Minha amiga Karina estava prestes a casar, mas antes organizou um evento desses em que vão pra praia com as madrinhas. Como não é exatamente uma despedida de solteira, ela convidou alguns amigos homens e mulheres. Foi um fim de semana em Acapulco e também serviu de apresentação pra gente se conhecer antes do casamento. Foi assim que a conheci no hotel, e embora as madrinhas tenham ficado grudadas quase o tempo todo, deu pra conhecê-la. Ela me chamou a atenção pelos peitos lindos e enormes que tem, que se destacam do resto. Aqui está a prova.
Não pensei duas vezes e fui reto pra ela. —Oi, sou *****, você é amiga ou prima da Karina? —Sou amiga do colégio. —Qual é o seu nome? —Cindy Mendoza. —Prazer. Antes que eu pudesse falar mais alguma coisa, ela me interrompeu e disse: —Desculpa, tem uma atividade da noiva, com licença. Já era, pensei. Me senti um puta desesperado. A verdade é que não sou do tipo que vai atrás do que quer, só que às vezes tenho sorte. Naquela mesma noite, todo mundo foi pra balada. Eu tava me arrumando, tomei um banho, bati uma boa punheta com as fotos que tirei durante o dia, e nisso chegou um WhatsApp de um número desconhecido. —Oi, desculpa, acho que fui meio grossa. —A Kari já me contou um pouco sobre você. —Te vejo daqui a pouco. E mandou essa foto.
Não sei o que a Karina contou pra ela, mas desconfio de umas duas vezes que a gente transou. Fomos pro Paladium, uma balada muito famosa em Acapulco. Quando encontrei as minas e a noiva, a Cyn me cumprimentou como se a gente se conhecesse há anos, com um beijo e um abraço onde ela esfregou os peitões em mim e eu senti como eles estavam durinhos. Ainda me pergunto como uns peitos naturais podem ser tão grandes e firmes. A gente ficou bebendo, não chegamos a ficar bêbados, mas soltinhos. Cada vez que tocava uma música de putaria, ela colava a raba em mim. Devo dizer que Deus deu de peito o que falta de bunda. Mas uma esfregada é uma esfregada, e foi assim a noite inteira. Até as amigas dela zoavam, tipo "já vai começar a ser piranha?" e "deixa um pouco de bunda pra quem tá esperando". Naquele dia não rolou nada, sério, elas vieram na vibe de amigas e era difícil separar alguém do grupo. Elas iam ficar mais uns dias, e a Kari e a Cyn me acompanharam até o voo porque eu tinha uns trampos em Tijuana. A Kari me deu um beijo na bochecha e falou: "Não vai chegar atrasado no meu casamento, amigão, se cuida." A Cyn me deu um beijo no canto da boca e apertou minha piroca por cima da calça, o que fez ela endurecer na hora. No meu ouvido, ela sussurrou: "É, amigão, a gente vai estar te esperando." A Kari disse: "Já vi que vocês se entenderam, seus safados." Não sei o que rolou naquela semana em Tijuana, eu só queria voltar pra meter uma pirocada gostosa na Cyndi. Quando eu tava em Tijuana, ela me mandou essas duas fotos pedindo opinião sobre qual vestido usar pra festa.
Mas nunca mando nudes nem mensagem de putaria. Isso me pareceu estranho (puta mina bipolar que adora provocar), pensei. E quando voltei, fui direto pra Igreja. A cerimônia já tinha começado, então tive que esperar terminar pra cumprimentar. Tentei chegar perto da Cyn pra abraçar ela com tudo, igual ela tinha feito antes, mas ela me afastou pelo ombro e disse: "oi, te apresento meu namorado, Guilherme." Senti um frio e entendi por que tanto mistério. Me conformei e pensei: "bom, alguém vai ter pra transar nesse casamento." No fim, fiquei conversando com os amigos e a festa foi rolando como qualquer outra até que... Ouviu-se um alarme de carro e vários de nós fomos ver o que tava rolando na recepção do hotel. — Vai pra merda, seu otário, não quero te ver nunca mais. — A Cyn tava gritando enquanto batia no carro do namorado com um poste de trânsito. Ele só mostrou o dedo do meio pra ela e falou: — Você é doida pra caralho, até nunca mais. Cheguei perto e falei pra Kari não se preocupar, que voltasse pro casamento que eu cuidava disso. E foi o que fiz. — Você tá bem? — Tô, sim, esse filho da puta que vá se foder. — Posso ajudar em alguma coisa? — Não, tá tudo bem, vamos voltar pra festa. — Tem certeza? Ele fez alguma coisa? — Não, só me irrita que ele é ciumento. Mas que se foda. Voltamos, dancei com ela, conversamos um pouco sobre o ex-namorado dela e as cenas de ciúme dele, e nos divertimos. Era umas 2 da manhã quando ela falou: — Tô cansada. Pode me levar até meu quarto? Como o hotel era grande, tinha quartos no prédio principal e outras cabanas. Ela tava numa cabana com umas amigas, o quarto dela era meio afastado de onde a festa tava rolando, então, como bom cavalheiro, fui acompanhar ela no meio da vegetação. Ela pegou na minha mão, nos despedimos dos noivos e a Kari disse: "Cuida dele, amiga *****, ele é um cara foda, não igual aquele outro babaca que acabou de vazar." Chegamos no quarto dela. — Entra, não me deixa sozinha. — Acho melhor você descansar. — Anda, entra só enquanto... Vem alguma das minhas amigas. Passe como um bom cavalheiro que sou. Senta aí, vou ficar à vontade.
