Boa tarde, vim trazer mais um capítulo sobre uma peituda que é uma deusa em pessoa, mas além disso é uma mulherão de respeito. Mas enfim, vamos ao relato fictício.
Sou uma garota de 25 anos, casada, gostosa, com uns peitões grandes, já que uso 40B de sutiã, e uma bunda grande e empinada. Tenho cerca de 1,57m e sou alvo de vários cantadas dos homens. Sou casada e tenho um filho, sou da República Dominicana e sou morena, meu nome é Luz.
Minha mãe mora no interior e de vez em quando vou visitá-la. Ela mora com meu padrasto, um homem de 54 anos, 1,82m de altura, forte, bigodudo e que no meu país chamariam de um macho parrudo. Conheço ele há 13 anos e, verdade seja dita, ele me viu crescer e me transformar numa mulher.
Outro dia fui visitar minha mãe e, num desses dias, ela saiu bem cedo e eu fiquei aparentemente sozinha na casa dela. Era bem cedo, fazia muito calor, então eu tinha vestido uma cueca boxer pra dormir, ou seja, um shortinho bem pequeno, que batia no meio da minha bunda, justinho, bem colado, e um top, uma regatinha curta e apertada que só cobria meus peitos. Tava dormindo quando, de repente, senti umas mãos abrindo minha bunda e comecei a sentir uma coisa grande, dura e grossa passando entre elas. Meio sonolenta, coloquei a mão no que tinha sentido e toquei num pau enorme. Abri os olhos, virei o rosto e vi que era meu padrasto, me apalpando.
Tentei escapar do assédio dele, mas grande foi minha surpresa quando, ao olhar pro que tinha tocado, vi um pau de uns 23 cm, grosso igual um cano de papel higiênico. Nunca tinha visto algo assim. Não consegui reagir, e ele se jogou em cima de mim, enfiou a mão entre minhas pernas enquanto com a outra segurava minha cabeça e começou a me beijar. Eu ainda tava chocada, e aproveitando disso, ele guiou minha mão pro pau dele, que eu não conseguia cobrir com a mão fechada.
Além disso, as bolas dele eram enormes e Pareciam dois cocos, os dedos dele percorriam minha buceta por cima da cueca e eu começava a ficar excitada, sem poder fazer nada. A verdade é que nunca imaginei que algo assim fosse acontecer com meu padrasto.
— Agora você vai ser minha mulher, igual sua mãe. Faz anos que quero te pegar e enterrar minha pica em você — ele disse.
Dito isso, ele me segurou e começou a tirar minha cueca enquanto levantava minha blusa. Meus peitos ficaram à mercê dele, que começou a beijar e chupar. Depois, ele baixou minha calcinha. Naquele momento, eu já estava excitada e só comecei a gemer de prazer.
Eu mesma, enquanto ele me beijava, terminei de tirar a cueca e a calcinha, e com minhas mãos acariciava o pau enorme dele.
— Continua, minha cachorrinha. Vamos, quero que você abra as pernas pra eu comer essa buceta.
— Sim, papai, devora minha buceta — eu disse.
Ele começou a devorar minha buceta com tanta força que eu sentia ele sugando todos os meus sucos.
— Ah, ai, continua, ah — eu dizia enquanto segurava os cabelos dele.
— Vem, quero deitar e você vira pra continuar comendo essa bucetona que você tem e chupar minha pica.
Eu me coloquei por cima dele, dando o cu, enquanto começava a chupar o pauzão dele, que não cabia na minha boca. Só consegui enfiar a cabeçona com muito esforço, o que me deu uma sensação de náusea de tão grande que era. Sentia ele abrindo minhas nádegas e a língua enorme dele percorrendo minha buceta, meu clitóris e minhas nádegas, que estavam molhadas com a saliva dele. Os dedos dele começaram a se enterrar dentro da minha buceta, e eu estava chegando ao clímax do prazer. Gemia como nunca enquanto passava minha língua ao longo dos 23 cm dele e chupava as bolas.
— Ahhh… continua, minha puta, vou fazer de você minha mulher, como nem seu marido te fez sentir.
— Vem, rabuda, quero que você fique de puta pra eu te enfiar.
