Conheci a Ana quando eu tava no ensino médio, ela sempre foi uma mina meio estranha pra mim, mas eu achava ela bonitinha, então virei amigo dela. A gente curtia arte, embora ela quisesse ser fotógrafa e escritora. Na real, nunca senti atração sexual por ela, era mais aquela amiga gatinha com quem eu podia fazer piadas bestas e dar um rolê no parque, já que nenhum de nós dois gostava de ir pra festa cheia de gente.
Ela era um pouco mais velha que eu, então quando ela saiu da escola antes de mim, a gente perdeu um pouco o contato, até que uns anos depois, na faculdade, me pediram pra levar uma câmera fotográfica. Aí lembrei dela na hora e chamei.
Ana - Ei, faz anos que a gente não se fala. Como é que cê tá?
Eu - Bem, aqui lembrando de você porque tenho aula de fotografia.
Ana - Sério? YAY, adoraria ver as fotos que cê tira. Se quiser, posso dar umas dicas.
Eu - Haha, adoraria, mas ainda não tenho câmera. Sabe onde posso arrumar uma que não seja muito cara?
Ana - Ah, entendi... tenho uma meio velha que não uso mais, mas tá em bom estado, só a tampa da bateria que falha. Se quiser, te vendo.
Eu - Sério? Bom, acho que serve pra isso, até porque duvido que vou usar depois das aulas.
Ana - Perfeito, então levo pra você. Cê ainda mora na mesma cidade?
Eu - Sim, vi que você se mudou, né?
Ana - Sim, vim com meu irmão e meu namorado, e a gente tá alugando um apê.
Eu - Haha, deve ser bem chato pro teu irmão ter você e teu namorado de roomies, já sabe, pelos amassos e tal.
Ana - Haha, nada, normalmente ele vai pra casa da namorada dele e aí a gente aproveita pra namorar. Olha, vou no próximo fim de semana, tenho que pegar uns papéis. Que tal a gente se ver no hotel?
Eu - Fechou, de quebra conheço teu namorado.
Ana - Ah não, vou sozinha, ele não pode vir.
Eu - Vai ficar sozinha no hotel?
Ana - Só dois dias, mas admito que vou me sentindo sozinha.
Eu - Se quiser, a gente pode fazer algo quando você tiver tempo, dar uma volta e você me ensina a usar a câmera.
Ana - Haha, beleza, sim, tipo quando a gente saía pro parque e cada um tomava um litro de suco.
O dia chegou e fui vê-la no hotel, e lá estava ela, sentada na calçada, fumando um cigarro. Ela me viu e apagou pra vir me cumprimentar.
A última vez que vi ela, ela tinha 18, mas agora tava com 25 e eu com 22, mas com certeza os anos fizeram um favor pra ela. Nunca me senti atraído por ela, mas ela ficou gostosa, alta, cinturona, os peitos meio pequenos mas com um formato bonito.
Ana - Ei, oi! *corre pra me abraçar*
Eu - Nossa, caralho, quase não te reconheci, você mudou pra caralho.
Ana - Pra melhor ou pra pior?
Eu - Com certeza pra melhor, você ficou bem gostosa.
Ana - *fica meio corada* haha valeu, essa barba caiu bem em você, além disso *chega bem perto de mim e se compara* você cresceu mais, eu era um pouco mais alta que você.
Eu - Haha sim, acho que agora eu sou o macho alfa dessa amizade.
Ana - Ééé hahaha, vem, vamos pro quarto.
Entramos no hotel, era um hotel meio caro, o quarto parecia um apartamentinho, mas não me surpreendeu, a família dela tinha grana, embora não fossem milionários. A gente se atualizou sobre nossas vidas e ficou de bobeira no geral.
Ana - Então... você não arrumou uma namorada desde a última vez que a gente se viu?
Eu - Não, sabe que não falo com ninguém, além disso, acho que tô de boa sozinho por enquanto.
Ana - Mas a gente tem necessidades, né? Nem alguém pra transar?
Eu - *fico vermelho* Eeeeh... não, na real é que...
Ana - Não me fala que você ainda é virgem?
Eu - Hehehe sim... mas também não tô com pressa, não vou morrer se demorar mais um pouco.
Ana - Pois é, mas não dá vontade?
Eu - Dá, sim, mas pra isso tem a dona Palminha, né?
Ana - Kkkkk ai, que porco.
Eu - OOH, você que puxou o assunto, se não queria saber disso, pra que perguntar?
Ana - Kkkk tá bom... e não tem ninguém que te interesse?
Eu - ... Bom, tem sim, uma mina da facul, chama Erica.
A gente conversou a tarde toda até bater fome e eu ofereci levar ela pra jantar (meio que pra ela me cobrar mais barato na câmera kkkk), mas no fim só fomos pegar uns hambúrgueres na praça ali perto e levamos pro quarto.
