Férias em Pinamar 2

A gente só trocou umas poucas frases soltas desde que o amante da minha mulher saiu do quarto, mas bastava nossos olhares se cruzarem pra aparecer um sorriso cúmplice no rosto. Sofia tomou um banho tranquilo e depois, com uma toalha enrolada, ficou um pouco no ar na varanda do quarto, relaxando e se preparando pro que a noite podia render. Da minha parte, não conseguia parar de observar os movimentos dela, me deliciando com as curvas enquanto pensava em tudo que tinha rolado nas últimas horas. E me excitando de novo com a perspectiva que a noite nos oferecia. Enquanto arrumava a cama e me lavava, não tirava os olhos do celular, esperando com uma certa ansiedade a ligação pra encontrar o Juan de novo. Só tinha passado uma hora e meia, mais ou menos, desde que ele foi embora, quando recebemos a ligação dele de novo. Eu já tava pronto, e como a Sofia ainda estava com a toalha do banho, decidi descer pra não deixar ele esperando demais. Durante o tempo que ela demorou pra descer e se juntar a nós, ficamos conversando sobre a experiência passada e sobre os planos que podíamos fazer, tanto pra noite quanto pros próximos dias. Percebi quando minha mulher desceu pro saguão porque ele calou a boca e a atenção dele foi pra trás de onde eu estava. Me virei e, de fato, lá estava ela, devolvendo a chave na recepção. Usava um vestido verde, justo na cintura, com as costas de fora, levemente apertado e curtinho, insinuando sensual as curvas do quadril. Quando se virou pra nós e viu nossos olhares, pude notar o sorriso safado dela e como os olhos brilhavam ao se fixar no amante novinho. Também deu pra ver que o pessoal da recepção não perdia um detalhe. Ela se aproximou de nós rebolando devagar, mostrando um decote generoso e sem desviar o olhar dele. Trocaram um beijo profundo de boas-vindas enquanto ele segurava a bunda dela descaradamente, e logo em seguida ele nos levou pra um... Lugar muito recomendado pela comida. O jantar foi super animado, como se fôssemos amigos de infância, mas com trocas de olhares safados, sorrisos promissores e umas carícias aqui e ali aproveitando a proximidade. Ficava excitado vendo o comportamento dos dois, o desejo em cada gesto, e me divertia pra caralho quando algum garçom se aproximava e a Sofia se encolhia, se sentindo pega com uma mão que não era a minha nas coxas dela, ou só apoiada na mão dela. Ela perguntou se a gente queria ir dançar logo, e com a resposta animada da minha mulher, ele indicou um lugar onde costumava ir com os amigos e que não era muito longe. Mas avisou: se a gente não se importasse com o olhar ou a presença de conhecidos dele. A Sofia disse que não ligava, que tava a fim de dançar antes de subir de novo pro hotel — isso com um sorrisinho safado — e que se ele não se importava de ser visto, ela também não. Por mim, não tinha pensado em exibir os chifres novinhos por aí, mas a ideia tinha um puta tesão, então não falei nada e, depois de pagar a conta, fomos pro lugar que ele recomendou. Ver os dois andando na minha frente abraçados, observando ele acariciar a bunda da minha mulher por cima do vestido e cochichando segredos no ouvido um do outro fez com que eu chegasse no local completamente excitado. Eles entraram na minha frente, vi ele cumprimentar uns caras e, sem parar, levou minha mulher pra área onde três outros casais já dançavam. Eu fui pro balcão, pedi uma cerveja e fiquei observando eles dançarem. O lugar era pequeno e não tinha muita gente, então dava pra ver quase do lado. Ficava de olho quando via os dois juntando os quadris, se esfregando, quando as mãos dele seguravam firme a bunda dela e até, entre risadas, trocavam uns beijos rápidos. Devia ter uns quinze minutos quando eles voltaram pra onde eu tava, de mãos dadas e se divertindo com alguma coisa que ele tinha acabado de falar. No ouvido da minha mulher. Pedi umas cervejas pra cada um e ainda não tinham servido quando um par de amigos dela se aproximou. Fizeram as apresentações, sem esconder em momento nenhum que eu era o marido da mulher com quem tinha