Continuei observando da entrada do corredor. Minha namorada estava se deixando fazer de tudo enquanto o Andrés ia puxando ela pra perto dele e se esfregando nela. Eu conseguia notar como, a cada esfregada, o minivestido dela subia mais. E então o Andrés ficou olhando fixamente nos olhos dela enquanto descia uma das mãos e enfiava por baixo do vestido dela.
A: Mas olha só, você tá toda molhada.
K: Olha como você me deixou.
A voz dela saía entrecortada, quase chorando.
A: É assim que eu queria te ter.
De repente, o Andrés pegou ela pelas pernas e a colocou em cima dele, e ela caiu bem em cima do volume dele. Minha namorada fechou os olhos e mordeu o lábio. Ficou olhando pra ele e começou a beijá-lo do jeito mais apaixonado e safado que eu já tinha visto ela beijar alguém. Entre cada beijo, ela afastava um pouco a boca, ficava ofegante perto da boca dele, e beijava de novo.
A: Deus, que gostosa.
K: E não é só isso.
E ela o beijou de novo intensamente, enquanto mexia os quadris em cima dele, fazendo com que ele sentisse a bunda dela toda no pau dele, que eu suponho que tava duríssimo, porque minha namorada tava vermelha que nem pimenta e ficava acariciando ele. Continuavam se beijando, ela acariciando ele. Eu tava paralisado, observando tudo em detalhes sem piscar, e instintivamente desci minha mão até meu volume. Nunca tinha ficado com o pau tão duro.
K: Ai, é tão gostoso.
A: Você gosta? Gosta da sensação por cima da calça? Imagina se eu não tivesse ela.
Nisso, minha namorada desceu e começou a beijar ele, mas dessa vez ela ficou acariciando o volume dele por cima da calça. Aí eu entendi o que ele quis dizer, porque o Andrés tava com uma barraca monumental, onde eu suponho que ele também tava totalmente duro.
K: Não aguento mais, vamos ver o que você tem aqui.
A: Que ansiedade, hein.
E então o Andrés deixou minha namorada descobrir o que tinha por baixo. Ela pegou o elástico com as duas mãos e puxou pra baixo, e diante dos olhos dela apareceu uma arma mortal que fez minha excitação aumentar consideravelmente, mesmo da distância que eu tava deles. Parecia enorme. Parecia um braço de mulher, mas como membro era monstruoso. Não sabia que o Andrés tinha essas medidas. Minha namorada ficou observando ele, segurando com a mão com muito cuidado, pegando na base e embaixo da cabeça, e foi medindo com as mãozinhas brancas dela. De cima, só observava minha namorada na frente dele. A Karla começou a medir quanto conseguia abranger com a mão em toda a circunferência da base. Com a outra mão, com um dedo indicador, começou a passar pelo buraco da glande, sentindo o líquido pré-seminal que ele estava soltando. De longe, eu podia ver como palpitava. O Andrés, diante da situação, começou a cansar as pernas — ou pelo menos foi o que imaginei, porque foi sentar num banquinho baixo de jardim. E daí minha namorada começou a mexer a pica. E com muito cuidado, minha namorada enfiou na boca devagar. Quando se posicionaram no banquinho, fiquei de perfil, então conseguia ver os dois perfeitamente. Minha namorada subia e descia lentamente. O Andrés se recostou e jogou a cabeça pra trás. A: "Ai, meu Deus, que gostoso! Ai, nunca pensei que você fosse tão boa. É tão macio." Ele começou a segurar a cabeça dela e a ajudar no ritmo. A: "Mas não deixa nada pra fora." De repente, a Karla mudou de posição. Em vez de ficar de joelhos, ficou de quatro, levantando a bunda e começando com os boquetes que ela sabe fazer. Então aumentou a velocidade e, com a mão, dava pra ver ela puxando o membro dele de cima pra baixo, e depois alternava, deixando a boca perto da cabeça e mexendo a língua em círculos ao redor daquela pica. O Andrés só esticou as pernas — imagino que se contorcendo de prazer — enquanto continuava segurando a cabeça da minha mina. Nisso, minha namorada pausou e disse: K: "Cê gosta, gostosa? Que pica gostosa você tem." E aí meteu de novo na boca, mas dessa vez tentando enfiar o máximo que conseguia pra dentro. E pra isso, o Andrés soltou um gemidinho: A: "Ah, ah, ah, ah, ah." E nisso, minha namorada arqueou e continuou chupando. Andrés não quis mais ficar parado e, como um touro enfurecido, com as mãos levantou a saia dela e começou a agarrar as bundas dela, amassando e depois dando tapas. Aí ele interrompeu minha namorada e enfiou os dedos na boca dela. Minha namorada pareceu entender o que ele queria e chupou os dedos dele suavemente. Então ele pegou ela pela nuca, guiando ela de volta pro pau dele, e os mesmos dedos que ela chupou ele começou a enfiar devagar, enquanto com a outra mão continuava dando tapas na bunda dela.
