Destino ou Acaso? Parte 4

Às vezes o destino é tão traiçoeiro que você não encontra uma pessoa uma vez, mas duas, por acaso em lugares inimagináveis. A gente dormiu um pouco juntos, mas quase na hora eu acordei e levantei como um raio da cama. Fui ver elas, a Fran estava se espreguiçando e fui ver a Guille, ela estava sentada com os cabelos bagunçados, parecia a coisa mais encantadora do mundo e se espreguiçava. — Oi, bebê. — Mamãe... me pega no colo. Peguei ela, enchi a testa e as bochechas dela de beijos, e ela se apoiou no meu ombro. — Vamos lanchar? — Siiim... — Chama a Fran e a gente prepara algo gostoso pro papai? — Siiim, mamãe. — E ela saiu correndo. As duas foram pra cozinha e a gente preparou umas torradas com queijo e geleia, que era o preferido do Martin. A Fran ia passando queijo nas torradas enquanto a Guille colocava a geleia, elas se sujavam mais do que ajudavam, mas estavam me ajudando em tudo. Preparei o café com leite e perguntei pra Fran: — O que você quer lanchar? — Quero um smoothie? — Pega as frutas que quiser que já faço. — Mãe, aqui tem, mas acabaram as maçãs e as bananas. — Tá bom... mais tarde a gente vai comprar. Preparei o smoothie e ela levou sozinha pra mesa. — Vamos chamar o papai, Guille? — Siiim... Fomos pro quarto e ele estava bem esticado, ainda bem que eu tinha deixado ele coberto do peito pra baixo porque ele continuava completamente pelado. — Papai... — A Guille falava baixinho. — Chega perto, faz um carinho e dá um beijo nele pra ele acordar — falei baixinho pra ela. Ela chegou perto, acariciou a bochecha dele e deu um beijo. O Martin se espreguiçou, abraçou ela e encheu de beijos. — Chega, papai... — ela ria muito. — Não te solto, minha cachorrinha mais pequenininha. — Mamãe... socorro... — Vamos, amor, levanta... com as meninas a gente tem algo especial pra você. — Mmmmmmmmmmm, o que minhas meninas fizeram? — Vem, papai... — ela puxava ele pra levantar. — Já vou, Guille, vai com a Fran que eu vou vestir uma camiseta e já vou. Ela foi, e eu estava indo embora quando ele levantou e me pegou por trás. — Aonde você pensa que vai? Que foi?" — Ele apertou minhas costas contra o peito dele e minha bunda contra o pau dele — "Eu ia pra cozinha com as meninas... nãoooo, Martín..." As mãos dele já queriam tocar partes que estavam cobertas — "Love... vamos lanchar... tenho algo especial que você vai gostar na mesa" — "Mmmmmmm, vamos foder na mesa?? Não me tenta que eu vou correndo" — "Nãoooo... chega... escuta e se acalma... preparamos o lanche com as meninas e já está servido" — "Mmmmmmmmmm... assim que alguma avó puder cuidar delas, vou te colocar em cima dessa mesa e vou te comer tanto, tanto..." — "Vamos..." — "Ok... mas olha como você me deixa" — Mostrando que a "cobra" dele tinha acordado — "Ultimamente ela vive assim acordada e bem grande" — "Siiiii e é por sua causa..." — "Vamos, love... se veste" — "Já vou..."

