Já faz muito tempo desde o que vou contar aqui, mas nem por isso é menos excitante na minha memória.
Me criei numa família grande. Irmãos, tios, primos... e minha prima Isabel.
Só uns dois anos mais nova que eu, ela se desenvolveu muito cedo e aos catorze anos já mostrava as curvas de uma mulher. Alta, com cabelo moreno sempre comprido e cacheado, com seus olhos azuis já chamava a atenção dos homens naquela idade precoce.
Eu, ao contrário, passava despercebido e não tinha muito interesse em nada além do futebol. Não se enganem, era bom aluno e as garotas me atraíam, mas nem minha atitude mostrava muita proximidade com elas, nem eu cuidava da minha aparência, então no colégio era pouco mais que o garoto responsável que geralmente era eleito representante da turma, principalmente porque ninguém mais queria ser.
Mas na vida há momentos que fazem ela virar de forma inesperada, e isso aconteceu comigo no verão de 1992. Aquele ano foi muito especial na Espanha, Olimpíadas em Barcelona, Exposição Universal em Sevilha, e eu pude ver os peitos da minha prima pela primeira vez, bem antes de foder com ela.
Costumávamos passar as férias numa casa na Estremadura, herança dos meus avós já falecidos. Uma daquelas casas com pátio, parecidas com um sítio, que na época já estava bem velha, mas para uns garotos da cidade como nós era um paraíso de imaginação, brincadeiras e experimentos. Grande e espaçosa, tinha muitos cantos que seriam muito bem aproveitados.
Naquele verão eu tinha dezesseis anos e nenhuma experiência com mulher alguma, nem mesmo um beijo inocente. Um pouco de pornografia em revistas era toda a minha experiência, e bater punheta, isso sim, eu fazia diariamente. Claro, os verões na Estremadura são terrivelmente quentes, e naquela vila não tinha rio, lagoa, piscina ou mar para nos refrescar, mas o que tinha era uma fonte grande no pátio entre a casa e os... estábulos, que cuspia água por um cano em forma de pato. Pra gente era um oásis nas tardes escaldantes de julho, onde a gente tinha brincado em tantos mundos imaginados.
Eu era o mais velho entre meus irmãos e primos, então fui o único a perceber a evolução que o corpo da minha prima tinha sofrido. Acho que nem ela mesma sabia que olhar pra ela começava a me dar tesão, mas com aquelas brincadeiras, cada vez mais eu queria poder me esfregar nela.
Naquela vez, a gente tava jogando um jogo onde a fonte era um vulcão e um monte de pedras servia de caminho que a gente tinha que percorrer pulando de uma rocha pra outra. Elas eram pouco maiores que nossos pés, então manter o equilíbrio não era fácil. Numa dessas pedras, a gente se encontrou num momento do jogo. Ou melhor, meu pau e a bunda dela se encontraram.
Ela de biquíni, igual a mim. Naquela pedra, a gente teve que se apertar o máximo possível pra não cair na lava imaginária, então pra manter o equilíbrio, eu segurei a cintura dela. Ainda lembro daquele primeiro contato entre a bunda dura dela e meu pau imperioso. Ainda lembro do toque do corpo dela nos meus dedos.
Naquele momento, minhas primas, primos, irmãos e irmãs, que somavam sete, estavam rindo da minha irmã mais nova que tinha caído na lava e fingia estar se queimando... enfim, brincadeiras de outra época, mas eu é que devia ter "queimado" minha prima, porque ela ficou um segundo a mais do que o necessário sentindo o contato do meu pau e das minhas mãos. Ela se virou pra me olhar, tava vermelha, o olhar dela era fogo. Claro que a gente acabou caindo na lava... em mais de um sentido.
— Idiota! — ela gritou pra mim e os outros riram. Ela ficou brava, mas o olhar que me deu não era de raiva. Ela tinha ficado muito excitada. Ninguém pensou em nada estranho, minha prima gritar era super normal nela, como toda adolescente que tava acostumada a conseguir tudo de todo mundo.