Eu fiquei de quatro, e ele passou o pau dele por toda a minha buceta antes de começar a meter.
— ahhh… ai…
O pauzão dele abria caminho pela minha buceta, que mal tinha provado um pinto de 14 cm e parecia virgem ao lado daquilo. sentir como entrava aos poucos a pica do meu padrasto.
Ele segurava minha bunda e eu mordia os lençóis, cada vez mais ele metia com mais força.
-Ai… chega, tá doendo, ai…
-Não, puta, vou arrebentar sua buceta com minha pica, cala a boca que os vizinhos podem te ouvir.
-Auuu - eu gritava enquanto apertava as coxas e virava o rosto olhando pra ele.
-Isso, me olha, puta, enquanto eu destruo essa buceta.
Enquanto ele fodia minha buceta, eu sentia mais prazer do que dor, até que só sentia uma mistura de dor e prazer, a pica do meu padrasto tinha conseguido me excitar como nunca e eu sentia que gozava como um cano aberto.
Continua, papai, ai, que grande você tem, me deixa louca, agora entendo como minha mãe gritava de noite.
Meu padrasto continuava furando minha buceta.
— Vem, amor, deixa eu deitar pra você subir em cima de mim e sozinha enfiar meu pintão pra eu poder chupar esses peitões que você tem enquanto continuo enterrando meu bananaço.
Ele deitou e eu sentei em cima dele, encaixei o pau dele na direção da minha buceta e comecei a subir e descer nos 23 cm dele enquanto ele chupava e apertava meus peitos.
— Ai, papai, que pinto gostoso — comecei a beijá-lo com paixão e com a bunda bem empinada cavalgava nele, naquele momento tava completamente louca, até passava meus peitões no rosto dele enquanto ele abria minhas nádegas ao me penetrar e os dedos dele acariciavam meu cu.
Sentia como o pau enorme dele já tinha se encaixado na minha buceta e de vez em quando as bolas enormes batiam na minha vulva.
— Assim, gostosa, quero que você goze dentro de mim, mexe essa bundona, você é uma puta.
O bananaço do meu padrasto deslizava dentro de mim, enquanto ele chupava meus peitos com força e eu gemia igual uma louca.
— Aiiii...
— Cala a boca, minha rabuda, não grita tanto, as vizinhas vão te ouvir. Diz que você gosta do meu pintão, que você fica louca...
— Ah, eu gosto, enfia em mim... continua!
— Vem, sai, quero que você deite de lado com a bunda virada pro meu pau.
Eu deitei de lado, ele fez eu juntar minhas pernas e apontou o picaço dele pra minha buceta, depois de passar ele todo por ela, enfiou de novo.
— Isso, puta, que buceta gostosa, que peitões gostosos, você é minha mulher igual sua mãe, mas você é a melhor.
Meu padrasto furava minha buceta como ninguém nunca tinha feito, eu tava no auge, não queria que aquele momento acabasse.
— Ahhh, vou gozar, você sozinha entra e sai do meu pau, vamos, mexe essa bundona...
— Mmmm vamos, papai, goza, enche minha buceta com seu leite...
Nisso, senti que meu padrasto estourou e o leite dele começou a me encher todinha, era quentinha e abundante.
- Toma minha porra, toda essa porra é tua.
Ele tirou o pau e com o que escorria passou nas minhas nádegas e nos lábios da minha buceta enquanto fez eu virar o rosto e enfiou a língua na minha boca.
Imediatamente ele se levantou da cama e foi pro banheiro, eu estava com a buceta vermelha e pulsando de dor, e sentia ela mais aberta, pensava também que o que tinha feito era errado, mas ele tinha me levado ao céu.
Continuei deitada quando, uns 15 minutos depois, meu padrasto apareceu com o pau duro de novo, parecia um pepino de tão grande e grosso. Fiquei surpresa, porque achei que ele tinha se satisfeito, mas ele se aproximou de mim, puxou minhas pernas pra borda da cama, levantou minhas pernas pros ombros dele e, sem dizer nada, enterrou de novo a pica enorme na minha buceta.
- Ahhh, chega, ayyy, você é uma besta, um selvagem…
- Isso, grita, continua, enquanto meu pauzão come essa bucetona que você tem, vou te foder até não aguentar mais.