Saí do quarto e vi a Guille no colo da Fran, e ela oferecia o smoothie dela pra ela, e fiquei observando. Martín chegou e também olhou pra elas, e ficamos os dois bobos com aquele ato de irmãs. Sentamos e fomos comendo e bebendo o que tinha sido preparado — "Love, vou ter que ir no supermercado comprar umas coisas" — "Siiim, quanto você precisa??" — "Tenho, aqui na minha carteira..." — "Leva mais por via das dúvidas, nunca se sabe o que essas menininhas podem pedir" — Ele tirou a carteira dele e me deu umas notas de $100 — "Ok, love." — Perguntando pras meninas — "Quem de vocês vai comigo??" — "Eu com a mamãe!" Disse a Guille — "Você não quer ir comigo, Fran??" — "Não... papai disse que ia comprar meu pônei e quero que ele me leve pra..." — "Mas agora não sei se dá..." — "Dá sim, dá. Vamos, linda, se trocar que eu te levo"

Troquei as duas e arrumei meu cabelo, passei perfume e saímos, mas Martín com a Francesca no carro dele e eu com a Guille no meu. Chegamos no supermercado e sentei ela no assento do carrinho de compras e íamos olhando várias coisas, enquanto eu ia lembrando o que precisava comprar. Fomos pro setor de frutas e verduras — "Fran me disse que acabaram as maçãs e bananas... talvez eu leve uvas e umas peras que sei que ela gosta..." — "Mamãe, quero morangos! Ok, coração... caiu uma fruta e eu me abaixei pra pegar, quando ouço: — Que buceta linda que eu vejo. Aí me levantei e não quis me virar porque aquela voz me era familiar, e fui me afastando com a sacola de morangos e o carrinho. — Ei... Ana... espera... — Me virei já sabendo quem era. — O que foi, Gaston?? — O que que tem você?? Seu celular tá desligado... teve problema com seu marido ou o que te...??? — Você já tá me enchendo de problema desde que apareceu de novo na minha vida. — Por que você diz isso?? — Ai, pelo amor de Deus... não seja negacionista, Gaston... Eu tinha uma vida perfeita até você aparecer e... — E te fiz ver como a gente se divertia e como a gente transava gostoso... — Já chega... para. — Ah, não... eu não vou parar, vai ser tipo aquelas maratonas de muito sexo que a gente tinha. Parava pra comer ou ir no banheiro e depois continuava e continuava. Lembra quando eu lambuzei seus peitos com doce de porra e você ficava louca implorando pra eu não parar?? Quer que eu pare?? — Sim... — Pois não vou... Também quando a gente foi de moto até aquele descampado e eu comi sua... — Shhhhhhh minha filha tá aqui! — Sua coisinha, você ainda tinha pelinhos na sua pussy... pelo amor de Deus. Fico doido só de pensar. — Já terminou?? — Nãooo... ainda tenho muito mais, mas quero que você me diga algo que lembra da gente. — Tá bom... lembra do que aconteceu hoje de manhã depois do café? — Mmmmmmmmmmm sabia que você viria me buscar, por mais... — Cê tá louco??? Nãooo... o que quero te dizer é que hoje, quando você me comeu. — Quando que?? — Cê tá surdo?? Quando você me comeu hoje e chupou meus peitos, me deixou uma marca num deles. — Ufffff não sabia que você tinha essa porra nos peitos e me deixou doido... e ela é a sortuda que mama nos seus peitos igual eu mamei?? — Já chega... você nunca mais vai tocar em nada do meu corpo. — Pelo amor de Deus, Anabella... vi seu corpo tremer nas minhas mãos, vi como sua pussy ficava cada vez que a gente transava antes de se separar, e agora que te vi de novo e falávamos... sei que seu corpo e você sentem falta de um cara como eu, que não treme as mãos quando te toca e te faz elétrica. Que não hesita e muito menos te acaba tão rápido -Pelo amor de Deus... já chega... Para, por favor... -Por quê? Por sua coisinha?? Você bem que queria que eu estivesse assim com minha língua te chupando tanto tanto... que você me apertasse e me fizesse afogar nos lábios da sua buceta que soltam todo seu suco... mmmmmmmm Anita linda... pelo amor de Deus. Se você tivesse