Esta é a segunda parte da continuação das minhas memórias de jovem, e de como me iniciei no fascinante mundo do boquete com meu primo.
Como já contei, meu primeiro boquete dei no meu primo enquanto a gente dava um passeio pelo campo.
Naquele mesmo dia, quando voltei pra casa, a gente teve uma conversinha por SMS. Pelo que lembro, foi mais ou menos assim:
— Prima, não sei você, mas cheguei em casa com o pau duro pensando na delícia que você chupava minhas bolas.
Eu estava em casa me masturbando, lembrando do que tinha acontecido naquela tarde.
— Ai, primo! Pois eu estou aqui me masturbando pensando em você metendo esse piruão, não imaginava que era tão grande! — confessei.
— Uff, assim você deixa ele ainda mais duro. Somos primos, não podemos foder, mas se quiser chupar de novo, com todo prazer te encho de porra, acho que ainda me sobrou.
E olha que sobrou mesmo!
Já estava escurecendo, então ele conseguiu pegar o carro do meu tio, veio me buscar e falou:
— Deita nos bancos de trás, pra ninguém te ver.
Assim deitada, fomos pra um lugar onde outros carros iam pra foder, etc., era perto de casa. Chegando lá, ele achou um canto longe de qualquer olhar e sentou atrás comigo.
— Prima, fica de joelhos no banco, como se estivesse de quatro, assim você chupa mais confortável. — Rapidamente, ele baixou a calça até o tornozelo enquanto eu me posicionava.
Em seguida, colocou uma mão na minha cabeça, me segurando pelo coque, e levou minha cabeça até o pau dele e disse: — Você tem que aprender a chupar melhor, mais fundo, e principalmente não deixar escapar nenhuma gota quando eu gozar.
Eu queria fazer alguma objeção, quando percebi que não conseguia falar, porque já tinha a cabeça toda dele dentro da minha boca.
Meu primo percebeu isso, e com a outra mão também segurou minha cabeça, levantou e depois baixou de novo até afundar minha boca nas bolas dele.
— Desculpa, prima, se sou um pouco bruto, o que você ia dizer? — Agora com as bolas dele na minha boca, consegui balbuciar:
— Primo, é grande demais. Porra, não vou dar conta de tudo sozinha— reclamei
Meu primo, bem sério, me disse —Você tem que se esforçar, se eu sujar o carro de porra, meu pai me mata— Ele levantou minha cabeça, tirei a boca das bolas dele, e ele enfiou no pau —Prima, faz tipo um aspirador, suga e não deixa cair saliva, e quando eu gozar, igual aspirador, engole tudo—
Eu comecei a sugar e engolir saliva, verdade que foi difícil pra caralho, e me estressei.
Aí me levantei e falei pra ele tirar as mãos da minha cabeça, que eu ia chupar no meu ritmo.
O pau dele era grande demais e grosso, e eu não tinha experiência pra engolir inteiro como ele queria.
Meu primo falou —Tá bom, calma, chupa no teu ritmo, desculpa se fui meio bruto—
Eu continuei chupando no meu ritmo, curtindo muito o pau dele.
—Você tem muito que aprender, minha ex conseguia enfiar o pau inteiro na garganta— Ele soltou.
Tirei o pau da boca e falei.
—Ah, primo, mas eu não sou sua ex, me dá tempo que vou tentar aprender, ainda tô com a boca e o maxilar doendo das estocadas que você deu— Respondi.
—Tá bom, desculpa, prima—
Com o maxilar e o céu da boca meio doloridos, acho que também por usar músculos que nunca usei antes, continuei fazendo o boquete no meu primo o melhor que pude, apesar da pressão.
