PrólogoJulie tava completamente pelada, de joelhos, com a cara colada na cama e as mãos pra trás das costas, presas com algemas de couro que não deixavam ela se mexer.
O único movimento que ela conseguia fazer era o corpanzil dela quicando pra frente e pra trás enquanto a pica gigante comia ela por trás.
Um par de mãos fortes agarrou as cadeiras dela e deu um tapa na bunda gorda enquanto a pica entrava e saía dela na velocidade da luz.
—Você adora essa pica, né, mamãe rabuda? —rosnou Adrián atrás dela.
"Você sabe que sim, porra!" Julie gemeu enquanto sua buceta era socada.
"Você prefere essa pica preta grande na sua buceta infiel ou na da putinha do seu marido?", gritou Adrián.
"Sua pica enorme e fodida é muito melhor que a dele!" gritou Julie enquanto a pica do Adrián se enterrava mais fundo.
Desde que Julie deixou Adrián comer ela na cama de casal, ele queria fazer isso toda hora. Também parecia que ele adorava que Julie desrespeitasse o marido enquanto ele a fodia.
—Ah, sim! Aposto que ele nunca te fode assim! —disse Adrián.
"Ele nunca poderia me foder assim com a pica pequena dele!" gemeu Julie enquanto o orgasmo começava a crescer.
"Pensa nisso", gritou Adrián e deu um tapa na bunda grossa dela, "depois disso vou fazer sua filha limpar sua buceta da minha pica com a boca dela!"
"Seu filho da puta!" gemeu Julie.
"Quem tá falando é a que tá dando pro namorado da filha!", riu Adrián.
A pica preta grossa dele fodia Julie cada vez mais forte até o orgasmo dela explodir pelo corpo gostoso.
"VOCÊ ADORA, buceta!" Ela gritou e gozou tão forte como sempre.
Três meses antesJulie tinha 46 anos, era dona de casa, boa vizinha, amiga e mãe. Bom, essa última parte podia ser discutível.
Ela era casada com Kevin há 22 anos. Os primeiros anos foram ótimos. Sabiam que eram muito novos pra casar, mas na época simplesmente parecia certo.
No entanto, depois de morarem juntos por alguns anos, o relacionamento começou a desmoronar. Passavam cada vez menos tempo juntos e mal se falavam quando estavam. A vida sexual deles, que antes era selvagem e divertida quando começaram a namorar, foi murchando. No fim, se contentavam com cinco minutos de papai e mamãe uma vez por mês.
Em um momento, há pouco mais de 18 anos, Julie tinha planejado largar o Kevin. Mas o destino atrapalhou. Ela engravidou. Não tinha planejado, mas achou que talvez um bebê pudesse dar sentido à vida dela e salvar o casamento.
Antes de dar à luz a Hayley, Julie era uma mulher bem magra e atlética. Depois do parto, largou o emprego pra ficar em casa como mãe, parou de malhar e nunca perdeu o peso da gravidez.
Quando fez 46 anos, Julie era uma mulher bem baixinha, levemente gordinha, cheinha e cheia de curvas. Ela e Kevin nunca mais tinham transado, as peles deles mal se encostavam.
O único prazer sexual que Julie conseguia era com o vibrador rosa dela, que usava mais vezes do que gostaria de admitir. Com o Kevin trabalhando o dia todo, de segunda a sexta, e a Hayley na faculdade mas morando em casa, Julie passava a maioria dos dias gozando enquanto via pornografia.
Quanto mais tempo passava, mais depravado o pornô ficava. No fim, tava vendo porno de gang bang com mulheres amarradas sendo fodidas uma atrás da outra.
Agora, mesmo que Julie não fosse feliz no casamento, e mesmo que a ideia tivesse passado pela cabeça dela de vez em quando, ela nunca traiu o marido. Nem uma vez, nem um pouquinho.
Num domingo, lá pela 1 da tarde, Julie estava na Cozinhando um churrasco de domingo quando Kevin entrou no cômodo.
— Qual é o nome dele mesmo? — perguntou.
— Aiden — disse Julie com um suspiro.Claro que já esqueceu, quero dizer, a conversa acabou há dez minutos.pensou.
—Bem, você sabe alguma coisa sobre ele? —perguntou Kevin.
Julie nem tinha se dado ao trabalho de se virar da ilha da cozinha para olhar pro marido enquanto respondia.
—Só que eles tão saindo há uns três meses —respondeu Julie.
Enquanto cortava cenouras, ela sentia os braços se mexerem um pouco.
"Eles não estavam saindo antes dela fazer 18 anos, né?", perguntou Kevin.
Apesar de todos os erros dele, Kevin era um pai protetor e carinhoso, uma das poucas qualidades positivas que ele tinha.
—Não, a Hayley disse que conheceu ele logo depois que fez 18 anos, numa aula —disse Julie, embora já tivessem tido essa conversa.
—Beleza —disse Kevin—. E que horas eles vêm?Jesus Cristo, a mente dela é igual a uma peneira.— Eles vão estar aqui às quatro da tarde — disse Julie com outro suspiro.
Kevin não respondeu a isso, em vez disso voltou para a sala de estar e continuou vendo televisão.