Ana - Sério, não acredito que você ainda não comeu ninguém.
Eu - Ah, por que tanto interesse nesse assunto? Quer me estrear, é? hahaha
Ana - Óbvio que não hahaha, quem dera, além disso, já tenho quem me dê um jeito na matriz.
Eu - Ah, sei lá, tem gente que não liga pra isso, você tá muito insistente.
Ana - É que você é muito gostoso, me surpreende que as vadias não te ataquem.
Eu - Haha, que desaforada, mas algumas já deram em cima de mim, só que são muito intensas.
Tava escurecendo e ela precisava acordar cedo, então eu já ia indo, mas parecia que ela tinha outros planos.
Eu - Bom, acho que já vou.
Ana - Ei... não quer ficar?
Eu - Hã? Por mim tudo bem, tem certeza? Além disso, só tem uma cama.
Ana - Relaxa, não tem nada de estranho, ela é bem grande.
Eu - Seu namorado não vai ficar bravo?
Ana - Ele não precisa saber que você dormiu aqui, não vamos fazer nada de errado, só não quero ficar sozinha.
Percebi que ela tava meio triste, não queria mesmo ficar, tava com medo de me meter em encrenca, mas vendo ela daquele jeito, resolvi aceitar a oferta.
Eu - O que foi? Tô te vendo meio triste, tudo bem?
Ana - ... Não...
Eu - *Sento na cama* O que você tem?
Ana - A verdade é que não tô bem. Meus pais querem que eu comece a me virar sozinha e não tive sorte com trampo... além de alguns... problemas com meu namorado.
Eu - Ah, merda...
Ela desabafou um pouco, chorando do meu lado. Tentei consolar ela dando um abraço, e ela me abraçou forte.
Ana - Você sempre foi muito fofo comigo. Só quero passar a noite com alguém que não grite comigo por qualquer besteira.
Eu - Seu namorado te bate?
Ana - Não... por enquanto, mas não me surpreenderia se ele fizesse isso. Mas duvido que ele tenha coragem, ainda mais com meu irmão por perto.
A gente conversou até mais tarde, ela me contou um pouco dos problemas dela e eu tentei animá-la. Mas tava ficando tarde e ela precisava dormir, então fomos pra cama, cada um pro seu lado e de costas, mas não sem antes ela pegar na minha mão e me dar um beijo na bochecha por ter ouvido ela e ficado com ela. No dia seguinte, ela saiu pra pegar os documentos dela e eu fiquei pra arrumar algo de café da manhã pra quando ela voltasse.Essa história vai ser um pouco mais curta, mas vocês já sabem, carteiras e cel... ah, desculpa, isso aqui não.
Ela era um pouco mais velha que eu, então quando ela saiu da escola antes de mim, a gente perdeu um pouco o contato, até que uns anos depois, na faculdade, me pediram pra levar uma câmera fotográfica. Aí lembrei dela na hora e chamei.
Ana - Ei, faz anos que a gente não se fala. Como é que cê tá?
Eu - Bem, aqui lembrando de você porque tenho aula de fotografia.
Ana - Sério? YAY, adoraria ver as fotos que cê tira. Se quiser, posso dar umas dicas.
Eu - Haha, adoraria, mas ainda não tenho câmera. Sabe onde posso arrumar uma que não seja muito cara?
Ana - Ah, entendi... tenho uma meio velha que não uso mais, mas tá em bom estado, só a tampa da bateria que falha. Se quiser, te vendo.
Eu - Sério? Bom, acho que serve pra isso, até porque duvido que vou usar depois das aulas.
Ana - Perfeito, então levo pra você. Cê ainda mora na mesma cidade?
Eu - Sim, vi que você se mudou, né?
Ana - Sim, vim com meu irmão e meu namorado, e a gente tá alugando um apê.
Eu - Haha, deve ser bem chato pro teu irmão ter você e teu namorado de roomies, já sabe, pelos amassos e tal.
Ana - Haha, nada, normalmente ele vai pra casa da namorada dele e aí a gente aproveita pra namorar. Olha, vou no próximo fim de semana, tenho que pegar uns papéis. Que tal a gente se ver no hotel?
Eu - Fechou, de quebra conheço teu namorado.
Ana - Ah não, vou sozinha, ele não pode vir.
Eu - Vai ficar sozinha no hotel?
Ana - Só dois dias, mas admito que vou me sentindo sozinha.
Eu - Se quiser, a gente pode fazer algo quando você tiver tempo, dar uma volta e você me ensina a usar a câmera.
Ana - Haha, beleza, sim, tipo quando a gente saía pro parque e cada um tomava um litro de suco.
O dia chegou e fui vê-la no hotel, e lá estava ela, sentada na calçada, fumando um cigarro. Ela me viu e apagou pra vir me cumprimentar.
