Minha mãe é morena, cabelo ondulado, olhos meio esverdeados, tem 1,60m. Ela é magrinha, tem uma bunda empinada e peitos como cocos. Já tem uma idade, mas mesmo assim é muito gostosa — tem 54 agora. Isso começou há bastante tempo. Eu era um moleque, mas já tinha idade suficiente pra saber de sexo. Vou resumir bastante.
Desde pequeno, sempre fiquei mostrando a pica disfarçadamente pra minha mãe e pra outras mulheres ao redor... é algo que me dá tesão. Eu ficava sozinho com minha mãe todas as tardes até meia-noite, só nós dois em casa. Comecei a tirar a pica disfarçadamente da calça do pijama enquanto a gente via TV no sofá do lado da minha mãe. Às vezes ela falava: "Para com isso, vai se machucar." Não batia punheta, mas ficava mexendo um pouco.
O tempo passou, a confiança com minha mãe aumentou muito, e eu já era mais velho. Minha mãe sempre foi meio liberal em tudo. Ela tinha 36 anos, eu tinha acabado de fazer 18... sim, ela me teve cedo. Já fazia um bom tempo que eu não tirava a pica nem nada enquanto a gente via TV, mas às vezes eu me trocava com a porta do quarto aberta pra ela me ver — ou melhor, minha mãe é do tipo que abre a porta de supetão sem avisar, então uma vez ela me pegou batendo punheta... algo que me irritava por ela não avisar, mas por outro lado eu gostava que ela me visse.
Minha mãe sempre fez esporte, vai pra academia, ou naquela época ela começou a jogar pádel. De manhã, ela saía vestida pra jogar pádel, com aquela saia típica de tenista, e por baixo usava um shortinho tipo legging. Mas outras vezes usava uma saia curta e por baixo só uma tanga, então dependendo de como ela se mexia ou se abaixava, dava pra ver a bunda. Isso me deixava louco, mesmo sendo minha mãe.
Naquela época, eu tinha namorada e tinha perdido a virgindade fazia pouco tempo, mas ainda não tinha feito sexo anal com ela, e era algo que eu queria experimentar, mas minha namorada não queria. Então, com mais razão, as bundas me deixavam doido, e minha mãe tinha uma raba. Uma noite, bem... depois de jantar com minha mãe, meu pai tava trabalhando. Lembro que a gente bebeu vinho, eu não tava muito acostumado e subiu rápido, e minha mãe também ficou alta. A parada é que a gente começou a falar de sexo e umas paradas meio tabu, não lembro por que a gente puxou o assunto, acho que por causa de algo que passou na TV. Eu lembro que falei pra ela que não era virgem. Mas que uma coisa que eu nunca tinha feito era anal, porque minha namorada não queria. Minha mãe explicou que era normal ela não querer, que dói, ainda mais na primeira vez. Minha mãe falou: "Eu gosto, mas seu pai não curte." Eu: "Com essa bunda, mãe." Ela começou a rir: "Eu tenho uma bunda boa?" Eu: "Sim." Mãe: "Você fica olhando a bunda da sua mãe?" Eu: "Bom... às vezes." Mãe: "hahaha." Ela levantou do sofá e falou que tinha que ir no banheiro. Quando voltou, disse: "Então eu tenho uma bunda boa?" Eu: "Sim, mãe." Ela tava com o rosto corado e uma risadinha, o vinho já tava batendo. Ela virou de costas pra mim, se inclinou, levantou um pouco a saia e me deixou ver a bunda dela, tava de fio dental branco. Fiquei sem palavras, me deixou com muito tesão e na hora subiu. Peguei o copo de vinho e tomei um gole. Sei lá por que fiquei meio nervoso. Fui um instante no banheiro, cheguei perto do vaso e tirei a pica pra fora, não queria mijar. Tava com a pica duríssima, a cabecinha apareceu. Tava com vontade de bater uma, mas segurei a pica, coloquei