O marido de Julie ocupava um cargo muito alto na empresa de construção dele, o que significava que eles podiam viver uma vida bem luxuosa, mesmo só com o salário dele e Julie ficando em casa. Ela não se importava de ser dona de casa, claro que ficava entediada. Mas já fazia tanto tempo que não tinha um emprego decente que ela achava que não conseguiria mais voltar a ter um.
Então, Julie continuou trabalhando como uma escrava na cozinha enquanto Kevin via TV, até que a porta da frente se abriu.
— Mamãe, papai, chegamos! — gritou Hayley.
Julie tirou a assadeira do forno, o frango assado ficou pronto na hora certa.
"Oi, querida", Julie ouviu Kevin dizer no corredor, "e você deve ser... desculpa, qual é o seu nome?"
— Adrian — respondeu uma voz grave e máscula.
A voz dele assustou um pouco Julie, soava muito mais velho que Hayley.
— Bom, é um prazer te conhecer — disse Kevin.
Julie ainda estava arrumando os pratos na cozinha enquanto ouvia a conversa.
"Onde está a mamãe?", perguntou a voz fofa e inocente de Hayley.
— Vai na cozinha dar um oi pra ela — disse Kevin.
Uns segundos depois, Julie ouviu passos entrando na cozinha, seguidos pela voz aguda e feminina de Hayley.
— Mamãe! Isso aqui tá cheiroso demais! — gritou.
Julie se virou bem na hora em que Hayley abraçou a mãe.
O cabelão loiro de Hayley cobriu o rosto de Julie, e ela teve que afastá-lo.
Hayley era uma versão mais nova de Julie, magrinha, baixinha e de cabelão... uma gostosa.
Enquanto Julie afastava o cabelo, ela viu Adrian de relance.
Era um negro alto, muito musculoso e muito bonito. Era difícil saber pela pele escura, mas ele definitivamente parecia mais velho que Hayley.
— Oi, senhora Swanson — disse Adrian educadamente.Ah, caralho... que gostosa,pensou Julie, sentindo-se de repente um pouco nervosa.
"Claro", disse Julie e empurrou levemente a filha, "é ótimo finalmente te conhecer".
Julie estendeu a mão e Adrian apertou. A mão grande, forte e negra dele envolveu a dela.Ah, meu Deus, o que tá rolando?— Vai se acomodar na sala com o Kevin, que eu vou bater um papo com a Hayley —disse Julie. Sentiu o rosto corar um pouco e uma pontada entre as pernas.
— Valeu —respondeu ele com a voz grave e sedutora.
Julie não conseguiu evitar de olhar pra ele enquanto se afastava. Ele vestia uma camisa polo preta elegante que destacava os braços grandes e musculosos.
— Mãe, o que a gente vai comer? —perguntou Hayley ao lado de Julie.
— Ah, desculpa, querida —respondeu Julie, voltando à realidade—, frango.
— Massa —disse Hayley com um sorriso lindo, mostrando os dentes branquinhos e perfeitos.
— Querida —sussurrou Julie, inclinando-se perto do ouvido da filha pra ele não ouvir—, você nunca disse que seu namorado era... sabe, negro.
— Eu sei —respondeu Hayley, meio tímida, como se tivesse omitido de propósito—. Conheço essa cidade, cheia de preconceito. Queria que vocês dois o conhecessem como eu conheci. Não só pela cor da pele, mas pela personalidade dele.
Julie sorriu com aquilo, sua filhinha inocente e doce sempre foi um anjo.
— Tenho certeza de que, se você gosta dele, a gente também vai gostar —disse Julie, abraçando Hayley de novo. — Agora, me ajuda a servir.
— Sim, mãe —respondeu Hayley.
As duas colocaram a comida nos pratos e serviram na mesa.
— Tá na mesa! —gritou Julie.
Kevin e Adrián saíram da sala e sentaram à mesa.
— Isso cheira muito bem, senhora Swanson —disse Adrian, educado.
— Pode me chamar de Julie —respondeu Julie.
Quando Adrian pegou o garfo e a faca e começou a cortar a comida, Julie se viu olhando fixamente pros bíceps avantajados dele de novo.Aposto que dava pra levantar toneladas com esses braços.pensou,Não! Julie! O que cê tá pensando?!Julie balançou a cabeça e voltou a se concentrar na comida dela.
Durante o jantar, falaram bastante, geralmente fazendo perguntas pro Adrian. Descobriram que ele era dois anos mais velho que a Hayley e que só faltava um ano pra ele se formar na faculdade. Na aula onde se conheceram, ele nem deveria estar lá. Era o começo de um ano novo e ele entrou na sala errada.
Parecia um cara muito gente boa e carinhoso, e Julie tava felizona pela filha, mesmo que um pouco com ciúmes. Julie nunca tinha ficado com um homem negro antes, mas já tinha ouvido os boatos, e o ébano era a categoria principal que ela procurava quando via pornô.
Eram quase 9 da noite e ainda não tinham levantado da mesa porque tavam muito concentrados em conversar e zoar.
Aí Julie se levantou pra recolher os pratos.
— Vou ajudar a senhora com isso, Sra. Swanson — falou Adrian rapidinho e se levantou.