—Prima, no dia que você conseguir me fazer gozar sem eu ter que bater punheta, você se forma— Meu primo falava —Por enquanto, melhor chupar minhas bolas, e fica bem atenta quando eu gozar, dessa vez você tem que engolir toda a porra, gostando ou não, porque não podemos sujar o carro do meu pai— Ele explicou
Eu fui chupar bem aqueles ovos gostosos, que na minha opinião, continuavam tão inchados apesar de toda a porra que ele me deu essa tarde. Daí ele mandou —Prima, faz favor, não deixa sujar o carro, limpa bem minhas bolas, tem muita saliva, e vai manchar o banco— E é verdade, esqueci que tinha que sugar, e não deixar aquilo cheio de baba, comecei a limpar bem o excesso de saliva, e deixar as bolas dele mais Secos".
Enquanto isso, ele se masturbava a toda velocidade. Depois de um tempo, uma mão voltou na minha cabeça, me agarrou pelo rabo de cavalo e, como se eu fosse uma boneca de pano, colocou minha boca bem na ponta da glande dele. — Prima, lambe minha glande enquanto eu me masturbo, e quando eu falar, abre bem a boca e chupa que vai sair o leite — eu disse: — Sim, não se preocupa.
Um minuto depois, ele fala: — Já, abre bem a boca — e começou a gozar tudo dentro da minha boca. Senti uns 4 jatos bem grandes, me engasguei e dei uma ânsia. Por reflexo, quis tirar a cabeça, mas não conseguia; meu primo tinha agarrado ela bem forte com as duas mãos. Quanto mais eu tentava puxar a cabeça, mais ele enfiava. — Porra, prima, engole tudo! — ele exigiu.
Por sorte, não vomitei, e rapidamente caí na real, começando a engolir tudo que dava pra garganta. Mas tinha leite que escorreu pelo canto dos meus lábios e estava no tronco do pau dele, também tinha leite nas bolas dele.
Como se eu fosse uma boneca, meu primo mexia minha cabeça, como se minha boca fosse o cano de um aspirador, e passou por onde tinha resto de leite. — Limpa bem, pra não ficar saliva — ele mandava.
Me levantei e falei:
— Não tem papel, primo? — perguntei, tentando achar um jeito de limpar ele melhor.
— Não tem papel, prima — e me agarrou de novo pela cabeça, me fazendo descer pra limpar as bolas dele. — Enfia bem a língua nas bolas — e eu fiz isso, limpando e deixando ele sequinho.
Logo depois, notei que meu primo tava de pau duro de novo.
— Olha, prima, agora que tá bem inchado, é uma boa hora pra você praticar e enfiar o pau todo dentro — ele colocou minha cabeça de novo no pau dele e, com a outra mão, foi se ajudando pra meter tudo. Assim até ficar duro de vez.
Bom, depois de mais uns 10 minutos chupando o pau e as bolas dele, meu primo gozou de novo, e dessa vez bem menos quantidade (já era a terceira gozada do dia), então consegui engolir tudo de uma vez. —Bom, prima, já vai praticando, desculpa se fui meio bruto, mas você ainda tem muito o que aprender — ele me disse, bem agradecido.
— Sim, primo, verdade, minha boca tá doendo de tanto chupar, demorou pra caralho, mas minha calcinha tá toda molhada, e eu também gozei — confessei.
— Olha só, você gozou enquanto chupava meu pau, sem nem se tocar! Isso é sinal de que vai ser uma boa buceteira, só precisa aprender — ele falou, todo contente. — Sua boca e garganta vão doer uns dias, é normal, todas as minhas ex passaram por isso, você tá desenvolvendo músculos que nunca usou antes, são aquelas dores de ligamento. Aos poucos, prima, você vai melhorar sua musculatura.
Ele me levou pra casa. Quando cheguei, evitei beber água, porque queria continuar sentindo a porra viscosa do meu primo descendo pela minha garganta. Além disso, naquela noite, minha calcinha estava tão molhada que manchou a calça. Tive que jogar no cesto pra lavar. Passei a noite me tocando, sentindo toda a porra descendo pela minha traqueia — que gozo gostoso.