ela pro lado da calça, tava marcando. Dei descarga, lavei as mãos e saí do banheiro. Quando cheguei na sala, minha mãe tava bebendo vinho sentada no sofá, passei na frente dela e sentei do lado. Me recostei pra trás e peguei o controle da TV. Minha mãe tava do meu lado esquerdo, junto de mim, olhei as pernas dela, a saia tava um pouco acima do joelho. Uma saia lilás normal e uma camiseta branca. Minha mãe se inclinou pra frente pra deixar o copo de vinho na mesinha. E quando se endireitou, encostou no meu joelho, passou a mão um pouco pela minha coxa e tirou antes de chegar no volume que eu tava fazendo. Pau dentro da calça. Mãe: com isso é normal sua namorada não querer. Eu: o quê? Minha mãe pegou a calça pelo bolso e puxou pra baixo, fazendo meu pau ficar mais marcado. Mãe: gorda você tem ela, haha. Eu: que nada, é a calça, mãe. Minha mãe ficou rindo. Dava pra ver que ela já tinha bebido demais. Eu tava de boa, mas não tanto quanto ela. Tava meio nervoso, por um lado queria tirar o pau pra fora, mas não tinha coragem. Fiquei mudando os canais da TV. Olhei a hora e falei que ainda era cedo. Mãe: sim, ainda falta muito pro seu pai chegar. Minha mãe encostou de novo no meu joelho, passou a mão e falou: coloca o pijama que vai ficar mais confortável. Falei que ela tinha razão. Levantei e fui me trocar. Não coloquei cueca, não tava com o pau duro, mas meio mole e dava pra ver alguma coisa. Meu pijama era de verão, um short cinza bem folgado. Cheguei na sala e minha mãe não tava. Ela apareceu de repente, tinha ido na cozinha pegar mais vinho. Eu: pensei que você também tinha ido colocar o pijama. Mãe: não, mas você tem razão. Eu sentei no sofá. Minha mãe apareceu logo depois com uma camisola azul celeste, nada provocante, toda opaca, que batia bem embaixo da bunda. Sentou do meu lado. A camisola subiu bastante, mas não dava pra ver nada. Ela encostou de novo no meu joelho e falou: agora você tá mais confortável. Eu concordei. Mãe: e mais relaxado pelo que vejo, hahaha. Se referindo a eu não estar mais com o pau duro. Eu: era a calça, mãe. Mãe: tá, tá, não me engana. Eu: bom, tanto faz, o que eu coloco na TV? Mãe: o que você quiser, vamos ver o que você coloca, que você tinha ficado duro mesmo, hahaha. Eu não falei nada. Mãe: e por que tava assim antes? Meu coração acelerou com essa pergunta. Ia mentir, mas falei a verdade. Eu: quando você levantou a saia. Mãe: você ficou de pau duro com a minha bunda? Eu: sim. Minha mãe caiu na risada. A verdade é que me senti envergonhado. Quando a risada passou, ela falou: eu também fiquei meio bobinha com o que você fez. marcava kkkkk. Eu ao ouvir isso, uff, fiquei com muito tesão. E pensei: mas era a calça que fazia marcar mais, agora com o pijama já não marca como antes. Minha mãe pegou o vinho, serviu e bebeu. Deixou o copo de novo na mesinha e se levantou. Ela se virou pra mim, enquanto eu estava recostado pra trás. Minha mãe estava com as bochechas vermelhas e a ponta do nariz também, tinha um sorrisinho de que o vinho estava alegrando ela. Mãe: Então era só a calça? Eu: sim. Mãe: E minha bunda te deixou contente, né? Minha mãe se virou de costas pra mim, levantou a camisola e eu vi de novo aquela bunda com a tanga branca, ela se inclinou um pouco pra ficar mais empinada. Bufff, gostei pra caralho. Minha mãe se endireitou, se virou pra mim e me olhou. Mãe: você gosta? Eu: sim, você tem uma bunda bonita, mãe. Minha mãe mordeu o lábio