— Nossa, que cavalheiro — disse Julie, olhando pro marido dela —. Você podia aprender uma ou duas coisas com ele.
Kevin só revirou os olhos.
Julie levou alguns pratos pra cozinha e Adrian seguiu ela. Quando ela largou os pratos e se virou, viu ele ali, parado como o deus negro que era, atrás dela.Só tava olhando pra minha bunda?pensou.
Julie era uma mulher mais gordinha e seus jeans faziam a bunda dela parecer enorme e cheia de curvas. De qualquer forma, o fato de um homem jovem e gostoso estar olhando pra ela a excitava.
— Só em cima, por favor, amor — disse Julie, e Adrian largou os pratos.
Assim que ele fez isso, parou a alguns metros de Julie, e ela não conseguiu evitar de olhar pra virilha dele.Será que é verdade, será que ele é grande lá embaixo mesmo?Os olhos dela se ergueram de novo e Adrian só estava sorrindo pra ela, com aqueles dentes perolados brilhando.
—Ah, é, vou buscar o resto, vai relaxar aí —gaguejou Julie, se sentindo ainda mais nervosa.
—Valeu, dona Swanson —disse Adrian num tom lento e erótico.Ah, meu Deus, as coisas que eu faria com ela...Julie pensou enquanto o via se afastar.
Julie já sabia que, se Kevin ficasse acordado até tarde, como ele sempre faz, então ela estaria usando o vibrador naquela noite enquanto pensava no Adrian.
Ela sabia que era uma puta sacanagem imaginar o namorado da própria filha, mas não ia fazer nada a respeito, era só uma fantasia.
—Mãe, pai? —perguntou Hayley um tempo depois, quando todos estavam sentados juntos na sala.Mamãe e papai, ela só nos chama assim quando quer alguma coisa.O Adrian pode ficar aqui essa noite?" Ela perguntou com a voz mais fofa que conseguiu juntar.
—Hmm, tá bom —respondeu Kevin sem nem pensar em discutir com a Julie—, mas ele tem que dormir lá embaixo.
"Pode sim!", comemorou a Hayley, "valeu, pai".
Julie olhou e fez contato visual com o Adrian, era como se ele estivesse encarando ela, aí, quando ele passou a língua devagar pelos lábios, com aquela língua linda e macia, Julie quase soltou um gemido.Tá me olhando!Os quatro se sentaram pra assistir um filme juntos. De vez em quando, Julie dava uma olhada nela e Adrian encarava ela diretamente. Quanto mais o tempo passava, mais Julie ficava excitada.Porra, é como se eu estivesse dando em cima do namorado da minha filha! Isso é muito errado, mas eu tô com um tesão danado!Julie adorava a atenção e se viu querendo ser mais ousada.
"Kevin, dá pra pausar um segundo enquanto eu visto algo mais confortável pra relaxar?" perguntou Julie.
"Sem problema", respondeu ele, pausando o filme.
Julie se levantou, e o tempo todo Adrian a encarava com uma cara vazia.
Ela subiu as escadas correndo, entrou no quarto e se despiu rapidamente. Não conseguiu evitar se tocar na buceta de leve.
Os pelos escuros ao redor da buceta estavam encharcados. Como Kevin não tinha nenhum interesse em transar com ela, Julie tinha parado de se depilar fazia um tempo.Ah, meu Deus!Julie gemeu na cabeça dela e mordeu o lábio enquanto esfregava a buceta e o clitóris encharcados por menos de um minuto.Bom, já chega, não quero que fiquem se perguntando o que estou fazendo.pensou.
Julie vestiu o pijama, não era nada sexy, mas quando tirou o sutiã e os peitos grandes e pesados ficaram à mostra, ela se perguntou se aquilo ia excitar o Adrian. Além disso, os shorts eram justos o bastante pra mostrar a bunda curvilínea dela.
Quando desceu as escadas, ninguém disse nada enquanto ela se sentava. Mas, quando Julie levantou o olhar, viu que o Adrian tava olhando pra ela de novo. Mais uma vez, a buceta dela se contraiu entre as pernas.
Durante o resto do filme, Julie ficava olhando pro Adrian e, de vez em quando, via ele olhando pra ela.
Quando o filme acabou e ela foi pra cama, Julie tava um bagaço. Infelizmente, como o Adrian ia dormir lá, o Kevin também foi pra cama.
Ela ficou deitada do lado dele, no escuro, ouvindo ele roncar por pelo menos meia hora.
A excitação dela não deixava ela dormir, ela precisava gozar desesperadamente, mas não podia arriscar. No fim, decidiu ir pegar um copo d'água no banheiro, esperando que jogar um pouco de água fria no rosto acalmasse ela.
Quando saiu no corredor, notou que a porta da Hayley tava meio aberta.Isso é estranho.Ela se aproximou do quarto da filha o mais silenciosamente possível e deu uma espiada pela fresta, mas a Hayley não estava lá. Aí ouviu um som suave de tapas vindo de baixo.Será que ela viu ele de novo?pensou a Julie.
Julie, que estava muito curiosa, desceu as escadas escondida. Quanto mais avançava, mais ouvia um leve som de tapas.
E então.
—Urgh. Porra —ouviu a voz de Hayley sussurrar.