estado sozinha, te levava comigo e te comia no estacionamento dentro do meu carro e... Eu já tinha me cansado de ouvir e ia continuar com minhas compras e ele me seguia. -Vamos Ana... pelo amor de Deus... vamos conversar -O que mais você quer conversar? Você já falou o suficiente e nada vai me fazer mudar! Já não me interessa mais nada em você... -Siiiiim tem algo que te interessa... vi quando a gente transou do jeito que você me montava, você era como um cavalo selvagem que queria que eu te domasse e te desse aquela liberdade assim como a gente era. -Já chega... sabe de uma coisa? Você me encheu o saco... Por que você não ensina a comer... e que faça qualquer uma dessas suas mulherzinhas tudo o que você fez comigo??? Vai e fode agora com sua atual ou com qualquer uma... -Que atual? Eu ainda não tenho nada com ninguém porque não posso ter nada sério porque queria que fosse com você -Vai encher o saco de outra... já me cansou. Além do mais, a gente transou sem camisinha e você é um tiro no escuro. Podia ter pegado qualquer coisa. -Nãooooo, isso nunca... sabe por quê? Toda vez que comi outras, me cuidei, tenho camisinhas no meu carro porque não quero que nenhuma me prenda com um filho dessas que comi por diversão. -Já chega, Gaston... o que você quer de mim? De verdade... -Quero você na minha vida, Ana... te falei no bar que tenho meus negócios e quero investir em algo rentável e de quebra trabalhar o dinheiro e poder continuar com meus hobbies -Ainda continua colecionando? (Gaston era um colecionador de moedas de vários países e tinha um monte) -Viu? Você é a única que levou a sério meu hobby, meu passatempo -E porque eu soube te ouvir, não só transávamos... fomos um casal e eu te escutei -Tá vendo??? Tá vendo??? Pelo amor de Deus, Ana... eu preciso de você -Já foi, Gastón... eu tô com o Martín e reconstruí minha vida, faz o mesmo... quero continuar comprando- Eu ia olhando as prateleiras e escolhendo alguns produtos -Vou te seguir, quero saber se você ainda come aquelas coisas que você tanto gostava- Eu ri e fiquei corada -Seu marido Martín não compra pra você?? -Compra sim, eu compro e como de vez em quando.. -Ahhhh pena que ele não conhece seus gostos, é no próximo corredor que estão seus preferidos -Sim sim, eu sei... -deixei o carrinho de lado e me adiantei porque tava cheio de caixas lacradas no caminho e me estiquei pra pegar os picles e ele se aproximou, me encurralou e me beijou Ele me beijava e me fazia abrir a boca de um jeito que me fazia voar Quando me soltou devagar e eu abri os olhos, tentei bater nele, ele segurou minha mão -Já me cansou... pelo amor de Deus, me deixa em paz.. você tá me enlouquecendo -Tá bom, toma... e me deu uma sacola dobrada mas meio pesada -O que é isso? -Porque você é a única em quem confio e prefiro dar pra você do que pra outra que só vai me usar pra eu botar dinheiro em cima -Que merda você fez? -Nãoooo nãoooo isso é uma parte das minhas economias -Cê tá louco... não posso aceitar isso... -Pelo amor de Deus, Ana... fica com eles, nada me faria mais feliz do que você ter isso. Você fez tanto por mim quando a gente tava junto. Preciso te recompensar de algum jeito -Não, não posso aceitar isso... eu não fiz nada por interesse. -Por isso mesmo... você é um ser tão transparente e tão honesto, que ninguém mais além de você merece isso. Também acho que te falei que no sítio que comprei coloquei seu nome: Bela Ana -Você tá me emocionando mas não vai me convencer a fazer mais nada com você! Vou pagar e vazar. Se cuida, Gastón! -Tá vendo? Você é a única que me chama assim... eu derreto quando te ouço... posso te abraçar? -Não... já, pelo amor de Deus... não insiste mais. Você me cansou. -Ok... mas você tem meu número, qualquer coisa que precisar, me liga -Tá, beleza, Gaston, se cuida -Tchau, Anabella. Eu continuei andando, fazendo