Depois do jogo, mandaram a gente tirar uma soneca. Num quarto dormia a gente, os meninos, no outro as meninas, mas como tava um calorão, eu preferia dormir no chão, e como tinha uma cama vaga, na hora da sesta as meninas também vinham. Depois de comer, a hora da sesta era sagrada naquela casa, e como não faltava vinho nas refeições, os roncos dos adultos se ouviam sem erro. Aproveitando a situação, minha prima quis dormir no chão também.
— Tá mais fresquinho — disse ela.
Mas hoje eu acho que era ela que tava quente demais.
Ela se deitou do meu lado no chão, a uma distância pequena, mas sem nos encostarmos. Ficávamos ali meio escondidos das camas, que deixavam o resto um pouco mais alto. Logo as risadas e brincadeiras foram se calando, dando lugar ao silêncio, às respirações e à calmaria total do verão quente.
Eu não conseguia dormir, claro, e do meu lado continuava minha prima, com um shortinho bem pequeno pras curvas dela, que grudava como uma segunda pele, e uma camiseta que mal segurava os peitos dela. Ela tava deitada de lado, de costas pra mim.
E ali, naquele momento, minha vida mudou.
Minha mão esquerda, por vontade própria, pousou suavemente na cintura dela. A respiração dela acelerou um pouco, mas o suficiente pra mostrar que tava acordada. Ela não se mexeu, e minha mão começou a acariciar a cintura dela, se movendo infinitamente devagar em direção à parte de baixo da bunda dela. Sempre achei que o ponto exato é a parte mais bonita de uma mulher gostosa. A curva da bunda diz muito sobre a juventude e a atração que uma mulher pode provocar. E naquele momento, a bunda da minha prima me tinha hipnotizado, excitado e morrendo de medo.
Eu não conseguia parar, e temia uma reação brava da minha prima, que por sinal era um demônio com quase todo mundo. Mas ela não disse nada quando desci minha mão pela bunda dela. Também não disse nada quando meu dedo indicador começou a penetrar entre as pernas dela, chegando a um ponto que estava muito mais quente que o resto.
Naquela época, eu já tinha visto umas revistas pornôs e sabia a teoria de como masturbar uma mulher. Da masturbação de um homem, eu já conhecia a teoria e a prática.
Meu dedo começou a tocar a buceta dela por cima do tecido, bem fininho, sentindo o calor que saía do buraquinho dela. Ela não tava de calcinha, o que agradeci pra caralho enquanto tentava me aproximar do meu objetivo.
Ela se mexeu. Meu coração parou.
Mas o movimento dela foi o necessário pra virar de bruços, abrindo as pernas e, com isso, a entrada da sua caverna. Me aproximei levemente dela, fazendo meu pau encostar na perna dela.
Movimentei minha mão e cheguei a tocar de leve na buceta dela. Comecei a massagear, já sentindo uma umidade por cima da calcinha. Os suspiros dela ficaram mais perceptíveis e entrecortados. Ela tava adorando, como a boa raposa em que ia se transformar com o tempo. Eu não parei de mover a mão e, por cima do short, tentava penetrá-la com um dedo. Meu pau tava prestes a explodir, mas ninguém ligava pra ele até aquele momento, o que explica o susto que levei quando a mão direita dela tocou meu pau de forma delicada.
Ela de bruços, sem me olhar, eu colado nela, quase por cima. Minha mão esquerda na buceta dela, masturbando, as pernas dela entreabertas, a mão direita dela segurando meu pau. Movendo a mão dela de leve, o que me levava perto do orgasmo, embora naquela época não precisasse de muito pra gozar. A bunda dela começou a se mexer, acompanhando o movimento da minha mão, os gemidos dela aceleraram, mas ela mantinha quase em silêncio. Meu coração disparou, minha mão, meus dedos, aceleraram.
