Eu estava praticamente nua, só com uma tanguinha minúscula daquelas que deixam a buceta de fora, numa casinha, com o rosto e os peitos cheios de restos de porra seca, todo o sêmen que escorreu pelo canto dos meus lábios e pelo meu nariz por não conseguir engolir mais. Sentia o cheiro seco dele em mim e o gosto ainda na minha boca. Eu estava assustada, sentia meu coração batendo forte, não queria estar ali sozinha naquela casa, queria que eles não tivessem ido embora. Apesar do que me obrigaram a fazer, sentia uma segurança por eles estarem ali. Agora, sentia que estava à mercê de qualquer um que passasse e espiasse pelos buracos da casinha e me visse.
Eu espreitava pelos buracos, me cuidando pra ninguém se aproximar. Foi quando ouvi barulho de motos. Fiquei com muito medo, pensei que elas fossem passar, parar e me descobrir ali, pelada. Mas as motos só passaram, não pararam nem diminuíram a velocidade. Me senti aliviada de novo, mas ao mesmo tempo meu coração batia muito forte e minha respiração acelerou. Passou pela minha cabeça o que aconteceria se alguém me encontrasse nua assim, no meio do nada, e me dá vergonha admitir até agora que, apesar do que tinha acabado de acontecer, do que me obrigaram a fazer, senti um formigamento no meu corpo, um calor. Notei meus mamilos ficando duros de novo, mamilos que ardiam um pouco depois daqueles dois caras terem chupado com muita força.
Comecei a lembrar do meu dia todo, como eu estava vestida na rua, as coisas que os caras do caminhão me disseram, a cara do meu amigo policial ao me ver e como ele me fez sentir ao perceber que não se importou com nada, as mãos calejadas dos velhos nas minhas pernas enquanto estávamos na caminhonete e como eles me pegavam praticamente pela boca à força.
Quase como um instinto, levei uma das minhas mãos até minha buceta e me surpreendi ao sentir ela tão molhada. Eu pensava: "Não, Janice, você não pode sentir isso, isso é errado". Pensava isso uma e outra vez enquanto sentia o quanto ela estava molhada. Quando me dei conta, eu tinha... mano na minha buceta me esfregando e a outra percorrendo meus peitos, sentia uma excitação bem forte, uma sensação que já tinha sentido duas vezes antes, quando me fizeram brincar com o ovinho que vibra na videochamada e quando me obrigaram a chupar os paus deles e não conseguia respirar, pensar nessa sensação só me fez ficar mais molhada, então me esfregava com mais força e comecei a enfiar dois dedinhos, não podia acreditar, estava pelada, numa espelunca sendo chantageada por dois caras horríveis e me sentia excitada, tanto que não conseguia parar de me masturbar ali no chão de terra da casa, subi no colchão e fiquei de quatro com a cara grudada no colchão e minha bunda minúscula pra cima, assim me masturbava enquanto sentia um orgasmo chegando, e sem pensar comecei a falar alto "ai sim que gostoso" "sou sua putinha" e sem pensar repetia sem parar "love sou sua slut morrendo de vontade do seu pau" até que senti minhas pernas tremendo, meu corpo sacudiu e senti que me mijava, não aguentei mais e tive um orgasmo incrível
Estava jogada no colchão recuperando as forças, sentia que tinha deixado o colchão bem molhado, tentava recuperar o fôlego, senti uma paz enorme e acho que também por ter passado uma noite ruim e não ter dormido bem, não aguentei e dormi sem perceber
Acordei, não sei quanto tempo tinha passado, mas ouvi umas risadas, na hora que abri os olhos não sabia onde estava, me senti estranha ao ver o ambiente e nisso viro a cabeça e vejo os dois velhos horríveis sentados, bebendo de novo, pelados com os paus duros olhando uma câmera digital daquelas antigas e lembrei de tudo e onde estava. Não paravam de rir e nisso perceberam que eu estava acordando, quando bacal fala "olha a putinha, ficou com tesão mesmo né" porco "não se preocupa princesa, você vai se cansar de tanta pica que vamos te dar"
Nesse momento me dão a câmera, pra minha surpresa, parece que deixaram ligada o tempo todo e Nunca vi ela, tinham gravado tudo o que fizeram comigo e tudo o que eu fiz quando não estavam por perto. Tinham um vídeo meu me masturbando e praticamente implorando por pica, falando em voz alta que eu gostava do que estava acontecendo comigo. Senti meu corpo gelar naquele momento.
Eles se levantaram e vieram na minha direção, eu via aqueles dois caras com uma aparência assustadora vindo em minha direção com as picas duras apontando pra cima, ouvindo as coisas horríveis que diziam sobre mim e sobre tudo o que fariam comigo. Não tinha pra onde ir nem a quem pedir ajuda, e enquanto tudo isso acontecia, senti meu corpo ficar molhado de novo, senti aquela sensação no meu ser inteiro de novo, não entendia por quê. Eu estava com medo, queria correr, pedir ajuda, e mesmo assim meu corpo não conseguia fazer nada disso, pelo contrário, parecia cheio de sensações contraditórias.
"Hoje vamos te fazer nossa mulher, nossa puta, entendeu, Janice?"... "Sim", respondi com a cabeça e quase sussurrando, via que não tinha escapatória e morria de vergonha por sentir o que sentia.
Eles me pegaram pela mão e me levantaram, dizendo: "Bacal, coloca as mãos na mesa, puta." Fiquei de pé, de frente pra mesa, com as mãos apoiadas nela e minha bundinha levantada, sentindo dois tapas fortes nas minhas nádegas que fizeram uma lágrima escorrer dos meus olhos.
Aquele tapa na minha bunda me fez despertar um pouco do transe, e eu gritei: "Não, por favor, fique longe! Vou gritar pra alguém vir, e você vai se dar muito mal, então não chega perto!"
"Porco", ele disse. "Ninguém vai vir por você, garota, então esquece isso e tenta aproveitar, porque hoje você não escapa de eu estourar essa rabeta gostosa que você tem, puta. Você não ficou balançando ela na nossa cara o tempo todo que a gente te via no rancho? A gente sabia o que você tava pedindo, vadiazinha, e agora não tem como escapar."
