Adriana, a advogada gostosa

Adriana, a advogada gostosaAqui, os relatos sempre são do ponto de vista do homem, mas eu sou a coroa da história. Todas as histórias ou relatos publicados nesta seção são escritos ou contam a história do ponto de vista do homem, ou melhor, do garotão que tem uma aventura com uma veterana, que geralmente ele "conquista". Essa é diferente. Eu sou a "veterana" – como dizemos aqui na Argentina – ou a Sra. Madura, como chamam nesta seção, e esta história é contada do meu ponto de vista. Não sou nenhuma novinha, sou uma divorciada de 56 anos – isso sim, bem conservados – graças à academia e à piscina de natação. Pratico esse esporte há muitos anos; na minha juventude, participei de campeonatos nacionais e sul-americanos, então podem imaginar que meu corpo, mesmo nessa idade, ainda é bem apetitoso (segundo quem me conhece). Isso aconteceu no último verão, mais precisamente em janeiro, na Cidade de Buenos Aires. Como vocês sabem, a situação política na época era muito difícil, a econômica também: três presidentes em sete dias, desvalorização da moeda, protestos de rua com uma trintena de mortos e um calor sufocante. Essa situação me fez cancelar minha viagem de férias para o mar; fiquei para sofrer o calor da cidade. À noite, refresca um pouco, mas a rua não está para sair, tem que ficar em casa porque a rua não é segura, então a sacada é a solução. Minha sacada dá para os pátios internos do centro do quarteirão; centenas de janelas e sacadas dão para o grande "poço de ar". Naquela sexta à noite, algumas estavam iluminadas, outras não. Eu coloquei um roupão curto, apaguei as luzes e me sentei para aproveitar o frescor e uma taça refrescante de água gelada. No quinto andar do prédio em frente à minha sacada, a quase 100 metros de distância, dava para ver, mal e mal, um rapaz de uns 25 anos brincando com um pequeno telescópio, ele também com a luz apagada. Já tinha pegado ele várias vezes espiando as janelas da vizinhança. supus que era das "vizinhas". No passado, algumas vezes ele apontou pra minha janela. Achei uma falta de respeito total e fechei as cortinas. Mas naquela sexta, quando ele apontou pra minha sacada, não só não fechei as cortinas, como quase descaradamente abri um pouco meu roupão pra ele ver que por baixo eu tava... nua. Não sei por que tava "no fogo", e me excitou ainda mais me sentir espiada pelo cara. Vi claramente como ele ajustava o telescópio na minha sacada. Era óbvio que tava me espionando. Minha mente erótica rapidamente fantasiou aquele jovem na minha cama. Pra quem não me conhece, preciso deixar claro que, além de ser uma profissional rica e respeitável, meus gostos sexuais são variados. Adoro ir pra cama tanto com mulheres quanto com homens sempre que posso (o que infelizmente não é muito), embora meus parceiros sejam sempre de idades próximas à minha ou um pouco mais novos. Nos últimos anos, não tinha levado pra cama ninguém que pudesse ser meu filho, como o meu voyeur. Isso me deixou ainda mais excitada e decidi que naquela noite ia meter ele na minha cama. Eu já tinha visto ele de dia e achei ele — digamos — apetitoso. O plano era bem simples, mas tinha seus riscos. Ia convidar ele pro meu apartamento e foder ele, mas podia me deparar com a surpresa: que de perto ele fosse horrível, mal-educado, gay, ou talvez um bandido. Não liguei e (por sorte) coloquei o plano em ação. Entrei, peguei uma folha de papel branco e com uma caneta preta escrevi meu nome e número de telefone, voltei pra fora, ele ainda estava lá com o telescópio apontado pras minhas pernas. Tinha trazido uma lanterninha e iluminei o número. Em