A patroa do meu marido

Minha esposa é enfermeira e queria arrumar um emprego. Ela mandou vários currículos em lugares diferentes e finalmente foi contratada pra cobrir turnos. O horário dela seria das 9h às 20h, de segunda a sexta. Achamos que era um bom horário. O trabalho dela era atender numa clínica particular.

Passaram uns três dias até que finalmente apareceu o Dr. David, que seria o chefe dela (ele é o dono da clínica). Um cara de 1,80m de altura e 41 anos, também dono de uma farmácia e de outra clínica. Segundo minha esposa, ele é um cara muito simpático, daqueles que faz você rir com qualquer besteira que conta e cai nas graças de todo mundo. É casado e tem um corpo muito bem cuidado e definido, porque malha pra caralho. Sempre anda elegante, e acho que foi isso que chamou a atenção da minha esposa, já que eu tô meio gordinho e nunca faço exercício.

Assim passaram as primeiras semanas, e acho que foi no meio da primeira semana de trabalho que minha esposa me confessou que o Dr. David era muito brincalhão com ela e que, entre uma piada e outra, ele dava em cima dela. Dizia que ela era uma mulher muito gostosa, que quando saíssem pra tomar um café, ir ao cinema, etc. Segundo minha esposa, ele propunha tudo isso na brincadeira e aproveitava a ocasião pra ver se colava, já que é muito engenhoso e tem um carisma foda pra fazer todo mundo rir.

Depois da confissão da minha esposa, todo dia quando eu passava pra buscá-la à noite pra ir pra casa, ela me contava o que o Dr. David tinha dito agora. Como ela via que eu não ligava e até brincava com isso, ela respondia na naturalidade e às vezes até de brincadeira me falava o que o chefe dela propunha e os elogios que fazia, dizendo que ela era uma mulher muito bonita e que gostava muito dela, se ela o acompanhava pra comer ou se ele a convidava pra tomar uma dose aqui ou ali, etc. Até eu mesmo cheguei a comentar com minha esposa: "É, e com certeza ele também deve te falar se vocês forem pra aquele lugar que eu te contei". Minha esposa só deu risada. Ela riu e me chamou de 'bobo'.
Passaram-se mais duas semanas e a amizade entre minha esposa e o Dr. David ficou mais estreita, a confiança entre os dois já era como a de velhos amigos de muitos anos. Foi quando, uma noite, passando por ela no trabalho, ela confessou que tinha aceitado sair para comer com o Dr. David. Isso me deu uma certa insegurança, mas não deixei transparecer para minha esposa e só perguntei, com um sorriso tímido: "E aí, o que aconteceu?" Ela respondeu: "Nada, só saímos para comer." "Ahã — falei — confia." Ela caiu na risada e disse: "Sério, só comemos... bom, na verdade, ele tentou me beijar, mas não deixei." Essa última parte me desorientou de vez, senti um ciúme do caralho. O que no começo parecia uma brincadeira agora estava tomando um rumo perigoso. "O que você fez quando ele tentou te beijar?" "Ué, falei pra ele ficar quieto e lembrar que sou casada." — Pelo jeito que ela falou, acho que, mesmo não deixando ele beijá-la, também não se incomodou nem um pouco com a ousadia do chefe dela. "E aí, o que mais?" "Ele disse que não liga, porque não é ciumento." "Imagino", respondi. Nessa hora, ela me viu um pouco mais sério e disse: "Não seja idiota, você sabe bem que amo só você. Ele só está brincando, você sabe que ele é muito brincalhão." Então, pra esconder meu ciúme, peguei ela pela cintura e beijei.