- Ayyy - eu gritava enquanto sentia minha buceta começar a molhar de novo e sentia o pau dele apertando minha buceta e minha vagina.
Sentia que o pau dele agora entrava quase completamente e as bolas batiam nas laterais da minha bunda.
-Vem, me abraça que vou te levantar.
Ajeitou minhas pernas entre os braços dele, me levantou e com o pau enfiado na minha buceta e abraçando ele, continuou me penetrando enquanto me carregava.
Meus peitos balançavam no peito dele e ele me beijava com a língua enorme na minha boquinha, fazendo eu não gritar muito. Ele estava suadinho igual a mim…
-Me fala que você gosta, humm, que peitões que você tem, você é uma gostosa, minha princesa, pensar que te vi crescer e agora você é minha mulher.
-Que grande que você tem… me faz sentir bem, mulher… continua, mesmo que me faça chorar…
O entra e sai do pau dele da minha buceta fazia um barulho igual quando a gente esfrega a roupa lavando, eu estava molhadíssima.
Depois ele me abaixou e me fez deitar na mesa de engenheiro dele, enquanto se abaixou, abriu minhas pernas e a língua enorme dele começou a percorrer minhas partes.
-Sim, devora minha buceta, que delícia… você é o melhor… continua, papai, minha buceta agora é só sua, sou sua mulherzinha…
-Sempre sonhei em te fazer minha mulher, chupar esses peitões, essa rabuda que você tem, te beijar e meter meu picaço, você me enlouquece, te desejo, vou te fazer amor até você me deixar sem uma gota de porra.
-Sim, papai, sou sua, nunca vi um pau igual ao seu, é enorme, no começo pensei que não ia entrar, mas agora, mesmo doendo, eu gosto, quero que você meta.
Imediatamente ele se levantou, abriu minhas nádegas enquanto eu ainda estava deitada na mesa dele e começou a meter o pau na minha buceta.
-Assim, meu amor, quero sentir ele dentro de mim, me enche com sua porra toda…
Enquanto me penetrava, começou a apertar meus peitos com as mãos e minha bunda tremia quando o pau dele entrava dentro de mim.
-Humm, mamãe, queria meter no seu cu, você tem um cuzinho pequeno, quero arrebentar essa bunda, bebê.
-Não, você ia me machucar, você tem ele muito grande.
Meu padrasto mexia o pênis enorme dele dentro de mim e eu morria. de prazer, nisso ele me fez subir na cama, me ajoelhar na beirada e me puxou, agarrou meus peitos e colocou o picaço dele entre eles e apertou, passava a cabecinha dele como de cogumelo pela minha boca, por todo o meu rosto e fazia eu chupar, mal entrava a cabeça dele na minha boca.
-Vamos, putinha, cospe saliva e limpa ele com sua boquinha.
Eu cuspi saliva e um fio dela ligava minha boca com a cabecinha do pau dele e depois com minha língua limpei o pau dele. Uma e outra vez ele fez o mesmo.
-Minha cachorrinha, fica de quatro, quero te furar de novo.
Imediatamente me coloquei na posição de cachorrinho e ele se abaixou e começou a chupar minha buceta e ainda passava a linguona dele pelo meu cu.
-Ahhh, que gostoso, bebê, continua…
Meu padrasto fazia vibrar todo o meu corpo, sentia que ele devorava toda a minha buceta e meu cu, nisso ele se levantou e foi até a cômoda, pegou um vidrinho com um creme, passou bastante na mão dele.
-Minha cachorrinha, vou passar esse creminho no seu cu.
-O que você vai fazer, bebê?
-Já vai ver, vamos nesse cu.
Senti ele passando o creme no meu cu e os dedos dele aos poucos se abrindo caminho lá dentro, verdade, era muito gostoso.
Virei para ver o que ele fazia e vi ele passando o creme no pau, não deu tempo de reagir, ele apontou o pau para o meu cu e foi enfiando.
-Ai!!! no cu não, papai!
-Eu te disse que você seria minha mulher por completo, vou arrebentar essa raba que você tem.
O pau enorme dele se abria caminho pelo meu cu, sentia que ia desmaiar.
-Que raba gostosa, aguenta, gatinha, já entrou uns 10 cm.