Mas não era a voz normal dela, meiga e inocente. Soava quase sexual.São? Não, não são tão corajosos assim!Julie pensou, mas precisava saber.
Continuou descendo as escadas na ponta dos pés até chegar ao outro lado da parede que dava para a sala de estar. Ouvia-se um som claro de tapas e, de vez em quando, ouvia gemidos da filha.
"Você gosta disso?" perguntou Adrian em voz baixa.
—Porra, você sabe que sim — gemeu Hayley em resposta.Meu Deus! Tão transando!

Se a Julie já estava com tesão antes, ficou ainda mais molhada depois de ouvir aquilo.
"Você gosta do meu pauzão preto bem no fundo da sua bucetinha apertada?", perguntou Adrian, e Julie teve que se segurar para não gemer.
— Adrian, você sabe que eu não gosto dessa palavra! — respondeu Hayley, mas a voz dela saiu mais como um gemido.
O som do tapa ficou mais forte e claramente Adrian estava metendo com mais força.
Os gemidos de Hayley aumentaram um pouco. Era óbvio que ela estava tentando não fazer barulho, mas a fodida do Adrian devia estar boa demais.
Sem nem perceber o que estava fazendo, Julie enfiou a mão dentro da calça do pijama e empurrou um dedo na sua buceta peluda e encharcada.
Ela ouvia a filha sendo comida pelo namorado preto e se tocava com o dedo. Julie teve que morder o lábio para não gemer.
— Ah, porra, gostosa, você é tão funda. — Hayley gemeu de novo.
"É isso aí", respondeu Adrian, e Julie ouviu um leve som de palmada, "se seus pais soubessem que a filhinha branca e inocente deles está sendo arrombada aqui embaixo".
Ah, merda!Julie gemeu na cabeça dela enquanto ouvia, o dedo se movendo mais rápido pra dentro e pra fora da própria buceta.
—Porra, não fala neles agora —respondeu Hayley.Não falaria assim comigo enquanto eu tava te comendo!Isso foi tudo o que Julie conseguiu pensar.
Ela começou a esfregar o clitóris pulsante enquanto ouvia os gemidos abafados dele.Preciso ver, só uma olhadinha.Julie finalmente pensou.
Com o dedo ainda rodeando o clitóris, Julie virou a cabeça devagar em direção ao canto. Por sorte, estavam de costas, então nenhum dos dois a viu, mas Julie ficou decepcionada por não ter conseguido ver bem o corpo do Adrian.
No entanto, ela podia ver as costas incrivelmente musculosas e a bunda firme dele enquanto metia na filha de 18 anos da Julie.
Julie se esfregou mais rápido enquanto olhava.
— Ah, sim, vou gozar logo — gemeu Adrian.
— Porra, aqui — gemeu Hayley.
Julie viu a filha jogar um rolo de papel higiênico pra ele, por sorte ela não se virou, senão teria visto a própria mãe esfregando o clitóris.
— Não posso gozar dentro de você? Já que você toma anticoncepcional mesmo — gemeu Adrian.
— Não, é arriscado demais, goza aí — disse Hayley.Sinto falta de ter uma rola me enchendo de porra.pensou a Julie.
Ela continuou esfregando o clitóris inchado enquanto via o Adrian meter na filha dela cada vez mais forte. O próprio orgasmo da Julie explodiu no corpo dela instantes antes do Adrian gemer.
Julie virou de lado e se encostou na parede, sumiu de vista, enquanto se esfregava até gozar. Xingou por não ter tido chance de ver aquela pica preta enorme.
"Vou pegar um pouco d'água", disse o Adrian.Porra, rápido!Julie pensou e, em silêncio, tentou subir as escadas correndo.
Ela voltou pra cama, silenciosa o bastante pra não acordar o Kevin, mas a cabeça dela tava a mil.Acabei de ver minha filha sendo comida. Comida por um pau preto e grande, pelo visto. E eu gozei enquanto assistia. Sou uma mãe horrível.Embora se sentisse culpada, depois do orgasmo enorme, Julie apagou na hora.
No dia seguinte, Julie se xingou por se sentir tão atraída pelo namorado da filha. Mas, o dia inteiro, ela passou pensando nele.
Em certo momento, ela estava no quarto, esfregando o clitóris enquanto ele entrava na cabeça dela.Não.Ela disse pra si mesma,você não pode pensar nele.Mas foi inútil. Toda vez que Julie fechava os olhos, imaginava o Adrian. No fim, teve que parar de se tocar pra parar de pensar nele.
Quando o Kevin voltou do trabalho, ela tentou transar, mas como sempre, ele disse que tava cansado demais.
Depois disso, Julie se entregou à fantasia. Ela se comeu com um vibrador enquanto imaginava que o Adrian tava entre as pernas dela com aquele pauzão preto. Imaginou ele fodendo a buceta molhada e peluda dela, fodendo a boca dela. Sonhou que ele enchia ela de porra.
Antes de se casar com o Kevin, a Julie era uma puta e adorava isso. Ela amava quando os homens comiam ela como uma puta e falavam com ela desse jeito. Por algum motivo, conhecer o Adrian fez essas emoções voltarem à tona. Parece que a Hayley não convidou ele pra ficar lá a semana toda, o que deixou a Julie decepcionada. Até que um dia...
