Já tinham se passado algumas semanas desde aquela conversa da Sara com o Armando. Pelo que eu tinha visto, tinha ficado por isso mesmo, sem que rolasse mais nada. A rotina do Armando com a Micaela, claro, continuou, mas notei que diminuiu um pouco. Tinha dias que, por um motivo ou outro, o Armando não vinha na nossa casa, mas eram poucos. Duvidava que fosse porque o Armando tinha se cansado da Micaela. Na verdade, acho que foi bem o contrário. Continuavam fazendo as mesmas putarias de sempre e os dois pareciam bem satisfeitos. A Micaela já tinha mudado de vez o jeito de se vestir e tinha se transformado na garota perfeita pra satisfazer o velho, usando roupa apertada direto e se arrumando pra agradar o macho que só tava usando ela.
Minha relação com a Sara já era praticamente inexistente. A gente continuava junto, acho que só por inércia, ou pra manter, num acordo tácito, um casal estável e dar um ambiente bom pra Micaela. O que eu já tava achando totalmente inútil, já que o universo da Mica parecia girar em torno do Armando e de pouca coisa mais. Ela continuava bem na escola, sem problemas por esse lado, mas justo na fase de crescimento dela, onde devia ter uma vida social boa com os amigos, cada vez via menos eles e fazia menos coisas com eles.
Tudo isso continuou assim, "normal" entre aspas do tamanho de uma casa, até uma noite fatídica em dezembro de 2019. Dezembro, como vocês sabem, é um mês complicado porque junta um monte de atividade de fim de ano. A Mica tinha várias coisas da escola ou com os amigos, e foi numa sexta antes do Natal que eu tinha um jantar de fim de ano com alguns dos meus chefes e colegas de trabalho. Parece que a Micaela falou com a Sara e as duas não tiveram ideia melhor do que convidar o Armando pra comer alguma coisa em casa e ver o jogo. O Independiente tava jogando e o velho era do Rojo. Foi uma semana que o Armando só tinha conseguido visitar a Micaela uma vez, então chegou a sexta e eu... Imaginava que o velho ia estar com um tesão que voava baixo, o que me pareceu perigoso. Sem falar no mal que me caiu essas duas começarem a considerar ele como alguém de confiança de verdade, o suficiente pra convidar ele, ou pior, como alguém quase da família.
Eu já sabia, lá no fundo, que não queria nem olhar as câmeras daquela noite. Fiz um esforço pra me segurar, manter minha curiosidade longe e me dedicar a tentar curtir aquela noite com meus colegas de trabalho. O máximo possível. Precisava urgentemente de algo, nem que fossem umas horas, pra relaxar a mente e não pensar na angústia que apertava meu coração e vinha fazendo isso há meses por causa dessa situação de merda. Não ia fazer, jurei e rejurei.
Não vou dizer que consegui relaxar na hora que cheguei no jantar, foi difícil, mas graças à boa comida, boa bebida e ao bom humor dos meus colegas de trabalho (que eu adorava e ainda adoro), entre piadas, risadas e histórias, a noite finalmente ficou muito agradável e eu me diverti pra caralho. Quase choro enquanto escrevo essas linhas, juro, mas consegui rir. Depois de tanto tempo, consegui rir.
Nos divertimos tanto que ficou tarde pra caralho, ninguém queria ir embora até que o restaurante gentilmente trouxe a conta pra gente vazar. Eram três da manhã e cheguei em casa, que estava naturalmente em silêncio total. Ao colocar a chave na fechadura, tive um pensamento horrível, um pressentimento de pesadelo em que imaginava o Armando ainda lá, deitado com alguma das duas, já que a essa altura tudo podia rolar. Entrei em silêncio, espiei o quarto da Micaela e ela estava lá, dormindo tranquilamente e, por sorte, sozinha, como todas as noites. Ao me dirigir ao nosso quarto, vi a porta fechada e pressenti o pior. Juntando coragem, abri e, pra meu alívio, também vi a figura da Sara dormindo, sozinha também. Suspirei. Não tinha rolado nada. A casa estava em perfeita ordem, nada fora do lugar, e a única coisa suja que vi foram os pratos com restos de comida que eles deviam ter usado. Tinha cheiro de baseado, mas sempre tinha cheiro de baseado em casa, por mais que eu ventilasse 24 horas por dia.
Me acalmei e voltei pra cozinha em silêncio pra tomar um Uvasal, só por precaução, já que tinha comido pra caralho. Foi aí que vi o cinzeiro que a Sara usava, com restos de baseado. Era incomum, porque a Sara só costumava fumar um à noite e sempre jogava os restinhos no lixo. Estranho ter sobrado alguma coisa ali, e estranho ter mais resto do que o normal.
Claro que comecei a desconfiar. Não consegui evitar. Fiquei olhando pra ver se tinha algo fora do lugar, ou estranho. Nada estranho na sala, ou no hall de entrada, e nada estranho na cozinha, além do cinzeiro com os restos curiosos.
E infelizmente não consegui evitar. Era mais forte que eu. Sentei sozinho na cozinha, peguei meu celular, meus fones de ouvido e comecei a revisar as câmeras pra ver como tudo tinha rolado enquanto eu não estava.
Procurei o horário em que vi movimento na porta. O Armando chegou às 20:45 e bateu como sempre. Por causa do calor que já fazia naquela época do ano, o Armando estava de camiseta, bermuda comprida e sandálias. Era estranho vê-lo sem o uniforme de zelador. Quem abriu foi a Micaela, com um sorriso, eles se abraçaram e se beijaram longamente no hall de entrada, o velho passando a mão na bunda da Mica como sempre. Pelo visto, como eu já tinha imaginado, o Armando vinha muito tarado da semana toda, porque não largava a menina. Só se separaram quando a Sara saiu da cozinha pra cumprimentá-lo com um sorriso.
A idiota (ou filha da puta?) da Sara tinha vestido uma calça de moletom confortável e uma daquelas camisetas justas que marcavam bem os peitos. Os peitos da Sara não eram enormes, nem fodendo, mas tinham um tamanho muito bom e, apesar da idade, ainda eram firmes e bem formados. Essa era a melhor qualidade física dela, junto com a olhos verdes e o sorriso encantador dela. A bunda linda e firme como um pêssego e a cinturinha de violão eram da Micaela, mas os peitos grandes eram da Sara. Mica, pelo menos por enquanto, ainda não tinha herdado eles. Eu conhecia bem aquela camiseta que a Sara vestiu, porque eu amava ela. Marcava bem as curvas dela e, por ser justa, realçava o formato natural dos peitos dela. A Sara não usava sutiã com frequência, dizia que a peça tinha que ser muito específica pra não incomodar, já que sempre teve os seios muito sensíveis. Então, na maioria do tempo, como agora, só a tecido fininho da camiseta justa cobria eles.
O velho já foi olhando na hora, foi bem na cara. Cumprimentou a Sara com um beijo na bochecha e um abraço suave e foi sentar com a Micaela no sofá da sala. Ligaram a TV e a Sara se juntou a eles no sofá. O Armando tava abraçando a Micaela com o braço grosso direito, enquanto a Mica se aninhava amorosamente do lado dele, conversando coisinhas entre sorrisos e carinhos. A mão do Armando alternava entre acariciar as costas e o cabelo dela enquanto falavam. A Sara se juntou a eles e sentou do lado, a uma distância respeitosa do Armando. Enquanto viam TV, a Sara pediu uma pizza e abriram um vinho pra eles dois, e um suco pra Micaela.
Assim passou um tempo, enquanto viam o jogo e esperavam a pizza. A Sara e a Micaela não gostavam muito de futebol, só paravam pra ver a Seleção, então o Armando de vez em quando explicava ou gesticulava pra TV, de vez em quando soltando um xingamento pra algum jogador ou pro juiz, o que fazia as duas rirem. Durante o primeiro tempo, não rolou nada além disso. No intervalo, enquanto conversavam, tocou a campainha e foi a Micaela quem desceu pra buscar o delivery. Naquele tempinho curto, o Armando e a Sara pararam completamente de prestar atenção na TV e começaram a conversar. Pelo som da TV que não abaixaram, realmente não consegui ouvir nada no tom que Eles estavam falando. Mas batendo papo, a Sara mudou de posição pra deitar o lado nas costas do sofá, apoiando a cabeça no cotovelo e prestando atenção no Armando. Falaram e falaram, o velho naturalmente deixava o olhar escapar pros peitos da Sara, mas se recompunha rápido, enquanto a Sara me dava a impressão de que era quem mais mantinha o olhar no Armando, mas também umas duas vezes vi ela deslizar o olhar pra outras partes do corpo do velho. Ou talvez fosse coisa da minha cabeça. A Micaela chegou com a pizza e eles começaram a comer, sem mais. O segundo tempo do jogo passou, com a Mica visivelmente mais entediada e pegando o celular durante a partida enquanto o Armando acariciava ela constantemente, a menina nunca se desgrudando do lado do velho. Entre a Sara e o Armando, eles tinham tomado uma garrafa de vinho, então a Sara num momento perguntou pro Armando, ele concordou, e a Sara foi pegar outra pra beber, sentando de novo, mas dessa vez bem mais perto do lado esquerdo do Armando, ainda assim a uma distância sem se tocar. O velho notou e, enquanto assistiam o jogo, várias vezes vi como o olhar dele escapava pras tetas da Sara, enquanto continuava acariciando ao mesmo tempo a Micaela, que já parecia estar em outra, entediada e cansada. Finalmente o jogo terminou (graças a Deus o Independiente perdeu, o que me deixou feliz ao ver o Armando amargurado) e eles continuaram sentados ali. A Micaela mudou de canal várias vezes, procurando algo pra ver, mas já eram quase 11 horas, então decidiram por um canal de música sugerido pela Sara e baixaram o volume. Continuaram conversando sobre tudo um pouco e sobre nada, eles tomando a segunda garrafa de vinho. Mais ou menos depois de meia hora, a Micaela finalmente dormiu, com a cabecinha apoiada no lado e na barriga do Armando, enquanto ele continuava acariciando ela suave. Tinha sido a tática do velho todo esse tempo? Acariciar permanentemente as costas e o cabelo da Mica pra acalmar ela e não excitar ela? Graças a que Baixaram o volume da TV e finalmente consegui ouvir um pouco melhor, mesmo que o áudio não estivesse totalmente claro. Sara e Armando continuaram bebendo e conversando, até que Sara percebeu que Micaela tinha caído no sono em cima do Armando, sorriu e se aproximou mais para vê-la. Armando também olhou pra Mica e começou a acariciar suavemente o cabelo preto dela, mas também aproveitou pra colocar o braço esquerdo no encosto do sofá e rodear a Sara, ainda sem tocá-la.