Ela foi a primeira a gozar. Um orgasmo calado, longo, silencioso. A bunda dela tremeu debaixo da minha mão enquanto a gozada dela encharcava o short. Ela ficou parada. E um instante depois se virou pra mim; o olhar dela cravou nos meus olhos; turvo; a pele suada; os lábios entreabertos e a mão dela acelerou no meu pau: Uns dois segundos depois eu gozei olhando nos olhos dela enquanto ela sorria.
— Obrigada — sussurrou, absolutamente encantada. Nenhum traço de vergonha no rosto adolescente dela, as bochechas coradas depois do que aconteceu. Um sinal claro do quanto minha prima era safada. Gozei como poucas vezes na vida.
Depois de uns segundos pra me acalmar, respondi.
— Vou te foder essa noite — sussurrei de leve. Os lábios dela sorriram e eu a beijei. Suavemente. Fiquei duro na hora, ela percebeu. Sorriu e se afastou pra ir ao banheiro. A galera tava acordando da soneca e o momento já era.
A tarde foi devagar. Os olhares que a gente trocava eram a promessa de uma noite agitada. Quando passava perto dela, tentava esbarrar, aqueles peitos me deixavam hipnotizado.
Era a festa da cidade vizinha, então nossos pais decidiram que ir jantar uns lanches e beber algo era um bom plano. Pra eles, pais e mães, sair pra beber à noite era especial, então exageraram na bebida. Algum cara chegou pra falar com minha prima, mas eu tentava não me afastar e eles iam embora. Ela adorava ser o centro das atenções, e minha promessa a mantinha excitada, com medo, mas com a buceta molhada.
Quando os menores começaram a bocejar, olhei pra minha prima e tive um momento de inspiração.
— Posso levar todo mundo andando pelo atalho — falei.
Os adultos, felizes pela chance de se divertir sem os pivetes por perto, elogiaram o quão responsável e bom menino eu era. Em especial minha tia, mãe da minha prima, destacou o quanto eu era um bom garoto por me oferecer. Ela nunca suspeitou que eu queria meter o pau na buceta da filha dela. Não era nenhum santo, e a filha dela também queria provar meu rabo.
No caminho, que era curto, eu passava a mão na bunda dela, dava uns beijos e roçava nos peitos, tomando cuidado pra ficar atrás das crianças.
Chegamos em casa e ajudei os menores a se deitarem na cama. Assim que percebi que estavam dormindo, fui pra cama da minha prima. No escuro e em silêncio, com o cuidado que se pode ter quando é o pau que pensa. O quarto das meninas era grande, em formato de L, e a cama da minha prima ficava a mais longe da porta, separada das da minha irmã e da minha outra prima. Entre elas, tinha um armário velho que meus tios colocaram ali pra dar privacidade pra minha florescente objeto de desejo. Mal podiam imaginar que isso ia me ajudar a... desvirgar ela.
Me meti na cama dela, ela tremia, eu tava excitado, cagado de medo, mas só pensava no corpo dela. Era um adolescente, não tem muito mais o que explicar.
-Isa- sussurrei.
-Sim?- o sussurro dela era suplicante.
-Quer que eu te coma?
-Siiiiiiii- mas tinha um tom de medo naquele quase gemido.
-Vou fazer com cuidado- (como se eu soubesse fazer de algum jeito).
Comecei a baixar a calça dela deitado ao lado. No movimento, meu pau encostou de novo no corpo dela. Senti a bunda dela já nua, rocei a buceta dela com pouco pelo. Coloquei minha mão por cima, querendo repetir a masturbação da soneca. Mas ainda faltava algo.
-Mostra os peitos- pedi. Ela abriu os botões da blusa do pijama e, na luz da lua que entrava pela janela na cabeceira, vi pela primeira vez aqueles melões enormes. Subi em cima dela, acariciei os peitos dela e ela estremeceu.