inferior. E me disse: disso nem uma palavra pra ninguém, e menos pro seu pai. Eu fiquei surpreso, não sabia o que significava aquilo. Não era a primeira vez que eu via ela de tanga. Mas como ela já estava com uns copos a mais, não dei importância. Logo entendi. Minha mãe se virou de novo de costas pra mim, se inclinou um pouco e levantou a camisola. De novo aquela bunda... dava pra ver a tanga branca. O pau já tava começando a endurecer só de olhar a bunda da minha mãe de novo. Quando de repente minha mãe repete: disso nem uma palavra pra ninguém. Eu: fica tranquila, mãe. E nesse exato momento minha mãe começou a abaixar a tanga, deixou ela bem debaixo da bunda, mas o suficiente, com a inclinação dela, pra eu ver a entradinha da buceta e o cuzinho. Não tinha nenhum pelo. E a buceta dela tinha uns lábios gordinhos e uma pequena abertura, o cuzinho parecia bem apertadinho, pra ser sincero. Não sei quanto tempo ela ficou assim, provavelmente uns segundos, mas pra mim pareceu uma eternidade. Logo ela subiu a tanga. Se endireitou e sentou do meu lado. Mãe: Agora sim você viu a bunda. Eu: só a bunda? Mãe: kkkkk bom, você gostou? Eu: muito. Eu segurei o pau por cima da calça. E Mãe olhou. Mãe: já vi kkkk. Eu tava muito tarado e não aguentava mais. Aí me levantei. Minha mãe: vai me mostrar a bunda agora? Kkkk. Eu: não, a bunda não. Virei pra ela, baixei a calça, meu pau tava duríssimo. A calça caiu até meus pés. Minha mãe: gorda que ela é. Eu: sei não, mãe. Mãe: sim, tem uma cabeçona kkkk então sua namorada não quer. Eu sentei do lado dela, afastei a calça e fiquei com o pau de fora. Peguei no meu pau. Mãe: já não é mais um menino. Começou a falar de sexo e coisas que fazia quando era novinha. Coisas que me surpreenderam ela contar, não parava de falar, mas eu tava nem aí, tava do lado da minha mãe com o pau na mão e ela não ligava. Sei que era o álcool que ela tinha bebido, mas me dava um tesão danado ela me ver. Num momento de tesão, peguei no pulso dela e falei: quer tocar? Minha mãe: kkkk melhor não. Eu: como quiser. Ela começou a dizer que fazia punheta no carro pro meu pai e não sei mais o quê. Peguei a mão dela de novo, mas sem falar nada, coloquei nas minhas bolas, ela automaticamente começou a massagear. A mão dela era muito macia e quentinha. Eu: que mão quente, mãe. Mãe: é. Tirou a mão e pegou o copo, bebeu mais vinho, pedi pra ela passar o meu e bebi também. Eu: mãe, me mostra a bunda de novo? Mãe: umm. Ela se levantou de costas pra mim, pensei que ia levantar a camisola. Mas primeiro abaixou a calcinha e depois se inclinou. Eu: que rabo... Minha mãe abaixou a calcinha até cair nos pés. Eu já tava perdido de tesão. Minha mãe se endireitou e com os pés tirou a calcinha e jogou pro lado. Mãe: não fala nada disso pro seu pai. Eu: não, mãe. De costas pra mim, ela se inclinou, mas dessa vez segurou a bunda com as mãos e abriu as nádegas. Agora sim eu vi bem a buceta dela. Eu já nem pensava que era minha mãe de tanto tesão. E soltei uma barbaridade. Eu: tá pra foder. Mãe: e pra ser fodida. Me levantei e, sem pedir permissão, coloquei a mão na bunda dela e acariciei: que rabão. Minha mãe se endireitou e virou pra mim, estava vermelha. Mãe: que calor. Eu só queria aquela bunda. Eu: posso tocar na sua bunda? Mãe: se já fez isso, hahaha. Eu: um pouco mais. Mãe: espera, filho, que tô com sede, pegou o copo de vinho que tinha pouco mais de um dedo e bebeu. Olhou o relógio: tomara