Me cogí a la madre luego a su hija 4

Na aula seguinte, treinei com a Camí. Foi uma aula bem tranquila, onde fiquei tão relaxado e de boa que nem vi quando a Gaby trouxe a Camí pra aula. Durante o treino, fui conversando com ela, a Camila tava mais interessada em bater papo do que em treinar. Ela me perguntou o que tinha rolado na aula anterior que eu não fui, e eu só respondi que surgiu um compromisso que não dava pra adiar. Ela me perguntou tanta coisa que percebi que tava muito interessada em mim e na minha vida. Notei que ela tava bem sorridente nessa aula. Assim foram passando várias aulas, onde a Camí chegava bem perto de mim e eu percebia que ela me olhava direto. Em outra época, eu teria partido pra cima até pegar ela, mas tava comendo tão bem a mãe dela que não me deu muita vontade de investir na Camí. Com a Gaby, continuávamos transando, mas cada vez menos frequente, só que as fodas continuavam sendo igualmente intensas. Eu percebia a Camila mais interessada em mim, e embora eu achasse ela muito gostosa, eu via que ela era muito novinha e, sabendo que tava comendo a mãe dela, menos ainda me interessava, porque a mãe dela transava como uma deusa. Mas confesso que me dava curiosidade saber se a filha tinha os mesmos talentos. Uma noite, fui num festival na minha cidade, que é tradicional e sempre lota de gente. Fui com uns amigos que não tinham nada a ver com kung fu. Fiquei num canto perto do palco, mas embaixo das arquibancadas, tava me divertindo até que, de repente, umas mãos macias tapam meus olhos e ouço uma voz suave falando: "Posso ficar com você?" Ela tira as mãos e vejo que era a Camila. Ela me diz que tinha perdido as amigas e que ia ficar comigo até encontrá-las. Faço as apresentações e meus amigos, num piscar de olhos, sumiram, ficando só nós dois. Entre copos de fernet, fui me soltando, e ela também. Quando vi, estávamos dançando e, sempre que podia, ela encostava a bundinha redonda e empinada no meu pau. Não tinha o volume da mãe dela, mas tinha seu valor. Era bem magrinha, com uns peitos médios, tipo umas... Maçãs bem redondinhas e empinadinhas. Ela tava vestida com uma regata decotada e sutiã da mesma cor, e uma calça high que destacava ainda mais a bunda redonda e empinada dela. De vez em quando a gente parava de dançar e ela tentava me beijar, mas eu sutilmente escapava. Ela fez várias tentativas, mas fracassava. No entanto, num momento, enquanto a gente olhava o show, ela se colocou na minha frente e, com a mão pra trás, começou a tocar no meu pau. Primeiro discretamente, depois já tava me batendo uma praticamente. Aí perguntei o que ela tava fazendo, e ela disse: "Já tô de olho em você faz tempo". Então pensei comigo mesmo: é igual à mãe. E ia me aproveitar daquilo, óbvio, mas tava assim por causa do excesso de álcool, porque geralmente ela é muito doce e meiga. Na mesma hora, falei pra gente ir embora, e ela topou. Então fomos. Como eu sabia que ia beber, fui andando pro festival, então falei: "Vamos até minha casa pegar o carro e daí vamos pra outro lugar". Não chegamos em casa, porque Camila tava muito tarada e, ao passar por aquele terreno baldio (o do primeiro relato), ela se jogou em cima de mim e a gente entrou lá. Não curti tanto, digamos, porque ela não me deixava respirar de tanto que me beijava, mexia no meu pau, na minha bunda, me arranhava as costas, me segurava pelo pescoço. Tinha um frenesi incontrolável, beijos e carinhos a mil por hora, e eu me deixei, deixei ela fazer o que quisesse. Então entendi de quem ela era filha. Só faltava experiência, mas tava curtindo. Quando ela se acalmou um pouco, fez um olhar que me lembrou a mãe dela e me pegou pelo cinto e se ajoelhou. Imediatamente veio a imagem da mãe dela me chupando. Ela desabotoou minha calça e começou a me chupar desesperadamente, a ponto de me fazer esquecer a mãe, porque eu sentia os dentes dela e não era tão gostoso. Muitas vezes doeu, mas eu sentia os gemidos dela e aquele olhar tão doce e meigo, mas bem de putinha, que dava pra aproveitar apesar do desconforto. Continuou chupando, sempre com a mesma intensidade, até que num dado momento vomitou tudo. O álcool que tava dentro dela, pra minha sorte não me sujou. Depois disso, entendi que não só não ia comer ela naquela noite, como ia ter que ficar com ela mais um tempo até ela se recuperar e provavelmente levar ela pra casa dela. Depois do vômito veio o choro e a gente caminhou até a casa dela. Deixei ela lá e fui pra minha, quando cheguei percebi que a ponta da minha pica tava irritada por causa dos dentes dela, tava ardendo pra caralho. No dia seguinte, a Cami me mandou um zap falando que não lembrava muito do que rolou na noite anterior, não sei se tava me testando ou o quê, mas lembrava do começo e do fim, ou seja, não lembrava do boquete e do vômito. Ela disse que tinha se divertido comigo e que queria repetir um rolê, mas sem álcool no meio. Falei que aceitava, que ia convidar ela pra jantar e de quebra perguntei se a mãe dela sabia que ela tinha ficado comigo, e ela disse que não. Isso me deixou mais tranquilo, porque significava que eu podia comer a mãe e a filha. O que me surpreendeu foi que a Cami começou a me mandar umas fotos pelo zap, numa dela dava pra ver que ela tinha acabado de acordar, com um sorriso doce, mas a segunda foto era a mesma, só que num plano mais aberto, deixando eu ver um pouquinho de um dos mamilos dela... Continua...

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