Armando continuava acariciando o cabelo de Micaela, "É uma bonequinha, né?"
Sara sorriu enquanto olhava pra filha, e a mão calejada de Armando tocando o cabelo dela com suavidade pra ajudar no sono, "Sim, olha só. Linda."
Ficaram assim uns momentos em silêncio, com Sara já quase colada no Armando, quando ele aproveitou e colocou o braço esquerdo em volta dos ombros dela, "Eu, não te importa se a gente fizer um daqueles baseados que você tem depois?", perguntou, "Pra digestão.", riu.
Sara riu baixinho com ele e não pareceu se incomodar nem um pouco com o toque do Armando, "Sim, claro, bora. Adoro que você também goste, senão eu sempre fumo sozinha.", fez menção de ir buscar, mas Armando segurou ela.
"Não, não, calma. Pra depois, falei. Fica aqui, se ela já tá dormindo."
Sara olhou de novo pra Micaela sorrindo, "Como apagou, coitadinha. Deve estar cansada com tudo da escola."
Armando riu, "Não fui eu, hein? Quase nem vi ela essa semana."
"Não, sim, eu sei. Ela tá cansada."
Ficaram mais um momento em silêncio, os dois olhando a cabecinha dormindo de Micaela, quando Armando virou a cabeça e começou a falar algo baixinho no ouvido de Sara, enquanto a mão esquerda dele começou a tocar e acariciar o ombro dela. Sara não se assustou, só escutava e também respondeu algo baixinho. Falaram assim, baixinho, sem que eu conseguisse ouvir nada. Falaram, e falaram. Se olharam nos olhos várias vezes. E falaram, enquanto Armando começou também a acariciar o pescoço de Sara enquanto conversavam. Os rostos deles perto demais. um do outro, falando baixinho. Sara não teve coragem de tirar a mão de Armando, parecia que não se importava com o toque dele, e ela também não tocava nele, mas via como uma das mãos de Sara coçava a própria perna suavemente, ou a acariciava.
Armando suavemente desceu a mão pelas costas de Sara, para descansá-la na cintura dela, amassando-a devagar enquanto falava. Usou isso para puxar Sara para perto e começar a falar no ouvido dela. Eu só via a cabeça de Armando parcialmente coberta pelo rosto e pelo cabelo comprido de Sara, que ouvia atentamente o que ele dizia, às vezes meio que virava para responder algo bem baixinho, mas continuava ouvindo. Sara pegou o copo e bebeu mais vinho enquanto escutava, enquanto Armando tirava a mão que estava na cabecinha dormindo de Micaela e, bem evidente e grosseiramente, ajeitou o volume que já tinha formado debaixo da bermuda, para depois voltar a acariciar a Mica. Sara não só notou como pareceu olhar fixamente para o que ele fez, e o olhar ficou ali, no volume marcado de Armando enquanto ele falava com ela e continuava acariciando a cintura dela.
O rosto de Armando emergiu de trás do de Sara e eu vi ele sorrir para ela, para logo em seguida voltar a sussurrar algo no ouvido de Sara, que continuava ouvindo atentamente. Mas logo Sara fechou os olhos suavemente e vi como o rosto escondido de Armando começou a se mover devagar contra Sara. Ele não estava falando, estava beijando o pescoço dela enquanto a mão dele amassava a cintura dela com um pouco mais de intensidade. Sara abriu os olhos, virou para dizer algo bem baixinho e roçaram as bochechas. Se olharam em silêncio e Armando fez um gesto com a cabeça para baixo, como para encorajá-la a algo enquanto continuava acariciando tanto Micaela quanto a cintura de Sara.
Sara apoiou o copo na mesinha de centro e, lentamente, levou a mão até o volume de Armando, sentindo-o suavemente com a ponta dos dedos, e depois com a mão, um par de às vezes. Vi ela morder o lábio com a sensação e a imagem da pica do Armando, já bem grande e dura por baixo do tecido da bermuda dele. Mas a Sara de repente se desculpou bem baixinho e levantou rápido, indo pra cozinha. O Armando tentou seguir ela, mas primeiro teve que se soltar da Mica, que ainda tava dormindo e grudada nele. Fez isso com cuidado e deixou ela deitada no sofá, depois foi atrás da Sara na cozinha.
Tenho certeza que devia ter doído o que vi, mas eu já sentia tão pouco pela Sara que pareceu inevitável. Mesmo assim fiquei curioso pra saber por que ela levantou e foi embora, negando o Armando. A Sara já tava preparando um café quando o Armando entrou na cozinha e fechou a porta atrás dele. Por sorte, na cozinha eu já conseguia ouvir.
"Eeeeh, ei, o que rolou?", perguntou.
"Nada, Armando, vai querer café?", respondeu a Sara seca, sem olhar pra ele.
"Não, café a essa hora já era, senão depois não durmo. Pega um desses baseados que cê tem, vai. A ver se a gente se acalma."
Sem olhar pro Armando, a Sara foi pro nosso quarto e trouxe dois, um pra cada. Acenderam e ficaram lá fumando em pé na cozinha, enquanto a água fervia. Depois de umas boas tragadas cada um, finalmente o Armando falou.
"Fala, vai me dizer o que rolou?"
"Não dá, Armando, cê tá louco?", respondeu a Sara, "Com a Micaela aqui com a gente? Cê tá passando dos limites. Não, cê tá passando bem demais."
Armando deu de ombros, "Uf... bom, ei, desculpa. Sei lá. Cê me deixou excitado, o que cê quer que eu faça?"
"Com a Micaela aqui, Armando.", repetiu ela.
"Tá, tá... não sabia que cê era tão recatada... se tava tudo bem."
Sara se surpreendeu, "Recatada? Não sou recatada nada. Cê acha que eu deixo você ficar com a minha filha... isso te parece de recatada?"
Armando riu e se aproximou, ficando atrás da Sara, com o baseado na boca e esfregando os ombros dela "Tá, tá, já foi. Reconhece que um pouquinho de recatada cê é. Se a menina tava dormindo, Não rolou nada."
Sara pareceu relaxar um pouco. "Não sou nada recatada, Armando. Muito pelo contrário. Você não sabe as coisas que eu já fiz na vida. Não me conhece. Mas não gosto de misturar as coisas. Você tá com a Mica, ponto final. Eu não tenho nada a ver com isso e não quero machucar ela."
Armando sorriu e, depois de uma longa tragada, apoiou o baseado na bancada da cozinha, com a ponta acesa para o alto pra não queimar a superfície. Continuou massageando devagar os ombros de Sara. "Ah, vai, me conta. Que loucura você já fez?"
Sara se virou e olhou pra ele. "Loucura de quê?"
Armando deu de ombros e soltou os dela. "Ué, você disse. Que loucura fez na vida?"
Sara pensou por um momento, fumando. "Nada. Coisas."
"Bom, que coisas. Fala, ué. Me conta."
Depois de uma pausa, Sara se animou. "Às vezes eu faço uns favores pro meu dealer. Quando num mês não dá pra pagar os baseados, sabe?"
Armando sorriu. "Hã? Que favores?"
"Favores, Armando. Os favores que uma gatinha pode fazer pra um cara.", respondeu Sara enquanto meu coração afundava cada vez mais ao ouvir aquilo. Eu nem sabia de nada disso que a Sara tava revelando.
Armando riu alto. "Quê, você deu pra ele?"
"Ai não, pelo amor de Deus.", riu Sara.
"Então?"
Sara soltou um suspiro cansado. "Fiz boquetes."
"Hã?", perguntou Armando.