Assim continuaram por mais alguns dias, e ela me contava como tinha sido com o Dr. David. Passou uma semana desde a primeira vez que saíram para comer e ela me contou que tinham saído de novo. Dessa vez, notei ela um pouco mais séria do que de costume quando me contava as coisas e, com um pouco de dificuldade e como se não quisesse me falar, ela disse: "É que hoje ele me beijou mesmo." "E você, o que fez?" Ela respondeu: "Nada, é que... não sei o que deu em mim." Não soube o que dizer nem como agir, só consegui falar com um sorriso leve: "Tem certeza que só comeram e depois se beijaram, ou também foram pra..." Ela respondeu: "Não seja idiota." A resposta dela já foi mais relaxada, talvez pela forma como eu lidei com a confissão. "Não acredito em você — continuei. dizendo pra ela — me parece que eles também foram lá… onde te contei — ela baixou o olhar por uns segundos e depois olhou pra cima e me disse com um sorriso tímido — "bom… ele até me chamou, mas eu falei que não" — "ahã, claro, como se não…" — falei ainda sorrindo, mas a única coisa que eu queria saber era o que realmente tinha acontecido e sabia que se eu mostrasse irritado, minha esposa não ia me contar mais nada. Ela continuou: — "de verdade, não rolou mais nada" — "tem certeza?" — respondi desconfiado — "bom — ela disse — só me tocou aqui (apontando pros peitos)" — todas essas confissões estavam deixando a gente muito nervoso, dava pra perceber pelas palavras dela. Eu, por minha vez, me sentia talvez mais nervoso que ela e com vontade de saber cada vez mais. Não consegui me segurar e, com aquele mesmo nervosismo, perguntei: — "você gostou?" — ela me olhou meio confusa e respondeu: — "um pouco… mas você sabe que eu te amo" — "eu também" — e na sequência dei um beijo nela como quando a gente namorava. Nem preciso dizer que naquela noite a gente transou como nunca.

No dia seguinte, ela me ligou no trabalho: — "oi, amor, sabe, não fica bravo, mas o David quer que eu vá com ele almoçar de novo" — "o Dr. David ou seu namorado?" — ela riu e disse: — "não é meu namorado, é o Dr. David" — "e aquele beijo que você me falou ontem?" — "bom, foi só isso, um beijinho, mas não é meu namorado" — "ahã, claro, e vão só almoçar" — "sim — respondeu — só almoçar" — eu do outro lado do telefone comecei a criar mil ideias e queria saber o que estava rolando, mesmo que talvez doesse ouvir o que viesse.

— "O que aconteceu hoje? Como ele te tratou?" — "bem, como sempre" — "ele te beijou?" — "sim, me beijou igual ontem" — eu queria saber mais e mais, tudo parecia que eu era um espectador, um conformista que só observa calado. Minha esposa terminou a conversa dizendo: — "preciso ir, ele vem aí, a gente se vê daqui a pouco" — "sim, tudo bem, até daqui a pouco"… foi a última coisa que eu falei e, a partir daquele momento, não consegui mais me concentrar no trabalho porque mil ideias passaram pela minha cabeça. Sabia que qualquer coisa podia acontecer, tinha imagens. que vinham à minha mente, tentando ver as cenas na minha imaginação: minha esposa entregue ao trabalho e ao chefe dela, de vez em quando brincando com ela, fazendo comentários sobre o corpo dela, insinuações pra fazer amor com ela, e minha esposa esquecia completamente de mim, entrando na onda das brincadeiras do chefe e das insinuações dele. Eu imagino minha esposa rindo com os comentários do chefe, e agora com novas ilusões, fantasias e necessidades, sabendo que o Dr. David é capaz de oferecer coisas que eu não posso por causa da minha situação financeira. Eu sentia que já não era mais o dono dela, era uma espécie de ciúme, algo doía muito dentro de mim, algo me mantinha inquieto, me martirizando com a imaginação. No entanto, não fazia nada pra evitar que as coisas que estavam acontecendo parassem de acontecer. Eu sentia que era algo maior do que eu podia lidar, não me sentia seguro o bastante pra evitar. Imaginava o Dr. David, o chefe da minha esposa, comparando ele comigo: eu, um simples empregado; ele, um empresário, um cara com um corpo malhado e musculoso. Eu nem carro tenho, ele tem um esportivo do ano em que passeia com minha esposa, e pode sair com ela quando quiser.

