Continuação da parte 12. Nos vestimos como se já fossemos embora de vez do lugar, peguei as chaves do carro e saímos do quarto, já eram umas 19h. — Ok, o plano é esse: presta atenção, vamos pegar a estrada principal e eu vou ligar pra mãe... — falei. Caro só me olhava, toda confusa. — OK???? — ela disse só. — Vou dizer que o carro ficou sem gasolina porque sou burro e esqueci de abastecer, e que a gente ficou no meio da estrada... — falei. Ela me olhava ainda mais confusa. — Esse é o seu plano? Sério? Tamo morto! Como é que ela vai acreditar nisso? — ela disse, bem séria. — Ué, tem que acreditar, não tem como confirmar se é verdade ou não. Com certeza vai ficar puta, mas é um risco que vou correr hahaha. — Sério... é isso que a gente vai fazer?... É que... e se ela mandar a gente passar num posto ou pedir ajuda pra alguém? — ela disse, exaltada. — Vamos falar que ninguém ajudou e que o posto é muito longe, e que é perigoso andar a essa hora... por sorte... — eu tava falando, e ela me interrompeu. — Não me diga... por sorte tem um hotel perto e a gente vai passar a noite lá hahaha... mamãe vai nos matar! — respondeu ela. — Exato... tem um motel de estrada perto e a gente fica lá essa noite. De manhã cedo eu vou comprar gasolina e a gente vai embora feliz e contente — falei, todo animado. — Sério... melhor a gente vazar, ainda dá tempo de ir embora, não tá tão tarde. Mamãe vai nos matar, com certeza vai pensar um monte de coisa feia que a gente vai fazer... — eu interrompi. — Mas a gente já fez essas coisas hahaha. Relaxa... deixa eu falar com ela, você só entra na onda, ok? Não se preocupa, eu assumo toda a culpa — respondi, tentando acalmá-la. — Toda a culpa? Ela vai matar nós dois, não vai ligar se foi culpa sua ou não. Sério, melhor pegar as coisas e vazar — ela disse, toda preocupada. — Já, Caro, love, olha pra mim — peguei as mãos dela e olhei bem nos olhos dela — calma, a gente faz isso rápido e volta pra ter uma noite gostosa, pode crer. que a gente não tenha outra chance como essa pra ficar junto e eu não quero perder ela— —é que... sei lá... cê acha mesmo que vai dar certo?— ela falava toda angustiada —sei lá, verdade, não sei, só sei que vou fazer de tudo pra estar com você essa noite, eu falo tudo, eu converso, não se preocupa, ok? vamos fazer isso rápido pra vir curtir essa noite, a nossa noite— respondi dando um beijo nela —mmmm... ok, você fala tudo... você aguenta a bronca— disse ela me beijando A gente subiu no carro e dirigiu até chegar numa estrada principal, era bem grande mas quase não passava carro e tava bem escuro, dos lados da estrada tinha o que parecia milharais enormes que se perdiam no horizonte, mal dava pra ver umas luzes fracas na estrada, encostei no acostamento e liguei o pisca-alerta —tá pronta?— perguntei —não— disse ela toda nervosa —perfeito, vamos— falei animando ela A gente desceu do carro, verdade, eu também tava nervoso pra caralho mas tentava não mostrar na frente dela, fomos na frente do carro e esperei uns minutos antes de ligar pra juntar coragem, no final me decidi e liguei, o telefone tocou mas ela não atendia até que caiu na caixa postal —não atende— falei pra Caro, só fazendo o nervosismo dela aumentar e o meu também —quee! O que a gente faz!?— disse ela —calma, vou tentar de novo— falei Liguei de novo, uma segunda vez e uma terceira mas não tive resposta, verdade, eu também tava cagando de nervoso. —amor, melhor a gente vazar daqui, parece muito perigoso, por favor— disse ela, já dava pra ver que tava com muito medo —espera, uma última vez— falei Tentei de novo e nada, não tive resposta, tentei também com o pai e ele também não atendia —pai também não atende... tá bom, vamos embora— falei pra ela Mal falei isso e ela correu e subiu rapidinho no carro, eu subi e quando ia ligar o carro *ring ring* o telefone tocou, era a mãe retornando a ligação —é ela! Ela tá me ligando!— falei pra ela Querido, ela deu um pulo de susto quando o telefone tocou.
— Atende rápido! — ela disse.
— Espera, preciso descer, desce também! — falei, saindo rápido do carro.
Saí do carro e atendi o telefone.
— Oi, mãe! — falei, tentando soar o mais normal possível.
— Porra, Eric!! Finalmente atenderam, caralho!!! — ela disse, quase gritando.