"Chupei o pau dele, Armando! Pelo amor, às vezes tenho que explicar tudo, né? Quando não dá, eu chupo. Ele deixa eu pagar assim.", respondeu Sara irritada.
"Ah, tá.", riu Armando e deu um tapinha na cintura dela.
"Então viu que recatada não sou, e que tenho razão."
Armando pegou o baseado de novo e deu mais uma tragada, deixando-o no mesmo lugar. "E o que mais você faz? Pode saber?"
"Não, só isso."
"Só isso?", perguntou Armando. "CerTeza?"
"CerTeza, não acredita em mim? Não tenho por que mentir. Se tivesse feito algo mais, eu falava. Não tenho problema.", respondeu Sara.
"Nunca mostrou os peitos pra ele?", perguntou Armando com um sorriso.
"Não, nunca. enquanto ela se dirigia à geladeira pra pegar alguma coisa, provavelmente pro café.
Armando seguiu ela e imediatamente fechou a porta da geladeira com a mão, enquanto virava Sara pra encará-lo. Ele se aproximou e pressionou a barriga e o corpo dele contra o dela, grudando ela não muito forte, mas firme contra a geladeira, segurando os braços dela e acariciando eles com os dedos. "E por que não mostra pra mim?"
Sara se surpreendeu, mas não pareceu resistir. "Armando, para com isso, quer? Eu não sou desse tipo."
Armando riu alto. "Vai se foder. Que não é desse tipo. Me diz que tá chupando pica por aí e não é desse tipo? Há pouco você tocou em mim e gostou."
"Chega, Armando, você tá passando dos limites."
"Vamos, eu...", ele disse enquanto pegava ela pela cintura.
"Não. Preciso que você vá embora, Armando. Tudo bem, mas você tá me deixando muito desconfortável.", respondeu Sara sem desviar o olhar, mas também sem tentar tirar as mãos de Armando.
"Tá bom... termino o café e vou.", ele disse.
"Não, vai agora.", respondeu Sara.
Armando não gostou nada de Sara dar uma ordem pra ele, assim tão de repente ou talvez só pelo fato de ser uma ordem. Ele apertou a cintura dela dos dois lados visivelmente e começou a massagear os lados.
"Mostra os peitos e eu vou.", ele disse, mantendo o olhar fixo no dela.
"Eu falei que não."
"Vamos, Sara, mostra esses peitos lindos que você tem.", ele respondeu com um sorriso. "A menina não tem, viu. Ainda não. Adoro um bom par de peitos como os seus."
Naquele exato momento, a chaleira começou a apitar no fogão. Sara se esticou e apagou o fogo, rapidamente, pra voltar a olhar fixamente pra Armando.
"Para com isso. Por que você não vai? Prometo que não conto nada pra Mica..."
Armando pressionou o quadril contra Sara, fazendo ela sentir o volume duro que ele já devia ter. "Tô pouco me fodendo pra garota", disse Armando. "Conta ou não conta... Eu como quando quero. Sabe como é. Acabei de gozar... Mas uma gostosa maior que nem você, ainda por cima linda e com essas tetas maravilhosas, também me deixa de pau duro."
"Armando...", Sara começou a dizer, mas ele a interrompeu.
"Você acha que vai pegar na minha rola assim na cara dura e não vai me deixar excitado? Que vai me deixar na mão assim?"
"Armando, não foi minha intenção, me desculpa, foi um..."
"Que não foi sua intenção... vai, gostosa... que... chupa a rola de um otário por aí e pra mim, que tenho intimidade, não quer mostrar as tetas? Vai.", ele disse e finalmente moveu as mãos sobre os peitos de Sara, massageando-os enquanto os admirava nas mãos, "Olha que coisa..."
Sara suspirou e fechou os olhos, deixando Armando apalpar seus peitos por um momento, parecia estar curtindo as mãos do velho, o suficiente para que, rapidamente, por serem tão sensíveis, seus mamilos começassem a endurecer e marcar contra o tecido da blusa justa.
"Uf...", Armando disse ao vê-los, passando os polegares com força por cima, "Olha como você fica."
Sara só conseguiu suspirar e deixar Armando aproveitar as tetas, "eu... bom, já foi..." disse baixinho.
"Vai, se solta e me mostra.", Armando disse, "Me mostra e eu vou embora."
Sara olhou para ele por um instante e pegou a parte de baixo da blusa, levantando-a até acima da linha dos peitos, sem tirá-la completamente, deixando as tetas aparecerem, balançando suavemente depois que a blusa justa passou por cima. Armando sorriu ao vê-las e imediatamente começou a amassá-las e a brincar com o polegar sobre os mamilos de Sara, que deixou escapar um gemido que talvez não quisesse. Armando admirou os peitos de Sara com um sorriso, vendo como tinha nas mãos aqueles peitos brancos, macios e bem formados, e os mamilos rosados já nesse momento durinhos pra caralho. Depois se inclinou e começou a chupar um deles, forte, enquanto a outra mão continuava apertando e amassando o outro. Apoiou ainda mais a barriga e o volume duro contra Sara, pressionando-a contra a parede. A geladeira e empurrando com a cintura enquanto chupava tudo que podia.
Sara já gemia mais alto e colocou uma mão na nuca de Armando, sei lá se querendo ou sem querer, o fato é que o velho aos poucos estava conquistando ela e derrubando todas as defesas que Sara tinha.
"... olha o que é esses peito, nena... que mulher gostosa, a puta mãe...", disse com o rosto enterrado entre os seios, e Sara gemeu ao ouvir.
"Armando... para, por favor... a menina...", gemeu Sara
"A menina é problema meu. Agora tô cuidando de você.", disse e enquanto continuava chupando um dos mamilos, deslizou a mão entre os corpos deles e começou visivelmente a apalpar entre as pernas de Sara, por cima da calça de moletom. Sara tremeu e se segurou ainda mais na nuca careca de Armando. Já estava derrotada e não sabia.
Armando continuou apalpando ela com força e se levantou, para dar uns chupões violentos na boca de Sara. Sara resistiu um pouco, mas Armando não pareceu se importar, já que começou a chupar e lamber a bochecha e o pescoço dela.
"Que puta gostosa que você é... sabe quanto tempo eu queria ter você assim... quantas vezes pensei em te foder..."
"Armando... ai... para... por favor... a gente não pode...", protestou Sara, mas era só da boca pra fora, o corpo dela já dizia o contrário, aceitando os avanços do velho.
"Para o quê... olha como você me deixa, linda...", disse Armando e pegou uma das mãos de Sara, levando pra baixo pra ela sentir o pau dele por cima da bermuda. Devia estar duro a ponto de explodir, porque Sara não tirou a mão, deixou ali sentindo e apertando o máximo que podia.
"A menina... por favor...", protestou Sara.
Armando riu enquanto continuava aproveitando o corpo de Sara, apertado pela massa maior de músculos e barriga dele, "Sim, a menina... essa também vou comer, fica tranquila. Mas agora é sua vez."
"Mica... vai acordar... para", Sara continuava reclamando, mas já entre gemidos. A mão dela ainda não tinha parado de sentir o pau do Armando.
"Que ele acorde. Assim ele vê como um macho come a puta da mãe... a ver se aprende e também gosta de olhar. Essa puta gosta de tudo.", disse Armando
"Não fala isso!", gemeu Sara
"Você não quer provar o que a sua filha come? Hein? Parece que sim, porque você não solta o meu pau.", disse ele, "Hein? Responde, filha da puta, você quer ou não quer..."
Sara não disse nada, continuava sentindo e gemendo, apertada contra a geladeira, com os peitos de fora e os bicos sempre duros.
"Responde, sua filha da puta!", rosnou Armando, "Puta de merda! Fala o tempo todo e agora não?"
"Para, Armando, por favor!", gemeu Sara, com um tom de desespero que não parecia de medo, mas de tensão sexual.
Armando segurou ela forte pelo cabelo e pela cintura, sem parar de lamber o pescoço dela agressivamente, foi recuando com os passos, se movendo em direção à mesa. Encontrou às cegas uma cadeira e sentou, obrigando Sara a sentar de pernas abertas em cima dele, montando. Com uma mão forte, aproximou o rosto de Sara ao seu e começou a beijá-la. No começo, Sara não respondia, mas logo se rendeu e começou a beijá-lo também, as mãos dela que antes lutavam contra os avanços do velho abraçaram o pescoço dele entre gemidos.
"Quanto tempo que você não é comida direito, hein?", perguntou Armando.
"Para, não sei...", disse Sara com a respiração ofegante e já completamente excitada.
"Se não sabe, então é muito... a puta da mãe..." protestou Armando e, levantando levemente o corpo de Sara para se dar espaço, violentamente pegou o shorts dele e abaixou, fazendo praticamente pular no ar o pau já enorme que estava como uma mola. Depois começou a fazer o mesmo com a calça de moletom de Sara, o que foi difícil, até que a própria Sara com uma mão ajudou, deslizando até se livrar dela, ficando só de calcinha e tênis.