Assim, no meio de todas essas ideias e bem devagar, chegou a hora de passar pra buscá-la. Esperei um momento fora do trabalho dela, como sempre, só que dessa vez ela demorou um pouco mais que o normal. Quando saiu, me cumprimentou como sempre com um beijo, só que dessa vez eu a abracei e prolonguei mais aquele beijo, como se fosse o primeiro. Fomos conversando sobre coisas sem importância até o ponto de ônibus. Já em casa, perguntei o que tinha acontecido à tarde com o Dr. David. Ela me contou com um sorrisinho safado que, quando chegou no trabalho, o Dr. David já estava lá e a cumprimentou com um beijo — "igual ao que você me deu agora quando eu saí" —, depois ela começou a trabalhar e, enquanto fazia umas contas da venda de ontem, ele se aproximou de novo, acariciou um pouco e, conversando sobre várias coisas, me propôs sair pra almoçar de novo. "E você, o que disse?" "Bem... Nada —respondi—, eu disse que sim e depois te liguei no trabalho."
No carro, eles se beijaram várias vezes, eu ainda com meus sentimentos confusos.
Queria continuar ouvindo mais detalhes, perguntei na lata: "Foram só comer?" E ela respondeu: "Mmmmm, bom, não só comer."
Quando ouvi isso, me senti no meio de um mar de confusão, tipo um medo que invadia meu corpo e minha mente, mas também uma vontade enorme de ouvir mais. Só que o que ela disse não foi o que eu imaginava:
"Fomos dar um passeio e depois pra alameda." Isso me acalmou um pouco, mas ao mesmo tempo senti ciúmes com muitas dúvidas. Minha esposa continuou:
"Antes de sair, ele me convidou pra dançar na sexta." Aqui preciso mencionar que eu sou contra dançar, e minha esposa adora. De novo, não pude contestar nada e perguntei: "E você vai?"
Ela me olhou, sorriu e disse: "Bom, faz tempo que não vou dançar, quase desde que casamos."
"E que horas vocês vão?"
"Saindo do trabalho, não passa pra me buscar." Esse último comentário me fez sentir como se eu fosse segundo plano pra ela. Preferia ir com o chefe dela dançar do que eu passar pra buscá-la. Naquela noite, enquanto a gente transava, imaginava um monte de coisas sobre tudo que tava rolando, sentindo que ela tinha o controle sobre mim e o Dr. David sobre nosso casamento.

