Beleza...
Tô trazendo um novo capítulo da reedição 2023 de "Minha Prima, Mara".
Dessa vez, o sexto, pra quem não conhece a história ou quer reler.
IMPORTANTE
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No Instagram, hiphop911ok, e no hiphop911.webnode.page tem uma novidade mais que importante sobre todas as histórias.
DEVIDO AOS INÚMEROS PEDIDOS, A DATA FOI PRORROGADA ATÉ O DIA9 DE OUTUBRO DE 2024, INCLUSIVE
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PASSA LÁ!!!CAPÍTULO VI: Dia de solSerá que eu tava mesmo vendo aquilo?
A tanga tava encharcada com os fluidos da Mara, toda melada. Inacreditável. Será que ela tinha se molhado toda?
Me deu uma vontade doida de passar ela na pica, mas não fiz isso. Só fiquei olhando por uns segundos, imaginando como ela tinha feito pra deixar daquele jeito. Porra, que tesão!
Depois, coloquei ela de volta no mesmo lugar e entrei no chuveiro. De tão dura que tava, umas gotinhas iam escorrendo pelo tronco. Tava pronto...
Peguei meu pau com a mão direita e já ia terminar o serviço que comecei mais cedo. Não aguentava mais o tesão e fazia tempo que não via minha pica tão grossa. Até me impressionei.
Foi quando lembrei que, praticamente, a Mara tinha me pedido pra fazer aquilo. "Vai resolver teu problema", ela tinha dito mais cedo. Então podia bater uma punheta sem culpa nenhuma.
Mas naquele momento, com meus quase 18 cm de pica cabeçuda na mão, senti ela entrar. Fiquei duro.
— Desculpa! Não vou olhar! — Ela exclamou entrando no banheiro.
Não consegui reagir. Mesmo com o box do chuveiro todo embaçado, achei que ela podia me ver.
— Deixei a roupa suca jogada!
— Ah, beleza! — Falei, ainda com o pau na mão. Tava pelado, a centímetros da minha prima.
Não dava pra ver muito, mas percebi que ela olhava na direção do chuveiro. E eu tava de perfil. E se ela tava vendo minha pica? Com certeza dava pra ver a silhueta, pelo menos.
— Tudo certo com teu problema? Hehe — Ela disse, pra minha surpresa total. Senti uma pontada no tronco. Como se um jorro forte de líquido fosse sair.
— Kkkk — Só consegui responder e soltei a pica, que deu um pulo, como se quicasse. Não entendia como ela tava falando da minha ereção, comigo pelado quase na frente dela.
Não aguentei mais o tesão. Um jato de porra escapou e bateu no azulejo. Depois, num movimento meio sem jeito, outro foi pro box.
— Sua puta Mãe! — pensei. Mas, por sorte, acho que ela não viu.
— Vou trocar sua toalha, essa tá meio úmida! — falou e saiu do banheiro.
Por pouco, hein, pensei! Limpei a bagunça que tinha feito e terminei de tomar banho. Não tinha saído todo o esperma, mas tava satisfeito. Era muita adrenalina que tinha sentido.
Aquela noite foi normal. Enquanto comíamos umas milanesas, falávamos besteiras da faculdade e tal.
Eu não conseguia evitar pensar, de vez em quando, naquela calcinha toda manchada e olhava pra ela como quem diz "não sabia que você era tão safada". Meu pau começava a endurecer. Ela tinha vestido uma legging preta que marcava o corpo e uma camiseta branca, com um decote em V bem pronunciado, que fechava com uns botõezinhos. Coitados deles, a força que deviam estar fazendo com a pressão daqueles peitos...
Ninguém tocava no assunto. Provavelmente porque a gente tinha feito algo "meio estranho" pra dois primos.
Depois, vimos um filme de terror jogados no sofá. Invocação do Mal. Pra quê!!
O cagaço que ela tinha tomado foi enorme.
— Vamos deixar as portas dos quartos abertas. — disse meio assustada, com um sorriso nervoso.
— Kkkkkkk. — ri, achando graça.
— Não ri, seu malvado!
— Você se cagou de medo...
— Sim, imagina se aquele bicho aparece e me mata...
— Kkkk tá bom, tudo bem! — falei, e fomos pros quartos.
Não dava pra ver de um quarto pro outro, mas isso dava segurança pra ela, e resolvi agradar. Claro, se eu pensasse em fazer alguma sacanagem, não ia rolar. Mas fazer o quê...