Armando soltou o cabelo de Sara, que perfeitamente poderia ter se afastado, escapado ou algo assim. Qualquer coisa. Mas ele ficou ali. O velho pegou as pernas da Sara com facilidade, ela era meio baixinha, e montou ela em cima dele, apalpando a bunda dela com uma mão e com a outra puxando a calcinha de lugar. Sara, por sua vez, buscou apoio com os pés na cadeira e, rodeando o velho sentado, deixou ele fazer, gemendo de pura tesão que já tava sentindo e com os olhinhos fechados de prazer atrás dos óculos.
Os dois se olharam e começaram a se beijar apaixonadamente, enquanto Armando massageava com uma mão a bunda dela no ar e com a outra um dos peitos. Sara mexia os quadris quase sem perceber, tentando esfregar a buceta contra o pau enorme e duro do Armando. Seguiram assim por uns momentos, se curtindo em silêncio até que Armando moveu os dedos pra sentir entre as pernas da Sara.
"Uh... 'tá peludinha aí embaixo, hein?", ele disse com um sorriso enquanto se beijavam.
"Sim, eu não me depilo..."
"Bom... agora você vai começar a se depilar, porque eu gosto peladinha..."
Sara olhou fixo pra ele e perguntou, "Que nem de neném?"
Armando sorriu "Sim, que nem de neném. Que nem da putinha da sua filha."
Sara riu, "Armando, sério... e se entra alguém... e nos vê."
"Já te falei. Deixa ela olhar e aprender."
Armando pegou o pau dele ereto pela base e guiou ele em direção à buceta da Sara, esfregando a cabeça uma vez e outra entre os lábios vaginais dela, sentindo como já deviam estar molhados. "Você não me respondeu no final..."
"O quê?" Perguntou Sara
"Se quer provar o que sua filha come."
Sara hesitou uns momentos e respondeu, "Sim... vai..."
Armando sorriu e aproximou o rosto dela de novo, forte, pra dar um chupão bem profundo que Sara pareceu devolver com fome. "Assim que eu gosto...", ele disse, "Sabe os anos que eu me masturbava pensando em te comer. Uf..."
Sara sorriu e continuaram se beijando, a cabeça inchada do pau do Armando ainda esfregando a entrada da vagina da Sara, "Não me diga... mmmh..."
"Agora finalmente você vai ter Um homem de verdade, mami."
"Eh? Mmh?", foi só o que Sara disse com os olhos fechados.
"Você vai sentir a pica de um homem de verdade... te foder do jeito que você quer..."
Sara não conseguiu dizer nada antes de Armando alinhar a pica e, com as duas mãos, segurar a cintura dela, empurrando o corpo dela contra o dele e fazendo com que ela se empalasse rápido e fundo dentro dele. Era impressionante ver, do ângulo que eu tinha, aquela pica dura e cheia de veias desaparecer dentro do corpo de Sara e, por mais pelos que ela deixava crescer na buceta, dava pra ver claramente como os lábios vaginais dela se apertavam cada vez mais, tentando agarrar toda a grossura e o comprimento da pica de Armando. Ele sentou ela firme até as bolas, fazendo com que ela tomasse absolutamente todo o comprimento dele. Sara não gritou, não precisou que Armando tapasse a boca dela, mas jogou a cabeça violentamente para trás, com o cabelo solto e o rosto congelado de boca aberta, num ricto de prazer sem som. Ela conseguiu se segurar nos ombros de Armando, enquanto ele a agarrava pela cintura, balançando ela para cima e para baixo, devagar, fundo e no mesmo ritmo, enquanto ele também gemia e resfolegava de prazer, com o rosto moreno enterrado entre os peitos de Sara, que balançavam com o vai e vem.
Sara também logo começou a gemer junto com ele, se levantando e se jogando pra beijá-lo enquanto trepavam com força. Às vezes era Armando que movia ela e o corpo dela, mas outras vezes Sara tomava a frente e era ela mesma que se penetrava, gostosa, na pica grossa do velho.
Armando sorriu e puxou o cabelo dela, dando um tapa leve na cara de Sara enquanto os olhos deles se encaravam. Sara estava dando bem pra ele, diferente da Micaela, que era naturalmente muito mais passiva, então Armando estava meio agitado.
"Sim... olha como você gosta, hein? Você que dizia que não, que não...", ele disse enquanto sacudia ela pelo cabelo e dava outro tapa na bochecha dela, "puta de merda... que gostosa que você é..."
Sara Ela só gemia de prazer, acariciava ele e olhava fixo, sem dizer nada. Parecia consumida na tarefa de foder o velho, talvez depois de tanto tempo sem transar comigo. Armando continuou: "Cê gosta de sentir o que a neném sente, né?"
Sara fechou os olhos, enquanto continuava se fodendo sozinha, pra cima e pra baixo na pica do Armando: "S-ssssim... ai... ssssiiim...", gemeu.
"Agora cê entende a minha putinha...", riu Armando, que já não fazia nada além de olhar e curtir minha mulher fodendo ele e gozando como nunca. De repente, ele a pegou pela cintura de novo, forte, e começou a empurrar ela pra acompanhar o vai e vem, mas bem forte e rápido: "Vou encher tua buceta do mesmo jeito que encho a dela, que ela adora... cê com certeza também vai gostar."
"Não... para... não goza em mim...", gemeu Sara.
"Que não goze..."
"Não goza dentro, por favor... não tô... com a pílula", protestou Sara.
Armando riu e continuou fazendo o corpo de Sara descer duro e rápido na pica dele, que já devia estar prestes a explodir. Na posição que estavam, a cabeça da piroca grande do velho com certeza tava esfregando, empurrando e pressionando Sara até o fundão toda vez que enfiava até as bolas, provavelmente apertando o colo do útero dela e fazendo ela delirar de prazer.
"Tô nem aí, mamãe... tua buceta merece uma boa gozada... cê sabe quanto tempo pensei em te dar um leitinho..."
Sara tremeu visivelmente ao ouvir isso e começou a gozar bem forte, em intensidade e em volume, enquanto Armando focou na tarefa e, depois de várias enfiadas rápidas e violentas, prendeu ela pela cintura e meteu até o fundo uma última vez, gemendo e gozando enquanto também gozava. As bolas dele pulsavam levemente, quase imperceptivelmente, pra cima e pra baixo, impulsionando o que deviam ser uns bons jatos de sêmen quente, resultado dos dias de abstinência forçada. Sara pareceu aceitar de boa, o que prolongou o orgasmo dela. Enquanto se recuperavam, na mesma posição, começaram a se beijar e se tocar, com a pica do Armando ainda dura bem dentro da Sara. Ficaram assim por um bom tempo, às vezes sussurrando algo um pro outro, às vezes em silêncio, até que se levantaram. A Sara se ergueu com um pouco de dificuldade e se limpou entre as pernas com um papel toalha. O Armando só olhava pra ela e sorria.
Pensei que tinha sido só aquilo, que o Armando já ia embora, mas não. Tomaram mais um pouco dos copos de vinho, a Sara abriu a porta da cozinha e deu uma espiada na sala pra ver a Micaela, que por sorte continuava dormindo no sofá. A Sara e o Armando trocaram umas palavras baixinho na cozinha, se acariciaram enquanto falavam e depois, bem devagar pra não acordar a Micaela, passaram pela sala e foram pro nosso quarto, fechando a porta com cuidado.
Não vou dar muitos detalhes do que vi, porque o que fizeram no nosso quarto foi o que mais me doeu. Porque foi no nosso quarto, e na cama que dividi tantos anos com a Sara e onde tivemos tantos momentos felizes. Mas aquilo, pra ela, pareceu não importar mais nada. Se pelaram completamente, então tive de novo o duvidoso prazer de ver o gordo peludo do Armando pelado, e fizeram tudo o que dava pra fazer. Na nossa cama. Vi com dor como se satisfizeram oralmente, num 69, e como a Sara, igual à Micaela, parecia adorar chupar a pica do velho. Depois começaram a trepar de novo. Dessa vez o Armando colocou a Sara de quatro e, puxando forte o cabelão dela, começou a meter. Não dava pra distinguir direito na imagem, mas pelo ângulo e pelos protestos da Sara, tenho certeza de que o Armando primeiro penetrou a buceta dela de novo, mas assim que sentiu a pica bem lubrificada, sem muita cerimônia, começou a comer ela pelo cu, dando tapas na bunda, puxando o cabelo e falando putaria e xingamentos até que finalmente pegou ela pela cintura e, com várias estocadas profundas e violentas, encheu os intestinos de Sara com o esperma dele.
Sara, por sua vez, me dói dizer, estava visivelmente satisfeita e passou um bom tempo abraçada no Armando, os dois pelados na nossa cama, se acariciando, se beijando e conversando, até que lá pela 1 da manhã o Armando se vestiu e foi embora, enquanto a Sara arrumou um pouco o que sobrou, levou os pratos sujos pra pia da cozinha pra deixar lá, e foi dormir depois de cobrir a Micaela no sofá com uma mantinha.
Desliguei o celular e pensei que tudo isso era um pesadelo, que não podia ter acontecido. Primeiro minha filha, e agora minha parceira. Mas olhei ao redor da cozinha onde eu estava sozinho e logo vi a resposta, tudo isso tinha sido real. Os pratos estavam lá sem lavar e os restos de um baseado estavam lá, apoiados na bancada da cozinha, depois de ter queimado a superfície.