compras e guardei na minha bolsa aquilo que o Gaston tinha me dado. Escolhemos uns iogurtes e sobremesinhas pro Guille e pro Fran. Ela ia cantarolando uma música e eu acompanhava. Fomos pro setor dos caixas, passamos tudo e paguei. Saímos do mercado com todas as sacolas e fomos pro meu carro. Abri o carro e sentei minha filha no banco de trás, coloquei minha bolsa com ela, enquanto guardava as sacolas de compras no porta-malas. Levei o carrinho de volta e saímos de lá. Quando cheguei em casa, estacionei perto pra poder descer minha filha junto com todas as sacolas. Vi que o Martin tava esperando a gente, ele pegou a Guille no colo e agarrou um par de sacolas e entrou. Eu, enquanto pegava umas sacolas, lembrei da minha bolsa e preferi pegar ela pra levar eu mesma. O Martin já voltava pra continuar levando as coisas e me diz: -Meu amor... Nossa, você comprou bem hein... -Oi, love, sim sim... tinha que comprar várias coisas e aproveitei. -Fecho o carro pra você? -Sim, sim, por favor... e o Fran? -Lá dentro... você vai ver o que ele escolheu! -Ufff... te fez gastar muito? -Não, não, isso não importa... já te falei que tô ganhando muito melhor e vamos ter algo que logo vai sair e você vai ver que vamos poder comprar tudo que elas quiserem. -Tá bom, love... Começamos a separar as sacolas, colocando tudo no lugar, e eu tinha deixado minha bolsa na mesa perto dos sofás. Então terminei, peguei ela e fui pro nosso quarto. Tirei rapidamente aquela sacola que o Gaston tinha me dado e, ao abrir, tinha vários maços de dinheiro. Não contei, mas eram vários milhares. Coloquei num canto do meu armário onde guardava meus suéteres e casacos de frio. "Meu Deus... isso é demais. Não acredito que ele me deu toda essa grana. Agora tô com medo de ele estar metido em coisa errada, do jeito que ele é com os outros, talvez tenha passado a perna em alguém e esse dinheiro tá sujo... vou ter que ligar pra ele. Uff... meu celular tá sem bateria. Tomara que eu lembre depois..." Saí de Meu quarto e as meninas estavam brincando com um conjunto de pôneis que o Martín comprou pra elas.
— Olha, mamãe... olha o que o papai comprou pra gente.
— Que lindo, meu amor...
— Adorei.
— E olha... — ela se levantou, foi até o quarto dela e trouxe um boneco bem grandinho — olha meu pônei, mamãe...
— Uau, é enorme!! Você gosta disso, Guille?
— Sim, mamãe...
— Pro Guille compramos um menor porque ele pode ter medo ou perder. Vai, Guille, mostra o seu pra mamãe!

E ela me pegou pela mão e me mostrou.
— É lindo, meu amor...

E já aproveitou e me pediu:
— Mamãe, me dá um pouco?
— O que seu pônei vai pensar de você mamando?
— Ele também é "pequenininho" e "quede" um pouco...
— Tá bom, só um pouquinho!

Sentei no chão de pernas cruzadas e a Guille se acomodou entre minhas pernas, pegou o peito e ficava segurando o pônei, balançando ele de um lado pro outro. Eu sorria pra ela, e ela sorria de volta, com aquele sorriso meio torto porque tava com meu peito na boca.

O Martín veio nos ver e falou:
— Olha só minhas duas mulheres lindas... tive uma ideia de sair pra jantar fora, o que vocês acham?
— Gostei da sua ideia — olhando pra Guille — você gostou da ideia do papai?

Ela balançou a cabeça que sim.
— Então vamos. Vou dar banho em vocês e aí saímos.
— Nãooo, eu quedo mais... — e continuava mamando.

Depois de um tempo, parecia que tava terminando, ficava passando a mão no outro peito, e quando soltou, tentei levantar, mas ela ficou brava de novo.
— Mamãe... não... quedo mais.
— Não, Guille... vamos fazer assim: primeiro te dou banho e depois sim...

Ela ficou resmungando, eu levantei e levei ela pro banheiro junto com o pônei, o roupão e alguns brinquedos que ela usava na banheira. Ela continuava resmungando, agarrada no meu decote, e de vez em quando eu via que ela tentava enfiar a mão dentro da minha blusa.