K: Que sabor doce você tem
E ela continuou chupando mais rápido, sem pausas, não até o fundo, mas bem rápido, e mexia a mão freneticamente, dava pra ver como apertava, a mãozinha dela não conseguia cobrir ele inteiro.
K: Que grandão você tem, adoro
E continuou enfiando na boca com mais intensidade. Aí notei que esse Andrés tava fazendo alguma coisa com a mão dele. Acho que tava mexendo os dedos dentro dela. Minha namorada tirou o pau da boca e gritou.
K: Ai, assim! Que gostoso, não para. Não sabia que era tão bom. Mmmmmmm, siiiim.
Aí Andrés enfiou os dedos na própria boca e começou a esfregar ela com os dedos bem molhados, pelo que entendi.
A: Quando ouvi que você queria ir embora, pensei que queria ir sem provar isso. Mas desde que estávamos na balada e você ficava passando a mão na minha perna enquanto estávamos sentados, sabia que isso ia rolar.
K: É que meu namorado já quer ir. Quanto tempo a gente tá aqui? Não quero que ele apareça.
A: Você não quer que ele te encontre aqui, porque eu te vejo bem à vontade. Sempre me perguntei quais são as proporções do seu namorado.
K: Não... não tem comparação.
Eu tava tão excitado que sentia um zumbido no ouvido, achava que ia gozar a qualquer momento. Como eu ia explicar isso pra minha namorada? E aí percebi: que cara ela teria pra me cobrar, se tava chupando o pau de outro?
K: Não sei o que vai acontecer, então...
Nisso ela se levantou, chegou bem perto e começou o boquete mais monumental que já vi na vida inteira. Dava pra ouvir ela engasgando, mas ela não desistia. Isso, Andrés começou a murmurar, mas não conseguia dizer uma palavra, só saíam gemidos. Ele continuou… continuou assim por uns 5 minutos, e aí Andrés agarrou ela pelo cabelo, puxou forte, mas enfiando mais o pau na boca dela. Fiquei meio assustado com o que tava vendo, enquanto minha delicada namorada, transformada em outra pessoa, tava saciando as necessidades mais baixas de um amigo que nem é tão próximo da gente.
A: Assim mesmo, puta… Isso, continua… Não para, não para.
Ele dizia freneticamente, com uma voz furiosa, sufocando minha namorada, e aí vi que ele levantou o quadril na direção dela. Achei que ia gozar, e tava certo. Invadiu como um rio, e minha namorada aproveitou tudo que pôde, embora tenha desperdiçado muito. De repente, minha namorada começou a tossir muito forte, como se estivesse se engasgando. Andrés agarrou ela pela nuca e não deixou ela tirar a boca de lá. E o que mais me surpreendeu é que ela não ofereceu resistência nenhuma. Tava completamente à mercê dele.