Juro pra vocês que naquele momento pensei em me matar.
Minha relação com a Sara já era praticamente inexistente. A gente continuava junto, acho que só por inércia, ou pra manter, num acordo tácito, um casal estável e dar um ambiente bom pra Micaela. O que eu já tava achando totalmente inútil, já que o universo da Mica parecia girar em torno do Armando e de pouca coisa mais. Ela continuava bem na escola, sem problemas por esse lado, mas justo na fase de crescimento dela, onde devia ter uma vida social boa com os amigos, cada vez via menos eles e fazia menos coisas com eles.
Tudo isso continuou assim, "normal" entre aspas do tamanho de uma casa, até uma noite fatídica em dezembro de 2019. Dezembro, como vocês sabem, é um mês complicado porque junta um monte de atividade de fim de ano. A Mica tinha várias coisas da escola ou com os amigos, e foi numa sexta antes do Natal que eu tinha um jantar de fim de ano com alguns dos meus chefes e colegas de trabalho. Parece que a Micaela falou com a Sara e as duas não tiveram ideia melhor do que convidar o Armando pra comer alguma coisa em casa e ver o jogo. O Independiente tava jogando e o velho era do Rojo. Foi uma semana que o Armando só tinha conseguido visitar a Micaela uma vez, então chegou a sexta e eu... Imaginava que o velho ia estar com um tesão que voava baixo, o que me pareceu perigoso. Sem falar no mal que me caiu essas duas começarem a considerar ele como alguém de confiança de verdade, o suficiente pra convidar ele, ou pior, como alguém quase da família.
Eu já sabia, lá no fundo, que não queria nem olhar as câmeras daquela noite. Fiz um esforço pra me segurar, manter minha curiosidade longe e me dedicar a tentar curtir aquela noite com meus colegas de trabalho. O máximo possível. Precisava urgentemente de algo, nem que fossem umas horas, pra relaxar a mente e não pensar na angústia que apertava meu coração e vinha fazendo isso há meses por causa dessa situação de merda. Não ia fazer, jurei e rejurei.
Não vou dizer que consegui relaxar na hora que cheguei no jantar, foi difícil, mas graças à boa comida, boa bebida e ao bom humor dos meus colegas de trabalho (que eu adorava e ainda adoro), entre piadas, risadas e histórias, a noite finalmente ficou muito agradável e eu me diverti pra caralho. Quase choro enquanto escrevo essas linhas, juro, mas consegui rir. Depois de tanto tempo, consegui rir.
Nos divertimos tanto que ficou tarde pra caralho, ninguém queria ir embora até que o restaurante gentilmente trouxe a conta pra gente vazar. Eram três da manhã e cheguei em casa, que estava naturalmente em silêncio total. Ao colocar a chave na fechadura, tive um pensamento horrível, um pressentimento de pesadelo em que imaginava o Armando ainda lá, deitado com alguma das duas, já que a essa altura tudo podia rolar. Entrei em silêncio, espiei o quarto da Micaela e ela estava lá, dormindo tranquilamente e, por sorte, sozinha, como todas as noites. Ao me dirigir ao nosso quarto, vi a porta fechada e pressenti o pior. Juntando coragem, abri e, pra meu alívio, também vi a figura da Sara dormindo, sozinha também. Suspirei. Não tinha rolado nada. A casa estava em perfeita ordem, nada fora do lugar, e a única coisa suja que vi foram os pratos com restos de comida que eles deviam ter usado. Tinha cheiro de baseado, mas sempre tinha cheiro de baseado em casa, por mais que eu ventilasse 24 horas por dia.
Me acalmei e voltei pra cozinha em silêncio pra tomar um Uvasal, só por precaução, já que tinha comido pra caralho. Foi aí que vi o cinzeiro que a Sara usava, com restos de baseado. Era incomum, porque a Sara só costumava fumar um à noite e sempre jogava os restinhos no lixo. Estranho ter sobrado alguma coisa ali, e estranho ter mais resto do que o normal.
Claro que comecei a desconfiar. Não consegui evitar. Fiquei olhando pra ver se tinha algo fora do lugar, ou estranho. Nada estranho na sala, ou no hall de entrada, e nada estranho na cozinha, além do cinzeiro com os restos curiosos.
E infelizmente não consegui evitar. Era mais forte que eu. Sentei sozinho na cozinha, peguei meu celular, meus fones de ouvido e comecei a revisar as câmeras pra ver como tudo tinha rolado enquanto eu não estava.
Procurei o horário em que vi movimento na porta. O Armando chegou às 20:45 e bateu como sempre. Por causa do calor que já fazia naquela época do ano, o Armando estava de camiseta, bermuda comprida e sandálias. Era estranho vê-lo sem o uniforme de zelador. Quem abriu foi a Micaela, com um sorriso, eles se abraçaram e se beijaram longamente no hall de entrada, o velho passando a mão na bunda da Mica como sempre. Pelo visto, como eu já tinha imaginado, o Armando vinha muito tarado da semana toda, porque não largava a menina. Só se separaram quando a Sara saiu da cozinha pra cumprimentá-lo com um sorriso.
A idiota (ou filha da puta?) da Sara tinha vestido uma calça de moletom confortável e uma daquelas camisetas justas que marcavam bem os peitos. Os peitos da Sara não eram enormes, nem fodendo, mas tinham um tamanho muito bom e, apesar da idade, ainda eram firmes e bem formados. Essa era a melhor qualidade física dela, junto com a olhos verdes e o sorriso encantador dela. A bunda linda e firme como um pêssego e a cinturinha de violão eram da Micaela, mas os peitos grandes eram da Sara. Mica, pelo menos por enquanto, ainda não tinha herdado eles. Eu conhecia bem aquela camiseta que a Sara vestiu, porque eu amava ela. Marcava bem as curvas dela e, por ser justa, realçava o formato natural dos peitos dela. A Sara não usava sutiã com frequência, dizia que a peça tinha que ser muito específica pra não incomodar, já que sempre teve os seios muito sensíveis. Então, na maioria do tempo, como agora, só a tecido fininho da camiseta justa cobria eles.
O velho já foi olhando na hora, foi bem na cara. Cumprimentou a Sara com um beijo na bochecha e um abraço suave e foi sentar com a Micaela no sofá da sala. Ligaram a TV e a Sara se juntou a eles no sofá. O Armando tava abraçando a Micaela com o braço grosso direito, enquanto a Mica se aninhava amorosamente do lado dele, conversando coisinhas entre sorrisos e carinhos. A mão do Armando alternava entre acariciar as costas e o cabelo dela enquanto falavam. A Sara se juntou a eles e sentou do lado, a uma distância respeitosa do Armando. Enquanto viam TV, a Sara pediu uma pizza e abriram um vinho pra eles dois, e um suco pra Micaela.
Assim passou um tempo, enquanto viam o jogo e esperavam a pizza. A Sara e a Micaela não gostavam muito de futebol, só paravam pra ver a Seleção, então o Armando de vez em quando explicava ou gesticulava pra TV, de vez em quando soltando um xingamento pra algum jogador ou pro juiz, o que fazia as duas rirem. Durante o primeiro tempo, não rolou nada além disso. No intervalo, enquanto conversavam, tocou a campainha e foi a Micaela quem desceu pra buscar o delivery. Naquele tempinho curto, o Armando e a Sara pararam completamente de prestar atenção na TV e começaram a conversar. Pelo som da TV que não abaixaram, realmente não consegui ouvir nada no tom que Eles estavam falando. Mas batendo papo, a Sara mudou de posição pra deitar o lado nas costas do sofá, apoiando a cabeça no cotovelo e prestando atenção no Armando. Falaram e falaram, o velho naturalmente deixava o olhar escapar pros peitos da Sara, mas se recompunha rápido, enquanto a Sara me dava a impressão de que era quem mais mantinha o olhar no Armando, mas também umas duas vezes vi ela deslizar o olhar pra outras partes do corpo do velho. Ou talvez fosse coisa da minha cabeça. A Micaela chegou com a pizza e eles começaram a comer, sem mais. O segundo tempo do jogo passou, com a Mica visivelmente mais entediada e pegando o celular durante a partida enquanto o Armando acariciava ela constantemente, a menina nunca se desgrudando do lado do velho. Entre a Sara e o Armando, eles tinham tomado uma garrafa de vinho, então a Sara num momento perguntou pro Armando, ele concordou, e a Sara foi pegar outra pra beber, sentando de novo, mas dessa vez bem mais perto do lado esquerdo do Armando, ainda assim a uma distância sem se tocar. O velho notou e, enquanto assistiam o jogo, várias vezes vi como o olhar dele escapava pras tetas da Sara, enquanto continuava acariciando ao mesmo tempo a Micaela, que já parecia estar em outra, entediada e cansada. Finalmente o jogo terminou (graças a Deus o Independiente perdeu, o que me deixou feliz ao ver o Armando amargurado) e eles continuaram sentados ali. A Micaela mudou de canal várias vezes, procurando algo pra ver, mas já eram quase 11 horas, então decidiram por um canal de música sugerido pela Sara e baixaram o volume. Continuaram conversando sobre tudo um pouco e sobre nada, eles tomando a segunda garrafa de vinho. Mais ou menos depois de meia hora, a Micaela finalmente dormiu, com a cabecinha apoiada no lado e na barriga do Armando, enquanto ele continuava acariciando ela suave. Tinha sido a tática do velho todo esse tempo? Acariciar permanentemente as costas e o cabelo da Mica pra acalmar ela e não excitar ela? Graças a que Baixaram o volume da TV e finalmente consegui ouvir um pouco melhor, mesmo que o áudio não estivesse totalmente claro. Sara e Armando continuaram bebendo e conversando, até que Sara percebeu que Micaela tinha caído no sono em cima do Armando, sorriu e se aproximou mais para vê-la. Armando também olhou pra Mica e começou a acariciar suavemente o cabelo preto dela, mas também aproveitou pra colocar o braço esquerdo no encosto do sofá e rodear a Sara, ainda sem tocá-la.