O único movimento que ela conseguia fazer era o corpanzil dela quicando pra frente e pra trás enquanto a pica gigante comia ela por trás.
Um par de mãos fortes agarrou as cadeiras dela e deu um tapa na bunda gorda enquanto a pica entrava e saía dela na velocidade da luz.
—Você adora essa pica, né, mamãe rabuda? —rosnou Adrián atrás dela. "Você sabe que sim, porra!" Julie gemeu enquanto sua buceta era socada.
"Você prefere essa pica preta grande na sua buceta infiel ou na da putinha do seu marido?", gritou Adrián.
"Sua pica enorme e fodida é muito melhor que a dele!" gritou Julie enquanto a pica do Adrián se enterrava mais fundo.
Desde que Julie deixou Adrián comer ela na cama de casal, ele queria fazer isso toda hora. Também parecia que ele adorava que Julie desrespeitasse o marido enquanto ele a fodia.
—Ah, sim! Aposto que ele nunca te fode assim! —disse Adrián.
"Ele nunca poderia me foder assim com a pica pequena dele!" gemeu Julie enquanto o orgasmo começava a crescer.
"Pensa nisso", gritou Adrián e deu um tapa na bunda grossa dela, "depois disso vou fazer sua filha limpar sua buceta da minha pica com a boca dela!"
"Seu filho da puta!" gemeu Julie.
"Quem tá falando é a que tá dando pro namorado da filha!", riu Adrián.
A pica preta grossa dele fodia Julie cada vez mais forte até o orgasmo dela explodir pelo corpo gostoso.
"VOCÊ ADORA, buceta!" Ela gritou e gozou tão forte como sempre.
Três meses antesJulie tinha 46 anos, era dona de casa, boa vizinha, amiga e mãe. Bom, essa última parte podia ser discutível. Ela era casada com Kevin há 22 anos. Os primeiros anos foram ótimos. Sabiam que eram muito novos pra casar, mas na época simplesmente parecia certo.
No entanto, depois de morarem juntos por alguns anos, o relacionamento começou a desmoronar. Passavam cada vez menos tempo juntos e mal se falavam quando estavam. A vida sexual deles, que antes era selvagem e divertida quando começaram a namorar, foi murchando. No fim, se contentavam com cinco minutos de papai e mamãe uma vez por mês.
Em um momento, há pouco mais de 18 anos, Julie tinha planejado largar o Kevin. Mas o destino atrapalhou. Ela engravidou. Não tinha planejado, mas achou que talvez um bebê pudesse dar sentido à vida dela e salvar o casamento.
Antes de dar à luz a Hayley, Julie era uma mulher bem magra e atlética. Depois do parto, largou o emprego pra ficar em casa como mãe, parou de malhar e nunca perdeu o peso da gravidez.
Quando fez 46 anos, Julie era uma mulher bem baixinha, levemente gordinha, cheinha e cheia de curvas. Ela e Kevin nunca mais tinham transado, as peles deles mal se encostavam.
O único prazer sexual que Julie conseguia era com o vibrador rosa dela, que usava mais vezes do que gostaria de admitir. Com o Kevin trabalhando o dia todo, de segunda a sexta, e a Hayley na faculdade mas morando em casa, Julie passava a maioria dos dias gozando enquanto via pornografia.
Quanto mais tempo passava, mais depravado o pornô ficava. No fim, tava vendo porno de gang bang com mulheres amarradas sendo fodidas uma atrás da outra.
Agora, mesmo que Julie não fosse feliz no casamento, e mesmo que a ideia tivesse passado pela cabeça dela de vez em quando, ela nunca traiu o marido. Nem uma vez, nem um pouquinho.
Num domingo, lá pela 1 da tarde, Julie estava na Cozinhando um churrasco de domingo quando Kevin entrou no cômodo.
— Qual é o nome dele mesmo? — perguntou.
— Aiden — disse Julie com um suspiro.Claro que já esqueceu, quero dizer, a conversa acabou há dez minutos.pensou.
—Bem, você sabe alguma coisa sobre ele? —perguntou Kevin.
Julie nem tinha se dado ao trabalho de se virar da ilha da cozinha para olhar pro marido enquanto respondia.
—Só que eles tão saindo há uns três meses —respondeu Julie.
Enquanto cortava cenouras, ela sentia os braços se mexerem um pouco.
"Eles não estavam saindo antes dela fazer 18 anos, né?", perguntou Kevin.
Apesar de todos os erros dele, Kevin era um pai protetor e carinhoso, uma das poucas qualidades positivas que ele tinha.
—Não, a Hayley disse que conheceu ele logo depois que fez 18 anos, numa aula —disse Julie, embora já tivessem tido essa conversa.
—Beleza —disse Kevin—. E que horas eles vêm?Jesus Cristo, a mente dela é igual a uma peneira.— Eles vão estar aqui às quatro da tarde — disse Julie com outro suspiro.
Kevin não respondeu a isso, em vez disso voltou para a sala de estar e continuou vendo televisão.