— Eu sei, desculpa, mãe, é que o sinal é muito ruim aqui... mas — eu estava explicando, mas ela interrompeu.
— Que custava me ligar! A única coisa que pedi e vocês não fazem! — ela continuava alterada.
— Mas se eu avisei, te mandei mensagem, e a Caro também tem te mandado, mas o sinal... — ela me interrompeu de novo.
— Uma mensagemzinha você mandou! Como é que eu ia saber que vocês estavam bem o resto do dia... E já vêm? — ela disse.
— Escuta, mãe... é... tenho que te contar uma coisa — naquele momento, eu estava quase me arrependendo de falar, estava muito nervoso. A Caro tinha ficado dentro do carro e me olhava toda assustada.
— Me diz o que aconteceu! A Caro tá bem? — ela perguntou alterada.
— Tá bem, mãe, nós dois estamos bem, não aconteceu nada... — falei, mas ela interrompeu.
— Então o quê! O que foi? Já vêm? — ela insistia.
— Me escuta, mãe... por favor... é... a gente tem um problema — ao falar isso, senti minha voz falhando.
— Que problema, Eric?! Fala! — ela perguntou alterada.
— OK, me escuta, por favor... a gente tá no meio da estrada e — ela me interrompeu de novo.
— Como assim no meio da estrada? O que aconteceu com vocês? — ela disse, mas eu a interrompi.
— Mãe, me escuta, a gente tá bem, mas me escuta, sim! Olha — falei e mudei para videochamada, mostrei o carro e a Caro lá dentro, ela só acenava timidamente. — Olha, a gente tá bem, só que ficamos aqui porque fiquei sem gasolina, esqueci de encher o tanque quando viemos... e... fiquei sem gasolina.
— Puta merda, Eric! Como é que você esquece isso, sério!! Manda a localização que a gente vai buscar vocês — ela disse.
— Não, mãe... é que a gente tá muito longe... sério, desculpa, não quero preocupar vocês — falei muito nervoso.
— Que Tão longe? Você disse que iam perto? Onde vocês estão? — insistia ela — é que... não fomos onde a gente tinha planejado no começo... eh, fomos pra outro lugar um pouco mais longe e... e na volta me perdi e... bom, estamos muito longe... mas — eu tava explicando, mas ela me interrompeu de novo — como é que você sai sem saber pra onde vai! Até onde vocês foram, então!? — escuta, mãe... me escuta, sim... estamos muito longe, tem um posto de gasolina, mas tenho que andar muito pra chegar e não quero fazer isso a essa hora... faz... faz um quilômetro ou menos, vi um motel de estrada e... — eu tava tentando explicar, mas ela me interrompeu — nem pense que vocês vão ficar aí, Eric! Quem sabe que tipo de gente aparece por lá, pede ajuda pra alguém ou sei lá, empurra o carro... — ela continuava, mas nisso a Caro saiu do carro, veio até mim e pegou o telefone — oi, mãe, estamos bem... mas o que o Eric disse é verdade... eh... tá muito escuro e o posto é muito longe... acho melhor a gente voltar pro lugar e passar a noite lá... agora mesmo não estamos seguros aqui... — disse a Caro pra mãe — Caro, você tá bem, filha? — perguntou ela — sim, mãe, nós dois estamos bem... mas ficar aqui não é seguro... acho que o melhor é ir pra aquele lugar e se proteger... a gente tem um ao outro, mãe... a gente cuida um do outro — disse ela, toda meiga — mas Caro... e vocês estão muito longe? — perguntou ela — sim, mãe... não sei onde a gente tá, mas faltam horas pra chegar... não se preocupa, mãe, eu cuido do Eric... — disse ela, tentando convencer. Minha mãe ficou em silêncio por uns segundos, a gente só se olhava fixo — e como vocês vão chegar nesse lugar? Não é tão longe? — perguntou ela — a gente passou por ele a menos de um quilômetro, acho, vou empurrar o carro, devagar, mas a gente chega — respondi — sim, mãe... nós dois juntos a gente chega mais rápido — disse a Caro, me ajudando. Ela ficou em silêncio de novo — ai, Eric... tá bom, então... façam isso... se não tem outro jeito... vão logo... se apressem... eu conto pro seu pai. —Pai —disse ela, se resignando. —Tá, mas a gente vai ficar bem, não se preocupa, a gente avisa quando chegar, ok? Sério, a gente vai, eu prometo —falei. —Mais te vale, Caro, meu amor, toma cuidado, por favor, me avisa você, por favor —gritou pra ela. —Sim, mãe, eu vou, eu prometo, te mando mensagem, ok? —respondeu ela. —Bom então, se apressem que já tá ficando muito tarde —disse ela. —Ok, mãe, depois a gente avisa, tchau —falei e desliguei a ligação.