Na sexta de manhã, quando íamos pro trabalho, ela me lembrou (embora não precisasse): "Hoje não passa pra me buscar, amor, lembra que vou sair pra dançar." Aquele dia foi um dos mais longos que já vivi, o relógio simplesmente não andava. Quando finalmente anoiteceu, fui no trabalho da minha esposa e, cuidando pra ninguém me ver, parei numa esquina e fiquei observando. Quando ela saiu, saiu acompanhada do Dr. David, de braços dados. Atrás deles iam outros três caras e uma mina que não eram funcionários do lugar. Subiram no carro do Dr. David dois dos caras, e o outro sujeito e a outra mina foram num outro veículo. De longe, vi eles se afastando. dois carros, sabendo que minha esposa tava num deles, felizona de estar ali, eu saí na hora pra evitar que alguma colega de trabalho dela me visse naquele lugar.
No caminho pra casa, mil pensamentos vieram na cabeça, sobre o que eles provavelmente tavam fazendo, e eu ficava me perguntando onde será que tão agora.
Nem preciso dizer que a noite foi interminável, e mesmo que às vezes eu pegava no sono, acordava a toda hora, não conseguia ficar tranquilo. Assim amanheceu, deu 5h da manhã quando ouvi um carro parar do lado de fora de casa, escutei umas vozes masculinas e depois a voz da minha esposa. Levantei na hora pra recebê-la, quando abri a porta vi minha esposa toda feliz, e de saudação ela disse: "já cheguei, amor". Eu abracei ela forte, dei um beijo e perguntei: "Como foi?" "Bem – respondeu – me diverti pra caralho." Continuei perguntando: "Aonde vocês foram?" "No tumbão." "Me conta – falei quase implorando – o que rolou." "Bom, a gente dançou, conversou e bebeu um pouco de tequila." "E mais o quê?" falei, olhando fixo pra ela com um sorrisinho cúmplice, o que deu confiança pra ela me contar o que vou tentar narrar do jeito mais fiel que der.
Antes de sair do trabalho, chegaram uns amigos do Dr. David: José, Juan, Alberto e Mayra. Esses dois últimos são namorados, pelo que ela me contou. Ficaram um tempinho lá conversando e depois foram pra balada, só que Juan e Mayra se despediram e foram no carro deles. Minha esposa ficou com o Dr. David e os outros dois caras na balada, pedindo bebidas e curtindo a música. De vez em quando, minha esposa e o chefe dela se beijavam como se fossem um casal de marido e mulher. Ela aproveitou que era a primeira noite livre desde que casou comigo e dançava com qualquer um dos três, quase o tempo todo tava dançando. A convivência foi muito boa entre todos os amigos do Dr. David, eles sabiam que a Elia é casada e também sabiam que mesmo assim ela tava com o Dr. David. Além disso, eles eram uns caras bem ousados, daqueles que não mostram muito respeito e são até tranquilos. Isso, junto com os drinks que já tinham tomado, fez com que começassem a fazer comentários um pouco mais pesados, tipo: "Com quem você gosta mais? Quem é melhor, seu marido ou o David?" Minha esposa, por sua vez, só ria. "São uns sem-vergonha", disse ela, se fazendo de digna, "esse tipo de coisa não se conta". Mas eles insistiam, e um até perguntou ao Dr. David: "E aí, como ela é no 'serviço'?" O Dr. David respondeu: "Você não faz ideia, é uma leoa." E todos caíram na risada. O tempo passou, e lá pelas 11 da noite, ela estava dançando com Alberto, e ele começou a se encostar mais do que devia. "Inclusive", me disse minha esposa, "senti bem o pacote dele, e ele até me apertava contra ele pra eu sentir mais, e de vez em quando passava a mão pra pegar na minha bunda." "E você, o que fez?", perguntei. Ela respondeu: "Nada, só segurava a mão dele e subia um pouco até minha cintura. Ele só ria, e eu devolvia o sorriso." Às 11:30, chegaram alguns amigos do José, que logo cumprimentaram e fizeram as apresentações: Omar, Carlos e Antonio. Assim, entre conversas, dança e bebidas, passou mais um tempo, e o Dr. David decidiu ir embora com minha esposa. José e Alberto disseram que iam junto, já que não tinham carro. Minha esposa se despediu dos outros como se fossem velhos amigos, com um beijo na bochecha. Omar foi o mais ousado, porque beijou ela perto da boca.

Assim, saíram do bar, e José sugeriu irem pra casa de um amigo tomar mais uns drinks. Todos concordaram e foram pro apê do amigo do José. Chegaram no endereço em 15 minutos, tocaram a campainha, e saiu pra recebê-los um homem maduro, de uns 50 anos, o Dr. Ricardo. Ele é solteiro, ou melhor, divorciado, e mora sozinho. José apresentou ele pra todo mundo e mandaram o Alberto comprar umas garrafas e cerveja. Já instalados no apê do novo amigo, minha esposa e o Dr. David estavam num sofá, e se... Comiam-se de beijos, enquanto de vez em quando ele tocava os peitos dela por cima da blusa. Depois o Alberto chegou com a cerveja e uns tequilas, mas minha esposa já não bebeu mais. O Dr. David já estava meio altinho nessa altura e começou a beijar minha esposa pra depois apalpar ela toda na frente dos outros, enquanto continuava beijando ela. Passava a mão na buceta dela por cima da minissaia e até tentou levantar a blusa dela pra deixar os peitos dela de fora e chupar eles, mas ela obviamente não deixou porque os outros estavam de olho no que rolava entre eles. Talvez tenha sido por causa das doses, junto com o fato de estarem sendo observados e o clima da situação, que decidiram entrar no quarto da casa e aí aconteceu…