Quando enchi a banheira com todos os brinquedinhos, ela já queria pular dentro pra brincar, então lavei o cabelo dela rapidinho. A Guille era uma menina de cabelo castanho claro com cachos nas pontas, que passava dos ombros, e o corpinho dela era bem parecido com o da Fran quando pequena. Morrudinha (cheinha) fazendo com que, quando sorria ou fazia aqueles "beiço" ou tromba de raiva, suas bochechas bem gordinhas se destacassem. Quando terminei, chamei a Fran enquanto terminava de secar a Guille — Agora sim, terminei seu cabelo, Fran. Lava direitinho e, assim que estiver pronta, me avisa que eu tiro você da água. — Posso brincar um pouquinho? — Mas não deixa a água esfriar. Vou terminar de secar e trocar sua irmã, tenta não espirrar. — Não, mãe. Fui para o quarto da Guille, deitei ela, terminei de secar bem e coloquei a calcinha e a calça dela. Ela sentou e, como meu corpo ficou tão perto do dela, ela pegou minha camiseta de novo e tentou se aproximar ainda mais de mim... — Não, espera, Guille... deixa eu terminar de te vestir, senão você vai pegar frio... Coloquei a blusinha tipo camisa nela, deixei a toalha no cabelo dela e me sentei na cama dela. Ela sentou no meu colo e começou a mamar no meu outro peito, o que tinha sido mordido pelo Gastón. Ela mexia as pernas e brincava com as mãozinhas me tocando, e eu tentava "morder" os dedos dela. Ela sorria com meu peito, e era algo emocionante ver minha pequena fazendo aquilo que fazia quando era bem menor, e a Fran fazia a mesma coisa. Ela soltou meu peito, eu levantei meu sutiã, abaixei a camiseta e a levei comigo no colo até a cozinha para deixar com o Martin, tirar a Fran da água, trocar ela e me trocar também pra gente sair. Fomos a um restaurante lindo, num lugar familiar, mas com muita classe. Sentamos num setor perto dos banheiros, e na minha bolsa levei, como sempre, coisas para entreter minhas filhas. O garçom chegou e disse: — Boa noite, aqui estão os cardápios. Posso oferecer o prato do dia, que são sorrentinos de legumes ou de presunto e queijo com molho bolonhesa, molho rosa ou molho branco. — Gostei... pra mim, sorrentinos de legumes com molho bolonhesa. Leio o cardápio para escolher pras pequenas. — E eu também quero sorrentinos de legumes, mas com molho branco. — Perfeito, senhor, boa escolha! Vejam o cardápio com calma, que já Vou pedir pra elas. —Acha melhor pedir umas batatas fritas pra Fran ou aquelas coxinhas de frango? —Mami, eu também quero igual vocês, uns "correntinos". E a gente se olhou pra não cair na risada. —Não, coração, chama Sorrentinos, mas experimenta dos nossos pratos porque aqui servem bem generoso, acho que você não vai dar conta desse prato. —Falando comigo— Vim aqui ontem almoçar com o Marcelo pra fechar uns papéis muito importantes e gostei tanto que trouxe vocês. É um lugar lindo, com comida bem farta e yummy. Sinceramente, amo esse lugar... preciso ir ao banheiro. Se o garçom voltar, pede pra Guille um purê de batata, abóbora e frango assado. —Ok... alguém quer ir? —Não, mami. —Não, obrigada, mãe... E fui. Quando tô na fila esperando o banheiro liberar, sinto alguém chegando e me perguntando: —Com licença, o banheiro masculino é...— Me virei ao reconhecer aquela voz de novo— Ana... pelo amor de Deus, como você tá gostosa!! O que cê tá fazendo aqui?? —Oi, Gastão... obrigada. Tô com meu marido e minhas filhas... cê tá me seguindo, é?? —Não, não, vim fechar uns negócios aqui com uns novos investidores e de quebra jantar... mas se soubesse que ia te ver de novo, não pedia nada no cardápio, porque com você eu já teria o prato principal perfeito. Aquele ali é um dos investidores, é aquele cara conversando com um homem que tá com duas meninas. —Se cuida, Gastão... Quando fui entrar no banheiro, ele me segurou e me apertou contra ele, e me beijou de novo, aqueles beijos que me faziam esquecer o mundo e a vida. Respondi passando a mão no rosto dele, e a mão dele desceu, me apertando mais contra ele. Quando senti a respiração dele mudando, soltei ele. —Te amo, Ana... você não faz ideia do quanto te amo... —Já chega, Gastão... —Se você não me amasse ou me quisesse, não teria respondido assim com essa boca mais linda aos meus beijos. —Preciso ir ao banheiro... —Mmmmmmmmm, cê tá com a buceta molhada?? E entrei no banheiro sem responder. Me olhei no espelho e tava com as bochechas bem vermelhas. "Uff... de novo assim... Não posso continuar assim. Preciso parar, não posso fazer isso com meu marido." Ao sair, molhei um pouco o rosto e me sentei.