Depois de uns 2 ou 3 minutos, minha namorada levantou a cabeça e o rosto dela tava todo vermelho. Ela tava se engasgando de verdade, mas já um pouco mais calma, ficou olhando pro pau do Andrés e pegou de novo. Eu tinha a sensação de que precisava sair dali, porque se alguém entrasse naquele momento, não iam me ver dentro de casa. Não pensava, não conseguia articular palavras, só tinha esses poucos pensamentos na minha cabeça, inacreditavelmente.
O pau do Andrés ainda tava meio duro, e aí se ouviu alguém tentando abrir o portão da garagem. Eles se levantaram rápido. Minha namorada, o mais rápido que pôde, ajeitou a saia e saiu pra rua. Acho que pra terminar de se arrumar, porque ela tava toda bagunçada, cabelo totalmente despenteado. E, mesmo que eu não conseguisse ver direito, acho que o batom já tinha saído e deixado tudo borrado no pau do Andrés. Aí Andrés tirou o cadeado com a chave que tinha do lado de fora e entrou em casa. Era a Paola. Eu saí correndo pelo Corredor pra chegar de novo dentro de casa, fui e entrei na cozinha enquanto servia um bom uísque ou rum, não sei o que era. Sentia uma sensação muito estranha na boca, tipo quando você fica muito tempo sem falar. Eu tava de costas pra porta da cozinha enquanto bebia, acho que no total foram quatro copos. Isso me ajudou a relaxar. Começaram a me invadir um monte de ideias e pensamentos muito estranhos, começando com: será que todo esse tempo o Andrés sempre quis pegar minha mina? Talvez desde que a gente se conheceu, ou sei lá. Pelo que falaram do antro, ela, quando a gente tava sentado, enquanto ela tava comigo, ela tava pegando no volume dele. Que otário eu me senti. Depois, o rangido da porta me fez voltar à realidade. Fiquei meio paralisado. Será que é minha mina? Nisso, escuto uma voz me dizer:
P: Cadê você?
K: Love, tô te procurando.
Y: Vim tomar um copinho, tava com sede enquanto andava pelos quartos.
Quando vi minha mina, percebi que ela já tava arrumada e maquiada de novo, mas dava pra ver nos olhos dela que algo tinha rolado, como se ela tivesse com sono ou cansada, ou sei lá, por ter se desgastado. Digo, eu vi tudo o que eles fizeram, mas, pô, depois que minha mina entrou atrás da Paola, a Paola virou pra olhar ela e algo me fez prestar atenção: a Pao virou pra olhar as pernas dela, e os joelhos estavam vermelhos. Tavam limpos, mas vermelhos.
P: O que houve?
K: É que agora pouco, quando tava fumando lá fora, eu caí.
P: Sério?
Depois saímos da cozinha e eu tava nervoso pra andar, me sentia meio ausente. Minha mina tava muito melosa comigo, ficava pegando na minha mão, no meu peito, no meu cabelo, e eu não conseguia parar de pensar no que aquelas mãos tinham feito antes de me tocar.
Depois a gente sentou na sala. Não vi o Andrés em lugar nenhum. Olhei as horas e já era quase 5 da manhã. O Carlos tava sentado na nossa frente, olhando pra minha mina, ele já bem bêbado, e nisso minha mina vira pra mim e fala:
K: Já quer ir embora?
Eu: Você não?
Nisso minha namorada me diz, me empurrando com o ombro
K: Quer que a gente vá fazer umas compras? enquanto me olhava de um jeito safado
Y: Pensei que você tinha esquecido
K: Como você acha que eu ia esquecer disso… Eh, meu amorzinho, ou será que você não quer mais isso?
Ela se virou do jeito mais sensual
E rebolou a bunda como se estivesse fazendo twerk
Eu ainda estava em choque, mas com toda certeza ainda queria comer ela, sentia uma fome de sacanagem, não sei por quê. E bom, dessa vez a gente se despediu da galera. Não encontrei o Andrés em lugar nenhum, ele estava quase dormindo no sofá, e o Fabián estava vidrado no celular. A gente foi agradecendo todo mundo, minha namorada se despediu das minas.