Antes de apagar tudo, quando demos um beijo de boa noite, ela ficou irritada olhando pro celular. Achei estranho.
— Tudo bem? — perguntei.
— Sim, sim, sem problema, esquece. — respondeu rápido.
Percebi uma certa preocupação, mas não quis insistir. Sempre fui assim com ela. Se quisesse me contar algo, contaria.
Cada um foi pra sua cama dormir.
Naquela noite, dormi como um rei. Mentiria se dissesse que não sonhei que a Mara enfiava o fio dental até em cima. Foi pesado! Com o calor do verão, eu só dormia com um lençol. Era arriscado, porque eu tava sempre de pau duro e era possível que ela visse, ainda mais agora que a gente tava dormindo com as portas abertas. Mas talvez nem fosse um problema, a essa altura. Só dava um tesão a mais.
Já de manhã, eu acordei primeiro. Quando passei pelo quarto dela, vi que ela ainda tava dormindo profundamente e tinha o celular do lado.
Resolvi preparar o café da manhã pra ela. Afinal, eu tava de hóspede na casa dela. Umas torradas, um suco e levei até a mesinha de cabeceira.
Depois, fui limpar a piscina, exatamente como tinha prometido. Tava um solzinho gostoso, então trabalhei de bermuda e sem camisa, porque não tinha mais roupa.
Coloquei o decantador e comecei a tirar as folhas com a peneira. Era uma piscina grande e os dias pediam pra gente usá-la.
Depois joguei o cloro e liguei o sistema de recirculação. Tava ficando show...
Foi aí que a Mara veio pro fundo.
Ela tava usando um pareô curto, com a parte do sutiã do biquíni vermelho. "Que peitão" pensei enquanto olhava pra ela. Tava com uns Ray-ban de sol e uma capelina. Caralho! Não podia ser mais deusa. Por qualquer lado que se olhasse...
-Bom dia! - Falou super de boa.
-Bom dia! - Respondi, me fazendo de ocupado.
-Valeu pelo café, tava muito gostoso! - Disse enquanto me cumprimentava com um beijo.
-Nada, imagina! - Respondi enquanto via ela andar até a espreguiçadeira e o guarda-sol.
Não dava pra ver direito, mas a parte de baixo do biquíni me deixou louco. Era uma tanga tipo fio dental vermelha. Fiquei babando.
-Esse torso precisa de sol. - Falou me olhando.
-Mais ou menos. - Falei, dando uma posada.
-Hahaha bobo. Mas tem uns abdominais legais, hein! - Exclamou olhando como marcava a barriga tanquinho.
-Gostou? - Falei todo desenrolado.
-Pode ser! - Respondeu meio tímida. Adorei que ela me olhou.
A gente era a princesa e o lacaio.
—Bom, isso aqui você deixa trabalhando assim meia hora mais ou menos e depois desliga daqui. — avisei, apontando os comandos.
— Oka! Valeu, priminho, a água tá terrível...
— Nada, à tarde a gente se vê! Vou me trocar que já vou...
— Beleza, mas posso te pedir um favor antes, por favor, por favor? — me fazendo olhinhos
— Claro, fala! — me perguntando o que ia pedir.
— Passa um pouco de bronzeador nas minhas costas?
Era minha chance.
— Ué, óbvio, dá aqui! — respondi todo feliz, pegando o pote.
— Só nas costas, hein, não vai se iludir, rsrs
— Me iludir, por quê? — com cara de bobo, respondi. Amava esse vai e volta.
— Nada, não, kkk
— Fala!
— Não vai me ver pelada de novo!
— Kkk, acha que fico pensando nisso o tempo todo? — falei como se fosse superior, mas claramente era...
— Sei... — se fazendo de importante, disse. — E a calcinha fio dental que tô usando agora é pior que a de ontem! rsrs
— Pior? — respondi com cara de surpreso. Ainda bem que eu não usava esse tipo de roupa pra piscina! Mas, claro, ela devia estar falando de quando tava com gente.
— Siiim, fica toda enterrada na bunda, por isso tô de saída! — falou com um tom de "adoro te provocar".
Cada palavra era uma bomba de sangue no pau. Pra piorar, a bermuda jeans tava me machucando. Passei o bronzeador nas costas e nos ombros. A pele branca, fina e delicada dela era muito apetitosa.
