Olá, queridos amigos e amigas do poringa.net. Valeu pra caralho, meus leitores, pelas mensagens que me incentivam a continuar contando minhas histórias.
Como sempre peço pra vocês.
l
l
v
Bom, sem mais enrolação, vamos começar.Tudo começou há dez anos atrás.
Minha ex-parceira e eu decidimos morar juntos.
Depois de alguns meses,
Recebemos a visita da irmã dela e da sobrinha.
Ivana é a irmã da minha parceira e trouxe uma notÃcia que nos surpreendeu.
Ela e o marido, por motivos de trabalho, precisavam viajar para a ProvÃncia de San Juan.
Parece que iam se mudar pra lá.
Mas não sabiam se a Flor ia se adaptar.
Já que ela era bem rebelde.
Isso tava causando problemas e discussões na famÃlia.
Mas como era meio do ano, não queriam que a Flor perdesse o ano escolar.
A decisão foi ir testar a sorte e, se tudo estivesse bem,
Depois convencer a pequena a se mudar pra lá.
Minha parceira aceitou ajudar a irmã, afinal seriam só alguns meses.
Tia e sobrinha sempre se deram muito bem.
Três semanas depois, a pequena Flor se mudou pra morar com a gente.
Tudo ia de maravilha.
Nós três nos dávamos muito bem.
Mesmo a menina sendo meio rebelde e mimada.
Às vezes, eu e minha parceira nos sentÃamos sozinhos, já que a Flor passava muito tempo no quarto dela.
Com música e computador.
Nos dando aquela intimidade de casal que a gente precisava.
Na hora do sexo, a gente se adaptou à noite, transávamos quietos e devagar.
Preocupados pra visita não ouvir nada.
Já que os quartos eram colados um no outro e as paredes eram finas.
Pra foder do jeito que a gente gostava, a gente aproveitava os momentos em que ela não estava.
Ou minha parceira ia pro meu ateliê.
Não era fácil, mas a gente se acostumou com o tempo.
O comportamento da pequena Flor era muito bom.
A gente tentava deixá-la confortável e dar todos os gostos.
Ela se sentia confortável e segura comigo.
Tenho experiência com novinhas, mas com ela queria manter uma certa distância.
Pra não ter problemas com minha parceira.
O que posso dizer, a garota era uma gostosa.
Alimentava todos os meus fetiches e fazia de propósito.
Ver ela com o uniforme da escola... Escola era de tirar o fôlego.
Dava pra ver que era bem desenvolvida.
Uma gostosa de dar gosto.
Mas eu continuava com meu espÃrito firme em não cair em tentação. Mas a cada vez ficava mais difÃcil. Tenho que admitir.
Ela brincava de se mostrar e chamar minha atenção.
À noite, ela sempre dava um jeito de eu vê-la e provocar minha maldade.
Antes de eu ir dormir.
Passava pelo quarto dela pra desligar a TV, que ela sempre deixava ligada no último volume.
Eu não entendia como alguém conseguia dormir com tanto barulho.
Não tinha outro jeito, já que, querendo ou não, eu tinha que passar por ali pra chegar no nosso quarto.
A mina dormia com a porta aberta.
Eu me deparava com a mina deitada e profundamente adormecida, de frente pra televisão.
Ver ela de lingerie me enlouquecia.
Procurando o controle remoto perto do corpo gostoso dela, tentando não encostar.
Ver ela assim era desconfortável pra mim. Tinha na minha frente aquela bunda linda com a tanga bem enfiada.
Me fazia delirar de tesão ao ver tanta beleza delicada, acompanhada do perfume dela.
Tudo isso deixava meu pau duro.
Depois de contemplar um pouco.
Desligava a TV e cobria ela, ia dormir todo duro.
Mas ao mesmo tempo pensando se essa mina não fazia de propósito.
Depois pensava que estava sendo um velho safado, me afastava dessa mina.
Prometi pra minha parceira sossegar e ia cumprir.
Com o tesão que a menina me causava.
Depois aproveitava pra foder com minha parceira.
Fazia o menor barulho possÃvel pra ela não acordar.
O foda era quando minha parceira trabalhava de noite às vezes.
Ficava duro até o dia seguinte.
Ela era toda meiguice e mostrava isso sempre que podia.