— Gostosa... você não sabe, encontrei o Marcelo e... o que houve com você??
— É que tinha gente no banheiro e, por segurar, fiquei com calor... e... o que você tava falando do Marcelo??
— Ah, sim... que ele estava com um dos seus vários investidores e gente de muita grana que possa se interessar pelo meu projeto, e ele disse que a gente ia se encontrar a qualquer momento.
— Uau... que legal, amor...
— Lá vem ele de novo, o Marcelo.. Ele se levantou e disse:
— Aqui está, ela é minha mulher, Anabella.. Ana, linda, ele é o Marcelo, meu possível investidor..
— Como vai?? Muito prazer— falei, acenando com a mão.
— O prazer é todo meu, vocês têm uma família linda.
— Obrigada— dissemos em dueto com o Martin.
— Por aqui estava com ele, que também quer investir no seu projeto, mas é tipo um fantasma, desaparece... mas foi um prazer te conhecer, Anabella, e suas filhas. Seu marido é um homem maravilhoso.
— Obrigada... O garçom chegou bem na hora com todos os pedidos, e o Marcelo foi embora, e o Gastão também passou. Eles estavam numa mesa perto da porta de entrada, então ele provavelmente me viu entrar.
Comemos, todo mundo adorou a comida. O Martin estava mais que feliz.
— Tô muito feliz, linda.
— Siiim, dá pra ver no seu rosto. Eu também tô feliz por você, amor...
O garçom voltou e trouxe uma garrafa de vinho.
— Cortesia do senhor que estava com o senhor, ele pediu para trazer. É um dos melhores vinhos que temos aqui— abriu e serviu em duas taças— Aproveitem!
— Muito obrigada... o que você acha??
— Mmmmmmm... que gostoso.
— Tá muito bom...
Terminamos aquele vinho, pagamos e saímos de lá. Eu carregava a Guille no colo, que estava cochilando, e o Martin carregava a Fran, que também estava cansada e querendo dormir.
Ao chegar em casa, colocamos as meninas na cama e fui para o nosso quarto, tirando a roupa para vestir uma camisola daquelas que eu só usava em datas especiais: aniversário, Aniversário do Martin, Dia dos Namorados e quando completávamos anos de nos conhecermos! Eu estava trocando de calcinha porque estava molhada por culpa do Gaston e preferi colocar uma seca. O Martin entrou com a garrafa de champanhe e duas taças e me viu tirando a calcinha. Ele disse: — Mmmmmmmmmmmmm cheguei na hora certa... fica assim, só com esse vestido — Tá bom — Guardei de novo minha calcinha fio dental que ia colocar e pus de lado a "molhada" — Olha... trouxe o que prometi e agora que estamos sozinhos quero brindar, com você, minha mulher, o amor da minha vida — Ele começou a abrir o champanhe, estourou e serviu numa taça e me deu, depois na outra e levantou — Por nós e por tudo de bom que virá. Saúde! — Quero dedicar esse brinde pra você, porque você é muito importante pra mim e, junto com nossas filhas, são a coisa mais linda que já me aconteceu na vida. Te amo — E eu te amo tanto, meu amor — Ele me beijou e depois deu um longo gole de champanhe — Essa noite vai ser ideal, espetacular... vamos dormir a noite toda bem coladinhos, bem pertinho. Ter você dormindo em cima de mim, com sua perna meio que te segurando no meu pau e, assim que eu acordar, foder e foder muito você. Que você acorde com todo o meu sêmen no seu corpo: por dentro e por fora da sua buceta, pela sua barriga e seus peitos — Mmmmmmmmmmmmmm... amor — E ele se jogou pra me beijar de um jeito que parecia como o Gaston me beijava, me puxou pra cama, abria a boca grande e enfiava a língua até o fundo da