— Kkk, então pra que me conta, se não vou ver... — falei como quem diz "pra que isso".
— É, tem razão, desculpa, rsrs
Eu, por trás, tentava olhar aquela bunda gostosa e ver alguma coisa da tal calcinha. Dava pra ver só o relevo. Pouco, mas apetitoso.
— Bom, acho que já deu!
— Valeu!! — e me deu um beijo na bochecha pra se despedir. Quase no canto do lábio. Parecia que esses cumprimentos iam virar "selinhos".
O melhor foi ver aqueles peitos encostando no meu peito. Nunca tinha rolado assim. Era um biquíni pequeno. Então dava pra ver muita pele. tamanho de dois melões. Que sensação gostosa. De algum jeito, eu tinha "apalpado os peitos" dela.
—Ei, lembra de avisar antes de vir!
—O quê? — falei me fazendo de desentendido, mas sabendo exatamente o que ela ia dizer. Adorava quando ela falava umas putarias diferentes.
—De me avisar que tá chegando!
—Pra quê?
—Vou pegar um sol, primo!! — soltou, enfatizando a palavra "sol".
—Ah sim, verdade, beleza!
—Já pensou se tu chegava e me pegava de peitos e bunda de fora, hehe.
Era uma puta, ela, e também do jeito que falava comigo. Só de tocar no assunto, já era quente pra caralho.
—Sim, seria uma tragédia grega! — falei, amenizando a situação.
—É, pra tu não seria nada. Tô ligada. Jumm. Mas pra mim ia ser mó vergonha. Morrooo!
—Acho que eu também morria! haha.
—E se eu te visse?
—Não. Se eu te visse... — falei, corajoso.
—Ah é? — disse, parecendo interessada.
—Sim, dava um infarto em mim, certeza hehe.
—Sempre me falando umas coisas lindas, hein!
—Claro! Mas toma cuidado pra não ser vista por algum vizinho.
—Nada. Ninguém vai me ver!
—Tomara haha.
—Te incomodaria se me vissem peladinha? — Deus, que puta, pensei. Por que ela falava assim? A cada momento, parecia perder mais a vergonha de certas coisas.
—Bom... Seria injusto um estranho te ver e eu não... — respondi, meio baixando a cabeça.
Ela me olhava, vermelha, e acho que não era por causa do sol. Que lindo ficava aquele óculos nela. O cabelo caía sobre os peitos, e com uma mão ela pegava nas pontas.
—Que cara depravado!! Pelo amor de deus!! Melhor ir fazer o que tu tem que fazer hahaha — dizia enquanto ria, segurando o rosto. Não era comum eu falar uma coisa dessas.
—Hahaha sim, melhor eu ir! Te vejo mais tarde! Ela ficou meio incrédula, mas rindo.
Fui embora sabendo que, assim que fechasse o portão, o mais provável era que Mara se livrasse de tudo que vestia. Ia pegar sol no estilo Coca Sarli e entrar na água. Que lindo seria poder ser essa água e me enfiar entre os peitos dela.
E se eu voltasse, com uma barraca, e ficasse espiando? Não era tão doente pra fazer uma parada dessas. Mas vontade de fazer, me sobrava. Morria de vontade de ver ela pelada.
Fui com um amigo ver um carro que ele queria comprar. A gente deu umas voltas por aí, nada demais. De vez em quando eu pensava se a Mara tava pelada, na espreita de algum vizinho punheteiro.
Meu amigo perguntava se tava acontecendo alguma coisa, que eu tava tão pensativo.
— Tá pensando em quê, cara? — Surpreso que eu não falava uma palavra.
— Nada, por quê? — Respondi com toda naturalidade.
— Cê tá caladão, não fala nem A.
— Hahaha nada a ver...
— Como se eu não te conhecesse, filho da puta. Cê tá pensando em alguma gostosa, certeza haha
— Não, nem fodendo, Maty! — Mas ele não tava tão errado.
— Bom, acho que se cê tá com uma mina, cê me contaria...
— Mas é claro, porra! haha
— E mais, se ela for mó gostosa hahaha
— Pode crer... — Respondia no automático, sem olhar pra ele, imaginando o que tava rolando naquele quintal, naquele momento.