que seu pai não chegue e te pegue assim com tudo de fora. Eu: ainda falta muito, mãe, pra ele chegar. Ela se virou, levantou a camisola, coloquei a mão e acariciei a nádega, fiquei bem atrás dela e com as duas mãos agarrei a bunda dela. Eu: que bunda, fiquei afastado pra trás pra minha pica não encostar nela. Mas me aproximei e coloquei a pica roçando na bunda dela, minha mãe não falava nada. Peguei a pica, coloquei entre as pernas dela, minha pica bateu na buceta dela. Eu: você tá pronta pra ser comida. Me aproximei dela, agarrando pela cintura, e falei quase no ouvido, enquanto tinha minha pica entre as pernas dela. Eu: meto na sua bunda? Mãe: que que cê tá falando? Eu: você quer? Minha mãe não disse nada, eu me afastei dela e virei pro sofá. Falei: se apoia no sofá. Ela não entendeu direito, e se ajoelhou no sofá e se inclinou pra frente, apoiando nos cotovelos. Eu não falei nada, mas entendi como um convite. Era minha mãe... mas aquela bunda, aquela bucetinha era irresistível aos 36 anos dela. Toda bem depiladinha. Os lábios da bucetinha gordinhos, dava pra ver uma bucetinha apertadinha, o cu pouco aberto. Deu vontade de enfiar naquela buceta, mas era minha mãe e me dava um pouco de vergonha. Mas a bunda não me dava vergonha, e eu queria enfiar nela. Agarrei a bunda dela e coloquei a ponta da pica na entrada, forcei um pouco, mas minha mãe se jogou pra frente. E falou: passa lubrificante. Ela mandou eu ir na mesinha de cabeceira do quarto dela, na última gaveta. Fui e tinha um pote de vaselina líquida ou algo assim pra anal. Quando fechei a gaveta e me virei, minha mãe entrava pela porta. Mãe: pegou? Eu: sim. Mãe: vamos, vai. Só entre nós, vê se tu gosta. Minha mãe tirou a camisola. Mãe: Como você quer que eu vista?. Ela deu uma risadinha por causa do vinho que tinha tomado. Eu: Sei lá, como você quiser. Mãe: Vamos ver, vamos testar assim. Pegou uma almofada grande de cima da cama, jogou no chão ao lado da cama. E se ajoelhou na almofada, jogando o corpo dela em cima da cama. A bunda dela ficou na beirada da cama. Mãe: Fica bom assim pra você?. Eu: Acho que sim. Fiquei atrás dela, a bunda dela ficava um pouco mais baixa que meu pau, mas tava de boa, só tinha que apontar o pau um pouco pra baixo. Passei vaselina no meu pau e passei um pouco na bunda da minha mãe. Mãe: Só no cu, hein... não se empolga. Eu: Sim, mãe. Enfiei o pau e apertei, entrou a parte mais difícil, que era a cabeça. Mãe: Devagar. Fui descendo devagar, enfiando o pau inteiro no cu dela. Ela começou a gemer. Meti o pau todo e depois tirei de uma vez. Enfiei de novo e meti de uma vez. Ela gemeu. E aí comecei a meter e tirar... cada vez mais rápido. Esqueci que era minha mãe. Não demorei pra gozar. Fiquei igual um cachorro quando fode as cadelas, que ficam presos. Esvaziei bem as bolas e depois tirei o pau. Não falei nada, e fui embora. Entrei no banheiro, limpei o pau. Ainda tava limpo, pra falar a verdade. Lavei as mãos e o rosto. E fiquei pensando no que tinha feito e no que tinha acontecido. Fui pro meu quarto e me joguei na cama. Fiquei pensando e acabei dormindo. Acordei de manhã cedo. Não tinha certeza se o que vivi foi real ou só um sonho. Saí do quarto e fui tomar banho. Depois tomei café, meus pais estavam normais. Minha mãe não falou nada e agiu normal. À tarde, quando meu pai foi trabalhar. Minha mãe me perguntou se eu tava bem. Eu disse que sim. E foi aí que ela tirou minhas dúvidas. Continua...