Já no quarto, se beijaram apaixonadamente e o Dr. David apalpava minha esposa toda enquanto tirava a roupa dela o mais rápido que podia. Não demorou muito pra deixar ela completamente pelada. Ele também tirou a roupa, jogou ela na cama e se deitou por cima. Minha esposa, por instinto, abriu as pernas e ele enfiou o pau. Primeiro transaram na posição papai-e-mamãe, depois virou ela e colocou de quatro. Mas, segundo o que minha esposa me contou: "Ele estava por cima de mim e eu sentia que ia gozar, sentindo o corpo duro dele (já que ele é musculoso por causa da academia) e de repente, sem tirar o pau, ele me levantou e ficou de pé. Assim, de pé, ele me carregou. Eu abracei ele pelo pescoço com os braços e pela cintura com as pernas, enquanto ele me segurava por aqui (apontou pra bunda dela). Adorei ainda mais porque ele aguentou muito tempo me carregando assim e, bem, você sabe como eu fico quando tô excitada. Acho que os outros ouviram meus gritos lá fora do quarto. Depois ele me deitou de novo na cama e começou a lamber aqui (apontou pra buceta dela). Aí sentou na cama e me puxou de novo, me sentou em cima dele, ficamos de frente um pro outro e, enquanto ele me beijava nessa posição, eu tive um orgasmo maravilhoso, daqueles que eu não sentia há muito tempo. E logo em seguida senti o Dr. David invadindo todo o meu interior enquanto ele também gozava. Vieram aqui, ficaram um tempinho, e minha esposa me conta que me surpreendeu com o que disse, já que ele sempre é muito respeitoso ao falar, mas acho que foi porque estava bêbado. Ele falou: "chupa minha rola", e eu só obedeci. Em um segundo, ele ficou duro de novo, me pegou outra vez e me virou. Eu me apoiei nas mãos e nos joelhos (de quatro) até sentir ele gozar dentro de mim de novo. Depois, ele só se deitou e dormiu, então minha esposa saiu do quarto e foi para a sala. Lá ainda estavam Ricardo, José e Alberto. Quando me viram sair, começaram a falar um monte de coisas. José disse: "ah, sua puta, você acabou com ele" (fazendo alusão a ele ter dormido). E eu, para não ser motivo de piada, só respondi: "não durou nem para começar". Mas, em vez de acalmá-los, continuaram me zoando, falando coisas como: "então estou aqui, minha rainha". Seu Ricardo disse: "comigo você não passa fome". Minha esposa continuou interagindo com eles, embora não tenha bebido mais. Ficou de muito bom humor pelo resto da noite, fazendo piadas. Eles, se sentindo mais à vontade e vendo que por parte da minha esposa não tinha problema, dançaram com ela um por um. Enquanto dançavam, passavam a mão no corpo todo dela. No começo, minha esposa não deixava, embora também tenha confessado que os três tocaram nela à vontade. Depois, foram deixá-la em casa, e como o Dr. David continuava dormindo, não foi com eles. Ainda na frente da minha casa, enquanto se despediam, o Sr. Ricardo a beijou e apalpou os peitos e a bunda dela dentro do carro, na frente de Alberto e José. Como já mencionei, quando ela entrou em casa, me cumprimentou com um "já cheguei, meu amor", e eu a recebi com um beijo profundo na boca.

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