minha e mexia e mexia, eu tentava responder do mesmo jeito mas era difícil acompanhar o ritmo dele, então soltei a boca dele e ele começou a descer me beijando pelo pescoço, eu gemia Mmmmmmmmmmmmmm... ai, amor... Continuava beijando, passando a língua e dava mordidinhas nos meus ombros e no meu peito. Quando ficou na frente dos olhos dele, meus peitos, ele se levantou, pegou a taça dele e jogou um pouco de champanhe neles. Ao sentir o líquido frio entre meus peitos, eles endureceram na hora e ele aproveitou e chupou eles como um louco. Eu só... Ela gemia e ele dizia com a voz entrecortada por estar com minhas tetas na boca: — Mmmmmmmm... ahhhhh.... mmmmmmmm que tetas gostosas, meu amor... são lindas... adoro suas tetas... me deixam louco... mmmmmmmmmm. Ele continuou descendo e brincava com minha barriga, a língua ia e vinha, também dava mordidinhas na minha barriga e eu já não aguentava mais, me contorcendo toda, minhas pernas tremiam de tesão que estava me dominando, minhas costas arqueavam e minhas mãos tremiam nas costas dele enquanto tentava acariciá-lo. Ao chegar na minha buceta, ele parou e pegou de novo a taça e o champanhe, ia servir mas com a mesma garrafa derramou um pouco na minha barriga. — Mmmmmmmmm Martin... Com a língua, ele levou um pouco do líquido até minha buceta com a língua. Eu já não aguentava mais e minhas mãos se agarraram nos travesseiros, tentando me segurar da iminente chegada do meu orgasmo. Ele continuava derramando, mas dessa vez com a boca, o champanhe nos lábios da minha buceta e enfiava a língua um pouco mais e mais fundo. — Mmmmmmmmmmmmmm amor... ayyyyyyyy... mmmmmmmmmm — Uffff, minha linda... mmmmmmmmmmmmmmmm Meu orgasmo veio com toda a força e ele bebia tudo. Foi subindo devagar e com o pau já duríssimo, acariciou um pouco e derramou o sêmen nas minhas coxas e na minha barriga. E começou a brincar com minha buceta e a ponta do pau dele que ainda queria mais, até que entrou e se deitou em cima de mim. — Mmmmmmm... você gostou? — Sim, amor... gostei — Porque vamos continuar assim a noite toda. Ele se endireitou um pouco e mexia o pau, brincando, tentando tirar e enfiar de novo até o fundo. De novo estava bem duro e minha buceta parecia tremer. — Mmmmmmmmmmmm amor... — Uuuffff, minha Ana... que mulher gostosa que você é... você é toda minha??? — Siiiiim... mmmmmmmmmmmmm E ele se deitou de novo e me beijou como antes: mexendo a língua como um louco e apertando meu corpo com as mãos. E eu sentia de novo aqueles espasmos que vinham da minha buceta. voltava a tremer e o Martin, ao sentir, me apertava mais contra ele e se movia mais devagar. Ao meu orgasmo, ele continuou e beijava meu pescoço e meus ombros, ofegava como um louco — Mmmmmmmmm Ana... mmmmmmmmmmmmm aaaiii... mmmmmmmmm — Explodiu o orgasmo dele, enquanto beijava meu pescoço — Uai, amor... tô cansada... adorei — Mmmmmmmmm... cê gostou? Mas eu ainda quero mais... — Quer mais? Ainda aguenta?? — Siiiiim... porque tenho a mulher mais linda e gostosa do mundo e não consigo parar de olhar pra ela, admirar ela e comer ela... você é uma delícia! É toda minha, Ana? E eu assenti com a cabeça. Ele me beijou e o pau dele foi diminuindo dentro de mim e ele já tava dormindo. Do jeito que deu, me ajeitei e coloquei um travesseiro na minha cabeça, e ele tava completamente apagado, cobri ele um pouco e dormi. CONTINUA...

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