Olá, como vocês estão? Faz muito tempo que quero contar como me "quebraram" kkk e virei uma menina. Aconteceu na minha adolescência, hoje tenho 25 anos. Sou branco, 1,65m de altura e meio gordinho (ainda mais naquela época) e com uma bunda muito "chamativa" kkk. Naquela época, já sentia uma certa atração por garotos. Tava no ensino médio e quando a gente zoava, eu me fazia de bobo e deixava eles se encostarem, e ficava louco sentindo algo duro na minha bunda. Mas minha fraqueza era, ao sair da escola, passar por uma favela perto de casa, onde eu cortava caminho, e ver aqueles negões da quebrada com o volume marcando na calça. Eu olhava, andava devagar, mas nenhum chegava perto, e voltava pra casa morrendo de tesão. A uma quadra antes de sair da favela pra chegar na avenida, tinha uma casinha (um barraco, na verdade) onde sempre estava um velho negro de barba. Lembro da primeira vez que vi ele: ele me encarou e sorriu. Dava pra ver que ele mal tinha dentes, só alguns. Uns 40 anos, calculei. Alto, muito alto, pele preta, meio careca, costas larguíssimas. Eu cumprimentei e sorri de volta. Assim foi por várias semanas. Um dia, saí da educação física e decidi que ia dar pra alguém naquele dia, SIM OU SIM. Precisava saber como era ter uma pica no rabo. Já sabia chupar bem (segundo vários kkk), mas naquele dia tava com a buca a mil, com vontade de ser penetrado. Coloquei um short azul bem pequeno na mochila e peguei uma tanga branca da minha prima. Fui pro vestiário, me troquei, esperei um pouco até todos os meus colegas saírem e fui embora. O short ficava bem justo e a tanga sumia no meio da minha bunda. Isso me deixava ainda mais excitado. Passei por toda a favela andando bem devagar, mas nem assim os caras se animaram. Sim, eles olhavam, eu via, mas não chegavam em mim. Meio frustrado, tava quase chegando na avenida quando vi o velho sentado na porta do barraco. Ele tinha uma caixa de vinho e um refrigerante. Me viu e começou a sorrir. Eu olhei pra ele e pensei: é hoje, é agora. "Olá. Neném, como cê tá?" — ele me disse sorrindo.
"Oi, bem e o senhor?" — respondi (tava andando a dois por hora).
"Que calorão hoje, né?" — ele fala.
"Ah, sim, demais" — respondi e parei bem na calçada da casa dele. Notei que ele tava olhando pra minhas pernas com vontade e tentando ver minha bunda.
"Mas você tá bem fresquinha hoje com esse shortinho" — ele disse e riu.
"Ah, sim, kkk, tá meio pequeno, aperta um pouco" — falei. A real é que eu queria explodir a bunda dele, kkk.
"Tá muito lindo em você. Quer um pouco de refrigerante?" — ele diz e me estende a mão com um copo todo sujo com um pouco de refri barato.
"Bom, sim" — respondi e peguei. Tinha gosto de vinho, mesmo ele tendo servido de novo.
"Senta se quiser um pouco, o sol tá forte" — ele fala e faz sinal pra eu sentar do lado dele num banco improvisado de uma lata de tinta. Nunca vou esquecer como ele me olhava, com uma vontade danada, esse véio.
Ele me perguntou de onde eu era, eu disse. Falou que sempre me via passar e que ficava de olho pra ninguém da vila me seguir e fazer maldade (kkkk). O nome dele era Hugo, tinha 42 anos e era catador. Morava sozinho naquele barraco, e a mulher tinha largado ele fazia 2 anos... E fiquei lá. De vez em quando ele me oferecia refri, e notei que por baixo daquela roupa velha, esse véio tinha um corpão. Parei de tomar refri e ele percebeu que a bebida tava muito quente e perguntou se eu queria gelo.
"Bom, sim, por favor" — falei.
"Pode entrar, tira da geladeira ali mesmo" — ele diz.
"Tá bom" — respondi, mas pensei que era pegadinha. Sabia que ele vinha. Quando entrei, me virei rápido e vi ele olhando pra minha bunda.