Me deixando nervoso com tanta doçura.
CarÃcias e muitos beijos da pequena.
Me fazia suar e ter ereções visÃveis, óbvio.
Ela não sabia da confusão que me causava, ou talvez soubesse.
Minha promessa corria perigo toda vez que eu via ela com aquelas calças tão justas.
E com aquelas camisetas que pareciam pintura na pele.
Uma noite como tantas, ela foi comigo levar a tia dela pro trabalho.
Ela entrava às dez, então fomos junto.
Nos despedimos e voltamos pra casa.
No caminho, ela começou a conversar.
Flor: Tio, ainda tô surpresa, não sei se a tia te contou.
Minha amiga Carina foi expulsa do colégio.
Eu: Não, não sabia.
Por que expulsaram ela, que merda ela fez?
Flor: A idiota engravidou e por isso expulsaram.
Imagina, colégio religioso, era óbvio que iam mandar ela embora.
Olha que falam de sexo e como se prevenir, e a burra se lascou toda, e agora vai perder o ano.
Se não arrumar uma escola que aceite ela, perde o ano.
O que você acha?
Eu: Não é... É um assunto complicado.
Mas fazer o quê, por fazer coisas que não devia.
É uma situação toda. Pobre menina e pobres pais.
Bom... espero que vocês e suas amigas aprendam a não pisar na bola igual ela.
Flor: hahaha Eu não... Eu nem louca, cara.
Nunca faria uma coisa dessas.
Meus pais me matam.
Chegamos em casa e fui lavar a louça.
Ela me perguntou se queria ajuda.
Mas falei que não, já tava terminando, e mandei ela ir dormir.
Bom, cara, até amanhã, ela disse, vou dormir então, e me deu um beijo na bochecha.
Como sempre, passei no quarto dela.
Desliguei a TV, mas claro, antes admirei o corpinho gostoso dela.
Pensei comigo: espero que você não seja tão burra quanto sua amiga.
Deitei e dormi na hora, profundamente.
Naquele dia, tava mais cansado do que nunca.
Umas 3 da manhã, ainda dormindo no escuro do quarto.
Senti o corpo da minha mina se esfregando em mim e a mão dela tocando minha pica.
Muito sonolento, não reagia, mas meu pau sim.
Eu: love, saiu mais cedo?
Por que não me chamou?
Ela: sim... sh... não fala. sh...
Já tô aqui... não se preocupa.
Ela pegou minha pica toda dura e começou a esfregar na buceta dela, toda molhada.
Era uma delÃcia sentir ela.
Isso foi me tirando aos poucos do sono profundo.
Minha pica entrava devagar.
Ela gemia baixinho enquanto meu pau ia entrando devagar.Meu pau comia ela suave como sempre, sem fazer barulho.
Eu: mmm... love, como eu gosto quando você vem quente...
mmm... Sua buceta é tão apertada que me faz delirar... mmm...
mmm... Que gostosa você tá hoje...
Ela: Shh... love... Alguém pode ouvir...
mmm... Se você gosta, love... mmm...
ai... mmm... a... a... a...
Me come assim, love, devagar...
Adoro te surpreender... ai...
Assim, caladinhos e sussurrando.
Consegui sentir quando ela gozou umas duas vezes, e eu gozei enchendo a buceta dela.
Abracei ela e continuei bombando até dormir de novo.
Pouco depois, deu sede. Acendi a luz e fiquei paralisado.
Um suor frio desceu pelas minhas costas.
Não conseguia acreditar, pensei que ainda tava dormindo.
Ver a garota semi nua na minha cama.
Que cheirava ao perfume da minha mulher.
Me deixou travado.
Fiquei em choque...Não conseguia parar de me culpar por um acidente desses.
Lembrando de tudo que aconteceu. Me sentia super culpado. Sem saber o que fazer.
Minha cabeça tava a mil.
Pensando no que tinha feito e falando sozinho.
Claro, por isso ela tava tão apertada e mais reclamona. Que garota filha da puta...
Como não percebi? Que idiota...
Mas imitava ela em tudo. Cheirava igual ela. Sussurrava igual ela.
As mesmas palavras e até se mexia igual ela.
Não... E ainda gozei dentro. Deus, que merda.
Que porra eu fiz?
