O segundo, depois de ter chupado um pauzão do caralho e tomado o leite do pai da minha amiga, continuei me vendo com o garoto que provei pela primeira vez um pau. Tentei não ir na casa da minha amiga por um tempo, ficava evitando ela. Sabia que não foi certo ter chupado o pau do pai dela, mas com o passar dos dias eu gostava mais dele, lembrava do momento e ficava com muito tesão. Me toquei várias vezes relembrando aquela cena. Enquanto isso, continuava com meu garoto, sempre dando um passo a mais. Além de chupar e tomar o leite dele, a gente já se beijava assim por um tempo. Tentei esquecer o pai da minha amiga, então começamos a ter um relacionamento de namorados, eu com 14 e ele com 17. Comecei a dormir na casa dele às vezes, como se fosse amiga. Eu já usava calcinhas femininas ou boxer de mulher, que eram mais apertados. Uma noite, na cama de solteiro, os dois deitados, os pais dele não estavam em casa. A gente se beijava muito, e ele começou a tocar minha bunda, baixou minha calça e encontrou a calcinha apertadinha que entrava metade no meu cuzinho. Eu tirei o pau dele e comecei a bater uma. A gente ficou tão excitado que ele ficou sem nada por baixo e eu só de calcinha. Continuamos nos beijando, ele subiu em cima de mim e ficou esfregando o pau. Ele pegou uma camisinha na mesinha de cabeceira, colocou e passou gel lubrificante. O pau dele ficou lindo com a camisinha, eu desejava ele, queria que ele fosse o primeiro, o que me desvirgasse. Ele puxou minha calcinha de lado e encostou a cabeça do pau no meu buraco virgem, e era uma sensação gostosa. Ele começou a empurrar bem devagar, eu sentia a pressão, ia sentindo um pouco de dor e, aos pouquinhos, ele foi entrando suave. Eu soltei um gritinho misturado com gemido, uma mistura de prazer e dor. Ele ficou parado e começou a meter um pouco mais, bem devagar, até que entrou tudo. E aí começou a bombadinha suave. Doía, eu gemia, abraçava ele, segurava a bunda dele como se não quisesse que saísse dali, beijava ele na boca, no pescoço, muita língua. E cada vez as investidas eram um pouco mais fortes. Comecei a gemer mais e mais. Ele perguntava se doía, eu só dizia para não parar. Foi Foda, muito ardente e com muitos beijos, eu conseguia estar com o garoto da minha primeira vez em tudo. Minha bucetinha pequena era só o que faltava, e ele estava me desvirgando. Ele curtia, me dizia que adorava, que queria fazer aquilo e que eu estava fazendo muito bem. Assim, uns 20 minutos, ele fez eu gozar duas vezes dentro da minha calcinha, até que ele tirou, puxou a camisinha e apontou pro meu rosto e boca, me deu a melhor gozada dele. Nós dois gememos, ele soltou um gemidão quando gozou, e eu quando recebi a porra, óbvio que tomei tudo. Adorei minha primeira vez com meu garoto. Era sabido que a gente começava a sentir coisas, já tinha sentimentos, e continuamos, não ligávamos mais se nos vissem juntos ou não. E as fodas eram mais frequentes. O pai da minha amiga já não estava tão presente na minha cabeça, até que um dia voltei pra casa da minha amiga. O pai dela, escondido, me dava em cima ou passava a mão na minha bucetinha pequena. Eu tentava evitar, mas ele me deixava muito excitada, a experiência dele e o pau dele eram muito difíceis de esquecer. Uma vez ele me pegou no banheiro e perguntou por que eu tava evitando ele, ou será que não tinha gostado da gozada e do pau dele. Eu disse que sim, que foi lindo, mas que tava namorando um garoto da minha idade. "Você não gosta desse pau?", ele disse, e tirou ele pra fora, colocou nas minhas mãos. "Sim, eu gosto pra caralho", falei, e masturbei um pouco. Ele me deu uma trancada que eu não esperava. Ele colocou a mão por baixo da minha calça e, quando tocou, sentiu que eu tava de calcinha. Ele abaixou minha calça e olhou minha bucetinha pequena, e ficou dizendo que