A gente ficou em silêncio por um momento e ela se jogou em cima de mim, me deu uns socos no peito e depois me abraçou. —Que plano horrível! Sério que você pensou nisso? Agora me sinto ainda pior —dizia ela me abraçando. —Valeu por me ajudar... acho que exagerei um pouquinho, hahaha —falei brincando. —Agora não quero mais chegar em casa, quando a gente chegar ela vai nos matar... —dizia ela. —Então a gente tem que aproveitar a última noite das nossas vidas, nossa lua de mel, meu amor —falei, beijando ela.
A gente ficou assim, nos beijando e abraçados por uns segundos. —Então... me ajuda a empurrar o carro até o motel —falei brincando. Ela me deu um soco no peito, a gente subiu no carro e voltou pro hotel, fomos pro quarto e esperamos um pouco, trocamos de roupa, eu coloquei um shorts e uma camisa, ela também, um shorts de lycra que usava pra malhar e uma blusa esportiva também, meio decotada. —Bom, acho que já deu um tempo razoável —falei pra ela. Caro mandou a mensagem pra mãe dizendo que a gente já tava no hotel, que tinha chegado em segurança e que ia jantar alguma coisa. Ela respondeu meio de mal jeito, mas ficou feliz que a gente tava bem, disse que já tinha contado pro pai também e perguntou se a gente tinha pedido quartos separados. Ela disse que não, mas que eu ia dormir no sofá. Ela só colocou "ok", disse que o sinal tava muito ruim caso a gente não respondesse durante a noite, tirou uma foto do nosso quarto e mandou pra ela, claro, tentando não deixar aparecer nada que pudesse nos entregar. A verdade é que... A história do sinal não era mentira, porque a última mensagem não foi enviada e a gente não recebeu resposta. Caro me abraçou, me beijou e disse que tava com fome, então, sem mais enrolação, fomos jantar. Quando chegamos no lugar, tinham duas famílias e dois casais; literalmente, éramos os únicos hospedados ali. Nos serviram a janta e fomos pra uma mesa perto de uma família. Aí reparei que o cara que tinha olhado descaradamente pra Caro também tinha ficado com a mina dele. Dessa vez ele olhou de novo, mas parecia mais atento com a namorada. Jantamos, nos acalmamos um pouco, Caro já tava bem mais tranquila, sorrindo, a gente tava curtindo de novo. Terminamos de comer, papeamos um pouco e eu falei pra irmos caminhar. Fizemos isso, andamos de braços dados até a beira do mar, sentamos e ficamos abraçados e nos beijando.
Nisso, abriram o minibar e a gente se aproximou. Pedimos umas bebidas e sentamos de novo. Ficamos ali um tempão, até que chegou outra família, pediu algo e foi embora. Aí eu levantei pra pedir outra bebida, mas Caro me segurou e disse que queria ir pro quarto. Eu sabia o que ela queria, e eu também tava a fim, então fomos juntos pro quarto. Quando chegamos, olhei o celular e a mensagem ainda não tinha sido enviada. Tranquei a porta com a chave e fechei as cortinas, tapando até o menor buraquinho. Caro, por sua vez, foi direto pra cama e se deitou, me esperando. Deitei sobre ela, beijando o pescoço dela. Ela me abraçou e jogou a cabeça pra trás, e aí a gente se beijou na boca, bem apaixonadamente. A língua dela procurava a minha; tinham ficado pra trás aqueles beijos tímidos que ela me dava no começo. Agora ela queria devorar minha boca. Levantei e tirei minha camisa, enquanto ela fez o mesmo na cama, ficando só de sutiã. Passei minhas mãos pelas pernas dela, desabotoei o short e puxei devagar até tirar. De novo, eu tinha minha irmã escultural só de calcinha e sutiã na minha frente, me esperando. Tirei meu short e apaguei a luz, uma luz fraca nos iluminava o suficiente pra ver nossos corpos. Subi nela e beijei ela de novo com paixão, ela abriu os braços e as pernas pra me receber, sentia meu pau roçando na buceta dela, imitando uma transa com roupa. Ela mexia os quadris contra mim, procurando meu membro. Me ajoelhei na cama na frente dela e tirei o sutiã dela, levantei e tirei a calcinha dela. Ela ficou completamente nua, com as pernas abertas na minha frente. Eu também me despi completamente. Me aproximei e beijei as pernas dela, ela acariciando meu cabelo se abriu