma esposa maravilhosa, ou pelo menos era até aquele momento. Ela é magra, tem uma cintura bonita, cabelo preto, peitos nem tão pequenos nem tão grandes, mas o que sempre me enlouqueceu nela foi a bunda. Mesmo não sendo uma bunda grande e grossa, ela tem um formato bonito e duas nádegas de tamanho médio que sempre me deixaram doido. O caso é que num dia normal, estávamos em casa relaxando, eu e minha esposa, quando recebo uma ligação de um número desconhecido. Achei estranho, mas atendi mesmo assim. — Alô, Carlos? — Alô, sim, quem fala? — Ufa, que alívio, ainda é o mesmo número. Como você tá, amigo? Sou o Pablo, lembra de mim? Tô de passagem pela cidade e queria saber se podia passar pra te dar um abraço. Fiquei sabendo que você tá felizmente casado há anos. Pablo era um amigo da adolescência, mais especificamente do ensino médio, e a gente sempre foi muito próximo até que, quando terminamos a escola, ele teve que ir pros Estados Unidos com uns parentes que moravam lá. Ele seguiu a vida dele por lá, e a gente nunca mais se falou por causa das reviravoltas da vida. Mas claro que fiquei feliz em rever meu velho amigo. — E aí, Pablo, que bom saber de você, amigo! Claro que sim, moro perto da casa dos meus pais, você sabe onde é. Vem aqui hoje à tarde, a gente toma alguma coisa e põe o papo em dia. — Excelente. O dia passou normal, e já estava escurecendo, então pensei que o Pablo não ia mais aparecer. Fui tomar banho. Minha esposa já tinha tomado banho e, como eu tinha comentado que um amigo viria, mas como já era tarde e eu não achava que ele fosse chegar, ela me perguntou se podia ficar à vontade.Cornudo em casaToda noite ela costuma se vestir com uma camisola, sem sutiã e só de fio dental, porque se sente mais confortável assim. E claro, eu adoro ter minha mulher desse jeito pela casa. Nesse dia em especial, eu tava com um tesão danado, então fui ver minha mulher enquanto ela fazia a janta de fio dental. Com a pica dura, eu abaixei meu short e comecei a esfregar a pica na bunda toda dela. Ela parecia ainda mais tarada do que eu e ficou esfregando a raba em mim.
— Quero meter a pica em você.
— Mete em mim, meu amor, tô bem molhadinha, preciso da sua rola agora.

A gente tava nessa quando, lá pelas 8 da noite, a campainha tocou e cortou meu tesão na hora. Minha esposa me segurou pra eu não ir atender, porque ela ainda tava no fogo, mas eu ignorei e fui correndo abrir a porta. Abri e era o Pablo. Ele tava forte, em ótima forma, mais alto que eu, cheio de músculos e bem depilado. Na mão dele, uma garrafa de tequila.
— E aí, Carlos, desculpa a hora. Tava com uns pepinos e já nem pensava em passar hoje, mas consegui terminar a tempo. Posso entrar?
— Pode entrar, amigo, que bom te ver. Relaxa, pensei que você não vinha mais.

Pablo entrou em casa e a primeira coisa que viu lá no fundo, na cozinha, foi minha esposa cozinhando ainda de fio dental e camisola. Fiquei sem graça, mas tive que disfarçar. Ela não tinha reparado que o Pablo já tinha entrado, mas de repente virou, ficou vermelha, e os dois se olharam por um instante. Ela parou de cozinhar, lavou as mãos e veio direto pra entrada cumprimentar.
— Oi, prazer, sou a esposa do Carlos, a Sônia.
— Oi, Sônia, muito prazer.
— O prazer é meu, disse a Sônia.

Reparei que minha esposa não tirava os olhos do meu amigo e não tava nem um pouco envergonhada de estar de fio dental na frente dele. Ela disse que ia deitar um pouco, mas pra gente conversar um instante enquanto a janta esfriava. A gente bateu um papo sobre a vida e fomos jantar. No meio da janta, a Sônia saiu ainda de fio dental e sentou pra comer também.