Continuo lendo os comentários de vocês.
Agradeço pelos pontos.
A: Mas olha só, você tá toda molhada.
K: Olha como você me deixou.
A voz dela saía entrecortada, quase chorando.
A: É assim que eu queria te ter.
De repente, o Andrés pegou ela pelas pernas e a colocou em cima dele, e ela caiu bem em cima do volume dele. Minha namorada fechou os olhos e mordeu o lábio. Ficou olhando pra ele e começou a beijá-lo do jeito mais apaixonado e safado que eu já tinha visto ela beijar alguém. Entre cada beijo, ela afastava um pouco a boca, ficava ofegante perto da boca dele, e beijava de novo.
A: Deus, que gostosa.
K: E não é só isso.
E ela o beijou de novo intensamente, enquanto mexia os quadris em cima dele, fazendo com que ele sentisse a bunda dela toda no pau dele, que eu suponho que tava duríssimo, porque minha namorada tava vermelha que nem pimenta e ficava acariciando ele. Continuavam se beijando, ela acariciando ele. Eu tava paralisado, observando tudo em detalhes sem piscar, e instintivamente desci minha mão até meu volume. Nunca tinha ficado com o pau tão duro.
K: Ai, é tão gostoso.
A: Você gosta? Gosta da sensação por cima da calça? Imagina se eu não tivesse ela.
Nisso, minha namorada desceu e começou a beijar ele, mas dessa vez ela ficou acariciando o volume dele por cima da calça. Aí eu entendi o que ele quis dizer, porque o Andrés tava com uma barraca monumental, onde eu suponho que ele também tava totalmente duro.
K: Não aguento mais, vamos ver o que você tem aqui.
A: Que ansiedade, hein.
E então o Andrés deixou minha namorada descobrir o que tinha por baixo. Ela pegou o elástico com as duas mãos e puxou pra baixo, e diante dos olhos dela apareceu uma arma mortal que fez minha excitação aumentar consideravelmente, mesmo da distância que eu tava deles. Parecia enorme. Parecia um braço de mulher, mas como membro era monstruoso. Não sabia que o Andrés tinha essas medidas. Minha namorada ficou observando ele, segurando com a mão com muito cuidado, pegando na base e embaixo da cabeça, e foi medindo com as mãozinhas brancas dela. De cima, só observava minha namorada na frente dele. A Karla começou a medir quanto conseguia abranger com a mão em toda a circunferência da base. Com a outra mão, com um dedo indicador, começou a passar pelo buraco da glande, sentindo o líquido pré-seminal que ele estava soltando. De longe, eu podia ver como palpitava. O Andrés, diante da situação, começou a cansar as pernas — ou pelo menos foi o que imaginei, porque foi sentar num banquinho baixo de jardim. E daí minha namorada começou a mexer a pica. E com muito cuidado, minha namorada enfiou na boca devagar. Quando se posicionaram no banquinho, fiquei de perfil, então conseguia ver os dois perfeitamente. Minha namorada subia e descia lentamente. O Andrés se recostou e jogou a cabeça pra trás. A: "Ai, meu Deus, que gostoso! Ai, nunca pensei que você fosse tão boa. É tão macio." Ele começou a segurar a cabeça dela e a ajudar no ritmo. A: "Mas não deixa nada pra fora." De repente, a Karla mudou de posição. Em vez de ficar de joelhos, ficou de quatro, levantando a bunda e começando com os boquetes que ela sabe fazer. Então aumentou a velocidade e, com a mão, dava pra ver ela puxando o membro dele de cima pra baixo, e depois alternava, deixando a boca perto da cabeça e mexendo a língua em círculos ao redor daquela pica. O Andrés só esticou as pernas — imagino que se contorcendo de prazer — enquanto continuava segurando a cabeça da minha mina. Nisso, minha namorada pausou e disse: K: "Cê gosta, gostosa? Que pica gostosa você tem." E aí meteu de novo na boca, mas dessa vez tentando enfiar o máximo que conseguia pra dentro. E pra isso, o Andrés soltou um gemidinho: A: "Ah, ah, ah, ah, ah." E nisso, minha namorada arqueou e continuou chupando. Andrés não quis mais ficar parado e, como um touro enfurecido, com as mãos levantou a saia dela e começou a agarrar as bundas dela, amassando e depois dando tapas. Aí ele interrompeu minha namorada e enfiou os dedos na boca dela. Minha namorada pareceu entender o que ele queria e chupou os dedos dele suavemente. Então ele pegou ela pela nuca, guiando ela de volta pro pau dele, e os mesmos dedos que ela chupou ele começou a enfiar devagar, enquanto com a outra mão continuava dando tapas na bunda dela.