O marido de Julie ocupava um cargo muito alto na empresa de construção dele, o que significava que eles podiam viver uma vida bem luxuosa, mesmo só com o salário dele e Julie ficando em casa. Ela não se importava de ser dona de casa, claro que ficava entediada. Mas já fazia tanto tempo que não tinha um emprego decente que ela achava que não conseguiria mais voltar a ter um.
Então, Julie continuou trabalhando como uma escrava na cozinha enquanto Kevin via TV, até que a porta da frente se abriu.
— Mamãe, papai, chegamos! — gritou Hayley.Julie tirou a assadeira do forno, o frango assado ficou pronto na hora certa.
"Oi, querida", Julie ouviu Kevin dizer no corredor, "e você deve ser... desculpa, qual é o seu nome?"
— Adrian — respondeu uma voz grave e máscula.
A voz dele assustou um pouco Julie, soava muito mais velho que Hayley.
— Bom, é um prazer te conhecer — disse Kevin.
Julie ainda estava arrumando os pratos na cozinha enquanto ouvia a conversa.
"Onde está a mamãe?", perguntou a voz fofa e inocente de Hayley.
— Vai na cozinha dar um oi pra ela — disse Kevin.
Uns segundos depois, Julie ouviu passos entrando na cozinha, seguidos pela voz aguda e feminina de Hayley.
— Mamãe! Isso aqui tá cheiroso demais! — gritou.
Julie se virou bem na hora em que Hayley abraçou a mãe.
O cabelão loiro de Hayley cobriu o rosto de Julie, e ela teve que afastá-lo.
Hayley era uma versão mais nova de Julie, magrinha, baixinha e de cabelão... uma gostosa.
Enquanto Julie afastava o cabelo, ela viu Adrian de relance.
Era um negro alto, muito musculoso e muito bonito. Era difícil saber pela pele escura, mas ele definitivamente parecia mais velho que Hayley.
— Oi, senhora Swanson — disse Adrian educadamente.Ah, caralho... que gostosa,pensou Julie, sentindo-se de repente um pouco nervosa.
"Claro", disse Julie e empurrou levemente a filha, "é ótimo finalmente te conhecer".
Julie estendeu a mão e Adrian apertou. A mão grande, forte e negra dele envolveu a dela.Ah, meu Deus, o que tá rolando?— Vai se acomodar na sala com o Kevin, que eu vou bater um papo com a Hayley —disse Julie. Sentiu o rosto corar um pouco e uma pontada entre as pernas.
— Valeu —respondeu ele com a voz grave e sedutora.
Julie não conseguiu evitar de olhar pra ele enquanto se afastava. Ele vestia uma camisa polo preta elegante que destacava os braços grandes e musculosos.
— Mãe, o que a gente vai comer? —perguntou Hayley ao lado de Julie.
— Ah, desculpa, querida —respondeu Julie, voltando à realidade—, frango.
— Massa —disse Hayley com um sorriso lindo, mostrando os dentes branquinhos e perfeitos.
— Querida —sussurrou Julie, inclinando-se perto do ouvido da filha pra ele não ouvir—, você nunca disse que seu namorado era... sabe, negro.
— Eu sei —respondeu Hayley, meio tímida, como se tivesse omitido de propósito—. Conheço essa cidade, cheia de preconceito. Queria que vocês dois o conhecessem como eu conheci. Não só pela cor da pele, mas pela personalidade dele.
Julie sorriu com aquilo, sua filhinha inocente e doce sempre foi um anjo.
— Tenho certeza de que, se você gosta dele, a gente também vai gostar —disse Julie, abraçando Hayley de novo. — Agora, me ajuda a servir.
— Sim, mãe —respondeu Hayley.
As duas colocaram a comida nos pratos e serviram na mesa.
— Tá na mesa! —gritou Julie.
Kevin e Adrián saíram da sala e sentaram à mesa.
— Isso cheira muito bem, senhora Swanson —disse Adrian, educado.
— Pode me chamar de Julie —respondeu Julie.
Quando Adrian pegou o garfo e a faca e começou a cortar a comida, Julie se viu olhando fixamente pros bíceps avantajados dele de novo.Aposto que dava pra levantar toneladas com esses braços.pensou,Não! Julie! O que cê tá pensando?!Julie balançou a cabeça e voltou a se concentrar na comida dela.
Durante o jantar, falaram bastante, geralmente fazendo perguntas pro Adrian. Descobriram que ele era dois anos mais velho que a Hayley e que só faltava um ano pra ele se formar na faculdade. Na aula onde se conheceram, ele nem deveria estar lá. Era o começo de um ano novo e ele entrou na sala errada.
Parecia um cara muito gente boa e carinhoso, e Julie tava felizona pela filha, mesmo que um pouco com ciúmes. Julie nunca tinha ficado com um homem negro antes, mas já tinha ouvido os boatos, e o ébano era a categoria principal que ela procurava quando via pornô.
Eram quase 9 da noite e ainda não tinham levantado da mesa porque tavam muito concentrados em conversar e zoar.
Aí Julie se levantou pra recolher os pratos.
— Vou ajudar a senhora com isso, Sra. Swanson — falou Adrian rapidinho e se levantou.
— Nossa, que cavalheiro — disse Julie, olhando pro marido dela —. Você podia aprender uma ou duas coisas com ele.
Kevin só revirou os olhos.