(Essa foto eu achei na internet, é do hotel mas não é minha) Nisso ela aparece com um roupão semitransparente e visivelmente não tinha nada por baixo. Sentou do meu lado e começou a acariciar as pernas enquanto dizia - Sabe, no dia que te conheci, gostei muito de você. - E eu de você (falei enquanto olhava ela de cima a baixo) - Desculpa se fui muito grossa, mas tava tendo problemas com o babaca do Guillermo. Ela se abaixou pra pegar uma almofada que caiu e, ao se levantar, um peito escapou. - Desculpa, seu peitinho escapou. - Te incomoda? Ela perguntou - Não, mas me dá vontade de chupar seus peitos. - Então faz. Eu me aproximei devagar e tirei os peitos dela do roupão, primeiro lambi os bicos, depois dei umas mordidinhas e terminei apalpando aqueles seios lindos. Ela se ajoelhou na minha frente, puxou meu pau e deu um beijo, esticou a língua e começou a lamber desde minhas bolas até a cabeça. Depois, com a língua, fez círculos na cabeça do meu pau até deixar bem babado e enfiou até o fundo da boca num movimento só. Isso foi incrível, falei, mas preciso ir. - Não tá gostando? - Tô sim, mas e se chegar uma das suas amigas? - Que se junte, no fim elas são bem putinhas, além disso já sabem que eu como quem eu quiser quando eu quiser. Ela cuspiu no meu pau e colocou entre os peitões, começou a fazer um siririca russo. Eu peguei meu celular e quis tirar uma foto ou vídeo daquela cena gloriosa, ela tirou e disse. - Sem provas, sou puta mas não gosto de ser exibida. Aproveita, no fim isso é só pra você. Minha cabeça do pau aparecia entre os peitos dela e cada vez que saía ela dava uma lambida, e a saliva escorria entre os peitos e a barriga. Ela se deitou no sofá e com a saliva que escorreu começou a se tocar na buceta e se masturbar, vem me lamber, disse. Não pensei duas vezes e com a língua comecei a saborear a saliva dela que começava a se misturar com os fluidos, e ela ficou mais molhada do que se tivesse saído da piscina. Um squirt na minha boca teria sido perfeito, mas pediu que eu a penetrasse de uma vez, e foi o que fiz. Sem camisinha, molhadinha e com uns gemidos que tenho certeza que dava pra ouvir até do lugar da festa, comecei a comê-la como se a vida dependesse disso. — Nossa, Kari tinha me contado algo, mas não pensei que fosse tão bom. Os peitos dela balançavam e isso me excitava ainda mais. Sinceramente, meio cansado das viagens e da festa, não aguentei muito, talvez meia hora. — Vou gozar — falei. — Goza dentro, por favor. — Quero gozar nos seus peitos. — Homens, não entendo essa fixação em gozar na cara ou nos peitos. De má vontade, ela se ajoelhou e eu joguei todo o meu sêmen nos peitos dela. Ela espalhou por todo o colo e chupou o resto que ficou nas mãos. — É assim que você gosta? — perguntou. — Sim, adoro seus peitos. Você gosta de sêmen? — Não muito, mas se você gosta de terminar assim, tudo bem. Ela se levantou meio irritada e foi tomar um banho. Foi aí que percebi que a ex dela tinha razão: ela é meio maluca. Então roubei um sutiã, vazei de lá e bloqueei ela no WhatsApp. Muito obrigado pela foda, vadia, mas não tô afim de louquinha.