-Porra, como você é gostosa-
-Faz tempo que quero que você seja o primeiro- e ela abriu as pernas, me olhando com um pouco de receio.
Sem mais enrolação, como um bom inexperiente, meti devagar meu pau na buceta dela. Apertada, quente e molhada acolheu minha virilidade dura com um gemido abafado pela mão dela. Eu sabia que sentiria uma resistência, mas não veio. Enfiei meu pau todo, que entrou sem dificuldade, não parei pra me perguntar por que tinha sido tão fácil. Ela me diria depois que tinha sangrado uns meses antes montando a cavalo.
-Siiiiiiii- ela suspirou ao sentir que eu tava penetrando.
Parei um instante, pensando que tava doendo.
-Não tá doendo, continua.-
E comecei a bombar aquela buceta que me deixava louco. Chupei os bicos dos peitos dela, beijei a boca dela, agarrei os peitos dela, queria fazer tudo ao mesmo tempo. Ela gemia, como ela era gostosa!.
Senti que ia gozar depois de pouco tempo e tive a brilhante ideia de tirar pra gozar na barriga dela.
Ela não tinha gozado, mas fui considerado e masturbei ela, enfiei um dedo e comecei a foder com meu dedo na buceta dela. Não precisei de muito Demorou muito pra fazer ela gozar. Dessa vez ela arqueou as costas, soltando um orgasmo que deixou ela ofegante, de pernas abertas e com a mão enfiada no próprio buraco. Uma imagem que vou lembrar pra sempre. Ouvi os sons dos adultos voltando e me mandei pro meu quarto.
Aquele dia de julho de 1992 mudou minha vida, senti que virei homem e já não era mais o garoto inseguro que tinha sido. Mas aquele verão continuou, e minha prima queria mais pica. E eu queria meter em todos os buracos dela.
O que eu não sabia é que não era o único que planejava foder minha prima naquele verão. Minha prima, a gostosa da minha prima.
Me criei numa família grande. Irmãos, tios, primos... e minha prima Isabel.
Só uns dois anos mais nova que eu, ela se desenvolveu muito cedo e aos catorze anos já mostrava as curvas de uma mulher. Alta, com cabelo moreno sempre comprido e cacheado, com seus olhos azuis já chamava a atenção dos homens naquela idade precoce.
Eu, ao contrário, passava despercebido e não tinha muito interesse em nada além do futebol. Não se enganem, era bom aluno e as garotas me atraíam, mas nem minha atitude mostrava muita proximidade com elas, nem eu cuidava da minha aparência, então no colégio era pouco mais que o garoto responsável que geralmente era eleito representante da turma, principalmente porque ninguém mais queria ser.
Mas na vida há momentos que fazem ela virar de forma inesperada, e isso aconteceu comigo no verão de 1992. Aquele ano foi muito especial na Espanha, Olimpíadas em Barcelona, Exposição Universal em Sevilha, e eu pude ver os peitos da minha prima pela primeira vez, bem antes de foder com ela.
Costumávamos passar as férias numa casa na Estremadura, herança dos meus avós já falecidos. Uma daquelas casas com pátio, parecidas com um sítio, que na época já estava bem velha, mas para uns garotos da cidade como nós era um paraíso de imaginação, brincadeiras e experimentos. Grande e espaçosa, tinha muitos cantos que seriam muito bem aproveitados.
Naquele verão eu tinha dezesseis anos e nenhuma experiência com mulher alguma, nem mesmo um beijo inocente. Um pouco de pornografia em revistas era toda a minha experiência, e bater punheta, isso sim, eu fazia diariamente. Claro, os verões na Estremadura são terrivelmente quentes, e naquela vila não tinha rio, lagoa, piscina ou mar para nos refrescar, mas o que tinha era uma fonte grande no pátio entre a casa e os... estábulos, que cuspia água por um cano em forma de pato. Pra gente era um oásis nas tardes escaldantes de julho, onde a gente tinha brincado em tantos mundos imaginados.