Julie levou alguns pratos pra cozinha e Adrian seguiu ela. Quando ela largou os pratos e se virou, viu ele ali, parado como o deus negro que era, atrás dela.Só tava olhando pra minha bunda?pensou.
Julie era uma mulher mais gordinha e seus jeans faziam a bunda dela parecer enorme e cheia de curvas. De qualquer forma, o fato de um homem jovem e gostoso estar olhando pra ela a excitava.
— Só em cima, por favor, amor — disse Julie, e Adrian largou os pratos.
Assim que ele fez isso, parou a alguns metros de Julie, e ela não conseguiu evitar de olhar pra virilha dele.Será que é verdade, será que ele é grande lá embaixo mesmo?Os olhos dela se ergueram de novo e Adrian só estava sorrindo pra ela, com aqueles dentes perolados brilhando.
—Ah, é, vou buscar o resto, vai relaxar aí —gaguejou Julie, se sentindo ainda mais nervosa.
—Valeu, dona Swanson —disse Adrian num tom lento e erótico.Ah, meu Deus, as coisas que eu faria com ela...Julie pensou enquanto o via se afastar.
Julie já sabia que, se Kevin ficasse acordado até tarde, como ele sempre faz, então ela estaria usando o vibrador naquela noite enquanto pensava no Adrian.
Ela sabia que era uma puta sacanagem imaginar o namorado da própria filha, mas não ia fazer nada a respeito, era só uma fantasia.
—Mãe, pai? —perguntou Hayley um tempo depois, quando todos estavam sentados juntos na sala.Mamãe e papai, ela só nos chama assim quando quer alguma coisa.O Adrian pode ficar aqui essa noite?" Ela perguntou com a voz mais fofa que conseguiu juntar.
—Hmm, tá bom —respondeu Kevin sem nem pensar em discutir com a Julie—, mas ele tem que dormir lá embaixo.
"Pode sim!", comemorou a Hayley, "valeu, pai".
Julie olhou e fez contato visual com o Adrian, era como se ele estivesse encarando ela, aí, quando ele passou a língua devagar pelos lábios, com aquela língua linda e macia, Julie quase soltou um gemido.Tá me olhando!Os quatro se sentaram pra assistir um filme juntos. De vez em quando, Julie dava uma olhada nela e Adrian encarava ela diretamente. Quanto mais o tempo passava, mais Julie ficava excitada.Porra, é como se eu estivesse dando em cima do namorado da minha filha! Isso é muito errado, mas eu tô com um tesão danado!Julie adorava a atenção e se viu querendo ser mais ousada.
"Kevin, dá pra pausar um segundo enquanto eu visto algo mais confortável pra relaxar?" perguntou Julie.
"Sem problema", respondeu ele, pausando o filme.
Julie se levantou, e o tempo todo Adrian a encarava com uma cara vazia.
Ela subiu as escadas correndo, entrou no quarto e se despiu rapidamente. Não conseguiu evitar se tocar na buceta de leve.
Os pelos escuros ao redor da buceta estavam encharcados. Como Kevin não tinha nenhum interesse em transar com ela, Julie tinha parado de se depilar fazia um tempo.Ah, meu Deus!Julie gemeu na cabeça dela e mordeu o lábio enquanto esfregava a buceta e o clitóris encharcados por menos de um minuto.Bom, já chega, não quero que fiquem se perguntando o que estou fazendo.pensou.
Julie vestiu o pijama, não era nada sexy, mas quando tirou o sutiã e os peitos grandes e pesados ficaram à mostra, ela se perguntou se aquilo ia excitar o Adrian. Além disso, os shorts eram justos o bastante pra mostrar a bunda curvilínea dela.
Quando desceu as escadas, ninguém disse nada enquanto ela se sentava. Mas, quando Julie levantou o olhar, viu que o Adrian tava olhando pra ela de novo. Mais uma vez, a buceta dela se contraiu entre as pernas.
Durante o resto do filme, Julie ficava olhando pro Adrian e, de vez em quando, via ele olhando pra ela.
Quando o filme acabou e ela foi pra cama, Julie tava um bagaço. Infelizmente, como o Adrian ia dormir lá, o Kevin também foi pra cama.
Ela ficou deitada do lado dele, no escuro, ouvindo ele roncar por pelo menos meia hora.
A excitação dela não deixava ela dormir, ela precisava gozar desesperadamente, mas não podia arriscar. No fim, decidiu ir pegar um copo d'água no banheiro, esperando que jogar um pouco de água fria no rosto acalmasse ela.
Quando saiu no corredor, notou que a porta da Hayley tava meio aberta.Isso é estranho.Ela se aproximou do quarto da filha o mais silenciosamente possível e deu uma espiada pela fresta, mas a Hayley não estava lá. Aí ouviu um som suave de tapas vindo de baixo.Será que ela viu ele de novo?pensou a Julie.
Julie, que estava muito curiosa, desceu as escadas escondida. Quanto mais avançava, mais ouvia um leve som de tapas.
E então.
—Urgh. Porra —ouviu a voz de Hayley sussurrar.
Mas não era a voz normal dela, meiga e inocente. Soava quase sexual.São? Não, não são tão corajosos assim!Julie pensou, mas precisava saber.