Tem que ser um sonho, em que enrascada me meti e agora?
Saà do meu estado de besta e sacudi ela até acordar.
Eu: Que porra você tá fazendo aqui, garota.
Você é retardada, menina...?
Sabe na merda que eu tô metido por sua causa?
No que você tava pensando?
Como é que explico pra sua tia que sem querer eu te comi pensando que era ela?
Cê acha que ela vai acreditar?
E se acontecer alguma coisa com você?
Se sua tia não me matar, seus pais me matam.
É isso que você quer?
Flor: Ah... Tio, vou te explicar...
Não fica bravo, por favor...
Não, tio, não quero que você tenha problemas.
Eu te amo de verdade e desde que te vi, quis fazer isso com você.
Não conta pra tia, vai...
Juro que não conto pra ninguém...
Só transamos. Não aconteceu nada, certo?
Não se preocupa, não sou virgem.
Não ia me acontecer nada, fica tranquilo, confia em mim.
Eu: O problema não é eu ficar bravo ou não...
Você tem que entender, sou seu tio. Sou o parceiro da sua tia.
Um cara mais velho e você uma garota.
Não pode me amar, que isso?
Sou um idiota por não ter percebido.
Podia ter te machucado, entende?
Flor: Sim, eu sei, desculpa... Mas isso não significa que eu não possa te amar.
Não é sua culpa, fui eu que me meti na sua cama.
Eu escutava vocês atrás da porta muitas vezes.
Como transavam sussurrando pra eu não ouvir.
Eu imitava tudo que a tia falava, até aprendi a gemer igual ela.
Enquanto me masturbava ouvindo vocês.
Aguentei suas porradas mesmo doendo. pra você não perceber.
Não sou virgem, como já te falei, e minha mãe sabe.
Ela me levou na ginecologista. Por isso tomo pÃlula.
Tio, de verdade, tô falando, não sou uma otária igual minha amiga.
Cansei de enfiar os dedos pensando em você.
Você não tem culpa de nada.
Por isso aproveitei a escuridão pra você pensar que era ela.
Só peço desculpa... Fiz porque te amo...
Entende?
Eu: Não acredito. Que merda vai dar, garota.
O que quer que eu te diga?
Só peço que não fale nada e esqueça isso.
Vou pegar algo pra beber, quando voltar não quero te ver aqui, ok.
Fui pra cozinha tentando manter distância.
Peguei um suco da geladeira e coloquei no copo.
Flor: Tio, não fica bravo... Qual é... Me desculpa...
Mas se eu falasse que queria transar com você, você ia dizer que não.
Como assim "esquece"? O que cê quer dizer?
Não te agrado?
Eu: Não me enche o saco, garota.
Claro que eu ia dizer que não.
Isso não devia ter acontecido.
Melhor pra nós dois, esquece tudo, não quero problema com sua tia e muito menos com seus pais...
Vamos parar com isso, vai dormir, quer?
Flor: Não é que você não gosta...
É que não quer problema, é isso que cê tá me dizendo?
Vamos, tio... não seja ruim.
Sabe que não consigo esquecer isso.
Desafiadora, ficou na minha frente.
Passou a mão na minha perna direita de baixo pra cima, parando no volume da minha cueca.
Finalizando aquela ação dizendo:
Flor: Prometo me comportar, e fazer o que você pedir sem hesitar?.
Não fala que não gosta da minha ideia.
Olha como seu pau endurece nas minhas mãos.
Além disso, dessa vez quero ser eu mesma.
A garota me tinha nas mãos.
Talvez se eu dissesse não, piorasse as coisas.
Ficando na ponta dos pés.
Sem parar de tocar meu pau, que cada vez ficava mais duro.
Passou a mão no meu pescoço e aproximou os lábios dos meus.
Flor: Me beija... quero o que faltou na cama.
Quero que me faça sentir amada e não fingir que sou. Outra.
Me dando uns beijinhos, ela fez questão que eu a beijasse.
Toda a situação me deixou muito excitado e eu beijei ela com gosto.
Enquanto nos beijávamos, ela deslizou a mão pra dentro e pegou no meu pau com suavidade.
Não precisei falar nada nem fazer muito.
A mina tava determinada a alcançar o objetivo dela e não ia esquecer — nem me deixar esquecer — o que rolou.