mais, sabendo o que eu ia fazer. Estiquei a língua e comecei a chupar a buceta dela, ela se contorcia de prazer, mexia os quadris contra meu rosto. Levantei as pernas dela completamente e coloquei as mãos dela em volta delas, indicando pra ela manter assim. A buceta dela ficava mais exposta pra mim, e até o cu dela. Passei a língua do clitóris dela por toda a buceta e terminei no cu dela. Quando ela sentiu minha língua roçar no cu dela, gemeu e empurrou minha cabeça. Peguei a mão dela e afastei, e comecei a chupar o cu dela. Ela se mexia ainda mais, gemia muito alto, não ligava se alguém lá fora ouvisse. Tava muito excitada, a buceta dela escorria. Enfiei um dedo na buceta dela, tava muito molhada e quente. Enfiei dois dedos e beijava o clitóris dela, ela abria mais as pernas e jogava a cabeça pra trás. Eu não aguentava mais. Levantei e puxei ela pelos quadris pra beira da cama. A buceta dela ficou exatamente na altura do meu pau. Rocei a ponta na buceta dela, ela me olhava abrindo as pernas e devagar enfiei. Era lindo ver meu pau sumir completamente dentro da buceta dela. Quando ela sentiu que enfiei tudo, suspirou e deixou o corpo cair na cama, só se deixando levar. Comecei com movimentos suaves, ela tava tão apertada e quente, tava tão molhada que meu pau sumia fácil dentro dela. Tirei, dei umas leves... batidas no clitóris dela com a minha ponta e enfiei de novo, e comecei com os movimentos, enfiava e tirava devagar, ela tava de olhos fechados, mordendo o lábio, se segurando na cama, aumentei o ritmo, ela agarrou as próprias pernas pra se abrir mais pra mim, eu peguei os pés dela e coloquei no meu peito, continuei com o vai e vem, em cada estocada sentia a buceta dela chupando minha pica, acariciava os pés dela, ela levou a mão ao próprio peito e começou a se acariciar, eu levei os pés dela até minha boca e beijei devagar, ela me olhou tão excitada, pelo visto gostou, deixou a cabeça cair de novo fechando os olhos, os gemidos dela eram claros, misturados com a respiração ofegante, abri as pernas dela completamente pra ver minha pica afundando nela, o som dos fluidos dela era muito forte cada vez que minha pica entrava, peguei ela pela cintura e aumentei a velocidade, o som da minha pica entrando nela ficou ainda mais alto, ela segurou minhas mãos gemendo mais forte, tava quase gozando, dava pra sentir, então acelerei o ritmo, ela esticou o corpo, se mexeu contra mim, se agarrou na cabeceira da cama e gozou, a buceta dela apertou minha pica, senti os fluidos dela me encharcando, continuei com o movimento, ela respirava muito ofegante, levantou o quadril e se pressionou contra minha pica, eu tirei e jorrou um monte de fluido da buceta dela, ela me puxou pelos braços pra deitar em cima dela e me beijou, na verdade comeu minha boca, a língua dela se mexia freneticamente procurando a minha, o hálito e a respiração ofegante dela batiam na minha, eu queria mais, me levantei, peguei ela pela cintura e virei, ela só deixou eu fazer, coloquei ela de quatro, a vista era linda, aquele rabo redondo perfeito na minha frente, a buceta dela tava muito molhada, formava um fio de fluido escorrendo, não aguentei, empurrei as costas dela pra levantar mais a bunda, e ela mesma se deixou cair na cama, tava com o rosto contra a cama e isso fazia Pra ficar mais inclinada, eu abri um pouco as pernas dela e enfiei a pica na buceta dela. Ela gemeu bem alto ao me sentir lá dentro. Eu aumentei a velocidade, dava pra ouvir o som das batidas da minha pélvis contra a bunda dela. Peguei ela pela cintura e fui movendo ela no ritmo das minhas estocadas. Ela se levantou e começou a empurrar o corpo dela contra o meu, colocou as mãos na borda da cama e se movia no meu ritmo. Era lindo ver a bunda dela batendo em mim. Senti de novo, ela estava tendo outro orgasmo. Acariciei as nádegas dela e, segurando ela pela cintura de novo, aumentei a velocidade. Não me importava mais com o barulho das batidas na bunda dela. Ela gemia mais alto. Aumentei as estocadas e senti quando ela começou a tremer. Passei a mão nas costas dela, meio suadas, ela