-Ai! você me destrói!
-Vamos, putinha, quero que você passe os dedos na sua buceta enquanto eu te parto ao meio, mas que raba gostosa, que cuzinho gostoso você tem, cada vez me excita mais…
Passei meus dedos pela minha buceta e ao mesmo tempo tocava o pau dele que estava escorregadio e sentia como aquele picaço me abria o cu.
-Que buraco gostoso, seu cu me deixa louco, você é uma delícia, que sorte a do idiota do seu Marido, se soubesse que eu tô arrombando essa buceta e agora você é minha mulher e tá chupando meu piruzão, ai gostosa, quero gozar dentro, vamos, mexe essa raba.
Como pude, quase chorando, comecei a fazer movimentos circulares em volta do pau dele e de repente senti um jorrinho de porra quente enchendo meu cu.
Ele tirou o pau e começou a passar nas minhas nádegas e usa a palavra: buceta.
— Ai bebê, que porra gostosa, você fez meu cu ficar doendo.
— Vem, quero que você termine de limpar minha pica, vamos, chupa.
De um puxão ele colocou minha cara perto do pau dele e me puxou pra chupar.
— Isso, assim, putinha, você é uma deusa, quem diria, tantas vezes quando você vinha visitar eu me masturbava pensando em te pegar e agora até arrombei seu cu.
— Para, não sei o que fiz, me sinto mal, nunca pensei que podia fazer uma coisa dessas.
Imediatamente ele me beijou e depois disse:
— Me diz, você gostou?
— Isso não importa, o que importa é que me sinto péssima e ainda por cima minha buceta e meu cu tão doendo, você é um selvagem!
— Hahaha, mas então você gostou, notei que você gozou umas nove vezes…
— Para, isso é o pior, ninguém nunca me tratou assim na cama.
Bom, espero que isso se repita, anda, se troca, toma um banho, sei lá, não vá que sua mãe ou suas irmãs apareçam.
Levantei, fui pro chuveiro, enquanto me ensaboava, quando passei sabão no cu notei que um pouco de sangue manchou minha mão, o selvagem do meu padrasto tinha rasgado meu cu, fiquei nervosa porque sentia que meu cu tava como um buraco enorme.
Sou uma garota de 25 anos, casada, gostosa, com uns peitões grandes, já que uso 40B de sutiã, e uma bunda grande e empinada. Tenho cerca de 1,57m e sou alvo de vários cantadas dos homens. Sou casada e tenho um filho, sou da República Dominicana e sou morena, meu nome é Luz.
Minha mãe mora no interior e de vez em quando vou visitá-la. Ela mora com meu padrasto, um homem de 54 anos, 1,82m de altura, forte, bigodudo e que no meu país chamariam de um macho parrudo. Conheço ele há 13 anos e, verdade seja dita, ele me viu crescer e me transformar numa mulher.
Outro dia fui visitar minha mãe e, num desses dias, ela saiu bem cedo e eu fiquei aparentemente sozinha na casa dela. Era bem cedo, fazia muito calor, então eu tinha vestido uma cueca boxer pra dormir, ou seja, um shortinho bem pequeno, que batia no meio da minha bunda, justinho, bem colado, e um top, uma regatinha curta e apertada que só cobria meus peitos. Tava dormindo quando, de repente, senti umas mãos abrindo minha bunda e comecei a sentir uma coisa grande, dura e grossa passando entre elas. Meio sonolenta, coloquei a mão no que tinha sentido e toquei num pau enorme. Abri os olhos, virei o rosto e vi que era meu padrasto, me apalpando.
Tentei escapar do assédio dele, mas grande foi minha surpresa quando, ao olhar pro que tinha tocado, vi um pau de uns 23 cm, grosso igual um cano de papel higiênico. Nunca tinha visto algo assim. Não consegui reagir, e ele se jogou em cima de mim, enfiou a mão entre minhas pernas enquanto com a outra segurava minha cabeça e começou a me beijar. Eu ainda tava chocada, e aproveitando disso, ele guiou minha mão pro pau dele, que eu não conseguia cobrir com a mão fechada.
Além disso, as bolas dele eram enormes e Pareciam dois cocos, os dedos dele percorriam minha buceta por cima da cueca e eu começava a ficar excitada, sem poder fazer nada. A verdade é que nunca imaginei que algo assim fosse acontecer com meu padrasto.