Eu era o mais velho entre meus irmãos e primos, então fui o único a perceber a evolução que o corpo da minha prima tinha sofrido. Acho que nem ela mesma sabia que olhar pra ela começava a me dar tesão, mas com aquelas brincadeiras, cada vez mais eu queria poder me esfregar nela.Naquela vez, a gente tava jogando um jogo onde a fonte era um vulcão e um monte de pedras servia de caminho que a gente tinha que percorrer pulando de uma rocha pra outra. Elas eram pouco maiores que nossos pés, então manter o equilíbrio não era fácil. Numa dessas pedras, a gente se encontrou num momento do jogo. Ou melhor, meu pau e a bunda dela se encontraram.
Ela de biquíni, igual a mim. Naquela pedra, a gente teve que se apertar o máximo possível pra não cair na lava imaginária, então pra manter o equilíbrio, eu segurei a cintura dela. Ainda lembro daquele primeiro contato entre a bunda dura dela e meu pau imperioso. Ainda lembro do toque do corpo dela nos meus dedos.
Naquele momento, minhas primas, primos, irmãos e irmãs, que somavam sete, estavam rindo da minha irmã mais nova que tinha caído na lava e fingia estar se queimando... enfim, brincadeiras de outra época, mas eu é que devia ter "queimado" minha prima, porque ela ficou um segundo a mais do que o necessário sentindo o contato do meu pau e das minhas mãos. Ela se virou pra me olhar, tava vermelha, o olhar dela era fogo. Claro que a gente acabou caindo na lava... em mais de um sentido.
— Idiota! — ela gritou pra mim e os outros riram. Ela ficou brava, mas o olhar que me deu não era de raiva. Ela tinha ficado muito excitada. Ninguém pensou em nada estranho, minha prima gritar era super normal nela, como toda adolescente que tava acostumada a conseguir tudo de todo mundo.
Depois do jogo, mandaram a gente tirar uma soneca. Num quarto dormia a gente, os meninos, no outro as meninas, mas como tava um calorão, eu preferia dormir no chão, e como tinha uma cama vaga, na hora da sesta as meninas também vinham. Depois de comer, a hora da sesta era sagrada naquela casa, e como não faltava vinho nas refeições, os roncos dos adultos se ouviam sem erro. Aproveitando a situação, minha prima quis dormir no chão também.— Tá mais fresquinho — disse ela.
Mas hoje eu acho que era ela que tava quente demais.
Ela se deitou do meu lado no chão, a uma distância pequena, mas sem nos encostarmos. Ficávamos ali meio escondidos das camas, que deixavam o resto um pouco mais alto. Logo as risadas e brincadeiras foram se calando, dando lugar ao silêncio, às respirações e à calmaria total do verão quente.
Eu não conseguia dormir, claro, e do meu lado continuava minha prima, com um shortinho bem pequeno pras curvas dela, que grudava como uma segunda pele, e uma camiseta que mal segurava os peitos dela. Ela tava deitada de lado, de costas pra mim.
E ali, naquele momento, minha vida mudou.
Minha mão esquerda, por vontade própria, pousou suavemente na cintura dela. A respiração dela acelerou um pouco, mas o suficiente pra mostrar que tava acordada. Ela não se mexeu, e minha mão começou a acariciar a cintura dela, se movendo infinitamente devagar em direção à parte de baixo da bunda dela. Sempre achei que o ponto exato é a parte mais bonita de uma mulher gostosa. A curva da bunda diz muito sobre a juventude e a atração que uma mulher pode provocar. E naquele momento, a bunda da minha prima me tinha hipnotizado, excitado e morrendo de medo.