Como já contei, meu primeiro boquete dei no meu primo enquanto a gente dava um passeio pelo campo.
Naquele mesmo dia, quando voltei pra casa, a gente teve uma conversinha por SMS. Pelo que lembro, foi mais ou menos assim:
— Prima, não sei você, mas cheguei em casa com o pau duro pensando na delícia que você chupava minhas bolas.
Eu estava em casa me masturbando, lembrando do que tinha acontecido naquela tarde.
— Ai, primo! Pois eu estou aqui me masturbando pensando em você metendo esse piruão, não imaginava que era tão grande! — confessei.
— Uff, assim você deixa ele ainda mais duro. Somos primos, não podemos foder, mas se quiser chupar de novo, com todo prazer te encho de porra, acho que ainda me sobrou.
E olha que sobrou mesmo!
Já estava escurecendo, então ele conseguiu pegar o carro do meu tio, veio me buscar e falou:
— Deita nos bancos de trás, pra ninguém te ver.
Assim deitada, fomos pra um lugar onde outros carros iam pra foder, etc., era perto de casa. Chegando lá, ele achou um canto longe de qualquer olhar e sentou atrás comigo.
— Prima, fica de joelhos no banco, como se estivesse de quatro, assim você chupa mais confortável. — Rapidamente, ele baixou a calça até o tornozelo enquanto eu me posicionava.
Em seguida, colocou uma mão na minha cabeça, me segurando pelo coque, e levou minha cabeça até o pau dele e disse: — Você tem que aprender a chupar melhor, mais fundo, e principalmente não deixar escapar nenhuma gota quando eu gozar.
Eu queria fazer alguma objeção, quando percebi que não conseguia falar, porque já tinha a cabeça toda dele dentro da minha boca.
Meu primo percebeu isso, e com a outra mão também segurou minha cabeça, levantou e depois baixou de novo até afundar minha boca nas bolas dele.
— Desculpa, prima, se sou um pouco bruto, o que você ia dizer? — Agora com as bolas dele na minha boca, consegui balbuciar:
— Primo, é grande demais. Porra, não vou dar conta de tudo sozinha— reclamei
Meu primo, bem sério, me disse —Você tem que se esforçar, se eu sujar o carro de porra, meu pai me mata— Ele levantou minha cabeça, tirei a boca das bolas dele, e ele enfiou no pau —Prima, faz tipo um aspirador, suga e não deixa cair saliva, e quando eu gozar, igual aspirador, engole tudo—
Eu comecei a sugar e engolir saliva, verdade que foi difícil pra caralho, e me estressei.
Aí me levantei e falei pra ele tirar as mãos da minha cabeça, que eu ia chupar no meu ritmo.
O pau dele era grande demais e grosso, e eu não tinha experiência pra engolir inteiro como ele queria.
Meu primo falou —Tá bom, calma, chupa no teu ritmo, desculpa se fui meio bruto—
Eu continuei chupando no meu ritmo, curtindo muito o pau dele.
—Você tem muito que aprender, minha ex conseguia enfiar o pau inteiro na garganta— Ele soltou.
Tirei o pau da boca e falei.
—Ah, primo, mas eu não sou sua ex, me dá tempo que vou tentar aprender, ainda tô com a boca e o maxilar doendo das estocadas que você deu— Respondi.
—Tá bom, desculpa, prima—
Com o maxilar e o céu da boca meio doloridos, acho que também por usar músculos que nunca usei antes, continuei fazendo o boquete no meu primo o melhor que pude, apesar da pressão.