se contorcia de prazer e se deixou cair. Eu ainda não tinha gozado e ela percebeu, então ela mesma se virou e sentou na beira da cama e começou a me chupar. Ela fazia bem rápido, sugava com força, movia a cabeça passando a língua por toda a minha pica. Eu tava quase gozando, não aguentava mais e não consegui evitar. Segurei a cabeça dela, entrelaçando os dedos no cabelo dela, e gozei na boca dela. Ela ficou parada, me olhando fixamente. Vi o leite escorrendo de um lado dos lábios dela. Era tão lindo. Ela fechou os olhos e engoliu... Tirei a pica, bem molhada de saliva e porra. Ela respirou fundo e limpou o leite dos lábios. Ela tinha engolido meu leite, não podia acreditar. Ela me olhou com carinho e eu simplesmente me abaixei pra beijar ela. Nos beijamos apaixonadamente e caímos na cama, cansados, recuperando o fôlego. Ela me abraçava, beijava meu peito, eu acariciava a cabeça dela, o cabelo dela. Estávamos exaustos. Ficamos assim, só abraçados em silêncio por uns minutos. Ela levantou pra ir no banheiro, parece que lavar o rosto e escovar os dentes. Eu levantei e abracei ela por trás e também escovei meus dentes. Voltamos, pelados, pra cama e nos abraçamos. — Te amo, Caro... você é tão gostosa... — falei. Ela só me beijava sem dizer nada — valeu a pena a bronca — falei brincando, ela riu — vou fingir que essa foi minha primeira vez, com você, com meu namorado — ela disse baixinho — Espero que tenha gostado da sua primeira vez — respondi — amei... foi melhor do que eu imaginava — ela disse. Ficamos abraçados, eu dava beijos na testa dela, acariciava seus braços, seus peitos, a perna dela estava sobre mim, ela estava agarrada em mim, acariciava seu cabelo, fiquei assim por vários minutos até perceber que ela tinha dormido. Dei um beijo na boca dela e me acomodei pra dormir, caímos no sono profundo. Continua... a última parte? Obrigado por acompanhar essa história e desculpa pela demora, mas é que também tenho vida hahaha, mas sério, muito obrigado por todo o apoio. A próxima parte vai ter surpresas, pode ser ou não a última... Até logo.
— Atende rápido! — ela disse.
— Espera, preciso descer, desce também! — falei, saindo rápido do carro.
Saí do carro e atendi o telefone.
— Oi, mãe! — falei, tentando soar o mais normal possível.
— Porra, Eric!! Finalmente atenderam, caralho!!! — ela disse, quase gritando.
— Eu sei, desculpa, mãe, é que o sinal é muito ruim aqui... mas — eu estava explicando, mas ela interrompeu.
— Que custava me ligar! A única coisa que pedi e vocês não fazem! — ela continuava alterada.
— Mas se eu avisei, te mandei mensagem, e a Caro também tem te mandado, mas o sinal... — ela me interrompeu de novo.
— Uma mensagemzinha você mandou! Como é que eu ia saber que vocês estavam bem o resto do dia... E já vêm? — ela disse.
— Escuta, mãe... é... tenho que te contar uma coisa — naquele momento, eu estava quase me arrependendo de falar, estava muito nervoso. A Caro tinha ficado dentro do carro e me olhava toda assustada.
— Me diz o que aconteceu! A Caro tá bem? — ela perguntou alterada.
— Tá bem, mãe, nós dois estamos bem, não aconteceu nada... — falei, mas ela interrompeu.
— Então o quê! O que foi? Já vêm? — ela insistia.
— Me escuta, mãe... por favor... é... a gente tem um problema — ao falar isso, senti minha voz falhando.
— Que problema, Eric?! Fala! — ela perguntou alterada.
— OK, me escuta, por favor... a gente tá no meio da estrada e — ela me interrompeu de novo.
— Como assim no meio da estrada? O que aconteceu com vocês? — ela disse, mas eu a interrompi.
— Mãe, me escuta, a gente tá bem, mas me escuta, sim! Olha — falei e mudei para videochamada, mostrei o carro e a Caro lá dentro, ela só acenava timidamente. — Olha, a gente tá bem, só que ficamos aqui porque fiquei sem gasolina, esqueci de encher o tanque quando viemos... e... fiquei sem gasolina.
— Puta merda, Eric! Como é que você esquece isso, sério!! Manda a localização que a gente vai buscar vocês — ela disse.
— Não, mãe... é que a gente tá muito longe... sério, desculpa, não quero preocupar vocês — falei muito nervoso.