Armando continuava acariciando o cabelo de Micaela, "É uma bonequinha, né?"
Sara sorriu enquanto olhava pra filha, e a mão calejada de Armando tocando o cabelo dela com suavidade pra ajudar no sono, "Sim, olha só. Linda."
Ficaram assim uns momentos em silêncio, com Sara já quase colada no Armando, quando ele aproveitou e colocou o braço esquerdo em volta dos ombros dela, "Eu, não te importa se a gente fizer um daqueles baseados que você tem depois?", perguntou, "Pra digestão.", riu.
Sara riu baixinho com ele e não pareceu se incomodar nem um pouco com o toque do Armando, "Sim, claro, bora. Adoro que você também goste, senão eu sempre fumo sozinha.", fez menção de ir buscar, mas Armando segurou ela.
"Não, não, calma. Pra depois, falei. Fica aqui, se ela já tá dormindo."
Sara olhou de novo pra Micaela sorrindo, "Como apagou, coitadinha. Deve estar cansada com tudo da escola."
Armando riu, "Não fui eu, hein? Quase nem vi ela essa semana."
"Não, sim, eu sei. Ela tá cansada."
Ficaram mais um momento em silêncio, os dois olhando a cabecinha dormindo de Micaela, quando Armando virou a cabeça e começou a falar algo baixinho no ouvido de Sara, enquanto a mão esquerda dele começou a tocar e acariciar o ombro dela. Sara não se assustou, só escutava e também respondeu algo baixinho. Falaram assim, baixinho, sem que eu conseguisse ouvir nada. Falaram, e falaram. Se olharam nos olhos várias vezes. E falaram, enquanto Armando começou também a acariciar o pescoço de Sara enquanto conversavam. Os rostos deles perto demais. um do outro, falando baixinho. Sara não teve coragem de tirar a mão de Armando, parecia que não se importava com o toque dele, e ela também não tocava nele, mas via como uma das mãos de Sara coçava a própria perna suavemente, ou a acariciava.
Armando suavemente desceu a mão pelas costas de Sara, para descansá-la na cintura dela, amassando-a devagar enquanto falava. Usou isso para puxar Sara para perto e começar a falar no ouvido dela. Eu só via a cabeça de Armando parcialmente coberta pelo rosto e pelo cabelo comprido de Sara, que ouvia atentamente o que ele dizia, às vezes meio que virava para responder algo bem baixinho, mas continuava ouvindo. Sara pegou o copo e bebeu mais vinho enquanto escutava, enquanto Armando tirava a mão que estava na cabecinha dormindo de Micaela e, bem evidente e grosseiramente, ajeitou o volume que já tinha formado debaixo da bermuda, para depois voltar a acariciar a Mica. Sara não só notou como pareceu olhar fixamente para o que ele fez, e o olhar ficou ali, no volume marcado de Armando enquanto ele falava com ela e continuava acariciando a cintura dela.
O rosto de Armando emergiu de trás do de Sara e eu vi ele sorrir para ela, para logo em seguida voltar a sussurrar algo no ouvido de Sara, que continuava ouvindo atentamente. Mas logo Sara fechou os olhos suavemente e vi como o rosto escondido de Armando começou a se mover devagar contra Sara. Ele não estava falando, estava beijando o pescoço dela enquanto a mão dele amassava a cintura dela com um pouco mais de intensidade. Sara abriu os olhos, virou para dizer algo bem baixinho e roçaram as bochechas. Se olharam em silêncio e Armando fez um gesto com a cabeça para baixo, como para encorajá-la a algo enquanto continuava acariciando tanto Micaela quanto a cintura de Sara.
Sara apoiou o copo na mesinha de centro e, lentamente, levou a mão até o volume de Armando, sentindo-o suavemente com a ponta dos dedos, e depois com a mão, um par de às vezes. Vi ela morder o lábio com a sensação e a imagem da pica do Armando, já bem grande e dura por baixo do tecido da bermuda dele. Mas a Sara de repente se desculpou bem baixinho e levantou rápido, indo pra cozinha. O Armando tentou seguir ela, mas primeiro teve que se soltar da Mica, que ainda tava dormindo e grudada nele. Fez isso com cuidado e deixou ela deitada no sofá, depois foi atrás da Sara na cozinha.
Tenho certeza que devia ter doído o que vi, mas eu já sentia tão pouco pela Sara que pareceu inevitável. Mesmo assim fiquei curioso pra saber por que ela levantou e foi embora, negando o Armando. A Sara já tava preparando um café quando o Armando entrou na cozinha e fechou a porta atrás dele. Por sorte, na cozinha eu já conseguia ouvir.
"Eeeeh, ei, o que rolou?", perguntou.
"Nada, Armando, vai querer café?", respondeu a Sara seca, sem olhar pra ele.
"Não, café a essa hora já era, senão depois não durmo. Pega um desses baseados que cê tem, vai. A ver se a gente se acalma."
Sem olhar pro Armando, a Sara foi pro nosso quarto e trouxe dois, um pra cada. Acenderam e ficaram lá fumando em pé na cozinha, enquanto a água fervia. Depois de umas boas tragadas cada um, finalmente o Armando falou.
"Fala, vai me dizer o que rolou?"
"Não dá, Armando, cê tá louco?", respondeu a Sara, "Com a Micaela aqui com a gente? Cê tá passando dos limites. Não, cê tá passando bem demais."
Armando deu de ombros, "Uf... bom, ei, desculpa. Sei lá. Cê me deixou excitado, o que cê quer que eu faça?"
"Com a Micaela aqui, Armando.", repetiu ela.
"Tá, tá... não sabia que cê era tão recatada... se tava tudo bem."
Sara se surpreendeu, "Recatada? Não sou recatada nada. Cê acha que eu deixo você ficar com a minha filha... isso te parece de recatada?"
Armando riu e se aproximou, ficando atrás da Sara, com o baseado na boca e esfregando os ombros dela "Tá, tá, já foi. Reconhece que um pouquinho de recatada cê é. Se a menina tava dormindo, Não rolou nada."
Sara pareceu relaxar um pouco. "Não sou nada recatada, Armando. Muito pelo contrário. Você não sabe as coisas que eu já fiz na vida. Não me conhece. Mas não gosto de misturar as coisas. Você tá com a Mica, ponto final. Eu não tenho nada a ver com isso e não quero machucar ela."
Armando sorriu e, depois de uma longa tragada, apoiou o baseado na bancada da cozinha, com a ponta acesa para o alto pra não queimar a superfície. Continuou massageando devagar os ombros de Sara. "Ah, vai, me conta. Que loucura você já fez?"
Sara se virou e olhou pra ele. "Loucura de quê?"
Armando deu de ombros e soltou os dela. "Ué, você disse. Que loucura fez na vida?"
Sara pensou por um momento, fumando. "Nada. Coisas."
"Bom, que coisas. Fala, ué. Me conta."
Depois de uma pausa, Sara se animou. "Às vezes eu faço uns favores pro meu dealer. Quando num mês não dá pra pagar os baseados, sabe?"
Armando sorriu. "Hã? Que favores?"
"Favores, Armando. Os favores que uma gatinha pode fazer pra um cara.", respondeu Sara enquanto meu coração afundava cada vez mais ao ouvir aquilo. Eu nem sabia de nada disso que a Sara tava revelando.
Armando riu alto. "Quê, você deu pra ele?"
"Ai não, pelo amor de Deus.", riu Sara.
"Então?"
Sara soltou um suspiro cansado. "Fiz boquetes."
"Hã?", perguntou Armando.
"Chupei o pau dele, Armando! Pelo amor, às vezes tenho que explicar tudo, né? Quando não dá, eu chupo. Ele deixa eu pagar assim.", respondeu Sara irritada.
"Ah, tá.", riu Armando e deu um tapinha na cintura dela.
"Então viu que recatada não sou, e que tenho razão."
Armando pegou o baseado de novo e deu mais uma tragada, deixando-o no mesmo lugar. "E o que mais você faz? Pode saber?"
"Não, só isso."
"Só isso?", perguntou Armando. "CerTeza?"