"Bacal", ele continuou, "seus atos heroicos acabaram aqui, puta. Vou te ensinar que você tem que respeitar seus machos. Você é nossa mulher, nossa puta, só serve pra transar, vagabunda. Isso tem que ficar bem claro. Claro" — dito isso, recebi novas palmadas na minha bunda, mais fortes. O porco me segurou pela cintura e pelas costas enquanto o Bacal batia com a mão na minha bunda pequena, enquanto me dizia: "Você vai se comportar, sua puta" e mais uma palmada, "De quem você é, puta?" E outra palmada, "Diz, Janice, de quem você é?" Depois de várias palmadas, sentia minha bunda ardendo e falei: "Sou de vocês, sou sua puta, não me batam mais, por favor, vou me comportar." Nisso, levei mais uma palmada seguida de carícias e um beijo na minha bunda. "Viu, Janice, que você é uma puta? Só se faz de difícil. É assim que você gosta, né, puta?"
Agora não levava mais golpes, só carícias na minha bunda e na minha buceta. "Olha, compadre, a puta tá toda molhada", mostrando a mão que realmente estava muito molhada. Eu não entendia por que aquilo acontecia, sentia dor, mas minha buceta escorria suco.
O Bacal tirou o cinto e colocou no meu pescoço, puxando para trás. Eu sentia apertar muito enquanto ele puxava. "Por favor, não consigo respirar direito assim." "Cala a boca, puta, e empina essa bunda direito", seguido de outra palmada, mas menos forte. "Mas que gostosa que é essa mamacita, você não sabe como eu queria te comer desde que te conheci. Por isso entramos pra trabalhar com seu pai, sabíamos que íamos te fazer nossa, mas não achamos que seria tão fácil." Os dois velhos riam alto de mim.
O velho sujo estava excitado ao máximo. Começou a enfiar um dos dedos na minha buceta, depois dois, e ficou assim por um bom tempo estimulando meu clitóris. Eu tinha parado de chorar naquele momento e comecei a respirar muito rápido. Sentia que meu corpo me traía de novo, e os velhos perceberam.
"Olha, compadre, a puta tá mais cachorra, tá gostando da esfregada que ele tá dando." Os dois riram. "Sim, compadre, a Janice é bem puta mesmo, não falei sempre? Bem que ela dizia que não era puta, e agora olha como ela tá, até empina mais a bunda."
Eu sentia muito calor, sentia que passava pouco ar por causa do aperto. Cinto no meu pescoço, sentia a ardência leve das minhas palmadas, mas o que eu sentia forte eram os dedos na minha buceta, sentia muita vergonha de me sentir assim de novo.
Bacal "você é tão gostosa que nem sei por onde começar hahaha, não sei se pela sua ppk que já tá bem molhadinha ou por essa raba linda que você tem?"
Tentei pedir clemência mais uma vez, mal conseguia falar alguma coisa, pedi de novo, por favor não façam isso comigo, ainda sou virgem, e eles riram mais, Cochino "você gosta de palmadas, né, slut? Para de mentir, a gente viu a foto de como você tava com o pau do professor na sua boca, e as fotos não eram do mesmo dia, como você quer que a gente acredite nessa merda?" Juntando todo o ar, tentei falar, mas quase não dava pra ouvir o que eu dizia, "vê aí, compadre, afrouxa um pouco, que não tô ouvindo a slut." Consegui respirar um pouco mais e falei que não tinha transado com ele, que só tinha chupado ele, que foi um acordo que a gente fez, ele não me obrigou a nada, e eles riram "uff, slut, não me fala isso não, que você vai fazer eu gozar, então esses buracos são novinhos? hahahaha, ai, slut, você me deixou mais tarado ainda."
Cochino... "não acredito nisso, compadre, como alguém não ia comer essa raba?" Bacal, "então vamos ver se é verdade, se aquele professor filho da puta não soube tratar essa slut, a gente vai ensinar como se deve tratar uma slut."
Senti algo roçando na minha buceta, senti o pau dele acariciando minha entrada, deslizando pra trás e pra frente, aí senti a ponta se encaixar na entrada da minha buceta, e pedi uma última vez pra ele não fazer aquilo. O velho ignorou meu pedido, enquanto sentia o cinto apertar meu pescoço de novo, com mais força, enquanto sentia aquele pau abrindo caminho dentro de mim. Eu falava, chega, tá doendo, por favor para, aahh!, mas meus gemidos só excitavam eles mais, porque eles diziam "uff, slut, você é bem apertada, sinto que vou gozar e só vai a ponta da minha cabeça." Cochino "olha, compadre, a slut reclama, mas... daqui a pouco ele vai pedir pra não tirar"
Sentia uma ardência e uma dor intensa enquanto ele empurrava mais, sentia como se fosse entrando devagar, até que de repente senti uma dor que tomou conta do meu corpo inteiro, uma dor que durou uns segundos, ao mesmo tempo que senti o pau longo e grosso entrar todo, soltei um grito abafado pela falta de ar e naquele momento senti o cock dele entrando e saindo de mim com muita pressa, entrava e saía, entrava e saía, sentia a barriga dele batendo na minha bunda, fazendo barulho a cada estocada que ele me dava, rapidamente aquela dor intensa se transformou numa sensação nova, algo completamente diferente, tentava me controlar mas era impossível
"olha só, compadre" dizia o Cochino enquanto apontava, nisso senti o ritmo ficar lento, Bacal "vai, vai, Janice, se você tava falando a verdade, não é à toa que essa pussy tá apertando gostoso, nunca senti uma pussy tão fechada, olha só, putinha" mostrando a mão manchada com um pouco de sangue, "esse é o seu sangue, putinha, você não é mais virgem, agora é nossa mulher e de hoje em diante tem que satisfazer seus machos, entendeu?" seguido de um tapa, enquanto acelerava o ritmo, mas esse tapa não doeu, pelo contrário, fez eu soltar um gemidinho, ele percebeu e me deu outro enquanto me comia com mais força, a sensação era incomparável, não sabia o que tava passando no meu corpo nem na minha mente, só fechei os olhos e nisso senti uma mão pegando no meu rosto, enquanto me puxavam pra trás da mesa
Cochino.. "olha, putinha, abre a boca" enquanto enfiava na minha boca o cock grosso dele, dificultando ainda mais a respiração, então peguei ele com as mãos pra poder tirar e respirar um pouco, mas isso parece que deixou eles mais excitados, Cochino "olha, compadre, como a putinha pega no meu cock, ela mesma chupa, você gosta do meu cock, né, putinha? fala, Janice" naquele momento eu não controlava o que dizia e ouvir ele me chamar de putinha e sentir o cock dele na minha boca fez eu parar de controlando o que eu dizia e pensava, então respondi: "siim senhor, adoro seu pau" e coloquei na minha boca. Agora, enquanto sentia um pau entrando e saindo da minha buceta, eu lambia e chupava um pau nojento que naquele instante parecia ter o gosto mais gostoso que já tinha provado, não conseguia parar de chupar e lamber, sentia minhas pernas tremendo e sem conseguir me controlar mais tive um orgasmo, enquanto sentia que fazia xixi ou pelo menos era o que eu achava. "Uff que puta gostosa, olha como a puta goza", "você gosta do meu pau né Janice?", mal consegui responder: "siim, gosto muito senhor". "E o meu, puta, você gosta de chupar?", "siim, adoro mamar seu pau". "Hahaha" riam os dois. "Diz pra gente, puta, verdade que você gostava de nos provocar, puta?"