K: Que sabor doce você tem
E ela continuou chupando mais rápido, sem pausas, não até o fundo, mas bem rápido, e mexia a mão freneticamente, dava pra ver como apertava, a mãozinha dela não conseguia cobrir ele inteiro.
K: Que grandão você tem, adoro
E continuou enfiando na boca com mais intensidade. Aí notei que esse Andrés tava fazendo alguma coisa com a mão dele. Acho que tava mexendo os dedos dentro dela. Minha namorada tirou o pau da boca e gritou.
K: Ai, assim! Que gostoso, não para. Não sabia que era tão bom. Mmmmmmm, siiiim.
Aí Andrés enfiou os dedos na própria boca e começou a esfregar ela com os dedos bem molhados, pelo que entendi.
A: Quando ouvi que você queria ir embora, pensei que queria ir sem provar isso. Mas desde que estávamos na balada e você ficava passando a mão na minha perna enquanto estávamos sentados, sabia que isso ia rolar.
K: É que meu namorado já quer ir. Quanto tempo a gente tá aqui? Não quero que ele apareça.
A: Você não quer que ele te encontre aqui, porque eu te vejo bem à vontade. Sempre me perguntei quais são as proporções do seu namorado.
K: Não... não tem comparação.
Eu tava tão excitado que sentia um zumbido no ouvido, achava que ia gozar a qualquer momento. Como eu ia explicar isso pra minha namorada? E aí percebi: que cara ela teria pra me cobrar, se tava chupando o pau de outro?
K: Não sei o que vai acontecer, então...
Nisso ela se levantou, chegou bem perto e começou o boquete mais monumental que já vi na vida inteira. Dava pra ouvir ela engasgando, mas ela não desistia. Isso, Andrés começou a murmurar, mas não conseguia dizer uma palavra, só saíam gemidos. Ele continuou… continuou assim por uns 5 minutos, e aí Andrés agarrou ela pelo cabelo, puxou forte, mas enfiando mais o pau na boca dela. Fiquei meio assustado com o que tava vendo, enquanto minha delicada namorada, transformada em outra pessoa, tava saciando as necessidades mais baixas de um amigo que nem é tão próximo da gente.
A: Assim mesmo, puta… Isso, continua… Não para, não para.
Ele dizia freneticamente, com uma voz furiosa, sufocando minha namorada, e aí vi que ele levantou o quadril na direção dela. Achei que ia gozar, e tava certo. Invadiu como um rio, e minha namorada aproveitou tudo que pôde, embora tenha desperdiçado muito. De repente, minha namorada começou a tossir muito forte, como se estivesse se engasgando. Andrés agarrou ela pela nuca e não deixou ela tirar a boca de lá. E o que mais me surpreendeu é que ela não ofereceu resistência nenhuma. Tava completamente à mercê dele.
Depois de uns 2 ou 3 minutos, minha namorada levantou a cabeça e o rosto dela tava todo vermelho. Ela tava se engasgando de verdade, mas já um pouco mais calma, ficou olhando pro pau do Andrés e pegou de novo. Eu tinha a sensação de que precisava sair dali, porque se alguém entrasse naquele momento, não iam me ver dentro de casa. Não pensava, não conseguia articular palavras, só tinha esses poucos pensamentos na minha cabeça, inacreditavelmente.