dançado tão ousadamente. Imaginei que não era a primeira vez, porque depois de um olhar curioso pra mim e pra minha mulher, e a mão na cintura do Juan, nos cumprimentaram sem dar mais importância à situação. Depois de um tempo conversando animadamente com os amigos dela, no final eram uns cinco ao nosso redor, ele levou minha mulher pra dançar de novo. Todo mundo olhava como ele a conduzia pela cintura e todos viram que, antes de começar a dançar, deu um tapinha na bunda dela. O casal foi o centro das atenções por um tempo. Falavam deles, e embora eu não entendesse o que conversavam por causa do volume da música, era evidente, por alguns gestos entre eles na direção da minha mulher e às vezes pra mim, junto com algumas risadas ou sorrisos, qual era o assunto. Pouco depois perdi a Sofia de vista uns dez minutos e quase na hora, como se perdessem o interesse, os amigos do Juan foram se espalhando, me deixando sozinho de novo. De onde eu estava, procurei eles com o olhar excitado, imaginando dezenas de possibilidades lascivas onde o casal tinha conseguido um momento de privacidade. Mas, como sempre, a imaginação foi mais rápida que a realidade, porque acabei encontrando eles encostados atrás de uma coluna, sim, se pegando gostoso. Me aproximei, vendo como se beijavam de boca aberta, como ele agarrava com força a bunda da Sofia e como ela se colava nele, esfregando virilha com virilha. Ela estava tão excitada que nem percebeu minha presença, mas assim que ele me fez um sinal com os olhos, sugeri a possibilidade de voltar pro hotel. Nenhum dos dois recusou a proposta, então saímos do lugar, dando tchau pra um par de conhecidos, que olhavam para a Sofia com um interesse descarado e para mim com o que parecia uma certa gozação. De lá, entre beijos, carícias, risadas e abraços, fomos andando até o hotel, já que não era longe. E, como algumas horas antes, me adiantei pra pegar a chave e esperar por eles, mas dessa vez no quarto. Cinco minutos eternos depois, bateram na porta e eu abri. Se eu já não estivesse totalmente excitado, teria ficado duro que nem pedra ao abrir a porta. A Sofia com o vestido na cintura, os peitos de fora sendo amassados no corredor, e ele com as calças abertas e o pau, totalmente duro entre os dedos da minha mulher, enquanto com a outra mão ela me oferecia a calcinha fio dental que tinha tirado dele no caminho. Entraram rindo, me dizendo pra me acalmar (eu já tava com o pau na mão), que só tinham feito umas putarias no elevador. Foram direto pra cama e a Sofia empurrou ele de costas, ficando por cima uns segundos, antes de terminar de tirar as calças dele e começar a masturbar e chupar o pau dele. Na posição que ela tava, de cócoras aos pés da cama, não consegui evitar me aproximar e, enquanto beijava a bunda dela, acariciava as coxas, todas molhadas, além de explorar com meu dedo a buceta dela, igualmente úmida. Tava com vontade de penetrar ela do jeito que tava, mas ela, depois de uns tremores, simplesmente se levantou e sentou de pernas abertas em cima do amante, enquanto com uma mão ia enfiando o pau dele a pouco mais de um metro do meu rosto. Fiquei ali besta, me masturbando de joelhos, vendo minha mulher começar a cavalgar o amante, que segurava ela com as duas mãos na bunda enquanto empurrava o quadril pra cima. Não queria gozar tão rápido quanto de tarde, mas quando vi a Sofia começar a tremer e molhar de forma óbvia as bolas do amante com os fluidos dela, não consegui evitar apertar mais do que devia e gozar. Eles não demoraram muito, porque depois de uns minutos de atividade frenética, ele enfiou o pau bem fundo dentro dela. Minha mulher enquanto eu a abraçava com força e ela gozou. Uns minutos depois, nós três estávamos na sacada, pelados. Juan tava observando o terraço do hotel e, depois de trocar um olhar safado com a minha mulher, perguntou se a gente topava subir no terraço do jeito que a gente tava, pelados. Sofia ficou meio relutante, mas quando eu falei "vai fundo", ela embarcou na aventura. Saímos nós três pelados, mas claro, eu levei uma bolsa com alguns