CAPÍTULO 2Paloma no sofá com as pernas...
Dobrada gostosa, ela pulava a cada susto do filme de terror, balançando os peitões enormes de um lado pro outro. Alberto, mais relaxado, continuava de olho no filme e, sem desviar o olhar, enfiava a mão no pote pra pegar pipoca. Paloma percebeu e só colocava a mão no pote pra pegar pipoca quando a mão do Alberto já tava lá dentro, só pra se esfregar nele e fazer ele olhar pra ela sem querer, sem conseguir evitar dar uma olhada fixa e cheia de tesão naquelas tetas enormes ali expostas pra ele. Ela queria deixar ele com o pau duro, isso a deixava louca, ver ele sofrer e engolir seco, mandando aqueles olhares de carneiro preso e cheio de luxúria, e depois, como no outro dia no banheiro, um pouco de óleo lubrificante e ela ia se acabar com o próprio dedo.
A tigela de pipoca não demorou pra acabar. Jogando um olhar e um sorrisinho safado pro Alberto, tirei a tigela e me aproximei do garoto até me agarrar no braço dele, esfregando as tetonas contra o braço dele.
- Caralho, esse filme dá muito medo, deixa eu te agarrar, Alberto.
Murmuro Paloma lamentavelmente apertando os peitões dela ainda mais forte contra o garoto, que continuava sentado, com todos os músculos do corpo na maior tensão, respirando compassadamente enquanto sentia o roçar dos bicos dos peitos de Paloma.
Cada cena inesperada ou de terror extremo, Paloma se agarrava mais forte no Alberto até colocar o braço mais próximo entre as tetas dela, que davam pulos enormes a cada susto, escapando mais de uma vez completamente do decote generoso do seu colo, para voltar agitadamente pra dentro da regata. O garoto, totalmente tenso, respirava acelerado, principalmente quando Paloma, completamente abraçada nele, colocava o outro braço ou, pior ainda, a cabeça no peito dele, tapando a visão. Como cheirava bem, pensava Alberto, aquele perfume tão sensual e feminino que ela e toda a roupa dela sempre exalavam. O pau dele já tava ficando duro pra caralho.
Ao chegar a um intervalo, Paloma se levantou suavemente e, indo até o móvel bar, colocou uma garrafa de licor de pêssego na mesa ao lado do sofá. Enquanto ia para a cozinha buscar gelo, pediu para Alberto pegar duas taças.
- Vou um instante no banheiro, Paloma.
Disse Alberto depois de deixar os copos na mesa do sofá.
- Tá bem, mas não demora muito, o filme já tá quase acabando e tô cagada de medo. Vem logo ou vou ficar puta.
— Gritei autoritária, Paloma, na cara de intimidação do Alberto entrando no banheiro. Paloma queria assim evitar que o garoto batesse uma punheta e relaxasse.
Quando o filme recomeçou, o garoto já estava pontualmente ao lado de Paloma, que deu um longo gole na taça de licor e se agarrou de novo a Alberto, enfiando de volta aquelas tetonas enormes nele. O moleque tensionou todos os músculos do corpo de novo. A ereção dele já começava a ficar evidente por baixo da calça jeans, e Paloma percebeu isso em algumas vezes em que escondeu a cabeça no peito do garoto e deu umas olhadas curiosas pra baixo, notando um volume inacreditável — devia ser a penumbra da sala, aquilo não podia ser real, era enorme.
Alberto dava pequenos goles no copo e grandes bufadas. No final do filme, ainda sobrava um restinho de licor do primeiro copo dele, mas a garrafa já estava pela metade, enquanto Paloma não parava de encher o copo dela. A mistura do álcool com tanto roçar e esfregar a deixava pegando fogo, e ainda por cima conseguiu que o garoto, apesar da tensão e da vergonha, ficasse encarando por longos momentos aqueles melões enormes dela, que tinham ficado ainda mais duros e túrgidos, se é que isso era possível, com os bicos eretos feito duas flechas. Tudo isso a deixava prestes a entrar em erupção que nem um vulcão. E a buceta dela já começava a pulsar, bem molhadinha.
- Mas onde você vai, se ainda é muito cedo e ainda tem meia garrafa.
Ela disse para Paloma e Alberto, olhando pra ele com seus olhos negros brilhando por causa do efeito da bebida e do calor por dentro.
- Mas, Paloma, eu não saí com meus amigos porque amanhã tenho coisa pra fazer.
Respondo ao garoto com pena, sem tirar os olhos do decote dela.
- Vem um pouquinho aqui. Deixa eu te ensinar a dançar um negócio latino. Alberto ainda não tem namorada porque não sabe dançar bachata, salsa, essas coisas que a gente adora, deixa a gente toda molhadinha.