Eu não conseguia parar, e temia uma reação brava da minha prima, que por sinal era um demônio com quase todo mundo. Mas ela não disse nada quando desci minha mão pela bunda dela. Também não disse nada quando meu dedo indicador começou a penetrar entre as pernas dela, chegando a um ponto que estava muito mais quente que o resto.
Naquela época, eu já tinha visto umas revistas pornôs e sabia a teoria de como masturbar uma mulher. Da masturbação de um homem, eu já conhecia a teoria e a prática.
Meu dedo começou a tocar a buceta dela por cima do tecido, bem fininho, sentindo o calor que saía do buraquinho dela. Ela não tava de calcinha, o que agradeci pra caralho enquanto tentava me aproximar do meu objetivo.
Ela se mexeu. Meu coração parou.Mas o movimento dela foi o necessário pra virar de bruços, abrindo as pernas e, com isso, a entrada da sua caverna. Me aproximei levemente dela, fazendo meu pau encostar na perna dela.
Movimentei minha mão e cheguei a tocar de leve na buceta dela. Comecei a massagear, já sentindo uma umidade por cima da calcinha. Os suspiros dela ficaram mais perceptíveis e entrecortados. Ela tava adorando, como a boa raposa em que ia se transformar com o tempo. Eu não parei de mover a mão e, por cima do short, tentava penetrá-la com um dedo. Meu pau tava prestes a explodir, mas ninguém ligava pra ele até aquele momento, o que explica o susto que levei quando a mão direita dela tocou meu pau de forma delicada.
Ela de bruços, sem me olhar, eu colado nela, quase por cima. Minha mão esquerda na buceta dela, masturbando, as pernas dela entreabertas, a mão direita dela segurando meu pau. Movendo a mão dela de leve, o que me levava perto do orgasmo, embora naquela época não precisasse de muito pra gozar. A bunda dela começou a se mexer, acompanhando o movimento da minha mão, os gemidos dela aceleraram, mas ela mantinha quase em silêncio. Meu coração disparou, minha mão, meus dedos, aceleraram.
Ela foi a primeira a gozar. Um orgasmo calado, longo, silencioso. A bunda dela tremeu debaixo da minha mão enquanto a gozada dela encharcava o short. Ela ficou parada. E um instante depois se virou pra mim; o olhar dela cravou nos meus olhos; turvo; a pele suada; os lábios entreabertos e a mão dela acelerou no meu pau: Uns dois segundos depois eu gozei olhando nos olhos dela enquanto ela sorria.
— Obrigada — sussurrou, absolutamente encantada. Nenhum traço de vergonha no rosto adolescente dela, as bochechas coradas depois do que aconteceu. Um sinal claro do quanto minha prima era safada. Gozei como poucas vezes na vida.
Depois de uns segundos pra me acalmar, respondi.
— Vou te foder essa noite — sussurrei de leve. Os lábios dela sorriram e eu a beijei. Suavemente. Fiquei duro na hora, ela percebeu. Sorriu e se afastou pra ir ao banheiro. A galera tava acordando da soneca e o momento já era.
A tarde foi devagar. Os olhares que a gente trocava eram a promessa de uma noite agitada. Quando passava perto dela, tentava esbarrar, aqueles peitos me deixavam hipnotizado.
Era a festa da cidade vizinha, então nossos pais decidiram que ir jantar uns lanches e beber algo era um bom plano. Pra eles, pais e mães, sair pra beber à noite era especial, então exageraram na bebida. Algum cara chegou pra falar com minha prima, mas eu tentava não me afastar e eles iam embora. Ela adorava ser o centro das atenções, e minha promessa a mantinha excitada, com medo, mas com a buceta molhada.
Quando os menores começaram a bocejar, olhei pra minha prima e tive um momento de inspiração.
— Posso levar todo mundo andando pelo atalho — falei.
