Lucía parou na frente da cama, a silhueta dela mal iluminada pela luz fraca do quarto. Julián olhava pra ela com uma mistura de expectativa e submissão. Não sabia o que vinha, mas tava completamente entregue. Ela sorriu de lado, andou devagar até a beira da cama e levantou o vestido, deixando ele ver tudo.
— Deita de barriga pra cima, com a cabeça onde vai o pé — ordenou, o tom firme e seguro.
Julián obedeceu sem reclamar. Se acomodou na cama exatamente como ela pediu, o corpo já preparado pro que viesse. Lucía levantou o vestido por completo, deixando o corpo nu na frente dele.
— Olha… a primeira surpresa. — disse com uma risada maliciosa —. O filho da puta roubou minha calcinha fio dental. Disse que vai roubar todas, então, corno, você vai ter que me comprar lingerie nova toda vez que eu for ver ele.
Julián olhava fascinado, sem conseguir processar tudo que tava rolando. Cada palavra afundava ele mais na fantasia, cada gesto da Lucía mantinha ele preso naquele mundo novo que ela tinha soltado.
— E a segunda surpresa… — continuou, enquanto subia uma perna na cama —. Quero que você sinta bem como ficou minha buceta. Não tomei banho pra trazer ela assim pra você.
Na sequência, sentou na cara do Julián, apertando a buceta contra a boca dele. Julián sentiu na hora: o cheiro de sexo, o rastro da pica do Juanchi, tudo impregnado na pele da Lucía. Era um cheiro forte, um lembrete vívido do que tinha rolado poucas horas antes.
Sem pensar, enfiou a língua nela, percorrendo toda aquela buceta que instantes antes tinha sido ocupada por outro. Lucía gemia baixinho, curtindo o controle total que tinha sobre ele agora.
— Isso, isso… assim que eu gosto. Limpa ela bem… — murmurou, com um sorriso de satisfação —. Então essa era sua fantasia, né? Adoro… vou tirar proveito, você destampou algo que não vai conseguir parar. — O tom dela ficou mais firme, mais dominante —. Você vai aceitar que eu dê pra quem eu quiser, quando eu quiser, e você vai ficar em casa esperando pra limpar a bagunça que os outros deixarem. Ficou claro?
As palavras de Lúcia eram duras, mas cheias de convicção. Juliano, completamente submisso àquele novo poder que ela tinha descoberto, não pôde fazer nada além de aceitar.
— Tudo o que você quiser… aceito — respondeu ele, quase num sussurro, enquanto continuava percorrendo a buceta dela com a língua.
Lúcia se levantou de cima dele e ficou de quatro, olhando pra ele com um sorriso safado.
— Agora é sua vez — disse ela —. Me come. Olha só como deixaram a buceta da sua namorada arrombada.
Juliano se levantou da cama o mais rápido que pôde, o pau dele completamente duro por causa da humilhação e do desejo. Ele se posicionou atrás de Lúcia e, sem pensar muito, meteu de uma vez. O calor e a umidade da buceta dela o envolveram na hora, era uma sensação indescritível. Começou a bombar com força, querendo sentir ela, querendo fazer dela sua.
Mas os gemidos de Lúcia não eram de prazer.
— Não tô sentindo teu pau, amor… — disse ela entre risadas —. Que arrombada que aquele filho da puta me deixou! Não pode ter tanta diferença entre teu pau e o dele… Ainda bem que você me deixa comer com outros.
A humilhação bateu nele como uma martelada. A própria namorada dele, a mulher que ele amava, estava ridicularizando o tamanho do pau dele enquanto falava de como outro tinha preenchido ela melhor. E, mesmo assim, aquela mesma humilhação excitava ele mais do que ele jamais teria imaginado. Em questão de segundos, Juliano chegou no limite e gozou dentro dela em não mais que dez estocadas.
Lúcia riu baixinho, virando a cabeça pra olhar pra ele.
— Ainda bem que eu vim bem comida, senão te mato… — disse ela, sem parar de rir.
Juliano se deixou cair na cama, exausto, o corpo dele rendido depois de tudo que tinha passado. Ele estava completamente acabado, a mente perdida entre a humilhação e a satisfação. Enquanto ele tentava recuperar o fôlego, Lúcia se Levantou e foi tomar banho.
Voltou depois de um tempo, fresca e revigorada, e encontrou o Julián largado na cama, com o olhar perdido. Abraçou ele por trás e sussurrou no ouvido:
— Te amo pra caralho, gordão. A parada da cama é só um joguinho… Vou ser a puta de outras picas, mas sempre vou ser sua namorada, e nada vai mudar isso.
As palavras da Lucía trouxeram um pouco de calma pra ele. Embora o mundo dele tivesse mudado, embora agora ele soubesse que ela ia ficar com outros, a certeza de que ela ainda era dele o confortou. Se olharam, sorriram e se perderam num beijo carinhoso.