três minutos o telefone tocou. Lina? Sim. Sou o Pedro. Que Pedro?? (Respondi como se não soubesse quem era, mesmo vendo ele de longe com um telefone na mão.) Pedro... o da janela. Ahhh, o voyeur?? Como você me chama disso?? Ele respondeu como se estivesse ofendido, com a voz jovem. E se você fica aí olhando de longe, com certeza se excita vendo mulheres e depois bate uma punheta na Cama, que nem um guri de colégio, cê acha?? Cê é uma véia maliciosa... ele respondeu entre risadas. Véias são as cuecas... respondi, seguindo o tom de brincadeira... no máximo, sou uma senhora... Além disso... falei, provocando ele... acho que cê não dá conta de uma mulher de verdade!!! Não se iluda... dava pra perceber na voz que ele tinha mordido a isca... dou conta de uma, duas, uma dúzia... Kkkkkkkkk... e ainda metido a galã.... Posso te provar... ele respondeu, todo picado... tinha tocado no orgulho de macho dele. Cê provaria pra essa senhora? (A coisa tava funcionando, pensei, enquanto começava a me molhar imaginando uma noite quente na cama) Tô indo praí... A voz dele mostrava que tava pronto pra cair na minha armadilha. Dei o endereço, ele teria que andar uns duzentos metros... isso – pensei – me dá 10 minutos pra me preparar. Vi ele guardar o telescópio, fechar a janela dele. Rapidão fui pro meu quarto, liguei o ar-condicionado e fechei as cortinas, um pouquinho de maquiagem, umas gotas de perfume. Coloquei uma calcinha fio dental de renda transparente, tava pronta. Molhada e nervosa que nem uma virgem no primeiro encontro, embora não soubesse bem por quê. Em menos de um quarto de hora, o interfone tocou, e a voz jovem dele perguntou: Lina? Sobe. Assim que abri a porta do apartamento, confirmei que não tinha me enganado. Pedro é mais alto que eu (esqueci de contar. Tenho 1,73 de altura e 89/62/93 são minhas outras medidas) tem um corpo bom, embora não dê pra dizer que é um modelo ou fisiculturista. Tava vestindo uma camiseta, uns bermudas, sandálias e um ramo de cravos na mão. Isso acabou de me excitar, não posso dizer que sou romântica, mas esse tipo de coisa me deixa a mil. Pensei que cê fosse gostar... ele disse com um sorriso. Adorei... Ele entrou, fechei a porta e dei um beijo bem sonoro na bochecha dele, enquanto roçava de leve o peito dele com meus peitos, que nessa altura já tinham os bicos tão duros que quase furaram o tecido do robe. Cê quer alguma coisa?? Água... Coca... Café... Aqui Não tem álcool... Mmmmmm..... Vou procurar??? Ela falou com cara de surpresa?? NÃO!.. ou você precisa disso??? Agressivamente, tomei a iniciativa de novo enquanto me aproximava e comecei a acariciar a cabeça dele... NÃO, não preciso... já dava pra ver o volume da bermuda dele crescendo, do meu jeito. Eu me lambia por dentro... tinha pego uma presa excelente... Só água gelada..... tá muito calor!!! É... vamos ficar mais frescos... tira a roupa... ordenei. Ele me olhou sorrindo e em dez segundos na minha frente estava o corpo lindo e nu dele. Agora você... ele disse... enquanto a ereção dele tomava um tamanho considerável. NÃO.. O quê? Não vou tirar nada... Tira você. As mãos pequenas mas fortes dele desabotoaram meu roupão e jogaram pro outro lado do quarto, fiquei só de calcinha, que já estava toda molhada. Tá forte, mamãe!!! E você!!! Me joguei em cima dele, a surpresa e meu peso fizeram ele cair no tapete e ali, praticamente o estuprei... minha língua brincava nos cantos da boca dele enquanto meus mamilos roçavam no peito dele e minha mão acariciava aquele pau e aqueles ovos que eu tava desejando há muito tempo. Comecei a masturbar ele rápido, pra ter a maior ereção