Opina aí: Vocês topariam aturar a bipolaridade dela só pra ter essas peitudas todo dia?
Não pensei duas vezes e fui reto pra ela. —Oi, sou *****, você é amiga ou prima da Karina? —Sou amiga do colégio. —Qual é o seu nome? —Cindy Mendoza. —Prazer. Antes que eu pudesse falar mais alguma coisa, ela me interrompeu e disse: —Desculpa, tem uma atividade da noiva, com licença. Já era, pensei. Me senti um puta desesperado. A verdade é que não sou do tipo que vai atrás do que quer, só que às vezes tenho sorte. Naquela mesma noite, todo mundo foi pra balada. Eu tava me arrumando, tomei um banho, bati uma boa punheta com as fotos que tirei durante o dia, e nisso chegou um WhatsApp de um número desconhecido. —Oi, desculpa, acho que fui meio grossa. —A Kari já me contou um pouco sobre você. —Te vejo daqui a pouco. E mandou essa foto.
Não sei o que a Karina contou pra ela, mas desconfio de umas duas vezes que a gente transou. Fomos pro Paladium, uma balada muito famosa em Acapulco. Quando encontrei as minas e a noiva, a Cyn me cumprimentou como se a gente se conhecesse há anos, com um beijo e um abraço onde ela esfregou os peitões em mim e eu senti como eles estavam durinhos. Ainda me pergunto como uns peitos naturais podem ser tão grandes e firmes. A gente ficou bebendo, não chegamos a ficar bêbados, mas soltinhos. Cada vez que tocava uma música de putaria, ela colava a raba em mim. Devo dizer que Deus deu de peito o que falta de bunda. Mas uma esfregada é uma esfregada, e foi assim a noite inteira. Até as amigas dela zoavam, tipo "já vai começar a ser piranha?" e "deixa um pouco de bunda pra quem tá esperando". Naquele dia não rolou nada, sério, elas vieram na vibe de amigas e era difícil separar alguém do grupo. Elas iam ficar mais uns dias, e a Kari e a Cyn me acompanharam até o voo porque eu tinha uns trampos em Tijuana. A Kari me deu um beijo na bochecha e falou: "Não vai chegar atrasado no meu casamento, amigão, se cuida." A Cyn me deu um beijo no canto da boca e apertou minha piroca por cima da calça, o que fez ela endurecer na hora. No meu ouvido, ela sussurrou: "É, amigão, a gente vai estar te esperando." A Kari disse: "Já vi que vocês se entenderam, seus safados." Não sei o que rolou naquela semana em Tijuana, eu só queria voltar pra meter uma pirocada gostosa na Cyndi. Quando eu tava em Tijuana, ela me mandou essas duas fotos pedindo opinião sobre qual vestido usar pra festa.
Mas nunca mando nudes nem mensagem de putaria. Isso me pareceu estranho (puta mina bipolar que adora provocar), pensei. E quando voltei, fui direto pra Igreja. A cerimônia já tinha começado, então tive que esperar terminar pra cumprimentar. Tentei chegar perto da Cyn pra abraçar ela com tudo, igual ela tinha feito antes, mas ela me afastou pelo ombro e disse: "oi, te apresento meu namorado, Guilherme." Senti um frio e entendi por que tanto mistério. Me conformei e pensei: "bom, alguém vai ter pra transar nesse casamento." No fim, fiquei conversando com os amigos e a festa foi rolando como qualquer outra até que... Ouviu-se um alarme de carro e vários de nós fomos ver o que tava rolando na recepção do hotel. — Vai pra merda, seu otário, não quero te ver nunca mais. — A Cyn tava gritando enquanto batia no carro do namorado com um poste de trânsito. Ele só mostrou o dedo do meio pra ela e falou: — Você é doida pra caralho, até nunca mais. Cheguei perto e falei pra Kari não se preocupar, que voltasse pro casamento que eu cuidava disso. E foi o que fiz. — Você tá bem? — Tô, sim, esse filho da puta que vá se foder. — Posso ajudar em alguma coisa? — Não, tá tudo bem, vamos voltar pra festa. — Tem certeza? Ele fez alguma coisa? — Não, só me irrita que ele é ciumento. Mas que se foda. Voltamos, dancei com ela, conversamos um pouco sobre o ex-namorado dela e as cenas de ciúme dele, e nos divertimos. Era umas 2 da manhã quando ela falou: — Tô cansada. Pode me levar até meu quarto? Como o hotel era grande, tinha quartos no prédio principal e outras cabanas. Ela tava numa cabana com umas amigas, o quarto dela era meio afastado de onde a festa tava rolando, então, como bom cavalheiro, fui acompanhar ela no meio da vegetação. Ela pegou na minha mão, nos despedimos dos noivos e a Kari disse: "Cuida dele, amiga *****, ele é um cara foda, não igual aquele outro babaca que acabou de vazar." Chegamos no quarto dela. — Entra, não me deixa sozinha. — Acho melhor você descansar. — Anda, entra só enquanto... Vem alguma das minhas amigas. Passe como um bom cavalheiro que sou. Senta aí, vou ficar à vontade.