Entrei no barraco, tudo sujo, com garrafas de vinho no chão e garrafas plásticas vazias, e papelão. Abri a geladeira velha e tirei uma garrafa congelada de gelo. Nisso, Hugo vinha entrando com o copo na mão e fala:
"Deixa comigo que você não vai conseguir cortar o gelo" — e sorri pra mim.
"Ah, brigadaaaa" — falei e sorri bem promíscua.
"Adoro como você fala 'ah' toda hora"
"Kkk, sim, desculpa Costume. "Falei: 'Certeza que tão te chamando de 'vem cá' toda hora, né?'" Ela riu e disse: "Como é que é?" Falei, me fazendo de besta. "É sim, mamãe, com essa bunda, mais de um já deve ter te aberto, não é assim, promíscua?" E ela me olhou com uma cara de filha da puta impressionante. Caguei de medo na hora, mas pensei: 'que merda eu tô fazendo'. E decidi não demonstrar medo. "O que tem minha bunda? Kkkk" falei, rindo nervoso e com medo. "Que ela é gostosa e pede pica. Quer que eu te coma um pouquinho?" Ela disse e pegou no próprio volume, dava pra ver que esse velho era bem dotado. Me pegou pela cintura e me levou pra onde ele tava, enfiou as mãos na minha bunda. Eu olhei pra ele e falei: "Sim, mas não me machuca." "Não, meu amor, vem, vamos pro quarto." Me levou pra trás. Uma cama grande, mas suja. A gente tava de pé e ele me beijou. Um cheiro de vinho entrou pela minha boca e me fez tossir. Ele enfiava a língua e amassava minha bunda desesperado com as duas mãos enquanto me beijava. Me virou, me jogou de bruços na cama e subiu em cima de mim. Nunca até aquele momento tinha sentido um pau tão grande. Sentia aquela coisa dura na bunda, e umas bolas imensas que ocupavam toda minha bunda. Ele me deixou assim por um tempo, enfiava os dedos na minha boca, dedos sujos, e me beijava. Me virou, me fez sentar e disse: "Sabe chupar, meu amor?" "Sim, óbvio" falei, e ele sorriu. "Bom, agora vai chupar um bom pinto" ele disse. E abaixou a calça de grife. Tava sem nada por baixo. Tinha um pau preto, comprido, muuuuito comprido, não muito grosso, peludo, com uma cabeça grande, meio roxa. E um cheiro de bola que no começo me deu muito nojo, mas depois fiquei super vadia. "Faz ele ficar duro direito, bebê, que tô meio bêbado pra te comer" ele disse. "Como?" falei. "Que ainda não tá duro?" "Não, ainda não. Já vai ver quando ficar bem duro, meu amor" ele disse, e era verdade. Comecei a chupar devagar, mas com boquetes longos. No começo tava meio mole sim, mas depois comecei a ver ele maior. Já tava duro, era impressionante a dureza daquela pica. "Mmmm, que lindo, chupa o pau, amor", ele me dizia, me fazia engasgar na pica, aquele bêbado. Eu tava super a todo vapor chupando cada vez mais, não me importava que me fizesse engasgar e enchesse meus olhos de lágrimas, tava alucinada de prazer. "Chupa, promíscua, chupa", e eu a todo vapor... (primeira parte)
"Oi, bem e o senhor?" — respondi (tava andando a dois por hora).
"Que calorão hoje, né?" — ele fala.
"Ah, sim, demais" — respondi e parei bem na calçada da casa dele. Notei que ele tava olhando pra minhas pernas com vontade e tentando ver minha bunda.
"Mas você tá bem fresquinha hoje com esse shortinho" — ele disse e riu.
"Ah, sim, kkk, tá meio pequeno, aperta um pouco" — falei. A real é que eu queria explodir a bunda dele, kkk.
"Tá muito lindo em você. Quer um pouco de refrigerante?" — ele diz e me estende a mão com um copo todo sujo com um pouco de refri barato.
"Bom, sim" — respondi e peguei. Tinha gosto de vinho, mesmo ele tendo servido de novo.
"Senta se quiser um pouco, o sol tá forte" — ele fala e faz sinal pra eu sentar do lado dele num banco improvisado de uma lata de tinta. Nunca vou esquecer como ele me olhava, com uma vontade danada, esse véio.
