Pra não ter problema de ciúme, nós dois criamos perfis falsos no Face pra se falar. Um dia ela me manda mensagem perguntando se eu podia emprestar uma grana, e eu aceitei porque era pra comprar algo pro filho dela. Perguntei como a gente ia fazer, porque não dava pra sumir do nada, já que nossos parceiros são meio foda e vão com a gente pra todo lado. Ela disse que entrava num certo horário da tarde pra trabalhar, se eu conseguia dar um jeito de escapar e passar no trampo dela. Topiei, inventei uma desculpa meio besta em casa e safei, no total, meia hora, quarenta minutos não ia levantar suspeita em ninguém. Minha mulher tava dormindo a sesta e o corno do meu cunhado no serviço. Fui no caixa eletrônico e avisei que já já chegava na casa onde ela tava limpando, e perguntei que horas os patrões dela voltavam pra eu ir mais tranquilo, sem ficar muito noiado. Ela respondeu que em umas horas. Chego no trampo dela e a primeira coisa que vejo é que a casa da frente tinha câmera apontada pra casa onde ela trabalhava. Comecei a ficar meio paranóico, porque cidade pequena é fogo, todo mundo se conhece aqui. Chamei ela pra sair, ela sai, pega a grana e eu falo: "Não vai me dar um beijo? Esses favores saem caro." Aí ela começou a rir enquanto se aproximava pra me dar um beijo, tudo isso na calçada na hora da sesta. Um ou outro passava, mas fazia que não via. Perguntei se ela tava totalmente sozinha, ela disse que sim. Falei se podia entrar, e ela disse que não, só por precaução, não queria que nenhum vizinho pudesse ver a gente e entregar ela pro patrão. Mas tinha um galpãozinho do lado da casa, aí perguntei o que guardavam lá, e ela disse que o patrão guardava ferramentas. O único problema é que tinha uma janelona sem cortina. Fiz um sinal com os olhos olhando pro galpão e ela riu. Falei: "Vim até aqui, me arriscando a ser visto, me dá pelo menos um beijinho e um abraço, vamos entrar. Fica uns dois minutos aí", então aceitei e entrei. Como sempre, era uma sesta quente, o galpão não tinha cortinas, e de vez em quando dava pra ver alguém passando na calçada. Ela me diz: "um beijo e pronto". Eu respondi: "claro, beijinho, abraço e cada um pra sua casa". Começamos a nos beijar de um jeito muito quente, mão vai, mão vem, e meu pau duro de novo, mas tudo com roupa, porque estávamos perto de uma janela enorme — quem passasse via tudo em 4K, hahaha. Fiz ela pegar no meu pau por cima da calça jeans, e não consegui me segurar: tirei o pau pra fora pra ela me masturbar enquanto nos beijávamos. Eu sabia que até a câmera da casa da frente tava vendo, mas já tava tão excitado que não ligava pra nada. Pedi pra ela me chupar um pouco, e ela disse que podiam nos ver. Aí virei de costas pra câmera, tampando ela, e ela se ajoelhou sozinha e começou a chupar meu pau como a melhor atriz pornô do mundo. Tava tão tesudo que segurava a cabeça dela e enfiava até o fundo, fazendo ela engasgar de vez em quando. Nós dois távamos muito excitados, não ligamos se alguém passasse e nos visse naquela situação — prazer é prazer. Chegou um ponto em que ela começou a chupar só a cabeça do meu pau, e aquilo me excitou tanto que deu vontade de gozar. Segurei a cabeça dela de novo e mandei ela olhar nos meus olhos enquanto me chupava. Foi assim que fiz ela engasgar de novo e enchi a boca dela de porra. Ela ficou me olhando fixamente, sem fazer nenhum gesto de nojo ou de cuspir meu leite — engoliu TUDO. Naquele momento, entendi que quero ela pra sempre na minha vida: linda e puta, minha fraqueza. Quando tava indo embora, ela perguntou, rindo, se ia ter desconto no dinheiro emprestado. Eu ri e falei: "deixa eu provar essa buceta e a gente conversa sobre o assunto". Ela me deu um beijo e um abraço bem forte e disse: "te vejo no fim de semana na casa do nosso sogrinho".
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