Naquele momento eu não pensava, só falava, então respondi: "sim, sim, gostava que me vissem suja, e gostava de andar rebolando a bunda pra todo mundo ver, todos os trabalhadores". Enquanto dizia isso, ainda sentia o vai e vem dentro de mim do pau do Bacal.
"Compadre, é minha vez, não aguento mais". Naquele momento senti o cinto afrouxar e senti o pau saindo de mim, quando senti a cabeça sair completamente dei um pequeno gemido. Continuava com as mãos na mesa, com minha bundinha pequena levantada e as pernas esticadas. Nisso, Bacal ficou na minha frente, entre a mesa e meu rosto, ocupando o lugar do Cochino, e me disse: "abre a boca, puta, chupa bem meu pau que quero que você saiba como você tem gosto", e enfiou na minha boca enquanto, ainda por excitação, eu comecei a lamber ele todo sem reclamar.
Senti o Cochino atrás de mim, e esperava sentir o pau dele na minha buceta, sabia que a qualquer momento ele entraria em mim, mas senti as mãos dele esfregando minha rachinha, passando de cima pra baixo. Nisso, senti ele separar minhas nádegas com as duas mãos com bastante força, senti a entrada do meu cu sendo invadida pela saliva nojenta do velho gordo, dois cuspes fortes e grossos foram direto no meu pontinho rosa.
Em seguida, um dos dedos do gordo... Nojento começou a enfiar o dedo no meu cu tentando dilatar, percebi que era o que ele queria e a decisão que o velho tinha tomado. Ao sentir a entrada da minha bucetinha apertada sendo invadida pela saliva nojenta e pelo dedo do velho, tentei reclamar e dizer não, mas era sufocada pela rola na minha boca e pelo cinto no meu pescoço. Depois de um momento, senti o dedo entrando na minha bucetinha apertada, sentia dor, a ardência era intensa. Aí senti agora dois dedos remexendo dentro de mim, enquanto tentava me soltar mexendo minha bucetinha apertada, mas eles confundiram esses movimentos com outros: "Uff, compadre, a putinha já quer que eu estreie o cu dela, olha como ela rebola pedindo rola", enquanto eu queria dizer não, mas só saiu da minha boca um barulho "mmmmmmm…" Bacal: "É, compadre, vamos ver se a sua rola entra, esse botão é muito pequeno", e ria. Porco: "Calma, compadre, entra sim, só vou deixar a putinha um pouco aberta", e riam mais. Senti mais cusparadas e agora ele enfiava e tirava os dedos do meu cu mais rápido. Aí ele me diz: "Vamos, putinha, deixa bem molhada ou vai doer", e colocou a rola na minha boca. Eu sabia que não importava o que eu dissesse, ele ia meter na minha bucetinha apertada, então tentei fazer doer o mínimo possível e enfiei a rola dele na minha boca, tentando deixá-la o mais babada que pude. Aí ele tirou da minha boca e foi para trás, senti ele enfiar os dedos de novo e tirar.
"Agora você vai ser uma putinha de verdade, todo homem gosta de cu e você vai satisfazer todos, putinha, vai me agradecer."
Sem perder tempo, a rola grossa do velho foi entrando na minha bucetinha apertada. Soltei um grito abafado entre a rola do Bacal e perdido na distância daquele lugar, o último que me restava da virgindade eu tinha perdido.
— Tentava dizer tira, tira, eu imploro, arde muito, não aguento mais, mas só se ouviam gemidos e balbucios, porque ele não tirava a rola da minha boca, enquanto o porco me dizia: "Você gosta, né, putinha? isso que você não tem nem metade dentro, falta a segunda parte hahaha" porco "você aperta tão gostoso, sua puta tasty foxy do caralho, agora você vai ver o que é bom, tomaaaa"
O velho investiu com mais força contra minha bunda pequenininha, senti uma queimação forte e uma dor imensa, de novo as lágrimas escorriam dos meus olhos, e meus pedidos e gemidos não adiantavam nada, o velho estava me dando uma fodida que eu nunca ia esquecer.
Porco "que bunda gostosa você tem, vagabunda, sabe, eu adoro fazer pelo cu, hahaha" seguido de dois tapas fortes, "vai, vagabunda, levanta mais a bunda" na hora eu levantei mais minha bunda, bacal "olha como a puta obedece, acho que estamos domando ela, compadre" porco "ah, compadre, sinto que o cu dela chupa toda a minha pica, aperta demais, já quero que você experimente" seguido de mais cusparadas na minha bunda pequenininha e na pica dele
Eu sentia que ele queria rasgar minha bunda pequenininha, empurrava de um jeito muito forte e bruto, não sabia quanto tempo ele estava furando minha bunda pequenininha, até que sinto um empurrão forte e uma queimação enorme, ao mesmo tempo sinto a pica dele entrar mais fundo em mim, doeu pra caralho, eles só riam de mim, depois de um tempo comecei a sentir que a dor ia diminuindo, sentia meus quadris começando a se mover no ritmo, aí senti ele esticar as mãos sujas até meus peitos, onde começou a apertar meus mamilos e meus peitos, e a dor, em vez de me atormentar, começou a me encher de um prazer que era desconhecido.