Naquela noite, depois de tudo que tinha rolado, dormiram de conchinha, como se tudo tivesse sido um sonho, mas com a certeza de que algo tinha mudado pra sempre.
— Deita de barriga pra cima, com a cabeça onde vai o pé — ordenou, o tom firme e seguro.
Julián obedeceu sem reclamar. Se acomodou na cama exatamente como ela pediu, o corpo já preparado pro que viesse. Lucía levantou o vestido por completo, deixando o corpo nu na frente dele.
— Olha… a primeira surpresa. — disse com uma risada maliciosa —. O filho da puta roubou minha calcinha fio dental. Disse que vai roubar todas, então, corno, você vai ter que me comprar lingerie nova toda vez que eu for ver ele.
Julián olhava fascinado, sem conseguir processar tudo que tava rolando. Cada palavra afundava ele mais na fantasia, cada gesto da Lucía mantinha ele preso naquele mundo novo que ela tinha soltado.
— E a segunda surpresa… — continuou, enquanto subia uma perna na cama —. Quero que você sinta bem como ficou minha buceta. Não tomei banho pra trazer ela assim pra você.
Na sequência, sentou na cara do Julián, apertando a buceta contra a boca dele. Julián sentiu na hora: o cheiro de sexo, o rastro da pica do Juanchi, tudo impregnado na pele da Lucía. Era um cheiro forte, um lembrete vívido do que tinha rolado poucas horas antes.
Sem pensar, enfiou a língua nela, percorrendo toda aquela buceta que instantes antes tinha sido ocupada por outro. Lucía gemia baixinho, curtindo o controle total que tinha sobre ele agora.
— Isso, isso… assim que eu gosto. Limpa ela bem… — murmurou, com um sorriso de satisfação —. Então essa era sua fantasia, né? Adoro… vou tirar proveito, você destampou algo que não vai conseguir parar. — O tom dela ficou mais firme, mais dominante —. Você vai aceitar que eu dê pra quem eu quiser, quando eu quiser, e você vai ficar em casa esperando pra limpar a bagunça que os outros deixarem. Ficou claro?
As palavras de Lúcia eram duras, mas cheias de convicção. Juliano, completamente submisso àquele novo poder que ela tinha descoberto, não pôde fazer nada além de aceitar.
— Tudo o que você quiser… aceito — respondeu ele, quase num sussurro, enquanto continuava percorrendo a buceta dela com a língua.
Lúcia se levantou de cima dele e ficou de quatro, olhando pra ele com um sorriso safado.
— Agora é sua vez — disse ela —. Me come. Olha só como deixaram a buceta da sua namorada arrombada.
Juliano se levantou da cama o mais rápido que pôde, o pau dele completamente duro por causa da humilhação e do desejo. Ele se posicionou atrás de Lúcia e, sem pensar muito, meteu de uma vez. O calor e a umidade da buceta dela o envolveram na hora, era uma sensação indescritível. Começou a bombar com força, querendo sentir ela, querendo fazer dela sua.
Mas os gemidos de Lúcia não eram de prazer.
— Não tô sentindo teu pau, amor… — disse ela entre risadas —. Que arrombada que aquele filho da puta me deixou! Não pode ter tanta diferença entre teu pau e o dele… Ainda bem que você me deixa comer com outros.
A humilhação bateu nele como uma martelada. A própria namorada dele, a mulher que ele amava, estava ridicularizando o tamanho do pau dele enquanto falava de como outro tinha preenchido ela melhor. E, mesmo assim, aquela mesma humilhação excitava ele mais do que ele jamais teria imaginado. Em questão de segundos, Juliano chegou no limite e gozou dentro dela em não mais que dez estocadas.
Lúcia riu baixinho, virando a cabeça pra olhar pra ele.
— Ainda bem que eu vim bem comida, senão te mato… — disse ela, sem parar de rir.
Juliano se deixou cair na cama, exausto, o corpo dele rendido depois de tudo que tinha passado. Ele estava completamente acabado, a mente perdida entre a humilhação e a satisfação. Enquanto ele tentava recuperar o fôlego, Lúcia se Levantou e foi tomar banho.
Voltou depois de um tempo, fresca e revigorada, e encontrou o Julián largado na cama, com o olhar perdido. Abraçou ele por trás e sussurrou no ouvido:
— Te amo pra caralho, gordão. A parada da cama é só um joguinho… Vou ser a puta de outras picas, mas sempre vou ser sua namorada, e nada vai mudar isso.
As palavras da Lucía trouxeram um pouco de calma pra ele. Embora o mundo dele tivesse mudado, embora agora ele soubesse que ela ia ficar com outros, a certeza de que ela ainda era dele o confortou. Se olharam, sorriram e se perderam num beijo carinhoso.
Naquela noite, depois de tudo que tinha rolado, dormiram de conchinha, como se tudo tivesse sido um sonho, mas com a certeza de que algo tinha mudado pra sempre.
2 comentários - O começo da chifrada - parte 5