Percebi que tava virando rotina, imaginar ou lembrar de coisas tipo playboy da Mara. Afinal, ninguém no juízo perfeito conseguiria viver normal. Ela era um tesão.
Naquela hora, chega um WhatsApp.
— Mmm, o que eu tava dizendo? — Falou meu amigo, esperando eu abrir.
— Cala a boca, porra, nada a ver. — Era uma mensagem da Mara, mas de imagem...
"Aqui na piscina" dizia a legenda da foto. O pau subiu na hora. Nem lembrava mais do Maty que tava ali. Ela tava deitada no atérnico. A foto era tirada de cima, fazendo biquinho e com os óculos Ray-Ban. Dava pra ver o rosto inteiro e um pouco abaixo dos ombros, onde cortava a foto. O bom é que dava pra ver bem um pouco dos peitos esmagados pelos braços, formando duas bolas. Porra! Essa imagem é indescritível, pensei.
Bem redondos pareciam, embora, claro, só desse pra ver um pouco. O estranho da foto é que não parecia dar pra ver as alças do Sutiã da malha.
Foi aí que pensei: "Ela tá pelada!" Na hora, fiquei a mil.
Sim, era provável.
Ela tinha tirado uma foto pelada e me mandado. Claro que não dava pra ver nada, mas o que indicava era isso. Ela tava nua. Que atitude mais puta, pensei. A pica parecia que tava me dando porrada.
— Quem é essa mina, filho da puta? — Falou meu amigo, olhando de lado. Acho que ele conseguiu ver alguma coisa.
— Kkkk ninguém...
— Mostra, não seja viado! — Ele insistia.
— Não, mano, é minha prima, não se liga. Sério!
— Sua prima, Mara? — Ele falou com cara de quem não tava entendendo.
— Sim, e daí? — Respondi como se nada.
— É o que eu tô pensando? — Ele falou num tom de dedução.
— Cê tá doidão. Não fala merda. — Falei irritado.
— Beleza, tá certo. Não esquenta, falei bosta, desculpa...
— Não, de boa! — Ele percebeu meu desconforto na hora.
— Cê tem é sorte, hein! — Ele falou e mudou de assunto. Mas eu sabia que não tinha acabado ali.
Já tava na porta de casa.
— Beleza, me deixa aqui e segue em frente! — Desci do carro e subi na calçada.
— Ei! — Ele falou com um olhar de "tô de olho em você, Fornica".
Eu me caguei de rir. Foi muito engraçado hehe.
Maty seguiu o caminho dele. As coisas que ele devia tar pensando, com certeza. Mas eu não podia contar o que rolava com minha prima. Ou pelo menos, o que rolava comigo...
Por um tempo, escrevi pra Mara e ela me respondia.
— Cê se diverte, hein hehe.
— Vem pra piscina antes que o sol se vá J
— Já vou ver. Cê se queimou muito?
— Um pouco, não dá pra ver na foto? 🤔
Essa é minha, pensei.
— Não, muito. Tira outra mais completa! — Falei como quem joga uma moeda pro alto.
— Não posso 😶
— Por quê? — Já sabia a resposta. Mordi o lábio na hora.
— Não tô de maiô 😱
Uff… Ela tava mesmo pelada. Meu deus! Minha pica sofria.
— 😳😳😳
— Kkkk bobinho.
Que lindo era tudo. Eu era o homem mais sortudo do mundo. A Mara me provocar daquele jeito não era algo que acontecia sempre.
— Beleza, já vou. correndo então hehe
—Chegaaaa. 😳😳😳😳😳😳😳
—Hahaha lindonaaa. — Troca de roupa que em 5 minutos tô aí!
—Ok, neném ❤
Entrei no carro e fui pra lá. Que momento mais quente. Mesmo sem dar pra ver, ela tava pelada me mandando foto e conversando comigo. Era muito pervertido isso. Me tirava do sério esse joguinho gostoso que a gente fazia.
Foi assim que cheguei. Tava ansioso pra continuar “brincando” com ela. Tomara que a gente continuasse nessa linha. Além disso, a gente se divertia pra caralho os dois. Porque eu sentia que da parte dela tinha um retorno constante.
Entro, vou pro quintal e ouço um baita estrondo na piscina. Como se alguém tivesse caído pesado dentro dela. Fiquei preocupado. Achei estranho.
O que será que aconteceu?
