aqui vai a terceira parte dessa história
pelo que tô vendo, parece ser meio chata, mas aos poucos vai ficando gostosa
Pra quem não segue ela, aqui vão os dois links anteriores.
http://www.poringa.net/posts/relatos/5651324/Mis-cuernos-relato-real-parte-1.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/5652951/Mis-cuernos-relato-real-parte-2.html
desde já, muito obrigado por me ler e por comentar
Foi assim que comecei a aceitar meus chifres e a curtir eles, o que mais eu podia fazer? O sexo entre a gente tinha melhorado pra caralho e quando a gente transava, eu não conseguia parar de pensar se era assim que pegavam ela na academia, e isso me deixava a mil. Será que ela se contorcia igual fazia comigo ou talvez fosse muito mais intenso? Minha ideia de ter um pauzão que preenchia ela por completo tinha ido pro caralho, agora eu só via na minha imaginação o pauzão do preto fazendo estrago no corpo dela, e talvez por isso eu não conseguia me comparar com ele. Mas já na fábrica, eu me perguntava se a Laura seria tão amável e compreensiva com ele também, isso sim me incomodava mais do que ela entregar o corpo pra ele, e acho que eu dei alguns sinais disso. Aquele tal de Juan também ia comer ela, isso eu preferia antes de ver ela tratando ele tão bem. Eu não sentia ciúme por causa do sexo, isso era o de menos. Meu ciúme era pelo que ela pudesse sentir por eles. Foi aí que eu comecei a ficar mais exigente e assim começaram uns desentendimentos. Foi mal, porque ela percebeu meu ciúme, aquele ciúme que eu nunca tinha tido, e num domingo ela me pegou conversando.
Laura, não sei o que tá rolando contigo, te achei muito diferente e isso não tô curtindo, pode me falar o que tá te incomodando?
De você nada, não sei por que cê tá falando isso.
Laura, desde que você falou com a Susana, você tá diferente, mais frio. Não sei o que ela te disse, será que te incomoda eu ter amigos?
Um pouco pode ser, mas não porque pense mal ou que aconteça nada.
Lau, claro que não tem problema, pra mim são só caras. Será que a Susana não te falou isso? Olha, eu vou é reparar em algum deles.
Não, não, a Susana me fala a mesma coisa, que você é querida como uma grande amiga e você me conta os problemas dela, mas sei lá.
Lau, eu sou a mesma de sempre, quem mudou foi você.
Sim, cê tem razão, ciúme sem motivo e não sei por que, não me dá bola, por favor.
Lau, não sei se vou te dar bola. Você me acha uma puta e isso não me agrada.
Não, meu amor, é que às vezes me vêm umas ideias na cabeça.
Lau, alguma ideia? Vai, me conta.
Tá, mas não fica bravo não. Às vezes eu penso que a Gaby é sua rival na academia, e isso, mesmo que você não acredite, me deixa com muito tesão.
Lau, o que te deixa com tesão?
Que você seja tão puta quanto ela e vocês duas disputem, isso me excita pra caralho.
Lau, sério mesmo que você pensa isso?
Uff sim, amor, você e o negão professor de zumba e a Gaby querendo pegar ele, me diz uma coisa: qual mulher não quer dar pra um negão? Por isso acho que ela tem tanta raiva de você.
Lau, foi a Susana que te contou isso?
Não, de jeito nenhum, isso eu já imaginava.
Lau, e por que você tá imaginando isso?
Y love, na semana quando você tá com ele comigo você não transa, só nos domingos mesmo, por quê? Porque o negão já te arrombou, bebê, não fica brava mas é verdade.
Lau, e se fosse assim, você não fica brava?
Ao contrário, eu queria que você me contasse como o negão te fodeu, e tenho certeza que ele faz melhor que os outros caras.
Lau, tomara que fosse assim, mas se você gosta tanto então vou começar. Pra mim, parece que o que você queria mesmo era dar uns amassos na Gaby.
A verdade é que adoraria comer a sua inimiga.
Lau, se tu pegar ela, tenho certeza que tu arrebenta ela. Posso te apresentar se tu quiser.
Dá, e como a gente faz?
Lau, ela tá procurando um encanador e você entende bem disso, mas depois não reclama do que rolar com o negão.
Juro que não, mas você tem que me contar tudo o que rola com o negão e com os outros.
Lau, tá bom, eu te conto tudo, mas você também, hein.