Enquanto nos beijávamos, ela tava na dela enquanto eu apalpava o corpo todo dela.
Os primeiros gemidos dos dois começaram a aparecer.
Depois dos beijos bem quentes e das carÃcias por todo lado.
Ela mesma se abaixou e puxou meu pau pra fora.
Sem muita enrolação, começou a chupar ele.
Primeiro devagar, mas depois mais forte e fundo.
Os boquetes dela eram muito bons pra idade que tinha.
Ela me olhava, me vendo aproveitar. Como se buscasse meu prazer enquanto eu a segurava pelo cabelo ajudando ela.
Eu: mmm... Isso que te faltou, isso que você queria... Né, gata?
mmm.... Você é muito puta.... mmm....
Que bem você chupa, gostosa..... mmm...
Onde aprendeu isso?
Flor: mmm.... Sim, tio, seu pau é delicioso.... Sempre quis te provar...
Como te falei antes, não sou virgem.
Aprendi com meu ex. Um idiota, isso é outra coisa....mmm....
Mas a verdade.
Sempre quis que você, fosse quem usasse meu corpo, minha boca, pro seu prazer.
Me chame do que quiser, se quiser posso ser sua puta, o que você quiser, porque eu te amo de verdade.
Peguei ela pelos ombros e sentei ela na bancada.
Abri as pernas dela e chupei a buceta quente e encharcada dela.
Ao sentir minha lÃngua e minhas chupadas, ela começou a gemer e delirar de prazer.
Flor: Ai.... Sim... mmm....
Ufs.... Sim, que gostoso isso.... Meu Deus....
mmm....Sim..... Tio.... Me come... Me come..... mmm..... Assim....
A.... mmm.... Deus..... mmm.... Meu Deus.....A.... mmm... A....
Não.... Tio..... vou gozar...... não.... para... para... ai..... a..... a..... ufs.....
A puta já não gemia como sua tia, era ela ao natural.
As coisas que ela dizia eram terrÃveis. Daria um relato inteiro, a vagabunda.
Ela tava louca, era a primeira vez dela.
Ninguém nunca tinha chupado a bucetinha dela, e ela tava feliz por sentir uma sensação tão gostosa.
Flor: Isso foi incrÃvel.... mmm.... Deus.... foi muito gostoso como você comeu.....
Quero que você me foda, tio, preciso de você dentro de mim.
Dessa vez quero que você faça isso vendo que sou eu.
Quero que você me aproveite, mas sabendo que sou eu, sua amada sobrinha.
Peguei ela no colo e levei pro quarto.
No caminho, fui beijando e chupando os peitinhos deliciosos dela.
Já na cama, ela abriu as pernas.
Eu, com meu pau bem duro, brinquei um pouco com a ansiedade dela.
Passando ele pelos lábios da buceta dela.
Ansiosa, ela pedia.
Pra eu colocar.
Ela me lembrava o quanto me amava. Ao sentir ela, ficou louca.
Enfiei bem devagar. Sem pressa, como se fizesse ela saborear cada centÃmetro da pica.
Ela gemia baixinho no ritmo da penetração suave.
Chegando bem no fundo e depois tirando. Comecei a me mexer dentro dela.
Um vai e vem gostoso, com ritmo suave.
Ela curtia e, com gemidos, acompanhava meu movimento.
Não demorou muito pra me dar um orgasmo, e depois outro.
Era só gozo e prazer.
Chegou a hora de trocar de posição e deixar ela montar um pouco.
"Vem cá, sobe no tio..." falei.
Ela, feito uma boa menina, abriu as perninhas e, sozinha, foi se sentando em cima de mim.
Fazendo minha rola desaparecer dentro dela.
Eu: "Mmm... sim, como eu curto sua apertadinha, gata..."
"Você é tão apertada quanto sua tia... mmm."
"Por isso que nem percebi... filha da puta... mmm."
"Mmm... que justinho que entra... mmm."
"Mmm... isso, bem sentadinha, ótima menina, mmm..."
Flor: "Sim, tio, quero que você me peça pra sentar assim sempre..."
"Ah... mmm... sim... tio, ah... mmm..."
"Sinto muito mais assim..."
"Ah... ah... ah..."