Saio rápido, praticamente sem pensar em nada. Chego na borda da piscina e vejo a Mara, sozinha, dentro. Ela me olhava preocupada.
—O que aconteceu? — falei bem sério. Não tava entendendo nada.
Aí, virei um pouco a cabeça e vi que o biquíni dela tava inteiro, largado em cima do cobertor da piscina.
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A tanga tava encharcada com os fluidos da Mara, toda melada. Inacreditável. Será que ela tinha se molhado toda?
Me deu uma vontade doida de passar ela na pica, mas não fiz isso. Só fiquei olhando por uns segundos, imaginando como ela tinha feito pra deixar daquele jeito. Porra, que tesão!
Depois, coloquei ela de volta no mesmo lugar e entrei no chuveiro. De tão dura que tava, umas gotinhas iam escorrendo pelo tronco. Tava pronto...
Peguei meu pau com a mão direita e já ia terminar o serviço que comecei mais cedo. Não aguentava mais o tesão e fazia tempo que não via minha pica tão grossa. Até me impressionei.
Foi quando lembrei que, praticamente, a Mara tinha me pedido pra fazer aquilo. "Vai resolver teu problema", ela tinha dito mais cedo. Então podia bater uma punheta sem culpa nenhuma.
Mas naquele momento, com meus quase 18 cm de pica cabeçuda na mão, senti ela entrar. Fiquei duro.
— Desculpa! Não vou olhar! — Ela exclamou entrando no banheiro.
Não consegui reagir. Mesmo com o box do chuveiro todo embaçado, achei que ela podia me ver.
— Deixei a roupa suca jogada!
— Ah, beleza! — Falei, ainda com o pau na mão. Tava pelado, a centímetros da minha prima.
Não dava pra ver muito, mas percebi que ela olhava na direção do chuveiro. E eu tava de perfil. E se ela tava vendo minha pica? Com certeza dava pra ver a silhueta, pelo menos.
— Tudo certo com teu problema? Hehe — Ela disse, pra minha surpresa total. Senti uma pontada no tronco. Como se um jorro forte de líquido fosse sair.
— Kkkk — Só consegui responder e soltei a pica, que deu um pulo, como se quicasse. Não entendia como ela tava falando da minha ereção, comigo pelado quase na frente dela.
Não aguentei mais o tesão. Um jato de porra escapou e bateu no azulejo. Depois, num movimento meio sem jeito, outro foi pro box.
— Sua puta Mãe! — pensei. Mas, por sorte, acho que ela não viu.
— Vou trocar sua toalha, essa tá meio úmida! — falou e saiu do banheiro.
Por pouco, hein, pensei! Limpei a bagunça que tinha feito e terminei de tomar banho. Não tinha saído todo o esperma, mas tava satisfeito. Era muita adrenalina que tinha sentido.
Aquela noite foi normal. Enquanto comíamos umas milanesas, falávamos besteiras da faculdade e tal.
Eu não conseguia evitar pensar, de vez em quando, naquela calcinha toda manchada e olhava pra ela como quem diz "não sabia que você era tão safada". Meu pau começava a endurecer. Ela tinha vestido uma legging preta que marcava o corpo e uma camiseta branca, com um decote em V bem pronunciado, que fechava com uns botõezinhos. Coitados deles, a força que deviam estar fazendo com a pressão daqueles peitos...
Ninguém tocava no assunto. Provavelmente porque a gente tinha feito algo "meio estranho" pra dois primos.
Depois, vimos um filme de terror jogados no sofá. Invocação do Mal. Pra quê!!
O cagaço que ela tinha tomado foi enorme.
— Vamos deixar as portas dos quartos abertas. — disse meio assustada, com um sorriso nervoso.
— Kkkkkkk. — ri, achando graça.
— Não ri, seu malvado!
— Você se cagou de medo...
— Sim, imagina se aquele bicho aparece e me mata...
— Kkkk tá bom, tudo bem! — falei, e fomos pros quartos.
Não dava pra ver de um quarto pro outro, mas isso dava segurança pra ela, e resolvi agradar. Claro, se eu pensasse em fazer alguma sacanagem, não ia rolar. Mas fazer o quê...
Antes de apagar tudo, quando demos um beijo de boa noite, ela ficou irritada olhando pro celular. Achei estranho.
— Tudo bem? — perguntei.
— Sim, sim, sem problema, esquece. — respondeu rápido.