Ele me perguntou de onde eu era, eu disse. Falou que sempre me via passar e que ficava de olho pra ninguém da vila me seguir e fazer maldade (kkkk). O nome dele era Hugo, tinha 42 anos e era catador. Morava sozinho naquele barraco, e a mulher tinha largado ele fazia 2 anos... E fiquei lá. De vez em quando ele me oferecia refri, e notei que por baixo daquela roupa velha, esse véio tinha um corpão. Parei de tomar refri e ele percebeu que a bebida tava muito quente e perguntou se eu queria gelo.
"Bom, sim, por favor" — falei.
"Pode entrar, tira da geladeira ali mesmo" — ele diz.
"Tá bom" — respondi, mas pensei que era pegadinha. Sabia que ele vinha. Quando entrei, me virei rápido e vi ele olhando pra minha bunda.
Entrei no barraco, tudo sujo, com garrafas de vinho no chão e garrafas plásticas vazias, e papelão. Abri a geladeira velha e tirei uma garrafa congelada de gelo. Nisso, Hugo vinha entrando com o copo na mão e fala:
"Deixa comigo que você não vai conseguir cortar o gelo" — e sorri pra mim.
"Ah, brigadaaaa" — falei e sorri bem promíscua.
"Adoro como você fala 'ah' toda hora"
"Kkk, sim, desculpa Costume. "Falei: 'Certeza que tão te chamando de 'vem cá' toda hora, né?'" Ela riu e disse: "Como é que é?" Falei, me fazendo de besta. "É sim, mamãe, com essa bunda, mais de um já deve ter te aberto, não é assim, promíscua?" E ela me olhou com uma cara de filha da puta impressionante. Caguei de medo na hora, mas pensei: 'que merda eu tô fazendo'. E decidi não demonstrar medo. "O que tem minha bunda? Kkkk" falei, rindo nervoso e com medo. "Que ela é gostosa e pede pica. Quer que eu te coma um pouquinho?" Ela disse e pegou no próprio volume, dava pra ver que esse velho era bem dotado. Me pegou pela cintura e me levou pra onde ele tava, enfiou as mãos na minha bunda. Eu olhei pra ele e falei: "Sim, mas não me machuca." "Não, meu amor, vem, vamos pro quarto." Me levou pra trás. Uma cama grande, mas suja. A gente tava de pé e ele me beijou. Um cheiro de vinho entrou pela minha boca e me fez tossir. Ele enfiava a língua e amassava minha bunda desesperado com as duas mãos enquanto me beijava. Me virou, me jogou de bruços na cama e subiu em cima de mim. Nunca até aquele momento tinha sentido um pau tão grande. Sentia aquela coisa dura na bunda, e umas bolas imensas que ocupavam toda minha bunda. Ele me deixou assim por um tempo, enfiava os dedos na minha boca, dedos sujos, e me beijava. Me virou, me fez sentar e disse: "Sabe chupar, meu amor?" "Sim, óbvio" falei, e ele sorriu. "Bom, agora vai chupar um bom pinto" ele disse. E abaixou a calça de grife. Tava sem nada por baixo. Tinha um pau preto, comprido, muuuuito comprido, não muito grosso, peludo, com uma cabeça grande, meio roxa. E um cheiro de bola que no começo me deu muito nojo, mas depois fiquei super vadia. "Faz ele ficar duro direito, bebê, que tô meio bêbado pra te comer" ele disse. "Como?" falei. "Que ainda não tá duro?" "Não, ainda não. Já vai ver quando ficar bem duro, meu amor" ele disse, e era verdade. Comecei a chupar devagar, mas com boquetes longos. No começo tava meio mole sim, mas depois comecei a ver ele maior. Já tava duro, era impressionante a dureza daquela pica. "Mmmm, que lindo, chupa o pau, amor", ele me dizia, me fazia engasgar na pica, aquele bêbado. Eu tava super a todo vapor chupando cada vez mais, não me importava que me fizesse engasgar e enchesse meus olhos de lágrimas, tava alucinada de prazer. "Chupa, promíscua, chupa", e eu a todo vapor... (primeira parte)
2 comentários - Como me fizeram de puta... (relato)