Naquele domingo, a gente começou a transar à tarde e não parou mais. Enquanto eu tava metendo nela, perguntava pra Laura se o negão fazia assim também. No começo, ela não respondia, até que de noite ela se soltou e confessou que o negão morria de vontade de comer o cu dela, mas ela negava, dizendo que a bunda era minha e de mais ninguém. Depois disso, eu meti no cu dela e percebi que ela tinha mentido. Fazia tempo que ela não me dava aquela bunda, e eu também não pedia, mas tava bem aberta. Isso confirmou minhas suspeitas: pelo menos uma vez, na academia, o negão já tinha recolhido ela.
pelo que tô vendo, parece ser meio chata, mas aos poucos vai ficando gostosa
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http://www.poringa.net/posts/relatos/5652951/Mis-cuernos-relato-real-parte-2.html
desde já, muito obrigado por me ler e por comentar
Foi assim que comecei a aceitar meus chifres e a curtir eles, o que mais eu podia fazer? O sexo entre a gente tinha melhorado pra caralho e quando a gente transava, eu não conseguia parar de pensar se era assim que pegavam ela na academia, e isso me deixava a mil. Será que ela se contorcia igual fazia comigo ou talvez fosse muito mais intenso? Minha ideia de ter um pauzão que preenchia ela por completo tinha ido pro caralho, agora eu só via na minha imaginação o pauzão do preto fazendo estrago no corpo dela, e talvez por isso eu não conseguia me comparar com ele. Mas já na fábrica, eu me perguntava se a Laura seria tão amável e compreensiva com ele também, isso sim me incomodava mais do que ela entregar o corpo pra ele, e acho que eu dei alguns sinais disso. Aquele tal de Juan também ia comer ela, isso eu preferia antes de ver ela tratando ele tão bem. Eu não sentia ciúme por causa do sexo, isso era o de menos. Meu ciúme era pelo que ela pudesse sentir por eles. Foi aí que eu comecei a ficar mais exigente e assim começaram uns desentendimentos. Foi mal, porque ela percebeu meu ciúme, aquele ciúme que eu nunca tinha tido, e num domingo ela me pegou conversando.
Laura, não sei o que tá rolando contigo, te achei muito diferente e isso não tô curtindo, pode me falar o que tá te incomodando?
De você nada, não sei por que cê tá falando isso.
Laura, desde que você falou com a Susana, você tá diferente, mais frio. Não sei o que ela te disse, será que te incomoda eu ter amigos?
Um pouco pode ser, mas não porque pense mal ou que aconteça nada.
Lau, claro que não tem problema, pra mim são só caras. Será que a Susana não te falou isso? Olha, eu vou é reparar em algum deles.
Não, não, a Susana me fala a mesma coisa, que você é querida como uma grande amiga e você me conta os problemas dela, mas sei lá.
Lau, eu sou a mesma de sempre, quem mudou foi você.
Sim, cê tem razão, ciúme sem motivo e não sei por que, não me dá bola, por favor.
Lau, não sei se vou te dar bola. Você me acha uma puta e isso não me agrada.
Não, meu amor, é que às vezes me vêm umas ideias na cabeça.
Lau, alguma ideia? Vai, me conta.
Tá, mas não fica bravo não. Às vezes eu penso que a Gaby é sua rival na academia, e isso, mesmo que você não acredite, me deixa com muito tesão.
Lau, o que te deixa com tesão?
Que você seja tão puta quanto ela e vocês duas disputem, isso me excita pra caralho.
Lau, sério mesmo que você pensa isso?
Uff sim, amor, você e o negão professor de zumba e a Gaby querendo pegar ele, me diz uma coisa: qual mulher não quer dar pra um negão? Por isso acho que ela tem tanta raiva de você.
Lau, foi a Susana que te contou isso?
Não, de jeito nenhum, isso eu já imaginava.
Lau, e por que você tá imaginando isso?
Y love, na semana quando você tá com ele comigo você não transa, só nos domingos mesmo, por quê? Porque o negão já te arrombou, bebê, não fica brava mas é verdade.
Lau, e se fosse assim, você não fica brava?
Ao contrário, eu queria que você me contasse como o negão te fodeu, e tenho certeza que ele faz melhor que os outros caras.
Lau, tomara que fosse assim, mas se você gosta tanto então vou começar. Pra mim, parece que o que você queria mesmo era dar uns amassos na Gaby.
A verdade é que adoraria comer a sua inimiga.
Lau, se tu pegar ela, tenho certeza que tu arrebenta ela. Posso te apresentar se tu quiser.
Dá, e como a gente faz?
Lau, ela tá procurando um encanador e você entende bem disso, mas depois não reclama do que rolar com o negão.
Juro que não, mas você tem que me contar tudo o que rola com o negão e com os outros.
Lau, tá bom, eu te conto tudo, mas você também, hein.
Naquele domingo, a gente começou a transar à tarde e não parou mais. Enquanto eu tava metendo nela, perguntava pra Laura se o negão fazia assim também. No começo, ela não respondia, até que de noite ela se soltou e confessou que o negão morria de vontade de comer o cu dela, mas ela negava, dizendo que a bunda era minha e de mais ninguém. Depois disso, eu meti no cu dela e percebi que ela tinha mentido. Fazia tempo que ela não me dava aquela bunda, e eu também não pedia, mas tava bem aberta. Isso confirmou minhas suspeitas: pelo menos uma vez, na academia, o negão já tinha recolhido ela.
1 comentários - Meus Chifres: Relato Real Parte 3