— Que Tão longe? Você disse que iam perto? Onde vocês estão? — insistia ela — é que... não fomos onde a gente tinha planejado no começo... eh, fomos pra outro lugar um pouco mais longe e... e na volta me perdi e... bom, estamos muito longe... mas — eu tava explicando, mas ela me interrompeu de novo — como é que você sai sem saber pra onde vai! Até onde vocês foram, então!? — escuta, mãe... me escuta, sim... estamos muito longe, tem um posto de gasolina, mas tenho que andar muito pra chegar e não quero fazer isso a essa hora... faz... faz um quilômetro ou menos, vi um motel de estrada e... — eu tava tentando explicar, mas ela me interrompeu — nem pense que vocês vão ficar aí, Eric! Quem sabe que tipo de gente aparece por lá, pede ajuda pra alguém ou sei lá, empurra o carro... — ela continuava, mas nisso a Caro saiu do carro, veio até mim e pegou o telefone — oi, mãe, estamos bem... mas o que o Eric disse é verdade... eh... tá muito escuro e o posto é muito longe... acho melhor a gente voltar pro lugar e passar a noite lá... agora mesmo não estamos seguros aqui... — disse a Caro pra mãe — Caro, você tá bem, filha? — perguntou ela — sim, mãe, nós dois estamos bem... mas ficar aqui não é seguro... acho que o melhor é ir pra aquele lugar e se proteger... a gente tem um ao outro, mãe... a gente cuida um do outro — disse ela, toda meiga — mas Caro... e vocês estão muito longe? — perguntou ela — sim, mãe... não sei onde a gente tá, mas faltam horas pra chegar... não se preocupa, mãe, eu cuido do Eric... — disse ela, tentando convencer. Minha mãe ficou em silêncio por uns segundos, a gente só se olhava fixo — e como vocês vão chegar nesse lugar? Não é tão longe? — perguntou ela — a gente passou por ele a menos de um quilômetro, acho, vou empurrar o carro, devagar, mas a gente chega — respondi — sim, mãe... nós dois juntos a gente chega mais rápido — disse a Caro, me ajudando. Ela ficou em silêncio de novo — ai, Eric... tá bom, então... façam isso... se não tem outro jeito... vão logo... se apressem... eu conto pro seu pai. —Pai —disse ela, se resignando. —Tá, mas a gente vai ficar bem, não se preocupa, a gente avisa quando chegar, ok? Sério, a gente vai, eu prometo —falei. —Mais te vale, Caro, meu amor, toma cuidado, por favor, me avisa você, por favor —gritou pra ela. —Sim, mãe, eu vou, eu prometo, te mando mensagem, ok? —respondeu ela. —Bom então, se apressem que já tá ficando muito tarde —disse ela. —Ok, mãe, depois a gente avisa, tchau —falei e desliguei a ligação.
A gente ficou em silêncio por um momento e ela se jogou em cima de mim, me deu uns socos no peito e depois me abraçou. —Que plano horrível! Sério que você pensou nisso? Agora me sinto ainda pior —dizia ela me abraçando. —Valeu por me ajudar... acho que exagerei um pouquinho, hahaha —falei brincando. —Agora não quero mais chegar em casa, quando a gente chegar ela vai nos matar... —dizia ela. —Então a gente tem que aproveitar a última noite das nossas vidas, nossa lua de mel, meu amor —falei, beijando ela.
A gente ficou assim, nos beijando e abraçados por uns segundos. —Então... me ajuda a empurrar o carro até o motel —falei brincando. Ela me deu um soco no peito, a gente subiu no carro e voltou pro hotel, fomos pro quarto e esperamos um pouco, trocamos de roupa, eu coloquei um shorts e uma camisa, ela também, um shorts de lycra que usava pra malhar e uma blusa esportiva também, meio decotada. —Bom, acho que já deu um tempo razoável —falei pra ela. Caro mandou a mensagem pra mãe dizendo que a gente já tava no hotel, que tinha chegado em segurança e que ia jantar alguma coisa. Ela respondeu meio de mal jeito, mas ficou feliz que a gente tava bem, disse que já tinha contado pro pai também e perguntou se a gente tinha pedido quartos separados. Ela disse que não, mas que eu ia dormir no sofá. Ela só colocou "ok", disse que o sinal tava muito ruim caso a gente não respondesse durante a noite, tirou uma foto do nosso quarto e mandou pra ela, claro, tentando não deixar aparecer nada que pudesse nos entregar. A verdade é que... A história do sinal não era mentira, porque a última mensagem não foi enviada e a gente não recebeu resposta. Caro me abraçou, me beijou e disse que tava com fome, então, sem mais enrolação, fomos jantar. Quando chegamos no lugar, tinham duas famílias e dois casais; literalmente, éramos os únicos hospedados ali. Nos serviram a janta e fomos pra uma mesa perto de uma família. Aí reparei que o cara que tinha olhado descaradamente pra Caro também tinha ficado com a mina dele. Dessa vez ele olhou de novo, mas parecia mais atento com a namorada. Jantamos, nos acalmamos um pouco, Caro já tava bem mais tranquila, sorrindo, a gente tava curtindo de novo. Terminamos de comer, papeamos um pouco e eu falei pra irmos caminhar. Fizemos isso, andamos de braços dados até a beira do mar, sentamos e ficamos abraçados e nos beijando.