"CerTeza, não acredita em mim? Não tenho por que mentir. Se tivesse feito algo mais, eu falava. Não tenho problema.", respondeu Sara.
"Nunca mostrou os peitos pra ele?", perguntou Armando com um sorriso.
"Não, nunca. enquanto ela se dirigia à geladeira pra pegar alguma coisa, provavelmente pro café.
Armando seguiu ela e imediatamente fechou a porta da geladeira com a mão, enquanto virava Sara pra encará-lo. Ele se aproximou e pressionou a barriga e o corpo dele contra o dela, grudando ela não muito forte, mas firme contra a geladeira, segurando os braços dela e acariciando eles com os dedos. "E por que não mostra pra mim?"
Sara se surpreendeu, mas não pareceu resistir. "Armando, para com isso, quer? Eu não sou desse tipo."
Armando riu alto. "Vai se foder. Que não é desse tipo. Me diz que tá chupando pica por aí e não é desse tipo? Há pouco você tocou em mim e gostou."
"Chega, Armando, você tá passando dos limites."
"Vamos, eu...", ele disse enquanto pegava ela pela cintura.
"Não. Preciso que você vá embora, Armando. Tudo bem, mas você tá me deixando muito desconfortável.", respondeu Sara sem desviar o olhar, mas também sem tentar tirar as mãos de Armando.
"Tá bom... termino o café e vou.", ele disse.
"Não, vai agora.", respondeu Sara.
Armando não gostou nada de Sara dar uma ordem pra ele, assim tão de repente ou talvez só pelo fato de ser uma ordem. Ele apertou a cintura dela dos dois lados visivelmente e começou a massagear os lados.
"Mostra os peitos e eu vou.", ele disse, mantendo o olhar fixo no dela.
"Eu falei que não."
"Vamos, Sara, mostra esses peitos lindos que você tem.", ele respondeu com um sorriso. "A menina não tem, viu. Ainda não. Adoro um bom par de peitos como os seus."
Naquele exato momento, a chaleira começou a apitar no fogão. Sara se esticou e apagou o fogo, rapidamente, pra voltar a olhar fixamente pra Armando.
"Para com isso. Por que você não vai? Prometo que não conto nada pra Mica..."
Armando pressionou o quadril contra Sara, fazendo ela sentir o volume duro que ele já devia ter. "Tô pouco me fodendo pra garota", disse Armando. "Conta ou não conta... Eu como quando quero. Sabe como é. Acabei de gozar... Mas uma gostosa maior que nem você, ainda por cima linda e com essas tetas maravilhosas, também me deixa de pau duro."
"Armando...", Sara começou a dizer, mas ele a interrompeu.
"Você acha que vai pegar na minha rola assim na cara dura e não vai me deixar excitado? Que vai me deixar na mão assim?"
"Armando, não foi minha intenção, me desculpa, foi um..."
"Que não foi sua intenção... vai, gostosa... que... chupa a rola de um otário por aí e pra mim, que tenho intimidade, não quer mostrar as tetas? Vai.", ele disse e finalmente moveu as mãos sobre os peitos de Sara, massageando-os enquanto os admirava nas mãos, "Olha que coisa..."
Sara suspirou e fechou os olhos, deixando Armando apalpar seus peitos por um momento, parecia estar curtindo as mãos do velho, o suficiente para que, rapidamente, por serem tão sensíveis, seus mamilos começassem a endurecer e marcar contra o tecido da blusa justa.
"Uf...", Armando disse ao vê-los, passando os polegares com força por cima, "Olha como você fica."
Sara só conseguiu suspirar e deixar Armando aproveitar as tetas, "eu... bom, já foi..." disse baixinho.
"Vai, se solta e me mostra.", Armando disse, "Me mostra e eu vou embora."
Sara olhou para ele por um instante e pegou a parte de baixo da blusa, levantando-a até acima da linha dos peitos, sem tirá-la completamente, deixando as tetas aparecerem, balançando suavemente depois que a blusa justa passou por cima. Armando sorriu ao vê-las e imediatamente começou a amassá-las e a brincar com o polegar sobre os mamilos de Sara, que deixou escapar um gemido que talvez não quisesse. Armando admirou os peitos de Sara com um sorriso, vendo como tinha nas mãos aqueles peitos brancos, macios e bem formados, e os mamilos rosados já nesse momento durinhos pra caralho. Depois se inclinou e começou a chupar um deles, forte, enquanto a outra mão continuava apertando e amassando o outro. Apoiou ainda mais a barriga e o volume duro contra Sara, pressionando-a contra a parede. A geladeira e empurrando com a cintura enquanto chupava tudo que podia.
Sara já gemia mais alto e colocou uma mão na nuca de Armando, sei lá se querendo ou sem querer, o fato é que o velho aos poucos estava conquistando ela e derrubando todas as defesas que Sara tinha.
"... olha o que é esses peito, nena... que mulher gostosa, a puta mãe...", disse com o rosto enterrado entre os seios, e Sara gemeu ao ouvir.
"Armando... para, por favor... a menina...", gemeu Sara
"A menina é problema meu. Agora tô cuidando de você.", disse e enquanto continuava chupando um dos mamilos, deslizou a mão entre os corpos deles e começou visivelmente a apalpar entre as pernas de Sara, por cima da calça de moletom. Sara tremeu e se segurou ainda mais na nuca careca de Armando. Já estava derrotada e não sabia.
Armando continuou apalpando ela com força e se levantou, para dar uns chupões violentos na boca de Sara. Sara resistiu um pouco, mas Armando não pareceu se importar, já que começou a chupar e lamber a bochecha e o pescoço dela.
"Que puta gostosa que você é... sabe quanto tempo eu queria ter você assim... quantas vezes pensei em te foder..."
"Armando... ai... para... por favor... a gente não pode...", protestou Sara, mas era só da boca pra fora, o corpo dela já dizia o contrário, aceitando os avanços do velho.
"Para o quê... olha como você me deixa, linda...", disse Armando e pegou uma das mãos de Sara, levando pra baixo pra ela sentir o pau dele por cima da bermuda. Devia estar duro a ponto de explodir, porque Sara não tirou a mão, deixou ali sentindo e apertando o máximo que podia.
"A menina... por favor...", protestou Sara.
Armando riu enquanto continuava aproveitando o corpo de Sara, apertado pela massa maior de músculos e barriga dele, "Sim, a menina... essa também vou comer, fica tranquila. Mas agora é sua vez."
"Mica... vai acordar... para", Sara continuava reclamando, mas já entre gemidos. A mão dela ainda não tinha parado de sentir o pau do Armando.
"Que ele acorde. Assim ele vê como um macho come a puta da mãe... a ver se aprende e também gosta de olhar. Essa puta gosta de tudo.", disse Armando
"Não fala isso!", gemeu Sara
"Você não quer provar o que a sua filha come? Hein? Parece que sim, porque você não solta o meu pau.", disse ele, "Hein? Responde, filha da puta, você quer ou não quer..."
Sara não disse nada, continuava sentindo e gemendo, apertada contra a geladeira, com os peitos de fora e os bicos sempre duros.
"Responde, sua filha da puta!", rosnou Armando, "Puta de merda! Fala o tempo todo e agora não?"
"Para, Armando, por favor!", gemeu Sara, com um tom de desespero que não parecia de medo, mas de tensão sexual.
Armando segurou ela forte pelo cabelo e pela cintura, sem parar de lamber o pescoço dela agressivamente, foi recuando com os passos, se movendo em direção à mesa. Encontrou às cegas uma cadeira e sentou, obrigando Sara a sentar de pernas abertas em cima dele, montando. Com uma mão forte, aproximou o rosto de Sara ao seu e começou a beijá-la. No começo, Sara não respondia, mas logo se rendeu e começou a beijá-lo também, as mãos dela que antes lutavam contra os avanços do velho abraçaram o pescoço dele entre gemidos.
"Quanto tempo que você não é comida direito, hein?", perguntou Armando.
"Para, não sei...", disse Sara com a respiração ofegante e já completamente excitada.
"Se não sabe, então é muito... a puta da mãe..." protestou Armando e, levantando levemente o corpo de Sara para se dar espaço, violentamente pegou o shorts dele e abaixou, fazendo praticamente pular no ar o pau já enorme que estava como uma mola. Depois começou a fazer o mesmo com a calça de moletom de Sara, o que foi difícil, até que a própria Sara com uma mão ajudou, deslizando até se livrar dela, ficando só de calcinha e tênis.
Armando soltou o cabelo de Sara, que perfeitamente poderia ter se afastado, escapado ou algo assim. Qualquer coisa. Mas ele ficou ali. O velho pegou as pernas da Sara com facilidade, ela era meio baixinha, e montou ela em cima dele, apalpando a bunda dela com uma mão e com a outra puxando a calcinha de lugar. Sara, por sua vez, buscou apoio com os pés na cadeira e, rodeando o velho sentado, deixou ele fazer, gemendo de pura tesão que já tava sentindo e com os olhinhos fechados de prazer atrás dos óculos.