Desde pequeno, sempre fiquei mostrando a pica disfarçadamente pra minha mãe e pra outras mulheres ao redor... é algo que me dá tesão. Eu ficava sozinho com minha mãe todas as tardes até meia-noite, só nós dois em casa. Comecei a tirar a pica disfarçadamente da calça do pijama enquanto a gente via TV no sofá do lado da minha mãe. Às vezes ela falava: "Para com isso, vai se machucar." Não batia punheta, mas ficava mexendo um pouco.
O tempo passou, a confiança com minha mãe aumentou muito, e eu já era mais velho. Minha mãe sempre foi meio liberal em tudo. Ela tinha 36 anos, eu tinha acabado de fazer 18... sim, ela me teve cedo. Já fazia um bom tempo que eu não tirava a pica nem nada enquanto a gente via TV, mas às vezes eu me trocava com a porta do quarto aberta pra ela me ver — ou melhor, minha mãe é do tipo que abre a porta de supetão sem avisar, então uma vez ela me pegou batendo punheta... algo que me irritava por ela não avisar, mas por outro lado eu gostava que ela me visse.
Minha mãe sempre fez esporte, vai pra academia, ou naquela época ela começou a jogar pádel. De manhã, ela saía vestida pra jogar pádel, com aquela saia típica de tenista, e por baixo usava um shortinho tipo legging. Mas outras vezes usava uma saia curta e por baixo só uma tanga, então dependendo de como ela se mexia ou se abaixava, dava pra ver a bunda. Isso me deixava louco, mesmo sendo minha mãe.
Naquela época, eu tinha namorada e tinha perdido a virgindade fazia pouco tempo, mas ainda não tinha feito sexo anal com ela, e era algo que eu queria experimentar, mas minha namorada não queria. Então, com mais razão, as bundas me deixavam doido, e minha mãe tinha uma raba. Uma noite, bem... depois de jantar com minha mãe, meu pai tava trabalhando. Lembro que a gente bebeu vinho, eu não tava muito acostumado e subiu rápido, e minha mãe também ficou alta. A parada é que a gente começou a falar de sexo e umas paradas meio tabu, não lembro por que a gente puxou o assunto, acho que por causa de algo que passou na TV. Eu lembro que falei pra ela que não era virgem. Mas que uma coisa que eu nunca tinha feito era anal, porque minha namorada não queria. Minha mãe explicou que era normal ela não querer, que dói, ainda mais na primeira vez. Minha mãe falou: "Eu gosto, mas seu pai não curte." Eu: "Com essa bunda, mãe." Ela começou a rir: "Eu tenho uma bunda boa?" Eu: "Sim." Mãe: "Você fica olhando a bunda da sua mãe?" Eu: "Bom... às vezes." Mãe: "hahaha." Ela levantou do sofá e falou que tinha que ir no banheiro. Quando voltou, disse: "Então eu tenho uma bunda boa?" Eu: "Sim, mãe." Ela tava com o rosto corado e uma risadinha, o vinho já tava batendo. Ela virou de costas pra mim, se inclinou, levantou um pouco a saia e me deixou ver a bunda dela, tava de fio dental branco. Fiquei sem palavras, me deixou com muito tesão e na hora subiu. Peguei o copo de vinho e tomei um gole. Sei lá por que fiquei meio nervoso. Fui um instante no banheiro, cheguei perto do vaso e tirei a pica pra fora, não queria mijar. Tava com a pica duríssima, a cabecinha apareceu. Tava com vontade de bater uma, mas segurei a pica, coloquei ela pro lado da calça, tava marcando. Dei descarga, lavei as mãos e saí do banheiro. Quando cheguei na sala, minha mãe tava bebendo vinho sentada no sofá, passei na frente dela e sentei do lado. Me recostei pra trás e peguei o controle da TV. Minha