Chupa, promíscuo, chupa" — Hugo dizia enquanto segurava minha cabeça e enfiava aquela pica preta na minha garganta. Meus arghhh arghhh eram tão fortes que parecia que deixava ele mais louco. Quando finalmente me deixava respirar, percebi que minha blusa do colégio estava cheia de baba e líquido do Hugo. Meus olhos lacrimejavam, perdidos, tudo girava. Sentia cheiro de saco nos meus lábios, porque quando ele me deixava descansar do boquete, passava a cabeça dele na minha boca, nos meus lábios, e batia aquela linguiça nas minhas bochechas. Depois, levantava e me fazia chupar as bolas dele, me enchendo de cheiro. Mas percebi que estava prestes a explodir de prazer, meu cu estava em chamas. Depois de lamber aquelas bolas pretas e peludas, só levava de volta à boca e, mesmo com dificuldade pra engolir a linguiça toda, me esforçava e acabava chupando só a cabeça por um tempo, passando minha língua naquele corte de pica que deixava meus lábios cheios de líquido do Hugo. "Como chupa bem o pinto, cara" — ele dizia. Se afastou, tirou a calça, ficou pelado, e mais cheiro de macho, misturado com álcool. As bolas e a pica dele estavam todas molhadas da minha baba. Ele se acomodou na cabeceira da cama e disse: "Continua chupando mais um pouco, cara, que eu adoro como você faz". Eu, o tempo todo com aquela pica na mão, aquela coisa dura que não conseguia parar de tocar, batendo uma num ritmo médio, olhei pra ele com os olhos quase saindo e lacrimejando, e falei: "Achei que você já ia me comer". Ele me olhou, me segurou pelo pescoço com firmeza, mas sem violência, me encarou e disse: "Você agora vai fazer o que eu mandar. Você é minha nova puta agora" (na hora não entendi isso, depois sim). E me pegou pela nuca, encheu minha boca de pica. Eu chupava e chupava. Num momento, ele me ajustou, me deixou de quatro, chupando a pica e as bolas dele. "Faz sozinho agora, vai" — e meu cu apontado pra ele, ele amassava loucamente, beijava por cima do short, mordia forte e me fazia gritar. "Ai, Hugo, não!" "O que é 'não'? Continua. chupando 'u' e de novo tentar tudo e deixar eu engolir a garganta "Arghhh, arghhh" na minha vida nunca tinham me tratado assim, como eu tinha dito, se eu chupava dois dos meus colegas, mas eram picas normais, limpas, depiladas, sem cheiro e muito menores de tamanho, eu chupava no meu ritmo e geralmente devagar, Hugo me ensinou a tirar o que eu tinha de mais puta, pensei (ok, velho filho da puta, você me mordeu, agora eu te mordo) depois de três ou quatro movimentos de engolir tudo, fico só chupando a cabeça e dou uma mordidinha no meio da cabeça, haha erro... ele ficou louco de prazer "Mmmm guy, filho da puuuuta vem cá" Ele me faz ir até ele, me beija e na hora me coloca de quatro, eu louca de prazer finalmente ia sentir pica, ele se desespera, não conseguia baixar meu short de quatro e não me deixava mexer, tava desesperado, me faz esticar as pernas e com esforço baixa meu short, quando vê a calcinha fio dental... "nãooo que filho da puta.. olha essa bunda que você tem branquinha ééé sem pelo, como vou te comer puta minha" sabia óbvio que tinha que começar devagar, tinha tentado antes com uma pica "normal" digamos e não tinha aguentado nem dois segundos. me viro e falo "Hugo devagar por favor você é o primeiro" "que?? Para de mentir guy haha essa bunda que você tem já comeu pica" "Não Hugo juro é você o primeiro, tentei mas não deu, tenho o cu muito apertado" Ele me olha e abre minha bunda com as mãos, passa a língua, eu tava muito puta, ele