"Mmm..."
O corpo delicado e perfeito dela se mexia enquanto se molhava.
Eu acariciava as bundas carnudas dela.
Até que ela me surpreendeu dizendo:
Flor: "Mmm... tio, você sabe fazer o Booty?"
"Minhas amigas falaram que dói muito no começo, é verdade?"
"Mas depois é muito gostoso e os homens adoram."
"É verdade, você gosta?"
Eu: "Tem certeza, gata...? Se dói, pelo que eu sei..."
"Eu sei como fazer, mas isso não quer dizer que não vá doer."
"Podemos tentar, se você quiser. Sua tia adora, mas doeu muito na primeira vez."
"Só tem que aguentar a dor."
Flor: "Sim, quero tentar... se você quiser."
"Minhas amigas me contaram sobre isso."
"Nossa... sou bem putinha, e você gosta disso, né?"
"Ok, respondi, vamos devagar. Mas se doer ou te machucar, me fala."
Não foi muito difÃcil me convencer.
Enquanto ela montava em mim.
Meus dedos começaram a explorar o cuzinho virgem dela.
Ela curtiu as massagens em cÃrculo e como ela passava o creme que ela mesma tirou da mesa de cabeceira.
Com a bunda dela bem lubrificada, meu dedo foi fazendo um pouco de pressão. Consegui enfiar a primeira falange do meu dedo médio.
O anel anal dela se abriu e pude sentir como ela apertava.
Falei pra ela relaxar.
Ela respondia com caretas de dor e uns gemidos.
Mas ao mesmo tempo queria mais.
Meu dedo continuou fazendo pressão, entrando um pouco mais.
Pra não causar mais dor, comecei a trabalhar comendo ela com ele.
Mesmo doendo, toda vez que perguntava se queria que parasse.
Ela respondia que não, que continuasse.
Só tirava meu dedo pra passar mais creme e voltava a começar de novo.
Vendo ela tão dolorida, dei um descanso.
Deitei ela de bruços e voltei a foder.
Enquanto comia ela, entre gemidos, ela dizia:
Flor: Tio, vai me foder o cu assim?
A... a... a... ufs... quanto prazer você me dá...
A... a... a... a...
Eu: Calma, minha princesa, só tô te fodendo pra descansar.
Não quero te machucar nem fazer você passar mal.
Eu aviso quando você estiver pronta.
Fodi ela assim por um bom tempo enquanto lubrificava bem a bunda dela. Voltei a meter um dedo e depois o outro sem parar de foder a buceta dela ao mesmo tempo.
Flor: Ai... Isso doeu pra caralho, tio... Ufs...
Ai... Ai... ui... como dói... ai...
Eu: Dói, viu? Se quiser, a gente para...
Te avisei... é doloroso...
Não precisa passar por isso se te causa dor.
São só meus dedos... quando eu meter meu pau, o que você vai fazer?
Flor: Sim... Eu sei que dói... Ai...
E... eu sinto a dor... ai...
Mas quero que você faça isso comigo...
Não tô nem aÃ... ai... ufs...
Não sou uma menina, sou uma mulher e vou te provar.
Vendo ela decidida e com o cu dilatado e bem lubrificado,
peguei ela pela cintura e coloquei de quatro.
Meti a cabeça do pau no pote de creme e de lá direto pras portas do cuzinho dela.
Meus dedos foram só um pouco de dor.
Era hora de ver se a vontade dela de ser como as amigas ia durar.
Mas quando enfiei um pouco do pau, a puta deu um grito de dor e deu um pulinho.
Flor: Ui... ui... ui... ai...
U... meu deus, vai rasgar... ai... vai rasgar... ai...
Que dor horrÃvel... ai...
Eu: Aguenta um pouco, já entrou a cabeça...
Shh... minha princesa, já vai passar... mmm...
Relaxa... mmm... você tá muito apertada...
Sem tirar, deixei ela quieta, pra depois me mexer devagar.
Eu: Tá doendo muito?
Relaxa que a dor passa.
Mas se não tiver pronta, a gente para...
Flor: Não, tio... Continua assim... Ai...
Mete no meu cu que eu aguento... Fode minha bunda...
Ai... deus... ai...
Diante da insistência dela, continuei com minha tarefa,
satisfazendo o capricho da garota.