Porco "viu como você está gostando de ter uma pica dentro? A partir de agora você vai ser uma putinha bem dócil, vai ver hahaha"
Por mais nojo e humilhação que eu sentia, não podia negar o óbvio, uma corrente elétrica que começava no meu cu se espalhava pelo meu corpo inteiro e eu sentia que não tinha fim, pela terceira vez naquele dia, eu começava a ter um orgasmo, mas agora ele era causado por uma pica gorda e feia, que perfurava minha bunda pequenininha,
Sem conseguir me segurar mais, o primeiro gemido de prazer escapou dos meus lábios, em Esse porco diz: "Olha, compadre, a puta parece que gosta de ter o cu arrombado, não seja ruim e deixa ela falar". Nisso, ele tira o pau da minha boca, o Bacal, e me diz: "Vamos, puta, o que você tá dizendo?"
- Aaaiii, aghhh, não para, por favor, ahahah.
Não podia acreditar no que tava dizendo. Tinha sentido nojo deles horas antes, e agora pedia pra me darem mais pau. Via as caras dos velhos e dava pra ver que eles tavam se acabando de prazer.
Sentia que eu gemia com mais intensidade, e agora eu pegava com as mãos o pau do Bacal e chupava com desespero. Sentia cãibras fortes no corpo todo, minha excitação tava no máximo. O velho porco, de repente, tirou o pau do meu cu pequenininho, me deixando completamente frustrada.
"Olha aqui, sua foxy de merda, aqui as coisas são do nosso jeito, ouviu? E se você quer que a gente te dê mais pau, tem que implorar", disse o porco.
Eu tava tão tarada que não me importei de perder o pouco de dignidade que me restava e falei: "Eu imploro, continua me comendo". Nisso, o Bacal me diz: "Não, puta, quero que você diga as palavras mágicas. Quero que você diga: 'Continua me dando pau'. Vamos, fala."
Morrendo de vergonha, mas ao mesmo tempo com um tesão que me consumia por dentro, eu disse: "Continua me dando pau, por favor, não para."
Os velhos morrendo de rir. Nisso, o velho voltou a se posicionar no meu cu pequenininho e, de uma enfiada só, meteu todo o pau gordo dele, pra depois tirar e enfiar de novo no meu ânus. Uma ação que me enlouquecia de prazer, a ponto de ele ainda ter tempo de enfiar os dedos sujos na minha buceta, enquanto o Bacal apertava meus mamilos e me dava o pau dele pra chupar, fazendo meu prazer subir a níveis nunca antes sentidos.
"Tá vendo? Se fazia de difícil, e agora sozinha pede pau, hahaha. Todas são iguais. A partir de hoje, você vai ser nossa puta pessoal e vai dar pra gente quantas vezes a gente quiser." Eu só dizia "sim, sim, sou sua puta" e enfiava o pau de novo na boca, devorando como se fosse um doce. Nisso, senti o movimento ficar mais... Rádio e começou a me apertar com as mãos, me segurando pela cintura e me dando uma enfiada muito forte, as sensações eram incríveis. Nisso, sinto ele enchendo dentro de mim com algo quente, sentia o gozo dele enchendo minha bucetinha apertada enquanto o ritmo ficava mais lento e ele gemia e bufava enquanto me dava uns tapas na minha bunda. Nisso, o bacal levanta e se coloca de lado no instante em que o porco tirou a pica das minhas nádegas doloridas, senti o pedaço comprido de bacal abrindo minha bucetinha apertada.
Já nem escutava ele, só tinha a mente em branco, minha saliva escorria da minha boca, e eu suava pra caralho, minha respiração era entrecortada e muito rápida, meu corpo inteiro estava cheio de desejo e de excitação sexual que me devorava segundo a segundo.
Nunca imaginei que o sexo fosse tão maravilhoso, mas estranhamente o que eu mais gostava era ver aqueles caras feios se divertindo comigo, uma menina, e fazendo comigo o que quisessem. Continuava perdida no meu próprio prazer, sentia meu corpo se encher de novo daqueles calafrios, aquela eletricidade percorria todo meu corpo e eu tive mais um orgasmo, um bem profundo, ao mesmo tempo que o bacal enfiava com mais força, e novamente sentia o gozo dentro de mim, enquanto o ritmo diminuía até parar, mas deixando a pica dele dentro. Me sentia muito cansada, mal conseguia respirar, sentia o quente dentro de mim. O velho finalmente tirou a pica, já murcha e flácida, mas ainda pingando porra. Sentia que escorria tudo do meu cu, e deu vontade de ir ao banheiro. Como pude, andei até um quarto ao lado onde tinha uma latrina mais que um banheiro, sentia que ia me cagar, mas não aconteceu nada, só saía gozo de mim com um pouco de sangue.
Os caras estavam lá sentados, tomando mais cerveja e recuperando o fôlego, e quando me viram voltar, o bacal disse: "Vai, putinha, olha ela só, compadre, tão metida que era, menina de dinheiro e bons modos, e agora toda nossa, uma putinha de cu arrombado e cheio de gozo". O porco: "É isso aí, compadre, uma verdadeira putinha agora". Nossa, vem aqui, putinha" — me chamaram e acenaram com a mão. Parei na frente deles e eles disseram: "Agora você é nossa mulher e vamos aproveitar essa bunda quando a gente quiser, entendeu ou vai ver o que acontece?" E eu respondia: "Sim, senhor, está bem", ainda excitada com a situação. "Muito bem, putinha, parece que a vadia já está domada, comparsa. Agora, putinha, veste sua topzinha de vadia. Já é tarde, são 5 horas e o filho da puta do seu pai já está quase chegando. Então vamos te levar, isso ainda tem que ser segredo."
Dizendo isso, comecei a me vestir, colocando a minissaia e minha blusa branca, enquanto eles se vestiam. Subimos na caminhonete e, durante o caminho, não pararam de apalpar minhas pernas e minha buceta, já que eu estava no meio dos dois. Me deixaram em casa e entrei correndo no banheiro para me limpar toda. Sentia que fedida. Depois do banho, esperava meus pais, que chegariam a qualquer momento. Pensava no que fiz e no que disse. Ainda sentia uma ardência no meu cuzinho, mal conseguia andar. Minhas nádegas doíam das palmadas e meus mamilos também. Estava toda dolorida. Me deitei e meus pais chegaram. Minha mãe veio me ver, perguntou se eu estava me sentindo mal. Só disse: "Estou com dor no corpo todo." Ela me deu um beijo na testa, disse que ia preparar algo para mim e saiu. Eu estava quase dormindo, muito cansada para sentir culpa, remorso ou medo. Só queria dormir e esquecer tudo. Quando chegou uma mensagem, com fotos e vídeos do que tinha acontecido hoje e um texto que dizia: "Amanhã, no mesmo horário, putinha.