— Agora você vai ser minha mulher, igual sua mãe. Faz anos que quero te pegar e enterrar minha pica em você — ele disse.
Dito isso, ele me segurou e começou a tirar minha cueca enquanto levantava minha blusa. Meus peitos ficaram à mercê dele, que começou a beijar e chupar. Depois, ele baixou minha calcinha. Naquele momento, eu já estava excitada e só comecei a gemer de prazer.
Eu mesma, enquanto ele me beijava, terminei de tirar a cueca e a calcinha, e com minhas mãos acariciava o pau enorme dele.
— Continua, minha cachorrinha. Vamos, quero que você abra as pernas pra eu comer essa buceta.
— Sim, papai, devora minha buceta — eu disse.
Ele começou a devorar minha buceta com tanta força que eu sentia ele sugando todos os meus sucos.
— Ah, ai, continua, ah — eu dizia enquanto segurava os cabelos dele.
— Vem, quero deitar e você vira pra continuar comendo essa bucetona que você tem e chupar minha pica.
Eu me coloquei por cima dele, dando o cu, enquanto começava a chupar o pauzão dele, que não cabia na minha boca. Só consegui enfiar a cabeçona com muito esforço, o que me deu uma sensação de náusea de tão grande que era. Sentia ele abrindo minhas nádegas e a língua enorme dele percorrendo minha buceta, meu clitóris e minhas nádegas, que estavam molhadas com a saliva dele. Os dedos dele começaram a se enterrar dentro da minha buceta, e eu estava chegando ao clímax do prazer. Gemia como nunca enquanto passava minha língua ao longo dos 23 cm dele e chupava as bolas.
— Ahhh… continua, minha puta, vou fazer de você minha mulher, como nem seu marido te fez sentir.
— Vem, rabuda, quero que você fique de puta pra eu te enfiar.
Eu fiquei de quatro, e ele passou o pau dele por toda a minha buceta antes de começar a meter.
— ahhh… ai…
O pauzão dele abria caminho pela minha buceta, que mal tinha provado um pinto de 14 cm e parecia virgem ao lado daquilo. sentir como entrava aos poucos a pica do meu padrasto.
Ele segurava minha bunda e eu mordia os lençóis, cada vez mais ele metia com mais força.
-Ai… chega, tá doendo, ai…
-Não, puta, vou arrebentar sua buceta com minha pica, cala a boca que os vizinhos podem te ouvir.
-Auuu - eu gritava enquanto apertava as coxas e virava o rosto olhando pra ele.
-Isso, me olha, puta, enquanto eu destruo essa buceta.
Enquanto ele fodia minha buceta, eu sentia mais prazer do que dor, até que só sentia uma mistura de dor e prazer, a pica do meu padrasto tinha conseguido me excitar como nunca e eu sentia que gozava como um cano aberto.
Continua, papai, ai, que grande você tem, me deixa louca, agora entendo como minha mãe gritava de noite.Meu padrasto continuava furando minha buceta.
— Vem, amor, deixa eu deitar pra você subir em cima de mim e sozinha enfiar meu pintão pra eu poder chupar esses peitões que você tem enquanto continuo enterrando meu bananaço.
Ele deitou e eu sentei em cima dele, encaixei o pau dele na direção da minha buceta e comecei a subir e descer nos 23 cm dele enquanto ele chupava e apertava meus peitos.
— Ai, papai, que pinto gostoso — comecei a beijá-lo com paixão e com a bunda bem empinada cavalgava nele, naquele momento tava completamente louca, até passava meus peitões no rosto dele enquanto ele abria minhas nádegas ao me penetrar e os dedos dele acariciavam meu cu.
Sentia como o pau enorme dele já tinha se encaixado na minha buceta e de vez em quando as bolas enormes batiam na minha vulva.
— Assim, gostosa, quero que você goze dentro de mim, mexe essa bundona, você é uma puta.
O bananaço do meu padrasto deslizava dentro de mim, enquanto ele chupava meus peitos com força e eu gemia igual uma louca.
— Aiiii...