Os dois se olharam e começaram a se beijar apaixonadamente, enquanto Armando massageava com uma mão a bunda dela no ar e com a outra um dos peitos. Sara mexia os quadris quase sem perceber, tentando esfregar a buceta contra o pau enorme e duro do Armando. Seguiram assim por uns momentos, se curtindo em silêncio até que Armando moveu os dedos pra sentir entre as pernas da Sara.
"Uh... 'tá peludinha aí embaixo, hein?", ele disse com um sorriso enquanto se beijavam.
"Sim, eu não me depilo..."
"Bom... agora você vai começar a se depilar, porque eu gosto peladinha..."
Sara olhou fixo pra ele e perguntou, "Que nem de neném?"
Armando sorriu "Sim, que nem de neném. Que nem da putinha da sua filha."
Sara riu, "Armando, sério... e se entra alguém... e nos vê."
"Já te falei. Deixa ela olhar e aprender."
Armando pegou o pau dele ereto pela base e guiou ele em direção à buceta da Sara, esfregando a cabeça uma vez e outra entre os lábios vaginais dela, sentindo como já deviam estar molhados. "Você não me respondeu no final..."
"O quê?" Perguntou Sara
"Se quer provar o que sua filha come."
Sara hesitou uns momentos e respondeu, "Sim... vai..."
Armando sorriu e aproximou o rosto dela de novo, forte, pra dar um chupão bem profundo que Sara pareceu devolver com fome. "Assim que eu gosto...", ele disse, "Sabe os anos que eu me masturbava pensando em te comer. Uf..."
Sara sorriu e continuaram se beijando, a cabeça inchada do pau do Armando ainda esfregando a entrada da vagina da Sara, "Não me diga... mmmh..."
"Agora finalmente você vai ter Um homem de verdade, mami."
"Eh? Mmh?", foi só o que Sara disse com os olhos fechados.
"Você vai sentir a pica de um homem de verdade... te foder do jeito que você quer..."
Sara não conseguiu dizer nada antes de Armando alinhar a pica e, com as duas mãos, segurar a cintura dela, empurrando o corpo dela contra o dele e fazendo com que ela se empalasse rápido e fundo dentro dele. Era impressionante ver, do ângulo que eu tinha, aquela pica dura e cheia de veias desaparecer dentro do corpo de Sara e, por mais pelos que ela deixava crescer na buceta, dava pra ver claramente como os lábios vaginais dela se apertavam cada vez mais, tentando agarrar toda a grossura e o comprimento da pica de Armando. Ele sentou ela firme até as bolas, fazendo com que ela tomasse absolutamente todo o comprimento dele. Sara não gritou, não precisou que Armando tapasse a boca dela, mas jogou a cabeça violentamente para trás, com o cabelo solto e o rosto congelado de boca aberta, num ricto de prazer sem som. Ela conseguiu se segurar nos ombros de Armando, enquanto ele a agarrava pela cintura, balançando ela para cima e para baixo, devagar, fundo e no mesmo ritmo, enquanto ele também gemia e resfolegava de prazer, com o rosto moreno enterrado entre os peitos de Sara, que balançavam com o vai e vem.
Sara também logo começou a gemer junto com ele, se levantando e se jogando pra beijá-lo enquanto trepavam com força. Às vezes era Armando que movia ela e o corpo dela, mas outras vezes Sara tomava a frente e era ela mesma que se penetrava, gostosa, na pica grossa do velho.
Armando sorriu e puxou o cabelo dela, dando um tapa leve na cara de Sara enquanto os olhos deles se encaravam. Sara estava dando bem pra ele, diferente da Micaela, que era naturalmente muito mais passiva, então Armando estava meio agitado.
"Sim... olha como você gosta, hein? Você que dizia que não, que não...", ele disse enquanto sacudia ela pelo cabelo e dava outro tapa na bochecha dela, "puta de merda... que gostosa que você é..."
Sara Ela só gemia de prazer, acariciava ele e olhava fixo, sem dizer nada. Parecia consumida na tarefa de foder o velho, talvez depois de tanto tempo sem transar comigo. Armando continuou: "Cê gosta de sentir o que a neném sente, né?"
Sara fechou os olhos, enquanto continuava se fodendo sozinha, pra cima e pra baixo na pica do Armando: "S-ssssim... ai... ssssiiim...", gemeu.
"Agora cê entende a minha putinha...", riu Armando, que já não fazia nada além de olhar e curtir minha mulher fodendo ele e gozando como nunca. De repente, ele a pegou pela cintura de novo, forte, e começou a empurrar ela pra acompanhar o vai e vem, mas bem forte e rápido: "Vou encher tua buceta do mesmo jeito que encho a dela, que ela adora... cê com certeza também vai gostar."
"Não... para... não goza em mim...", gemeu Sara.
"Que não goze..."
"Não goza dentro, por favor... não tô... com a pílula", protestou Sara.
Armando riu e continuou fazendo o corpo de Sara descer duro e rápido na pica dele, que já devia estar prestes a explodir. Na posição que estavam, a cabeça da piroca grande do velho com certeza tava esfregando, empurrando e pressionando Sara até o fundão toda vez que enfiava até as bolas, provavelmente apertando o colo do útero dela e fazendo ela delirar de prazer.
"Tô nem aí, mamãe... tua buceta merece uma boa gozada... cê sabe quanto tempo pensei em te dar um leitinho..."
Sara tremeu visivelmente ao ouvir isso e começou a gozar bem forte, em intensidade e em volume, enquanto Armando focou na tarefa e, depois de várias enfiadas rápidas e violentas, prendeu ela pela cintura e meteu até o fundo uma última vez, gemendo e gozando enquanto também gozava. As bolas dele pulsavam levemente, quase imperceptivelmente, pra cima e pra baixo, impulsionando o que deviam ser uns bons jatos de sêmen quente, resultado dos dias de abstinência forçada. Sara pareceu aceitar de boa, o que prolongou o orgasmo dela. Enquanto se recuperavam, na mesma posição, começaram a se beijar e se tocar, com a pica do Armando ainda dura bem dentro da Sara. Ficaram assim por um bom tempo, às vezes sussurrando algo um pro outro, às vezes em silêncio, até que se levantaram. A Sara se ergueu com um pouco de dificuldade e se limpou entre as pernas com um papel toalha. O Armando só olhava pra ela e sorria.
Pensei que tinha sido só aquilo, que o Armando já ia embora, mas não. Tomaram mais um pouco dos copos de vinho, a Sara abriu a porta da cozinha e deu uma espiada na sala pra ver a Micaela, que por sorte continuava dormindo no sofá. A Sara e o Armando trocaram umas palavras baixinho na cozinha, se acariciaram enquanto falavam e depois, bem devagar pra não acordar a Micaela, passaram pela sala e foram pro nosso quarto, fechando a porta com cuidado.
Não vou dar muitos detalhes do que vi, porque o que fizeram no nosso quarto foi o que mais me doeu. Porque foi no nosso quarto, e na cama que dividi tantos anos com a Sara e onde tivemos tantos momentos felizes. Mas aquilo, pra ela, pareceu não importar mais nada. Se pelaram completamente, então tive de novo o duvidoso prazer de ver o gordo peludo do Armando pelado, e fizeram tudo o que dava pra fazer. Na nossa cama. Vi com dor como se satisfizeram oralmente, num 69, e como a Sara, igual à Micaela, parecia adorar chupar a pica do velho. Depois começaram a trepar de novo. Dessa vez o Armando colocou a Sara de quatro e, puxando forte o cabelão dela, começou a meter. Não dava pra distinguir direito na imagem, mas pelo ângulo e pelos protestos da Sara, tenho certeza de que o Armando primeiro penetrou a buceta dela de novo, mas assim que sentiu a pica bem lubrificada, sem muita cerimônia, começou a comer ela pelo cu, dando tapas na bunda, puxando o cabelo e falando putaria e xingamentos até que finalmente pegou ela pela cintura e, com várias estocadas profundas e violentas, encheu os intestinos de Sara com o esperma dele.
Sara, por sua vez, me dói dizer, estava visivelmente satisfeita e passou um bom tempo abraçada no Armando, os dois pelados na nossa cama, se acariciando, se beijando e conversando, até que lá pela 1 da manhã o Armando se vestiu e foi embora, enquanto a Sara arrumou um pouco o que sobrou, levou os pratos sujos pra pia da cozinha pra deixar lá, e foi dormir depois de cobrir a Micaela no sofá com uma mantinha.
Desliguei o celular e pensei que tudo isso era um pesadelo, que não podia ter acontecido. Primeiro minha filha, e agora minha parceira. Mas olhei ao redor da cozinha onde eu estava sozinho e logo vi a resposta, tudo isso tinha sido real. Os pratos estavam lá sem lavar e os restos de um baseado estavam lá, apoiados na bancada da cozinha, depois de ter queimado a superfície.
Juro pra vocês que naquele momento pensei em me matar.
6 comentários - Perder Tudo (Parte 4)
Y pues... Creo que el viejo termina muerto y está relacionado con tu ida a prisión.
¿Pero como terminará la Feminazi descerebrada y su hija?
Muy bien no creo.
http://www.poringa.net/posts/relatos/5664469/Perderlo-Todo-Parte-5.html