mãe tava do meu lado esquerdo, junto de mim, olhei as pernas dela, a saia tava um pouco acima do joelho. Uma saia lilás normal e uma camiseta branca. Minha mãe se inclinou pra frente pra deixar o copo de vinho na mesinha. E quando se endireitou, encostou no meu joelho, passou a mão um pouco pela minha coxa e tirou antes de chegar no volume que eu tava fazendo. Pau dentro da calça. Mãe: com isso é normal sua namorada não querer. Eu: o quê? Minha mãe pegou a calça pelo bolso e puxou pra baixo, fazendo meu pau ficar mais marcado. Mãe: gorda você tem ela, haha. Eu: que nada, é a calça, mãe. Minha mãe ficou rindo. Dava pra ver que ela já tinha bebido demais. Eu tava de boa, mas não tanto quanto ela. Tava meio nervoso, por um lado queria tirar o pau pra fora, mas não tinha coragem. Fiquei mudando os canais da TV. Olhei a hora e falei que ainda era cedo. Mãe: sim, ainda falta muito pro seu pai chegar. Minha mãe encostou de novo no meu joelho, passou a mão e falou: coloca o pijama que vai ficar mais confortável. Falei que ela tinha razão. Levantei e fui me trocar. Não coloquei cueca, não tava com o pau duro, mas meio mole e dava pra ver alguma coisa. Meu pijama era de verão, um short cinza bem folgado. Cheguei na sala e minha mãe não tava. Ela apareceu de repente, tinha ido na cozinha pegar mais vinho. Eu: pensei que você também tinha ido colocar o pijama. Mãe: não, mas você tem razão. Eu sentei no sofá. Minha mãe apareceu logo depois com uma camisola azul celeste, nada provocante, toda opaca, que batia bem embaixo da bunda. Sentou do meu lado. A camisola subiu bastante, mas não dava pra ver nada. Ela encostou de novo no meu joelho e falou: agora você tá mais confortável. Eu concordei. Mãe: e mais relaxado pelo que vejo, hahaha. Se referindo a eu não estar mais com o pau duro. Eu: era a calça, mãe. Mãe: tá, tá, não me engana. Eu: bom, tanto faz, o que eu coloco na TV? Mãe: o que você quiser, vamos ver o que você coloca, que você tinha ficado duro mesmo, hahaha. Eu não falei nada. Mãe: e por que tava assim antes? Meu coração acelerou com essa pergunta. Ia mentir, mas falei a verdade. Eu: quando você levantou a saia. Mãe: você ficou de pau duro com a minha bunda? Eu: sim. Minha mãe caiu na risada. A verdade é que me senti envergonhado. Quando a risada passou, ela falou: eu também fiquei meio bobinha com o que você fez. marcava kkkkk. Eu ao ouvir isso, uff, fiquei com muito tesão. E pensei: mas era a calça que fazia marcar mais, agora com o pijama já não marca como antes. Minha mãe pegou o vinho, serviu e bebeu. Deixou o copo de novo na mesinha e se levantou. Ela se virou pra mim, enquanto eu estava recostado pra trás. Minha mãe estava com as bochechas vermelhas e a ponta do nariz também, tinha um sorrisinho de que o vinho estava alegrando ela. Mãe: Então era só a calça? Eu: sim. Mãe: E minha bunda te deixou contente, né? Minha mãe se virou de costas pra mim, levantou a camisola e eu vi de novo aquela bunda com a tanga branca, ela se inclinou um pouco pra ficar mais empinada. Bufff, gostei pra caralho. Minha mãe se endireitou, se virou pra mim e me olhou. Mãe: você gosta? Eu: sim, você tem uma bunda bonita, mãe. Minha mãe mordeu o lábio inferior. E me disse: disso nem uma palavra pra ninguém, e menos pro seu pai. Eu fiquei surpreso, não sabia o que significava aquilo. Não era a primeira vez que eu via ela de tanga. Mas