Nisso, abriram o minibar e a gente se aproximou. Pedimos umas bebidas e sentamos de novo. Ficamos ali um tempão, até que chegou outra família, pediu algo e foi embora. Aí eu levantei pra pedir outra bebida, mas Caro me segurou e disse que queria ir pro quarto. Eu sabia o que ela queria, e eu também tava a fim, então fomos juntos pro quarto. Quando chegamos, olhei o celular e a mensagem ainda não tinha sido enviada. Tranquei a porta com a chave e fechei as cortinas, tapando até o menor buraquinho. Caro, por sua vez, foi direto pra cama e se deitou, me esperando. Deitei sobre ela, beijando o pescoço dela. Ela me abraçou e jogou a cabeça pra trás, e aí a gente se beijou na boca, bem apaixonadamente. A língua dela procurava a minha; tinham ficado pra trás aqueles beijos tímidos que ela me dava no começo. Agora ela queria devorar minha boca. Levantei e tirei minha camisa, enquanto ela fez o mesmo na cama, ficando só de sutiã. Passei minhas mãos pelas pernas dela, desabotoei o short e puxei devagar até tirar. De novo, eu tinha minha irmã escultural só de calcinha e sutiã na minha frente, me esperando. Tirei meu short e apaguei a luz, uma luz fraca nos iluminava o suficiente pra ver nossos corpos. Subi nela e beijei ela de novo com paixão, ela abriu os braços e as pernas pra me receber, sentia meu pau roçando na buceta dela, imitando uma transa com roupa. Ela mexia os quadris contra mim, procurando meu membro. Me ajoelhei na cama na frente dela e tirei o sutiã dela, levantei e tirei a calcinha dela. Ela ficou completamente nua, com as pernas abertas na minha frente. Eu também me despi completamente. Me aproximei e beijei as pernas dela, ela acariciando meu cabelo se abriu mais, sabendo o que eu ia fazer. Estiquei a língua e comecei a chupar a buceta dela, ela se contorcia de prazer, mexia os quadris contra meu rosto. Levantei as pernas dela completamente e coloquei as mãos dela em volta delas, indicando pra ela manter assim. A buceta dela ficava mais exposta pra mim, e até o cu dela. Passei a língua do clitóris dela por toda a buceta e terminei no cu dela. Quando ela sentiu minha língua roçar no cu dela, gemeu e empurrou minha cabeça. Peguei a mão dela e afastei, e comecei a chupar o cu dela. Ela se mexia ainda mais, gemia muito alto, não ligava se alguém lá fora ouvisse. Tava muito excitada, a buceta dela escorria. Enfiei um dedo na buceta dela, tava muito molhada e quente. Enfiei dois dedos e beijava o clitóris dela, ela abria mais as pernas e jogava a cabeça pra trás. Eu não aguentava mais. Levantei e puxei ela pelos quadris pra beira da cama. A buceta dela ficou exatamente na altura do meu pau. Rocei a ponta na buceta dela, ela me olhava abrindo as pernas e devagar enfiei. Era lindo ver meu pau sumir completamente dentro da buceta dela. Quando ela sentiu que enfiei tudo, suspirou e deixou o corpo cair na cama, só se deixando levar. Comecei com movimentos suaves, ela tava tão apertada e quente, tava tão molhada que meu pau sumia fácil dentro dela. Tirei, dei umas leves... batidas no clitóris dela com a minha ponta e enfiei de novo, e comecei com os movimentos, enfiava e tirava devagar, ela tava de olhos fechados, mordendo o lábio, se segurando na cama, aumentei o ritmo, ela agarrou as próprias pernas pra se abrir mais pra mim, eu peguei os pés dela e coloquei no meu peito, continuei com o vai e vem, em cada estocada sentia a buceta dela chupando minha pica, acariciava os pés dela, ela levou a mão ao próprio peito e começou a se acariciar, eu levei os pés dela até minha boca e beijei devagar, ela me olhou tão excitada, pelo visto gostou, deixou a cabeça cair de novo fechando os olhos, os gemidos dela eram claros, misturados com a respiração ofegante, abri as pernas dela completamente pra ver minha pica afundando nela, o som dos fluidos dela era muito forte cada vez que minha pica entrava, peguei ela pela cintura e aumentei a velocidade, o som da minha pica entrando nela ficou