Eu espreitava pelos buracos, me cuidando pra ninguém se aproximar. Foi quando ouvi barulho de motos. Fiquei com muito medo, pensei que elas fossem passar, parar e me descobrir ali, pelada. Mas as motos só passaram, não pararam nem diminuíram a velocidade. Me senti aliviada de novo, mas ao mesmo tempo meu coração batia muito forte e minha respiração acelerou. Passou pela minha cabeça o que aconteceria se alguém me encontrasse nua assim, no meio do nada, e me dá vergonha admitir até agora que, apesar do que tinha acabado de acontecer, do que me obrigaram a fazer, senti um formigamento no meu corpo, um calor. Notei meus mamilos ficando duros de novo, mamilos que ardiam um pouco depois daqueles dois caras terem chupado com muita força.
Comecei a lembrar do meu dia todo, como eu estava vestida na rua, as coisas que os caras do caminhão me disseram, a cara do meu amigo policial ao me ver e como ele me fez sentir ao perceber que não se importou com nada, as mãos calejadas dos velhos nas minhas pernas enquanto estávamos na caminhonete e como eles me pegavam praticamente pela boca à força.
Quase como um instinto, levei uma das minhas mãos até minha buceta e me surpreendi ao sentir ela tão molhada. Eu pensava: "Não, Janice, você não pode sentir isso, isso é errado". Pensava isso uma e outra vez enquanto sentia o quanto ela estava molhada. Quando me dei conta, eu tinha... mano na minha buceta me esfregando e a outra percorrendo meus peitos, sentia uma excitação bem forte, uma sensação que já tinha sentido duas vezes antes, quando me fizeram brincar com o ovinho que vibra na videochamada e quando me obrigaram a chupar os paus deles e não conseguia respirar, pensar nessa sensação só me fez ficar mais molhada, então me esfregava com mais força e comecei a enfiar dois dedinhos, não podia acreditar, estava pelada, numa espelunca sendo chantageada por dois caras horríveis e me sentia excitada, tanto que não conseguia parar de me masturbar ali no chão de terra da casa, subi no colchão e fiquei de quatro com a cara grudada no colchão e minha bunda minúscula pra cima, assim me masturbava enquanto sentia um orgasmo chegando, e sem pensar comecei a falar alto "ai sim que gostoso" "sou sua putinha" e sem pensar repetia sem parar "love sou sua slut morrendo de vontade do seu pau" até que senti minhas pernas tremendo, meu corpo sacudiu e senti que me mijava, não aguentei mais e tive um orgasmo incrível
Estava jogada no colchão recuperando as forças, sentia que tinha deixado o colchão bem molhado, tentava recuperar o fôlego, senti uma paz enorme e acho que também por ter passado uma noite ruim e não ter dormido bem, não aguentei e dormi sem perceber
Acordei, não sei quanto tempo tinha passado, mas ouvi umas risadas, na hora que abri os olhos não sabia onde estava, me senti estranha ao ver o ambiente e nisso viro a cabeça e vejo os dois velhos horríveis sentados, bebendo de novo, pelados com os paus duros olhando uma câmera digital daquelas antigas e lembrei de tudo e onde estava. Não paravam de rir e nisso perceberam que eu estava acordando, quando bacal fala "olha a putinha, ficou com tesão mesmo né" porco "não se preocupa princesa, você vai se cansar de tanta pica que vamos te dar"
Nesse momento me dão a câmera, pra minha surpresa, parece que deixaram ligada o tempo todo e Nunca vi ela, tinham gravado tudo o que fizeram comigo e tudo o que eu fiz quando não estavam por perto. Tinham um vídeo meu me masturbando e praticamente implorando por pica, falando em voz alta que eu gostava do que estava acontecendo comigo. Senti meu corpo gelar naquele momento.
Eles se levantaram e vieram na minha direção, eu via aqueles dois caras com uma aparência assustadora vindo em minha direção com as picas duras apontando pra cima, ouvindo as coisas horríveis que diziam sobre mim e sobre tudo o que fariam comigo. Não tinha pra onde ir nem a quem pedir ajuda, e enquanto tudo isso acontecia, senti meu corpo ficar molhado de novo, senti aquela sensação no meu ser inteiro de novo, não entendia por quê. Eu estava com medo, queria correr, pedir ajuda, e mesmo assim meu corpo não conseguia fazer nada disso, pelo contrário, parecia cheio de sensações contraditórias.
"Hoje vamos te fazer nossa mulher, nossa puta, entendeu, Janice?"... "Sim", respondi com a cabeça e quase sussurrando, via que não tinha escapatória e morria de vergonha por sentir o que sentia.
Eles me pegaram pela mão e me levantaram, dizendo: "Bacal, coloca as mãos na mesa, puta." Fiquei de pé, de frente pra mesa, com as mãos apoiadas nela e minha bundinha levantada, sentindo dois tapas fortes nas minhas nádegas que fizeram uma lágrima escorrer dos meus olhos.
Aquele tapa na minha bunda me fez despertar um pouco do transe, e eu gritei: "Não, por favor, fique longe! Vou gritar pra alguém vir, e você vai se dar muito mal, então não chega perto!"
"Porco", ele disse. "Ninguém vai vir por você, garota, então esquece isso e tenta aproveitar, porque hoje você não escapa de eu estourar essa rabeta gostosa que você tem, puta. Você não ficou balançando ela na nossa cara o tempo todo que a gente te via no rancho? A gente sabia o que você tava pedindo, vadiazinha, e agora não tem como escapar."
"Bacal", ele continuou, "seus atos heroicos acabaram aqui, puta. Vou te ensinar que você tem que respeitar seus machos. Você é nossa mulher, nossa puta, só serve pra transar, vagabunda. Isso tem que ficar bem claro. Claro" — dito isso, recebi novas palmadas na minha bunda, mais fortes. O porco me segurou pela cintura e pelas costas enquanto o Bacal batia com a mão na minha bunda pequena, enquanto me dizia: "Você vai se comportar, sua puta" e mais uma palmada, "De quem você é, puta?" E outra palmada, "Diz, Janice, de quem você é?" Depois de várias palmadas, sentia minha bunda ardendo e falei: "Sou de vocês, sou sua puta, não me batam mais, por favor, vou me comportar." Nisso, levei mais uma palmada seguida de carícias e um beijo na minha bunda. "Viu, Janice, que você é uma puta? Só se faz de difícil. É assim que você gosta, né, puta?"