— Cala a boca, minha rabuda, não grita tanto, as vizinhas vão te ouvir. Diz que você gosta do meu pintão, que você fica louca...
— Ah, eu gosto, enfia em mim... continua!
— Vem, sai, quero que você deite de lado com a bunda virada pro meu pau.
Eu deitei de lado, ele fez eu juntar minhas pernas e apontou o picaço dele pra minha buceta, depois de passar ele todo por ela, enfiou de novo.
— Isso, puta, que buceta gostosa, que peitões gostosos, você é minha mulher igual sua mãe, mas você é a melhor.
Meu padrasto furava minha buceta como ninguém nunca tinha feito, eu tava no auge, não queria que aquele momento acabasse.
— Ahhh, vou gozar, você sozinha entra e sai do meu pau, vamos, mexe essa bundona...
— Mmmm vamos, papai, goza, enche minha buceta com seu leite...
Nisso, senti que meu padrasto estourou e o leite dele começou a me encher todinha, era quentinha e abundante.
- Toma minha porra, toda essa porra é tua.
Ele tirou o pau e com o que escorria passou nas minhas nádegas e nos lábios da minha buceta enquanto fez eu virar o rosto e enfiou a língua na minha boca.
Imediatamente ele se levantou da cama e foi pro banheiro, eu estava com a buceta vermelha e pulsando de dor, e sentia ela mais aberta, pensava também que o que tinha feito era errado, mas ele tinha me levado ao céu.
Continuei deitada quando, uns 15 minutos depois, meu padrasto apareceu com o pau duro de novo, parecia um pepino de tão grande e grosso. Fiquei surpresa, porque achei que ele tinha se satisfeito, mas ele se aproximou de mim, puxou minhas pernas pra borda da cama, levantou minhas pernas pros ombros dele e, sem dizer nada, enterrou de novo a pica enorme na minha buceta.
- Ahhh, chega, ayyy, você é uma besta, um selvagem…
- Isso, grita, continua, enquanto meu pauzão come essa bucetona que você tem, vou te foder até não aguentar mais.
- Ayyy - eu gritava enquanto sentia minha buceta começar a molhar de novo e sentia o pau dele apertando minha buceta e minha vagina.
Sentia que o pau dele agora entrava quase completamente e as bolas batiam nas laterais da minha bunda.-Vem, me abraça que vou te levantar.
Ajeitou minhas pernas entre os braços dele, me levantou e com o pau enfiado na minha buceta e abraçando ele, continuou me penetrando enquanto me carregava.
Meus peitos balançavam no peito dele e ele me beijava com a língua enorme na minha boquinha, fazendo eu não gritar muito. Ele estava suadinho igual a mim…
-Me fala que você gosta, humm, que peitões que você tem, você é uma gostosa, minha princesa, pensar que te vi crescer e agora você é minha mulher.
-Que grande que você tem… me faz sentir bem, mulher… continua, mesmo que me faça chorar…
O entra e sai do pau dele da minha buceta fazia um barulho igual quando a gente esfrega a roupa lavando, eu estava molhadíssima.
Depois ele me abaixou e me fez deitar na mesa de engenheiro dele, enquanto se abaixou, abriu minhas pernas e a língua enorme dele começou a percorrer minhas partes.
-Sim, devora minha buceta, que delícia… você é o melhor… continua, papai, minha buceta agora é só sua, sou sua mulherzinha…
-Sempre sonhei em te fazer minha mulher, chupar esses peitões, essa rabuda que você tem, te beijar e meter meu picaço, você me enlouquece, te desejo, vou te fazer amor até você me deixar sem uma gota de porra.
-Sim, papai, sou sua, nunca vi um pau igual ao seu, é enorme, no começo pensei que não ia entrar, mas agora, mesmo doendo, eu gosto, quero que você meta.
Imediatamente ele se levantou, abriu minhas nádegas enquanto eu ainda estava deitada na mesa dele e começou a meter o pau na minha buceta.
-Assim, meu amor, quero sentir ele dentro de mim, me enche com sua porra toda…
Enquanto me penetrava, começou a apertar meus peitos com as mãos e minha bunda tremia quando o pau dele entrava dentro de mim.
-Humm, mamãe, queria meter no seu cu, você tem um cuzinho pequeno, quero arrebentar essa bunda, bebê.