como ela já estava com uns copos a mais, não dei importância. Logo entendi. Minha mãe se virou de novo de costas pra mim, se inclinou um pouco e levantou a camisola. De novo aquela bunda... dava pra ver a tanga branca. O pau já tava começando a endurecer só de olhar a bunda da minha mãe de novo. Quando de repente minha mãe repete: disso nem uma palavra pra ninguém. Eu: fica tranquila, mãe. E nesse exato momento minha mãe começou a abaixar a tanga, deixou ela bem debaixo da bunda, mas o suficiente, com a inclinação dela, pra eu ver a entradinha da buceta e o cuzinho. Não tinha nenhum pelo. E a buceta dela tinha uns lábios gordinhos e uma pequena abertura, o cuzinho parecia bem apertadinho, pra ser sincero. Não sei quanto tempo ela ficou assim, provavelmente uns segundos, mas pra mim pareceu uma eternidade. Logo ela subiu a tanga. Se endireitou e sentou do meu lado. Mãe: Agora sim você viu a bunda. Eu: só a bunda? Mãe: kkkkk bom, você gostou? Eu: muito. Eu segurei o pau por cima da calça. E Mãe olhou. Mãe: já vi kkkk. Eu tava muito tarado e não aguentava mais. Aí me levantei. Minha mãe: vai me mostrar a bunda agora? Kkkk. Eu: não, a bunda não. Virei pra ela, baixei a calça, meu pau tava duríssimo. A calça caiu até meus pés. Minha mãe: gorda que ela é. Eu: sei não, mãe. Mãe: sim, tem uma cabeçona kkkk então sua namorada não quer. Eu sentei do lado dela, afastei a calça e fiquei com o pau de fora. Peguei no meu pau. Mãe: já não é mais um menino. Começou a falar de sexo e coisas que fazia quando era novinha. Coisas que me surpreenderam ela contar, não parava de falar, mas eu tava nem aí, tava do lado da minha mãe com o pau na mão e ela não ligava. Sei que era o álcool que ela tinha bebido, mas me dava um tesão danado ela me ver. Num momento de tesão, peguei no pulso dela e falei: quer tocar? Minha mãe: kkkk melhor não. Eu: como quiser. Ela começou a dizer que fazia punheta no carro pro meu pai e não sei mais o quê. Peguei a mão dela de novo, mas sem falar nada, coloquei nas minhas bolas, ela automaticamente começou a massagear. A mão dela era muito macia e quentinha. Eu: que mão quente, mãe. Mãe: é. Tirou a mão e pegou o copo, bebeu mais vinho, pedi pra ela passar o meu e bebi também. Eu: mãe, me mostra a bunda de novo? Mãe: umm. Ela se levantou de costas pra mim, pensei que ia levantar a camisola. Mas primeiro abaixou a calcinha e depois se inclinou. Eu: que rabo... Minha mãe abaixou a calcinha até cair nos pés. Eu já tava perdido de tesão. Minha mãe se endireitou e com os pés tirou a calcinha e jogou pro lado. Mãe: não fala nada disso pro seu pai. Eu: não, mãe. De costas pra mim, ela se inclinou, mas dessa vez segurou a bunda com as mãos e abriu as nádegas. Agora sim eu vi bem a buceta dela. Eu já nem pensava que era minha mãe de tanto tesão. E soltei uma barbaridade. Eu: tá pra foder. Mãe: e pra ser fodida. Me levantei e, sem pedir permissão, coloquei a mão na bunda dela e acariciei: que rabão. Minha mãe se endireitou e virou pra mim, estava vermelha. Mãe: que calor. Eu só queria aquela bunda. Eu: posso tocar na sua bunda? Mãe: se já fez isso, hahaha. Eu: um pouco mais. Mãe: espera, filho, que tô com sede, pegou o copo de vinho que tinha pouco mais de um dedo e bebeu. Olhou o relógio: tomara que seu pai não chegue e te pegue assim com tudo de fora. Eu: ainda falta muito, mãe, pra ele chegar. Ela se virou, levantou