Percebi uma certa preocupação, mas não quis insistir. Sempre fui assim com ela. Se quisesse me contar algo, contaria.
Cada um foi pra sua cama dormir.
Naquela noite, dormi como um rei. Mentiria se dissesse que não sonhei que a Mara enfiava o fio dental até em cima. Foi pesado! Com o calor do verão, eu só dormia com um lençol. Era arriscado, porque eu tava sempre de pau duro e era possível que ela visse, ainda mais agora que a gente tava dormindo com as portas abertas. Mas talvez nem fosse um problema, a essa altura. Só dava um tesão a mais.
Já de manhã, eu acordei primeiro. Quando passei pelo quarto dela, vi que ela ainda tava dormindo profundamente e tinha o celular do lado.
Resolvi preparar o café da manhã pra ela. Afinal, eu tava de hóspede na casa dela. Umas torradas, um suco e levei até a mesinha de cabeceira.
Depois, fui limpar a piscina, exatamente como tinha prometido. Tava um solzinho gostoso, então trabalhei de bermuda e sem camisa, porque não tinha mais roupa.
Coloquei o decantador e comecei a tirar as folhas com a peneira. Era uma piscina grande e os dias pediam pra gente usá-la.
Depois joguei o cloro e liguei o sistema de recirculação. Tava ficando show...
Foi aí que a Mara veio pro fundo.
Ela tava usando um pareô curto, com a parte do sutiã do biquíni vermelho. "Que peitão" pensei enquanto olhava pra ela. Tava com uns Ray-ban de sol e uma capelina. Caralho! Não podia ser mais deusa. Por qualquer lado que se olhasse...
-Bom dia! - Falou super de boa.
-Bom dia! - Respondi, me fazendo de ocupado.
-Valeu pelo café, tava muito gostoso! - Disse enquanto me cumprimentava com um beijo.
-Nada, imagina! - Respondi enquanto via ela andar até a espreguiçadeira e o guarda-sol.
Não dava pra ver direito, mas a parte de baixo do biquíni me deixou louco. Era uma tanga tipo fio dental vermelha. Fiquei babando.
-Esse torso precisa de sol. - Falou me olhando.
-Mais ou menos. - Falei, dando uma posada.
-Hahaha bobo. Mas tem uns abdominais legais, hein! - Exclamou olhando como marcava a barriga tanquinho.
-Gostou? - Falei todo desenrolado.
-Pode ser! - Respondeu meio tímida. Adorei que ela me olhou.
A gente era a princesa e o lacaio.
—Bom, isso aqui você deixa trabalhando assim meia hora mais ou menos e depois desliga daqui. — avisei, apontando os comandos.
— Oka! Valeu, priminho, a água tá terrível...
— Nada, à tarde a gente se vê! Vou me trocar que já vou...
— Beleza, mas posso te pedir um favor antes, por favor, por favor? — me fazendo olhinhos
— Claro, fala! — me perguntando o que ia pedir.
— Passa um pouco de bronzeador nas minhas costas?
Era minha chance.
— Ué, óbvio, dá aqui! — respondi todo feliz, pegando o pote.
— Só nas costas, hein, não vai se iludir, rsrs
— Me iludir, por quê? — com cara de bobo, respondi. Amava esse vai e volta.
— Nada, não, kkk
— Fala!
— Não vai me ver pelada de novo!
— Kkk, acha que fico pensando nisso o tempo todo? — falei como se fosse superior, mas claramente era...
— Sei... — se fazendo de importante, disse. — E a calcinha fio dental que tô usando agora é pior que a de ontem! rsrs
— Pior? — respondi com cara de surpreso. Ainda bem que eu não usava esse tipo de roupa pra piscina! Mas, claro, ela devia estar falando de quando tava com gente.
— Siiim, fica toda enterrada na bunda, por isso tô de saída! — falou com um tom de "adoro te provocar".
Cada palavra era uma bomba de sangue no pau. Pra piorar, a bermuda jeans tava me machucando. Passei o bronzeador nas costas e nos ombros. A pele branca, fina e delicada dela era muito apetitosa.
— Kkk, então pra que me conta, se não vou ver... — falei como quem diz "pra que isso".
— É, tem razão, desculpa, rsrs
Eu, por trás, tentava olhar aquela bunda gostosa e ver alguma coisa da tal calcinha. Dava pra ver só o relevo. Pouco, mas apetitoso.