—Prima, no dia que você conseguir me fazer gozar sem eu ter que bater punheta, você se forma— Meu primo falava —Por enquanto, melhor chupar minhas bolas, e fica bem atenta quando eu gozar, dessa vez você tem que engolir toda a porra, gostando ou não, porque não podemos sujar o carro do meu pai— Ele explicou
Eu fui chupar bem aqueles ovos gostosos, que na minha opinião, continuavam tão inchados apesar de toda a porra que ele me deu essa tarde. Daí ele mandou —Prima, faz favor, não deixa sujar o carro, limpa bem minhas bolas, tem muita saliva, e vai manchar o banco— E é verdade, esqueci que tinha que sugar, e não deixar aquilo cheio de baba, comecei a limpar bem o excesso de saliva, e deixar as bolas dele mais Secos".
Enquanto isso, ele se masturbava a toda velocidade. Depois de um tempo, uma mão voltou na minha cabeça, me agarrou pelo rabo de cavalo e, como se eu fosse uma boneca de pano, colocou minha boca bem na ponta da glande dele. — Prima, lambe minha glande enquanto eu me masturbo, e quando eu falar, abre bem a boca e chupa que vai sair o leite — eu disse: — Sim, não se preocupa.
Um minuto depois, ele fala: — Já, abre bem a boca — e começou a gozar tudo dentro da minha boca. Senti uns 4 jatos bem grandes, me engasguei e dei uma ânsia. Por reflexo, quis tirar a cabeça, mas não conseguia; meu primo tinha agarrado ela bem forte com as duas mãos. Quanto mais eu tentava puxar a cabeça, mais ele enfiava. — Porra, prima, engole tudo! — ele exigiu.
Por sorte, não vomitei, e rapidamente caí na real, começando a engolir tudo que dava pra garganta. Mas tinha leite que escorreu pelo canto dos meus lábios e estava no tronco do pau dele, também tinha leite nas bolas dele.
Como se eu fosse uma boneca, meu primo mexia minha cabeça, como se minha boca fosse o cano de um aspirador, e passou por onde tinha resto de leite. — Limpa bem, pra não ficar saliva — ele mandava.
Me levantei e falei:
— Não tem papel, primo? — perguntei, tentando achar um jeito de limpar ele melhor.
— Não tem papel, prima — e me agarrou de novo pela cabeça, me fazendo descer pra limpar as bolas dele. — Enfia bem a língua nas bolas — e eu fiz isso, limpando e deixando ele sequinho.
Logo depois, notei que meu primo tava de pau duro de novo.
— Olha, prima, agora que tá bem inchado, é uma boa hora pra você praticar e enfiar o pau todo dentro — ele colocou minha cabeça de novo no pau dele e, com a outra mão, foi se ajudando pra meter tudo. Assim até ficar duro de vez.
Bom, depois de mais uns 10 minutos chupando o pau e as bolas dele, meu primo gozou de novo, e dessa vez bem menos quantidade (já era a terceira gozada do dia), então consegui engolir tudo de uma vez. —Bom, prima, já vai praticando, desculpa se fui meio bruto, mas você ainda tem muito o que aprender — ele me disse, bem agradecido.
— Sim, primo, verdade, minha boca tá doendo de tanto chupar, demorou pra caralho, mas minha calcinha tá toda molhada, e eu também gozei — confessei.
— Olha só, você gozou enquanto chupava meu pau, sem nem se tocar! Isso é sinal de que vai ser uma boa buceteira, só precisa aprender — ele falou, todo contente. — Sua boca e garganta vão doer uns dias, é normal, todas as minhas ex passaram por isso, você tá desenvolvendo músculos que nunca usou antes, são aquelas dores de ligamento. Aos poucos, prima, você vai melhorar sua musculatura.
Ele me levou pra casa. Quando cheguei, evitei beber água, porque queria continuar sentindo a porra viscosa do meu primo descendo pela minha garganta. Além disso, naquela noite, minha calcinha estava tão molhada que manchou a calça. Tive que jogar no cesto pra lavar. Passei a noite me tocando, sentindo toda a porra descendo pela minha traqueia — que gozo gostoso.
1 comentários - Meu primo me ensinou a chupar assim.