Meu nome é Shecid. Tenho 27 anos, meço 1,49m e vou contar uma das minhas experiências. Já faz alguns meses que trabalho numa zona rural. Até então, não tinha tido oportunidade de dar uma pimbada, porque não tinha detectado paus grandes nos pacientes. Adoro minha área de pediatria porque vêm adolescentes que sempre me surpreendem, e o relato a seguir não é exceção. Tudo começou à tarde, eu estava no meu posto de trabalho. Aqui não posso me vestir muito puta, digamos, tenho que usar uniforme, então não consigo seduzir pelo meu jeito de me vestir. Tenho que dar um jeito. A tarde seguiu seu curso, eu sempre sou a última a ir embora. Como é uma cidade pequena, os homens aqui têm outra filosofia de vida, são um tanto mais machistas. Isso me agrada porque me tratam como uma puta suja e vagabunda. Chegou um senhor com o filho dele, de uns 15 anos. Ao entrar no consultório, a primeira coisa que ele disse ao filho foi: "Olha, Adriano, é assim que você tem que arrumar uma putinha gostosa igual a essa doutora". Longe de me incomodar, esse comentário me acendeu por dentro. Depois, o pai se desculpou e disse: "Desculpe, doutora, espero não ter te deixado constrangida. Você parece que não quebra um prato, tem carinha de anjinha bem-comportada, mas é que quero que esse moleque já tenha a primeira namorada dele e saiba o que é ter uma bunda boa do lado". Eu respondi: "Não se preocupe, e obrigada pelo elogio, mas não sou tão boazinha quanto pareço, hehe, tenho minhas coisas". O pai e o adolescente ficaram um pouco surpresos com minha resposta, porque sabiam que eu não era dali e esperavam que eu ficasse brava ou algo assim, mas aconteceu exatamente o contrário. O senhor me disse: "Hummm, então parece que você sabe se defender, doutora. O que é isso de não se comportar tão bem?" Eu respondi: "É que gosto de me divertir e fazer umas safadezas de vez em quando, não tenho vergonha de admitir que sou uma putona". "Uau", disse o senhor, "você é mesmo uma doutora do jeito que eu gosto. Olha, filho, todas as mulheres são umas vadias assim, não se deixe enganar. Por uma carinha bonita, essa doutora (olho minha plaquinha na mesa) Shecid é daquelas mulheres que não se vê mais, haha". Depois disso, fui fazer a consulta, examinei o garoto, percebi que ele estava nervoso, mas também meio atrevido, já que no meio da consulta ele me disse: "Doutora Shecid, dá pra ver que a senhora tem umas pernas boas, seu uniforme está apertando elas". Fiquei em choque, haha, como era possível serem tão diretos aqui? Se não fosse uma puta, tudo que estava rolando daria pra chamar de assédio. Fiquei olhando pro jovem de 15 anos, ele era um pouco mais alto que eu, meço 1,49m, então já imaginam que não era tão alto assim. Falei: "Nossa, que atrevido é seu filho, com certeza puxou a você, mas a verdade é que tenho pernas boas sim, querem que eu mostre?" Não pensei duas vezes e abaixei a calça do uniforme, tirei meus tênis, e deixei eles admirarem minhas pernas. Só pensava em mostrar minhas pernas, terminar a consulta e ir pra casa, mas mudei de ideia quando notei um baita volume se erguendo no meio do short do adolescente. Meu Deus, dava pra ver que ele tinha uma rola do jeito que eu gosto: grande, grossa e larga. Falei pra eles: "Se quiserem, podem tocar, e se quiserem, podem trancar a porta também". Mal terminei de falar, o senhor foi fechar a porta com chave, levantou o filho e disse: "Acaricia essas pernonas dessa doutora gostosa, essa oportunidade não se deixa passar". O garoto se aproximou, tremendo de excitação, e começou a acariciar minhas pernas, eu ficava excitada enquanto ele apertava minhas coxas. O senhor se sentou na poltrona do consultório e só observava a cena com um sorriso de satisfação ao ver que o filho não era gay, hahaha. Fui guiando o adolescente, fiz ele se abaixar e beijar minhas pernas, o volume dele já não dava mais pra disfarçar, estava prestes a explodir na calça, logo eu teria que cuidar daquilo. Falei: "Sei que é sua primeira experiência, mas pode ficar à vontade pra me tratar como uma gostosa, me fala tudo que vier na cabeça sobre Eu me sentei no banco com a cabeça, e o pai dele começou a dizer: 'Sim, filho, diz pra essa puta o que ela merece por ser tão fácil.' Ele começou a falar: 'Shecid, que puta você é, olha essas pernudas que você tem, fico feliz que você seja minha primeira foxy, além disso, você tem 27 anos, é muito mais velha que eu, nunca imaginei que uma mulher como você fosse reparar em mim, você é uma foxy nojenta.' Imediatamente, eu coloquei meu pé na cara dele. Tinha ficado quase o dia todo em pé, então meus pezinhos estavam suados e com cheiro. Parece que ele gostou, porque ficava cheirando meu pé com o nariz, eu ia alternando com o outro pé, e também enfiava na boca dele. Disse pra ele tirar o pau pra fora pra ver o tamanho, ele rápido se desabotoou e de repente apareceu na minha frente um pedaço de carne enorme. Não aguentei mais, tirei toda a roupa e fomos pro sofá do lado do pai dele, que já estava com o pau de fora também, e olha que vergonha que ele tinha, não é à toa que o filho saiu assim. Falei pro jovem não sentar no sofá, que sentasse no chão com as costas encostadas no encosto do sofá. Eu sentei no sofá bem em cima do garoto. Minhas pernas passavam por cima dos ombros dele até chegar no membro super ereto dele, e comecei a masturbar ele com meus pés. Eu ouvia ele gemer, meus pezinhos pequenos e macios subiam e desciam no tronco dele até a glande. Deixando todo o suor dos meus pés no pau dele, enquanto ele ficava excitado, o líquido pré-seminal dele se misturava com o suor dos meus pés. Ele não parava de me xingar: 'Ah, Shecid, que foxy você é, que foxy e puta você é, que gostosa.' Estávamos nessa quando o senhor se levantou em cima do assento do sofá e enfiou sem pedir permissão o pau enorme dele na minha boca. Eu só desviei o olhar pra ele e mostrei que ele fez bem em fazer isso. Segurei firme com a mão esquerda a base do pau dele e enfiava até a garganta. O senhor gemeu fundo e dizia: 'Uau, olha como você engole bem, parece que tem experiência.' Ele metia e tirava por... intervalos de alguns segundos, ele tampava meu nariz pra eu engasgar com o pau dele na minha garganta. Eu tava enchendo o pau dele de saliva, escorria tudo até meus peitos, e a maquiagem já era um desastre porque meus olhos lacrimejavam pra caralho com as estocadas violentas na minha garganta. Pai e filho tavam me tratando como a puta particular deles. Vou parar por aqui nessa primeira parte, se meu post bombar, compartilho o que aconteceu depois 🔥🥴
16 comentários - Sou uma médica bem puta