-Não, você ia me machucar, você tem ele muito grande.
Meu padrasto mexia o pênis enorme dele dentro de mim e eu morria. de prazer, nisso ele me fez subir na cama, me ajoelhar na beirada e me puxou, agarrou meus peitos e colocou o picaço dele entre eles e apertou, passava a cabecinha dele como de cogumelo pela minha boca, por todo o meu rosto e fazia eu chupar, mal entrava a cabeça dele na minha boca.
-Vamos, putinha, cospe saliva e limpa ele com sua boquinha.
Eu cuspi saliva e um fio dela ligava minha boca com a cabecinha do pau dele e depois com minha língua limpei o pau dele. Uma e outra vez ele fez o mesmo.
-Minha cachorrinha, fica de quatro, quero te furar de novo.
Imediatamente me coloquei na posição de cachorrinho e ele se abaixou e começou a chupar minha buceta e ainda passava a linguona dele pelo meu cu.
-Ahhh, que gostoso, bebê, continua…
Meu padrasto fazia vibrar todo o meu corpo, sentia que ele devorava toda a minha buceta e meu cu, nisso ele se levantou e foi até a cômoda, pegou um vidrinho com um creme, passou bastante na mão dele.
-Minha cachorrinha, vou passar esse creminho no seu cu.
-O que você vai fazer, bebê?
-Já vai ver, vamos nesse cu.
Senti ele passando o creme no meu cu e os dedos dele aos poucos se abrindo caminho lá dentro, verdade, era muito gostoso.
Virei para ver o que ele fazia e vi ele passando o creme no pau, não deu tempo de reagir, ele apontou o pau para o meu cu e foi enfiando.
-Ai!!! no cu não, papai!
-Eu te disse que você seria minha mulher por completo, vou arrebentar essa raba que você tem.
O pau enorme dele se abria caminho pelo meu cu, sentia que ia desmaiar.
-Que raba gostosa, aguenta, gatinha, já entrou uns 10 cm.
-Ai! você me destrói!
-Vamos, putinha, quero que você passe os dedos na sua buceta enquanto eu te parto ao meio, mas que raba gostosa, que cuzinho gostoso você tem, cada vez me excita mais…
Passei meus dedos pela minha buceta e ao mesmo tempo tocava o pau dele que estava escorregadio e sentia como aquele picaço me abria o cu.
-Que buraco gostoso, seu cu me deixa louco, você é uma delícia, que sorte a do idiota do seu Marido, se soubesse que eu tô arrombando essa buceta e agora você é minha mulher e tá chupando meu piruzão, ai gostosa, quero gozar dentro, vamos, mexe essa raba.
Como pude, quase chorando, comecei a fazer movimentos circulares em volta do pau dele e de repente senti um jorrinho de porra quente enchendo meu cu.
Ele tirou o pau e começou a passar nas minhas nádegas e usa a palavra: buceta.
— Ai bebê, que porra gostosa, você fez meu cu ficar doendo.
— Vem, quero que você termine de limpar minha pica, vamos, chupa.
De um puxão ele colocou minha cara perto do pau dele e me puxou pra chupar.
— Isso, assim, putinha, você é uma deusa, quem diria, tantas vezes quando você vinha visitar eu me masturbava pensando em te pegar e agora até arrombei seu cu.
— Para, não sei o que fiz, me sinto mal, nunca pensei que podia fazer uma coisa dessas.
Imediatamente ele me beijou e depois disse:
— Me diz, você gostou?
— Isso não importa, o que importa é que me sinto péssima e ainda por cima minha buceta e meu cu tão doendo, você é um selvagem!
— Hahaha, mas então você gostou, notei que você gozou umas nove vezes…
— Para, isso é o pior, ninguém nunca me tratou assim na cama.
Bom, espero que isso se repita, anda, se troca, toma um banho, sei lá, não vá que sua mãe ou suas irmãs apareçam.
Levantei, fui pro chuveiro, enquanto me ensaboava, quando passei sabão no cu notei que um pouco de sangue manchou minha mão, o selvagem do meu padrasto tinha rasgado meu cu, fiquei nervosa porque sentia que meu cu tava como um buraco enorme.
1 comentários - Meu padrasto me faz sua mulher