ainda mais alto, ela segurou minhas mãos gemendo mais forte, tava quase gozando, dava pra sentir, então acelerei o ritmo, ela esticou o corpo, se mexeu contra mim, se agarrou na cabeceira da cama e gozou, a buceta dela apertou minha pica, senti os fluidos dela me encharcando, continuei com o movimento, ela respirava muito ofegante, levantou o quadril e se pressionou contra minha pica, eu tirei e jorrou um monte de fluido da buceta dela, ela me puxou pelos braços pra deitar em cima dela e me beijou, na verdade comeu minha boca, a língua dela se mexia freneticamente procurando a minha, o hálito e a respiração ofegante dela batiam na minha, eu queria mais, me levantei, peguei ela pela cintura e virei, ela só deixou eu fazer, coloquei ela de quatro, a vista era linda, aquele rabo redondo perfeito na minha frente, a buceta dela tava muito molhada, formava um fio de fluido escorrendo, não aguentei, empurrei as costas dela pra levantar mais a bunda, e ela mesma se deixou cair na cama, tava com o rosto contra a cama e isso fazia Pra ficar mais inclinada, eu abri um pouco as pernas dela e enfiei a pica na buceta dela. Ela gemeu bem alto ao me sentir lá dentro. Eu aumentei a velocidade, dava pra ouvir o som das batidas da minha pélvis contra a bunda dela. Peguei ela pela cintura e fui movendo ela no ritmo das minhas estocadas. Ela se levantou e começou a empurrar o corpo dela contra o meu, colocou as mãos na borda da cama e se movia no meu ritmo. Era lindo ver a bunda dela batendo em mim. Senti de novo, ela estava tendo outro orgasmo. Acariciei as nádegas dela e, segurando ela pela cintura de novo, aumentei a velocidade. Não me importava mais com o barulho das batidas na bunda dela. Ela gemia mais alto. Aumentei as estocadas e senti quando ela começou a tremer. Passei a mão nas costas dela, meio suadas, ela se contorcia de prazer e se deixou cair. Eu ainda não tinha gozado e ela percebeu, então ela mesma se virou e sentou na beira da cama e começou a me chupar. Ela fazia bem rápido, sugava com força, movia a cabeça passando a língua por toda a minha pica. Eu tava quase gozando, não aguentava mais e não consegui evitar. Segurei a cabeça dela, entrelaçando os dedos no cabelo dela, e gozei na boca dela. Ela ficou parada, me olhando fixamente. Vi o leite escorrendo de um lado dos lábios dela. Era tão lindo. Ela fechou os olhos e engoliu... Tirei a pica, bem molhada de saliva e porra. Ela respirou fundo e limpou o leite dos lábios. Ela tinha engolido meu leite, não podia acreditar. Ela me olhou com carinho e eu simplesmente me abaixei pra beijar ela. Nos beijamos apaixonadamente e caímos na cama, cansados, recuperando o fôlego. Ela me abraçava, beijava meu peito, eu acariciava a cabeça dela, o cabelo dela. Estávamos exaustos. Ficamos assim, só abraçados em silêncio por uns minutos. Ela levantou pra ir no banheiro, parece que lavar o rosto e escovar os dentes. Eu levantei e abracei ela por trás e também escovei meus dentes. Voltamos, pelados, pra cama e nos abraçamos. — Te amo, Caro... você é tão gostosa... — falei. Ela só me beijava sem dizer nada — valeu a pena a bronca — falei brincando, ela riu — vou fingir que essa foi minha primeira vez, com você, com meu namorado — ela disse baixinho — Espero que tenha gostado da sua primeira vez — respondi — amei... foi melhor do que eu imaginava — ela disse. Ficamos abraçados, eu dava beijos na testa dela, acariciava seus braços, seus peitos, a perna dela estava sobre mim, ela estava agarrada em mim, acariciava seu cabelo, fiquei assim por vários minutos até perceber que ela tinha dormido. Dei um beijo na boca dela e me acomodei pra dormir, caímos no sono profundo. Continua... a última parte? Obrigado por acompanhar essa história e desculpa pela demora, mas é que também tenho vida hahaha, mas sério, muito obrigado por todo o apoio. A próxima parte vai ter surpresas, pode ser ou não a última... Até logo.
8 comentários - Minha irmã Caro parte 12 - 2