Agora não levava mais golpes, só carícias na minha bunda e na minha buceta. "Olha, compadre, a puta tá toda molhada", mostrando a mão que realmente estava muito molhada. Eu não entendia por que aquilo acontecia, sentia dor, mas minha buceta escorria suco.
O Bacal tirou o cinto e colocou no meu pescoço, puxando para trás. Eu sentia apertar muito enquanto ele puxava. "Por favor, não consigo respirar direito assim." "Cala a boca, puta, e empina essa bunda direito", seguido de outra palmada, mas menos forte. "Mas que gostosa que é essa mamacita, você não sabe como eu queria te comer desde que te conheci. Por isso entramos pra trabalhar com seu pai, sabíamos que íamos te fazer nossa, mas não achamos que seria tão fácil." Os dois velhos riam alto de mim.
O velho sujo estava excitado ao máximo. Começou a enfiar um dos dedos na minha buceta, depois dois, e ficou assim por um bom tempo estimulando meu clitóris. Eu tinha parado de chorar naquele momento e comecei a respirar muito rápido. Sentia que meu corpo me traía de novo, e os velhos perceberam.
"Olha, compadre, a puta tá mais cachorra, tá gostando da esfregada que ele tá dando." Os dois riram. "Sim, compadre, a Janice é bem puta mesmo, não falei sempre? Bem que ela dizia que não era puta, e agora olha como ela tá, até empina mais a bunda."
Eu sentia muito calor, sentia que passava pouco ar por causa do aperto. Cinto no meu pescoço, sentia a ardência leve das minhas palmadas, mas o que eu sentia forte eram os dedos na minha buceta, sentia muita vergonha de me sentir assim de novo.
Bacal "você é tão gostosa que nem sei por onde começar hahaha, não sei se pela sua ppk que já tá bem molhadinha ou por essa raba linda que você tem?"
Tentei pedir clemência mais uma vez, mal conseguia falar alguma coisa, pedi de novo, por favor não façam isso comigo, ainda sou virgem, e eles riram mais, Cochino "você gosta de palmadas, né, slut? Para de mentir, a gente viu a foto de como você tava com o pau do professor na sua boca, e as fotos não eram do mesmo dia, como você quer que a gente acredite nessa merda?" Juntando todo o ar, tentei falar, mas quase não dava pra ouvir o que eu dizia, "vê aí, compadre, afrouxa um pouco, que não tô ouvindo a slut." Consegui respirar um pouco mais e falei que não tinha transado com ele, que só tinha chupado ele, que foi um acordo que a gente fez, ele não me obrigou a nada, e eles riram "uff, slut, não me fala isso não, que você vai fazer eu gozar, então esses buracos são novinhos? hahahaha, ai, slut, você me deixou mais tarado ainda."
Cochino... "não acredito nisso, compadre, como alguém não ia comer essa raba?" Bacal, "então vamos ver se é verdade, se aquele professor filho da puta não soube tratar essa slut, a gente vai ensinar como se deve tratar uma slut."
Senti algo roçando na minha buceta, senti o pau dele acariciando minha entrada, deslizando pra trás e pra frente, aí senti a ponta se encaixar na entrada da minha buceta, e pedi uma última vez pra ele não fazer aquilo. O velho ignorou meu pedido, enquanto sentia o cinto apertar meu pescoço de novo, com mais força, enquanto sentia aquele pau abrindo caminho dentro de mim. Eu falava, chega, tá doendo, por favor para, aahh!, mas meus gemidos só excitavam eles mais, porque eles diziam "uff, slut, você é bem apertada, sinto que vou gozar e só vai a ponta da minha cabeça." Cochino "olha, compadre, a slut reclama, mas... daqui a pouco ele vai pedir pra não tirar"
Sentia uma ardência e uma dor intensa enquanto ele empurrava mais, sentia como se fosse entrando devagar, até que de repente senti uma dor que tomou conta do meu corpo inteiro, uma dor que durou uns segundos, ao mesmo tempo que senti o pau longo e grosso entrar todo, soltei um grito abafado pela falta de ar e naquele momento senti o cock dele entrando e saindo de mim com muita pressa, entrava e saía, entrava e saía, sentia a barriga dele batendo na minha bunda, fazendo barulho a cada estocada que ele me dava, rapidamente aquela dor intensa se transformou numa sensação nova, algo completamente diferente, tentava me controlar mas era impossível
"olha só, compadre" dizia o Cochino enquanto apontava, nisso senti o ritmo ficar lento, Bacal "vai, vai, Janice, se você tava falando a verdade, não é à toa que essa pussy tá apertando gostoso, nunca senti uma pussy tão fechada, olha só, putinha" mostrando a mão manchada com um pouco de sangue, "esse é o seu sangue, putinha, você não é mais virgem, agora é nossa mulher e de hoje em diante tem que satisfazer seus machos, entendeu?" seguido de um tapa, enquanto acelerava o ritmo, mas esse tapa não doeu, pelo contrário, fez eu soltar um gemidinho, ele percebeu e me deu outro enquanto me comia com mais força, a sensação era incomparável, não sabia o que tava passando no meu corpo nem na minha mente, só fechei os olhos e nisso senti uma mão pegando no meu rosto, enquanto me puxavam pra trás da mesa
Cochino.. "olha, putinha, abre a boca" enquanto enfiava na minha boca o cock grosso dele, dificultando ainda mais a respiração, então peguei ele com as mãos pra poder tirar e respirar um pouco, mas isso parece que deixou eles mais excitados, Cochino "olha, compadre, como a putinha pega no meu cock, ela mesma chupa, você gosta do meu cock, né, putinha? fala, Janice" naquele momento eu não controlava o que dizia e ouvir ele me chamar de putinha e sentir o cock dele na minha boca fez eu parar de controlando o que eu dizia e pensava, então respondi: "siim senhor, adoro seu pau" e coloquei na minha boca. Agora, enquanto sentia um pau entrando e saindo da minha buceta, eu lambia e chupava um pau nojento que naquele instante parecia ter o gosto mais gostoso que já tinha provado, não conseguia parar de chupar e lamber, sentia minhas pernas tremendo e sem conseguir me controlar mais tive um orgasmo, enquanto sentia que fazia xixi ou pelo menos era o que eu achava. "Uff que puta gostosa, olha como a puta goza", "você gosta do meu pau né Janice?", mal consegui responder: "siim, gosto muito senhor". "E o meu, puta, você gosta de chupar?", "siim, adoro mamar seu pau". "Hahaha" riam os dois. "Diz pra gente, puta, verdade que você gostava de nos provocar, puta?"