fala "Mmm parece que sim meu bebê" isso me deixou a mil, essa frase me matou. "Vai Hugo quero que seja você" ele encheu meu cu de cuspe, chegou com a pica na minha boca e falou "Cuspa bem" Chupei com mais vontade, enchi de cuspe, ele se ajeita, eu de bruços pernas esticadas, com a pica ele abre minha bunda, puxa a calcinha fio dental pro lado, senti a cabeça na porta do meu ânus... e já doeu, me mexo de repente e ele se joga em cima de mim, ao se jogar a cabeça entra quase toda "aiii não pelo amorrr" gritei pra caralho... Tapo a boca, já tava quase chorando, sentia uma queimação no cu indescritível, e aquela cabeça do pau dele inchava mais, parecia que pulsava, e cada pulsação abria meu ânus e doía mais. Ele começou a se mexer devagar, mas não enfiava mais, só aquela parte. Eu balançava a cabeça de dor. "Não vai querer gritar, né? Passa gente lá fora. Se tá doendo, aguenta, guri. Toma, morde." E me enfiou um travesseiro sujo com um cheiro horrível, soltou minha boca e se mexia devagar. Eu tentava acompanhar o ritmo como podia, tava louca de dor e só via a sujeira do travesseiro porque não queria morder aquele pano imundo. Enfiava a cara toda e me queixava: "Ahggg, ahggg, devagar, Hugo, por fa... fa... favorrr." Minha voz falhava. "Aguenta, mami. No começo só dói." E sem parar de se mexer, continuava abrindo minha bunda. Naquele momento, pensei como tava errada em achar que, por ser cudona, ter uma bunda bem posta, ia aguentar tudo... haha, que ilusão. O velho me enfiava com serradas curtas, e de repente se mexeu pros dois lados, esquerda e direita. O pau dele nunca saiu, e senti um pouco menos de dor e um pouco de prazer... Depois de uns movimentos assim, empinei mais a bunda como pude. Ele era um cara muito pesado e tinha músculos (depois entendi por quê — a barriga dele era quase nula, então dava pra sentir o pau inteiro). Ele percebeu que eu empinei a bunda e disse: "Mmm, viu, meu bebê? Agora já tá pedindo." Sem parar de se mexer, tentei virar pra olhar pra ele, e só de estar ali, tomei impulso e ele enfiou tudo. Eu arqueei o corpo e soltei um "arghhh, nãooooo". Com isso, ele ficou bem em cima de mim, me fez olhar pra ele. Eu já tava chorando, agora sentia cada centímetro daquela linguiça comprida me rasgando a bunda com serradas cada vez mais longas. "Argghh, argghh, hu hu hu... gooo." Só conseguia falar isso, não aguentava mais. Como pude, aguentei o peso dele numa mão e com a outra levei o travesseiro à boca, mordi. Não me importava mais com o cheiro, se tava sujo ou não... Não sei quanto tempo aguentei ali, mas de repente a dor virou prazer. Senti tudo, mas tudo mesmo aquele pau dentro de mim, a dor já era mínima, mas ainda existia, o prazer tava tapando ela. Quando isso aconteceu, eu voltei a mim, me virei, olhei pra ele e falei: "Hugo ahhh... ahh me come, hu hu hu gooo". "Sim, mamãe, sim'" e ele começou a meter com tudo, eu tava louca pra caralho... gritei umas vezes, o Hugo já não tava nem aí pra nada quando acelerou de repente, sentia o pau dele entrando inteiro, sentia as bolas grandes e peludas batendo na minha bunda. Do nada: "Mmm, promíscua, quer gozar, quer gozar?" "Sim, Hugo, siiiim". "Vou te encher, bebê, vou te encher e te engravidar", eu tava doida... de repente ele dá uma serrada bem longa e grita: "Toma, promíscua do caralho". Senti uma porrada de porra que encheu meu cu, foi algo incrível como ele gozou, se jogou em cima de mim e ficou lá... nossa história continua.
6 comentários - Como me fizeram de puta (relato parte 2)