(Essa foto eu achei na internet, é do hotel mas não é minha) Nisso ela aparece com um roupão semitransparente e visivelmente não tinha nada por baixo. Sentou do meu lado e começou a acariciar as pernas enquanto dizia - Sabe, no dia que te conheci, gostei muito de você. - E eu de você (falei enquanto olhava ela de cima a baixo) - Desculpa se fui muito grossa, mas tava tendo problemas com o babaca do Guillermo. Ela se abaixou pra pegar uma almofada que caiu e, ao se levantar, um peito escapou. - Desculpa, seu peitinho escapou. - Te incomoda? Ela perguntou - Não, mas me dá vontade de chupar seus peitos. - Então faz. Eu me aproximei devagar e tirei os peitos dela do roupão, primeiro lambi os bicos, depois dei umas mordidinhas e terminei apalpando aqueles seios lindos. Ela se ajoelhou na minha frente, puxou meu pau e deu um beijo, esticou a língua e começou a lamber desde minhas bolas até a cabeça. Depois, com a língua, fez círculos na cabeça do meu pau até deixar bem babado e enfiou até o fundo da boca num movimento só. Isso foi incrível, falei, mas preciso ir. - Não tá gostando? - Tô sim, mas e se chegar uma das suas amigas? - Que se junte, no fim elas são bem putinhas, além disso já sabem que eu como quem eu quiser quando eu quiser. Ela cuspiu no meu pau e colocou entre os peitões, começou a fazer um siririca russo. Eu peguei meu celular e quis tirar uma foto ou vídeo daquela cena gloriosa, ela tirou e disse. - Sem provas, sou puta mas não gosto de ser exibida. Aproveita, no fim isso é só pra você. Minha cabeça do pau aparecia entre os peitos dela e cada vez que saía ela dava uma lambida, e a saliva escorria entre os peitos e a barriga. Ela se deitou no sofá e com a saliva que escorreu começou a se tocar na buceta e se masturbar, vem me lamber, disse. Não pensei duas vezes e com a língua comecei a saborear a saliva dela que começava a se misturar com os fluidos, e ela ficou mais molhada do que se tivesse saído da piscina. Um squirt na minha boca teria sido perfeito, mas pediu que eu a penetrasse de uma vez, e foi o que fiz. Sem camisinha, molhadinha e com uns gemidos que tenho certeza que dava pra ouvir até do lugar da festa, comecei a comê-la como se a vida dependesse disso. — Nossa, Kari tinha me contado algo, mas não pensei que fosse tão bom. Os peitos dela balançavam e isso me excitava ainda mais. Sinceramente, meio cansado das viagens e da festa, não aguentei muito, talvez meia hora. — Vou gozar — falei. — Goza dentro, por favor. — Quero gozar nos seus peitos. — Homens, não entendo essa fixação em gozar na cara ou nos peitos. De má vontade, ela se ajoelhou e eu joguei todo o meu sêmen nos peitos dela. Ela espalhou por todo o colo e chupou o resto que ficou nas mãos. — É assim que você gosta? — perguntou. — Sim, adoro seus peitos. Você gosta de sêmen? — Não muito, mas se você gosta de terminar assim, tudo bem. Ela se levantou meio irritada e foi tomar um banho. Foi aí que percebi que a ex dela tinha razão: ela é meio maluca. Então roubei um sutiã, vazei de lá e bloqueei ela no WhatsApp. Muito obrigado pela foda, vadia, mas não tô afim de louquinha.
Opina aí: Vocês topariam aturar a bipolaridade dela só pra ter essas peitudas todo dia?
2 comentários - Cyn Mendoza la dama de honor (soft)