— Bom, acho que já deu!
— Valeu!! — e me deu um beijo na bochecha pra se despedir. Quase no canto do lábio. Parecia que esses cumprimentos iam virar "selinhos".
O melhor foi ver aqueles peitos encostando no meu peito. Nunca tinha rolado assim. Era um biquíni pequeno. Então dava pra ver muita pele. tamanho de dois melões. Que sensação gostosa. De algum jeito, eu tinha "apalpado os peitos" dela.
—Ei, lembra de avisar antes de vir!
—O quê? — falei me fazendo de desentendido, mas sabendo exatamente o que ela ia dizer. Adorava quando ela falava umas putarias diferentes.
—De me avisar que tá chegando!
—Pra quê?
—Vou pegar um sol, primo!! — soltou, enfatizando a palavra "sol".
—Ah sim, verdade, beleza!
—Já pensou se tu chegava e me pegava de peitos e bunda de fora, hehe.
Era uma puta, ela, e também do jeito que falava comigo. Só de tocar no assunto, já era quente pra caralho.
—Sim, seria uma tragédia grega! — falei, amenizando a situação.
—É, pra tu não seria nada. Tô ligada. Jumm. Mas pra mim ia ser mó vergonha. Morrooo!
—Acho que eu também morria! haha.
—E se eu te visse?
—Não. Se eu te visse... — falei, corajoso.
—Ah é? — disse, parecendo interessada.
—Sim, dava um infarto em mim, certeza hehe.
—Sempre me falando umas coisas lindas, hein!
—Claro! Mas toma cuidado pra não ser vista por algum vizinho.
—Nada. Ninguém vai me ver!
—Tomara haha.
—Te incomodaria se me vissem peladinha? — Deus, que puta, pensei. Por que ela falava assim? A cada momento, parecia perder mais a vergonha de certas coisas.
—Bom... Seria injusto um estranho te ver e eu não... — respondi, meio baixando a cabeça.
Ela me olhava, vermelha, e acho que não era por causa do sol. Que lindo ficava aquele óculos nela. O cabelo caía sobre os peitos, e com uma mão ela pegava nas pontas.
—Que cara depravado!! Pelo amor de deus!! Melhor ir fazer o que tu tem que fazer hahaha — dizia enquanto ria, segurando o rosto. Não era comum eu falar uma coisa dessas.
—Hahaha sim, melhor eu ir! Te vejo mais tarde! Ela ficou meio incrédula, mas rindo.
Fui embora sabendo que, assim que fechasse o portão, o mais provável era que Mara se livrasse de tudo que vestia. Ia pegar sol no estilo Coca Sarli e entrar na água. Que lindo seria poder ser essa água e me enfiar entre os peitos dela.
E se eu voltasse, com uma barraca, e ficasse espiando? Não era tão doente pra fazer uma parada dessas. Mas vontade de fazer, me sobrava. Morria de vontade de ver ela pelada.
Fui com um amigo ver um carro que ele queria comprar. A gente deu umas voltas por aí, nada demais. De vez em quando eu pensava se a Mara tava pelada, na espreita de algum vizinho punheteiro.
Meu amigo perguntava se tava acontecendo alguma coisa, que eu tava tão pensativo.
— Tá pensando em quê, cara? — Surpreso que eu não falava uma palavra.
— Nada, por quê? — Respondi com toda naturalidade.
— Cê tá caladão, não fala nem A.
— Hahaha nada a ver...
— Como se eu não te conhecesse, filho da puta. Cê tá pensando em alguma gostosa, certeza haha
— Não, nem fodendo, Maty! — Mas ele não tava tão errado.
— Bom, acho que se cê tá com uma mina, cê me contaria...
— Mas é claro, porra! haha
— E mais, se ela for mó gostosa hahaha
— Pode crer... — Respondia no automático, sem olhar pra ele, imaginando o que tava rolando naquele quintal, naquele momento.
Percebi que tava virando rotina, imaginar ou lembrar de coisas tipo playboy da Mara. Afinal, ninguém no juízo perfeito conseguiria viver normal. Ela era um tesão.
Naquela hora, chega um WhatsApp.
— Mmm, o que eu tava dizendo? — Falou meu amigo, esperando eu abrir.
— Cala a boca, porra, nada a ver. — Era uma mensagem da Mara, mas de imagem...