Assim, meu pau chegou a entrar quase até a metade. A dor era demais pra ela.
Dava pra ver que ela tava sofrendo só por capricho.
As reclamações dela e as lágrimas me comoveram.
Ninguém mais do que eu queria meter tudo e arrebentar bem a bunda dela.
Mas era melhor não machucar ela.
Tirei ele da bunda dela e enfiei de novo na pussy.
Eu: Já chega... não quero te fazer sofrer mais.
Deixamos pra outro dia.
Já te dei o gosto de arrebentar teu cu.
Você não tem nada a provar.
Flor: Mas tio... sou uma mulher... quero que você me ame...
Não se preocupa... aguento mais um pouco...
Eu: Não preciso te machucar pra te amar...
Fica claro que eu te amo... Mas como tio...
Sei que é uma mulher, mas por hoje já deu.
Flor: Tá bom... Outro dia a gente tenta de novo...?
Quero fazer tudo que você me pedir, tio...
De verdade, quero...
A ternura dela me comoveu.
Virei ela e montei por cima.
Beijei ela e comi. Aproveitando a pussy dela toda molhada.
Aproveitei os orgasmos dela.
Eu: Já experimentou gozar na boca?
Porque adoraria gozar na sua boca, garota.
Flor: Não... meu ex sempre gozava na pussy...
Nunca chegamos a nada, mas se você gosta, eu faço...
Como eu disse, quero fazer tudo que você pedir.
Sem hesitar, fiquei do lado da cama e mandei ela ajoelhar.
Ela não duvidou e tava bem disposta a experimentar.
Começou a chupar.
Eu: Você chupava muito bem o pau. hummm... que prazer...
Como seu namorado não encheu sua boca de porra... hummm...
Flor: hahaha... Muito simples, tio...
Porque aprendi a chupar quando depois de foder.
Às vezes eu não gozava e, com tesão, chupava o pau dele até ele endurecer de novo...
Digamos que seu pau, além de ser o maior que já provei... é o único bem duro que coloquei na minha boca.
Enquanto ela mamava.
Comecei a ficar louco.
A sensação de explorar tava chegando.
Aquele formigamento subindo pelo meu porra.
Eu: mmm.... Já vem.... Vai sim.... Gostosa.... Não para não para....
mmm.... Isso vai mais isso já quase.... mmm...
Ah.... Sim.... ô.... Deus que prazer.... ô....
Engole tudo, gata.... Ufs.... mmm.... Sim.... Continua.... Ufs continua amor continua.... mmm....
Ela engoliu meu gozo. Eu estava em êxtase total.
Flor: mmm... cê gostou, tio... mmm...
Nunca pensei nisso... mmm...
Espero ter ganhado seu amor... hahaha...
Não é tão ruim quanto minhas amigas contavam... mmm...
Até que gostei do gosto...
A gente estava suado e com cheiro de sexo.
Não é algo que me incomode, mas não dava pra ficar assim.
De manhã, minha parceira chegava, e eu não queria levantar suspeitas.
A gente tomou banho, trocou os lençóis e foi dormir.
No quarto dela.
No dia seguinte, acordei e, enquanto tomava uns mates e me preparava pra ir trabalhar,
minha parceira chegou.
Como sempre, me contou sobre o dia de trabalho dela.
Mas eu só pensava na putinha da sobrinha dela.
Minha promessa de sossegar ficou no esquecimento.
E ainda mais quando minha doce sobrinha
fazia suas aparições noturnas.
Onde me dizia: "Tio, já que a tia tá trabalhando, posso dormir com você?
Quem pode resistir a um broto de mulher tão gostoso? Ela e eu ficamos mais que Ãntimos.
Isso, com o tempo, me trouxe muitas alegrias,
mas também alguns problemas.
Mas isso eu conto em outras histórias.
..........CONTINUA..........
PS: Bom, queridos leitores, espero que gostem da minha história.
Gostaria de saber o que acham: vocês teriam caÃdo na tentação?
O que fariam no meu lugar?
Bom, espero os comentários de vocês....
Até a Próxima........
Saudações a todos....
Maury-só-eu.
9 comentários - Como conto pra sua tia que te comi sem querer? Com fotos
gracias por tu comentario.