O pau do Andrés ainda tava meio duro, e aí se ouviu alguém tentando abrir o portão da garagem. Eles se levantaram rápido. Minha namorada, o mais rápido que pôde, ajeitou a saia e saiu pra rua. Acho que pra terminar de se arrumar, porque ela tava toda bagunçada, cabelo totalmente despenteado. E, mesmo que eu não conseguisse ver direito, acho que o batom já tinha saído e deixado tudo borrado no pau do Andrés. Aí Andrés tirou o cadeado com a chave que tinha do lado de fora e entrou em casa. Era a Paola. Eu saí correndo pelo Corredor pra chegar de novo dentro de casa, fui e entrei na cozinha enquanto servia um bom uísque ou rum, não sei o que era. Sentia uma sensação muito estranha na boca, tipo quando você fica muito tempo sem falar. Eu tava de costas pra porta da cozinha enquanto bebia, acho que no total foram quatro copos. Isso me ajudou a relaxar. Começaram a me invadir um monte de ideias e pensamentos muito estranhos, começando com: será que todo esse tempo o Andrés sempre quis pegar minha mina? Talvez desde que a gente se conheceu, ou sei lá. Pelo que falaram do antro, ela, quando a gente tava sentado, enquanto ela tava comigo, ela tava pegando no volume dele. Que otário eu me senti. Depois, o rangido da porta me fez voltar à realidade. Fiquei meio paralisado. Será que é minha mina? Nisso, escuto uma voz me dizer:
P: Cadê você?
K: Love, tô te procurando.
Y: Vim tomar um copinho, tava com sede enquanto andava pelos quartos.
Quando vi minha mina, percebi que ela já tava arrumada e maquiada de novo, mas dava pra ver nos olhos dela que algo tinha rolado, como se ela tivesse com sono ou cansada, ou sei lá, por ter se desgastado. Digo, eu vi tudo o que eles fizeram, mas, pô, depois que minha mina entrou atrás da Paola, a Paola virou pra olhar ela e algo me fez prestar atenção: a Pao virou pra olhar as pernas dela, e os joelhos estavam vermelhos. Tavam limpos, mas vermelhos.
P: O que houve?
K: É que agora pouco, quando tava fumando lá fora, eu caí.
P: Sério?
Depois saímos da cozinha e eu tava nervoso pra andar, me sentia meio ausente. Minha mina tava muito melosa comigo, ficava pegando na minha mão, no meu peito, no meu cabelo, e eu não conseguia parar de pensar no que aquelas mãos tinham feito antes de me tocar.
Depois a gente sentou na sala. Não vi o Andrés em lugar nenhum. Olhei as horas e já era quase 5 da manhã. O Carlos tava sentado na nossa frente, olhando pra minha mina, ele já bem bêbado, e nisso minha mina vira pra mim e fala:
K: Já quer ir embora?
Eu: Você não?
Nisso minha namorada me diz, me empurrando com o ombro
K: Quer que a gente vá fazer umas compras? enquanto me olhava de um jeito safado
Y: Pensei que você tinha esquecido
K: Como você acha que eu ia esquecer disso… Eh, meu amorzinho, ou será que você não quer mais isso?
Ela se virou do jeito mais sensual
E rebolou a bunda como se estivesse fazendo twerk
Eu ainda estava em choque, mas com toda certeza ainda queria comer ela, sentia uma fome de sacanagem, não sei por quê. E bom, dessa vez a gente se despediu da galera. Não encontrei o Andrés em lugar nenhum, ele estava quase dormindo no sofá, e o Fabián estava vidrado no celular. A gente foi agradecendo todo mundo, minha namorada se despediu das minas.
Continuo lendo os comentários de vocês.
Agradeço pelos pontos.
3 comentários - De fiesta con mi novia y unos amigos parte 4