Os adultos, felizes pela chance de se divertir sem os pivetes por perto, elogiaram o quão responsável e bom menino eu era. Em especial minha tia, mãe da minha prima, destacou o quanto eu era um bom garoto por me oferecer. Ela nunca suspeitou que eu queria meter o pau na buceta da filha dela. Não era nenhum santo, e a filha dela também queria provar meu rabo.
No caminho, que era curto, eu passava a mão na bunda dela, dava uns beijos e roçava nos peitos, tomando cuidado pra ficar atrás das crianças.
Chegamos em casa e ajudei os menores a se deitarem na cama. Assim que percebi que estavam dormindo, fui pra cama da minha prima. No escuro e em silêncio, com o cuidado que se pode ter quando é o pau que pensa. O quarto das meninas era grande, em formato de L, e a cama da minha prima ficava a mais longe da porta, separada das da minha irmã e da minha outra prima. Entre elas, tinha um armário velho que meus tios colocaram ali pra dar privacidade pra minha florescente objeto de desejo. Mal podiam imaginar que isso ia me ajudar a... desvirgar ela.
Me meti na cama dela, ela tremia, eu tava excitado, cagado de medo, mas só pensava no corpo dela. Era um adolescente, não tem muito mais o que explicar.
-Isa- sussurrei.
-Sim?- o sussurro dela era suplicante.
-Quer que eu te coma?
-Siiiiiiii- mas tinha um tom de medo naquele quase gemido.
-Vou fazer com cuidado- (como se eu soubesse fazer de algum jeito).
Comecei a baixar a calça dela deitado ao lado. No movimento, meu pau encostou de novo no corpo dela. Senti a bunda dela já nua, rocei a buceta dela com pouco pelo. Coloquei minha mão por cima, querendo repetir a masturbação da soneca. Mas ainda faltava algo.
-Mostra os peitos- pedi. Ela abriu os botões da blusa do pijama e, na luz da lua que entrava pela janela na cabeceira, vi pela primeira vez aqueles melões enormes. Subi em cima dela, acariciei os peitos dela e ela estremeceu.
-Porra, como você é gostosa-
-Faz tempo que quero que você seja o primeiro- e ela abriu as pernas, me olhando com um pouco de receio.
Sem mais enrolação, como um bom inexperiente, meti devagar meu pau na buceta dela. Apertada, quente e molhada acolheu minha virilidade dura com um gemido abafado pela mão dela. Eu sabia que sentiria uma resistência, mas não veio. Enfiei meu pau todo, que entrou sem dificuldade, não parei pra me perguntar por que tinha sido tão fácil. Ela me diria depois que tinha sangrado uns meses antes montando a cavalo.
-Siiiiiiii- ela suspirou ao sentir que eu tava penetrando.
Parei um instante, pensando que tava doendo.
-Não tá doendo, continua.-
E comecei a bombar aquela buceta que me deixava louco. Chupei os bicos dos peitos dela, beijei a boca dela, agarrei os peitos dela, queria fazer tudo ao mesmo tempo. Ela gemia, como ela era gostosa!.
Senti que ia gozar depois de pouco tempo e tive a brilhante ideia de tirar pra gozar na barriga dela.
Ela não tinha gozado, mas fui considerado e masturbei ela, enfiei um dedo e comecei a foder com meu dedo na buceta dela. Não precisei de muito Demorou muito pra fazer ela gozar. Dessa vez ela arqueou as costas, soltando um orgasmo que deixou ela ofegante, de pernas abertas e com a mão enfiada no próprio buraco. Uma imagem que vou lembrar pra sempre. Ouvi os sons dos adultos voltando e me mandei pro meu quarto.
Aquele dia de julho de 1992 mudou minha vida, senti que virei homem e já não era mais o garoto inseguro que tinha sido. Mas aquele verão continuou, e minha prima queria mais pica. E eu queria meter em todos os buracos dela.
O que eu não sabia é que não era o único que planejava foder minha prima naquele verão. Minha prima, a gostosa da minha prima.
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