Fala, galera... tô saudando vocês lá dos confins de Buenos Aires... já se passaram seis anos desde meu último post contando minhas aventuras com a J, minha enteada. De lá pra cá, aconteceram umas paradas, não muito boas, pra ser sincero, mas resolvi voltar e terminar de contar o que rolou entre aquela gostosa e eu. Depois daquele Natal inesquecível, eu e a J continuamos com nosso segredo compartilhado. O Ano Novo foi bem parecido com aquele Natal, com uma diferença bem pequena que mudou completamente minha vida. Tudo começou normal, como qualquer festa de virada. Preparativos, compras, bebida, comida, mais bebida, a J se insinuando quando ninguém tava olhando, noite, música, dança, mais bebida, mais comida, brinde. E depois da meia-noite, minha mulher virou pra mim e falou que quando a gente ficasse sozinho, tinha que conversar. Cês tão ligados que essa frase é a que muitos de nós teme, né? Minha cabeça começou a viajar sozinha: ela já sabe, te viu, lembrou do "sonho", a jovem contou tudo, vai rolar divórcio... e assim por umas três horas, até que todo mundo foi dormir. A J me viu nervoso e perguntou o que tava rolando. Eu chamei ela de lado e contei o que tinha acontecido, perguntei se ela tinha dito algo pra mãe. Ela respondeu: "cê tá louco, é? Se eu tivesse falado alguma coisa, a gente não tava conversando... nem respirando..." Isso me acalmou um pouco, e ela completou: "fica tranquilo, deve ser outra coisa" e me deu um selinho rápido, antes de se virar com um sorriso e sair andando, rebolando a bunda do jeito que eu gosto. Até aí, tudo normal. Como eu disse, todo mundo já tava dormindo, minha esposa sentou do meu lado, abriu a cerveja que tinha trazido e falou: "quero que a gente faça um menage." Meu medo foi embora. Eu sorri e perguntei: "cê tem certeza? Te conheço, cê é muito ciumenta e um menage não é brincadeira." "Eu sei", ela disse, "mas nosso relacionamento já não é mais como antes, falta aquela faísca ou sei lá... alguma coisa. Agora mesmo eu poderia chupar sua pica e eu conheço bem, nunca tá tão grande quanto quando a gente se conheceu. Cê já não me excita do mesmo jeito." E eu, por dentro, pensava que na real era porque eu tava passando o tempo todo comendo a J. "Beleza", eu falei, "se cê tá Segura, me diz qual é a sua ideia. Mas eu preferia que você pensasse um pouco mais, não é algo tão simples. Já tô com isso na cabeça há um tempo, desde que tive aquele sonho que te contei, que você tava do meu lado comendo uma mina; acordei muito excitada com esse sonho e ficou martelando na minha cabeça. Aí entrei em pânico, mas disfarcei que nem um profissional, olhei pra ela e falei: ok, se você tá tão convicta... mas depois não quero reclamação... tem alguém em mente?... sim, ela disse... a J... Continua... Bom, vocês já sabem... quem leu os posts anteriores tem uma ideia do que eu (ou dizia) sempre: isso foi real, tá meio resumido porque já faz uns seis anos e não lembro exatamente as palavras, mas basicamente foi assim... no próximo post continuo a história, senão fica longa demais... deem aquela força com pontos e valeu por ler
4 comentários - 6 anos depois... J é uma gostosa