Bom, eram 13:30 de hoje e fui numa verdureira nova que tava com ofertas. A boliviana tava sozinha, já que nesse horário ninguém compra nada, todo mundo tá comendo e eu saindo do trampo passei lá. A boliviana idêntica àquela foto, mais baixinha, mas bem chola. A gente conversou que inauguraram faz duas semanas, que o marido dela ficou na Bolívia mas viria daqui um mês. Que ela tava há mais de 3 meses sozinha na Argentina, na casa da sogra em Villa Domínico, Avellaneda. Como a gente é do mundo liberal, falo bem na cara: "Que fidelidade hein, os dois?" E ela: "Não, aquele infiel foi pra Bolívia com uma mina." Começou a me contar que ele voltava, mas ela já tinha perdoado a traição. Falo: "Ah, mas você não deu o troco pra ele?" Ela: "Não, as bolivianas somos mulheres de amar, mesmo ele merecendo, mas não tenho ninguém." Não era o tipo de mulher bonita, mas o tesão me pegou. Respondi: "Aqui tem um argentino ao seu dispor." Ela me olha, ri. Responde: "Nessa idade, nem brinca." Falo: "Tô falando sério." Ela: "Peraí." Fecha, abaixa a persiana do mercadinho e me olha, ri. Vi aquele dente típico com coroa brilhante, hahaha. "Vem, vamos pra trás." E fui. Tinha uns sacos de batata. "Senta aqui." Sentei. Ela sai do banheiro pelada: era gordinha, negra, de tranças, peitão enorme e bundão... "Cadê a cenoura?" Falo. Mostro. "Senta nesses sacos mais altos." Ela começou, sem falar nada, a me chupar gostoso, bem a cabeça da pica, muita saliva, sugando com muita pressão. "Já foi." Tiro uma camisinha do bolso. Ela: "Tem outra?" "Tenho." Ela pega um pepino grosso e enfia na buceta e fala: "O seu vai atrás." Meti uns 10 minutos sem parar até ela gozar. "Vou gozar, joga na minha boca, hein." Engoliu tudo. Foi no banheiro, saiu sem se limpar, arrumou a saia, abotoou a blusa. Eu me troquei. Comprei uns 17 mil pesos e ela: "Vai de brinde... Vem sempre." Cheguei em casa, contei pra minha esposa, que não parava de rir. E é, eu sou rancoroso mesmo. não perdoo nada nem ninguém
Bom, eram 13:30 de hoje e fui numa verdureira nova que tava com ofertas. A boliviana tava sozinha, já que nesse horário ninguém compra nada, todo mundo tá comendo e eu saindo do trampo passei lá. A boliviana idêntica àquela foto, mais baixinha, mas bem chola. A gente conversou que inauguraram faz duas semanas, que o marido dela ficou na Bolívia mas viria daqui um mês. Que ela tava há mais de 3 meses sozinha na Argentina, na casa da sogra em Villa Domínico, Avellaneda. Como a gente é do mundo liberal, falo bem na cara: "Que fidelidade hein, os dois?" E ela: "Não, aquele infiel foi pra Bolívia com uma mina." Começou a me contar que ele voltava, mas ela já tinha perdoado a traição. Falo: "Ah, mas você não deu o troco pra ele?" Ela: "Não, as bolivianas somos mulheres de amar, mesmo ele merecendo, mas não tenho ninguém." Não era o tipo de mulher bonita, mas o tesão me pegou. Respondi: "Aqui tem um argentino ao seu dispor." Ela me olha, ri. Responde: "Nessa idade, nem brinca." Falo: "Tô falando sério." Ela: "Peraí." Fecha, abaixa a persiana do mercadinho e me olha, ri. Vi aquele dente típico com coroa brilhante, hahaha. "Vem, vamos pra trás." E fui. Tinha uns sacos de batata. "Senta aqui." Sentei. Ela sai do banheiro pelada: era gordinha, negra, de tranças, peitão enorme e bundão... "Cadê a cenoura?" Falo. Mostro. "Senta nesses sacos mais altos." Ela começou, sem falar nada, a me chupar gostoso, bem a cabeça da pica, muita saliva, sugando com muita pressão. "Já foi." Tiro uma camisinha do bolso. Ela: "Tem outra?" "Tenho." Ela pega um pepino grosso e enfia na buceta e fala: "O seu vai atrás." Meti uns 10 minutos sem parar até ela gozar. "Vou gozar, joga na minha boca, hein." Engoliu tudo. Foi no banheiro, saiu sem se limpar, arrumou a saia, abotoou a blusa. Eu me troquei. Comprei uns 17 mil pesos e ela: "Vai de brinde... Vem sempre." Cheguei em casa, contei pra minha esposa, que não parava de rir. E é, eu sou rancoroso mesmo. não perdoo nada nem ninguém
3 comentários - A puta gostosa da quitanda