Naquele momento eu não pensava, só falava, então respondi: "sim, sim, gostava que me vissem suja, e gostava de andar rebolando a bunda pra todo mundo ver, todos os trabalhadores". Enquanto dizia isso, ainda sentia o vai e vem dentro de mim do pau do Bacal.
"Compadre, é minha vez, não aguento mais". Naquele momento senti o cinto afrouxar e senti o pau saindo de mim, quando senti a cabeça sair completamente dei um pequeno gemido. Continuava com as mãos na mesa, com minha bundinha pequena levantada e as pernas esticadas. Nisso, Bacal ficou na minha frente, entre a mesa e meu rosto, ocupando o lugar do Cochino, e me disse: "abre a boca, puta, chupa bem meu pau que quero que você saiba como você tem gosto", e enfiou na minha boca enquanto, ainda por excitação, eu comecei a lamber ele todo sem reclamar.
Senti o Cochino atrás de mim, e esperava sentir o pau dele na minha buceta, sabia que a qualquer momento ele entraria em mim, mas senti as mãos dele esfregando minha rachinha, passando de cima pra baixo. Nisso, senti ele separar minhas nádegas com as duas mãos com bastante força, senti a entrada do meu cu sendo invadida pela saliva nojenta do velho gordo, dois cuspes fortes e grossos foram direto no meu pontinho rosa.
Em seguida, um dos dedos do gordo... Nojento começou a enfiar o dedo no meu cu tentando dilatar, percebi que era o que ele queria e a decisão que o velho tinha tomado. Ao sentir a entrada da minha bucetinha apertada sendo invadida pela saliva nojenta e pelo dedo do velho, tentei reclamar e dizer não, mas era sufocada pela rola na minha boca e pelo cinto no meu pescoço. Depois de um momento, senti o dedo entrando na minha bucetinha apertada, sentia dor, a ardência era intensa. Aí senti agora dois dedos remexendo dentro de mim, enquanto tentava me soltar mexendo minha bucetinha apertada, mas eles confundiram esses movimentos com outros: "Uff, compadre, a putinha já quer que eu estreie o cu dela, olha como ela rebola pedindo rola", enquanto eu queria dizer não, mas só saiu da minha boca um barulho "mmmmmmm…" Bacal: "É, compadre, vamos ver se a sua rola entra, esse botão é muito pequeno", e ria. Porco: "Calma, compadre, entra sim, só vou deixar a putinha um pouco aberta", e riam mais. Senti mais cusparadas e agora ele enfiava e tirava os dedos do meu cu mais rápido. Aí ele me diz: "Vamos, putinha, deixa bem molhada ou vai doer", e colocou a rola na minha boca. Eu sabia que não importava o que eu dissesse, ele ia meter na minha bucetinha apertada, então tentei fazer doer o mínimo possível e enfiei a rola dele na minha boca, tentando deixá-la o mais babada que pude. Aí ele tirou da minha boca e foi para trás, senti ele enfiar os dedos de novo e tirar.
"Agora você vai ser uma putinha de verdade, todo homem gosta de cu e você vai satisfazer todos, putinha, vai me agradecer."
Sem perder tempo, a rola grossa do velho foi entrando na minha bucetinha apertada. Soltei um grito abafado entre a rola do Bacal e perdido na distância daquele lugar, o último que me restava da virgindade eu tinha perdido.
— Tentava dizer tira, tira, eu imploro, arde muito, não aguento mais, mas só se ouviam gemidos e balbucios, porque ele não tirava a rola da minha boca, enquanto o porco me dizia: "Você gosta, né, putinha? isso que você não tem nem metade dentro, falta a segunda parte hahaha" porco "você aperta tão gostoso, sua puta tasty foxy do caralho, agora você vai ver o que é bom, tomaaaa"
O velho investiu com mais força contra minha bunda pequenininha, senti uma queimação forte e uma dor imensa, de novo as lágrimas escorriam dos meus olhos, e meus pedidos e gemidos não adiantavam nada, o velho estava me dando uma fodida que eu nunca ia esquecer.
Porco "que bunda gostosa você tem, vagabunda, sabe, eu adoro fazer pelo cu, hahaha" seguido de dois tapas fortes, "vai, vagabunda, levanta mais a bunda" na hora eu levantei mais minha bunda, bacal "olha como a puta obedece, acho que estamos domando ela, compadre" porco "ah, compadre, sinto que o cu dela chupa toda a minha pica, aperta demais, já quero que você experimente" seguido de mais cusparadas na minha bunda pequenininha e na pica dele
Eu sentia que ele queria rasgar minha bunda pequenininha, empurrava de um jeito muito forte e bruto, não sabia quanto tempo ele estava furando minha bunda pequenininha, até que sinto um empurrão forte e uma queimação enorme, ao mesmo tempo sinto a pica dele entrar mais fundo em mim, doeu pra caralho, eles só riam de mim, depois de um tempo comecei a sentir que a dor ia diminuindo, sentia meus quadris começando a se mover no ritmo, aí senti ele esticar as mãos sujas até meus peitos, onde começou a apertar meus mamilos e meus peitos, e a dor, em vez de me atormentar, começou a me encher de um prazer que era desconhecido.
Porco "viu como você está gostando de ter uma pica dentro? A partir de agora você vai ser uma putinha bem dócil, vai ver hahaha"
Por mais nojo e humilhação que eu sentia, não podia negar o óbvio, uma corrente elétrica que começava no meu cu se espalhava pelo meu corpo inteiro e eu sentia que não tinha fim, pela terceira vez naquele dia, eu começava a ter um orgasmo, mas agora ele era causado por uma pica gorda e feia, que perfurava minha bunda pequenininha,
Sem conseguir me segurar mais, o primeiro gemido de prazer escapou dos meus lábios, em Esse porco diz: "Olha, compadre, a puta parece que gosta de ter o cu arrombado, não seja ruim e deixa ela falar". Nisso, ele tira o pau da minha boca, o Bacal, e me diz: "Vamos, puta, o que você tá dizendo?"