Quando já tava tudo em ordem, fui ao banheiro e falei pra ela... Sonia, que estava conversando com Pablo, enquanto eu estava no banheiro (já que costumo demorar uns trinta minutos), ouvi risadas da minha esposa e do Pablo. Quando saí, me pareceu ver o Pablo tirando a mão rapidamente da perna da Sonia, e eles continuavam rindo. Pablo sugeriu que a gente bebesse um pouco enquanto via TV, e colocamos um filme e sentamos no sofá. Pablo sentou no meio da minha esposa e de mim. Abrimos a tequila e assistimos ao filme. Devo esclarecer que não tenho muita resistência para álcool, mas decidi continuar bebendo por causa do meu amigo. A gente conversava, tudo normal, até que numa cena do filme apareceu uma mulher só de calcinha, parecida com a minha esposa. A cena mostrava a mulher transando com um homem negro e era meio explícita para um filme normal. Notei que a pica do Pablo começou a marcar no short dele. Eu também estava meio excitado, mas estava quase dormindo por causa da tequila. Minha esposa, notei que estava vermelha, mas a gente continuou vendo o filme. Conforme o filme avançava, percebia que o Pablo tentava pegar na perna da minha mulher, e acho que por causa da excitação e do álcool, não falei nada. De repente, acordei todo desorientado. Tinha dormido sei lá quando e por quanto tempo. Estava bem bêbado e ainda com sono. A primeira coisa que notei ao acordar é que minha esposa e o Pablo não estavam mais do meu lado no sofá. A TV estava desligada e as luzes também. Como pude, peguei meu celular e olhei que horas eram. Consegui ver e eram 3h32 da manhã. Fiquei preocupado por já ser tarde e minha esposa não ter me acordado, mas imaginei que talvez ela não quisesse me incomodar. Mas, e o Pablo? Ele teria ido embora sem se despedir? Nisso, de repente, ouvi um colchão rangendo e gemidos abafados no quarto de casal (da minha esposa e meu). Então, levantei do sofá e me aproximei do quarto. Notei que era o único com luzes acesas, mas estava entreaberto. Cada vez que me aproximava mais, ouvia gemidos mais altos vindo do quarto. Tinha quase certeza de que Era minha esposa. Quando cheguei, confirmei o que já imaginava: minha esposa e o Pablo estavam transando. Ela estava montada nele, cavalgando, enquanto ele apertava as nádegas dela. Me surpreendi que ela ainda estava de tanga, mas já tinha tirado a camisola e os peitos estavam balançando no ar. A Sonia gemia, cada vez mais alto, e ainda segurava a tequila na mão — dava uns goles e continuava gemendo. Apesar da situação, não fiquei com raiva. Talvez porque eu estivesse bem bêbado, mas comecei a ficar excitado, com o pau duro. Então resolvi bater uma enquanto, por uma fresta, via minha esposa continuar gemendo e montando o pau do meu amigo. Depois, ele a colocou de quatro e continuou fodendo ela. Ficaram nessa por um bom tempo, até que pareceram me ouvir. Minha esposa saiu pra verificar, mas eu corri pro sofá, fingi que estava dormindo de novo e, sem perceber, acabei dormindo de verdade. Acordei lá pelas 6h20 da manhã, já mais sóbrio, e a primeira coisa que fiz foi ir pro quarto. Só encontrei minha esposa deitada, de pernas abertas, com a buceta descansando cheia de porra.vadiaE a garrafa de tequila vazia, ela já não tava mais de fio dental, porque agora tava dormindo, descansando cheia de porra também. O Pablo já tinha ido embora, então imaginei que ele tinha saído umas horas antes, antes da minha esposa acordar. Voltei pro sofá pra fingir que ainda tava dormindo, ouvi ela acordar minutos depois e tomar banho, imagino que pra lavar toda a porra. Ela me acordou e disse que eu tinha dormido e que o Pablo tinha ido embora cedo da noite. Tava claro que era mentira, mas decidi não falar nada porque no fundo eu tinha gostado de ver ela sentando na pica do meu amigo. Ela fez o café da manhã e o dia seguiu normal. Créditos da primeira imagem pra um seguidor que tem a esposa bem gostosa.

6 comentários - Cornudo em casa

Excelente relato
me gustaría poder entrar en ese mundo con mi esposa, pero no encuentro la forma todavía. Yo lo seguiria llamando a casa para repetir
Me encantan las mujeres ajenas
Terrible Sonia, yo me hubiera acostado al lado o me la cojia así cómo estaba