possível... ele respondeu enfiando as mãos dentro da minha calcinha e rasgando ela de uma vez, deixando à disposição dele a minha buceta. Os dedos dele começaram a brincar com meu clitóris e me deram um orgasmo incrível. Ele conseguiu soltar a boca da minha. Para, louca!!! O que foi??? Você vai me fazer gozar e a gente nem começou.... Minha excitação subia e descia... dei uma pausa... Beleza, neném..... Para... que vou colocar uma camisinha.... NÃOOOO.... O quê??? Eu coloco em você, amorzinho.... Sempre gostei dessa tarefa..... me excita...... Trouxe??? Uiii NÃO Não vai poder me comer.... Nunca vi uma cara de decepção maior do que aquela..... quase chorou. Ele se levantou e começou a procurar desesperadamente a roupa dele (eu tinha escondido quando ele não viu) vou conseguir...... NÃO, NÃO PODE SAIR... então você vai ter que usar os meus, falei entre risadas, enquanto tirava de baixo do sofá uma caixa cheia e começava a agradável tarefa de enfiar o instrumento dele. Em três minutos a cock monumental dele estava dentro de mim, ele deitado no tapete e eu cavalgando com a cock inteira na minha pussy, enquanto apertava meus peitos e ambos gemíamos de prazer... Esse durou um tempão... senti a explosão do sêmen dele dentro de mim, o que me deu um novo orgasmo... Calma... ficamos largados no tapete... enquanto eu acariciava o corpo todo dele e ele, relaxado, brincava com meu cabelo... ele se arrastou e começou um longo chupão nos meus peitos... mamava como um deus... mordiscando meus bicos duros... Agora é sua vez de escolher... vamos pra cama ou você me come aqui? falei enquanto me punha de quatro e já começava a lamber a cock dele, que já voltava ao tamanho impressionante... Com cuidado, e sempre acariciando... tirei a camisinha usada e coloquei uma nova... E ordenei: vai, me come!!! Não ousei desobedecer minha ordem... Fazia meses que não gozava tanto quanto quando a besta enfiou o instrumento no meu cu. No começo, como sempre acontece, doeu, mas a bombada suave primeiro e forte depois me dava um prazer indescritível... Primeiro ele se firmou com as mãos nas minhas cadeiras e depois, pra forçar ainda mais a penetração, segurou meu cabelo... puxando, o prazer-dor que me deu forçou dois orgasmos seguidos... Quando gozou de novo dentro do meu cu, mais calmos, nos beijamos e consegui que ele me levasse no colo pra cama, onde na posição tradicional do missionário gozei da cock dele, já sem camisinha, que bombou na minha buceta litros e litros de sêmen quente. E aí, curtiu a coroa? Nota 10... nem minha namorada, que é uma máquina, transa como você... você é uma puta danada... E você é um garanhão, sua namorada deve estar feliz e contente... É... sim... mas ela tem suas histórias... também curte mulheres... Agora ela tá de férias com a amiga no Brasil. AAAAA..... enquanto me sorria e ficava molhada só de pensar que naquela cama, além do garanhão que ela tinha, talvez pudesse ter uma gostosa daquelas... Com esse diálogo de profundo conteúdo filosófico, às 6 da manhã a gente dormiu pelados, abraçados, depois que não só usei o pau dela em todas as minhas cavidades, como também bebi o leite dela e me fiz masturbar com os dedos e com o vibrador, primeiro na buceta, depois no cu e depois com um em cada lugar enquanto minha língua brincava com o pau dela. Eu tive uns 15 orgasmos. Fazia anos que eu não gozava tanto... Bom... isso foi no verão... agora a gente tá no inverno... mas isso é outra história.

5 comentários - Adriana, a advogada gostosa

Como adoro a las veteranas, tengo 21 y siempre me encantaron las maduras
Muy buen relato. Lo leí hace más de 10 años en TODO RELATOS