- Aaaiii, aghhh, não para, por favor, ahahah.
Não podia acreditar no que tava dizendo. Tinha sentido nojo deles horas antes, e agora pedia pra me darem mais pau. Via as caras dos velhos e dava pra ver que eles tavam se acabando de prazer.
Sentia que eu gemia com mais intensidade, e agora eu pegava com as mãos o pau do Bacal e chupava com desespero. Sentia cãibras fortes no corpo todo, minha excitação tava no máximo. O velho porco, de repente, tirou o pau do meu cu pequenininho, me deixando completamente frustrada.
"Olha aqui, sua foxy de merda, aqui as coisas são do nosso jeito, ouviu? E se você quer que a gente te dê mais pau, tem que implorar", disse o porco.
Eu tava tão tarada que não me importei de perder o pouco de dignidade que me restava e falei: "Eu imploro, continua me comendo". Nisso, o Bacal me diz: "Não, puta, quero que você diga as palavras mágicas. Quero que você diga: 'Continua me dando pau'. Vamos, fala."
Morrendo de vergonha, mas ao mesmo tempo com um tesão que me consumia por dentro, eu disse: "Continua me dando pau, por favor, não para."
Os velhos morrendo de rir. Nisso, o velho voltou a se posicionar no meu cu pequenininho e, de uma enfiada só, meteu todo o pau gordo dele, pra depois tirar e enfiar de novo no meu ânus. Uma ação que me enlouquecia de prazer, a ponto de ele ainda ter tempo de enfiar os dedos sujos na minha buceta, enquanto o Bacal apertava meus mamilos e me dava o pau dele pra chupar, fazendo meu prazer subir a níveis nunca antes sentidos.
"Tá vendo? Se fazia de difícil, e agora sozinha pede pau, hahaha. Todas são iguais. A partir de hoje, você vai ser nossa puta pessoal e vai dar pra gente quantas vezes a gente quiser." Eu só dizia "sim, sim, sou sua puta" e enfiava o pau de novo na boca, devorando como se fosse um doce. Nisso, senti o movimento ficar mais... Rádio e começou a me apertar com as mãos, me segurando pela cintura e me dando uma enfiada muito forte, as sensações eram incríveis. Nisso, sinto ele enchendo dentro de mim com algo quente, sentia o gozo dele enchendo minha bucetinha apertada enquanto o ritmo ficava mais lento e ele gemia e bufava enquanto me dava uns tapas na minha bunda. Nisso, o bacal levanta e se coloca de lado no instante em que o porco tirou a pica das minhas nádegas doloridas, senti o pedaço comprido de bacal abrindo minha bucetinha apertada.
Já nem escutava ele, só tinha a mente em branco, minha saliva escorria da minha boca, e eu suava pra caralho, minha respiração era entrecortada e muito rápida, meu corpo inteiro estava cheio de desejo e de excitação sexual que me devorava segundo a segundo.
Nunca imaginei que o sexo fosse tão maravilhoso, mas estranhamente o que eu mais gostava era ver aqueles caras feios se divertindo comigo, uma menina, e fazendo comigo o que quisessem. Continuava perdida no meu próprio prazer, sentia meu corpo se encher de novo daqueles calafrios, aquela eletricidade percorria todo meu corpo e eu tive mais um orgasmo, um bem profundo, ao mesmo tempo que o bacal enfiava com mais força, e novamente sentia o gozo dentro de mim, enquanto o ritmo diminuía até parar, mas deixando a pica dele dentro. Me sentia muito cansada, mal conseguia respirar, sentia o quente dentro de mim. O velho finalmente tirou a pica, já murcha e flácida, mas ainda pingando porra. Sentia que escorria tudo do meu cu, e deu vontade de ir ao banheiro. Como pude, andei até um quarto ao lado onde tinha uma latrina mais que um banheiro, sentia que ia me cagar, mas não aconteceu nada, só saía gozo de mim com um pouco de sangue.
Os caras estavam lá sentados, tomando mais cerveja e recuperando o fôlego, e quando me viram voltar, o bacal disse: "Vai, putinha, olha ela só, compadre, tão metida que era, menina de dinheiro e bons modos, e agora toda nossa, uma putinha de cu arrombado e cheio de gozo". O porco: "É isso aí, compadre, uma verdadeira putinha agora". Nossa, vem aqui, putinha" — me chamaram e acenaram com a mão. Parei na frente deles e eles disseram: "Agora você é nossa mulher e vamos aproveitar essa bunda quando a gente quiser, entendeu ou vai ver o que acontece?" E eu respondia: "Sim, senhor, está bem", ainda excitada com a situação. "Muito bem, putinha, parece que a vadia já está domada, comparsa. Agora, putinha, veste sua topzinha de vadia. Já é tarde, são 5 horas e o filho da puta do seu pai já está quase chegando. Então vamos te levar, isso ainda tem que ser segredo."
Dizendo isso, comecei a me vestir, colocando a minissaia e minha blusa branca, enquanto eles se vestiam. Subimos na caminhonete e, durante o caminho, não pararam de apalpar minhas pernas e minha buceta, já que eu estava no meio dos dois. Me deixaram em casa e entrei correndo no banheiro para me limpar toda. Sentia que fedida. Depois do banho, esperava meus pais, que chegariam a qualquer momento. Pensava no que fiz e no que disse. Ainda sentia uma ardência no meu cuzinho, mal conseguia andar. Minhas nádegas doíam das palmadas e meus mamilos também. Estava toda dolorida. Me deitei e meus pais chegaram. Minha mãe veio me ver, perguntou se eu estava me sentindo mal. Só disse: "Estou com dor no corpo todo." Ela me deu um beijo na testa, disse que ia preparar algo para mim e saiu. Eu estava quase dormindo, muito cansada para sentir culpa, remorso ou medo. Só queria dormir e esquecer tudo. Quando chegou uma mensagem, com fotos e vídeos do que tinha acontecido hoje e um texto que dizia: "Amanhã, no mesmo horário, putinha.






8 comentários - Chantajeada após roubo na minha casa 3
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