Continuou descendo as escadas na ponta dos pés até chegar ao outro lado da parede que dava para a sala de estar. Ouvia-se um som claro de tapas e, de vez em quando, ouvia gemidos da filha.
"Você gosta disso?" perguntou Adrian em voz baixa.
—Porra, você sabe que sim — gemeu Hayley em resposta.Meu Deus! Tão transando!

Se a Julie já estava com tesão antes, ficou ainda mais molhada depois de ouvir aquilo.
"Você gosta do meu pauzão preto bem no fundo da sua bucetinha apertada?", perguntou Adrian, e Julie teve que se segurar para não gemer.
— Adrian, você sabe que eu não gosto dessa palavra! — respondeu Hayley, mas a voz dela saiu mais como um gemido.
O som do tapa ficou mais forte e claramente Adrian estava metendo com mais força.
Os gemidos de Hayley aumentaram um pouco. Era óbvio que ela estava tentando não fazer barulho, mas a fodida do Adrian devia estar boa demais.
Sem nem perceber o que estava fazendo, Julie enfiou a mão dentro da calça do pijama e empurrou um dedo na sua buceta peluda e encharcada.
Ela ouvia a filha sendo comida pelo namorado preto e se tocava com o dedo. Julie teve que morder o lábio para não gemer.
— Ah, porra, gostosa, você é tão funda. — Hayley gemeu de novo.
"É isso aí", respondeu Adrian, e Julie ouviu um leve som de palmada, "se seus pais soubessem que a filhinha branca e inocente deles está sendo arrombada aqui embaixo".

Ah, merda!Julie gemeu na cabeça dela enquanto ouvia, o dedo se movendo mais rápido pra dentro e pra fora da própria buceta.
—Porra, não fala neles agora —respondeu Hayley.Não falaria assim comigo enquanto eu tava te comendo!Isso foi tudo o que Julie conseguiu pensar.
Ela começou a esfregar o clitóris pulsante enquanto ouvia os gemidos abafados dele.Preciso ver, só uma olhadinha.Julie finalmente pensou.
Com o dedo ainda rodeando o clitóris, Julie virou a cabeça devagar em direção ao canto. Por sorte, estavam de costas, então nenhum dos dois a viu, mas Julie ficou decepcionada por não ter conseguido ver bem o corpo do Adrian.
No entanto, ela podia ver as costas incrivelmente musculosas e a bunda firme dele enquanto metia na filha de 18 anos da Julie.
Julie se esfregou mais rápido enquanto olhava.
— Ah, sim, vou gozar logo — gemeu Adrian.
— Porra, aqui — gemeu Hayley.
Julie viu a filha jogar um rolo de papel higiênico pra ele, por sorte ela não se virou, senão teria visto a própria mãe esfregando o clitóris.
— Não posso gozar dentro de você? Já que você toma anticoncepcional mesmo — gemeu Adrian.
— Não, é arriscado demais, goza aí — disse Hayley.Sinto falta de ter uma rola me enchendo de porra.pensou a Julie.
Ela continuou esfregando o clitóris inchado enquanto via o Adrian meter na filha dela cada vez mais forte. O próprio orgasmo da Julie explodiu no corpo dela instantes antes do Adrian gemer.
Julie virou de lado e se encostou na parede, sumiu de vista, enquanto se esfregava até gozar. Xingou por não ter tido chance de ver aquela pica preta enorme.
"Vou pegar um pouco d'água", disse o Adrian.Porra, rápido!Julie pensou e, em silêncio, tentou subir as escadas correndo.
Ela voltou pra cama, silenciosa o bastante pra não acordar o Kevin, mas a cabeça dela tava a mil.Acabei de ver minha filha sendo comida. Comida por um pau preto e grande, pelo visto. E eu gozei enquanto assistia. Sou uma mãe horrível.Embora se sentisse culpada, depois do orgasmo enorme, Julie apagou na hora.
No dia seguinte, Julie se xingou por se sentir tão atraída pelo namorado da filha. Mas, o dia inteiro, ela passou pensando nele.
Em certo momento, ela estava no quarto, esfregando o clitóris enquanto ele entrava na cabeça dela.Não.Ela disse pra si mesma,você não pode pensar nele.Mas foi inútil. Toda vez que Julie fechava os olhos, imaginava o Adrian. No fim, teve que parar de se tocar pra parar de pensar nele.
Quando o Kevin voltou do trabalho, ela tentou transar, mas como sempre, ele disse que tava cansado demais.
Depois disso, Julie se entregou à fantasia. Ela se comeu com um vibrador enquanto imaginava que o Adrian tava entre as pernas dela com aquele pauzão preto. Imaginou ele fodendo a buceta molhada e peluda dela, fodendo a boca dela. Sonhou que ele enchia ela de porra.
Antes de se casar com o Kevin, a Julie era uma puta e adorava isso. Ela amava quando os homens comiam ela como uma puta e falavam com ela desse jeito. Por algum motivo, conhecer o Adrian fez essas emoções voltarem à tona. Parece que a Hayley não convidou ele pra ficar lá a semana toda, o que deixou a Julie decepcionada. Até que um dia...
4 comentários - A Dona de Casa Fiel?