Olá, me chamo Ulisses e é minha primeira vez fazendo um post assim, mas minha história mudou um pouco minha forma de pensar e resolvi contar. Faz uns 10 anos que conheci um cara e a gente virou amigo, me aproximei dele e pouco tempo depois ele começou a transição. Eu nunca fui uma pessoa homofóbica nem de mente fechada, mas sou hétero e era minha primeira interação com um transexual de verdade. Mas, tipo, ele era tão gente boa que eu pensei: "vou apoiar ele, afinal somos amigos".
Os anos passaram e as festas foram nos afastando, mais por não compartilharmos os mesmos círculos sociais, mas várias vezes nos encontrávamos em festas ou de vez em quando pra fumar um baseado e bater um papo. Fui vendo a transformação dela em mulher aos poucos, mas sempre com aquele pensamento idiota de "ei, eu conheci ela como homem, então ela é homem". Sei que é estúpido, mas eu era adolescente e burro.
Os anos passaram e, por coisas da vida, ela foi embora da cidade por 3 anos e a gente não se falou mais. Até que mês passado ela voltou, encontrei ela fazendo compras no supermercado e ela me cumprimentou, a gente conversou e combinou de se encontrar na minha casa com uns amigos. Ela topou e a gente se encontrou de noite. Naquela noite, nossos amigos não puderam ir, então ficou só eu e ela. Compramos umas balas (pastilhas de ecstasy) e bastante maconha, já que nenhum de nós dois bebia mais álcool. Ela chegou com uma saia e um casaco, e a verdade é que a saia ficava muito bem nela. Ela tem umas pernas muito gostosas e eu não conseguia parar de olhar. As horas foram passando e as drogas estavam fazendo efeito. Depois de algumas horas, a gente estava muito suado por causa das balas, então ela tirou o casaco. Ela estava com uma blusa parecida com a da foto, uma blusa que marcava os peitinhos dela e os bicos.
Eu, chapado, fiquei vidrado olhando pros peitos dela e ela claramente percebeu, ficou nervosa. Pedi desculpas depois, porque foi muito na cara, e ela respondeu: "relaxa, não me incomoda", com uma voz bem safada. Comecei a ficar duro e tentei disfarçar, mas não conseguia parar de olhar pras pernas gostosas dela naquela saia e o corpo magrinho me deixava ainda mais tesudo. Ela percebeu e começou a esquentar o papo. — Ulisses, posso te perguntar uma coisa? — Claro, Sally, o que quiser. — Você gosta da minha blusa? — perguntou com uma voz bem quente, mexendo os peitos. — Sim, claro, fica linda em você, adoro como ela te marca aqui — e toquei no tecido perto do peito dela, mas ela se mexeu e acabei pegando no peitinho inteiro. Olhei pra ela e meti um beijo na boca. Enquanto beijava, apertava os peitinhos e a bunda dela, e ela me masturbava. De repente, ela se levantou e começou a chupar meu pau. Foi a melhor chupada que já tomei, bem babada, engolia tudo e ainda batia uma. Babou tanto que, quando me punhetava, meu pau fazia barulho. Não esquecia das bolas, chupava, lambia enquanto me masturbava, definitivamente um boquete de primeira. Ficou nessa uns 20 minutos fácil. Enquanto isso, eu enfiava meus dedos no cu dela e, meu Deus, como ela gemia com cada dedo. Depois de um tempo, falei: "Fica de quatro, agora é sua vez de gozar". Ela respondeu: "Tá bom, pussy, mas vai com cuidado". Aí ficou de quatro, tirei a calcinha dela e lambi o cuzinho, passei a língua e ela só gemia. Alternei as lambidas com dedadas suaves pra ir abrindo a bunda dela aos poucos, até que não aguentei mais e meti meu pau. O cu dela era uma delícia, e ela gemia igual uma louca: "Mais forte, papai, sou uma putinha safada, me castiga", falava, e eu puxava o cabelo dela e metia mais forte. Ela se masturbava enquanto eu metia, então ajudei, peguei no clitóris dela e bati uma enquanto arrebentava o cu dela. Passaram horas e várias posições até os dois gozarem: eu dentro do cu dela e ela espirrando pra todo lado. Depois disso a gente dormiu e uma semana depois ela voltou pra cidade dela. Bom, essa é minha experiência com uma trans, longe de ser uma das melhores fodas que já tive em anos. E se algum homem estiver lendo isso e tiver vontade de comer uma trans, vai fundo, não vai se arrepender.