a camisola, coloquei a mão e acariciei a nádega, fiquei bem atrás dela e com as duas mãos agarrei a bunda dela. Eu: que bunda, fiquei afastado pra trás pra minha pica não encostar nela. Mas me aproximei e coloquei a pica roçando na bunda dela, minha mãe não falava nada. Peguei a pica, coloquei entre as pernas dela, minha pica bateu na buceta dela. Eu: você tá pronta pra ser comida. Me aproximei dela, agarrando pela cintura, e falei quase no ouvido, enquanto tinha minha pica entre as pernas dela. Eu: meto na sua bunda? Mãe: que que cê tá falando? Eu: você quer? Minha mãe não disse nada, eu me afastei dela e virei pro sofá. Falei: se apoia no sofá. Ela não entendeu direito, e se ajoelhou no sofá e se inclinou pra frente, apoiando nos cotovelos. Eu não falei nada, mas entendi como um convite. Era minha mãe... mas aquela bunda, aquela bucetinha era irresistível aos 36 anos dela. Toda bem depiladinha. Os lábios da bucetinha gordinhos, dava pra ver uma bucetinha apertadinha, o cu pouco aberto. Deu vontade de enfiar naquela buceta, mas era minha mãe e me dava um pouco de vergonha. Mas a bunda não me dava vergonha, e eu queria enfiar nela. Agarrei a bunda dela e coloquei a ponta da pica na entrada, forcei um pouco, mas minha mãe se jogou pra frente. E falou: passa lubrificante. Ela mandou eu ir na mesinha de cabeceira do quarto dela, na última gaveta. Fui e tinha um pote de vaselina líquida ou algo assim pra anal. Quando fechei a gaveta e me virei, minha mãe entrava pela porta. Mãe: pegou? Eu: sim. Mãe: vamos, vai. Só entre nós, vê se tu gosta. Minha mãe tirou a camisola. Mãe: Como você quer que eu vista?. Ela deu uma risadinha por causa do vinho que tinha tomado. Eu: Sei lá, como você quiser. Mãe: Vamos ver, vamos testar assim. Pegou uma almofada grande de cima da cama, jogou no chão ao lado da cama. E se ajoelhou na almofada, jogando o corpo dela em cima da cama. A bunda dela ficou na beirada da cama. Mãe: Fica bom assim pra você?. Eu: Acho que sim. Fiquei atrás dela, a bunda dela ficava um pouco mais baixa que meu pau, mas tava de boa, só tinha que apontar o pau um pouco pra baixo. Passei vaselina no meu pau e passei um pouco na bunda da minha mãe. Mãe: Só no cu, hein... não se empolga. Eu: Sim, mãe. Enfiei o pau e apertei, entrou a parte mais difícil, que era a cabeça. Mãe: Devagar. Fui descendo devagar, enfiando o pau inteiro no cu dela. Ela começou a gemer. Meti o pau todo e depois tirei de uma vez. Enfiei de novo e meti de uma vez. Ela gemeu. E aí comecei a meter e tirar... cada vez mais rápido. Esqueci que era minha mãe. Não demorei pra gozar. Fiquei igual um cachorro quando fode as cadelas, que ficam presos. Esvaziei bem as bolas e depois tirei o pau. Não falei nada, e fui embora. Entrei no banheiro, limpei o pau. Ainda tava limpo, pra falar a verdade. Lavei as mãos e o rosto. E fiquei pensando no que tinha feito e no que tinha acontecido. Fui pro meu quarto e me joguei na cama. Fiquei pensando e acabei dormindo. Acordei de manhã cedo. Não tinha certeza se o que vivi foi real ou só um sonho. Saí do quarto e fui tomar banho. Depois tomei café, meus pais estavam normais. Minha mãe não falou nada e agiu normal. À tarde, quando meu pai foi trabalhar. Minha mãe me perguntou se eu tava bem. Eu disse que sim. E foi aí que ela tirou minhas dúvidas. Continua...
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