Disse Paloma enquanto se levantava sobre as sandálias e colocava um canal de música latina no controle da TV. Alberto estava petrificado na frente dela, suando de tensão e com o olhar fixo em Paloma, que começava a rebolando gostoso na direção dele, balançando a cintura e a bunda e mexendo os ombros no ritmo, fazendo as tetonas dela balançarem de um jeito arrebatador.
Bem, bem, bem... mas, mas, mas só um pouquinho.
Gaguejo uma resposta, Alberto. Enquanto isso, Paloma, com um sorriso safado e malicioso, pegou ele com suas mãos lindas e delicadas e o puxou para perto dela, levando-o para o centro da sala.
Levo as mãos de Alberto até a cintura dele, o garoto, com seus dezesseis anos, já tinha 1,80m, esguio e meio magricela, de camisa e cabelo engomado, parecia outra coisa, ainda por cima tinha passado colônia de homem, observo mentalmente, Paloma divertida. Sim, ia deixar ele ainda mais tarado enquanto ela se ajeitava e depois todo mundo pra cama se masturbar.
O cara continuava tenso pra caralho, feito um tronco, sem balançar o corpo, com as mãos na cintura da Paloma, que não parava de esfregar os bicos dos peitos durinhos contra o peito dele, enquanto soltava olhares safados acompanhados de meios sorrisos cheios de malícia.
- Vamos relaxa, Alberto, você também tem que mexer a bunda, dobra os joelhos e balança os pés pra frente e pra trás.
Paloma disse, divertida, enquanto levantava a mão do garoto e dava uma volta em si mesma para apertar de novo a cintura dele contra a sua. Foi aí que sentiu roçando na coxa dela, agora ali de pé, bem perto do brilho da tela da TV, só de olhar pra aquele volume enorme na calça jeans, além de já ter sentido ele há pouco.
Paloma ficou pasma, já tinha estado perto de muitos pacotes que deixou no fogo pra saber reconhecer, e nunca tinha visto algo daquele tamanho, aqui tinha uma puta enrustida, pensou entre tesuda e divertida. A música parou, serviu mais um copinho de licor que virou de uma vez e pensou em aumentar ainda mais a temperatura do garoto, pra ver se aquela "coisa" pulsava.
Outra música começou a tocar na televisão, Paloma se agarrou ainda mais violentamente a Alberto, colando ainda mais o corpo, se esfregando no garoto pra cima e pra baixo pendurada no pescoço dele, roçando os peitões enormes enquanto lançava olhares cheios de tesão, tava queimando igual uma loba no cio.
- Você tem que ser mais ousado, não basta dar um passo pra frente e outro pra trás e ficar se balançando, Alberto.
Disse Paloma, pegando as mãos de Alberto da cintura dela e descendo elas até as nádegas duras, esféricas e macias. O garoto, sem parar de olhar pra ela, arregalou bem os olhos.
- Agora acaricia minha bunda enquanto a gente dança, vai!
Sussurro doce e lascivamente para Paloma. Alberto acelerou a respiração enquanto acariciava as redondas e perfeitas nádegas de Paloma, quase as massageava, enquanto ela não parava de mexer os quadris e esfregar o corpo todo contra o dele. O álcool estava fazendo ela se soltar demais, além disso a coxa dela não parava de buscar a virilha de Alberto, bem, bem apertada contra ela, e ela não parava de sentir a pulsação crescente daquele volume. Aquilo era real, a calcinha fio dental de Paloma estava encharcada.
- Gosta da minha bunda, Alberto? Cê gosta?
Pergunta Paloma ao garoto com aquele tom de sussurro doce e lascivo, nublada pelo desejo e pela bebida.
Si-si-simmmmm…
Alberto gaguejava tanto que parecia que ia hiperventilar a qualquer momento.
- E meus peitos, você gosta dos meus peitos, não tira os olhos deles, hein?
Paloma perguntou de novo com aquele tom tão gostoso e safado.
- Sim, sim, sim… são, são, são maravilhosas.
Paloma não conseguiu mais se segurar e, subindo as mãos da nuca para a cabeça do garoto, puxou-a para baixo e deu um beijo desesperado, enfiando a língua na boca dele.
Alberto reagiu surpreso e assustado, recuando e caindo de cara no chão. Então Paloma tentou retomar o controle de si mesma, embora sua libido já tivesse explodido como um vulcão em erupção.
- Ai, desculpa, desculpa, Alberto, você se machucou?
Pergunta Paloma, disfarçando como se nada tivesse acontecido. O garoto se arrastou até o sofá e subiu nele como pôde, levando a mão ao púbis.
- Mas você tá bem, o que tá te doendo?
Paloma perguntou de novo, entre interessada e preocupada.
- Aaahh, auuuuhhh, uuuuhhh, tô doendo, tô doendo pra caralho, nem consigo ficar de pé.
Alberto respondeu com um gesto bem dolorido, sem tirar as mãos da buceta.
- Mas o que dói exatamente?
Paloma perguntou de novo, alarmada.
1 comentários - Tia muito safada/cap2