A última vez que vi ela, ela tinha 18, mas agora tava com 25 e eu com 22, mas com certeza os anos fizeram um favor pra ela. Nunca me senti atraído por ela, mas ela ficou gostosa, alta, cinturona, os peitos meio pequenos mas com um formato bonito.Ana - Ei, oi! *corre pra me abraçar*
Eu - Nossa, caralho, quase não te reconheci, você mudou pra caralho.
Ana - Pra melhor ou pra pior?
Eu - Com certeza pra melhor, você ficou bem gostosa.
Ana - *fica meio corada* haha valeu, essa barba caiu bem em você, além disso *chega bem perto de mim e se compara* você cresceu mais, eu era um pouco mais alta que você.
Eu - Haha sim, acho que agora eu sou o macho alfa dessa amizade.
Ana - Ééé hahaha, vem, vamos pro quarto.
Entramos no hotel, era um hotel meio caro, o quarto parecia um apartamentinho, mas não me surpreendeu, a família dela tinha grana, embora não fossem milionários. A gente se atualizou sobre nossas vidas e ficou de bobeira no geral.
Ana - Então... você não arrumou uma namorada desde a última vez que a gente se viu?Eu - Não, sabe que não falo com ninguém, além disso, acho que tô de boa sozinho por enquanto.
Ana - Mas a gente tem necessidades, né? Nem alguém pra transar?
Eu - *fico vermelho* Eeeeh... não, na real é que...
Ana - Não me fala que você ainda é virgem?
Eu - Hehehe sim... mas também não tô com pressa, não vou morrer se demorar mais um pouco.
Ana - Pois é, mas não dá vontade?
Eu - Dá, sim, mas pra isso tem a dona Palminha, né?
Ana - Kkkkk ai, que porco.
Eu - OOH, você que puxou o assunto, se não queria saber disso, pra que perguntar?
Ana - Kkkk tá bom... e não tem ninguém que te interesse?
Eu - ... Bom, tem sim, uma mina da facul, chama Erica.
A gente conversou a tarde toda até bater fome e eu ofereci levar ela pra jantar (meio que pra ela me cobrar mais barato na câmera kkkk), mas no fim só fomos pegar uns hambúrgueres na praça ali perto e levamos pro quarto.
Ana - Sério, não acredito que você ainda não comeu ninguém.Eu - Ah, por que tanto interesse nesse assunto? Quer me estrear, é? hahaha
Ana - Óbvio que não hahaha, quem dera, além disso, já tenho quem me dê um jeito na matriz.
Eu - Ah, sei lá, tem gente que não liga pra isso, você tá muito insistente.
Ana - É que você é muito gostoso, me surpreende que as vadias não te ataquem.
Eu - Haha, que desaforada, mas algumas já deram em cima de mim, só que são muito intensas.
Tava escurecendo e ela precisava acordar cedo, então eu já ia indo, mas parecia que ela tinha outros planos.
Eu - Bom, acho que já vou.
Ana - Ei... não quer ficar?
Eu - Hã? Por mim tudo bem, tem certeza? Além disso, só tem uma cama.
Ana - Relaxa, não tem nada de estranho, ela é bem grande.
Eu - Seu namorado não vai ficar bravo?
Ana - Ele não precisa saber que você dormiu aqui, não vamos fazer nada de errado, só não quero ficar sozinha.
Percebi que ela tava meio triste, não queria mesmo ficar, tava com medo de me meter em encrenca, mas vendo ela daquele jeito, resolvi aceitar a oferta.
Eu - O que foi? Tô te vendo meio triste, tudo bem? Ana - ... Não...
Eu - *Sento na cama* O que você tem?
Ana - A verdade é que não tô bem. Meus pais querem que eu comece a me virar sozinha e não tive sorte com trampo... além de alguns... problemas com meu namorado.
Eu - Ah, merda...
Ela desabafou um pouco, chorando do meu lado. Tentei consolar ela dando um abraço, e ela me abraçou forte.
Ana - Você sempre foi muito fofo comigo. Só quero passar a noite com alguém que não grite comigo por qualquer besteira.
Eu - Seu namorado te bate?
Ana - Não... por enquanto, mas não me surpreenderia se ele fizesse isso. Mas duvido que ele tenha coragem, ainda mais com meu irmão por perto.
A gente conversou até mais tarde, ela me contou um pouco dos problemas dela e eu tentei animá-la. Mas tava ficando tarde e ela precisava dormir, então fomos pra cama, cada um pro seu lado e de costas, mas não sem antes ela pegar na minha mão e me dar um beijo na bochecha por ter ouvido ela e ficado com ela. No dia seguinte, ela saiu pra pegar os documentos dela e eu fiquei pra arrumar algo de café da manhã pra quando ela voltasse.Essa história vai ser um pouco mais curta, mas vocês já sabem, carteiras e cel... ah, desculpa, isso aqui não.
2 comentários - No hotel com minha amiga