"Aqui na piscina" dizia a legenda da foto. O pau subiu na hora. Nem lembrava mais do Maty que tava ali. Ela tava deitada no atérnico. A foto era tirada de cima, fazendo biquinho e com os óculos Ray-Ban. Dava pra ver o rosto inteiro e um pouco abaixo dos ombros, onde cortava a foto. O bom é que dava pra ver bem um pouco dos peitos esmagados pelos braços, formando duas bolas. Porra! Essa imagem é indescritível, pensei.
Bem redondos pareciam, embora, claro, só desse pra ver um pouco. O estranho da foto é que não parecia dar pra ver as alças do Sutiã da malha.
Foi aí que pensei: "Ela tá pelada!" Na hora, fiquei a mil.
Sim, era provável.
Ela tinha tirado uma foto pelada e me mandado. Claro que não dava pra ver nada, mas o que indicava era isso. Ela tava nua. Que atitude mais puta, pensei. A pica parecia que tava me dando porrada.
— Quem é essa mina, filho da puta? — Falou meu amigo, olhando de lado. Acho que ele conseguiu ver alguma coisa.
— Kkkk ninguém...
— Mostra, não seja viado! — Ele insistia.
— Não, mano, é minha prima, não se liga. Sério!
— Sua prima, Mara? — Ele falou com cara de quem não tava entendendo.
— Sim, e daí? — Respondi como se nada.
— É o que eu tô pensando? — Ele falou num tom de dedução.
— Cê tá doidão. Não fala merda. — Falei irritado.
— Beleza, tá certo. Não esquenta, falei bosta, desculpa...
— Não, de boa! — Ele percebeu meu desconforto na hora.
— Cê tem é sorte, hein! — Ele falou e mudou de assunto. Mas eu sabia que não tinha acabado ali.
Já tava na porta de casa.
— Beleza, me deixa aqui e segue em frente! — Desci do carro e subi na calçada.
— Ei! — Ele falou com um olhar de "tô de olho em você, Fornica".
Eu me caguei de rir. Foi muito engraçado hehe.
Maty seguiu o caminho dele. As coisas que ele devia tar pensando, com certeza. Mas eu não podia contar o que rolava com minha prima. Ou pelo menos, o que rolava comigo...
Por um tempo, escrevi pra Mara e ela me respondia.
— Cê se diverte, hein hehe.
— Vem pra piscina antes que o sol se vá J
— Já vou ver. Cê se queimou muito?
— Um pouco, não dá pra ver na foto? 🤔
Essa é minha, pensei.
— Não, muito. Tira outra mais completa! — Falei como quem joga uma moeda pro alto.
— Não posso 😶
— Por quê? — Já sabia a resposta. Mordi o lábio na hora.
— Não tô de maiô 😱
Uff… Ela tava mesmo pelada. Meu deus! Minha pica sofria.
— 😳😳😳
— Kkkk bobinho.
Que lindo era tudo. Eu era o homem mais sortudo do mundo. A Mara me provocar daquele jeito não era algo que acontecia sempre.
— Beleza, já vou. correndo então hehe
—Chegaaaa. 😳😳😳😳😳😳😳
—Hahaha lindonaaa. — Troca de roupa que em 5 minutos tô aí!
—Ok, neném ❤
Entrei no carro e fui pra lá. Que momento mais quente. Mesmo sem dar pra ver, ela tava pelada me mandando foto e conversando comigo. Era muito pervertido isso. Me tirava do sério esse joguinho gostoso que a gente fazia.
Foi assim que cheguei. Tava ansioso pra continuar “brincando” com ela. Tomara que a gente continuasse nessa linha. Além disso, a gente se divertia pra caralho os dois. Porque eu sentia que da parte dela tinha um retorno constante.
Entro, vou pro quintal e ouço um baita estrondo na piscina. Como se alguém tivesse caído pesado dentro dela. Fiquei preocupado. Achei estranho.
O que será que aconteceu?
Saio rápido, praticamente sem pensar em nada. Chego na borda da piscina e vejo a Mara, sozinha, dentro. Ela me olhava preocupada.
—O que aconteceu? — falei bem sério. Não tava entendendo nada.
Aí, virei um pouco a cabeça e vi que o biquíni dela tava inteiro, largado em cima do cobertor da piscina.
2 comentários - Mara, minha prima - Capítulo 6 (Reedição 2023)