roupões e as camisinhas. Pegamos o elevador pra subir, com aquela excitação de torcer pra ele estar vazio, e fomos pro último andar, subindo o último lance de escada, todos excitados, minha mulher na frente, tentando escutar qualquer presença por perto e procurando a porta de saída pro terraço. Nós dois íamos atrás, observando o corpo pelado dela se mexer de um jeito excitante. Depois de uns segundos de dúvida, sem saber qual era a porta certa, e com a tensão de alguém aparecer por ali, conseguimos sair. Lá em cima, tentando fazer o menor barulho possível, fomos pra uma das grades, onde eles dois continuaram com as carícias por uns minutos. Juan enfiou a cabeça entre as pernas dela, acariciando as coxas enquanto os lábios dele iam em direção à buceta dela. De onde eu tava, sentado numa espreguiçadeira, dava pra ver a Sofia respirando ofegante, com os peitos dela subindo e descendo, enquanto eu de vez em quando vigiava a porta do hotel pra não aparecer ninguém. Também dava pra ver as sacadas dos prédios na frente, a maioria no escuro, e embora a princípio não visse ninguém lá fora, pouco depois eu tava mais que convencido de que tinha gente olhando de alguns quartos. Curiosamente, eu tentava não me masturbar enquanto via a Sofia esticar e contrair as pernas em volta da cabeça do amante dela, no começo menos pra não gozar antes da hora e mais pra não ser visto pelos olheiros. que pudesse ter havido. Mas aí eu simplesmente fiquei hipnotizado pelo movimento dos mamilos da minha mulher, acompanhando a respiração ofegante e pesada dela enquanto o amante dela dava um boquete daqueles. Foi assim que fiquei quando ele me pediu, meio apressado, pra passar um camisinha. Depois de colocar, sem tirar a cabeça dele de entre as pernas dela, ele a levantou e, segurando pelas axilas, se posicionou atrás dela e ali mesmo, de pé, meteu de novo, dessa vez sem frescura, mexendo a cintura feito um louco enquanto segurava os peitos dela. Nessa posição, fiquei alucinado vendo a Sofia completamente entregue. Mal conseguia se segurar nas pernas, que dobravam no chão, e a cintura dela balançava solta pra frente cada vez que ele enfiava o pau até o fundo. A gente já tava nessa há uns minutos, e eu já tava me masturbando na maior cara de pau, vendo ele amassar os peitos dela com as mãos e a bunda com a cintura, quando em algumas varandas começaram a ficar mais animados e soltos com a festa que a gente tava oferecendo. Começaram os gritos de incentivo, uns engraçados e outros mais humilhantes, e até começaram a gritar pra gente ir pra frente pra se juntar à festa. Aí, pensando que eles subissem e a coisa pudesse sair do controle (tinha toda cara), e que já na primeira noite a gente arrumasse um escândalo, sugeri que a gente descesse pro quarto. O caminho de volta foi ainda mais excitante que a subida, com o perigo extra de trombar com algum hóspede. Com toda a excitação que a gente tava, mal entramos no quarto e ele já pegou ela de novo por trás, apoiando na parede do corredor e continuou fodendo ela com força, abraçando com as duas mãos, sem parar de mexer a cintura até gozar. Pouco depois, a Sofia se deitou na cama exausta, de barriga pra cima e com as pernas abertas, então, sem pensar duas vezes, e enquanto o amante dela entrava no banheiro, me meti entre as pernas dela. pernas, beijando ela enquanto meus lábios subiam e, finalmente, quando nossos lábios e línguas se encontraram, e eu senti o calor da buceta dela no meu pau, meti com vontade, mas devagar, aproveitando cada respiração e gemido que ela soltava no meu ouvido. A noite de sexo podia ter continuado um pouco mais, mas infelizmente meu touro tinha que ir embora, porque ele ia entrar no trabalho em poucas horas. Quando gozei, ele já estava arrumado e pronto. Tinha esperado eu terminar para se despedir de nós dois naquela noite. No dia seguinte, ele voltaria à tarde para nos atender, como guia turístico e como garanhão pra minha mulher, mas o que aconteceu no dia seguinte eu deixo pra outra ocasião.

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