garota linda. "Hoje à noite vou te buscar", ele disse. Sem poder dizer nada e sem ter opção, deixei rolar. Mesmo assim, do pau dele eu tava apaixonada. Então, às 11 da noite, ele veio com a caminhonete, me deu um beijo na boca e me deu uma sacola de presente. "Isso é pra você", ele disse. Abri e era uma calcinha de cetim rosa com renda, linda. Ele falou: "Veste". Tirei tudo e coloquei a calcinha e a calça. Fomos pra uma casa, ele desceu, e um amigo dele saiu, pegou o carro dele e foi embora. Aí ele vem me buscar e fala: "Desce". Entramos na casa e fomos pro quarto. Ele, dentro, tirou a roupa. Tudo ficou nu, vi bem o pauzão enorme dele já bem duro, ele se aproximou de mim. Começou a me beijar, o pau dele batia na minha barriguinha, eu tinha 1,60 e ele era bem alto. Enquanto me beijava, ele tirou minha calça e viu minha bunda pequena com a calcinha fio dental que ele me deu, se agachou e puxou minha calcinha de lado e senti pela primeira vez o que era um chupão na bunda, fiquei um tempinho assim e sem perceber gozei na calcinha. Falei pra ele parar, fiquei mal porque sujei a calcinha nova que ele me deu, ele me beijou e disse pra eu não me preocupar, me abraçou e me deitou na cama de lado, colocou uma camisinha e me perguntou se eu era virgem, falei que sim, mas era mentira, só que pro tamanho do pau dele, era a primeira vez que eu ia meter algo tão grande. Ele se deitou atrás de mim e começou devagar, doía pra caralho, ele babava e empurrava até que a cabeçona entrou de uma vez, as lágrimas caíam, eu chorava mas tava gostando, minha bunda pequena foi se adaptando ao pau dele e ele foi colocando tudo bem devagar, eu chorava e ele me abraçava até que minha bunda cedeu bastante, e ele começou a me comer. Me comeu em várias posições, me comeu do jeito que ele quis, eu curti pra caralho e amei demais, embora de quatro e eu por cima me fazia gritar muito, e ele falava "certeza que teu namoradinho nunca vai te comer igual eu" e a verdade é que isso não me fez sentir muito bem. Perdi a noção do tempo, ele me colocou de barriga pra cima e minhas pernas no ombro dele até que ele tava perto de gozar, tirou a camisinha e assim que terminou de tirar, saiu um monte de jatos de porra que foram na minha boca e cara, que transa foda ele me deu, amei demais. Tomei a porra dele, ele limpava o leite com o pau dele e colocava na minha boca, assim terminamos deitados, eu apoiada no peito dele, minha calcinha tava super encharcada, ele me fez gozar várias vezes, tive que trocar, lavar e colocar minha calcinha de novo, mas foi inútil porque um tempo depois ele falou que a gente tinha que ir, mas antes me deu outra transa gostosa, só que rápida, uns 15 minutos mais ou menos, mas eu gozei duas vezes e molhei minha calcinha de novo, e quando ele ia gozar, ele colocou diretamente dentro da minha boca e sem tirar gozou tudo até o fim. A garganta recebeu a porra, menos que da primeira vez, mas ainda assim foi bastante. Tomei tudo. A gente se vestiu. E ele falou: "Fica tranquila, depois você vai ter mais presentinhos de roupa. O que seu namoradinho não te dá, eu te dou. Porra e gozo não vão te faltar." E a verdade é que não faltava mesmo. Eu não queria dar pra ele por um tempo, já tinha me deixado toda arrombada. Ele me levou pra casa e disse: "A gente se vê na próxima." Era duas vezes por semana que ele me via. Já sabia que na próxima ia ser comida pelo pai da minha amiga e a pica enorme dele. Nos dias que não tava com ele, tentava ficar com meu namoradinho. Ele percebeu como minha bucetinha tava mais aberta, mas achou que tinha sido ele quem deixou assim. E essa história continuou por anos. Vou contar as partes mais relevantes do que eu curti e passei. Espero vocês na próxima. Deixo claro que isso é real, é o que eu vivi.
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