Os anos passaram e as festas foram nos afastando, mais por não compartilharmos os mesmos círculos sociais, mas várias vezes nos encontrávamos em festas ou de vez em quando pra fumar um baseado e bater um papo. Fui vendo a transformação dela em mulher aos poucos, mas sempre com aquele pensamento idiota de "ei, eu conheci ela como homem, então ela é homem". Sei que é estúpido, mas eu era adolescente e burro.
Os anos passaram e, por coisas da vida, ela foi embora da cidade por 3 anos e a gente não se falou mais. Até que mês passado ela voltou, encontrei ela fazendo compras no supermercado e ela me cumprimentou, a gente conversou e combinou de se encontrar na minha casa com uns amigos. Ela topou e a gente se encontrou de noite. Naquela noite, nossos amigos não puderam ir, então ficou só eu e ela. Compramos umas balas (pastilhas de ecstasy) e bastante maconha, já que nenhum de nós dois bebia mais álcool. Ela chegou com uma saia e um casaco, e a verdade é que a saia ficava muito bem nela. Ela tem umas pernas muito gostosas e eu não conseguia parar de olhar. As horas foram passando e as drogas estavam fazendo efeito. Depois de algumas horas, a gente estava muito suado por causa das balas, então ela tirou o casaco. Ela estava com uma blusa parecida com a da foto, uma blusa que marcava os peitinhos dela e os bicos.
Eu, chapado, fiquei vidrado olhando pros peitos dela e ela claramente percebeu, ficou nervosa. Pedi desculpas depois, porque foi muito na cara, e ela respondeu: "relaxa, não me incomoda", com uma voz bem safada. Comecei a ficar duro e tentei disfarçar, mas não conseguia parar de olhar pras pernas gostosas dela naquela saia e o corpo magrinho me deixava ainda mais tesudo. Ela percebeu e começou a esquentar o papo. — Ulisses, posso te perguntar uma coisa? — Claro, Sally, o que quiser. — Você gosta da minha blusa? — perguntou com uma voz bem quente, mexendo os peitos. — Sim, claro, fica linda em você, adoro como ela te marca aqui — e toquei no tecido perto do peito dela, mas ela se mexeu e acabei pegando no peitinho inteiro. Olhei pra ela e meti um beijo na boca. Enquanto beijava, apertava os peitinhos e a bunda dela, e ela me masturbava. De repente, ela se levantou e começou a chupar meu pau. Foi a melhor chupada que já tomei, bem babada, engolia tudo e ainda batia uma. Babou tanto que, quando me punhetava, meu pau fazia barulho. Não esquecia das bolas, chupava, lambia enquanto me masturbava, definitivamente um boquete de primeira. Ficou nessa uns 20 minutos fácil. Enquanto isso, eu enfiava meus dedos no cu dela e, meu Deus, como ela gemia com cada dedo. Depois de um tempo, falei: "Fica de quatro, agora é sua vez de gozar". Ela respondeu: "Tá bom, pussy, mas vai com cuidado". Aí ficou de quatro, tirei a calcinha dela e lambi o cuzinho, passei a língua e ela só gemia. Alternei as lambidas com dedadas suaves pra ir abrindo a bunda dela aos poucos, até que não aguentei mais e meti meu pau. O cu dela era uma delícia, e ela gemia igual uma louca: "Mais forte, papai, sou uma putinha safada, me castiga", falava, e eu puxava o cabelo dela e metia mais forte. Ela se masturbava enquanto eu metia, então ajudei, peguei no clitóris dela e bati uma enquanto arrebentava o cu dela. Passaram horas e várias posições até os dois gozarem: eu dentro do cu dela e ela espirrando pra todo lado. Depois disso a gente dormiu e uma semana depois ela voltou pra cidade dela. Bom, essa é minha experiência com uma trans, longe de ser uma das melhores fodas que já tive em anos. E se algum homem estiver lendo isso e tiver vontade de comer uma trans, vai fundo, não vai se arrepender.
6 comentários - Minha primeira vez com uma trans
Trans peruanito dispuesto a todo